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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1 Pedro 4:10)



Amado(a), a Bíblia nos ensina a sermos servos e nos lembra que todos, de algum modo, recebemos um dom. Mas esse dom não deve ser retido. Deve, sim, ser usado para a obra. Recebemos tudo de Deus e Ele mesmo nos diz que somos seus despenseiros. Isso significa que não devemos guardar os dons, mas que estamos aqui somente para repassar, pois somos transmissores da graça e das bênçãos e Deus. Em outras palavras, a Bíblia diz que somos mordomos de Deus e que precisamos guardar bem aquilo que recebemos do Senhor a fim de glorificá-Lo em tudo.
E para sermos bons mordomos é necessário que tenhamos prudência para sabermos guardar o que é fundamental e descartar o que não convém.
Graça e Paz!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

"Sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração e conhece todas as coisas. Amados, se o nosso coração não nos condena, temos confiança para com Deus.” (1 João 3:20-21)





Amado(a), muitas vezes nos sentimos incomodados achando que agimos mal com um irmão, que deveríamos ter feito algo que não fizemos, ou que não deveríamos ter agido de alguma forma. Entretanto, quando lemos este versículo de João, sabendo que ele nos fala sobre o amor verdadeiro, sobre o qual Jesus nos ensinou e que nos exorta a não amar de palavras, mas com atitudes que revelam a presença de Cristo em nós, percebemos que, se o que fazemos não fere os mandamentos podemos descansar tranqüilos.
Mas se nosso coração se inquieta, porque suspeitamos que agimos fora da vontade de Deus, é porque o Espírito Santo nos incomoda para nos mostrar a solução, não para nos condenar, mas para nos consolar e nos fazer enxergar a origem de nosso erro. Se somos de Deus e se não amamos apenas de palavra, nosso espírito sabe imediatamente quando fazemos algo errado. Então, a nossa consciência, a voz do nosso espírito, é quem nos condena quando saímos da vontade de Deus. Eis o que diz João 16: 8-11 “O Espírito Santo convencerá o mundo do pecado, e da justiça, e do juízo: do pecado, porque não crêem em mim;da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais; e do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado.”
É certo que estamos no mundo e temos uma natureza carnal e a carne milita contra o espírito, por isso talvez queira continuar a fazer algumas das obras que fazia, falar ou agir como antes, mas precisamos crucificar a carne e uma forma de crucificar a carne é levar nossos problemas, dúvidas e angústias, imediatamente, para a luz que nos foi concedida. Agindo dessa forma podemos ter certeza de que não nos arrependeremos, porque nosso coração descansará no Senhor.
E qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista. (I João 3: 22)
Graça e Paz!



terça-feira, 28 de setembro de 2010

"Cremos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Romanos 8.28)




Amado(a), Paulo está dizendo com isso que Deus coopera juntamente com aqueles que o amam, para trazer à existência o que é bom e nem sempre isso nos parece claro à primeira vista. Se temos nossa confiança depositada em Deus e não nos homens, devemos saber que nossa vida está nas Suas mãos e que Ele cuida de nós todos os dias. Deus jamais abandona aqueles que nEle confiam. Em qualquer situação, principalmente em meio aos problemas, Deus está trabalhando para o nosso bem. Ele transforma o mal, que não é da sua vontade, no bem que Ele quer. Se olharmos com atenção para as coisas que já vivemos, podemos verificar quantos livramentos recebemos, muitas vezes pensando ser uma perda. Quantas vezes o Senhor tem usado pessoas para nos alertar, para nos desviar de um caminho que poderia ser de dor. Um atraso, um desvio no trânsito, um desencontro, tudo pode ser usado em nosso benefício. Entretanto, precisamos pedir discernimento para sabermos entender os propósitos de Deus e não continuarmos insistindo em atalhos ou caminhos que nos afastam de Sua presença. A dor, a decepção, a aparente derrota pode não ser tão ruim, se entendermos que as dificuldades da vida querem nos levar para mais perto de Deus e não nos afastar dele.
Há um dito popular que afirma “é nas quedas que o rio cria energia”. A essa expressão podemos associar as circunstâncias que nos levam ao chão, que aparentemente parecem derrotas, mas que servem para nos impulsionar a crescer. Quem usa a queda para isso, age com sensatez, mas quem prefere se lamentar da sorte, culpar outras pessoas, ou fica inerte, sem se esforçar age como um insensato e jamais sairá do lugar.
Deus usa o mal para o bem, mas a bem daqueles que O amam, não nos esqueçamos disto.
Graça e Paz!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Portanto, convém-nos atentar com mais diligência para as coisas que já temos ouvido, para que em tempo algum nos desviemos delas. (Hebreus 2:1)




Amado(a), o apóstolo Paulo nos exorta a sermos mais atentos ao que aprendemos na palavra de Deus. Ir à Igreja, ouvir a pregação, ler a Bíblia, participar de uma célula e fazer estudos bíblicos de nada adiantam se não formos cuidadosos e diligentes com relação ao que ouvimos. Quem aprende e não pratica o que aprendeu não é sábio. É preciso vigiar o tempo todo para que o inimigo não nos roube a atenção e não nos faça desviar, essa é mensagem. Muitos são os que têm se descuidado. Cuidando que estão seguros se deixam enganar por falsas doutrinas, por ilusões passageiras, por promessas que não se cumprem, simplesmente porque não estão firmadas em bases bíblicas. Mas se nossos olhos estão em Cristo, se nossos pés estão firmes no caminho do Senhor, não há nada que nos tire o chão, ainda que tudo pareça conspirar contra nossos sonhos. Se temos uma promessa de Deus, ela se cumprirá a seu tempo. Mas é necessário entender que isso só acontecerá se formos suficientemente inteligentes para sabermos separar o joio do trigo. Nem tudo que parece ser de Deus vem Dele. A Bíblia diz que até o diabo se transfigura em anjo de luz. Ele também conhece a palavra e sabe exatamente o nosso ponto frágil. Não espere que ele se mostre com garras e chifres ostensivos, mas desconfie de tudo que parece responder a um desejo de seu coração e que venha sem lhe trazer paz. As coisas de Deus são transparentes, não trazem confusão. Se vem com angústias e se firma em mentiras, não procede de Deus. O que é de Deus é confirmado tantas vezes quantas forem necessárias e não provoca ansiedade.
Amado(a), se o seu coração não lhe condena, se o Espírito Santo habita em você, Ele trará a paz necessária para que não se desvie do caminho e fortaleça sua vida na Rocha. Mas se seus pés estão sendo desviados, se sua atenção não é posta em Deus e sim nos homens e nos atalhos, cuidado: está na hora de olhar para o alto e não mais para os sussurros do inimigo que não tem medido esforços para roubar-lhe as bênçãos. Mas a escolha será sempre sua, e as conseqüências dela também. Pense nisto! Esta pode ser a sua última oportunidade!
Graça e Paz!

domingo, 26 de setembro de 2010

Lembra-lhes, que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes, estejam prontos para toda boa obra, não difamem a ninguém; nem sejam altercadores, mas cordatos, dando prova de toda cortesia, para com todos os homens. (Tito 3:1-2)



Amado(a), de nada nos adianta apregoar: sou convertido e nasci de novo, sem entendermos que ainda estamos no mundo, debaixo de um sistema comandado pelo espírito deste mundo e habitamos em um corpo feito de carne, sujeito a sentimentos e carnalidade. Para experimentarmos uma verdadeira comunhão com Cristo não basta ser membro de uma Igreja, frequentarmos um templo, ou carregarmos a Bíblia, se fazemos da Igreja apenas um lugar para eventos sociais. Quem assim pensa e age, tem uma tendência a querer mudar de Igreja, ou de se afastar daquela em que congrega, quando algo não lhe é interessante: a pregação foi muita dura, a orientação do pastor foi contra o seu desejo, uma palavra do irmão não lhe agradou...Não importam os motivos, o que é preciso ser levado em conta é que se a Igreja é o Corpo de Cristo, em qualquer lugar que estivermos somos apenas uma parte e devemos estar sujeitos à Cabeça. E Cristo não tem dois corpos. Jesus nos deu o exemplo da obediência. Se é Cristo quem está à frente da Igreja, é a Sua palavra que deve ser considerada. E Ele mesmo nos deu o exemplo quando morreu na cruz. Certamente esse não era o Seu desejo, mas quando Ele decidiu fazer a vontade do Pai, o Pai o ressuscitou e com Ele todos nós que o recebemos como Senhor e Salvador de nossas vidas. Isso deve nos mostrar que se nossa vontade está de acordo com a vontade de Deus, teremos sucesso em nossos projetos, quer sejam eles pessoais, profissionais, emocionais. Entretanto, se eles destoam da vontade do Senhor, estarão fadados ao fracasso.
Isso não é novidade para quem já experimentou o novo nascimento, mas difícil de ser compreendido por aqueles que apenas frequentam igrejas e agem com rebeldia diante das autoridades eclesiásticas e seculares. Jesus nos revelou na parábola do semeador quais são as verdadeiras causas que levam as pessoas a deixarem o lugar da bênção, a rejeitarem o chamado e a não compreenderem o seu ministério. E lá ele não disse nada sobre magoas entre irmãos, ou opinião divergente entre os membros e pastores, mesmo porque precisamos perdoar uns aos outros sempre. O que Jesus afirma é que quem não permite a semente da palavra frutificar em seus corações são os rochosos, que não agüentam as tribulações, os espinhentos que deixam as seduções do mundo atraí-los e por fim aquele que o diabo rouba a palavra porque está na beira do caminho.
Amado(a), entregue a sua vida e a sua vontade ao Senhor.

Graça e Paz!

sábado, 25 de setembro de 2010

Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta. (Mateus 5: 23–24)



Amado(a), somos alertados por Jesus, neste texto de Mateus a não continuar nos enganando, acreditando que está tudo bem por não nos faltar, em alguns casos: prosperidades materiais e até físicas durante algum tempo. Ele nos ensina que de nada adianta oferecermos nossas ofertas no altar, se nosso Pai sabe que há questões entre nós, entre os seus filhos. De nada adianta entregarmos ao Senhor nossos dízimos e ofertas, e omitirmos o que há de mais importante no seu Reino que é a justiça, a fé, o amor e a misericórdia, por isso diz em Mateus 23:23 "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas"
Nossa vida exterior deve refletir nossa vida interior e se só podemos testemunhar coisas boas se em nosso interior elas são plantadas. Cada um só pode dar o que tem. Uma arvore má não produz bons frutos, é o que diz a bíblia. Jesus nos ensinou a não viver como os fariseus que apresentavam a aparência do bem, mas suas vidas refletiam o mal. Jesus nos ensina a buscar o perdão e a reconciliação, caso contrário de nada adianta depositar ofertas no altar: elas não se converterão em bênçãos. Para Deus, a reconciliação entre irmãos é mais importante que entregar dízimos e ofertas. Quando Jesus nos diz em Mateus 18:18"Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu", Ele está se referindo ao perdão. A falta de perdão traz enfermidade física e espiritual e infelizmente, muitos são os que hoje estão sofrendo com doenças do corpo e da alma, acreditando que mesmo não perdoando ou pedindo perdão por qualquer ofensa que tenham cometido ou feito a alguém depois de ser salvo, sua vida correrá normalmente e que alcançarão as bênçãos.
Amado(a), os filhos de Deus precisam aprender que Ele tem a cura pra tudo. “Se quiserdes e me ouvires comereis o bem desta terra”, eis o que diz o profeta, alertando-nos que a pior morte é estar morto vivo e a pior solidão é a do homem apartado de Deus, que põe a sua confiança no homem e não no Deus vivo. Todo aquele que está nEle também dará bom fruto, e irá andar como Ele andou; caso contrário é um mentiroso, e ainda está em trevas: "Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas. Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo. Mas aquele que odeia a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos" I João 2.9-11;
O perdão gera libertação e a libertação gera vida, por isso devemos aprender com a palavra de Deus, tomando posse do que diz o Senhor: “conhecereis a verdade e ela vos libertará”. Lembremos, pois, do que disse Jesus: "...e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti...".
Observe que Ele não disse para irmos nos reconciliar com nosso irmão se tivermos alguma coisa contra ele, mas se soubermos que ele tem alguma coisa contra nós. Quando fazemos o agravo, achamos que estamos certos e julgamos o irmão. Quando sofremos o agravo, achamos que o irmão é que está errado. Caso ele queira se desculpar, então perdoamos, mas não é assim que Jesus nos ensina.
Jesus nos ensina a ir atrás de quem nos agravou. O ministério de Jesus foi sobretudo o do amor, não só de justiça, porque a Lei trouxe a justiça. Mas Jesus, mesmo não tendo revogado a Lei, acrescentou o amor. E é isso que tem faltado nas relações. Para isso é preciso entender que a reconciliação não é feita por quem fez o agravo, mas por quem sofreu o agravo. Quando fazemos alguma coisa ao irmão, para ser feita a justiça, o certo é ir até ele e pedir perdão. Se fizermos isto, não temos galardão algum, pois apenas fizemos justiça. Mas se ao contrário sofrermos o agravo, e buscarmos com o outro a reconciliação, isto é amor. Amor é buscar o proveito do outro e não o seu próprio: "O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" I Coríntios 13.4-7.
Portanto, amado(a), antes de cobrar de Deus o porquê de sua vida ainda não ter sido abençoada, e levar sua oferta ao altar, verifique como andam seus relacionamentos, como você tem se comportado com seus irmãos. Você nem precisa responder. Deus conhece seu coração e seus caminhos e o mundo conhece as suas obras.
Graça e Paz!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se. (II Ped 3:9)




Amado(a), neste versículo podemos nos deter em quatro aspectos fundamentais que encerram o conteúdo da mensagem de Deus: 1) o Senhor entrega a benção no tempo certo; 2) Deus é longânimo, mesmo quando nos faz esperar; 3) Ele não entrega a promessa precipitadamente para que ninguém se perca e 4) O Senhor espera pelo nosso arrependimento.
Observe que Pedro chama-nos a atenção para esses fatos, lembrando-nos de que “Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.” Portanto, o tempo do arrependimento é agora, uma vez que não sabemos ao certo quando o Senhor virá. Por isso nos convém “ser em santo trato, e piedade”.
Jesus em Lucas 15:7 afirmou: “...haverá maior alegria no céu por um pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.” Arrependimento pressupõe mudança de comportamento, está no plano da ação e não das emoções. Quando colhemos os frutos de nossas escolhas erradas e sofremos momentaneamente por isso, temos uma tendência a nos sentir arrependidos do que fizemos e a afirmar que não faremos mais, que não cometeremos mais os mesmos erros. Entretanto, se isso não gerar mudança de postura, mas apenas um reflexo de nossa emoção, não podemos afirmar que houve arrependimento, mas remorso. O que nos leva a seguir em frente, desconsiderando o passado. Arrependimento é a mudança tal na mente de uma pessoa, que faz com ela lide com as falhas, os pecados, os erros, a falta de zelo e a impiedade do passado de forma diferente. Isso significa que agora vemos todas essas coisas como erradas e impróprias e passamos não a negar o que fizemos, mas a usar o nosso erro para orientar nossa postura futura. Eis porque Salomão nos diz em Provérbios 28:13 “o que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia”. É pelo arrependimento e salvação inicial, que nós passamos da morte para a vida (I João 3:14), das trevas para a luz (Atos 26:18; Efésios 5:8; I Pedro 2:9), do poder de Satanás para o poder de Deus (Atos 26:18).
Amado(a), veja, então, que arrepender-se não é um discurso, mas uma prática efetiva que pode ser testemunhada pela mudança, por um novo nascimento, por um evangelho de exemplos nas atitudes e nas relações com o próximo.
Graça e Paz!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010


Senhor, concede-nos a paz, porque todas as nossas obras tu as fazes por nós” (Isaías 26.12).


Amado(a), esse versículo nos fala sobre algo muito importante para a vida dos filhos de Deus. Ele fala de como conhecer o tempo de Deus para nossa vida. Esperar No Senhor e ter paz enquanto esperamos. É importante lembrar que as promessas de Deus não podem ser revogadas, mas muitas vezes para alcançarmos as bênçãos precisamos passar pelo tempo da espera e Deus quer nos ensinar alguma coisa com o tempo de espera. Tempo de Deus significa “Momento ou ocasião apropriada para que uma coisa se realize", por isso o sábio nos ensina em Eclesiastes 3:1: “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu”. O tempo de espera serve para nos preparar. Nem sempre estamos preparados para receber a benção e é por isso que Deus nos coloca na sala de espera. Quando compreendemos isso conseguimos perceber o tempo como algo que não é ruim, que serve para o nosso amadurecimento e não para nos tirar as oportunidades, porque elas estão firmadas em Deus, como nos ensina Davi no Salmos 31.15: ‘Os meus tempos estão nas tuas mãos…’. O apóstolo Paulo também nos lembra que o sofrimento tem uma finalidade e que a demora no cumprimento das promessas tem seu objetivo, pois o propósito de Deus em nossa vida é usar o tempo para nos ajustar ao ponto ideal. Mas muitos são os que têm perdido as suas bênçãos por não saberem ficar na sala de espera. Querem tudo instantaneamente e colhem frutos verdes. E os cientistas são unanimes em afirmar que o fruto colhido antes da hora é pobre em sabor. Os frutos colhidos em nossas vida antes de estar maduro, ou antes que estejamos maduros, também têm sabor ruim.
Amado(a), a Bíblia diz que há tempo para tudo debaixo do sol, e nos mostra em diversas passagens o agir de Deus mediante o processo de espera na vida de muitos homens como Abraão, Jacó, Calebe, Josué, José, Davi e mesmos nas histórias dos milagres realizados por Jesus que ilustram como o tempo do mover de Deus não pode ser negligenciado: a cura do paralítico na Porta Formosa, a cura da mulher com o fluxo de sangue; a ressurreição de Lázaro, a cura do paralítico no tanque de Betesda, dentre outros tantos.
Como cristãos devemos compreender que quando vivemos em inteira dependência de Deus, agindo pela fé, entregamos não apenas a condução do nosso andar neste mundo, mas também a liberdade de usar o tempo para o nosso tratamento. Se algo que esperamos ainda não aconteceu é porque alguma coisa ainda precisa ser feita. Algo em nós ainda não está maduro, mas quando nos deixamos guiar pela ansiedade, passamos o carro á frente dos bois e atropelamos a ação de Deus. A conseqüência é o sabor amargo dos frutos, que, em reação natural, cuspimos fora. Em vez de desfrutarmos das bênçãos prometidas, abortamos o que poderia ser uma maravilha se chegasse no tempo de Deus.
Precisamos entender que o que vai fazer a diferença em nossa vida não é o tamanho da promessa, de sua maravilha ou do tempo que ela irá levar para se manifestar, mas a certeza, assim como teve Calebe, de que a perseverança e a paciência trouxeram frutos imperecíveis com doce sabor e, sobretudo, colhidos na paz.
Davi esperou pacientemente no Senhor, e Ele ouviu a sua voz. Esperar o tempo de Deus é a garantia de não agirmos precipitadamente. É o segredo para saber se o fruto está na hora certa da colheita é experimentarmos a paz. Se ele vem com angústias, dúvidas, inquietações de contrariedades é porque não vem no tempo de Deus. Aquilo que vem do Senhor traz paz e não confusão. Traz segurança e não dúvida. Traz alegrias e não depressão.
A palavra de Deus em Isaías 55:8 nos diz que os nossos pensamentos não são os pensamentos de Deus, nem tampouco os nossos caminhos são os caminhos dEle. Sabendo disso, devemos confiar no Senhor e esperar nEle em todas as situações.
Graça e Paz!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010


E, tão logo o espírito imundo saia para longe do homem, anda por lugares sem água, buscando repouso, e não o encontra. Então diz: ‘Voltarei para dentro da minha casa, de onde saí.’ E, havendo voltado, acha-a desocupada, tendo sido varrida e tendo sido adornada. Então vai, e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, havendo entrado, habitam ali; e as últimas condições desse homem tornam-se piores do que as primeiras. Assim acontecerá também a esta geração má.” (Matheus 12:43-45)


Amado(a), não temos dúvida de que a palavra de Deus é viva e eficaz e que os Seus planos não podem ser frustrados. Entretanto, eles podem ser atrasados. Muitas vezes por conta de nossa incredulidade, de nossa falta de perseverança, e também por conta de nossa desobediência. O diabo tem sido determinado na arte de enganar e seduzir, agindo sutilmente de modo a fazer com que muitos percam as suas bênçãos, porque, desde o Éden, ele tem levado os homens a desobedecer. Embora Cristo tenha nos libertado da condenação gerada pela desobediência do primeiro casal, muitos são os que ainda estão presos ao pecado e dão lugar aos espíritos das trevas. A Bíblia nos ensina que é preciso conhecer a verdade, para que ela nos liberte, mas diz também que são muitos os que ouvem, mas não compreendem, ainda que lhes sejam dadas repetidas demonstrações. Sabemos que por detrás de tudo isso há a ação de satanás, com o objetivo de sempre. Sabemos também que ele nem se dá ao trabalho de mudar suas estratégias: ataca sempre o ponto fraco daquele que não vigia, ou que se sente independente de Deus para agir. Há um ditado que diz que sábio é aquele que aprende com os erros dos outros, o tolo aprende com os próprios erros, mas o débil nem mesmo com seus erros é capaz de aprender. E a Bíblia nos mostra em vários momentos porque isso acontece. A própria história do povo de Israel demonstra isso. Eles andaram em círculo 40 anos, estando próximo da Terra prometida. Para que a libertação de fato aconteça é preciso mudança, de 180 graus, não de 360, o que tem acontecido com muitos, que voltam sempre ao começo, assim como o povo de Deus no deserto. Pedro em sua segunda carta diz “Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama.” (2 Pedro 2:22)


Esse dito popular explica que, assim como o cão volta ao próprio vômito e o consome, a natureza humana impele o homem de volta ao pecado, durante o seu processo de libertação“Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes são opostos um ao outro, para que não aconteça que o que quer que quiserdes, estas coisas façais.” (Gálatas 5:17) e assim abre uma "brecha" para que o diabo volte. Mas quem acha que ele volta como antes se engana, pois como nos ensina Jesus, ele volta trazendo sete outros espíritos, piores do que ele.
E para quebrar esse ciclo é preciso esvaziar-nos de nós mesmos e nos encher de Deus. Esvaziar a casa e a ornamentar para o Espírito do Altíssimo é a única solução. Não adianta continuar buscando a santificação cometendo os mesmos erros do passado. Lembremos que a desobediência é o pecado maior, foi por ela que o homem caiu. É por ela que muitos têm andado em círculo. Assim, ao encontrar libertação, a pessoa deve imediatamente adotar uma postura de combate ao pecado, de combate ao demônio, de santificação, de amor à Deus e pedir com todas as forças que o Espírito Santo a preencha, tornando assim impossível ao diabo entrar, eis porque Tiago 4:7 ensina. “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.”
Amado(a), não pense, contudo, que uma vez tendo o Selo de Deus, o diabo nunca mais se levantará contra você. Ele certamente se levantará, mas não poderá mais tocar em você. Assim usará outros para tentar lhe tirar do caminho certo e isso pode ocorrer em qualquer lugar: em sua família, em seu trabalho, dentro da igreja. Então, resta a você a escolha: dar lugar ao espírito maligno e aos sete que vêm com ele, ou preparar a sua casa para receber tão somente o Espírito Santo. Mas lembre-se: Ele não quer ser uma visita que entra apenas na sala e não tem acesso aos demais cômodos. Ele quer entrar também em seu quarto e nas dependências mais íntimas. Esse espaço está limpo para recebê-Lo?
Graça e Paz!

terça-feira, 21 de setembro de 2010


Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios” (1 Tessalonissenses 5.6);


Amado(a), o apóstolo Paulo usa a alegoria do sono como uma metáfora da vida espiritual indiferente, como algo negativo, pois quando estamos em estado de repouso estamos sujeitos aos ataques de surpresa. Dormir, nesse sentido, significa falta de vigilância, desatenção, e consequentemente exposição a um perigo iminente. O sono espiritual demonstra uma vida sem santidade, na impiedade. Os que dormem espiritualmente não conhecem a Cristo e nem as suas exigências e não estão nem um pouco interessados em descobrir a verdade, ou atentos às exortações de santidade, por isso relativizam a palavra, escolhendo para si apenas o que pode justificar suas mentes atormentadas pelo pecado.
Quantos são os que dormem e por isso entregam-se as concupiscências e a prazeres carnais, e mostram-se descuidados e indiferentes para com a vinda do dia do Senhor;
Em geral, suas atitudes diante da palavra é de inércia constante, se são empurrados seguem no impulso, mas aos poucos sua atitude de espírito torna-se estúpida, embotada e sonolenta; e assim retrocedem e se tornam preguiçosos na realização de seus deveres. Se antes agiam com interesse e entusiasmo na obra do Senhor, por não vigiar, cochilam e apenas freqüentam a igreja, como um hábito social ; contentando-se com as aparências, tornando-se mornos e indiferentes para com as verdades e ordenanças do evangelho. Em vista disso não reconhecem e não se preocupam com os seus próprios pecados”.
E nesse caminho, o apóstolo nos exorta a vigiar. Este é um alerta para que todos os cristãos estejam acordados, vigilantes, aguardando com expectativa a vinda do Senhor Jesus, ao contrário dos que estão espiritualmente em estado de sonolência. Mas não adianta apenas estar acordado em estado de vigília, é preciso estar sóbrio. Isso significa não se embriagar, não apenas com bebida, mas com tudo que nos tira o estado de consciência e nos impede de ficar de pé. O apóstolo nesta carta escrita aos Tessalonicenses ainda nos lembra de exortar uns aos outros, para que o irmão esteja no erro seja edificado, assegurando que devemos reconhecer os que trabalham entre nós e que presidem sobre nós no Senhor, e nos admoestam. Isso quer dizer que devemos ouvir e obedecer a voz de nossos líderes, os quais devemos ter em grande estima e amor, por causa da sua obra. Eis que ele também nos ensina a ter paz entre todos a admoestar os desordeiros, a consolar os de pouco ânimo, a sustentar os fracos, e ser pacientes para com todos. Não pagando mal por mal, mas seguindo sempre o bem, regozijando-nos sempre.
Mas observe também, amado(a), que o apóstolo segue sua instrução com um imperativo “Orai sem cessar”, lembrando-nos em seguida de dar graças em tudo, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus e não extinguir o Espírito, nem desprezar as profecias, examinando tudo para reter apenas o bem e a fugir não só do mal, mas de toda a aparência do mal.
Graça e Paz!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010


“Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.” (João 5:28-29)


Amado(a), nada nesta vida é tão certo quanto a morte. Por mais indesejada que seja ela certamente virá cumprir seu papel, desde que, no Jardim do Éden, o primeiro casal deixou de ouvir a voz de Deus e preferiu dar ouvidos ao enganador. Eva desobedeceu e de igual modo Adão, que preferiu não assumir sua falha, acusando a mulher que Deus lhe deu como companheira. Seu erro não foi somente o de ser levado a desobedecer, mas também o de não assumir sua parte da culpa. Ora, se Deus avisou aos dois sobre o que não poderiam fazer, ele, sendo o varão, não poderia deixar que a mulher comandasse suas atitudes. Antes de obedecer ao desejo de Eva, deveria se lembrar da única recomendação que lhes fizera o Senhor. A morte veio como conseqüência da desobediência e desde então toda a humanidade a tem como destino certo. Mas de Jesus, o novo Adão, veio a redenção e a expiação do pecado que trazemos impregnado em nossa natureza carnal. E, a partir de Sua ressurreição, foi nos dado o direito de escolher entre a vida e a morte. Se não podemos ficar livres da morte física, a morte espiritual é opção nossa. Contudo, assim como no Éden, quando não ouvimos a voz de Deus e desobedecemos às Suas recomendações, estamos trazendo a morte. E como não sabemos se teremos nova oportunidade, ou quando Deus nos pedirá a alma, o melhor caminho é, ao ouvir a Sua voz, seja por que meio for, obedecer sem questionar, sem colocar nossas razões acima do que nos foi orientado. Se Deus está dizendo, é melhor fazer, porque quem cai na mão do inimigo pode se livrar pela graça e misericórdia do Pai, mas quem cai na mão de Deus não tem a mesma chance, conforme nos adverte o apóstolo Paulo em Hebreus 10:31 “Que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo!”.
Amado(a), examine seu coração, sua conduta diante de Deus tem sido a de obediência e de busca de santificação, conforme tem sido exortado diariamente, ou tem se colocado na postura independente de quem sabe o que é melhor para si e Deus é apenas um ser a quem você clama quando tudo parece perdido?
Graça e Paz!

domingo, 19 de setembro de 2010


Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz. (Efésios 5:8)


Amado(a), Paulo está nos lembrando de algo que muitos que assumiram fazer parte da família de Deus estão se esquecendo: quem conhece a palavra e confirmou pelo batismo que Jesus é o único Senhor e Salvador de sua vida não pode andar como um ímpio. O que fazia antes não pode mais ser feito. Quem mentia não pode mais mentir; quem enganava deve fugir desse erro; quem outrora se desviava dos caminhos do Senhor, como filho eleito, deve fugir do pecado, aceitar a correção do Pai e andar no reflexo da luz. Paulo nos ensina a não nos comunicar com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condená-las, porque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe, afirma o apóstolo.
Amado(a), para quem conhece a palavra de Deus e insiste no erro, e em contrariar as orientações não tem desculpa. O apóstolo “por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá ainda“. Ele se refere àqueles que, mesmo tendo a revelação da palavra, tendo sido exortados a seguirem em veredas de justiça e sem se desviar do caminho, ainda preferem dar ouvidos às vozes estranhas que sutilmente se manifestam, sendo condenadas pela luz, porque a luz tudo manifesta. Esses são considerados mortos, porque são desobedientes e a desobediência leva ao pecado que leva à morte. Eis porque ensina: “Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios”. Sábio é todo aquele que, ouvindo a palavra não deixa que ela caia entre os espinhos, não deixa que o diabo roube a semente e sabendo que os dias são maus, não age como os insensatos que preferem andar no conselho dos ímpios, a tropeçar na própria tolice em vez de esperar e confiar no Senhor.
Graça e Paz!

sábado, 18 de setembro de 2010

A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a maldade do pai, nem o pai levará a maldade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele. (Ezequiel 18: 20)




Amado(a), em geral nos preocupamos mais com os sintomas do pecado do que com o pecado propriamente dito. O pecado nos faz perder o foco, sair do alvo e isso traz conseqüências as mais diversas em nossas vidas. Mas o que ocorre é que focamos nossa atenção nessas conseqüências e nos esquecemos de abordar e refletir sobre a origem. Se nossa vida profissional vai mal possivelmente nossa vida financeira também não vai bem. Pode ser que tenhamos sucesso financeiro, mas somos frustrados profissionalmente porque não fazemos o que nos agrada. Nossa conta bancária não está no vermelho, temos fartura e desfrutamos de luxo e conforto, mas há uma insatisfação que nos incomoda porque há algo de ilegal e/ou imoral na fonte de nossa riqueza. Isso é pecado e traz conseqüências. Pode ser que tenhamos um bom emprego, uma salário razoável que nos permitiria viver confortavelmente, mas o salário sempre acaba antes do final do mês, sem que tenhamos cumprido com nossos compromissos financeiros, ou que tenhamos suprido as nossa necessidades materiais. Muitos não se dão conta disso, mas é bem possível que a resposta esteja no pecado de não administrar bem os nossos recursos. Isso significa primeiro devolver a Deus a a primeira parte e o dízimo devido, depois pagar os nossos credores, mesmo que seja uma quantia insignificante. Em geral, quem não honra seus compromissos com os homens, também não é fiel a Deus, ou vice-versa. A conseqüência é um desacerto financeiro constante, independe do volume da receita, as despesas sempre serão superiores e sempre haverá algo faltando. Isso é cíclico. Mas aquele que honra seus compromissos em todos os sentidos nunca terá necessidade. Isso é promessa de Deus.
Se o pecado é na área pessoal, isso reflete na vida emocional, sentimental, nos relacionamentos. Podemos viver cercados de pessoas e continuar nos sentindo vazios e solitários, porque escondemos o pecado em nossos relacionamentos e não nos retratamos. Se temos pensamentos impuros, se defraudamos o nosso próximo, se não honramos os compromissos assumidos ou se somos intempestivos para assumir um compromisso ao qual não valorizamos, certamente isso nos trará conseqüências. Vemos os sintomas, a depressão, solidão, doenças psicossomáticas, angústias, mas não atacamos a causa: nossa falta de perdão ou de fidelidade.
Entretanto, como afirma Ezequiel, nossos pecados não podem ser atribuídos aos nossos pais ou companheiros. Somos responsáveis por ele perante o Senhor. É preciso, antes de tudo, fazer uma auto análise e ponderarmos sobre que comportamento nosso tem atraído o que temos como sintoma do pecado. Possivelmente o inimigo vê em nós uma casa arrumada e pronta para que ele faça morada. Se damos a ele esse conforto e um ambiente propício ele se instala e aí passamos a fugir do alvo, porque Deus não habita em casa que não seja santificada.
Amado(a), o que em você tem atraído a ação do inimigo? Quais têm sido os seus comportamentos cíclicos que fazem com que você saia do alvo e viva em eterna insatisfação? É preciso constatar onde está a causa e não apenas combater os sintomas. A boa notícia é que Deus pode transformar sua vida, se você der autorização. Mas para isso é preciso que você obedeça a voz de Deus, que escute os Seus profetas e que não dê mais espaço a nenhum espírito que venha desviá-lo(a) do foco. A escolha, como sempre, é sua! Veja o que diz Ezequiel 18: 19 “Porque o filho fez juízo e justiça, e guardou todos os meus estatutos, e os praticou, por isso, certamente viverá”.
Graça e Paz!



sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que häo de dar conta delas; para que o façam com alegria e näo gemendo, porque isso näo vos seria útil. (Hebreus 13:17)





Amado(a), obedecer é a palavra chave para a obtenção das bênçãos, tem-nos dito o Senhor. Obedecer aos pais, aos líderes, enfim, a todas as autoridades constituídas, quer no trabalho, na família, na igreja. Se quisermos receber as bênçãos que Jesus conquistou na cruz por nós, precisamos nos dispor para obedecer. Não há outro caminho. Jesus nos deu esse exemplo e se somos cristãos, como pequenos cristos, o certo é que devemos estar debaixo da cobertura de um líder que tenha uma visão de Deus bem definida. Isso não quer dizer obediência cega, ou assujeitamento, mas orientação sustentada pela palavra de um líder que também ouça e obedeça ao Espírito Santo. Deus nos concedeu o livre arbítrio para que pudéssemos escolher, mas nos deu também o Espírito Santo para que sejamos capazes de identificar a vontade soberana de Deus e a vontade permissiva. Muitos são os que decidem ficar nos seus próprios projetos, na vontade permissiva de Deus, sem obedecer ao projeto soberano do Senhor em suas vidas. Mas testemunhos nos mostram que quem escolhe a obediência a Deus tem o sucesso à porta, pois a porta que Ele abre ninguém pode fechar, enquanto naquela que Ele tranca é inútil bater ou arrombar.
Há um decreto de vitória para os que andam segundo a Palavra. Essa tem sido a certeza dos que estão não na desobediência da sua carne, olhando as circunstâncias, mas segundo o poder de Deus que em nós habita. É impossível não reconhecer que somos levados a níveis de conquista em diversas áreas da vida: emocional, financeira, material, física, espiritual, quando optamos pela obediência.
Amado(a) se você é fiel a Deus em suas ofertas e dízimos, certamente sua vida reflete isso. Se você se santifica, ora, jejua e permite que seu caráter seja transformado, aceitando a correção, já é mais que vencedor.
Graça e Paz!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010


Se quiserdes, e obedecerdes, comereis o bem desta terra. (Isaías 1:19)

Amado(a), falar em obediência é vislumbrar a principal condição para que sejamos vitoriosos em todas as áreas de nossa vida. Temos vários exemplos bíblicos disso. Um dele é a promessa de Deus a Josué que faria com que seu povo herdasse a terra. Mas, para isso, foi necessário que ele fosse fiel e obediente à Palavra do Senhor. Josué teria de conquistar. Para conquistar é preciso antes obedecer. Este é ainda um grande desafio nós. É um princípio criado por Deus para que caminhemos debaixo de Sua benção. Jesus nos deu o maior exemplo de obediência, tornando-se servo. E por meio da obediência o obteve por nós uma grande conquista: vidas que antes estavam caminhando para a morte eterna, para o inferno, por causa do pecado puderam ser salvas. A obediência trás a unção de conquista, conforme declara Isaias no texto em epígrafe. Quem não é obediente não prospera, não cresce, não avança, fica estagnado espiritualmente. Vive repetindo erros e colecionando derrotas. Não é difícil perceber isso nas vida de desobedientes porque tudo fica estagnado e o orgulho se destaca, pois a desobediência é alimento para os espíritos malignos atuarem. A desobediência é a brecha por onde o diabo entra para nos roubar as bênçãos
Onde entra a desobediência, principalmente contra a Palavra de Deus, entra a maldição, vista desde Gênesis 3:17-19, com Adão que trouxe o aprisionamento do homem ao pecado no instante em desobedeceu ao Senhor (Romanos. 3:12-14). E é interessante observar que ele também não assumiu sua culpa, preferindo acusar à mulher que Deus lhe deu como companheira. Desde então vemos que todos que caminham em direção à desobediência se perdem no caminho. Não se sabe de ninguém que tenha conseguido êxito em desobediência, por esta razão, devemos estar sempre prontos a obedecer a Deus e a Sua Palavra. Obedecer aos líderes e suas orientações, sempre que estiverem firmadas na Palavra.
Amado(a), reflita agora: em quais áreas de sua vida você ainda está enfrentando problemas? Procure ver se tem agido por sua própria conta ou tem obedecido às orientações daqueles que Deus tem colocado para endireitar seus caminhos. Você tem obedecido ao Espírito Santo ou aos homens? Você está consciente de que a obediência traz as bênçãos em todas as áreas da nossa vida?
Graça e Paz!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010


Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. (Provérbios 3:6)


Amado(a), em mais uma lição de sabedoria, Salomão, que tanto nos dá testemunho de obediência como de desobediência, oportunamente nos ensina a não fazer o que ele fez ao final de sua vida. Ele que dedicou um livro a mostrar a importância, não só do conhecimento, mas da prática da palavra de Deus, recomendou: “Filho meu, não te esqueças da minha lei, e o teu coração guarde os meus mandamentos. Porque eles aumentarão os teus dias e te acrescentarão anos de vida e paz.” (Provérbios 3:1-2).
E se pensarmos na experiência desse rei que foi considerado o homem mais rico e mais sábio, mas que mudou o curso de própria história quando provocou sua separação de Deus por meio de comunicação com os idólatras, levada pelas mulheres com quem se relacionou, podemos trazer para nossas vidas um curso diferente.
Ao negligenciar a sua aliança para com Deus, perdeu o domínio de si mesmo e fez com que sua tão famosa sabedoria fosse inócua, e sua moral se dissipou. Isso também acontece conosco, quando nos fazemos sábios aos nossos próprios olhos, deixamos de temer ao Senhor e assim não nos apartamos do mal. Deus pode fazer muito pouco pelos homens que se tornam independente Dele. Enquanto Salomão seguia a lei do céu, Deus estava com ele, e tinha sabedoria para governar Israel com imparcialidade e misericórdia, mas quando deixou de ouvir a voz do Senhor, sua vida foi corrompida e ele se entregou ao culto de falsos deuses. Vemos, então, no que se tornam os seres humanos quando se aventuram a separar-se de Deus. Nem sempre nos damos conta, mas um passo em falso prepara o caminho para outro, e cada passo é dado mais facilmente do que o anterior. É assim que começamos a perder nossa comunhão com Deus, por isso, devemos atentar para as palavras do próprio Salomão: “Não te desamparem a benignidade e a fidelidade; ata-as ao teu pescoço; escreve-as na tábua do teu coração. Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento.”
Amado(a), não precisamos sofrer as conseqüências dos erros e da desobediência se temos a Bíblia como manual de instrução, se temos profetas a nos exortar no caminho da sabedoria divina. Deus nos fala por meio de Salomão “Filho meu, não rejeites a correção do SENHOR, nem te enojes da sua repreensão. Porque o SENHOR repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem.” Quem reconhece Deus em todos os seus caminhos não tropeça, pois suas veredas são endireitadas. Seguir a exortação do sábio é melhor do que colher as conseqüências de se estribar em seu próprio entendimento. Essa é a grande sabedoria. O tolo despreza a correção, mas o sábio faz dela o seu alicerce. Provérbios 3:35 afirma: “Os sábios herdarão honra, mas os loucos tomam sobre si vergonha.”
Você prefere ouvir e obedecer ou esperar para colher as conseqüências?
Graça e Paz!

terça-feira, 14 de setembro de 2010


Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama. (Lucas 7:47)

Amado(a), o ministério de Jesus é um ministério de amor, que pressupõe perdão e reconciliação. Não esse amor mundano que tem confundido a muitos e levado dores, angústias e perdição. Mas o amor do qual nos fala o apóstolo Paulo em I Coríntios 13: um amor que tudo espera, tudo suporta, e que jamais acaba. Este versículo está se referindo a uma explicação de Jesus a uma parábola que Ele usou para falar sobre o perdão. Na nossa dimensão humana nem sempre somos capazes de entender o que esse ato significa e proferimos essa palavra sem vivenciá-la verdadeiramente. Nem sempre nos reconhecemos devedor, contudo, esse é o início do caminho do encontro com o perdão de Deus. Não importa o tamanho da dívida, o que conta é o amor. Quem não se vê devedor não se vê na necessidade de amar, nem aos outros, nem a si mesmo, tampouco a Deus. Mas aquele que ama é porque se viu perdoado, e ama muito. Ama aos outros, porque reconhece que todos são devedores, iguais; ama a si mesmo, porque não se incomoda de se humilhar em busca de perdão e ama a Deus, pois conhece o Seu nome e sabe que Ele é perdoador.
Amado(a), quantas vezes o amor de Deus tem sido manifestado em sua vida e você não se dá conta disso? Quantas vezes o irmão tem lhe estendido a mão e ignorado suas fraquezas, falhas e omissões? Agora está na hora de reconhecer-se devedor(a) e praticar o amor que tem recebido, exercendo o perdão verdadeiro, o amor não fingido, sem interesse. Não importa quais foram os seus pecados, Deus passa uma borracha neles, mas é preciso que você escolha não mais sair do alvo e olhar para Deus, sendo referência de Cristo e não mais envergonhe o Seu evangelho.
Graça e Paz!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010




Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações. (Hebreus 4:7)


Amado(a), ao longo de toda a nossa vida, a oportunidade de crescer na presença de Deus nunca cessa, porque Deus está diariamente a nos chamar. Ele fala, nós é que nos fazemos de surdos ou endurecemos os nossos corações. Deus tem falado por meio de Sua palavra, tem usado Seus profetas, e, se preciso, até mesmo por uma mula, quando quer que a Sua palavra chegue até alguém
Amado(a), creia que Deus quer falar com você. O que não é certo é se você está disposto a ouvir a Sua voz. Mais do que isto: se está disposto a obedecê-Lo.
Muitas pessoas não ouvem a voz de Deus por conta de maus testemunhos de alguém que se diz crente, mas agiu ou age conforme o mundo dita. Colocam-se na posição de juiz e rejeitam a Sua mensagem por relacionar a palavra de Deus ao comportamento incorreto de alguém. Há pessoas que não querem ouvir porque pensam que são suficientemente preparadas para tomar as próprias decisões e quando alertadas sobre um posicionamento errado julgam se tratar de perseguição ou leviandade de alguém. Essas pessoas querem as bênçãos, mas não estão dispostas a pagar o preço. Não estão dispostas a receber a verdade. Preferem viver de suas ilusões. Estão sempre errando e pensando que terão novas oportunidades, quando estiverem prontas. No entanto, porque não visualizam os próprios erros, não admitem que produzem as suas dores. Por isso vivem de angústia em angústia sem ter paz no coração.

Há pessoas que darão ouvidos por que hoje é o único dia que sabem que realmente têm.
Este é um terceiro grupo com o qual o texto está envolvido. Homens e mulheres que percebem a urgência da aceitação da mensagem. Quando o autor coloca HOJE é para especificar que nem foi, nem será, mas a oportunidade é agora. Hoje aqui não quer dizer todo este dia, mas o momento presente, o agora, o já. Não há mais tempo para se confundir com falsos testemunhos ou com esperanças sem garantias.
A palavra de Deus é viva e eficaz e mesmo que ela corte como uma espada, que doa como uma chicotada, ela não voltará vazia e se um profeta de Deus fala, melhor é ouvir. Ouvir e praticar. É certo que somos livres para aceitar ou não, mas também é certo que arcaremos com as conseqüências de nossa desobediência.
Não endureçais os vossos corações. Essa é a exortação de Paulo, porque como mensageiro de Deus, ele sabe que o Senhor quer fazer aquilo que a tua alma mais quer que seja feito. Ele quer lhe dar a alegria, quer que você tenha vida em abundancia. Mais do que isso, Ele quer que você seja um participante da vida eterna.
Mas Ele espera o seu posicionamento: obedecer. Ouvir a Sua voz e deixar de lado o que não convém. Quando o homem se coloca em posição de independência, ele rejeita a ação de Deus e retarda as Suas bênçãos.
Amado(a), Ele já fez tudo o que era necessário para restabelecer a plenitude de vida que você anseia e quer que você deixe de lado o que você acha, de como sua vida seria melhor, e participe da vida que ele preparou pra você. Uma vida de vitória garantida, apesar das lutas. Uma vida de alegria, apesar de momentos difíceis. Uma vida que não acaba aqui.
A decisão é sua!


Graça e Paz!

domingo, 12 de setembro de 2010


E porei a minha aliança entre mim e ti, e te multiplicarei grandissimamente. (Gênesis 17:2)
Amado(a), temos ouvido co frequência que nosso Deus é Deus de alianças. Aliança significa pacto, acordo, ajuste, concerto. Teologicamente, diz respeito a concerto entre Deus e o seu povo. A divisão da Bíblia em duas partes está relacionada a dois momentos em que Deus faz alianças com Seu povo. O Antigo Testamento é chamado Antiga Aliança, e o Novo Testamento, Nova Aliança. Vemos m toda a Bíblia que Deus toma a iniciativa de fazer alianças e por meio delas, pelo seu imenso amor, nos dá a garantia de muitas bênçãos, se houver fé e obediência. A primeira aliança Ele fez com Adão e Eva, no Éden: deu-lhes a Terra e pleno domínio sobre os animais, abençoando-os com a ordem para frutificar e multiplicar. Entretanto, estabeleceu condições: o primeiro casal não deveria comer do fruto da árvore da ciência do bem e do mal. Se comessem da árvore proibida, morreriam. Vemos depois que eles desobedeceram, quebraram a aliança, e experimentaram imediatamente a morte moral e espiritual, e, depois, a morte física.
Depois disso, Deus estabelece uma aliança com Noé, e, após o dilúvio depois de ter salvado o patriarca e sua família, como sinal perpétuo dessa aliança, Deus deixou o arco sobre as nuvens, conhecido como arco-íris. (Gênesis 9.11-17)
Ainda no Antigo Testamento, vemos a aliança feita com Abraão, chamada "concerto perpétuo", porque se estendeu às gerações futuras e já apontando para o Reino Eterno de Cristo (Gênesis 17.7). Deus prometeu fazer de Abraão uma grande nação, e abençoar todas as famílias da terra por meio dele, dando a terra de Canaã aos seus descendentes, que seriam grandemente multiplicados. Os termos da aliança firmada com Abraão foram renovados em Isaque, conforme lemos em Gênesis 26:2-5,24: "Serei contigo e te abençoarei... multiplicarei a tua semente como as estrelas dos céus e darei à tua semente todas as terras. E em tua semente serão benditas todas as nações da terra. Eu sou o Deus de Abraão, teu pai. Não temas, porque eu sou contigo, e abençoar-te-ei, e multiplicarei a tua semente por amor de Abraão, meu servo"
E Deus seguiu fazendo alianças com Seu povo. Essas alianças provam que Ele é fiel à sua palavra. Mas para recebermos as bênçãos prometidas fé e obediência são indispensáveis. Entretanto, vemos o povo quebrando a aliança porque não aprendeu a obedecer. Mesmo vendo o que o Senhor fez pelos seus antepassados, as novas gerações não aprenderam com os erros e insistiram em seguir seus próprios conselhos. Mas o Senhor, sempre misericordioso, voltou a se compadecer de Sua criação e estabeleceu uma nova e eterna aliança por meio de Seu Filho unigênito. O profeta Jeremias nos mostra em 31.31-33: "Vêm dias, diz o Senhor, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá... porei a minha lei no seu interior, e as escreverei no seu coração. Eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo." Essa nova aliança, que supera a antiga foi selada com o sangue de Jesus, com seu sacrifício voluntário, com sua morte purificatória: "Isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, que é derramado por muitos, para remissão de pecados", conforme confirma Jesus em Mateus 26:28.
E nessa aliança Jesus nos garante que um novo coração e uma nova natureza recebem aqueles que verdadeiramente amam e obedecem a Deus (Ezequiel 11.19-20). Esses são recebidos como filhos de Deus (Romanos 8.15-16) e terão uma experiência maior em relação ao Espírito Santo (Joel 2.28; Atos 1.5,8).
Com essa aliança Jesus abriu o caminho da reconciliação do pecador com Deus. Mas ainda é necessário atentar para uma condição básica: obedecer.
Amado(a), como está a sua vida em relação à aliança com Deus? Você tem sido obediente à Sua palavra, ou tem se comportado com negligencia e independência? Como você tem honrado os seus compromissos com o Senhor, com a Igreja, com o Evangelho?
Graça e Paz!

sábado, 11 de setembro de 2010





E, quando tira para fora as suas ovelhas, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. (João 10:4)



Amado(a), quantas vezes colocamos nossas orações diante de Deus, sabendo que Ele conhece nosso coração e nossas necessidades, antes mesmo de abrirmos nossos lábios. Mas a todo momento ouvimos vozes que tentam nos direcionar a nos dizer o que fazer. São impulsos do nosso próprio coração, pessoas próximas de nós, as tendências mundanas, o inimigo de nossas almas, ou o próprio Deus. Assim como nessa oração, a voz de Deus é a última a qual prestamos atenção. Mesmo que Ele nos fale a todo momento, nos mostrando o caminho, nem sempre paramos para ouvi-Lo. Temos uma tendência a acreditar que aquilo que queremos ouvir é a voz de Deus e quando ouvimos de um profeta do Senhor uma exortação ou uma direção contrária ao que desejamos nossa reação é a de rebeldia, de achar que ele não representa o Senhor, mas fala por si, ou porque tem algo contra nós. Muitas vezes só paramos para ouvir o Senhor quando tudo já deu errado e precisamos de uma saída, uma resposta, ou de um socorro.
Queremos ser cristãos autênticos, ter intimidade com Deus, mas usamos de subterfúgios para nos relacionar com Ele. Precisamos de desculpas e de pretextos para nos firmamos na Casa de Deus. Deixamos de ir quando encontramos algo mais interessante, ou vamos se temos algum interesse que não estreitarmos nosso relacionamento com o nosso Salvador. Não é fácil aceitar a voz de Deus como nosso leme e direcionamento, mais fácil é dar ouvidos à própria carne, os sentimentos e vontades egoístas que temos.
João nos mostra que a voz do Senhor está presente em nossas vidas assim como a voz de um pastor de ovelhas. As ovelhas seguem o pastor pela sua voz e têm nele segurança, a certeza de chegar a algum lugar para receberem descanso e alimento. As ovelhas não dão ouvidos a outras vozes senão a de seu pastor.
Jesus é o bom pastor que deu a vida pelas suas ovelhas. E Deus colocou sobre nós líderes a nos pastorear, a nos indicar um caminho seguro a seguir. Não duvidar do Pastor é o primeiro passo para quem quer ser seguidor de Jesus. O Pastor sabe onde está o verdadeiro alimento, o lugar melhor, mesmo que para chegar lá seja preciso atravessar um deserto. O Pastor conhece o melhor caminho, sabe cuidar de suas ovelhas. Se duvidamos, começamos a dar ouvidos a outras vozes que não a do Pastor e nos perdemos, como ovelhas desgarradas.
Amado(a), não se deixe enganar por vozes diferentes, mesmo que ela venha de seu próprio coração, pois como disse o profeta Jeremias 17:9 “Enganoso é o coração, mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?”
Por isso, ouça apenas a voz do Pastor.
Graça e Paz!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010




Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação. (Habacuque 3:17)

Amado(a), essa declaração do profeta nos exorta a esperar em Deus, mesmo que as circunstâncias sejam contrárias. Aquele que sabe quem é o seu Deus, não vacila, não deixa de confiar porque não está preso ou condicionado às bênçãos, mas ao abençoador. Quando tudo parece mostrar que não há mais jeito, que as mãos do Senhor estão encolhidas e que Seus ouvidos estão fechados ao nosso clamor, o verdadeiro crente não sai de sua posição. Antes, porém, coloca seus olhos Naquele eu tudo pode, até mesmo retardar o momento de entrega dos frutos porque sabe qual é a melhor hora de nos agraciar.
Amado(a), Deus conhece como ninguém as nossas necessidades e ouve as nossas orações antes mesmo de as pronunciá-las. Mas Ele sabe de antemão que precisamos estar aptos a receber e isso nem sempre está em sincronia com o nosso momento.
Os frutos podem não se mostrar, a figueira pode mentir, porque muitas vezes nos deparamos com algo que é a aparência de nosso desejo, mas não é o que Deus espera para nós. Entretanto, o Senhor será o único motivo de nos alegrar, porque Nele temos a certeza da vitória. É preciso aprender que a porta que Ele abre não se fecha e a porta que Ele fecha não se abre, não importa quão grande ou difícil seja o cadeado. O Senhor é Deus e tudo pode, e com certeza agirá em favor daqueles que colocam Nele a sua confiança, assim como declara Habacuque.
Graça e Paz!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010


Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa. (Hebreus 10: 35)


Amado(a), há um ditado popular que diz: “o apressado come cru”. O equivalente bíblico a essa expressão é “A posse antecipada de uma herança no fim não será abençoada”. (Provérbios 20: 21).
Saber esperar é uma virtude e atrai bênçãos, mas poucos estão dispostos a isso, talvez porque pensem que seus sonhos não podem esperar, que a vida é muito curta para passarem parte dela a esperar. Por conta disso, agem com independência de Deus e não aguardam o momento exato. Assim como uma lagarta que é impelida a deixar o casulo antes do tempo, por um sopro humano, também são abortadas as concretizações daquilo que é feito prematuramente.
Esperar realmente não é bom, mas passar os carros na frente dos bois nunca foi uma experiência positiva: sexo antes do casamento, decisões apressadas, escolhas com base nas emoções sempre acabam provocando mais dores do que satisfação. Se pegarmos algo fora do tempo, mesmo que esteja destinado a nós, certamente se tornará um problema. Faça um exame: quantas vezes isso já aconteceu em sua vida? Quais foram os resultados de suas escolhas precipitadas? O que aconteceu quando você deixou de ouvir a Deus e tomou sua decisão solitária?
Deus sabe a hora de nos entregar a bênção, mas se nos acharmos suficientes sábios ou independentes para decidirmos nossa vida, muito provavelmente andaremos em círculo como o povo de Deus no deserto, perto da terra prometida, mas longe de sua posse.
Amado(a) é preciso saber ouvir a voz do Espírito Santo para aprendermos a esperar no Senhor, pois quem fez a promessa é fiel. Fique tranqüilo o que Deus te prometeu, no tempo certo, estará em suas mãos. Mas não se esqueça de que o que vem Dele não traz confusão. A resposta é clara e Ele diz que só alcançará a promessa aquele que não rejeita a correção e se prepara para a bênção no tempo de Deus, sem ferir a pedra.
Amado(a), faça como ensina Davi nos Salmos 40:1”Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor”. E sem dúvida fará a coisa certa.
Graça e Paz!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010


Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se en­vergonhar e que maneja corretamente a palavra da ver­dade
(2 Timóteo 2.15).


Amado(a), ministério é a capacidade que o Espírito Santo concede aos servos de Deus para uso em favor dos outros, para que o evangelho seja levado a toda criatura. É uma habilidade especial de fazer algo. No contexto bíblico, entende-se que Deus escolhe o homem para determinados fins. Pela Sua onisciência e onipotência, Deus criou o homem com uma característica inigualável no aspecto da sua individualidade. E assim como na execução de um determinado serviço é necessário a utilização de vários instrumentos, também Deus tem usado essa individualidade para cada tipo de obra.
Porque somos diferentes e únicos, com um conjunto de potencialidades, todos nascemos um com um talento e é por meio desse talento que descobrimos a nossa vocação. Quando voltamos nossa vocação para a obra de Deus, recebemos o dom de Deus que nos capacita para exercermos o ministério ao qual Deus tem nos chamado.
Mas Deus não dá um ministério a quem não assume compromissos. Ele é Deus de alianças e isso pressupõe ir até o fim, independente das lutas e dificuldades. Quem não consegue cumprir seus compromissos, põe a mão no arado e olha para trás não é digno de exercer um ministério. É verdade que todos receberam dons, talentos que devem ser usados na obra do Senhor, mas a Bíblia diz também que muitos foram chamados, mas nem todos foram escolhidos. Isso porque a escolha não é unilateral. Depende de cada um assumir a sua parte. Quem não tem compromisso com os homens, não assume a palavra empenhada, não conclui o que inicia, desiste no meio da jornada, ou não persiste naquilo que se propôs a fazer não está preparado para exercer um ministério. Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos.
Amado(a), se você se dispõe a fazer a obra de Deus, não proceda imprudentemente. Quem está disposto a colocar a mão no arado sabe que precisa de muita atenção no trabalho, que não pode se deixar distrair com nada, mas é preciso fixar metas e não abandoná-las. De igual modo na vida cristã quem vive sem meta não chega a lugar algum. Está sempre andando em círculos e voltando ao lugar de partida. E, em geral, quem não mantém compromissos na vida secular, no casamento, no trabalho, também é negligente na obra de Deus. Uma vida sem propósito se torna sem sentido dentro do reino. Muitos cristãos deixam de viver uma vida olhando para o alvo, Jesus nosso autor e consumador da fé e seguem suas próprias orientações, por isso se perdem no meio do caminho.
Como o agricultor fixa no alvo para colher no futuro deve ser assim também com o cristão. Jesus deixa bem claro que olhar para trás nos leva ao fracasso e desvia nossa meta. Um dos grandes desafios em nossos dias é estabelecer metas em Cristo. Vários são os exemplos bíblicos de pessoas que não souberam usar seus talentos e perderam seus ministérios porque não olharam para o alvo. Perderam o rumo porque deixaram que algo, fora do propósito de Deus lhe tirasse a atenção. Muitos foram chamados por Deus para servi-Lo, mas deram ouvidos ao que não vinha de Deus e se desviaram. Saul foi um rei sem propósito, por isso teve um reinado fracassado. Sansão terminou seus dias como cavalo virando pedra de moinho, sendo humilhado pelos filisteus. Judas viveu com Jesus, mas não aprendeu dos seus ensinamentos por não ter propósito, vendeu-o por trintas moedas. Na Igreja de hoje também não é difícil encontrarmos pessoas que não assumem um verdadeiro compromisso com Deus e olham para trás, por isso seus testemunhos são de uma vida fracassada em todos os aspectos. Mas aqueles que honram a aliança são cada vez mais usados para a construção do Reino de Deus na terra e pregam o evangelho de ações, não de palavra.
Graça e Paz!

terça-feira, 7 de setembro de 2010


Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados (Hebreus 10: 26)


Amado(a), o apóstolo Paulo está afirmando que aqueles que conhecem a palavra não podem errar voluntariamente, pois já não podem dizer que não foram avisados. Os profetas de Deus estão aí para nos exortar e têm reiteradas vezes chamado a nossa atenção para a busca da santidade. Paulo garante no versículo 38 que o justo viverá da fé; e, se ele recuar, o Senhor não tem prazer nele. Isso significa que esperar em Deus é a única resposta para as nossas angústias. A Bíblia diz que a verdade nos libertará e a verdade é a palavra de Deus. Portanto, amado(a), a responsabilidade de pregar o evangelho é imputada principalmente àquele que conhece a palavra. Esse não pode recuar, assumindo as coisas do mundo, envergonhando o evangelho de Cristo. Nossas atitudes devem ser referência para os irmãos e para os ímpios. Não podemos nos esquecer de que talvez essa pode ser a nossa última oportunidade de consertar nossos caminhos e de que amanhã pode ser tarde demais. Não há desculpas para quem peca sabendo o que faz porque o Espírito Santo ensina, mas aprende só quem se dispõe a aprender. Somos livres para escolher, contudo, somos também responsáveis pelas nossas escolhas, sabendo que as conseqüências virão sobre nós. O sacrifício de Jesus não pode ser anulado, portanto, não há mais necessidade de sacrificar para receber a expiação pelos pecados. Quem sabe disso e reitera o erro colherá também os frutos de sua desobediência.
Amado(a), atentemos, pois, para o que diz Paulo “Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que creem para a conservação da alma”.
Graça e Paz!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010


E irão muitos povos, e dirão: Vinde, subamos ao monte do SENHOR, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do SENHOR. (Isaías 2:3)


Amado(a), profeta é um termo grego (prophetes – verbo propheteuo) e significa basicamente “anunciar”, falar em nome de Deus. Ele não fala por si, pois é, antes de tudo, um mensageiro de Deus. É por isso que encontramos frequentemente a expressão “assim diz o Senhor”. E nem sempre fala aquilo que queremos ouvir. Deus tem colocado profetas para guiar o Seu povo, mas nem sempre o povo ouve a voz desses profetas. Isso não é prerrogativa do povo de Israel, conforme vemos nas narrativas do Antigo Testamento, quando os profetas de Deus não eram ouvidos. Jesus fez referência a esse fato, que também se aplica aos tempos presentes, quando disse em Mateus 23:37 "Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!"
Ainda hoje muitos insistem em não ouvir a voz dos profetas. E, se ouvem, não praticam a obediência. Preferem fazer a sua própria interpretação daquilo que Deus está dizendo e seguem por caminhos tortuosos, cometendo os mesmos erros, andando em círculo no deserto, enquanto a porta da Terra prometida está a um passo.
Deus continua falando a você, amado(a), de todas as formas possíveis. Ele fala pelo seu líder, fala pela palavra que é confirmada em vários momentos, fala pelas circunstâncias que tem enfrentado. Mas nem sempre você ouve. Se ouve, não busca discernimento para compreender o verdadeiro sentido da mensagem. Deus oferece-nos a oportunidade para ficarmos livres da confusão da mente, provocada pelo inimigo, mas precisamos ter a coragem de por em prática o que estamos aprendendo. Tiago disse: "Portanto, despojando-vos de toda impureza e acúmulo de maldade, acolhei, com mansidão, a palavra em vós implantada, a qual é poderosa para salvar a vossa alma. Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos" (Tiago 1:21-22). O diabo não desiste de armar ciladas para os escolhidos e, conhecendo seus pontos fracos, ele age sutilmente, fazendo crer que as propostas vêm de Deus. Mas aquele que tem a unção busca em Deus a resposta e assim não deve ficar em dúvida sobre o que vai fazer. Você pode aceitar o desafio que Paulo ofereceu em I Tessalonicenses 5:21-22: "Julgai todas as cousas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal".
Amado(a), você está esperando a resposta às suas orações? Se sente que ela chegou e vem de Deus, não faça nada antes de confirmar se realmente é voz do Senhor, ou ruído do inimigo. Lembre-se: ele não desiste de você, mas a boa notícia é que Ele também não desiste. A resposta para a sua questão está na palavra e vai ser confirmada literalmente mais de uma vez, se você ouvir os profetas do Senhor e não as vozes do mundo ou a sua própria carne. Cuidado com o sopro do inimigo. Deus tem a resposta ao seu clamor. Portanto, afine seus ouvidos para ouvir a voz do Espírito Santo e não caia mais em armadilhas.
Graça e Paz!

domingo, 5 de setembro de 2010





E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. (Marcos 16: 15)

Amado(a),

Amado(a), a nossa missão como Igreja, que segue os passos de Jesus, é aplicar o Evangelho para a transformação em todos os sentidos. Cremos que o Evangelho transforma qualquer realidade caracterizada pelo pecado, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê. Não há nenhum programa social, ou político que possa mudar a realidade caótica de uma sociedade. Somente o Evangelho pode erradicar com o mal que tem desdobramentos sociais, econômicos, políticos, culturais e psicológicos e que tem corrompido pessoas, instituições e governos. Sem viver os princípios do Evangelho as pessoas e as nações não podem vivenciar os valores do Reino de Deus.
Pregar o evangelho é tarefa nossa. É missão daqueles que reivindicaram a unção do Senhor. Mas é preciso saber que o Evangelho não são as regras do que pode ou não ser feito pelos cristãos. Muita gente pensa que pregar o evangelho é dizer ao outro que pode beber, não deve fumar, não pode roubar, nem fazer sexo antes do casamento e mais outros tantos não pode, não deve. Pregar o Evangelho é sentir e mostrar o agir de Deus, em favor do homem pecador e perdido. O próprio significado da palavra evangelho nos ensina o que ele é: a boa notícia. E a boa notícia é que Cristo por meio de sua morte e ressurreição obteve vitória para Deus e para o homem. A boa notícia é que já somos libertos da escravidão do pecado e que o véu que separava já não separa mais. Contudo, muitos ainda não receberam essa boa notícia, por isso ainda vivem escravizados pelo pecado. Eis porque, como comissionados por Cristo, devemos levar aos cativos essa boa nova. Você tem feito a sua parte?
Graça e Paz!

sábado, 4 de setembro de 2010




“...Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio”. (João 20: 21)

Amado(a), observe a importância desse versículo! Jesus deixou claro que seu ministério não poderia acabar com suas ascensão ao céu e que findo seu tempo aqui na terra os Seus discípulos ocupariam essa missão. Você faz parte dessa comissão, quando aceitou fazer parte da família de Cristo e isso tem um preço. Cada um, de acordo com o dom que Deus lhe concedeu, deve responder a esse chamado, pois fomos enviados por Jesus a pregar o evangelho. Não é uma tarefa qualquer. É a mais importante e mais nobre que uma criatura de Deus, sendo feita filho do Altíssimo pode empreender em sua passagem pela terra. Não estamos aqui por acaso. Fomos formados para viver a eternidade com Deus e essa eternidade começa aqui, enquanto temos um tempo na terra, assim como Jesus teve. Da parte Dele, sabemos que foi aproveitado cada segundo, cada circunstância, da solenidade de um casamento, dos rituais da sinagoga, aos episódios mais corriqueiros da vida de uma pessoa, quer do povo, sem um nome conhecido, quer da alta hierarquia da época, Jesus não deixou passar em branco as oportunidades de anunciar o Reino de Deus. E deixou a nós essa incumbência, lembrando-nos do grande propósito de Deus. Assim como o Pai O enviou, Ele também nos envia. O que você tem feito para atender a essa convocação. Lembre-se de que se foi ungido por Deus, a unção voz ensinará aonde ir, o que fazer e o que falar. Apenas deixe-se usar pelo Espírito, fechando as brechas para o pecado e buscando a santificação constante.

Graça e Paz!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010


“O justo florescerá como a palmeira; crescerá como o cedro no Líbano. Os que estão plantados na casa do Senhor florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e vigorosos.” (Salmos 92:12-14.)


Amado(a) vemos que a Bíblia utiliza muitas figuras de linguagem, especialmente metáforas e comparações, para expressar princípios espirituais. Em seu ministério, Jesus empregou esses recursos para falar tanto com uma multidão quanto a uma única pessoa. Não só Jesus, mas diversos personagens bíblicos, desde o Antigo Testamento, fazem uso dessas estratégias de comunicação. Um exemplo é a comparação entre o justo e a árvore. “Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará. Não são assim os ímpios, mas são como a palha que o vento dispersa.” (Salmos 1.3-4.). No texto em epígrafe, vemos que o justo é comparado à palmeira e ao cedro do Líbano. A metáfora é um recurso estilístico que leva o interlocutor a compreender a mensagem porque emprega elementos de um universo conhecido para levar a outro universo. Quando a Bíblia nos compara com árvores, ela retira elementos da natureza da árvore para associá-los a nós. No caso do cedro, entendemos que o salmista que enfatizar o fato de ser uma das árvores mais imponentes, símbolo de força e eternidade. É uma árvore que nos primeiros anos de vida, externamente apresenta-se bem pequena, mas suas raízes são bem maiores que ela. Aos olhos do mundo, parece uma plantinha, mas não se pode arrancá-la, porque seu crescimento interior é bem maior que o exterior. Depois de quarenta anos produz sementes e não depende da chuva, pois suas raízes profundas buscam água diretamente dos lençóis freáticos. Se trazemos esses elementos para compará-los ao homem, entendemos que aquele que busca seu crescimento interior, pode até parecer pequeno aos olhos do mundo, mas desde jovem já é firme e não se abala com as tempestades. Quem se abastece na profundidade do manancial não depende das condições externas para sobreviver, porque tem a força que vem das raízes profundas.
Amado(a), em outras palavras, o salmista está dizendo que, quando buscamos o nosso crescimento espiritual, fincando raízes profundas na palavra de Deus, cresceremos como o cedro e produziremos frutos por longos anos. O cedro cresce mais de quarenta metros, tem beleza, perfume e força. Ele resiste aos desafios da água e do vento, por isso é muito confiável.
Amado(a), esse é o desejo de Deus: que cresçamos como o cedro do Líbano. Que sejamos, pela graça do Senhor, fortes, firmes, confiáveis, apresentando a beleza da vida cristã em todas as áreas de nossas vidas, sendo resistentes diante das dificuldades. Ele espera que nossa relação com Ele não dependa de fatores exteriores, pois a profundidade será característica da nossa espiritualidade. Nossas raízes serão maiores do que nossa aparência. Por maior que seja a tempestade, o justo, porém, não deixará sua posição, pois está enraizado no amor, no conhecimento, da experiência, na fé, no compromisso, com determinação inabalável.
Graça e Paz!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010


A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa. (Salmos 128:3)

Amado(a), o salmista chama de bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos. Que não firma as suas raízes no mundo, mas no Senhor. O resultado é que todo o seu relacionamento será saudável, comerá do trabalho das tuas mãos; feliz será, e prosperará em tudo o que fizer. nos mostra que, na metáfora bíblica, assim, ele mostra que o casamento também pode ser comparado a uma árvore. E ela pode ser frondosa ou seca, dependendo de onde estão firmadas suas raízes. Pode-se dizer que as raízes são as fontes nas quais o casal busca seus nutrientes: na palavra de Deus, ou nas orientações do mundo. O mundo diz que um relacionamento é infinito, enquanto dura. A Bíblia diz que um relacionamento, que se nutre da orientação Divina, nos momentos de seca, está sempre em busca de um manancial. O refrigério para as crises vem com a obediência à palavra de Deus, com a firme convicção de manter a aliança, símbolo de um compromisso que não pode ser banalizado. Os filhos, o sexo e a felicidade são ramos e frutos. Eles dependem das raízes que fornecem sustento para a árvore. O sustento para um casamento está na Palavra de Deus. É nela que conseguimos todos os nutrientes necessários para suportar as tempestades que podem até vergar o tronco, mas jamais derrubá-lo.
Graça e Paz!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010


"A minha raiz se estenderá até as águas, e o orvalho ficará durante a noite sobre os meus ramos; a minha honra se renovará em mim, e o meu arco se reforçará na minha mão." (Jó 29:19-20)


Amado(a) observe que por diversas vezes, na Bíblia, Deus nos compara às árvores. Quando olhamos para uma árvore, o que mais nos chama a atenção pode ser o seu tamanho, sua copa, seus galhos, seus frutos, seu tronco. Entretanto, o que nem sempre fica visível e é de extrema importância para sua existência são as raízes! A raiz é o órgão da planta que, em geral, fica abaixo da superfície do solo e tem como principais funções: a fixação da planta ao solo e a absorção de água e de todos os outros nutrientes que a planta precisa.
Uma árvore, não importa qual o seu tamanho, deve ter uma raiz, fincada em um solo, com a qual retira os nutrientes necessários para sobreviver, para crescer além do solo, para dar sombra, flores e frutos. Nós também precisamos de uma raiz para crescer. Essa raiz estiver em solo fértil, às margens de ribeiro de água, para que assim possamos ter raízes aprofundadas. Mas se estivermos enraizados em terreno ruim, se buscarmos nosso alimento no mundo , com toda certeza, seremos como um galho seco, não produziremos nem sombra, nem frutos e corremos o risco de sermos cortados. O salmista nos diz logo no primeiro salmo que “Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará” (Salmo 1:1-3). Isso confirma o que disse Jô, no texto em epígrafe. Quem tem suas raízes firmes em terreno fértil, próximo ao ribeiro de águas, será sempre renovado, será honrado e reconhecido por todos, pois como diz as Escrituras: pelo fruto se conhece a árvore. E pela árvore pode-se saber em que terreno estão lançadas as suas raízes.
Amado(a), onde estão as suas raízes?
Graça e Paz!