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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais; porque isto é agradável ao Senhor. Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não fiquem desanimados” (Colossenses 3:20-21).

A grande responsabilidade dos pais, segundo a Bíblia é definida claramente por dois textos do apóstolo Paulo. O primeiro, em epígrafe, endereçado aos Colossenses e o segundo que reitera esse, endereçado aos Efésios “Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra. E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor”(Efésios 6:1-4). Os pais são o modelo para os filhos e sobre eles exercem forte influência. Aos pais cabem ensinar e disciplinar os filhos com sabedoria, por isso seu exemplo e sua forma de exercer a autoridade vai determinar a forma como os filhos conduzirão suas vidas e se comportarão diante de Deus. Os pais devem demonstrar com suas próprias vidas os frutos que eles querem que os filhos produzam. Por isso devem ter em mente que a instrução depende muito mais de exemplo do que de preceito, conforme afirma Paulo aos Romanos 2:21 “Tu, pois, que ensinas a outrem,não te ensinas a ti mesmo?” 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013




“Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre o seu galardão... Feliz o homem que enche deles a sua aljava” (Sl. 127:3,5).


O salmista deixa evidente que os filhos são bênçãos de Deus, são presentes que o Senhor deu àqueles que também têm a responsabilidade de cuidar. São os pais os responsáveis pelo lar, pela educação dos filhos. Este é o padrão da sociedade humana. E porque vivemos uma época em que a família vem sendo bombardeada por forças destruidoras e que as influências sociais e midiáticas dificultam, em muitos sentidos, a tarefa dos pais na criação dos filhos, precisamos redobrar nossos cuidados no sentido de manter viva a nossa disposição em seguir os princípios de Deus para a criação dos filhos que serão os lideres nos seus lares e influenciarão a sociedade.  Os pais não podem abrir mão de sua responsabilidade, mas devem saber que contam com o auxílio do Senhor para desempenharem bem sua função.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013



“Levantam-se seus filhos, e lhe chamam bemaventurada,como também seu marido, que a louva” (Pv. 31:28).

O sábio rei deixa claro que a esposa que cumpre de acordo com a Palavra de Deus os seus deveres no relacionamento com seu esposo, será honrada. Ela será reconhecida diante dele e do Senhor como virtuosa, ao contrário daquela que cumpre as determinações do mundo “A mulher virtuosa é a coroa do seu marido; porém a que procede vergonhosamente é como apodrecimento nos seus ossos” (Pv.12:4). A esposa deve agir como discípula cumprindo seu papel de auxiliadora ao zelar por uma comunhão sadia com o Senhor Jesus.  Quando a personalidade da mulher é controlada pelo Espírito a sua vida é uma fonte de bênção e o seu relacionamento com seu marido é regido pelos princípios de Deus sem se deixar contaminar pelos apelos do mundo. Cuidará de sua casa e de seu corpo como quem cuida do Templo, sem ser dominada pela vaidade mundana, mas pela sabedoria que a tornará testemunho vivo e inequívoco da presença de Deus em sua vida e em seu lar. A esposa deve ser exemplo dentro do lar, com comportamento e atitudes que possam ganhar seu marido esposo para Jesus, se ele não for convertido. Para isso ela deve criar um clima e um ambiente onde sua família se sinta bem, pois terá sempre o objetivo de melhorar o lar onde espelha a beleza interior que possui, produto do seu caminhar com Deus; onde é companheira fiel; onde planeja  com sabedoria os gastos da família. A mulher virtuosa, coroa de seu marido cumpre suas tarefas diárias com alegria, sabendo que a estabilidade de seu lar depende de sua atitude. Nele os filhos sentem o seu carinho, o marido desfruta de paz, e todos a admiram pela maneira como honra a si mesma como mulher, conforme descreve Provérbios18:22).

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013



“Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea” (Gênesis2:18).


Vemos neste trecho que a mulher fui criado porque Deus, visando por fim a solidão do homem, da “costela que tomara do homem, fez a mulher”, conforme relata Gênesis 2:22. Assim, ela não pode ser vista como um substituto do homem, ou como tendo as mesmas  funções e prerrogativas dele. A mulher tem desafios diferentes do homem, muitas vezes bem mais complexos, porém auxiliares.  Ela é mais do que mãe, amante e companheira. Ela  foi criada para ser a  companheira do homem e sua auxiliadora, para que ele não esteja sozinho na sua tarefa de viver humanamente. Sim, humanamente, com tudo que isso implica, pois Deus não nos criou anjos, mas seres humanos, alma vivente, dotadas de corpo e de espírito e a Sua imagem e semelhança.  A mulher, embora deva ser submissa, não deve ser subjugada, mas andar junto, ao lado do esposo. “Auxiliadora” é aquela que pode suprir as necessidades do cônjuge adequadamente, tanto no sentido afetivo, quanto no sentido social.  Assim sendo, não pode ser mulher de vários homens, mas de um apenas a quem se entregará com amor e inteireza de coração. Só assim poderá contribuir no sentido de conservar o seu prestígio na sociedade e de ajudá-lo a construir o lar nos moldes de Deus. Como dona-de-casa, mãe, discípula, amada, ela ajudará a construir, a manter e a divulgar a imagem do seu marido como um homem de bem diante da igreja e da sociedade. A mulher sábia e verdadeira companheira fará com que seu esposo seja visto como um homem respeitável e de valor também fora de sua casa, pois ele será fora do lar assim como é com sua família. Não existem dois homens, mas um único, com o mesmo caráter. A esposa será para o marido a sua auxiliadora no sentido profissional,  pois sua influência  nesta área é de especial importância. Ela deve acompanhá-lo incentivando-o, contribuindo nas decisões e levando-o a suportar as dificuldade e a superar as crises que porventura possam enfrentar na vida profissional. Será também a sua auxiliadora no sentido espiritual  ajudando-o em oração se for cheia do Espírito Santo que a capacitará a submeter-se em amor, pois a Bíblia ensina que a atitude da mulher para com o marido deve ser de consideração, respeito e submissão, contribuindo com suas ideias, discernimentos e intuições.

domingo, 24 de fevereiro de 2013


“Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo” (I Timóteo 5:8).


A Bíblia contém o mais completo manual de conduta para o cônjuge que deseja verdadeiramente romper sua vida matrimonial de uma forma saudável e duradoura. E o cristão não pode deixar de observar essas regras de condutas não só para que sua família seja uma bênção, mas também para que seja um testemunho vivo e eficaz entre os incrédulos. Assim, o marido não poderá abdicar de sua condição de provedor, como foi desde o início, quando Deus deu ao homem a responsabilidade de ser o ganhador do sustento da família, conforme lemos em Gênesis 3:19: “Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás”. É propósito de Deus que o marido trabalhe para prover as necessidades da sua família e que tenha na esposa a sua ajudadora, aquela que o apoiará nas suas decisões. Mas ao passar essa responsabilidade à esposa, o marido está abrindo mão de exercer um papel que lhe foi determinado por Deus. Quando imbuído de sua missão de prover a casa sem antes deixar de buscar “em primeiro lugar o Reino de Deus”, o homem será honrado em seu lar e com toda a certeza todas as outras coisas lhes serão acrescentadas. Essa é a promessa de Jesus expressa em Mateus 6:33. O marido deve ser o administrador do lar. Deve ser alguém que “governe bem a sua própria casa”; que crie os filhos” sob disciplina, com todo o respeito”, por meio de uma vida consagrada. Além dessas, há uma função importante, mas que tem sido negligenciada por muitos chefes de família nos dias atuais, a de sacerdote.  A Bíblia ensina que essa não é uma tarefa que foi delegada às mulheres, mas aos homens. É ele quem deve cuidar da vida espiritual da esposa e dos filhos e não o contrário como vemos comumente nas famílias modernas. O que o pai cristão deve se conscientizar de que precisar exercer a fundamental tarefa de manifestar Deus a seus filhos por meio de sua confiança, fé e ações que testemunhem sua vida no caminho com Deus. Antes de se preocupar  em suprir os filhos de recursos financeiros, ele deve estar ocupado em prover-lhes um exemplo de santidade e de submissão integral à vontade de Deus. Se Cristo é o cabeça da Igreja, o marido é o cabeça da família e deve refletir a imagem do Deus a quem serve. Por isso deve ser um homem controlado pelo Espírito e deve dedicar um tempo para o estudo diário da Bíblia, dirigindo a devocional com os filhos, orando sempre por sua esposa. Assim ele criará para sua família um cinto natural de proteção e caminhará com ela firme no propósito defendido por Josué 24:15 de juntos  servirem ao Senhor.

sábado, 23 de fevereiro de 2013




“Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5:25).

A forma de amar as esposas que o apóstolo recomenda aos maridos não pode ser diferente da que ele apresenta em I Coríntios 13:4-8, pois essas características descrevem as atitudes que o marido deve ter em ralação à sua esposa. Em primeiro lugar ele deve ser paciente. Quando age com impaciência não está amando a sua esposa como Cristo ensinou. E isso se aplica principalmente no que diz respeito ao ouvir o que ela tem a dizer. Deve ser generoso e isso se revela na forma age com o dinheiro. Deve ser humilde, pois um espírito de orgulho é o maior destruidor do lar. Aquele que ter sempre razão e que não é capaz de compreender as razões de seu cônjuge não consegue manter a harmonia no lar, tampouco ser feliz, onde ou com quem quer que esteja. Deve ser atencioso, não só em gestos sociais como abrir a porta do carro, mas em perceber em sua esposa os sinais de cansaço, de dor, o desejo de ser ouvida... Não pode ser egoísta. O egoísmo acaba por completo com um relacionamento, pois o egoísta é incapaz de olhar para além de si mesmo. É incapaz de ouvir a voz do outro ou de reconhecer as próprias falhas. O egoísta espera que satisfaçam os seus desejos e não se dispõe a fazer o mesmo pelo outro. O egoísta sempre irá atribuir a culpa pela sua infelicidade no outro, mas dificilmente reconhece a sua parte no problema. Deve ser afável e tratar a esposa com carinho, sem provocar a desarmonia por conta de um mau gênio e irritabilidade. Aquele que reage com grosseria e hostilidade provoca um desequilíbrio em seu lar. Deve ter confiança e inspirar confiança, pois o ciúme é um grande desagregador  de lares. Deve ser sincero, pois a mentira, seja ela bem intencionada ou não é prejudicial a qualquer tipo de relacionamento. Não se pode basear um relacionamento em mentiras quer seja em palavras ou em atos.
O mandamento é amar a esposa como Cristo amou a Igreja e isso pressupõe determinação e sacrifício. Cuidado constante é essencial, pois o amor precisa ser sempre reavivado. Assim, é necessário andar no Espírito, esquecer as mágoas, ofensas e injúrias, ou os pontos fracos do cônjuge  e pedir sabedoria para que a chama do amor seja sempre acesa.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013


 “Maridos,vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento: e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações.” (I Pd. 03:07)




A  Bíblia ensina na primeira Carta de Pedro que para ter um lar abençoado, o homem precisa tratar sua esposa com dignidade, atentando para suas carência emocionais. Sabendo que é o líder, deve exercer essa liderança com amor e com sabedoria de modo a edificar sua esposa e sua casa. E para isso deve evitar tanto a discussão que altera os ânimos, quanto evitar o silêncio que congela as relações. Tanto a discussão excessiva, quanto o silêncio hostil são brechas para que o diabo entre na vida do casal. Outra atitude que precisa ser evitada a todo custo é manter um comportamento de solteiro, sendo casado. Esse comportamento no casamento leva o cônjuge a dormir na sala, a bater a porta, a sair de casa sem dizer aonde vai, ou mesmo a fazer ameaças de abandonar o lar. Pessoas maduras entram em uma relação agindo como adultos e não se comportam como crianças que correm para a mãe para buscar abrigo, ou fogem do problema escondendo-se no silêncio que impede o diálogo e acentua os ressentimentos. Falar na hora certa e calar para evitar atritos são atitudes maduras e sábias que mantém a relação nos momentos de crise. 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


 “Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo”. Efésios 5:23


Esta hierarquia muitas vezes mal compreendida pela sociedade foi instituída por Deus e estabelece uma submissão que não deve entendida em um caráter pessoal. Ela não significa da mulher em relação ao homem. Esta submissão também diz respeito à salvação, nem  é uma questão de capacidade. A submissão da mulher ao homem é uma questão de posição, ou de ordem. Numa linha estabelecida pelo Criador, a mulher está abaixo do homem não por inferioridade ou por uma questão de competência, assim como numa empresa o presidente está acima dos demais e é superior a qualquer outro homem em posição e autoridade, o que não significa necessariamente que ele seja superior a todos os outros em caráter e capacidade. Assim, a mulher é submissa ao homem em relação à autoridade e sua obrigação correspondente, mas nunca por incapacidade. Não se trata de uma questão de direitos iguais, mas de tarefas idênticas. O homem tem uma parcela maior de responsabilidade diante de Deus e por isso, como o cabeça do lar, o lugar de autoridade é dado a ele. E por mais que a sociedade afirme o contrário, esta autoridade foi divinamente ordenada e deve ser respeitada para que o lar seja abençoado.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013


Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. Gênesis 2:24-25


A Bíblia acentua a importância do casamento e por isso é fundamental que a escolha do cônjuge seja baseada nos princípios de Deus, caso contrário essa relação estará fadada ao fracasso desde o início. A influência da pessoa escolhida pode colaborar positivamente para a obediência e o serviço a Deus, ou influenciar negativamente para a desobediência e rejeição do caminho que conduz ao centro da vontade divina. Por essa razão antes de assumir um compromisso, o cristão de vê fazer o que ensina o apóstolo Tiago: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça a Deus, que a todos dá liberalmente e não o lança em rosto; e ser-lhe-á concedida” (Tiago 1:5).  Deus pode ajudar na escolha por meio da Sua palavra, pois sendo o casamento uma decisão de extrema importância na vida de uma passo, não há como deixar de buscar e de ouvir a voz de Deus. Antes de tomar essa decisão é necessário buscar a orientação de Deus em oração. Conversar com o Pai, a fim de conhecer a Sua vontade e ter a firme disposição para aceitá-la incondicionalmente. Depois de tomada a decisão, é fundamental se manter firmes no compromisso, ter desprendimento e estar disposto a viver deixando de lado o egoísmo. Não há como ter um casamento feliz se não houver responsabilidade de ambas as partes e se não houver aceitação e amor mútuo. Sem isso, o lar não se sustenta. Mas a Bíblia determina que o cristão só deve se casar com outro cristão. Os  membros da família de Deus, nascidos de novo pela fé em Jesus Cristo não devem se misturar aos incrédulos e com eles se tornarem uma só carne. Por isso o apóstolo Paulo nos adverte em II Coríntios 6;14: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos”. Na Bíblia vemos o registro de vários relacionamentos que se transformaram em casamentos sólidos e dentro da vontade de Deus, porque seguiram esse princípio. Podemos citar o exemplo de Rute, assim como o de Isaque e Rebeca. Mas a Bíblia nos fala também sobre casamentos que foram desastrosos como o de Sansão que não aceitou o conselho dos pais e se envolveu com mulheres que não professavam sua fé. É também conhecido o caso de Salomão que se afastou de Deus por causa das esposas ímpias que teve. Por isso a vontade de Deus e não a paixão deve prevalecer no momento da escolha.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013


“Não tendes lido que o Criador desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe se unirá à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem”. Mateus 19:4-6


Jesus assegura-nos no livro de Mateus que Deus estabeleceu o casamento com os  propósitos de promover o companheirismo, disciplinar o instinto sexual, favorecer a procriação da espécie humana, e formar um lar no qual os filhos pudessem ser criados e educados para servi-Lo, para servir à família e à pátria. ­­­ O homem, ao casar, deixa o convívio de seus pais, e une-se àquela que escolheu para lhe acompanhar pela vida como esposa e companheira. Assim, podemos nos certificar de que o casamento é uma instituição Divina e não humana. O que foi afirmado nas palavras de Gênesis 2:24 é  reafirmado por Jesus Cristo em Mateus 19:4-6. Isso nos faz refletir que o casamento é uma aliança entre um homem e uma mulher e não um mero contrato social de parceria como quer a sociedade atual. Por essa razão e para que não se transforme em uma transação mercantil ou social, é necessário que antes de se casar aqueles que estão para formar uma família estejam dispostos a uma preparação para que não caiam na cilada da precipitação. Se ao se juntarem homem e mulher se tornam uma só carne, é preciso entender que Deus quer um “templo” puro no qual possa habitar. Nossos corpos são templos os quais Deus escolheu para a Sua santa habitação (I Co 6: 15-20). Por essa razão a autodisciplina é parte integrante do amadurecimento do homem e é indispensável a um casamento feliz. O tempo de preparação para o casamento é uma oportunidade de conhecimento e de fortalecimento das relações. Deus não quer que nenhuma família comece por acidente, ou por precipitação, mas por decisão consciente de ambas as partes.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013


E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia;  e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína. (Mateus 7:26-27)



A areia é o símbolo da incerteza, da inconstância e da instabilidade, por essa razão Jesus usou essa figura para representar aqueles que não controem suas vida em terreno firme. E por analogia aqueles que edificam seus relacionamentos baseados em situações frágeis ou no impulso. A areia também simboliza a falta de Deus e do perdão, a ausência da comunhão, da oração, da comunicação, do diálogo. A areia significa a intolerância, o ciúme, a infidelidade e o egoísmo. Relacionamentos imaturos tendem a se desfazer com os primeiros sinais de crise, assim como a casa construída  na areia é levada pela chuva, ou pelos rios que transbordam. Quem vive em lugares de risco, ou assiste pela TV a situação das famílias que construíram suas casas em terrenos sem estabilidade e perdem tudo quando as chuvas vêm. Precisamos aprender a suportar a chuva e os ventos no relacionamento familiar. Se a casa estiver verdadeiramente construída sobre a Rocha, a chuva forte não destruirá o casamento e a amizade entre os membros da família. Sabemos que não há nenhum casamento isento de uma chuva forte, mas quem se estabelece em um lugar firme  não sofrerá prejuízos, mesmo que a chuva venha. Quando os problemas vierem, se o casal estiver na Rocha, terá plena segurança. A casa não pode ser construída nas encostas ou na rota dos rios. Ela deve ser construída nos lugares altos. A Bíblia diz que aquele homem construiu na Rocha e não em uma rocha qualquer. Essa Rocha é Cristo. 

domingo, 17 de fevereiro de 2013


“e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha” (Mateus 7:24-25)

Essa figura serve para identificar o tipo de família nos moldes de Cristo. A rocha é símbolo de resistência, de durabilidade, de persistência, de firmeza e de estabilidade. A Rocha também significa Cristo. Uma família firmada na Rocha  tem Cristo no centro e  não se abala com as crises. O projeto de Deus para as nossas famílias é que elas tenham as qualidades da rocha/Rocha, é que elas tenham a resistência, a firmeza, a estabilidade, e a durabilidade para vencerem os desafios e superarem as crises.  Quando uma pessoa se torna cristã, ela promete sua lealdade a Cristo como seu Senhor. Mesmo que venham tentações ou problemas na igreja, ela promete ser fiel até a morte. Semelhantemente, quando alguém troca alianças com seu par, promete seu amor e fidelidade enquanto os dois viverem. Mesmo que problemas surjam, doenças, dificuldades financeiras, pressão dos membros da família, ou mal-entendidos, a promessa firmada deve ser mantida. Quem não consegue manter um compromisso, com Deus, ou com o cônjuge, é instável e está sempre inseguro, não consegue se firmar, ou concluir o que inicia. Não se realiza e está sempre em busca de algo que jamais consegue atingir. Isso é explicado na Bíblia, pois a vontade de Deus em relação à permanência do casamento é claramente revelada. No casamento, um homem deixa seu pai e sua mãe e se une à sua esposa (Gênesis 2:24). São ligados (Romanos 7:2-3). São ajuntados por Deus e não devem ser separados (Mateus 19:6). Eles se tornam uma só carne (Mateus 19:6). Não foi por acaso que Jesus realizou seu primeiro milagre em um casamento. O que nos autoriza a reconhecer que Deus aprova essa instituição. Mas é necessário observar também neste texto que Jesus e Seus discípulos foram convidados para o casamento. Para que uma família se forme, na base de um casamento, é necessário que Jesus seja convidado. Quando Ele não se faz presente, o ritual pode até ocorrer, mas jamais o milagre. Contudo, há anos essa instituição vem sofrendo as tentativas diabólicas para ser aniquilada. Seja pelo adultério, seja pela pressão por nova configuração, seja pela banalização das relações. Sabemos que é muito difícil corrigir anos ou mesmo gerações de erros, mas é inegável a constatação de que o único modo pelo qual podemos esperar ter boas famílias construídas nos princípios divinos é voltar ao plano que Deus tem revelado.
Em nossa sociedade atual, vemos famílias atormentadas pelo conflito e arrasadas pela negligência e pela insatisfação constante. O divórcio tornou-se uma palavra comum, muitos homens jamais aprenderam a ser esposos e pais conforme a palavra de Deus recomenda. Muitas mulheres estão fugindo de seus papéis dados por Deus. Muitos pais que não dão exemplo a seus filhos, expondo-os ao mundanismo. Outros simplesmente abandonam seu dever, deixando filhos sem qualquer preparação ou provisão, negligenciando a sua formação moral e cristã. Precisamos entender que nenhuma família que se baseia nos princípios apregoados pelo mundo pode ser abençoada, Temos que estudar a Bíblia, aprender estes princípios, aplicá-los em nossas vidas, e ensiná-los aos nossos filhos e aos outros, sabendo que esse é o milagre que opera benefícios eternos! Você está construindo seu lar sobre a fundação da palavra de Deus? Para nossa família possa ter as qualidades da rocha, precisamos firmá-la em Cristo. Precisamos colocar Jesus no centro das nossas decisões. Precisamos colocar Cristo na solução de nossos conflitos e crises. Casamentos acabam e famílias não resistem porque não estão firmados sobre a rocha, que é Cristo. A  palavra de Deus em Deuteronômio 32:3-4 diz: “…dai grandeza da nosso Deus.  Ele é a Rocha cuja obra é perfeita….”. Ao ser exposta ao vento, tempestades, a enchentes, ou toda a sorte de intempéries, a casa sobre a rocha continua firme. Assim é a família no projeto de Deus.  Essa família poderá terá momentos de crise, de angústia, e até de dor, mas ficará firme e inabalável, porque o Senhor Deus que está no comando desta família é inabalável e firme.
Onde está firmada a sua família? Lembre-se do que diz o salmo 127:1: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que edificam”.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

“Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha;  e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha” (Mateus 7:24-25)


O livro de Gênesis relata o estabelecimento da primeira família e ao longo da Bíblia vemos o quanto Deus se agrada da ideia dessa instituição criada por Ele porque ela é tomada como modelo para a conclusão de Sua Obra. É na instituição família que Deus concretiza Seu plano de Salvação da humanidade. Foi por meio de uma família, constituída de um pai exemplar, José, obediente ao Senhor para receber sua mulher que daria a luz a Jesus, exerceu, mesmo em uma situação atípica para os costumes da época, o verdadeiro amor, ensinado em Efésios 5: 25 a 28. De uma mãe exemplar, Maria, escolhida entre as mulheres por sua obediência “Faça-me comigo conforme a tua Palavra" (Lucas 1:38).  Um filho exemplar, Jesus.  Ele foi obediente a seus pais a quem se sujeitou aprendendo a crescer  integralmente, no plano espiritual , mental , físico e social.  A instituição família, criada por Deus em Gênesis 2:18-25,  para proporcionar a seus membros um abrigo, um lugar estável onde se preparam para entrar na sociedade e para conhecer a Deus. Depois da família,  outras duas instituições foram criadas por Deus: o Governo e a Igreja. Mas é na família que aprendemos a reconhecer as outras duas instituições.  Portanto, vemos que Deus deixa claro que a família  é o fator mais importante na formação do homem. É na família segundo os padrões de Deus que o homem pode atingir todo o seu potencial original. Por essa razão, mesmo vivendo em modelos díspares de família, temos que buscar o modelo da família cristã, pois quando aceitamos a ideia de uma sociedade que desvaloriza a família, perdemos o nosso porto seguro, pois uma família fortalecida dá forças ao homem para enfrentar o mundo lá fora. A família foi a primeira instituição de Deus, porque é essencial para o homem, que, sozinho,  é incompleto. Por isso, nenhuma outra instituição deve ter  maior importância para homem do que a família.


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013


Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor. (Josué 24:15)


Esse trecho do livro de Josué mostra o posicionamento de um homem que exerceu de forma sensata a sua liberdade de escolha e com isso chamou para si e para os seus as bênçãos advindas dessa sábia decisão. Mas quando prestamos atenção nas famílias bíblicas, observamos que muitas delas enfrentaram crises gravíssimas. E isso pode ser verificado desde a família de Adão. Podemos dizer que a crise teve início com o posicionamento de Adão, quando não cumpriu seu papel de Sacerdote e deixou que Eva tivesse à frente na tomada de decisões. Se Adão tivesse exercido de forma apropriada a sua liderança no  contexto da tentação, se ele tivesse sido firme e dito não à Eva,  a quebra da comunhão com Deus não teria acontecido. Mas o exemplo também é fundamental em uma estrutura familiar. A crise surgiu entre os filhos de Adão. Talvez por falta da posição de um pai que ensinasse com amor e temor de Deus, Caim começou a encher o seu coração com ciúme e inveja, sentimentos profundamente destrutivos. Sentimentos também percebidos na família de Abraão e na família de Jacó. Por não saberem administrar esses sentimentos negativos os filhos de Jacó tiveram sérios problemas de relacionamento. José era objeto de ciúme e inveja, assim como Hagar foi alvo do ciúme de Sara, sua senhora. A crise na família de Abraão também pode ser atribuída a uma falha de seu posicionamento como líder. Certo da promessa de ter um filho com Sara, Abraão não poderia ter dado ouvidos ao seu pedido de ter um filho da escrava.  Foi essa precipitação que mais tarde gerou insegurança e ciúme no coração de Sara contra Hagar, levando a mais uma atitude de desvio de comportamento na relação marido/esposa. Sara ordena a Abraão que a mande embora com seu filho e isso desencadeou uma série de consequências ruins à geração de Abraão. Essas famílias venceram seus conflitos porque desenvolveram o temor de Deus. Enfrentar crises tem sido uma constante na humanidade, mas a grande lição que devemos aprender é que, se as crises nos sobrevêm, devemos nos firmar Naquele que nos fortalece e assim como Josué fazer a escolha certa. A responsabilidade de Josué de não apenas buscar ao Senhor, mas servi-lo com toda a sua família fez toda a diferença. E com ele devemos aprender que, quando se trata de família, não existe a história de “cada um por si”. A liderança e o exemplo positivo são fundamentais, principalmente vindas daqueles que têm a incumbência de exercer o sacerdócio do lar.  O plano de Deus é para toda a família. Em Gênesis 12:3 vemos que Deus prometeu a Abraão que nele seriam abençoadas todas as famílias da Terra. Não podemos esquecer também a declaração do apóstolo Paulo ao carcereiro de Filipos: Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e toda a tua casa. (Atos 16:31.)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013


“Seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra.” Provérbios 31:23




Quando Salomão descreve o sucesso do esposo na sociedade, ele usa um pronome que indica inequivocamente que por detrás desse evento está o impulso coadjuvante de uma mulher valorosa e que na sua importância como companheira soube desenvolver de forma sábia a submissão que se revela em características essenciais como a disposição interior, pois, em vez de medir forças, ela se rende aos planos divinos e deseja a submissão.  Conhecer e amar profundamente a palavra de Deus é outra característica vital, tal qual viver e andar no Espírito, pois se a mulher não tiver uma vida cheia do Espírito Santo de Deus, ela não compreenderá a submissão e dificilmente andará nela. Quando a mulher conhece e respeita a posição do marido, entendendo que Deus conferiu ao marido a liderança e a autoridade no lar, porque foi constituído por Ele como sacerdote, profeta, administrador, provedor e protetor, ela será autenticamente sua companheira e como a mulher sábia que edifica a sua casa, incentivará seu marido a ser o líder do lar, intercedendo, e evitando críticas destrutivas. Também é sábio não permitir a interferência de terceiros, assim como demonstrar alegria por ser uma esposa submissa. Todo esse posicionamento certamente trará resultados positivos como  proteção espiritual, liberdade de ação em decorrência da confiança do marido, admiração dos filhos e do marido além da inexplicável ventura de gozar da alegria e da paz por estar vivendo de acordo com os propósitos de Deus.­­­­

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013


“Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” Genesis 2:18



Quando Deus instituiu o casamento, Ele não o fez ao acaso, mas pensou em uma estrutura organizada, clara e simples, apesar de parecer complexa aos nossos olhos. Como qualquer instituição o casamento tem uma hierarquia que não pode ser negligenciada. E isso pressupõe submissão. Do ponto de vista do mundo, este assunto para muitos é um assunto fora de moda, para alguns, impensável, pois o culto ao ego, buscando satisfação própria não se coaduna com essa ordem. No entanto, a Bíblia Sagrada nos fala sobre a submissão e coloca a mulher nessa condição, sem, contudo, deixar de retratar de forma clara e contundente o valor da mulher. Quando lemos Genesis 2:18, podemos compreender a dimensão do valor expresso por Deus à mulher que Ele criou. Vemos claramente que Deus criou um ser dotado de inteligência e capacidade para estar ao lado do homem para ajuda-lo, para auxiliá-lo em sua missão de governar e ter domínio sobre a terra e que em hipótese alguma lhe é inferior. Deus criou um ser dotado de percepções que não é comum aos homens, um ser semelhante, porém com características próprias e dotado de uma sensibilidade que, em geral, os homens não têm, um ser dotado de uma visão diferenciada para que pudesse ser não o antagônico do homem, mas um ser para completar o homem em todos os sentidos. Auxiliar cooperar, motivar e inspirar são algumas ações que tornam a mulher esta coparticipante dos mesmos planos, projetos e objetivos que Deus tem para o homem. E tudo isso dentro da instituição simples e ao mesmo tempo completa que é o casamento. No livro do Gênesis, depois de criar homem e mulher e depois que Eva se deixou enganar pela serpente Deus declara para Ela: “teu desejo será para o teu marido e ele governara sobre ti”. (Genesis 3:16b). Nesse momento, Deus ali estava delegando autoridade ao marido sobre sua esposa.  Estava estabelecendo a hierarquia e a ordem da submissão, dificilmente compreendida pelas pessoas hoje. A submissão, diferentemente do que muitas mulheres pensam, não diminui a mulher em nada, mas a engrandece e a preserva. Para compreendermos isso, antes precisamos saber que ela não é um princípio humano, e sim um princípio espiritual, que  visa a preservação física, emocional e espiritual da mulher. Esse princípio é regido por uma hierarquia, com base em uma hierarquia espiritual que precisa ser seguida: assim coo Cristo é o cabeça do homem, o homem é o cabeça da mulher e os filhos devem estar submissos aos pais.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013


Louvai ao SENHOR. Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR, que em seus mandamentos tem grande prazer. A sua semente será poderosa na terra; a geração dos retos será abençoada. Salmos 112:1-3



O Salmos 112, reforçando o que diz  o Salmos 1 enfatiza a importância de o homem temer a Deus e seguir os Seus mandamentos. As consequências dessa atitude de respeito e reconhecimento da soberania de Deus são visíveis na sua vida e na de seus descendentes. Mas temer a Deus implica seguir os Seus preceitos e um deles diz respeito às responsabilidades com a família. No livro de Efésios, o apóstolo Paulo faz um verdadeiro código de ética e de conduta que, se seguido, trará inestimáveis benefícios àqueles que assim o fazem.  Amara a esposa é recomendação essencial e não se trata do amor romântico propagado pela mídia e disseminado pela sociedade que apregoa que “a fila anda”, que o amor tem prazo de validade, assim como as pessoas que estão nesta “fila” Paulo recomenda com assertividade: “Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra.” (Efésios 5:25-26).  Mas não basta apenas amar a esposa e não exercer seu papel no lar. Ao homem cabe exercer o ministério sacerdotal, conforme vemos em Jó 1:5 “Decorrido o turno de dias de seus banquetes, chamava Jó a seus filhos e os santificava; levantava-se de madrugada e oferecia holocaustos segundo o numero de todos eles, pois dizia: Talvez tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus.” E como Sacerdote o homem é o responsável por interceder por sua família diante de Deus. Exercendo esse papel com autoridade. Atenção, maridos, a Bíblia não delegou essa tarefa às mulheres, essa tarefa biblicamente cabe ao homem, tendo a mulher  como ajudadora.  Ser  profeta é também uma tarefa do homem que exerce o seu papel sacerdotal “Tu as  inculcaras a teus filhos, e delas falaras assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te.” (Deuteronômio 6:7). Quando o homem assume efetivamente esse papel, a Palavra de Deus é fortemente estabelecida e as bases do lar são firmadas na Rocha. Assim, administrar o lar, conforme ensina I Timóteo 3:4 “E que governe bem a própria casa, criando filhos sob disciplina, com todo o respeito.” Torna-se uma tarefa mais tranquila e segura. Um lar sólido blinda a família dos efeitos nocivos do mundo. A Bíblia também assegura desde Gênesis 3:19 que o marido deve ser o provedor do lar “ No suor do rosto comeras o teu pão” e reitera em Salmos 128:2 “Do trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás, e tudo te ira bem.”  O que não significa que nesta tarefa não pode ser ajudado pela companheira que Deus lhe deu. O que não pode ocorrer é a negligência a essa função, deixando que a mulher exerça esse papel por conta do descompromisso, da acomodação daquele a quem esse papel foi delegado.  Mas é fundamental também que o marido, ao exercer sabiamente seu papel de sacerdote mantenha os valores morais, com integridade, conforme exorta Paulo em Romanos 12:2  “ E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”,  e em I Coríntios 15:33 “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes”.  

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013


Por causa disto me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Do qual toda a família nos céus e na terra toma o nome, Efésios 3:14-16



Ao longo da história cristã vemos que satanás tem tentado de diversas formas corromper e destruir a instituição sagrada do casamento, pois com isso ele pretende atingir a base da sociedade que é a família. O diabo sabe que foi o Altíssimo quem instituiu o casamento e tem feito de tudo para banalizar as relações e assim corromper o casamento, mudando seus valores, pois ao tirar toda a santidade desta instituição divina, ele transforma o casamento em um simples contrato de relacionamento. Essa visão social e comercial que tem prevalecido atualmente a partir da qual se estabelecem os direitos e obrigações das partes de modo a assegurar a proteção dos bens, mas dificilmente a durabilidade da relação é sintomática de uma degeneração que leva à ruína da família com um propósito claro de destruir a humanidade, Essa tem sido a intenção de satanás desde sempre. A Bíblia deixa claro que a família é um lugar de base para a sociedade e é onde os sonhos de conquista devem ser compartilhados. A família é o  lugar de ajuda e companheirismo, pois quando um fraqueja o outro o fortalece, “porque, se um cair, o outro levanta o seu companheiro...”(Eclesiastes 4:11a); e onde a união favorece a conquista porque “melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho” (Eclesiastes 4:9).  É da família que saem os líderes. Por essa mesma razão a própria Bíblia relata que a instituição família vem  sendo atacada, frustrada para que seja destruída. Mas a Bíblia em Eclesiastes 4:12 também deixa evidente que isso não acontecerá quando há harmonia e união a família resiste e “se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade”. Por isso, quando a família se estrutura nos moldes e princípios de Deus, ela se firma de forma a propiciar em sua célula e se estende à sociedade a tão desejada estabilidade em todos os níveis: física, emocional e espiritual. 

domingo, 10 de fevereiro de 2013


“Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se uma só carne”. (Gênesis 2:24)


Este texto de Genesis relata a realização do primeiro casamento da história humana. Mais do que isso, relata a instituição da família por Deus. quando Ele diz no versículo 18: “Não é bom que o homem esteja só, far-lhe-ei uma companheira frente a ele”, Deus está afirmando que ela é um projeto Seu e que constitui a base da sociedade, porque foi com a criação da família, com o primeiro casamento que Deus formou a humanidade, para viver em sociedade e não em solidão. O celibato, portanto, pode ser um opção humana, mas não é a vontade de Deus. Por isso,  a Bíblia reitera em vários relatos e até mesmo por meio das metáforas e comparações entre a Relação de Jesus e Sua Igreja. Jesus aparece como o noivo e a Igreja como a noiva. Historicamente, vemos que o  casamento no Judaísmo é considerado uma instituição divina, e como a base toda nossa cultura Cristã vem do Judaísmo, para os cristãos o casamento também é considerado uma instituição divina. No judaísmo a celebração do casamento era um ato sagrado, mas com o tempo o casamento se tornou em muitas sociedades um negócio, um evento, uma especulação, uma reunião de fortunas em vez de ser uma união de corpos e almas como é a vontade original de Deus. Quando Deus afirma que não é bom que o homem esteja só, Ele assevera a importância desta instituição na manutenção de uma sociedade forte, prospera e segura  para que a sociedade se mantenha dentro de um padrão de moralidade, ética, honestidade, porque é por meio da família gerada segundo a vontade de Deus que os valores da sociedade são mantidos e aperfeiçoados.

sábado, 9 de fevereiro de 2013


Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá? Isaías 43:13


Quando Deus age em nosso favor todas as forças contrárias são neutralizadas. Quantas vezes você já passou por situações em que tudo parecia não dar certo e no final o resultado foi exatamente o contrário. A Bíblia ensina que Deus possui poder que não tem limites. Isto quer dizer que Deus pode todas as coisas. Nada é impossível para Deus. Precisamos saber que servimos a um Deus soberano e que não há nada que Ele não possa fazer e não há nada que Ele tenha te prometido que Ele não possa cumprir. Quando  Deus se levanta em nosso favor não terá montanha que nos intimidará. Lembremos a história de Davi. Quem era ele diante de um Golias ameaçador? Mas Deus agiu e ele não ficou de pé. Antes, porém, foi envergonhado e aquele que confiou em Deus foi elevado à condição de vitorioso. A nosso favor, Deus age na Natureza, Deus age pela História, Deus age por intermédio do homem e dos anjos. Deus abriu caminho pelo meio do mar (êxodo 14: 21,22) para que Seu povo escapasse das mãos do exército de Faraó. Quem atendeu ao pedido de Josué e deteve a Lua e o Sol não fará por nós muito mais do pedimos ou sonhamos?

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013


Deste um estandarte aos que te temem, para o arvorarem no alto, por causa da verdade. (Selá.) Salmos 60:4


Se atentarmos para a mensagem animadora e embora expresse de maneira clara e inequívoca por alguém que pode testemunhar em sua trajetória a vitória certa daqueles que temem a Deus,  mas, infelizmente, ignorada por muitos. O sentido de temer destacado por Davi é o que testemunhou em sua vida toda é o de respeito. Respeitar os mandamentos, respeitar os preceitos, respeitar a direção de Deus para nossa vida é o que nos faz abençoados. Quando tememos ao Senhor, obedecendo-O em todas as Suas diretrizes, estamos na Verdade, refletindo e refratando essa Verdade aos que nos cercam. Sendo assim,  arvoramos o estandarte de forma visível de modo que   bandeira da vitória esteja no monte mais alto. No mundo físico, sabemos que quanto maior a altura, maior é a queda. Mas no mundo espiritual, no que diz respeito aos nossos problemas ocorre exatamente o contrário: quanto maior o problema, quanto maior a adversidade, maior será o estandarte da vitória que Deus estenderá sobre nós. É aí que superabunda a graça, afirma a Bíblia. Basta nos mantermos fieis a Deus. 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013


Pois zelamos do que é honesto, não só diante do Senhor, mas também diante dos homens. 2 Coríntios 8:21-22


A Bíblia nos ensina que uma das características mais visíveis e desejáveis de um cristão autêntico é a honestidade. A honestidade é parte do caráter cristão e deve ser exercida em  todas as áreas de nossas vidas. Devemos ser honestos não só nos negócios, mas também nas nossas relações, com nossos sentimentos, com nossas atitudes. Um cristão verdadeiro não vive tentando parecer o que não é, não gasta além do que pode pagar, não vive num estilo de vida que suas condições não permitem. Pessoas honestas não fazem dívidas que não têm capacidade para pagar, conforme ensina Paulo aos Romanos 13:8 “A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei”.   Zelar pelo que é honesto é o que o apóstolo nos ensina se queremos ser abençoados e, principalmente, se queremos testemunhar Cristo por meio de nossas vidas.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013


“Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará”. Salmos 1:3


Há várias passagens bíblicas que nos apresentam a árvore como símbolo do homem. Assim como a água simboliza a Palavra de Deus. O primeiro Salmo de Davi, considerado como a carteira de identidade do cristão autêntico afirma que o justo será como árvore plantada junto a ribeiros de água. Isso equivale a dizer que aquele que “bebe”da Palavra será sempre bem aventurado. A árvore plantada junto ao ribeiro é reconhecida pelos seus frutos de boa qualidade porque está sempre regada.   Mas se o cristão não estiver com a sua vida alicerçada na Palavra de Deus, será como uma árvore inútil, não tem vida, e não prospera. São árvores secas, pessoas vazias da Palavra e que dão mau exemplo e péssimo testemunho. Jesus usou essa metáfora em Lucas 6:43 “Porque não há boa árvore que dê mau fruto, nem má árvore que dê bom fruto”. Tal qual uma árvore, o homem só permanece de pé quando suas raízes adquirem certa profundidade e então produz frutos. O homem só produz frutos quando está enraizado na Palavra de Deus. Não há como esconder uma árvore seca. Ela é visível de longe, mas não serve para nada porque não tem vida. Assim é o homem que não se estabelece ao lado de um ribeiro, todos enxergam a sua inutilidade. Mas se estiver firme e plantado em uma boa terra, irrigado pela Palavra de Deus, jamais secará. Mesmo que tenha se desviado do curso das águas, que tenha se afastado do ribeiro, ainda “há  esperança para a árvore, pois, mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos”. (Jó 14:7).

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


Não te alongues de mim, pois a angústia está perto, e não há quem ajude. Salmos 22:11

A palavra do salmista pode ser repetida por aqueles que se veem em momentos de dor e de angústia e se sentem na solidão não porque estão sós, mas porque não encontram o conforto que precisam naqueles que lhes rodeiam. Quantas vezes nos sentimos sós em meio a tanta gente? Quantas vezes nos deparamos com situações nas quais precisamos de um ombro amigo, de um conforto, de um estímulo e não encontramos? Mas quando clamamos ao Senhor, assim como fez Davi, ainda que pareça que Deus está distante, Ele se inclina a nós e nos acolhe, como ninguém pode fazer.
Pensemos nisto!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013


Onde, pois, estão os teus deuses, que fizeste para ti? Que se levantem, se te podem livrar no tempo da tua angústia; porque os teus deuses, ó Judá, são tão numerosos como as tuas cidades. Jeremias 2:28


Esta pergunta feita pelo profeta poderia ser feita a nós hoje, quando nos esquecemos de quem é o nosso verdadeiro Deus. Quando colocamos nosso coração naquilo que nos retira da presença do Senhor, quando nos lembramos de Deus e nos apresentamos como cristãos apenas nos momentos de necessidade e ao nos sentirmos fortalecidos abandonamos a Sua presença, ou nos esquecemos de onde viemos. Há uma expressão  popular que afirma “a barriga não dói uma única vez” que, em outras palavras, significa que aquilo que nos levou a suplicar a Deus por um livramento, ou que nos levou a pedir ajuda a alguém em um momento de extrema dor pode se repetir. Mas pode acontecer de nos depararmos com essa pergunta, se nosso comportamento for semelhante ao do povo que virou as costas para Deus e se firmou nas suas próprias forças ou agiu de forma ingrata e intolerante. Onde estão os deuses que sustentam aqueles que agem dessa forma? Será que poderão dar livramento, paz ou vida eterna àqueles que ignoram a Palavra do verdadeiro Deus?

domingo, 3 de fevereiro de 2013


“Pois todo o que pede recebe". Lucas 11: 10

Se  não recebeu, peça. Não há nada mais difícil do que pedir. O sentimento de carência total faz-nos pedir. Quando ansiamos por algo, suspiramos pelo que desejamos, mas só quando chegamos ao extremo do sofrimento é que pensamos em pedir. Ao agirmos assim, Deus nos responde, confirmando que o pedido foi aceito. Lembremo-nos sempre do  que diz o salmista em Salmos 9:9 “O SENHOR será também um alto refúgio para o oprimido; um alto refúgio em tempos de angústia”. Quando estamos angustiados, passando por problemas, é natural que busquemos refúgio. Quem não experimentou uma vida com Deus  tende a buscar soluções em caminhos vários. Quem sofre busca uma solução e espera que ela seja imediata. Isso é compreensível,  mas tal atitude não leva a lugar algum, em geral esses caminhos que se apresentam como talhos, quase sempre se transformam em armadilhas. E aquilo que de imediato nos parece ser um remédio doce, aos poucos vai se mostrando amargo. Ao pedirmos alguma coisa a Deus precisamos, antes de mais nada,  saber que Ele é poderoso para nos dar muito mais do pedimos ou pensamos, e a confiança que depositamos Nele é fundamental. Pedir e não esperar, e agir pelo nosso próprio entendimento é tolice e nos distancia da bênção. 

sábado, 2 de fevereiro de 2013


SENHOR meu Deus, clamei a ti, e tu me saraste. Salmos 30:2


O salmista nos dá o exemplo daquilo que deveria ser a nossa rotina: clamar a Deus para que nossos males sejam curados. Em versículo posterior ele vai afirmar reconhecendo que o choro, proveniente de uma dor intensa pode durar uma noite toda, mas certamente dará lugar a uma alegria ao amanhecer. Isso significa que devemos colocar no altar de Deus, em todas as circunstâncias, os nossos problemas, as nossas dores, para que elas possam ser saradas. Sejam elas dores físicas, emocionais ou espirituais, devem ser levadas ao Senhor para que sejam efetivamente saradas. Muitas vezes passamos uma noite em claro, chorando e lamentando por uma dor que nos arrasa, que sangra nosso coração e não reconhecemos que o remédio está ao nosso alcance. Muitas vezes, nossa dor é tão intensa, quando nosso coração é cortado, que não nos damos conta de que o verdadeiro e eficaz remédio está em depositar em Deus a nossa confiança. Dormir e deixar que Deus resolva é bem mais simples do que possa nos parecer. Quando essa confiança é expressa, o dia amanhece com mais clareza. Precisamos reconhecer que nada podemos fazer sem Deus e que tomamos apenas paliativos, mas  a dor não se acaba, se o mal não for definitivamente extirpado. E para que isso ocorra só há uma forma: confiar e deixar Deus agir.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013


Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente. Hebreus 11:3.


O autor de Hebreus nos faz pensar que é insensatez colocar nossa esperança em outras fontes que nada podem.  A Bíblia nos diz que “Pela palavra do SENHOR foram feitos os céus, e todo o exército deles pelo espírito da sua boca”. (Salmos 33:6) Mas é importante observarmos que é a nossa fé que move a mão de Deus.  Em geral nossa esperança é baseada em circunstâncias naturais, naquilo que vemos, ouvimos, cheiramos ou sentimos.  Enfim, com aquilo que podemos perceber pelos sentidos. Mas a fé é mais do que essa esperança porque não é construída a partir de provas circunstanciais que nos cercam. Assim como a criação de Deus, ela deve estar fundada na Sua Palavra.  A fé se baseia no fato de que Deus falou, por isso Paulo afirmou em Romanos 10:17 afirma: "De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus". Se a fé é a confiança das coisas que se esperam; a convicção daquilo que não se vê. É um estado de mente que dá a certeza de que aquilo que se espera será recebido eventualmente; é, portanto,  a convicção de que a Palavra de Deus é verdadeira ao falar de coisas que não podem ser vistas nem discernidas pela razão.