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terça-feira, 30 de novembro de 2010


Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam. (Salmos 127:1)


Amado(a), é tempo de aprendermos que nossos esforços são inúteis, quando não colocamos o Senhor à frente de nossos planos. Toda aparente fartura, todo status ou poder se dissipam se não estivermos firmados no único que pode verdadeiramente abrir ou fechar os maiores cadeados. Quando nos firmamos em nossas próprias forças, achando que temos condições ou situação estável o suficiente para garantir os alicerces de nossos sonhos já estamos fadados ao fracasso. Mas se depositamos nossa confiança em Deus, se a Ele são dedicadas nossas primícias, temos a garantia da posse da vitória que já foi decretada por herança. Mas atenção! Herança é direito de filhos, estranhos não podem reivindicar esse legado. Se não nos comportamos como filhos, se preferimos abrir mão dessa condição em busca de outros lares, certamente não temos a legitimidade para pleitear. Como filhos, temos direitos e deveres, mas muitas vezes pleiteamos apenas os primeiros, sem considerar nossas obrigações de zelar pela casa do Pai. Filhos são os que entregam as primícias como obediência. Entendendo que primícias não são apenas a primeira parte do fruto de seu trabalho, mas a primeira parte de tudo que fazemos: nosso tempo, nossos relacionamentos e nossos sonhos. Quando damos a Deus a honra de servi-Lo em primeiro lugar, quando a primeira parte de nosso tempo a Ele é dedicada, certamente estamos agindo como filhos e não como visitantes em sua Casa. Se a nossa casa é santificada a Deus e não ao mundo, dificilmente nela deixará de ter a provisão necessária para nosso sustento. Se nosso trabalho é antes de tudo o lugar de honrar ao Senhor, com nossos testemunhos cristãos, dificilmente o diabo encontrará brechas para roubar-nos o sustento, pois o Senhor que abre portas não as fechas a não ser para abrir outras maiores.
Amado(a), a quem você tem entregue as suas primícias? A Deus ou aos homens? Em quem você tem depositado suas expectativas? Em suas próprias forças ou Naquele que lhe prometeu vida eterna e vida com abundância?
Graça e Paz!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010


Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo? (Amós 3:3)

Amado(a), há uma expressão popular que diz “o destino decide quem vamos encontrar na vida. As atitudes decidem quem fica!” Em outras palavras isso significa que nós somos responsáveis pelas nossas relações. Somos nós que decidimos quem são nossos amigos, nossos companheiros e, consequentemente, somos responsáveis por estarmos bem ou mal acompanhados. Quando escolhemos partilhar nossas vidas com pessoas que estão no mundo, sem um compromisso com a obra do Senhor, dificilmente estaremos edificados na palavra, porque o mais provável é o afastamento provocado pelo jugo desigual. Quando não cultivamos boas relações ou não valorizamos as pessoas, somos responsáveis pela nossa solidão. A bíblia diz que colheremos o que for semeado, portanto, nossas escolhas são fundamentais para a construção de nosso futuro. A bíblia deixa claro o tempo todo que somos livres para escolher e escolher é limitar. Não podemos servir a dois senhores, assim como não podemos colher bênçãos se escolhermos a maldição. O livre arbítrio é uma condição humana respeitada por Deus, mas que exige também responsabilidade, porque as suas conseqüências são inevitáveis. Podemos escolher servir a Deus e andar nos seus estatutos, mas, por isso, não podemos seguir caminhos contrários ao que Ele determina. Se assim o fizermos, o certo é que atrairemos a nós o resultado de fugir desse foco. É o nosso posicionamento presente que determina o teremos pela frente. São as nossas atitudes diante das oportunidades que nos apresentam que vão determinar os resultados. Não há escolhas sem conseqüências, assim como não como passar adiante o ônus de nosso livre arbítrio. Não podemos voltar ao passado e consertar o que está feito, mas podemos evitar futuras conseqüências dolorosas se aprendermos com os nossos erros. Portanto, amado(a), não culpe Deus, seus pais, seus amigos ou seus companheiros pelos seus infortúnios. Você é o(a) único(a) responsável pelas suas decisões. Pense nisto antes de decidir por algo. Ouça antes o que é a vontade de Deus, porque se Ele estiver à frente a vitória já está garantida. Não precisamos fazer mais nada, a não ser obedecer e continuar em Seus caminhos!
Graça e Paz!

domingo, 28 de novembro de 2010


Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito. (Tiago 1:25)

Amado(a), esse é um alerta para aqueles que apenas se dedicam a ouvir a palavra, mas não se aplicam a cumpri-la. Tiago 1:22 nos ensina a sermos cumpridores e não apenas ouvintes: "E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. São nossas atitudes que definirão o nosso sucesso em tudo o que fizermos. Ouvir uma excelente aula de redação não nos faz bons redatores, assim como assistira aos cultos, prestando atenção às palavras eloqüentes do pregador não nos faz bons cristãos ou servos abençoados. É preciso praticar o que se ouve. Muitos tiveram a sorte de encontrar uma igreja abençoada, na qual se sentem acolhidos, mas nem todos são a igreja, porque apenas ouvem. Apenas frequentam a casa de Deus, mas não se comportam como filhos eleitos de Deus. Tiago afirma que será bem aventurado aquele que persevera, que não esquece o que de correto aprendeu e principalmente aquele que faz a obra. Infelizmente são muitos os que fazem a obra apenas quando lhe convém. Se as circunstâncias mudam, esquecem-se do compromisso com Deus. É preciso lembrar que aquele que põe a mão no arado não deve olhar para trás. Mas é gratificante saber que Deus está atento aos que não desanimam, aos que não fazem a obra pela troca de bênçãos, que não medem esforços para cumprir com alegria o seu ministério. O Senhor não descuida dos Seus e conhece profundamente o coração do homem. Dele não se pode esconder coisa alguma, por isso amado(a) saiba que o Senhor recompensa a seu tempo o que persevera na boa obra.
Graça e Paz!

sábado, 27 de novembro de 2010


Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos (Salmos 119:71)

Amado(a), o salmista pondera que as aflições pelas quais passou fizeram com que ele aprendesse a seguir o caminho da verdade, porque se firmou na palavra. Muitas vezes Deus permite que passemos por lutas, por provações e dificuldades para que essa luta seja não um obstáculo a nossa fé, mas uma forma de aprendermos a ser vencedores, uma ferramenta para forjar o nosso caráter. É preciso entender que as provações nos fazem mais fortes e mais preparados para receber as bênçãos. Quantos são os que desperdiçam o que Deus lhes deu de melhor porque não sabem valorizar o que recebem? Quantos são os que continuam pedindo, sem atentarem para o fato de que já receberam, mas não souberam reconhecer? Quantos são os que, como o filho pródigo, tiveram um lar confortável, uma família acolhedora, uma despensa farta e preferiram sair pelo mundo à procura do que já tinham, encontrando depois a miséria, a desonra e a solidão? O filho pródigo só soube valorizar a o lar abençoado, a honra de ter uma família que o respeitava e com a qual poderia contar sempre, depois de sair pelo mundo, de gastar tudo que tinha, de dissipar sua fortuna e sua dignidade com prostitutas e amigos de ocasião, depois de ficar sem trabalho e de não ter o alimento à mesa e ter de se submeter a comer com os porcos. Somente depois de passar por tudo isso é olhou para trás e refletiu. Quantos não estão vivendo dessa forma, comendo o que o mundo oferece, passando privações porque escolheram sair por aí, preferiram seguir seu próprio caminho em busca da felicidade que o mundo apregoa sem reconhecer que a felicidade depende de como aproveitamos as lições que a vida nos dá. Não há tentação que seja sobre humana diz a Bíblia. E se Deus permite que passemos por lutas é para nos preparar para as bênçãos, mas cabe a nós decidirmos se vamos aprender com as aflições ou se vamos viver de aflição em aflição, de bênção em bênção sem reconhecer quem é o autor da bênção e o que Ele espera de nós.
Graça e Paz!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010


Porque assim diz o Senhor DEUS, o Santo de Israel: Voltando e descansando sereis salvos; no sossego e na confiança estaria a vossa força, mas não quisestes. (Isaías 30:15)


Amado(a), Isaías fala de arrependimento, de voltar a fazer o que é reto, mas nem todos conseguem compreender essa mensagem, pois não entendem que “arrependimento” requer uma mudança completa em nosso ponto de vista, um olhar as circunstâncias como Deus as vê. Quando andamos segundo nosso entendimento, sem atentar para o que Deus tem dito a nós por diversas formas, em diferentes maneiras o resultado é doloroso.
Quando nos voltamos para Deus e Nele descansamos, deixamos também com Ele o sofrimento, que inevitável, enquanto estamos no mundo, é amenizado pela Sua imensa misericórdia. Mas quando insistimos em seguir nossos caminhos, sem ouvir a voz de Deus, quando julgamos que somos suficientemente sábios para discernir o certo do errado e teimamos em nossas escolhas, certamente colheremos o fruto de nossa insensatez. O que o profeta diz ao povo de Israel também serve para nós hoje: podendo escolher descansar no Senhor e esperar que Ele nos mostre o que é certo na hora certa, preferimos colocar nossa confiança em nós mesmos. E ás vezes até desobedecemos ao que diz a palavra ou os mensageiros de Deus.
Amado(a), nossas atitudes e as conseqüências dela falam por nós. Quantas vezes somos advertidos sobre algo e não fazemos, tão cedo vemos que deveríamos ter obedecido. Não podemos mais voltar atrás e mudar o passado, mas podemos fazer um presente que edifique nosso futuro. Se Deus tem prometido bênçãos, prosperidade financeira, segurança emocional e profissional, e o que você tem testemunhado é o contrário, reflita sobre como tem reagido à palavra de Deus: se foi obediente, se não saiu do lugar da bênção, certamente estaria agora descansando e não lamentando. Estaria agradecendo e não mais pedindo aquilo que lhe foi dado por decreto de Deus. A escolha é sua: voltar e fazer as coisas como deveriam ter sido feitas desde o início, ou continuar segundo seu próprio entendimento e colhendo as inevitáveis e dolorosas conseqüências do orgulho, teimosia e desobediência. Você pode tomar posse da Terra Prometida em quarenta dias, quarenta semanas, ou em quarenta anos e assim como os israelitas no deserto, pode voltar sempre para o mesmo lugar, tendo a bênção à sua porta.
Graça e Paz!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010


“Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome”. (Salmos 100: 4)


Amado(a), em toda a Bíblia vemos a ênfase que é dada á virtude da gratidão. É próprio das almas nobres agradecer sempre e por todas as coisas, por isso o salmista exclama: "Bom é render graças ao Senhor" (Sl 92:1). Quando rendemos graças, estamos nos apropriando da resposta da graça de Deus em nossas vidas.
Nós devemos dar graças sempre, não só no dia dedicado a esse fim, porque conforme ensina I Tessalonicenses 5:16-19 Esta é a vontade de Deus para nós. Mas é preciso entender que devemos dar graças em todas as coisas, não por todas as coisas, porque nem tudo que nos sucede vem de Deus, embora muitas vezes Ele permita.
As ações de graças fortalecem a nossa fé. Certamente muitos podem testemunhar que quando começamos a ser gratos, enumerar o que Deus tem feito, nos alegrarmos com o que Ele pode fazer agora. Mas é certo que dar testemunho do que Deus tem feito em nossas vidas irrita satanás. As ações de graças ativam os milagres. Podemos ler na Bíblia que antes de realizar os milagres Jesus deu graças. Quando estamos dispostos a dar graças a Deus independente das circunstâncias, movemos nossa fé e nos prepararemos para os milagres de Deus.
Amado(a), é visível a diferença entre quem sabe ser agradecido e quem é ingrato. Deus opera poderosamente na vida dos primeiros e não lhes retém as bênçãos, ao passo que aos ingratos resta a constatação de que nada prospera. Observe em sua vida, em seus testemunhos. Se você é grato a Deus, é também grato aos amigos e irmãos, certamente colhe em dobro aquilo que anuncia. Mas se age com ingratidão, julgando que pode por suas forças, ou é incapaz de agradecer a quem lhe estende a mão, certamente colherá o fruto disso. Não é raro observar que os ingratos têm sempre a mão estendida para pedir, nunca para ofertar, ou agradecer. Se você quer ser abençoado(a), seja grato(a). Comece por render graças ao Senhor em todo o tempo e lugar, não importam as circunstâncias.
Graça e Paz!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010


De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados. Esquadrinhemos os nossos caminhos, e provemo-los, e voltemos para o SENHOR. Levantemos os nossos corações com as mãos para Deus nos céus, dizendo: Nós transgredimos, e fomos rebeldes; por isso tu não perdoaste. (Lamentações 3: 39-43)


Amado(a), o profeta Jeremias lança um alerta àqueles que não param para refletir sobre seus atos insensatos e preferem atribuir a culpa de seus fracassos aos outros, ou até mesmo a Deus. Muitos agem como se suas atitudes não desencadeassem conseqüências ou pensam que elas são injustas e devem ser imputadas a outros. Poucos são os que refletem sobre seus atos, repensam suas atitudes, pesam suas palavras e verdadeiramente se arrependem, tornando-se ao Senhor com humildade e não com a arrogância de quem jamais erra. O profeta ensina-nos a levantar os nossos corações com as mãos para Deus nos céus. E isso significa deixar de olhar para nossos próprios pés, considerando os nossos erros. Quando agimos com humildade colhemos os frutos dessa ação. É assim que Deus faz: abate os soberbos assim como fez com o rei Nabucodonosor. A Bíblia narra que esse poderoso rei era um homem orgulhoso, vaidoso, arrogante e prepotente, ao ponto de pensar que as construções magníficas da Babilônia, dentre elas os jardins suspensos, eram fruto do seu poder e que tudo aquilo era para sua glória. Mas Deus não divide a Sua Glória com homem algum e declarou a Sua sentença a Nabucodonosor. Então, Deus deu-lhe um sonho para lhe revelar a possibilidade de sua queda, se insistisse naquela conduta e usou Daniel para interpretar esse sonho por meio do ministério que recebera de Deus. Daniel revelou ao rei o que lhe aconteceria, mas Nabucodonosor fez pouco caso da Palavra de Deus e pagou muito caro por isso.
Amado(a), ainda hoje quantos fazem pouco caso da Palavra de Deus! Quantos continuam agindo de forma independente, ignorando os avisos de Deus, desobedecendo o que lhes foi dito para não ser feito. Quantos continuam sendo arrogantes, prepotentes, soberbos, vaidosos e orgulhosos. Deus disse a Nabucodonosor “passará de ti o teu reino”. Veja o que ocorreu com esse antes poderoso rei, ao não ouvir a palavra do Senhor. Assim acontece com muitos. Quantos não estão comendo com os animais, até que aprendam a humilhar-se diante da face de Deus?
Deus não condena ninguém inocente, mas depois de ser avisado e de receber oportunidades o homem é responsável pelas suas escolhas. Aquele que não se arrepende e continua agindo com soberba, não só perde o que pensou ter conquistado, como volta para o cativeiro que só será virado depois que se arrepender, se humilhar e reconhecer que não é nada, que é pó e cinza e que deve ouvir a voz de Deus.
Amado(a), se você tem sido alertado(a), agarre essa chance que Deus tem lhe dado! Quem sabe será a tua ultima chance, senão ouvirá apenas: “Passou de ti o teu reino”.
Graça e Paz!

terça-feira, 23 de novembro de 2010


Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vesti-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado. (Ageu 1:6)


Amado(a), o profeta Ageu, em seu tempo, foi usado por Deus para passar ao povo uma importante mensagem que ainda hoje nos serve de alerta. Em meio a tantas correrias desse mundo para conquistarmos nosso espaço, frequentemente imaginamos que ainda não é tempo de servir a Deus. Nós nos preocupamos em primeiro resolver nossas vidas aqui, enquanto as coisas de Deus ficam para depois. Entretanto, somos chamados no tempo que se chama hoje, para edificar a Casa do Senhor, não depois, porque o homem, em sua limitação, não pode ter vitórias sem a ajuda de Deus. “SE o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono.” O Salmo 127:1-2 mostra claramente que de nada nos adianta edificar nossa casa se o Senhor não estiver à frente. Eis porque devemos entender a mensagem do profeta e primeiro cuidar das coisas de Deus. Quem não coloca os projetos de Deus à frente em geral sonha muito, projeta muito, mas as realizações são poucas. Não é raro observar que embora conquiste o que planejou não se sacia. Não consegue se alegrar com nada. Isso porque sem a bênção de Deus o homem não pode saciar-se. A única coisa que pode nos completar é a presença de Deus em nossas vidas. Quem não busca em primeiro lugar o reino de Deus não tem proteção alguma. Pode até trabalhar, mas o dinheiro nunca é suficiente. Rico ou pobre está sempre de alguma forma refém de suas finanças. Há quem ganhe muito dinheiro, mas não se satisfaz, ou perde tudo o que tem e nem percebe.
Os judeus da época do profeta colocaram seus projetos à frente dos projetos de Deus, mas alertados, aceitaram a palavra. Arrependeram-se passaram a buscar a Deus em primeiro lugar e aqueles homens, numa atitude sábia, começaram a reconstruir o templo do Senhor e por isso foram abençoados.
Amado(a) Ageu 1:12 registra que “Atenderam a voz do Senhor”. Hoje o Senhor também fala conosco por meio desta mensagem, por isso devemos colocar em prática o que ensina Salomão em Provérbios 16:3 “Confia ao SENHOR as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos”.
É preciso entender que a vontade de Deus para nós é que possamos cuidar dos interesses de Deus, para que Ele possa cuidar de nossos interesses. “Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.” (Salmo 34:4-5)
Enquanto o foco de nossas vidas for os nossos próprios interesses não vamos agradar a Deus, não edificaremos Sua Casa. Não podemos ignorar as ordens e advertências do Senhor a respeito do perigo de sermos iludidos pela nossa própria cegueira. Com toda certeza, quando colocamos as coisas de Deus em primeiro plano, quando cuidamos de Sua Casa, Ele cuida da nossa e nos coloca em posição de honra.
Graça e Paz!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010


Os meus olhos estão continuamente no SENHOR, pois ele tirará os meus pés da rede. (Salmos 25:15)


Amado(a), viver no mundo, sem pactuar com o mundo, sem nos deixar contaminar, ou cair na armadilha de seu príncipe não é tarefa fácil. E, se é algo praticamente impossível aos olhos humanos, não é para Deus é. Entretanto é inútil crermos que conseguiremos sozinhos, com nossas próprias forças vencer essa batalha cotidiana. Todos, sem exceção, somos vulneráveis e temos um ponto fraco perseguido pelo inimigo, o qual ele usa para jogar sua rede. Deus, pela sua misericórdia, estende a sua mão quando clamamos a Ele. Ele dá vários passos em direção a nós, se dermos o primeiro passo. E o primeiro passo é nos arrepender sinceramente de nossos maus caminhos, de nossa desobediência pueril. Quem é maduro na fé sabe que o diabo está sempre as espreitas esperando o momento oportuno para que possa lançar suas setas inflamadas e tirar-nos a bênção. Em geral ele usa as mesmas estratégias, se formos sábios o suficiente veremos que ele não muda de armas: provoca contendas para dividir, usa nossas fraquezas para nos seduzir, rouba nossa honra para nos escravizar. Mas isso se baixarmos a guarda, quando julgamos que somos fortes e que estamos fazendo o certo, sem ouvir nossos líderes, sem confrontar nossos desejos com os conselhos de Deus.
Amado(a), qual de nós nunca caiu numa rede, não se deixou prender por um mau passo? Deus sabe disso e envia anjos para nos proteger, mas, antes, enviou o Espírito Santo para nos incomodar e nos mostrar onde está o nosso erro, qual foi a brecha que abrimos. Se clamarmos a Ele, certamente nos ouvirá, pois a Bíblia diz: “clama a mim e responder-te-ei...”
Se você caiu em laço, se não vigiou e se deixou enredar nas sutis seduções de satanás, que usa não só as brechas que você deixa, mas a aparência do bem para levá-lo a perder a comunhão com o Pai, ainda há tempo. Deus espera seu primeiro passo. O mais Ele fará
. Creia!
Graça e Paz!

domingo, 21 de novembro de 2010


Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho. (Hebreus 12: 1-2)



Amado(a), logo no início do livro de Hebreus, seu autor nos adverte que Deus fala conosco de diversas maneiras. Mas se a pessoa não estiver disposta a ouvir e a obedecer, de nada adianta a revelação. Crer é um verbo que só pode ser conjugado com obedecer. Contudo, muitos são os que vivem por sua própria conta, como se tivessem garantia de muitos “amanhãs”. Dão mais importância às festas e aos eventos sociais do que aos trabalhos espirituais, priorizando a vida social, enquanto a vida espiritual é relegada a segundo plano. A tendência de muitos jovens é colocar o namoro acima das coisas de Deus, e os mais maduros colocam a vida financeira como sendo mais importante. Esses agem como se tivessem tempo agora para se divertir ou aumentar seu patrimônio, com a intenção de servir a Deus futuramente e não atentam para o fato de que tanto a vida profissional e social ou o namoro podem facilmente nos desviar das coisas de Deus. Quantos cristãos já abandonaram a sua fé ou param de crescer espiritualmente porque se dedicam, quase por completo, ao namoro ou aos seus investimentos?
Quando nos envolvemos com algo que nos desvia do Senhor é inevitável que o pecado atinja nossas vidas. E para Deus, não existe pecado grande ou pequeno. Existem as desobediências. Todo pecado é fruto da desobediência. Adão e Eva pecaram porque desobedeceram. Uma simples desobediência. Parecia algo tão sem importância. Como nós desprezamos as coisas pequenas! A nossa decadência espiritual começa pela negligência às pequenas coisas. Veja que em Lucas 17:32 Jesus nos lembra de outra pessoa que entrou em desobediência “Lembrai-vos da mulher de Ló”. Observe que aparentemente ela não fez nada grave. Ela não adulterou, não se prostituiu, não roubou, apenas olhou para trás. A ordem de Deus era que as pessoas saíssem de Sodoma e que não olhassem para trás. Na verdade o que Deus queria era que Sodoma saíssem dos corações daquelas pessoas. A mulher de Ló demonstrou com aquele ato de olhar para trás que tudo que ela deixava era mais importante do que seguir o que Deus ordenava. Essa mulher saiu de Sodoma, mas Sodoma não saiu de dentro dela. Assim como há muitos cristãos que saíram do mundo, mas o mundo ainda continua dentro deles. Estão na igreja, mas continuam olhando para trás e fazendo as mesmas coisas. Continuam desobedecendo e suas vidas não prosperam, pois estão seguindo seus próprios conselhos e não ouvem o conselho de Deus.
Amado(a) Jesus disse que somos o sal da terra, isso significa que devemos fazer a diferença, porque é o sal que dá o gosto, mas não somos estátua de sal. Que diferença fez a mulher de Ló na vida da humanidade? Ela será lembrada apenas como a mulher que olhou para trás. De que forma você quer ser lembrado(a)?
Graça e Paz!

sábado, 20 de novembro de 2010



E disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz; toma, pois, a minha serva; porventura terei filhos dela. E ouviu Abrão a voz de Sarai. (Gênesis 16:2)



Amado(a), este texto nos lembra que Deus prometeu um filho a Abraão, porém Abraão não esperou em Deus por seu filho e sua tentativa de abreviar o tempo de Deus fez com ele perdesse muito mais tempo. Vimos nas narrativas bíblicas que depois que ele se uniu a uma concubina e gerou dela um filho - Ismael, houve um período de treze anos no qual Deus não falou com ele (Gênesis 16:16;17:1).
Essa também tem sido a experiência de muitos cristãos. Toda vez que agimos de acordo com a carne, Deus nos coloca de lado e nos permite comer o fruto de nossa carne. Quanto tempo perdemos porque somos intempestivos. Quando geramos Ismael e não esperamos pelo Isaque de Deus, assim como Abraão, também colhemos o fruto de não saber esperar e acabamos por fazer adiar as promessas de Deus em nossas vidas.
Precisamos aprender que nenhuma busca carnal, esforço, aflição ou inquietação nos levará adiante. Devemos aprender que só temos a ganhar, quando entregamos nossas decisões nas mãos do Todo-Poderoso. Ele nos conduzirá como achar conveniente e isso nos garantirá a vitória.
Ismael significa o ilegítimo o que foi gerado pela vontade da carne, conforme a vontade de homem, e não de Deus. Mas se Deus nos prometeu, certamente a seu tempo Ele cumprirá. O filho do desejo da carne nasce dentro do tempo da vontade do homem e isso muitas vezes significa sofrimento. O apóstolo Paulo, em Gálatas 4: 21-31, nos diz: "Dizei-me os que quereis estar debaixo da lei, não ouvis vós a lei? Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava e outro da livre. Todavia o que era da escrava nasceu segundo a carne, mas, o que era da livre, por promessa.
Amado(a), nós somos filhos da promessa como Isaque, por isso devemos nos comportar como quem sabe o que representa esperar em Deus.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010


Então disse: Eis que eu faço uma aliança; farei diante de todo o teu povo maravilhas que nunca foram feitas em toda a terra, nem em nação alguma; de maneira que todo este povo, em cujo meio tu estás, veja a obra do SENHOR; porque coisa terrível é o que faço contigo. (Êxodo 34:10)


Amado(a), neste texto está registrada uma das alianças que Deus fez com seu povo. Por meio de seu servo Moisés, o Senhor prometeu que faria maravilhas. Observe que Ele destaca que seria visível aos demais aquilo que Ele, o Senhor Todo Poderoso faria aos seus escolhidos. Mas note também que Ele usa a expressão “no meio em que tu estás”. Isso pode até parecer uma simples oração, mas se vista com os olhos de quem sabe discernir o que vem do alto, essa expressão traz em seu bojo a essência da mensagem. Amado(a), estamos no mundo e no meio de conflitos o tempo todo. O que faz a diferença e nos conduz a enxergar as maravilhas, prometidas a alguns apenas, é o nosso posicionamento diante de desse estar no mundo: o mundo não está em nós. E àqueles que compreendem o sentido de estar no meio de um povo errante sem se contaminar com eles verão as maravilhas prometidas. Nos versículos 11 e 12 o Senhor diz a Moisés: “Guarda o que eu te ordeno hoje; eis que eu lançarei fora diante de ti os amorreus, e os cananeus, e os heteus, e os perizeus, e os heveus e os jebuseus. Guarda-te de fazeres aliança com os moradores da terra aonde hás de entrar; para que não seja por laço no meio de ti”. Verão maravilhas aqueles que não fizerem alianças com quem o Senhor não autorizou e Ele promete expulsar de suas vidas os inimigos. Quem são esses povos em sua vida? São aqueles enviados pelo inimigo para chegar antes de nós em nossa terra prometida. São aqueles que entram sorrateiramente em nossas vidas para nos desviar a atenção do caminho. São os nossos gigantes. Mas não pensem que são gigantes com aparência gigantesca. Muitas vezes vêm em forma frágil, com aparente inocência e, por isso mesmo nos enganam.

Se lermos com atenção a história do povo de Israel, quase chegando á Terra Prometida, veremos que esses gigantes também se infiltraram sutilmente na vida dos escolhidos, misturando-se a eles. Josué e os anciãos se descuidaram, quando acharam que não havia nada de mais em fazer aliança com os heveus e, portanto, erraram, porque tomaram uma decisão sem ouvir a Deus. Porque tomaram uma decisão precipitada, porque não se lembraram do que Deus havia dito em sua palavra eles. Porque Josué poupou os heveus, a promessa não se realizou. Amado(a) os nossos heveus de hoje são aqueles que o inimigo infiltra em nossa vida com a aparência do bem para nos desviar das maravilhas prometidas. Mas se pedirmos ao Espírito Santo, Ele nos dará discernimento para sabermos quem são eles e como estão atuando. Se eles não nos garantem a paz, a prosperidade, a edificação espiritual que tanto esperamos, certamente não são de Deus, pois o que vem do Senhor nos encaminha para a Terra Prometida. O que vem do inimigo nos tira do foco, nos desvia da promessa. Pense nisto! O que tem sido o seu heveu?Graça e Paz!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010


“Em todo tempo sejam alvas as suas vestes, e jamais falte o Óleo sobre a tua cabeça.” (Eclesiastes 9:8)


Amado(a), devemos aprender com o sábio rei Salomão que não importa o tempo em que estivermos vivendo, ele deve ser vivido de forma saudável porque é efêmero e dele devemos prestar contas. Nossas experiências de vida mostram que passamos por vários invernos e vários verões e que tanto a primavera quanto o outono chegam para qualquer um.
Esse rei teve seu tempo de glória e de decadência e ao fim de tudo, entendeu que há tempo para tudo, mas o que não pode faltar na vida de alguém é o Óleo. O Óleo nesse caso é o símbolo da presença de Deus as vestes alvas são o símbolo de uma vida reta perante o Senhor. É o Óleo que faz a chama permanecer acessa, é o combustível que nos levará ao Céu de Gloria.
Isso significa que, quer estejamos passando pela primavera, quando tudo são flores e a colheita é certa, quer estejamos passando pelo outono, momento de perdas, não podemos perder o Óleo sobre nossa cabeça. Não podemos deixar apagar a chama do Espírito. E, sobretudo, jamais devemos deixar nossa integridade, nosso caráter ser manchado, mesmo diante de adversidades. Vestes alvas são símbolos de pessoas separadas, que não se deixam corromper pelo espírito deste mundo e não se contaminam com a podridão do pecado.Se soubermos administrar o tempo, na unção do Senhor, certamente colheremos os frutos no momento oportuno. Essa é a grande lição do rei que entendeu que não há bem ou mal que sempre durem e que há tempo para tudo debaixo do sol....

quarta-feira, 17 de novembro de 2010


“Prestem atenção! Hoje eu estou pondo diante de vocês a bênção e a maldição.” (Deuteronômio11:26)


Amado(a), nossa vida é o resultado de uma sequência de escolhas. Assim tem sido desde Gênesis, quando ao primeiro casal foi permitido escolher entre ouvir a voz de Deus e obedecer e ouvir as sugestões da serpente e fazer aquilo que o Senhor havia dito para não ser feito. Eva escolheu ser seduzida, Adão escolheu ouvir a mulher e as conseqüências advindas foram a perda da comunhão com Deus e a morte. Depois disso, para restaurar a comunhão com a Sua criação, Deus fez uma nova aliança com a humanidade, mas deixou que escolhêssemos também aceitar o sacrifício de Jesus ou a sedução do príncipe deste mundo. Portanto, o que rege nossas vidas são escolhas. Escolha de profissões, escolha de escolas, escolha de caminhos, escolha de relacionamentos. Tudo o que fazemos deve ser pensado, refletido antes com vistas ao que queremos alcançar. Colhemos o que plantamos. Se escolhemos o isolamento, abolir a comunhão, certamente colheremos a solidão. Se escolhemos seguir nossos desejos carnais e não ouvir a voz do Espírito, não colheremos as promessas Daquele que tudo pode, mas o fruto daquilo que plantamos. Quem planta na carne, não colhe no espírito.
Toda a escolha tem suas consequências, e hoje, Deus nos convida a escolher. Em Deuteronômio 11: 26, Ele nos manda escolher. Sabemos que todo caminho é composto de dois lados e sendo Deus reto e justo nos deu o direito da escolha, e permitiu que hoje tivéssemos uma alternativa.
Quando Deus nos coloca a possibilidade de escolhas, Ele também nos dá a responsabilidade de assumir as conseqüências de nossa opção.
Quando nos diz: “Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra”. Nesse condicional está implícito nosso livre arbítrio e o respeito de Deus por nossas escolhas, mas também que somos responsáveis por nosso posicionamento. Não adianta culpar o outro. Inútil fazer como Adão: “Foi a mulher que tu me deste...”
Escolher é limitar, se optamos por uma caminho é óbvio que estaremos abrindo mão de outro, pois Deus não aceita confusão. Se Ele diz não vá por aí e insistimos nisso, o resultado é de nossa inteira responsabilidade.
Se somos alertados e escolhemos não ouvir, isso também é de nossa responsabilidade. A boa notícia é que Deus é misericordioso e está sempre disposto a nos dar uma chance, porque Ele sabe que em termos espirituais, temos uma propensão a correr para o pecado e muitas vezes nos deixamos envolver por tantas coisas que facilmente nos desviam dos nossos alvos. Além do mais nossa teimosia, inconstância e falta de visão espiritual nos impedem de escutar a voz do Altíssimo.
Bênção ou maldição são escolhas nossa, não são ações exteriores. Só nós podemos escolher. Graça e Paz!

terça-feira, 16 de novembro de 2010


“ao servo do Senhor não convém contender, mas ser manso para com todos." (II Timóteo 2:24).


Amado(a), quando agimos apenas visando aos nossos interesses e não nos colocamos no lugar do outro, além de provocar sofrimento no próximo, também sofremos as consequências de não agirmos conforme dita o segundo mandamento. Se amamos o nosso próximo como a nós mesmos, não fazemos a ele aquilo que não gostaríamos que nos fizessem. Colocar-se no lugar do outro é a forma de refletirmos sobre como o outro se sentiria com alguma atitude nossa. Nem todos reagem da mesma forma em situação semelhante, por isso é importante ouvir o que o outro tem a dizer sobre como gostaria de ser tratado. Muitos conflitos podem ser evitados se ficarmos atentos a essa lição e se compreendermos que os conflitos são, certamente, idealizados por satanás. Ele é o maior semeador de contendas entre os irmãos, mas o que ele faz na maioria das vezes é aproveitar a nossa lenha para acender sua fogueira. O seu maior desejo é ver o povo de Deus lutando consigo mesmo. Só a ele interessa a divisão. E ele sabe qual é o ponto fraco que deve atacar.
Por isso deveríamos lutar juntos contra as ciladas do inimigo, saber identificar a sua seta inflamada em nossas vidas e juntos lutar contra as forças das trevas. Se observamos o que ele fez no céu, fazendo que até os anjos, que antes faziam parte do mesmo exército, começassem a lutar entre si, criando o exército demoníaco, veremos que ele continua agindo da mesma forma, pois o seu único objetivo é fazer com que nos desviemos dos caminhos do Senhor e nos tornemos seus escravos, como os anjos caídos que se transformaram em demônios. É preciso saber que se dermos brechas, o inimigo agirá e ele sabe qual é o nosso calcanhar de Aquiles.
Amado(a), só a operação do Espírito Santo poderá servir de remédio para as mágoas e as inimizades. Só por essa unção somos capazes de renunciar, de negar a nós mesmos, considerando que o nosso irmão é superior, conforme ensina Paulo em Filipenses 2:3. Deus não quer que sejamos um reino dividido, mas um corpo que, unido por juntas e medulas possa crescer na presença do Senhor (Efésios 4:16).
Graça e Paz!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010



Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos. (Salmos 32:8)


Amado(a), o salmista reporta-se à importância de sermos guiados pelo Senhor, e de mais do que ouvir a Sua voz, obedecer, quando somos instruídos. Na sequência, ele nos exorta a não agirmos como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, por isso usam o cabresto para não saírem sem rumo, ou se dirigirem aonde não devem. Por conta de atitudes impensadas, muitos estão sofrendo e provocando sofrimentos, porque, nas palavras de Davi “O ímpio tem muitas dores, mas àquele que confia no SENHOR a misericórdia o cercará.” Quem confia em Deus e deixa que Ele controle sua vida evita dores desnecessárias. Quando somos guiados pelos olhos de Deus não corremos o risco de tropeçar e de cair em armadilhas que aos nossos olhos são invisíveis. Quando o Senhor “não vá por aí!” e insistimos em seguir neste caminho, não tardará muito e a decepção baterá a nossa porta. Se somos advertidos a não fazer algo e insistimos em fazer, tão certo como plantamos haveremos de colher. Mas Deus tem sido misericordioso conosco e pelo discernimento do Espírito Santo, somente por Ele, podemos enxergar sem a venda nos olhos, podemos deixar de agir como mulas teimosas que precisam de cabrestos. Quando o Espírito nos toca, somos capazes de ouvir e entender, sem distorcer a palavra, somos capazes de cair e de nos levantar, sem ficarmos prostrados. Somos, sobretudo, capazes de reconhecer a mão de Deus até mesmo nas situações que julgamos contrárias.
Amado(a), se há algo em sua vida que precisa ser mudado e você ainda não fez, ainda é tempo de fazer. Se você foi instruído(a) a tomar uma atitude, a jogar fora aquilo que não edifica, a tirar de seu espaço todo e qualquer “prego” onde satanás possa pendurar seu chapéu, faça isso o mais rápido possível. As bênçãos não virão enquanto você der brechas ao pecado: desobediência, prostituição, idolatria, falta de perdão, ingratidão, maledicência. Tudo isso afasta a ação de Deus e dá legalidade ao diabo para agir em sua vida.

Graça e Paz!

domingo, 14 de novembro de 2010


Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado. (Salmos 32:3-5)


Amado(a), vemos que o salmista passava por dores na alma, e que sofria em conseqüência de seus pecados. Assim como Davi, também passamos por momentos de luta interior, porque somos confrontados com nossas falhas e nem sempre estamos preparados para tal. Quando nos calamos, ou buscamos justificativas para nossos erros, trazemos sobre nós o reflexo de nossas transgressões. O segredo é fazer como Davi: reconhecer que não somos perfeitos, que falhamos com nossos irmãos, com Deus e também conosco. O certo é que, se estamos nessa situação, de nada adianta orar, ou participar dos cultos, esperando o milagre acontecer. A chave da benção está em confessar os nossos erros e não mais repeti-los. O silêncio é mais contundente que um grito, porque fala sem voz que somos fracos e negligentes, quando se trata de admitir e deixar o pecado. Quando confessamos a Deus nossos pecados, quando vamos até o irmão ofendido, ou até mesmo quando dizemos a ele que estamos feridos, permitimos a ação de Deus em nossa vida. Sabemos que somos fracos, que carecemos da graça de Deus para superar nossas limitações e que, da mesma forma que estamos sujeitos ao erro, também podemos nos redimir e recomeçar fazendo as coisas da forma correta, pois assim disse o salmista “Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano”. Perdoar as falhas dos outros é reconhecer que também precisamos de perdão, porque Deus não nos imputa culpa. Ele apenas espera que superemos o silêncio e nos esforcemos para tratar o próximo como gostaríamos de ser tratados.
Graça e Paz!

sábado, 13 de novembro de 2010


Não desprezeis as profecias.” (I Tessalonicenses 5:20)


Amado(a), Deus tem um plano na vida de Seus escolhidos e a Bíblia ensina que nenhum de Seus planos pode ser frustrados. Entretanto, pelo pecado que entrou no mundo pela desobediência do primeiro casal, temos feito adiar as promessas de Deus em nossas vidas. Pecado é o nome daquilo que nos afasta de Deus e de Suas bênçãos. É devido ao pecado que acumulamos tristezas, doenças e ansiedades. Muitas vezes pensamos estar agindo de acordo com a vontade do Pai porque, segundo nosso entendimento, lemos a Bíblia e não estamos mais nas rodas dos escarnecedores. Temos uma aparência cristã e freqüentamos uma igreja. Mas isso não nos imuniza do mal. É por isso que devemos vigiar, mais ainda do que quando andávamos no mundo. Somos os alvos constantes das investidas e ciladas do inimigo. E ele, ardiloso desde o princípio, usa aquilo que nos atrai para nos confundir. Nem tudo que parece ser de Deus, vem de Deus. Atuar contra a vontade de Deus é atentar contra sua glória, é ofender ao Espírito Santo, é submeter-se à escravidão do diabo, é converter-se em candidato ao seu reino.
É fácil perceber o que não vem de Deus se, conhecendo a palavra, olharmos para as coisas do mundo: a mentira, a idolatria, a prostituição, a desonestidade, a falta de palavra, a injúria, a calúnia... Muitos lá fora se deixam enganar porque não têm o discernimento do Espírito. Mas dentro da Igreja isso também acontece porque o inimigo provoca a cegueira e a surdez e lança os fardos que interessa para dividir, separar, tirar da presença de Deus quem está buscando esse caminho.
Enquanto Deus fala por meio de Seus profetas e de Sua palavra, o diabo tem sussurrado o que lhe convém e muitos crentes fiéis têm sido levados a práticas que não condizem com a Bíblia porque não estão olhando atentamente as profecias que têm recebido. Deus tem dito “não vá por esse caminho”, mas o diabo cochicha “esse caminho está correto, você está fazendo certo. Não ouça o que lhe dizem, isso é inveja.” Deus tem lhe dito “não foi isso que eu reservei para você. Sua vida será diferente: será próspera em todos os sentidos se fizer o que lhe é dito diferentes vezes por diferentes pessoas que tenho colocado em seu caminho. ” Mas o diabo diz “se fosse de Deus você não estaria tão incomodado(a), ouça o seu coração e não essas pessoas, elas falam assim porque têm algum interesse.” E assim muitos não percebem com clareza o que não procede de Deus, porque não colocam à prova as suas intuições e desejos
Amado(a), é certo que o cristão vive pela fé. E é constantemente assediado pelo mundo e pelas artimanhas do maligno, que muitas vezes, para confundir se transfigura em anjo de luz, como nos mostra o apóstolo Paulo em 2 Coríntios 11:14 “E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz”. As profecias são de fato orientações de Deus, para que o cristão trilhe o caminho da paz, justiça e alegria do Senhor.
Por isso é preciso discernir o que vem do Senhor e atentar para o que representa a profecia. O que vem de Deus não tem contradição. Se um servo de Deus fala, mesmo sem saber o que foi dito, o outro confirma, além do mais, a palavra de Deus dita, refletida e ponderada reforça o que foi dito. Só há um interessado em deturpar essa palavra: o diabo, que conhecendo-a melhor do que muitos cristãos, usa a própria palavra para confundir as mentes e roubar a alma.
Amado(a) se você tem dúvida se a exortação ou a orientação procede de Deus, cheque sua própria experiência que só você conhece: Deus falou algo com você, por intermédio de alguém?
Essa palavra foi repetida e confirmada na voz de outros? Você seguiu fielmente a orientação de Deus? Se seguiu, sua vida tomou o rumo da benção prometida? Se não, melhor refletir sobre quem ou o que está em desacordo com a palavra: o profeta, ou a sua avaliação? Quando Deus fala, Ele confirma e, mais ainda, Ele faz com que sua mente se perturbe para confrontar o que lhe foi dito, e a sua vida reflete bênçãos. Se isto não está acontecendo, repense seus posicionamentos, enquanto há tempo.
Graça e Paz!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010


E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; Mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo. (Atos 10:34-35)


Amado(a), muitas vezes nos perguntamos por que Deus atende a uns e não a outros, ou por que alguns são atendidos em seus clamores imediatamente, enquanto outros esperam por longo período que seus pedidos sejam atendidos. A resposta foi dada pelo apóstolo Pedro e está bem clara neste versículo. O Senhor responde a todos, Ele nao faz acepção de pessoas, contudo, as petições dos justos, daqueles que O temem e obedecem aos Seus mandamentos são agradáveis a Ele. Não é o teor da oração, ou a posição de quem ora, mas a sua comunhão com o Senhor. Deus não faz distinção entre pobres e ricos, brancos e Negros, altos e baixos, feios e bonitos, gordos e magros, doutores e analfabetos, líderes e liderados. Ele atua na vida de qualquer um, mas a Bíblia nos mostra claramente que Deus faz separação entre Igreja e mundo, entre os salvos e condenados, entre ímpios e justos. Por isso Tiago 5: 16 diz: “Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos”. Isso significa que devemos contar uns com os outros, que devemos nos fortalecer em oração, contando com o irmão nas horas difíceis. A Igreja tem essa função no mundo, somos membros uns dos outros. Aquele que se isola, ou se sente forte o suficiente para prescindir da comunhão corre o sério risco de, ao cair (e todos estão sujeitos a isso), não ter em quem se apoiar. Deus ouve a oração do justo.

Graça e Paz!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010


“E tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra de reconciliação.” (2 Coríntios 5: 18-19)


Amado(a), observe a preciosa mensagem que estes versículos trazem. Nós, mesmos sendo pecadores e indignos, fomos perdoados e justificados pelo sacrifício de Jesus, para que fôssemos também integrados ao Reino de Deus e poder contemplar a Sua Glória. Paulo nos fala de reconciliação. Essa é a palavra chave do ministério de Jesus. E se somos cristãos, pequenos Cristos, de acordo com seu significado original, também temos um ministério, que quer dizer missão. Missão é serviço, é fazer algo em prol de uma causa, mas de nada adianta levantamos uma bandeira, assumirmos um compromisso com alguém ou empreendermos uma atividade, se antes não agirmos como Jesus e assumirmos o ministério da reconciliação. Reconciliar significa harmonizar, recompor, voltar ao que antes era bom e agradável. Deus nos reconciliou com Ele, pelo sacrifício da cruz, depois que Adão escolheu a desobediência e fez com que perdêssemos a harmonia com o Criador. Por Jesus podemos voltar a ter comunhão com o Pai e a ser recebidos por Ele, sem a necessidade de sacrifícios de animais.
E você, amado(a), com o que ou com quem precisa se reconciliar? Você precisa voltar à comunhão com os irmãos, a se relacionar melhor na Igreja, a ter mais sintonia com as coisas de Deus? Reconciliação é ministério de excelência e sem o qual não é possível crescer como cristão, exercer a fé verdadeira, nem mesmo pregar o Evangelho. Pense nisto!
Graça e Paz!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010



“Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios” (Salmo 90:12)

Amado(a), o final do ano se aproxima e vemos com isso o quanto foi breve e como nossa vida passa tão rapidamente. Fizemos planos, decidimos mudar algumas coisas e às vezes mal saímos do lugar, ou voltamos para o mesmo, assim como os judeus liderados pelo autor desse salmo. Moisés percebeu, depois de quarenta anos, a importância de aprender a contar os seus dias. Dias são desperdiçados porque não os contamos como valiosas pérolas que podem ser trocadas por sabedoria de Deus. Quando atentamos para a mensagem do Salmo 90:12, vemos que ele aponta na direção de verdadeiro sucesso. Aquele que pauta suas atitudes após pedir a instrução do Criador já começa vitorioso e bem-sucedido, porque não corre o risco de tomar decisões impensadas e de errar nas suas escolhas.

Quando fazemos essa oração a Deus, temos quatro pontos certos: se a morte é inevitável, somente Deus conhece quantos dias restam da nossa vida. E, se não sabemos quando ela chegará, só Deus pode nos garantir o bem presente; o homem que quer aprender a sabedoria de Deus avalia tudo à luz da eternidade. Ele pauta seus dias, não pelos desejos imediatos, por isso pede ajuda de Deus para evitar o desperdício do tempo. Ele não perde seu tempo com coisas vãs e mundanas, mas dedica-se a aprender mais sobre o Reino de Deus, porque isso é depósito para a eternidade; Deus mostra o caminho certo e nos impede de pisar em falso e de desperdiçar nosso tempo com aquilo que não nos acrescenta ou edifica; se Deus nos ensina a Sua vontade, não ficaremos mais presos ao nosso coração enganoso. Infinitamente melhor é escolher sob a direção daquele que conhece o futuro tão plenamente como o passado (Romanos 8:14). Sabedoria quer dizer inteligência que enxerga bem, além dos próprios olhos. Escolher de acordo com a orientação bíblica permite ao homem ter uma direção segura em tudo que decide seguir.

Amado(a), como você tem feito suas escolhas? Você tem pedido a Deus a orientação, ou tem seguido seus próprios impulsos? Se a resposta for a primeira, saiba que tem usado de inteligência e está pronto a receber as bênçãos e as maravilhas de Deus, mas se for a segunda, sua visão é curta e máximo que pode fazer é precipitá-lo(a) às frustrações e a voltar, cabisbaixo(a), para o ponto de partida.

Graça e Paz!

terça-feira, 9 de novembro de 2010



“e também vós dareis testemunho, porque estais comigo desde o princípio”. (João 15:27)

Amado(a), testemunha é a pessoa chamada para depor sobre aquilo que viu ou ouviu. E é disso que João está falando. Ele nos exorta a sair pelo mundo e contar a todos o que Jesus tem feito em nossas vidas. Foi isso que Jesus disse no livro de Atos “que seus discípulos deveriam ser suas testemunhas”, pois se experimentamos as Boas Novas do Evangelho, não podemos nos calar. Jesus nos manda testemunhar e nos dá a garantia do Espírito Santo. "Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra". (Atos 1:8).

Mas esse testemunho tem que ser vivido, não apenas relatado, pois todo cristão comprometido com o Reino de Deus deve refletir em sua vida um testemunho digno do nome de Cristo.

Para se testemunhar de Cristo é preciso encher a mente e o coração com a Palavra de Deus (Colossenses 3:16), pois é ela que sustenta o testemunho e tem poder para transformar o homem, levando-o a uma comunhão com Cristo. Isso significa viver a Palavra e entender que aquilo que fala também contribui para o sucesso do testemunho de Cristo. Jesus disse que "a boca fala do que está cheio o coração", se o coração está limpo e santificado a boca fala de acordo com os princípios de Deus. O nosso testemunho edifica a vida de outras pessoas e coopera para a pregação do Evangelho.

Amado(a), o nosso papel de ser sal da terra e luz do mundo, conforme determinado em Mateus 5.13-16 não deve ser negligenciado para que o nome do nosso Deus seja glorificado também por intermédio de nossas obras. como você tem testemunhado Cristo em sua vida? Lembre-se: o que você faz é mais importante do que o que você diz. O mundo está de olho em nós para confirmar se de fato e de verdade somos cristãos. Sua vida profissional reflete o que você mostra na Igreja? Sua vida pessoal é resultado das orientações bíblicas? Sua vida familiar demonstra a honra dada ao varão e à mulher de Deus?

Graça e Paz!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010


“Alegra-te, mancebo, na tua mocidade, e anime-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas estas coisas Deus te trará a juízo” (Eclesiastes 11:9).

Amado(a), temos ouvido com freqüência que quando queremos o Deus não nos deu, perdemos o que Ele nos deu. Isso acontece em todas as áreas de nossas vidas. Seja ela no plano financeiro, sentimental, profissional. Ouvimos com freqüência também que temos que ouvir a voz do Senhor, fazer a nossa parte e esperar o tempo de Deus, pois a porta que Ele abre ninguém fecha e a porta que Ele fecha ninguém pode abrir. Exemplos na Bíblia são inúmeros, e podem ser confirmados também em nossa vida secular e espiritual nos dias de hoje. Quantos não se deram mal em seus negócios porque não fizeram de acordo com os preceitos de Deus? De início tiveram bens, poder, autoridade, mas em pouco tempo perderam tudo o que conquistaram. De igual modo vemos isso na vida pessoal, quem deseja o que não foi consentido por Deus, acaba por se tornar escravo de seus desejos. Sansão é um grande exemplo, assim como vários reis de Israel que não atenderam ao conselho do Senhor. Saul teve tudo, assim como Salomão, mas acabaram como exemplos de quem um dia teve que prestar conta de suas escolhas erradas, contrárias à orientação dos profetas de Deus. Davi, entretanto, fez diferente do seu antecessor e de seu sucessor e entrou para a história como o homem segundo o coração de Deus. Em todos os textos relativos a ele, vemos suas lutas e angústias, até mesmo diante das escolhas erradas, mas podemos aprender com ele que escolheu o caminho do Senhor. Caminho é modo de vida, é procedimento, forma de agir. Nossos caminhos são resultados das escolhas que fazemos. O sábio, talvez baseado em suas próprias experiências negativas, afirma no texto em epígrafe que ninguém deve pensar que escapará aos efeitos do pecado. Mesmo que a morte física pareça tardar, a morte espiritual é uma realidade da qual ninguém pode fugir. Nem sábios, nem tolos. Nem reis ou escravos. Não existe posição, título, riqueza ou autoridade que nos coloque acima dos preceitos divinos ou nos garanta imunidade diante das consequências do pecado. Pecado é escolha e toda escolha tem um preço. O diabo pode oferecer muitas coisas ao homem neste mundo, mas pode também recolher a sua alma, caso Deus o permita. Não sabemos que dia o Senhor virá, mas é certo que um dia, a vida de cada homem será avaliada pelo Senhor, mas será muito tarde para consertar o que houve de errado.

Portanto, amado(a), hoje é o dia oportuno para que tomemos uma decisão inteligente: de servir a Deus e andar nos seus caminhos, deixando de lado tudo que nos afasta Dele.

“Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: Não tenho neles contentamento” (Eclesiastes12:1).

Graça e Paz!

domingo, 7 de novembro de 2010


“Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. (Efésios 3:14).

Amado(a), Paulo está falando aos Efésios para que possam compreender a importância de ter Cristo arraigado em seus corações de forma que suas vidas estejam fundadas em amor. Muitos foram alcançados pela pregação e intercessão de Paulo, e ainda hoje muitos são os que são alcançados porque alguém tem pago o preço de dobrar os joelhos e clamar a Deus pelas suas vidas. Saiba que você é fruto da oração de alguém. O Senhor tem usado intercessores para que você seja liberto, para que seja alcançado. Se hoje você saiu das trevas e faz parte da maravilhosa luz, certamente é fruto da oração de alguém. Mas como você tem se comportado diante disso? Você tem sido um multiplicador de bênçãos, tem frutificado de forma a testemunhar que as sementes caíram em terreno fértil? Você tem evangelizado com seu testemunho de vida? Tem sido bênçãos na vida de outras pessoas?
Amado(a), ninguém é escolhido por acaso. O Senhor tem um chamado na sua vida, mas lhe dá liberdade de atender ou ficar no seu comodismo, fazendo apenas o que lhe convém, o que agrada a sua carne, ou de agir como um autentico cristão, como Paulo, que deixou a condição de Saulo, quando se converteu verdadeiramente e mudou o curso de sua vida. Como o apóstolo, ainda há tempo de sair de sua zona de conforto, de deixar de agir como antes e viver o evangelho da transformação pela palavra, e assim “ conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus. (Efésios 3: 19), para servir verdadeiramente “àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera. (Efésios 3: 20).


Graça e Paz!



sábado, 6 de novembro de 2010


“E disse-lhes: Quando vos mandei sem bolsa, alforje, ou alparcas, faltou-vos porventura alguma coisa? Eles responderam: Nada. (Lucas 22:35).

Amado(a), há algo que os cristãos precisam entender definitivamente para de fato e de direito tomarem posse das bênçãos que têm por promessa e por herança: é necessário confiar integralmente em Deus, sem mas, sem talvez, nem senões.
Há vários versículos bíblicos que nos garantem a posse da vitória. Sim, a posse, porque ela já foi conquistada na cruz do calvário. O que nos falta é tomá-la como certa. Se Deus é por nós, ninguém será contra, se nossos propósitos estão em sintonia com os planos de Deus, não há porque vacilar. Deus não é homem para mentir, nem quebra alianças. Isso é certo! E se Ele nos deu uma palavra que vem sendo confirmada e provada não há sentido em duvidar. Nada nos falta quando temos Deus à frente. Entretanto, o contrário acontece quando confiamos em nossas próprias forças e nos arvoramos em fazer o que decidimos, sem ouvir a voz de Deus. Deus é provedor e coloca diante de nós pessoas para serem usadas em nosso favor, para serem instrumentos a nos garantir o que necessitamos. Mas isso é para os que creem. Nada nos falta, quando Deus está com a batuta na mão. Observe quantas vezes você esteve em situação difícil e de repente alguém apareceu e foi usado para livrar você de um problema, de uma dívida, de um mau caminho. Isso é Deus agindo. Contudo, nem sempre você se dá conta disso e acaba atribuindo essas ações ao seu próprio carisma, ou a outros interesses. Nem sempre você agradece, ou reconhece que a promessa se Deus se cumpre na sua vida e em vez de partilhar as bênçãos em família, você a distribui fora, no mundo, segundo seu próprio entendimento. O Senhor tem um chamado para você e prometeu que se não arredar o pé, se não for desobediente, se não se juntar com o mundo comerá o melhor dessa terra.
Mas a escolha é sua, a benção ou a maldição está ao seu alcance. Praga alguma chegará a sua tenda, se não der espaço a ela.
Graça e Paz!


sexta-feira, 5 de novembro de 2010


“Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará (Salmos 37:5).

Amado(a), quantas vezes em nossa vida temos a impressão de que andamos no escuro. Quantos não passam por situações em que não sabem exatamente porque elas acontecem conosco. Fatos que fogem ao nosso controle e os quais contrariam os nossos planos e as nossas expectativas.
Vemos que isso aconteceu com José. Depois de ser desprezado pelos irmãos, injustiçado pela esposa de Potifar, esquecido pelos companheiros de cela, ele poderia ter questionado por que estaria passando por aquelas diversas situações, se ele era leal e andava segundo a vontade de Deus. Nesses momentos é difícil entender qual o propósito de tudo isso e até mesmo se Deus estaria mesmo no controle. José era homem comum, não tinha nada de sobrenatural que o levasse a ver além da realidade. Entretanto, permaneceu firme durante todo esse processo. Apesar das adversidades, ele não desistiu, não saiu do lugar onde Deus o colocou. Continuou trabalhando com a mesma dedicação, apesar de tudo. O resultado todos conhecem: Deus o abençoava e também às pessoas que estavam em volta dele. José não deixou de ser um ser um homem íntegro, porque foi abandonado, caluniado, injustiçado. Ele não deixou de ser temente a Deus e nem desanimou pelas dificuldades que surgiram. Ele sabia que Deus não o havia esquecido, pois não deixou de fazer a vontade de Deus, mesmo quando mesmo quando foi pego na cilada da mulher que ofereceu-lhe a prostituição como alternativa para melhorar de vida. Ele não se esqueceu dos princípios de Deus: “Ninguém há maior do que eu nesta casa, e nenhuma cousa me vedou, senão a ti, porquanto tu és sua mulher; como pois faria eu este tamanho mal, e pecaria contra Deus” (Genesis 39: 9).
Porque ele foi firme e não abandonou os princípios, foi largamente recompensado. Depois de ser humilhado, injuriado e perseguido, recuperou sua dignidade, credibilidade e o respeito diante dos egípcios e de seus irmãos e assim serviu de testemunho para muitas vidas.
Mas é importante destacar que ele agiu com sabedoria, porque reconheceu a soberania de Deus e a mão do Senhor mudando as circunstâncias em seu favor e não deixou que os ressentimentos dessem espaço para a ira e a vingança. “Vós bem intentastes mal contra mim, porém Deus o tornou em bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar em vida a um povo grande; Agora pois não temais; eu vos sustentarei a vós e a vossos meninos. Assim os consolou, e falou segundo o coração deles.” (Gênesis 50: 20-21).
Amado(a), devemos seguir o exemplo de José. Não importam que problemas estejamos enfrentando, ou quem tem sido usado para nos empurrar para a cisterna. Devemos saber que Deus tem um propósito e devemos confiar nele. Não devemos jamais desanimar ou “baixar a guarda”, dando espaço ao inimigo, de tal maneira que venhamos a fazer o contrário do que Deus espera de nós. As palavras do salmista devem ser o nosso refrão cotidiano.
Graça e Paz!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010


“... não entreis no Egito; tende por certo que vos adverti hoje.”(Jeremias 42: 19).

Amado(a), o povo de Deus, povo eleito e escolhido, vagou pelo deserto durante 40 anos, enquanto esperava tomar posse da Terra Prometida. Mas o interessante disso é que poderia ter entrado nela em 40 dias, ou no máximo 40 semanas, se considerarmos a distância que teriam de percorrer e os limites de locomoção da época. Fosse hoje, talvez levasse apenas 40 minutos. Entretanto, o que chama a atenção na história dessa longa caminhada, desde que o povo saiu do Egito, não é o trajeto, mas a forma de caminhar. O povo andava em círculos. Quanto mais próximo parecia estar do ponto de chegada, mais se distanciava. Tudo isso por conta de atitudes que nos parecem tão corriqueiras também nos dias de hoje, tão percebida em muitos que estão aguardando as promessas: a teimosia e a desobediência. Assim como acontecia com o povo de Israel no deserto, também não adianta o conselho dos líderes na Igreja de hoje. O povo ainda sente saudades do Egito. Ainda quer ser escravo e viver sob a batuta de faraó. Parece um absurdo essa afirmação, se pensarmos que muitos vão à igreja em busca de bênçãos, que esperam melhorar a vida financeira, encontrar um(a) companheiro(a) especial, obter sucesso... Contudo, a contradição reside no fato de que com a boca afirmam crer na Palavra de Deus, mas com as ações negam tudo que aprenderam. O povo continua escutando a orientação do líder, mas andando segundo os seu próprio entendimento.
Faraó continua reinando, mesmo no caminho da Terra Prometida, porque o povo continua construindo bezerros de ouro e continua fazendo o que quer e não o que lhe é dito para ser feito. Lembre-se de que nem Moisés tomou posse da terra. Tudo porque desobedeceu! Leia em Deuteronômio 32:52 “Pelo que verás a terra defronte de ti, porém não entrarás nela, na terra que dou aos filhos de Israel”.
Amado(a), sabe por que ainda hoje você continua se lembrando de seu passado, que um dia repudiou? Porque você não sabe desfrutar o maná que desce do céu todo dia para seu sustento. Porque você está esperando a terra prometida, o amor prometido, o livramento prometido, enquanto ele está ali a poucos passos, ao seu alcance e você ignora, buscando longe o que está perto.
Na travessia, muitos morreram sem entrar na terra, alguns a enxergaram sem que pudessem tomar posse, porque desobedeceram ao comando de Deus.
É isso que ainda acontece hoje com aqueles que insistem em ignorar os conselhos e andam pelos próprios pés. A péssima e previsível notícia é que, enfastiados pelo maná, sentem saudades da comida do mundo e dão lugar ao inimigo para mais uma vez serem aprisionados. A boa notícia é para os que perseveram e obedecem: esses comerão o melhor desta terra e verão aquilo que só os persistentes viram.
Você hoje deve estar pensando, entra ano e sai ano e as coisas não mudam. O desejo de seu coração ainda permanece o mesmo, ainda que os personagens sejam outros. Você saiu do Egito, mas ele não saiu de você. É por isso que ainda procura as mesmas coisas, repete os mesmos erros e a saudade da prisão fala mais alto do que os momentos de libertação e de cura que um dia chegou a viver junto do povo de Deus, perto do coração do Senhor. A fonte do maná não seca, mas se seu sabor fica insosso é porque ainda não está verdadeiramente liberto.
Se você quer de fato tomar posse das promessas, deixe de lado o que lhe aprisiona ao passado, abandone o que no presente o remete a essa mesma história e abra os olhos para a fonte de água viva que Deus colocou em seu caminho, para lhe ajudar a atravessar o deserto. Mas não demore a se posicionar, ou você quer andar mais quarenta anos em vão? Não comemore mais aniversários do que já deveria ter sido para trás, mas traga à lembrança os momentos de banquete que pode compartilhar na presença do Senhor. Não faça como o povo de Deus no deserto. Não rejeite a correção do seu líder, nem queira se associar aos que o afastam do Senhor. Faça uma reflexão sobre seus últimos posicionamentos, em busca da libertação e compare: em que momento de sua vida você esteve mais próximo e desfrutou da intimidade com Deus? O que você tem hoje, quando sente saudades do “Egito” é o mesmo quando podia se sentar com os irmãos e comer o maná precioso? O que na sua vida precisa ser mudado e o que precisa ser recuperado? Quais sãos os valores que você deixou para trás, durante sua caminhada rumo à terra prometida, depois de sair do Egito? Qual é o bezerro de ouro que você construiu no deserto e que tem impedido você de conquistar as promessas? Pense nisto amado(a), enquanto há tempo de mudar seus planos e viver o plano de Deus. Veja hoje qual é o “seu Egito”, sobre o qual foi advertido(a) para não entrar.
Graça e Paz!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010


“Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer.” (João 15:15).


Amado(a), observe que João está nos chamando a atenção para uma forma muito importante de relacionamento que na Bíblia é muito louvada e apreciada: a amizade. São várias as passagens que nos falam da amizade e da importância de termos amigos. Jesus apresenta-nos a expressão máxima do que significa a verdadeira amizade e revela-nos que Deus é nosso amigo. Na sua relação com os seus contemporâneos, Ele encarna a amizade de Deus pelos seus filhos e oferece a Sua vida por eles: “Não há maior prova de amor do que dar a vida pelos seus amigos” (João 15:13).
Vemos que Ele sempre privilegiou essa relação e não só construía, mas alimentava as amizades que fazia. A Bíblia nos mostra que Ele tinha um grupo de amigos que o acompanhava e outros que estavam fixos nas suas aldeias, Marta, Maria e seu irmão Lázaro, onde Ele partilhava da comunhão. Vimos também que Ele não estabelecia amizades pelo que esperava receber, mas se relacionava com aqueles que aparentemente nada tinham a oferecer, por isso era amigo de gente desprezada e marginalizada da sociedade do seu tempo, como o caso de Maria Madalena e Zaqueu.
Sabemos que Ele se comporta como amigo verdadeiro, não como amigo de ocasião, pois se compadece, chora, ri, partilha a vida, e mantém-se fiel, apesar da incompreensão de muitos dos seus amigos. Vemos que Ele é o que escuta e se envolve com o sofrimento, permanecendo amigo mesmo quando, na cruz, muitos dos seus amigos O tinham abandonado.
Jesus, de tal modo acreditou na amizade e na importância que ela tem para Deus que nos chamou amigos. Eis porque devemos entender o que significa valorizar uma amizade.
Amado(a), você já parou para refletir sobre esse tema? A forma como você conduz as suas amizades também determina como você vive. Na vida secular, quem tem bons relacionamentos atrai para si os seus frutos. Nos momentos de luta tem sempre alguém com quem contar e nos momentos de festa pode compartilhar com pessoas verdadeiras, não as que querem apenas o riso e vivem na superficialidade. Na vida espiritual, comporta-se como amigo de Deus e sabe que Ele sempre providencia um amigo na terra para acolher e dar suporte nas circunstâncias adversas. Amigos são tesouros, por isso o sábio destacou em Provérbios 17:17 “ em todo tempo ama o amigo e na angústia nasce o irmão”. Você sabe quem é seu amigo, quando encontra um ombro no qual se apoiar, mesmo não tendo nada a oferecer em troca. Onde estão os seus amigos? Como estão seus relacionamentos? Eles são o parâmetro pelo qual você pode medir o seu sucesso em todas as áreas de sua vida. Quem é amigo, tem amigo e mesmo que se sinta abandonado e traído, assim como Jesus também se sentiu, jamais se deixa abater e nunca se sente sozinho, porque amizade não é um dom gratuito, mas uma planta a ser cultivada.
Graça e Paz!

terça-feira, 2 de novembro de 2010


“E outra caiu em boa terra, e, nascida, produziu fruto, a cento por um. Dizendo ele estas coisas, clamava: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. " (Lucas 8:8).

Amado(a), Deus tem falado com você por inúmeras formas e você nem sempre tem se predisposto a ouvir. Não é coincidência que o versículo do dia passe a mesma mensagem do devocional diário, nem mesmo que é acaso o fato de a palavra do culto repetir o que já foi dito em mensagem anterior, escrita ou dita por outra pessoa. Os canais são diferentes, mas o Espírito é o mesmo. Não é por acaso que as circunstâncias em que você está vivendo, quiçá desconhecida pelos portadores das mensagens, estejam tão relacionadas ao que lhe é dito: Deus quer falar com você sobre aquilo que talvez só você saiba. Mas muitas vezes Ele fala e você continua pedindo que Ele lhe responda, porque não tem ouvidos para ouvir, nem olhos para ver o que está evidente a sua frente. Há algo que precisa ser mudado em sua vida e só você pode fazer isso. De nada adianta ouvir a palavra, sentir-se tocado com a pregação, achar que a mensagem do dia foi uma direta para você, se você não estiver predisposto a realmente fazer o que diz o Espírito Santo. A prova de que Ele fala com você, por intermédio de seus profetas, ou até mesmo de pessoas as quais você nem conhece é que a mensagem incomoda seu coração. Se você saiu do culto com a sensação de que deveria ter agido diferente e não o fez, que algo precisa ser mudado, mas você continua na inércia, que as coisas não mudam em sua vida porque você não muda de atitudes, porque, por mais que se sinta tocado com a mensagem, a palavra não tem frutificado isso significa que essa palavra vem de Deus. Entretanto, é preciso se lembrar de que, assim como a semente que caiu em terreno fértil, a que caiu em terreno arenoso, ou entre os espinhos também provocou um efeito inicial. Também provocou uma reflexão, mas se não morreu para fazer brotar o fruto, não foi suficientemente regada para cumprir seu papel. Se a palavra não faz matar em você o que o aprisiona, certamente não fará brotar o renovo para provocar a mudança necessária para que você saia deste círculo vicioso que tem sido a sua vida. É preciso, então, que você peça ao Espírito que aja em você e lhe direcione para um posicionamento que venha do Senhor e não de seu coração.
Amado(a), está na hora de reagir e de deixar que a semente dê lugar ao fruto. Banco de Igreja não é adubo. O que faz a diferença é um verdadeiro posicionamento, um desejo sincero, seguido de uma ação racional e não apenas emocional que leva à mudança radical de comportamento. Só muda quem se predispõe a dar espaço ao Espírito Santo e a obedecer a Sua voz, matando os próprios desejos para dar lugar à santificação.
Graça e Paz!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010


“Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça a Palavra do Senhor? Eis que o obedecer é melhor que o sacrificar; e atender é melhor que a gordura de carneiros.” (1º Samuel 15:22).


Amado(a), o Senhor tem nos chamado à santificação, podemos perceber isso pela recorrência das mensagens que nos chega pelas mais diferentes formas. E Ele tem nos ensinado, por meio de seus profetas, que para haver santificação é necessário ter obediência. E isso implica fazer tudo, ao apenas a parte que nos convém, de acordo com a orientação de Deus. A experiência nos mostra que, quando agimos com independência, ou seguindo nossos desejos e não damos ouvidos aos conselhos que vêm do Senhor, as conseqüências são ruins e por elas respondemos queiramos ou não. Podemos ver o quanto nossas escolhas sem a direção de Deus têm nos levado a caminhos de sofrimento e lutas vãs. Nossos esforços são inúteis e nossas aparentes conquistas não nos satisfazem. Por que insistir em caminhar com nossos pés, se Deus está dizendo reiteradas vezes: “filho, esse é o caminho, andai nele”. É preciso entender que quando Ele diz “não”, inútil será insistir com nossas justificativas. Deus conhece nosso coração e nossas necessidades, mas muitas vezes nos enganamos e nos deixamos iludir com as ciladas do inimigo, que também conhece nossos pontos fracos.
Se a sua vida tem sido uma sucessão de desacertos, está na hora de rever seu posicionamento diante de Deus e passar a agir de acordo com a Sua orientação, porque o que vem de Deus não traz dores, nem desconforto. Oq eu vem do Senhor é permanente. Está na hora de você fazer uma reflexão e buscar onde está falhando nesse processo. Deus quer abençoar você, mas há algo que O impede de entregar aquilo que você tanto anseia. Pode ser que a sua insistência em não fazer conforme Deus ensina tem impedido a ação Dele. É preciso saber que, como porta voz de Deus, o profeta diz “não” é melhor não desobedecer, porque quando ele disser “sim” as promessas de Deus serão cumpridas efetivamente em sua vida.
Se você não tem observado a direção do Espírito e não tem tido o discernimento necessário para obedecer sem questionar, sem racionalizar ou justificar a primazia de seus desejos sobre a ordem de obedecer incondicionalmente, aja, então, racionalmente. Use a inteligência da qual foi dotada e faça a si mesmo as seguintes perguntas:
Aquilo que tem sido o seu alvo foi colocado diante de Deus, antes de tomar espaço em seu coração? Antes de tomar uma decisão você ouviu os conselhos de seu líder espiritual e seguiu sua orientação? Se você ouviu a orientação, que certamente está embasada na palavra de Deus, o que adveio depois trouxe paz, tranqüilidade, firmeza e estabilidade emocional, ou material? A sua decisão afetou a vida de outras pessoas positivamente?
Seu posicionamento tem repercutido em sua vida de forma a aumentar seu relacionamento com Deus, ou tem sido motivo para que se afaste e encontre desculpas para sair da comunhão e do cumprimento de sua missão?
Amado(a), a resposta para suas dúvidas está na palavra de Deus. A resposta para o não cumprimento das promessas em sua vida está na sua forma de obedecer à palavra. Se você quer as bênçãos, queira também ser como o abençoador: obediente até o fim!
Graça e Paz!