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segunda-feira, 31 de outubro de 2011



Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
(Mateus 6:9-10)

Amado (a), sabemos que a palavra de Deus é verdadeira, que nem uma única promessa pode falhar, que Ele é fiel de geração em geração, que é bom e quer que Seus filhos orem e esperem respostas às orações. Mas pode acontecer uma oração que fica sem resposta e essa oração às vezes dá margem á dúvidas e questionamentos acerca da resposta do Senhor. Não duvidamos de que se nossa petição estiver de acordo com a vontade Dele, devemos obtê-la, mas nem sempre sabemos orar "Seja feita a Tua vontade!". Nem sempre estamos dispostos a esperar e a conhecer a Sua vontade e as coisas permitidas por ela. quantos de nós nos perguntamos se Deus responderá a nossa oração. E quantos cristãos não estão confusos e se condenam por não serem capazes de produzir resposta a uma oração desesperada. O salmista nos dá a resposta neste versículo e nos assegura que nossa oração será atendida, entretanto é necessário esperar no tempo do Espírito Santo. No tempo do próprio Deus, e assim todas as nossas orações serão respondidas de uma maneira ou de outra. O problema é que nossa fé tem sido desperdiçada em pedidos que não estão amadurecidas, que nem nós mesmos temos certeza de que de fato queremos para nossas vidas. E Deus sabe, por isso nos deixa na espera, até mesmo para que amadureçamos nossos desejos e para que possamos aproveitar as bênçãos concedidas quando nos forem entregues.
As promessas já foram proferidas, a posse delas é uma questão de tempo e amadurecimento. Preparemo-nos, então para recebê-las.

Graça e Paz!




domingo, 30 de outubro de 2011



Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitrará as tuas veredas. (Provérbio 3:5-6).


Amado(a), as respostas para as questões que você tem colocado para Deus estão em você mesmo(a). Deus não está distante de você, conforme é o seu pensamento neste momento em que se sente perdido(a). Mas a sua forma de se comportar com Ele não corresponde ao que se espera de um(a) filho(a). Você espera que Ele vá a sua casa e lhe conforte, dando-lhe as bênçãos que tem pedido e ansiosamente desejado. Entretanto, não agradece as bênçãos que diariamente recebe e joga fora as que graciosamente recebeu. Quantas vezes nesse ano você foi á casa de Deus e testemunhou as bênçãos já recebidas? Talvez seja mais fácil contar quantas vezes você foi pedir e quantas vezes deixou de agradecer.
Amado(a), está na hora de mudar o rumo de sua história, sabendo que essa parte depende de você e não de Deus. Faça a sua parte que Ele fará a Dele. Se as coisas não estão como você anseia, não culpe Deus, o pastor, os irmãos: você é inteiramente responsável pelas suas escolhas, e pelas conseqüências que delas advém. Não espere colher flores se plantou espinheiros. Se a sua casa não foi construída na Rocha, não espere que ela esteja de pé depois da tempestade. A confiança que você tem em Deus é resultado da sua comunhão com Ele. Não espere mudanças se você não der o primeiro passo e o primeiro passo é a entregar-se a Deus, deixando com Ele a direção de sua vida. Mas enquanto você continuar no controle sem permitir que Deus se manifeste, as coisas continuarão como sempre.
Graça e Paz!




sábado, 29 de outubro de 2011



Por isso não mintam mais. Que cada um diga a verdade para o seu irmão na fé, pois todos nós somos membros do corpo de Cristo”, (2 Cor 5:17).

Amado(a), o único caminho para relacionamentos autênticos é falar a verdade. Mas muitos perguntam: qual é o problema em uma inocente mentirinha? O problema é que nem mesmo a “mentirinha” aparentemente mais inofensiva é inocente e muito menos inofensiva. Toda mentira procede de uma intenção e gera um fato ou uma tentativa de provocar ou sair de uma situação. A motivação da mentira pode até parecer pura, mas a sua fonte é pecaminosa. A Bíblia responde às nossas dúvidas em relação a mentir: “Existem sete coisas que o SENHOR Deus detesta e que não pode tolerar: o olhar orgulhoso, a língua mentirosa, mãos que matam gente inocente, a mente que faz planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, a testemunha falsa que diz mentiras e a pessoa que provoca brigas entre amigos.
(Provérbios 6:16-19); “Que o "sim" de vocês seja sim, e o "não", não, pois qualquer coisa a mais que disserem vem do Maligno.” (Mateus 5:37). Devemos nos conscientizar de que há alguém por detrás de uma simples mentirinha: “Quando o Diabo mente, está apenas fazendo o que é o seu costume, pois é mentiroso e é o pai de todas as mentiras.”(João 8:44b)

Amado (a), se desejamos relacionamentos sinceros e duradouros, nos quais possamos compartilhar fracassos e sucessos, defeitos e qualidades. Nos quais possamos revelar dúvidas e temores. Nos quais possamos encontrar empatia e trocar confidências também precisamos ser completamente honestos, abertos e vulneráveis.
Esses relacionamentos autênticos são exatamente o que Deus quer para nós. Ele nos criou para relacionamentos, e deseja que os experimentemos no que eles têm de melhor.
Desejamos relacionamentos profundos, autênticos, marcados por integridade e comunicação franca, mas dificilmente os experimentamos. Isso porque não os alimentamos com os nutrientes necessários, queremos colher frutos doces, mas regamos com acidez, hostilidade, negligências e mágoas inexpressadas. Muitas vezes violamos os requisitos básicos dos relacionamentos autênticos. E um deles é a honestidade. Mas a Bíblia insiste que precisamos aprender a dizer a verdade aos outros. Essa é a base dos relacionamentos genuínos .

Graça e Paz!




sexta-feira, 28 de outubro de 2011



“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).

Amado(a), um cristão verdadeiro é reconhecido pela sua mudança de vida, conforme nos mostra o apóstolo Paulo. Se uma pessoa diz ser cristã e continua comportando-se como antes, a sua profissão de fé é incoerente, pois como disse Jesus em João 3.7: “ Necessário vos é nascer de novo”; E quem nasce de novo, pela aceitação do Evangelho como princípio norteador de sua vida, é comprometido com a causa do Mestre. Um verdadeiro cristão está sempre disposto na seara do Mestre e não arranja desculpas para se furtar a isso, mesmo que as circunstâncias sejam difíceis, pois “Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus”, (Lucas 9:62). Aquele que um dia entregou a sua vida a Jesus está compromissado com a sua obra eternamente e na sua vida é evidenciado o fruto do Espírito “O fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança”, (Gálatas 5:22).
Um Cristão autêntico anda no Espírito, porque ele é templo e morada do Espírito Santo. “Os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito” (Gálatas 5:24, 25). Amado(a), faça um auto exame e verifique se o seu conceito de cristianismo confere com a verdade expressa nas Sagradas Escrituras.

Graça e Paz!




quinta-feira, 27 de outubro de 2011



Orai por nós, porque confiamos que temos boa consciência, como aqueles que em tudo querem portar-se honestamente. (Hebreus 13:18 )

Amado(a), ter conduta virtuosa é a única maneira de ter a aprovação de Deus, mas viver como cristão não é fácil. Passar por provações e nos mantermos íntegros, vencendo as tentações também não é tarefa simples. Manter o equilíbrio e a honestidade num mundo em que é aclamado quem tira vantagens do outro, quem se gaba de colher onde não semeou ou de ser esperto por ter ludibriado o mais frágil. Mas a palavra de Deus nos ensina a caminhar na direção certa, decidir corretamente, obedecer a Deus e em tudo dar graças, mesmo quando somos roubados e espoliados. É lamentável quando alguém que confia em outro é enganado por sorrisos, lisonjas e ações que tão logo se revelam ser apenas interesse e hipocrisia! Por outro lado, é reconfortante quando sabemos que tratamos com cristãos de confiança. Mas mesmo quando somos decepcionados pelo homem, Deus nos abençoa por sermos virtuosos e não hipócritas. O Senhor que tudo vê e que sonda os corações aprova os que demonstram afeição fraternal sem hipocrisia, os que são probos e retos, mesmo que não tenham testemunhas.
Amado(a) a medida que temos para saber se estamos agindo corretamente é nos perguntar sempre: Jesus faria o que estou fazendo?
Graça e Paz!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011



Que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo. Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Efésios 2:12-13



Amado(a), o apóstolo Paulo nos lembra que um dia estávamos perdidos, vivendo na podridão do mundo e frustrados com a falsa alegria que nos cercava. Mas pela graça e misericórdia de Deus fomos separados para viver de forma diferente. Tudo isso por causa de uma aliança. Entretanto, muitos mesmo tendo vivido essa experiência com o Senhor e sabedores da promessa de um Deus que não rompe alianças não se promiscui e não aceita misturas ainda preferem voltar às traças, a imundície e à falsa ilusão que o mundo oferece. Pelo sangue de Jesus temos a possibilidade de nos reconciliar com o Criador e de voltarmos à condição para a qual fomos criados. Mas esta é uma escolha pessoal e intransferível. Ninguém pode decidir por nós.
Amado(a), escolha a fonte de vida, um manancial que nunca seca e que é capaz de saciar a sua sede e de refrigerar a sua alma, por mais difícil que seja a fase pela qual está passando. O recado de Deus para você hoje é que olhe para trás e veja onde ficou a sua esperança. Verifique o que ainda pode fazer para que siga em frente sem sair do alvo e voltar ao primeiro amor.
Graça e Paz!

terça-feira, 25 de outubro de 2011



Servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como aos homens. Sabendo que cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer, seja servo, seja livre. (Efésios 6:7,8)


Amado(a), ninguém perde em fazer o bem, mesmo que a pessoas que jamais reconhecem o bem que lhe é destinado. Ninguém espere a recompensa ou a gratidão porque nem todos têm o amadurecimento espiritual para esse tipo de atitude. O bem que fazemos deve ser feito como ao Senhor, conforme nos ensina o apóstolo Paulo. Deus é magnânimo e nos dá o melhor mesmo que não mereçamos e é nesse principio que devemos nos espelhar. Contudo, quando esperamos do homem o reconhecimento, certamente nos frustraremos, pois quanto mais voltada a si mesma, menos capaz de ser grata é a pessoa. Mas apesar de toda ingratidão que os homens distantes de Deus são capazes, a Bíblia nos recomenda em 2 Crônicas 15:7 “esforçai-vos, e não desfaleçam as vossas mãos; porque a vossa obra tem uma recompensa”.
Amado(a), quem serve ao próximo, serve ao Senhor e Nele deve descansar.
Graça e Paz!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011



Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda. (João 5:8)


Amado(a), esse trecho refere-se à passagem de Jesus no tanque de Betesda, curando um homem que jazia enfermo cerca de trinta e oito anos. A Bíblia narra que um anjo movimentava a água e o primeiro enfermo que ali descia, depois do movimento da água, era curado. Muitas pessoas iam para lá na expectativa de receberem a cura e ficavam ali esperando o milagre. E aquele homem esperava por longos anos porque sempre que se posicionava para receber o milagre vinha alguém antes e ele continuava esperando a próxima vez que a água se movimentaria. Mas Jesus, vendo aquele homem enfermo no chão perguntou-lhe se queria ficar são. Observe que Ele não o ajudou a se posicionar na água, nem o incentivou a disputar a vez com outros enfermos. Apenas exortou-o a tomar uma atitude de fé: levanta, toma teu leito e anda. Três verbos de ação, pronunciados de forma imperativa. Na seqüência lemos que aquele homem não apenas ouviu, mas fez o que lhe foi dito para ser feito. E ele foi curado.
Como em Betesda, a Igreja hoje acolhe inúmeras pessoas enfermas no corpo e na alma. Elas ficam anos participando, indo e vindo, mas tal qual aquele paralítico, nunca são curadas. Por que isso acontece? Porque, assim como em Betesda, cada um cuida da própria enfermidade e corre para ser o primeiro a receber a bênção. Na Igreja também estamos tão preocupados com nossa própria doença que não enxergamos a de quem está convivendo conosco, ao nosso lado.
Nem todos querem de fato ser curados. Muitas vezes a doença é taboa de escora e quem quer ser curado precisa romper com velhos hábitos e gerar novos compromissos. Voltar a trabalhar, reassumir o sustento da casa, deixar de depender dos parentes. Muitas vezes a aposentadoria por invalidez é aceita comodamente e tida como melhor do que a cura.
Amado(a), para sermos curados precisamos romper com as estruturas montadas em volta de nossas enfermidades, neuroses e dependências. Precisamos renunciar aos privilégios que temos com as doenças. Para que a graça de Deus possa nos atingir, precisamos ter atitudes, deixar o leito e andar.
Graça e Paz!


domingo, 23 de outubro de 2011



Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará (Gálatas 6:7).

Amado(a), na criação divina nada é coincidência. Tudo foi feito conforme os planos de Deus que nos criou à Sua imagem e semelhança para Seu louvor e Glória. Entretanto, a história da humanidade, desde a desobediência do primeiro casal nos mostra que muitos têm se desviado de sua natureza original. Por conta disso têm se perdido porque se acham prontos o suficiente para enfrentar o mundo na carne. Mas a Bíblia nos ensina que somos pó e ao pó voltaremos. Nesse intervalo devemos buscar a santificação e nos preparar para sermos cidadãos do Reino, vivendo como criaturas especialmente feitas por Deus que conhece cada detalhe de nosso corpo e de nossa mente. Não há coincidência. Tudo foi planejado detalhadamente por Deus para que o homem crescesse em busca da estatura de Cristo. Contudo, quando dá ouvidos ao inimigo e se deixa corromper em seus princípios, o homem se afasta dos objetivos para o qual foi criado e deixa de glorificar a Deus. E isso tem acontecido não só no mundo, entre os que não conhecem a Palavra, mas, infelizmente, entre os que um dia ouviram e aceitaram o Evangelho. Acontece quando a mulher se arvora em sua sensualidade e dá vazão á carne, deixando de se portar convenientemente, como convém a uma mulher cristã. Acontece quando homens e mulheres deixam de ser fieis aos seus cônjuges e desrespeitam a ordem de Deus, cobiçando ou adulterando. Acontece quando o apelo do sexo, do poder ou da riqueza fala mais alto do que a honra, o louvor e a obediência ao Criador. Acontece quando as pessoas deixam de olhar para Deus e decidem seus próprios caminhos, até mesmo passando por cima dos valores e dos sentimentos do próximo. Acontece sempre que a palavra de Deus é distorcida para atender a um desejo pessoal. Mas, como a Bíblia afirma, Deus não divide Sua glória com outros e não se deixa escarnecer, as conseqüências certamente virão.
Amado(a), como você tem reagido diante das orientações do Criador? Acaso está preparado para as conseqüências desta sua atitude?
Graça e Paz!

sábado, 22 de outubro de 2011



Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se! (Eclesiastes 4:10)


Amado(a), se você sabe quais são as fraquezas de seu irmão, ajude a levantá-lo, não é preciso ser conivente ou concordar com ele, mas não pode apenas acusá-lo em sem oferecer ajuda é isso que a Bíblia ensina. Você não precisa mostrar que o outro é mau para que você mostre que é bom. O que você tem feito, como tem agido nas suas relações quer de trabalho quer pessoais dizem quem é você. Não precisa da avaliação dos outros. Os seus testemunhos falam por si. A ceia tomada indignamente não é responsabilidade do irmão, mas daquele que não vigia. Isso não quer dizer que o irmão não pode alertar o outro a fim de ajudá-lo nas suas fraquezas. Sábio é aquele que ouve os conselhos. Há pessoas que não sabem ouvir nem conselhos, nem críticas. Amado(a), se as pessoas o abandonam, se não conseguem ficar do seu lado, procure ver onde está o seu erro, o que você tem feito para que as pessoas não se aproximem, ou para que elas se afastem. Pare de colocar a culpa nos outros e de se fazer de vítima. Pare de apontar nos outros os seus defeitos e olhe para os seus a fim de que possa mudar o que for possível. Mas não espere que os outros mudem primeiro. Você colhe o que planta, diz a Bíblia, e isso vale para as suas relações principalmente. O que você tem plantado?
Graça e Paz!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011



Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. (João 8:7)


Amado(a), essa passagem do texto da mulher adúltera e seus acusadores diante de Jesus nos leva à reflexão sobre a necessidade de aprendermos a lidar com as pessoas e aceitá-las como elas são, sabendo que somos também pecadores e que carecemos de aceitação não para continuar no erro, mas para abandonarmos o pecado. Jesus nos ensina a aceitar o outro, mas não a concordar com o pecado. Nossa tendência é olhar para as falhas dos outros, observando onde foi que eles erraram e a querer que nos aceitem com nossas falhas. Se a recíproca não é verdadeira, não podemos atirar pedra alguma. Muitas vezes apontamos ou condenamos no outro aquilo que ocultamos em nós. É muito mais fácil acusar os erros alheios do que reconhecer nossas falhas. Não podemos esperar das outras pessoas aquilo que não damos como: atenção, valor, perdão e amor. E para isso precisamos começar conosco. Se não nos valorizamos o suficiente por falta de reconhecer a vida que flui em nós e nos apoiamos no pouco que recebemos das outras pessoas.
Valorizarmos as pessoas a nossa volta e a relação que temos com elas é fundamental para a felicidade. Quando vivemos na superficialidade e não nos aprofundamos nas relações nos tornamos também pessoas superficiais, vazias e sem conteúdo, pois nos esquecemos do outro. Muitos só se lembram de falar com as pessoas na hora de criticá-las.
Amado(a), qual foi o ultimo elogio que você fez? Será que ainda não tomou consciência para enxergar que os relacionamentos são fundamentais para o sucesso profissional e pessoal e que o elogio aproxima e a critica afasta?
Graça e Paz!


quinta-feira, 20 de outubro de 2011



O amor nunca falha; (1 Coríntios 13:8 a)




Amado(a), a sociedade atual tem patrocinado as relações movidas por paixão e outros sentimentos tão fugazes quanto intempestivos. O que se apregoa por aí é o “seja infinito enquanto dure”, “a fila anda”, “antes mal acompanhado do que só”, dentre outros. Mas não é exatamente isso o que a Bíblia diz sobre o amor. A Bíblia retrata o amor de duas maneiras: “phileo”, que denota amizade; e “agapao”, que denota intensidade e afeição no sentido moral e social. Na concepção geral, o amor é um sentimento autônomo e que governa a mente, a vontade e as emoções das pessoas e assim acontece, vem e vai conforme lhe aprouver. Por isso, aqueles que enfrentam crise no casamento, costumam alegar que o amor esfriou e que, uma vez que isso aconteceu não há mais porque manter a relação. Mas, segundo a Bíblia, o amor não é uma chama que se apaga por si só. Ele deve ser fruto de uma decisão em nossa vida, por isso é selado com uma aliança. Contudo, na visão do mundo aliança é apenas um adorno e para muitos nem precisaria ser de metal durável. Pela sua inutilidade bem poderia ser de um material descartável. Como símbolo de um compromisso, a aliança deveria ser entendida como a confirmação da ordem do Senhor sobre o amor: deve ser cultivado e mantido. O amor no casamento é fruto de uma decisão e não pode ser banalizado, como as relações mundanas. Se a decisão de amar vem acompanhada da benção divina não há crise que perdure. E isso significa que todos os dias a relação deve ser entregue nas mãos de Deus, assim como todas as decisões e os projetos de um casal. Deus precisa participar dessa decisão desde o início e se de fato Ele unir, o homem jamais poderá separar .
Graça e Paz!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011



E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela. (Hebreus 12:11)




Amado(a), ninguém gosta de ser corrigido ou repreendido, o mais natural é apreciarmos os elogios e os cumprimentos por algo que fizemos. Mas todos, em maior ou menor grau, têm a consciência de suas ações e mesmo que não expressem sabem quando merecem o elogiam e quando cabe a repreensão. A Bíblia afirma que o tolo prefere a lisonja à repreensão sincera, mas o homem sensato sabe que Deus corrige o filho que ama e aqueles que são verdadeiros companheiros não fazem bajulação e mesmo sob pena de não compreendidos preferem falar a verdade a fim de fazer o irmão enxergar o caminho reto. O autor de Hebreus deixa claro que a correção pode ser dolorosa e entristecer quem a recebe, mas produz frutos bons, e leva ao amadurecimento natural e saudável. O profeta nos mostra uma analogia que nos faz refletir sobre o valor da correção em nossas vidas para que nos tornemos puros. Ele mostra que o processo de purificação do ouro e da prata é semelhante às provas que vivenciamos, as repreensões vindas de quem está enxergando além do que vemos. Passar pelo fogo é doloroso, mas o resultado é a pureza do metal. Passar por correções pode nos trazer dor e tristeza, mas se aceitamos com sabedoria, chegamos à santificação tão desejada por Deus que na voz do profeta Zacarias nos diz: “E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O SENHOR é o meu Deus. (Zacarias 13:9)
Amado(a), não se entristeça ou se rebele quando receber uma correção vinda da parte de Deus. Ela é necessária ao seu crescimento e fará com que você atinja a pureza e a santificação que o Senhor espera de seus filhos.
Graça e Paz!


terça-feira, 18 de outubro de 2011



“Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus” (Efésios 5.15-16).



Amado(a), a Bíblia nos recomenda a viver de forma sensata, remindo o tempo porque, sendo os dias maus, certamente, o insensato enfrenta muito mais problemas do que aquele que age de forma madura. O insensato, independente da sua idade cronológica, é como uma criança que precisa sempre do amparo de um adulto para não se ver em situações difíceis e que coloca em risco a sua própria integridade. Uma pessoa imatura é como um fruto verde que oferece sabor amargo, porque ainda não está pronto para ser apreciado. Por isso uma pessoa imatura é mais egocêntrica e mais preocupada consigo mesma, focada em seu próprio umbigo, pouco preocupada com as pessoas que a rodeiam. Suas atitudes e comportamentos egoístas muitas vezes causam decepção, repulsa, ressentimento, mal estar e um gosto amargo nas pessoas. O escritor Rick Warren afirma que é possível envelhecer sem amadurecer. Envelhecer é inevitável, mas amadurecer é nossa resposta ao mover de Deus em nós e através de nós. E muitos estão envelhecendo sem amadurecer. Biologicamente existe um lapso de tempo necessário para o completo amadurecimento e plena realização do ser humano. Contudo, nem sempre a maturidade espiritual e emocional acompanha a maturidade física. O tempo de maturação vai depender das experiências pessoais de cada pessoa e o aprendizado obtido ou não de cada uma dessas experiências e, principalmente de seu desejo de crescer e de deixar para trás as coisas infantis. Paulo fala em 1 Coríntios 13:11: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino”. Muitas pessoas não amadurecem, elas apenas envelhecem. Fazendo uma analogia com a natureza, podemos perceber que uma árvore só começa a dar frutos saborosos depois de seu pleno amadurecimento. Assim como uma criança dependente, vemos que no início, ela mais recebe do que dá. Primeiro, ela precisa que suas necessidades básicas sejam supridas. Ela necessita de solo fértil, adubos e nutrientes, água, podas periódicas e tratamentos contra as pragas e doenças. Se suas necessidades básicas forem adequadamente supridas, ela se tornará uma árvore robusta e frondosa e produzirá frutos saborosos e abundantes. Caso contrário, poderá dar frutos, mas frutos não tão saborosos. Assim também é com uma pessoa. Ela precisa receber bons conselhos e estímulos, precisa ser fortalecida espiritualmente, com conhecimento da palavra para ter raízes fortes e não se abalar ao primeiro sinal de crise. Uma árvore plantada junto ao ribeiro recebe os nutrientes necessários para dar frutos doces no tempo certo, mas uma árvore plantada em terreno pobre de nutrientes seca-se e não produz frutos em tempo algum. O sábio afirma que o tolo não deixará de ser tolo mesmo que apanhe para se corrigir. Isso porque podem passar os anos, mas a maturidade só é conseguida com um bom preparo espiritual. “Ainda que repreendas o tolo como quem bate o trigo com a mão de gral entre grãos pilados, não se apartará dele a sua estultícia”. Provérbios 27:22
Amado(a), uma pessoa só pode ser considerada madura quando ela estiver preparada para servir aos outros, de uma maneira especial, sem cobrar nada em troca. Quando ela aprende com os erros e deixa de culpar os outros por suas próprias falhas.
Graça e Paz!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011





“Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas" (Mateus 7:6).

Amado(a), Jesus usa as palavras "cães" e "porcos" para nos mostrar a inutilidade de tentarmos oferecer algo de grande valor a alguém incapaz de apreciá-lo. O que é santo refere-se aos sacrifícios do Velho Testamento, que só os sacerdotes podiam comer, conforme está registrado em Êxodo 29:23 e Levítico 2: 3. Jesus refere-se ao fato de que o significado especial deste alimento sagrado seria totalmente perdido num cão que simplesmente o engoliria sem saboreá-lo mais do que se fosse um pedaço de lixo podre. De igual modo não adianta tentar ensinar aos porcos o valor especial das pérolas. Ninguém espere nenhuma gratidão de cães e porcos se receberem um tratamento especial. Por analogia, podemos entender que Jesus está nos ensinando a não esperar retribuição, ou agradecimento de pessoas que não amadureceram o suficiente para compreender a mensagem do Evangelho. Infelizmente, há pessoas que, mesmo tendo vivido a experiência de conhecer a palavra e o poder libertador e purificador que ela traz, preferem viver na imundície do mundo. Há quem prefira trocar a honra e a dignidade de uma família cristã que colhe as bênçãos diretamente do Senhor por migalhas que o mundo oferece, por uma vida indigna e miserável, que não traz paz, nem reconhecimento. A estes é difícil agradar porque estão cegos diante da luz.
Graça e Paz!

domingo, 16 de outubro de 2011




Nem usaram de beneficência com a casa de Jerubaal, a saber, de Gideão, conforme a todo o bem que ele havia feito a Israel. (Juízes 8:35)

Amado(a), a ingratidão é fruto imediato do egoísmo e sempre causa indignação tanto em quem a sofre quanto nos que a presenciam. Vemos que as decepções provocadas pela ingratidão e pela fragilidade dos laços de amizade que são rompidos são constantemente uma fonte de amargura. A melhor forma de se conhecer alguém é vendo o grau de reconhecimento e de gratidão que ela tem para com os outros e com Deus. Geralmente, quem é ingrato trai, mente, machuca e não faz isso uma única vez, mas repetidas vezes com a mesma pessoa ou com todos, o tempo todo. De todas as imperfeições que uma pessoa pode demonstrar, talvez a ingratidão seja a que mais dói e a que mais prejudica tanto quem pratica quanto quem sofre. Quando um ladrão invade nossa casa, sentimo-nos roubados, mas isso não se compara com a atitude de alguém a quem fazemos um bem que nos é devolvido com ingratidão. Isso porque o ladrão não tem nenhum vínculo com sua vítima, mas o ingrato sim. Entretanto, as pessoas deveriam saber que quando se age com ingratidão, o que se colhe é a inevitável solidão, quer pela falta de pessoas que se afastam, quer pela reclusão espontânea do próprio ingrato. A ingratidão é filha do egoísmo e o egoísta, certamente, encontrará mais tarde corações insensíveis como ele próprio o foi. Muitos são os que deixam de praticar o bem para não receber ingratidão, considerando que já houve caso em que um benefício prestado não teve a gratidão de quem o recebeu. Mas é preciso lembrar que o perdão faz maior bem a quem perdoa do que a quem é perdoado. Quem não libera perdão passa a ser escravo de quem o ofendeu.
Graça e Paz!

sábado, 15 de outubro de 2011



E os filhos dos estrangeiros edificarão os teus muros, e os seus reis te servirão; porque no meu furor te feri, mas na minha benignidade tive misericórdia de ti. (Isaías 60:10)

Amado(a), o profeta Isaias nos traz à memória algo do qual os filhos de Deus, aqueles que um dia tiveram a oportunidade de conhecer a palavra que salva e que traz nova vida não podem se esquecer. Ele nos lembra que o nosso Deus é o único capaz de reverter uma situação difícil e dela nos fazer um vencedor. Sem Deus, podemos até conquistar espaços, ter status, poder, dinheiro, mas sem a paz que nos permite gozar desses benefícios. Muitas vezes o Senhor permite que enfrentemos lutas, que o inimigo tripudie sobre nós, mas tão somente para nos edificar e fortalecer. Deus sempre tem misericórdia daqueles que se posicionam como seus filhos e não nos deixa amargar a derrota. O que parece ser perda reverte-se em ganho e o que se mostra como uma aparente vitória pode se mostrar a nossa derrota se não estivermos firmes na Rocha, porque, conforme diz o apóstolo Paulo em Hebreus 10:26-31 “Porque, se vivermos deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados; pelo contrário, certa expectação horrível de juízo e fogo vingador prestes a consumir os adversários. Sem misericórdia morre pelo depoimento de duas ou três testemunhas quem tiver rejeitado a lei de Moisés. De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça? Ora, nós conhecemos aquele que disse: A mim pertence a vingança; eu retribuirei. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo”
Graça e Paz!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011



Guarda a tua língua do mal, e os teus lábios de falarem dolosamente. (Salmos 34:13)



Amado(a), o salmista nos exorta a não usarmos as palavras para o mal, porque todo veneno que sair de nossas bocas certamente será destilado contra nós mesmos. Quem deixa de proferir uma palavra de bênção para falar com maldade ou hostilidade perde a oportunidade de colher frutos saudáveis pois nossas palavras têm poder e delas podemos extrair virtudes ou maldições. Deus conhece e sonda todos os corações e sabe o que vai em nossa mente bem antes de expressarmos o que sentimos ou desejamos. Ele sabe quando empregamos nossas línguas para o mal e certamente nossa maldade não ficará impune. Quantas vezes matamos com o furor de nossos lábios e sacrificamos inocentes porque não atentamos para o que nos ensina o salmista. A palavra proferida corrói e corrompe e não raras vezes acaba destruindo muito mais do que uma arma. Mas o salmista nos lembra também que, se falamos mal de alguém que nos fez bem, o Senhor será nosso juiz. Ele age em favor do justo e nada lhe afetará porque perto está daqueles que têm o coração puro e quebrantado, mas o maldoso há perecer na sua própria maldade.
Amado(a), antes de falar, julgar ou condenar alguém, pondere se sua atitude não está sendo injusta ou leviana, porque o Senhor resgata a alma de seus servos e não permitirá que ele seja atingido.
Graça e Paz!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011



Espera no SENHOR, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no SENHOR. (Salmos 27:14)


Amado(a), essa é uma palavra que vem de Deus e o salmista bem sabia o afirmava com tanta veemência, por isso iniciou esse salmo expressando: o SENHOR é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O SENHOR é a força da minha vida; de quem me recearei? Quem já teve uma verdadeira experiência com Deus compreende por que o salmista tem tanta convicção no que afirma. Quem espera no Senhor não se desaponta, pode se animar porque certamente o conforto virá, ainda que as circunstâncias sejam totalmente adversas.
Amado(a), precisamos demonstrar essa mesma segurança e convicção e anunciarmos ao mundo em quem depositamos nossa confiança. O Senhor fortalecerá o nosso coração. Ele não está ausente, mesmo quando lhes viramos as costas e a única coisa que espera de nós é que esperemos Nele, porque TUDO mais Ele fará.
Graça e Paz!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011



“Nesse tempo veio josué, e exterminou os enaquins da região montanhosa de hebrom, de Debir, de Anabe, de toda região montanhosa de Judá, e de toda região montanhosa de Israel. Josué destrui-os totalmente, com as suas cidades”. (Josué 11:21)


Amado(a), jamais podemos duvidar da fidelidade do Senhor em cumprir as suas promessas. Além das promessas gerais, proferidas ao Seu povo, cada um de nós temos promessas específicas, relacionadas ao nosso trabalho, vida sentimental á nossa família, à vida financeira, a alvos que temos em diversas áreas...
Deus nos dá palavras específicas, em um culto, no grupo familiar, em oração, nos momentos de comunhão. E quando recebemos uma palavra do Senhor, somos fortalecidos e renovados, porque sabemos que são as palavras que vem diretamente do Espírito de Deus para o nosso coração.
Entretanto, muitas vezes, a nossa mente, que é imediatista se frustra quando não vemos o cumprimento em seguida. E muitos chegam a duvidar, ou a atropelar o cumprimento dessas promessas, porque não sabem esperar. Se pediram um(a) companheiro(a) ao Senhor, logo se apegam à primeira pessoa que lhes aparecem, sem consultar a Deus antes de tomar aquilo como sendo um propósito de Deus. Se a bênção esperada era a segurança no emprego e as circunstâncias parecem dizer o contrário, muitos agem intempestivamente e se precipitam em mudar antes que o Senhor sinalize.
As atitudes de Calebe são exemplo para nós, para aprendermos a esperar com perseverança as promessas do Senhor. Calebe foi um dos doze príncipes que foram espiar a terra de Canaã e, juntamente com Josué, contrariou o relatório pessimista dos outros dez. e foi justamente pela incredulidade de Israel que a conquistada terra prometida foi adiada por mais de quarenta anos.
Amado(a), ainda que as promessas tardem a se cumprir em sua vida, é preciso perseverar e esperar com paciência porque Deus não deixará de fazer o que prometeu em sua vida. Mas você é a única pessoa que pode atrasar a ação de Deus. Para Deus, promessa é compromisso. E Ele não é como os homens que se precipitam em se comprometer com algo que tão logo deixaram. Deus não ilude as pessoas. O que Ele promete, certamente vai cumprir em sua vida. Mas para receber a promessa é necessário ter coragem e enfrentar o inimigo que não é tão grande como parece. Se temos grandes promessas, também precisamos ter coragem para conquistá-las. Enfrentar gigantes não é fácil, e enfrentá-los nas montanhas é mais difícil ainda. Mas não podemos nos intimidar com os desafios que o Senhor coloca à nossa frente. Calebe não olhou, nem para as montanhas, nem para os gigantes, ele olhou para a promessa do Senhor.
Ainda que a promessa demore mais do que o previsto. Deus quer que a nossa coragem a vontade de Deus, permanecendo firme diante da adversidade e diante do tempo. Mas é preciso também reivindicar a promessa. Calebe disse: “Agora, dá-me este monte”. Amado(a), que promessa você tem? Reivindique-a, Jesus disse “pedi e dar-se-vos-á” . Se, como Calebe , você tem convicção do que quer , insista. Mas saiba que isso também lhe trará lutas, para que não desista no primeiro impasse. Calebe reivindicou o monte Hebron, mas sabia da luta que teria de enfrentar. Em geral, as pessoas querem a promessa, mas não querem nenhuma dificuldade. Ao primeiro sinal de dificuldade jogam a toalha e começam tudo de novo. Mas se você perseverar, creia que o que é seu, já está deferido e, quando Deus cumpre a sua promessa, vem paz sobre a terra, vem paz sobre a sua vida.
Graça e Paz!

terça-feira, 11 de outubro de 2011



"Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33).


Amado(a), quantas pessoas seguem uma vida errada e se desviam dos bons propósitos porque se deixam enganar por companhias erradas. Paulo mostrou aos coríntios que, mesmo dentro das igrejas é imprescindível evitar as influências negativas. Nem todos que estão nas igrejas vivem em santidade. Assim como no tempo dos coríntios, a igreja ainda é um lugar de pessoas em busca de tratamento. Isso significa que o fato de estar ou de freqüentar uma igreja não faz instantaneamente com que essa pessoa esteja livre de influências negativas ou que seja uma pessoa espiritualmente liberta. Eis porque precisamos pedir a Deus o discernimento para identificarmos o que vem do Senhor e o que nos afasta Dele. O fato de alguém participar de uma igreja ou se dizer cristão não é garantia de uma amizade saudável e edificante. Alguns se aproveitam do rótulo de cristão para induzir outros a crer que podem ser seguidos. A Bíblia está cheia de exemplos que nos mostram que as aparências enganam até mesmo no meio do povo de Deus. Em Deuteronômio 13:6-8 vemos que Moisés avisou sobre parentes e amigos que incentivam os servos de Deus a servir outros deuses e mandou que não concordassem, nem ouvissem, nem olhassem com piedade para aqueles falsos professores. Mas Jesus nos ensina em Mateus 7:15-20 a julgar a árvore pelos frutos, retendo o que é bom e nos abstendo de toda forma de mal, como reforça Paulo em 1 Tessalonicenses 5:21-22.
Um cego não pode guiar outro cego, nos diz a sabedoria popular e na vida cotidiana precisamos estar atentos. Como pode alguém que não tem estabilidade espiritual orientar quem está doente da alma? Como pode alguém que não domina a própria vida, não tem controle de suas finanças ou vive em total descontrole emocional guiar outra pessoa que precisa de uma orientação segura?
Deus nos ensina, também, por exemplos. Ele fez isso pelas histórias bíblicas e continua nos mostrando nas nossas relações em quem podemos ou não confiar e nos espelhar. Vemos três gerações da mesma família como exemplos de amizades boas e más. A história de Davi e Jônatas nos mostra como a verdadeira amizade está acima de interesses pessoais. Jônatas seria rei depois da morte de Saul, se Davi não tivesse sido o escolhido por Deus. Mas Jônatas manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida, mesmo tendo perdido o direito ao trono. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo (1 Samuel 20). Davi depois da morte de Jônatas soube ser grato e mostrou bondade para com Mefibosete, filho aleijado de seu amigo. (2 Samuel 9). Contudo, escolher amigos e preservar bons amigos é uma escolha pessoal. Vemos que um dos filhos de Davi, Ammon, não escolheu seus amigos como o fez o seu pai. Em vez de cultivar amizades boas e saudáveis, ele escolheu como companheiro seu primo Jonadabe (2 Samuel 13:3) que não lhe deu bons conselhos. Em vez de corrigir e ajudar o seu primo, sua atitude fez com que Amnon fosse incentivado a agir de maneira errada de forma a magoar profundamente o seu pai (2 Samuel 13:4-21). O desfecho desta história mostra que o conselho de Jonadabe levou, afinal, à morte do próprio Amnon (2 Samuel 13:22-36). Vemos também que um neto de Davi, que se tornou rei depois da morte de Salomão em vez de procurar conselhos entre os homens mais velhos e experientes (1 Reis 12:7-11) preferiu valorizar a amizade de seus colegas. A "ajuda" destes amigos contribuiu para a divisão do reino e diminuiu muito a influência de Roboão.
Amado(a), Deus sempre nos permite escolher, por isso devemos ficar atentos aos bons testemunhos antes de fazer nossas escolhas para que não venhamos a colher os frutos amargos das conseqüências de darmos ouvidos a pessoas erradas. Por isso devemos escolher cuidadosamente os nossos amigos, evitando amizades que nos levariam ao pecado; valorizar amigos que nos corrigem quando erramos; cortar amizades que prejudicam a nossa vida espiritual, especialmente quando os "amigos" incentivam o pecado e nos desviam dos princípios de Deus.
Graça e Paz!


segunda-feira, 10 de outubro de 2011



"O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios... O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia" (Provérbios 15:12,14).



Amado(a), quem são seus amigos? São pessoas que compartilham da mesma fé e princípios morais com você, ou são pessoas que ocasionalmente gravitam a sua volta? As pessoas com as quais convivemos dizem muito sobre quem somos, por isso precisamos escolher com cuidado quem deve fazer parte de nossas relações. Isso não significa que devemos nos isolar e evitar as pessoas que não vivem segundo os princípios que nos regem. Essas pessoas precisam de nós, de nosso bom testemunho, mas não podem ser colocadas como nossos conselheiros. Precisamos não só escolher bons amigos, mas também cultivar essas amizades, sendo também bons amigos. A Bíblia nos ensina sobre as responsabilidades de companheiros fiéis. Amigos contam com a presença uns dos outros: "Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe", diz o sábio em Provérbios 27:10. Não devemos abandonar nem trair os nossos amigos, e devemos dizer a verdade, exortando aquele que se desvia sempre que necessário, pois amigos verdadeiros não são interesseiros, mas s companheiros fiéis que ficam nos bons tempos e nos maus: "Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão" (Provérbios 17:17). A amizade verdadeira traz benefícios mútuos: "Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo" (Provérbios 27:17). É certo que ninguém gosta de ser repreendido, mas todos nós precisamos de amigos que nos amam tanto que mostram os nossos erros, sem receio de perder nossa amizade por ter nos alertado. A Bíblia diz em Provérbios 27:5-6: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos". Há um grande engano em se pensar que aquele que nos adverte ou nos diz a verdade (que geralmente nos incomoda) não é nosso amigo e aquele que nos adula e nos diz o que gostaríamos de ouvir é o que nos ama e nos respeita. Sábio é quem procura se cercar de amigos que, se necessário irá corrigir o erro do outro. É preciso ter coragem e convicção para repreender quando for necessário. Mas o insensato geralmente evita pessoas que corrigem e criticam, procurando aprovação acima de sabedoria e se cerca de aduladores que só se fazem presentes quando as coisas estão bem. Eis porque o sábio ensina “Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato" (Eclesiastes 7:5).


Graça e Paz!

domingo, 9 de outubro de 2011



“Quem se isola, busca seus próprios interesses…” (Provérbios 18:1)


Amado(a), a Bíblia é muito clara ao nos informar que o homem foi criado para se relacionar com o Criador e com os seus iguais. Entretanto, o diabo desde o início intentou mudar esse princípio. Ao suscitar a desobediência fez com que o primeiro casal se sentisse envergonhado e se isolasse, deixando de buscar ao final da tarde o relacionamento com Deus. E ainda hoje o inimigo procura afastar as pessoas, provocando o seu isolamento, quer pela vergonha, quer pela depressão.
E nas circunstâncias deste mundo cheio de problemas, por causa de toda pressão, somos tentados ao isolamento, e a nos cercarmos de uma couraça. Mas esse não é caminho recomendado pela Bíblia. O sábio nos diz em provérbios que devemos buscar os amigos e que o isolamento é uma atitude egoísta. Em geral, pessoas que têm dificuldades de relacionamentos tendem a se isolar. Em alguns casos demonstram uma forma doentia de isolamento, porque não consideram os outros, seus sentimentos e reações. São os sociopatas, pessoas que não conseguem estabelecer uma relação com pessoas do mesmo nível que o seu, ou que lhes apresentam superior. Essas pessoas só conseguem se relacionar com outras pessoas que consideram estar em um nível abaixo do seu. É uma forma de se sentirem superior, ou de controlar a relação. De outra forma sentem-se insatisfeitos e incomodados, mesmo quando tudo parece bem. O sociopata se isola porque não consegue controlar seu temperamento e as pessoas a sua volta. O seu silêncio é uma forma de agredir e o seu isolamento é uma defesa de si mesmo. Geralmente, passa de um momento de euforia e de extrema gentileza a momentos de recolhimento ou de exasperação e indisposição a convivência tranqüila com os demais.
Amado(a), a Bíblia nos recomenda a mantermos relacionamentos saudáveis. Ela nos fala do valor dos bons amigos e adverte-nos sobre os perigos dos companheiros errados, oferece instrução e apresenta exemplos que nos ensinam. Mas, sobretudo, nos exorta a não deixarmos o relacionamento com Deus e com pessoas que nos levam a Ele.
Graça e Paz!


sábado, 8 de outubro de 2011



Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa. (Provérbios 17:13)


Amado(a), muitas pessoas ainda não compreenderam que ninguém está livre da lei de causa e efeito. E essa lei funciona em todas as áreas. Se destruímos a natureza, poluindo os rios, desmatando as florestas e acabando com os mananciais, naturalmente, ela reagirá e as conseqüências virão sobre nós. As mudanças climáticas, a escassez de água e de alimentos, certamente, serão os reflexos dessa ação e reação. De igual modo essa lei funciona em nossos relacionamentos, tanto pessoais, quanto profissionais e espirituais. Se tratamos as pessoas como se elas fossem objetos, se damos a elas uma função e validade e as descartamos, quando julgamos não terem mais utilidades, encontraremos pessoas que reagirão a isso. Muitas nos tratarão como as tratamos e outras se afastarão para não se sentirem usadas. Mas a conseqüência é a inevitável solidão. Chegará um momento em que não teremos a quem recorrer. Objetos acabam e se as pessoas são tratadas como tal, elas também reagem em seu prazo de validade. Mas se forem tratadas com a recomendação de Jesus, que nos ensinou a enxergar e a amar as pessoas como queremos que nos façam, respeitando as suas diferenças e compreendendo as suas imperfeições, certamente teremos sempre alguém que nos apóie principalmente nos momentos difíceis. Se no trabalho tratamos os nossos pares com desrespeito, submetendo de forma abusiva os subordinados, ou nos rebelando contra as hierarquias, provavelmente, colheremos os resultados destas atitudes. Na nossa vida espiritual não é diferente. Muitos tratam a Deus, aos irmãos e a Igreja como objetos, como fontes de atendimento aos seus desejos imediatos e se não são atendidos prontamente sentem-se no direito de virar as costas, descartando o que não mais lhes interessa, como estivessem ali tão somente para lhes servirem. Se não mais estão fazendo isso perdem sua utilidade e são descartados. Em geral, essas pessoas vão em busca de outras fontes, de outros “objetos” que lhes atendam e jamais se satisfazem. Não encontram relacionamentos duradouros, não param nos empregos, nem fixam residências e não se firmam em nenhuma igreja. Não é raro constatar que elas também não assumem as suas responsabilidades nas suas dificuldades de relacionamentos e não só atribuem a culpa ao companheiro, ao irmão, ao amigo, à Igreja e a Deus, como também falam mal de suas relações anteriores para o “objeto” da vez. Dificilmente essas pessoas se arrependem, porque se sentem vítimas e são incapazes de pedir perdão ou de perdoar. Tratam o bem como mal e atribuem aos outros a responsabilidade pelas maldiçoes que atraem para suas vidas, justamente por conta desse comportamento imaturo. Evidentemente, a lei de causa e efeito é óbvia em suas vidas, nas quais dificilmente se veem bons testemunhos. Quem semeia desprezo, colhe solidão.
Amado(a), observe a vida de quem faz o contrário. De quem age conforme as orientações do Senhor Jesus. De quem apesar do mal que lhes fazem, consegue perdoar e devolver o mal com o bem. Olhe para a vida pessoal profissional e familiar dessas pessoas e repare que também a sua vida espiritual é estável, ainda que seja alvo das constantes setas do inimigo, que se aproveita das atitudes dessas pessoas que devolvem o bem com o mal.
Graça e Paz!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011



Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça. (Efésios 1:7)


Amado(a), por mais que nos esforcemos, não há como mudar o passado. Existem coisas que não podem ser mudadas, o passado é algo que nos assusta e que às vezes nos aprisiona. Mas se não podemos mudar o passado, precisamos saber que podemos alterar as conseqüências do que fizemos no passado conforme nos posicionamos no presente. Se falhamos com alguém no passado, não precisamos persistir no erro, ainda que não apaguemos as conseqüências do nosso ato.
Deus em sua infinita misericórdia sempre pode trazer uma nova vida, uma nova história, um novo começo. Em Deus temos a força para transformar nossas vidas e torná-la muito mais bela, se entregarmos o passado a Jesus.
Mas o primeiro passo para deixarmos o passado de lado é aceita-lo, pois a experiência do perdão começa conosco para depois atingir o outro.
Quando escolhemos não perdoar, optamos por não amar. Perdoar é um ato concreto de amor. A falta de perdão adoece a alma, suga a nossa energia e nos torna tristes e amargos. Não há ser humano que não precise dar ou pedir perdão. O ato de amar não é isentar-se de erros, mas sim a capacidade de superá-los.

Amado(a) não perca mais tempo! Comece pedindo a Deus que lhe fortaleça o coração para conseguir perdoar a quem lhe feriu. Ainda que a mágoa seja grande demais, ela não será maior do que misericórdia de Deus. Conte para Ele o que está lhe incomodando e com toda certeza Ele irá ajudá-lo a tirar esse peso de coração.
Graça e Paz!


quinta-feira, 6 de outubro de 2011



Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo! (Isaías 5:20).


Amado(a), em nossas atividades diárias somos o tempo todo chamados a tomar decisões e a definir nossos caminhos, mas, infelizmente, o mundo está repleto de pessoas que não percebem a diferença entre o bem e o mal. Ninguém pode decidir pelo o outro o que realmente está certo ou errado. Essa é uma decisão solitária e que deve estar embasada em um fundamento sólido. Mas muitos têm se deixado confundir pelos padrões mundanos e procurado desculpas para justificar seus atos, eliminado as barreiras entre o certo e o errado. Os cristãos não podem tomar como verdade o que foge aos princípios bíblicos. Entretanto, quando deixamos de seguir a Palavra de Deus, relativizando a verdade conforme nos convém, as nossas escolhas morais tendem a se tornar confusas. Isso porque o mundo procura racionalizar o comportamento injusto, imoral e ilegal invertendo as situações, chamando o errado de certo e propagando a inversão de valores. A sociedade, de uma forma geral, encontra-se envolvida em uma forma de vida que contraria, em vários pontos, os princípios da lei de Deus. No mundo, a busca desenfreada pela felicidade pessoal, a qualquer preço e fora de quaisquer princípios, tem determinado as ações das pessoas e a forma de se medir felicidade e sucesso está totalmente em desacordo com a Palavra de Deus. Vemos que o objetivo de vida não é a glorificação de Deus. Ao contrário, é uma força negativa que nos afasta dos preceitos de Deus. O profeta Isaias nos chama a atenção para isso e nos alerta sobre o perigo de nos deixarmos confundir, mudando, para nossa conveniência, os princípios de Deus.
Graça e Paz!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011



O mal perseguirá os pecadores, mas os justos serão galardoados com o bem. (Provérbios 13:21)


Amado(a), mesmo quem não vive sob as orientações de Deus, não tem a Bíblia como manual de conduta e que garante uma vida plena durante esta passagem para o Reino Celestial sabe que existem duas grandes forças que orientam a humanidade. A do Criador, ou a força do bem e a de satanás, ou a força do mal. Independentemente de religiões ou crenças, sabemos que uma se opõe à outra, desde o início dos tempos e que continuará assim até o final. Mas a diferença para os que crêem e seguem as orientações da primeira força é que têm a plena convicção de que ao final essa prevalecerá e que, mesmo nos tempos de permissão para que a segunda continue agindo, a força do mal não atingirá aos filhos de Deus. O grande problema está no fato de que muitos dos que conhecem a palavra não se apropriam dela com a devida unção e seguem agindo sem a convicção da vitória já estabelecida. Muitos ainda dão ouvidos aos sussurros do maligno e não conseguem diferenciar o que é do bem e o que é do mal. Outros, mesmo sabendo exatamente o que não procede de Deus, não conseguem sair da escravidão a que se submeteram quando abriram brechas para o inimigo.
Amado(a), ninguém consegue vencer o mal sozinho e Deus sabe disso, por isso Ele espera não espera que usemos a nossa força, mas que entreguemos a Ele a nossa fraqueza. Só Ele pode nos livrar do nosso maior inimigo que está entre essas forças: nós mesmos. Quando entregarmos o comando de nossas vidas ao Senhor, sem tomar de volta a direção a qualquer momento quando nos convém, certamente, veremos na prática o que é estar do lado certo e o que é ser forte na fraqueza. Não podemos nos deixar contaminar pela malícia do inimigo. Só sairemos do “Egito” se antes ele sair de nós. E isso significa abrir mão de todas as nossas conveniências que nos ligam ao outro lado. Onde está a sua prisão?

Graça e Paz!

terça-feira, 4 de outubro de 2011





"Assim como Jesus amou a igreja , os maridos devem amar suas esposas". (Efésios 5:25)




Amado(a), não é de estranhar tantos desencontros, tantos relacionamentos desfeitos até mesmo entre pessoas que conhecem e dizem viver a palavra de Deus. O que tem ocorrido é que os valores do mundo têm entrado nas igrejas e os que se dizem cristãos têm se comportado como se estivessem no mundo. Os relacionamentos já iniciam precipitadamente e sem que a voz de Deus seja ouvida. Os apelos da carne, a carência afetiva, seguidos de intempestividade fazem com que os casais se formem sem ponderarem sobre a responsabilidade e as conseqüências que isso trará. A idéia de que a separação é remédio para qualquer crise sobrepõem-se à orientação de Deus de que o que Ele uniu não deve se separar. O que é preciso ponderar é que nem sempre é Deus quem une. Ele nem sequer é consultado em muitos casos. Às vezes, quando diz não, nem é ouvido. Contudo, se Ele não estava no controle, se disse não e foi desobedecido, certamente não pode ser responsabilizado pelas conseqüências desastrosas que podem advir. Nesse caso, também não pode ser usado para eximir a responsabilidades de quem não avaliou antes as conseqüências e agiu como se entrar em um relacionamento fosse semelhante a assistir um filme na TV. Se o filme está chato, muda-se o canal, ou desliga-se o aparelho. Relacionamentos nascem de escolhas e escolhas têm preços e conseqüências. Amar não é um sentimento facultativo, é uma ordem. Ou você ama, ou não ama. Não existe meio termo, ou é bem casado, ou mal casado. Não existe "mais ou menos", nem desculpas de incompatibilidade de gênios. O amor nasce da disciplina, depois da opção. Se ele está ausente da relação ou é falta de caráter, ou de disciplina.
Amado(a), temperamento pode ser disciplinado e caráter pode ser curado. Para todos os dois o Senhor tem remédio.
Graça e Paz!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011



O Senhor é a minha força e meu escudo;nele confiou o meu coração e fui socorrida; pelo que o meu coração salta de prazer e com o meu canto o louvarei. (Salmos 28:7)


Amado(a), temos muito mais motivos para agradecer do que para pedir ou reclamar. Essa é uma compreensão que o salmista tinha e que não é compartilhada por todos os filhos de Deus. Temos encontrado muito mais pessoas que se esquecem das maravilhas que Deus fez em sua vida do que pessoas que se lembram de começar e encerrar o dia dando graças ao Senhor. Não precisamos de grandes milagres para fazer isso. Basta reconhecermos o milagre da vida e o plano de salvação. Quem sabe ser agradecido jamais fica triste, ainda que passe por lutas temporárias, pois sabe que até mesmo essas circunstâncias são usadas por Deus para nos fortalecer e nos catapultar a ações maiores. Mas o ingrato que, em geral, age assim com Deus e estende sua ingratidão ao próximo nunca está satisfeito. Sua aparência carrancuda é revelada instantaneamente ao menor sinal de ver atendido os seus desejos. Da mesma forma que vira as costas para Deus, sem se lembrar de agradecer até mesmo por não ter lhe dado o que pediu, também se volta contra quem está próximo e desfere-lhe a hostilidade e amargura. Mas o coração agradecido salta de prazer e aformoseia o rosto. É fácil reconhecer uma pessoa grata. Ela sempre tem testemunhos a dar, mesmo que não sejam os grandes e portentosos feitos que o ingrato está esperando para, um dia, caso ocorra, anunciar em grande estilo. O que reconhece que Deus é sua força e sue escudo agradece pelas mínimas coisas e não espera ocasiões especiais. Faz isso sempre, com o coração aberto. Temos constatado que aqueles que não sabem fazer isso estão sempre amargurados, murmurando contra os que lhe estendem as mãos e por estar sempre insatisfeitos jamais conseguem estabelecer vínculos profundos com Deus, com os amigos, nem mesmo com o cônjuge.

Graça e Paz!

domingo, 2 de outubro de 2011



Mas vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, acercou-se de Arão, e disse-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses, que vão adiante de nós; porque quanto a este Moisés, o homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu. (Êxodo 32:1)


Amado(a), uma experiência perigosa acontece quando o povo que Deus libertou aprende a viver satisfeito longe da presença Dele. E isso não aconteceu apenas com o povo de Israel no Egito, mas com muitos ainda hoje quando se vêem libertos do mundo. Mesmo tendo experimentado a vida em comunhão com o Senhor, e conhecendo a palavra que não falha e que é taxativa quando afirma que não há outro caminho e que não há Deus igual ao nosso Deus, há quem ainda prefira voltar ao mundo, construir seus deuses e adora-los com fervor. Isso acontece quando deixamos de subir o monte e buscar ter intimidade com Deus e ficamos ao pé do monte esperando que algo aconteça. A impaciência, a inconstância e a infidelidade, características de quem não busca essa comunhão acaba fazendo com que a imagem de Deus seja mudada e de Senhor Todo Poderoso Ele passa a ser o servo que se demora a atender aos pedidos e clamores de um povo infiel e inconstante. É interessante observarmos que o mesmo povo que foi liberto e que conheceu as maravilhas de um Deus fiel e justo é capaz de virar as costas para Ele porque não estava disposto a esperar. Hoje isso ainda acontece, a ansiedade para formar um lar, encontrar um companheiro, fazer fortuna ou ter status faz com que muitos deixem de lado a palavra segura do líder que Deus colocou para lhes guiar e escolham seguir seus próprios conselhos e com isso acabam construindo deuses para si.
Amado(a), como está o seu relacionamento com Deus? Você tem subido o monte para encontra-Lo, ou tem ficado aos pés esperando que Ele atenda instantaneamente aos seus caprichos?
Graça e Paz!

sábado, 1 de outubro de 2011




Porventura não fizeste isto a ti mesmo, deixando o SENHOR teu Deus, no tempo em que ele te guiava pelo caminho? (Jeremias 2:17)



Amado(a), essa pergunta que o profeta faz ao povo de Israel, depois de vê-lo perdido entre o seu ideal de povo eleito e as atitudes insensatas de seguirem os próprios passos. Essa mesma pergunta pode ser feita ao povo de Deus hoje, sobretudo, àquelas pessoas que um dia se viram na escravidão do mundo: presas ao pecado, às enfermidades que as limitam, à prostituição que as tornam indignas, à falta de perdão e às mais diversas associações com o mundo que seduz. Algum dia essas pessoas puderam sair do “Egito”, foram guiadas pelo Senhor, sob a orientação de um profeta de Deus, na comunhão com um povo que se alimentava do mesmo maná e bebia do mesmo manancial. Pessoas que, em um tempo, podiam afirmar que estavam confortavelmente á sombra de um ribeiro, onde poderiam crescer e frutificar como um carvalho que espalha firmemente suas raízes em solo fértil e suas ramas em direção ao céu. Mas, em algum momento, por orgulho, vaidade, teimosia ou saudade dos alhos e cebolas do Egito, o verdadeiro alimento deixou de ter sabor e essas pessoas passaram a buscar na própria insensatez aquilo que jamais encontrariam e se deixaram levar por seus próprios pés, abandonando o seu povo, retirando-se da comunhão, criando as próprias leis em desobediência aos profetas de Deus. A resposta à pergunta do profeta sugere que essas pessoas não tardaram a descobrir o quão enganoso fora seu coração, e o quanto é árduo viver distante do Senhor.
Amado(a), toda rebelião traz consequências, toda escolha tem uma repercussão e ninguém está isento de responder por ela. Mas há tempo para arrependimento e para voltar às primeiras obras. Pense nisto! O profeta está lhe fazendo esta pergunta: por que você deixou o Senhor, no tempo em que Ele lhe guiava pelo caminho?
Graça e Paz!