terça-feira, 31 de outubro de 2017

Esta é a aliança que farei com eles depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta: E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades. -Hebreus 10:16-17



A Bíblia nos mostra desde sempre que o nosso Deus é um Deus de alianças e é fiel aos pactos feitos com Seus filhos. O autor de Hebreus retoma a promessa que Deus fez por meio do profeta Jeremias de que estabeleceria com a casa de Israel e com a casa de Judá um novo pacto. Ao falar ao povo, Deus disse a Israel que o pacto que fez com todos os que creram no Senhor Jesus Cristo seria diferente daquele que Ele fez com Israel porque estava fundado sobre melhores promessas. O antigo pacto que Deus fez com Israel estava fundado sobre mandamentos e sobre as leis dadas por Deus ao povo por meio de Moisés. O novo pacto está alicerçado no Espírito, pelo sacrifício de Jesus. Estava firmado na letra, gravado na pedra, enquanto o novo está fundado no Espírito. Conforme nos lembra Paulo, a letra mata, e o Espírito vivifica.

Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.
Jeremias 31:33
 

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação. Hebreus 9:27-28



A lição que nos dá o autor de Hebreus neste texto em epígrafe é que temos uma única oportunidade, no intervalo que vivemos na terra, de escolher onde queremos passar a eternidade. E essa decisão é pessoal e intransferível! A Bíblia diz em diferentes registros que no céu os salvos habitarão entre os limpos de mão e puros de coração e no inferno conviverão os incrédulos, os abomináveis, os homicidas, os fornicadores, os feiticeiros, os idólatras, os mentirosos, os cães, os que se prostituem, os devassos, os adúlteros, os efeminados, os sodomitas, os ladrões, os avarentos, os maldizentes, os impuros, os lascivos, os que promovem inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas. (Mateus 5:8 – Apocalipse 21:8 – 22:15 – I Coríntios 6:10 – 1 Timóteo 1:10 – Gálatas 5:20). A morte é a “passagem” deste plano para o outro. Não podemos escolher entre morrer e continuar vivendo nesta terra, mas podemos escolher, em vida, onde estaremos após a morte, por isso, atentemos para o que nos diz o sábio em Eclesiastes 9:4

Enquanto há vida... há esperança!


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domingo, 29 de outubro de 2017

Porque serei misericordioso para com suas iniquidades, E de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais. Hebreus 8:12



O autor de Hebreus nos faz refletir sobre o nosso passado. Para Deus, o passado é um lugar para em que nunca devemos ficar! Ele nos ensina que,  quando nos prendemos ao passado sempre sofremos, seja com as lembranças boas, ou com as ruins! A Bíblia e vários exemplos vividos por nós e por outrem nos ensina que não podemos mudar o passado, tampouco adivinhar o futuro, mas podemos decidir, no presente, o que fazer em relação ao que passou e ao que virá. Quem se prende ao passado fica estagnado, acaba deprimido e amargurado, por isso o apóstolo Paulo diz em Filipenses 3.13,14: "...uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus."
Precisamos saber que Jesus lavou todas as nossas iniquidades, quando deu sua vida por nós na Cruz, como predisse o profeta Isaías 53: 4-5

Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.



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sábado, 28 de outubro de 2017

Porque esta é a aliança que depois daqueles dias Farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo; Hebreus 8:10



A Bíblia nos mostra que há um pacto eterno disposto por Deus para a salvação da raça humana. Esse pacto é plano de redenção, estabelecido desde o Éden (Gênesis 3:15), renovado com Abraão. Era um plano mediante o qual o homem poderia ser restabelecido à posição que havia perdido. Mas o homem necessitava receber o perdão de suas transgressões e esse perdão só foi possível por meio de Jesus na Cruz. Com a queda, consequência da rebelião, seria necessário que o caráter do homem fosse posto novamente em harmonia com a imagem divina. Vemos que Deus começou a ensinar o povo desde o Sinai, mas os israelitas não entendiam o que isto implicava. Eles se pautaram no cumprimento da Lei, no entanto, não quebrantaram os seus corações. O povo captou a ideia de que era necessário obedecer, pois no antigo pacto a lei era guardada somente pela letra e não com o coração. Mas no novo pacto Deus imprimiu a lei na mente e no coração dos que creem, ensinando que só podemos ser obedientes pela graça de Cristo. Com isso, não aboliu a lei, mas fê-la compreensível, demonstrando que não é por nosso esforço próprio.
A minha alma espera somente em Deus; dele vem a minha salvação.
Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha defesa; não serei grandemente abalado. Salmos 62:1,2



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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre. Hebreus 7:28



O livro de Hebreus, cujo autor não é explicitado, retrata a transição da antiga para a nova aliança e enfatiza o caráter único da ação redentora do Senhor. Se o seu autor não julgou necessário registrar a autoria, deixou claro o que era essencial deixar marcado nesta carta: a majestade da pessoa de Jesus, o Filho de Deus. Ele coloca a obra de Jesus como o Sumo Sacerdote eterno e misericordioso e fala de como o encontro real e verdadeiro com Jesus, e como essa experiência pessoal e intransferível deve transformar aqueles que se movem pela fé. A Bíblia e a História mostram que os hebreus eram muito apegados aos aspectos visíveis do judaísmo, assim como muitas pessoas atualmente quando se prendem aos rituais e religiosidades. Não é por acaso que incorporam muitos objetos à prática religiosa que deveria ser essencialmente espiritual. No entanto, a mensagem de Hebreus nos faz refletir sobre a necessidade de termos cuidado em não nos deixarmos levar pelo que é exterior e condicionar a nossa fé a rituais e dogmas. O livro de Hebreus nos mostra que o antigo modelo do templo onde eram feitas as expiações pelos pecados por meio do sangue de um animal puro foi substituído de graça pelo sacrifício do Sumo Sacerdote. O altar de agora não é mais físico e sim espiritual,  santificado pelo sangue de Jesus, instituído Sumo Sacerdote, não segundo a ordem de Arão, mas segundo a ordem de Melquisedeque, rei de Salém, gentio e não judeu. O que nos mostra que Deus liga o seu sacerdócio com um gentio, indicando com isso que o seu ministério estará aberto para todos os homens.

Jurou o Senhor, e não se arrependerá: tu és um sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque. Salmos 110:4



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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

"Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta; qual temos como âncora da alma, segura e firme, e que penetra até ao interior do véu, onde Jesus, nosso precursor, entrou por nós, feito eternamente sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque." (Hebreus 6:18-20).



O autor de Hebreus usa a metáfora da âncora para nos ensinar a não nos desesperarmos diante das dificuldades e a crermos que somos sustentados e não iremos naufragar. Mas para entendermos a importância de uma âncora é necessário enfrentarmos a tempestade, quando usamos nossa fé. Para sabermos que Deus é fiel às Suas promessas e não muda. Quando enfrentamos o mar revolto, se mantivermos nosso coração firmado em Jesus, Ele nos sustenta, haja o que houver. No meio da tempestade, Deus é a âncora que nos sustenta e nos mantém inabaláveis. Ele é a nossa força, como afirma o profeta Habacuque 3:19

O Senhor Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas.


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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

E assim, esperando com paciência, alcançou a promessa. Hebreus 6:15



A Bíblia nos ensina que Abraão foi provado por longo tempo, mas por ter esperado com paciência foi abundantemente recompensado. Por meio da demora em cumprir a promessa O Senhor o provou, enquanto satanás o provou pela tentação e Sara o provou por sua impertinência, por instiga-lo à desobediência e a desistir de esperar pela promessa. Vemos que os homens o provaram pelo ciúme, desconfiança e oposição, mas ele suportou tudo pacientemente, por isso foi agraciado. Abraão não discutiu a veracidade ou incongruência da promessa, não limitou o poder de Deus, e não duvidou da Sua fidelidade, e do Seu amor. Todavia, curvou-se à soberania de Deus, submeteu-se a esperar o momento determinado pelo Senhor, em silêncio, apesar da demora. E assim o autor de Hebreus o coloca na qualidade de pai da fé e dele faz menção, pois tendo esperado com paciência, alcançou a promessa. Aprendemos com esse patriarca que Deus condena um espírito apressado, reprova a murmuração e os atalhos. Mas também que as promessas de Deus jamais deixarão de ser cumpridas e aqueles que pacientemente esperam não serão decepcionados. A expectação da fé será recompensada, como nos garante o salmista.

Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor. Salmos 40:1


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terça-feira, 24 de outubro de 2017

Porque Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra, e do trabalho do amor que para com o seu nome mostrastes, enquanto servistes aos santos; e ainda servis. Hebreus 6:10


Às vezes ficamos ressentidos quando fazemos algo de bom, prestamos um favor ou nos desdobramos para ajudar uma pessoa amiga e vemos que ela não reconhece o que fizemos e nos trata com ingratidão. Mas quando fazemos a Obra do Senhor, ou mesmo quando cuidamos, sem esperar nada em troca, daqueles que Ele coloca em nosso caminho, é certo que Deus nos recompensa infinitamente. Se somos ingratos e desmerecemos ou nos esquecemos das boas ações que os outros nos fazem, Deus não é injusto e não se esquece daqueles que trabalham com amor e dedicação em Sua Obra, daqueles que assistem os desvalidos, que cuidam dos órfãos e das viúvas. O salmista nos lembra de que

Este receberá a bênção do Senhor e a justiça do Deus da sua salvação. Salmos 24:5


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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Porque qualquer que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é menino. Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal. Hebreus 5:13-14


 A Palavra de Deus deixa claro que há uma necessidade de crescimento ou amadurecimento espiritual em nossas vidas. Deus quer e espera que nós cresçamos para deixarmos de agir como meninos na fé, sujeitos aos ventos de qualquer doutrina. A maturidade espiritual é um processo que começa com o novo nascimento, no Espírito, quando decidimos seguir os passos de Jesus Cristo, ao aceita-Lo como nosso Salvador. É, portanto, um processo contínuo e gradativo que se inicia com uma escolha pessoal de aprender a Palavra de Deus, para que por meio dela nossa mente seja renovada. A maturidade espiritual nos leva a caminhar em obediência a Deus, vivendo na perspectiva do Senhor em lugar do ponto de vista humano. Isso implica morrer para o mundo e reconhecer a soberania do Criador, passando a Ele o total controle de nossas vidas. A maturidade espiritual nos torna capazes de discernir o caminho e nos desviar de atalhos, por isso o sábio nos ensina a pedir sabedoria a Deus.


Para dar aos simples, prudência, e aos moços, conhecimento e bom siso; Provérbios 1:4


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domingo, 22 de outubro de 2017

Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno. Hebreus 4:16


O escritor da Carta aos Hebreus dirige-se especialmente aos judeus convertidos convidando-os a se chegarem com confiança ao "trono da graça", e de igual modo nos exorta a nos achegarmos a Ele com fé, conscientes de que estamos no caminho certo que nos conduz à vitória. A Bíblia nos diz que esse acesso ao trono da graça só nos é possível porque nos foi oferecido pelo sacrifício de Jesus. Foi pela sua morte expiatória que se rompeu o véu que nos separava de Deus (Mateus 27:51). Alcançamos a misericórdia quando nos achegamos a Cristo que se ofereceu como oferta, e se tornou o único caminho para chegarmos ao Pai (João 14:6). A mensagem da Cruz é simples e pura e nela podemos encontrar a graça e a misericórdia em tempo oportuno, livres da mentira e da sordidez desse mundo.


Os mansos verão isto, e se agradarão; o vosso coração viverá, pois que buscais a Deus. Salmos 69:32




Igreja Cristã Manancial de Vida http://icmv.com.br/site/

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sábado, 21 de outubro de 2017

Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. Hebreus 4:12


O escritor de Hebreus afirma o que temos constatado cotidianamente, a palavra de Deus é poderosa. Ela é capaz de dar vida e de transformar as situações mais complicadas. Quando ouvimos e nos orientamos pela Palavra conseguimos discernir o que vem do Senhor e o que nos afasta Dele. Se reconhecemos que somos criatura dependente do Criador e a Ele damos honra, somos capazes de compreender o que Deus quer nos dizer “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz. E quando conhecemos e praticamos o que nos ensina a Palavra de Deus Ele determina um novo tempo sobre nossas vidas, sobre nossas casas, nossas famílias, sobre a Igreja. Contudo, é comum ouvirmos de pessoas céticas a afirmação que a Bíblia é apenas um livro escrito por homens. Essas pessoas baseiam-se apenas no senso comum, desconsiderando a própria história desse livro que reúne 66 livros. Todos eles escritos por homens de Deus com a inspiração divina, em um tempo determinado para esse fim. Razão pela qual, apesar dos anos, permanece viva e eficaz. Segundo o salmista, a palavra do Senhor é pura, e dela só pode advir coisas boas, por isso quem a ouve, com ouvidos de ouvir tem a alegria de ser reconhecido como filho de Deus como afirma o profeta Jeremias 11; 4

“Ouvi a minha voz, e fazei conforme a tudo que vos mando; assim vós sereis o meu povo, e eu serei o vosso Deus.”



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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, Não endureçais os vossos corações, como na provocação. Porque, havendo-a alguns ouvido, o provocaram; mas não todos os que saíram do Egito por meio de Moisés. Hebreus 3:15-16





O escritor da carta aos Hebreus explica o relacionamento de Jesus com os cristãos, demonstrando que Ele é o mensageiro de Deus, a quem devemos ouvir. É o Sumo Sacerdote, por meio de quem chegamos até Deus e a quem devemos obedecer. É aos cristãos, casa ou Igreja onde Espírito Santo quer habitar, que o escritor se dirige afirmando que não devem endurecer o coração, não murmurando, nem se desviando do caminho de obediência. O recado é para aqueles que endurecem o coração, quando estão passando por lutas ou provas, e em vez de persistirem em confiança Naquele que tudo pode, deixam de acreditar nas promessas, e se tornam incrédulos, perdendo as esperanças, e se desviam da fé. O autor de Hebreus nos lembra de que isso aconteceu no passado com o povo hebreu, quando Deus tirou Seu povo do Egito para a liberdade, para se tornarem uma nação independente, contudo, na travessia do deserto provocaram a Deus e murmuraram do caminho estreito que deviam andar. Não foi para isso que
Deus tirou o povo do Egito, mas para ser livres e fazer o que quiser, usando essa liberdade para o adorar, obedecer e caminhar pela fé, até chegarem a terra prometida, onde encontrariam descanso e paz. Mas a Bíblia conta que, durante a travessia, tentaram e provocaram a Deus e, assim, pela desobediência e incredulidade, Deus deixou que sofressem por 40 anos. Obviamente, o povo não desejava voltar para o Egito para ser escravo novamente, eles queriam apenas um caminho mais fácil, assim como muitos, hoje, que se perdem no caminho e optam por viver no mundo, pecando novamente, tendo saudades do tempo que ainda não era conhecedor da palavra de Deus, voltando aos velhos hábitos e pecados antigos, enquanto o salmista exorta

Não endureçais os vossos corações, assim como na provocação e como no dia da tentação no deserto; Salmos 95:8


 

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Porque, na verdade, ele não tomou os anjos, mas tomou a descendência de Abraão. Hebreus 2:16




O escritor da carta aos Hebreus deixa claro que o cristão deve atentar para o que já foi dito, para que em tempo algum se desvie do que foi anunciado. Ele nos lembra que Deus, podendo escolher os anjos, escolheu a nós. Ele destaca que todos os anjos são espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação e que a palavra falada pelos anjos permaneceu firme, todavia, Deus escolheu a descendência de Abraão. E essa descendência inclui aqueles que, embora não sejam judeus, porém são chamados de seus filhos em função de uma “cláusula” da aliança de Deus com ele, como diz

“Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra." (Gênesis 12:3).





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