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sexta-feira, 30 de setembro de 2011



Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. (Gálatas 5:13)


Amado(a), liberdade é palavra que muitas pessoas usam, mas não conhecem a sua verdadeira acepção. Sob a justificativa de serem livres, acabam se tornando escravos. Quantos casamentos começam errados porque se baseiam na liberdade! Quantas vidas são destruídas com o argumento de que temos liberdade de decidir sobre nosso corpo! Paulo afirma que nossa vocação é a liberdade, mas não é de forma alguma a liberdade que o mundo apregoa. Somos livres pela cruz. Somos livres pelo amor e amor é um paradoxo difícil de ser compreendido: é um querer estar preso. Mas não preso à carne, ou às chantagens de outro que nos quer aprisionados. Não há grilhões, nem grades, mas um desejo sincero e profundo de aprender a estar com o outro, sem contudo perdermos a nossa individualidade. Temos em Cristo a liberdade de escolher e se Ele, verdadeiramente, estiver no controle jamais nos sentiremos presos ou compelidos a fazer algo que nos tire a identidade, que nos sufoque ou nos descaracterize com pessoas, como cristãos, como seres criados para a Glória de Deus. O marido deve servir à esposa, com amor e pela alegria que traz ao coração de Deus e a esposa deve ser submissa ao seu marido, não pela força, pela imposição, que retorna em cobranças, queixas e murmurações. Mas pelo prazer de exercer uma obediência que agrada a Deus e traz liberdade e crescimento ao casal e não prisão, como a paixão da carne, ou as relações inconseqüentes e sem o controle de Deus.
Graça e Paz!


quinta-feira, 29 de setembro de 2011




tropeçaram, e não houve quem os ajudasse. (Salmos 107:12)




Amado(a), algo muito comum nas crianças é a chamada “transferência de responsabilidade”. Elas fazem isso quando percebem que fizeram algo errado e para não serem punidas colocam a culpa em outro. Até mesmo em seres imaginários. É uma etapa do desenvolvimento infantil e deve acabar com uma certa idade. Contudo, ocorre que, em muitos adultos, essa etapa do processo não acaba. Isso significa que, mesmo que a idade avance, amadurecimento não segue a idade cronológica. É triste observar que o ser humano tem uma incrível capacidade de não assumir suas responsabilidades ou de tentar justificá-las de qualquer forma. Reconhecer o erro é uma virtude e é o primeiro passo para se redimir. Mas deixar de assumir a responsabilidade por um erro cometido e imputa-la a outro, tentando se justificar não é novidade debaixo do céu e não é só coisa de criança. Vemos isso desde Gênesis , mas vemos também as conseqüências que essas atitudes trouxeram ao homem. Ao primeiro e ao resto da humanidade.
Seria bom refletirmos obre isso, aprendendo com o erro do primeiro homem, e, fazerndo uma analogia com o processo de amadurecimento do homem, com a própria humanidade, vamos compreender que Adão era imaturo, assim como a humanidade que acabava de nascer dele. Mas hoje, passado tanto tempo, depois do nascimento, vida, morte e ressurreição do segundo Adão não há sentido em que os homens continuem na imaturidade e que não aprendam com seus erros, justificando-se ou passando-os a outrem. Vemos ainda que a atitude de quem comete um erro, desobedecendo às ordens de Deus leva a ações semelhantes à do primeiro casal. Adão e Eva se esconderam de Deus. Deus faz uma pergunta para Adão, qual foi sua resposta? Ele disse que teve medo e se escondeu por estar nu. Isso ainda acontece: quando nos sentimos confrontados com nossos erros, se não estivermos amadurecidos o suficiente para assumirmos a culpa e buscarmos o arrependimento e o perdão, a mais primitiva reação é a de nos escondermos de Deus, colocarmos a culpa em quem está próximo. E é obvio que as conseqüências virão, principalmente se não confessarmos os nossos pecados. O grande risco que corremos quando vivemos na imaturidade e insistimos em permanecer no erro, colocando a nossa culpa nos outros é o de tropeçarmos e não mais encontrar quem nos ajude, como diz o salmista.
Amado(a), eis por que temos que assumir nossas responsabilidades, seja elas quais forem. Assumir a responsabilidades faz parte do caráter que Cristo aprova.
Graça e Paz!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011



A Mulher que tu me deste por esposa, ela me deu da árvore, e eu comi. (Gênesis 3:12)


Amado(a), já ouvimos dizer que toda história tem dois lados, se alguém está tirando nossa energia, bom humor, deixando-nos fracos é porque estamos dando oportunidade. Se há vampiros é porque existem pescoços disponíveis. Precisamos observar qual é a brecha que essas pessoas utilizam para nos enredar. Pode ser a chantagem ou um pedido dócil. Ninguém está livre de ser vitima de alguma espécie de vampiro, mas a única forma de neutralizarmos essa ação é descobrir quais são nossas fraquezas que estão propiciando o que outro ser nos parasite. É preciso cuidar da nossa auto estima e aprender a dizer não. Se estamos permitindo ser sugados, não podemos condenar o outro. Nós somos responsáveis pelas nossas decisões e não podemos culpar o outro como fez Adão ao ser questionado por Deus. Sua justificativa foi negar a culpa e imputa-la a Eva: “ a mulher que tu me deste”! Em outras palavras Adão estava dizendo: “se o Senhor não tivesse me dado essa mulher, eu não teria pecado”. Na visão de Adão, a culpa foi da mulher, a culpa foi de Deus! Ele era apenas uma vítima, que não reconhecia a sua participação, nem a sua responsabilidade pela opção de escolha. Adão poderia ter dito não à sua mulher. Poderia ter cumprido o seu papel de chefe do lar e ter dito a ela que não iria desobedecer à ordem do Senhor. Assim como Eva abriu a brecha pela curiosidade, Adão o fez pela desobediência e jamais poderia afirmar que não fora avisado. De igual modo, nós não podemos colocar em outrem a culpa pelo que eles nos levam a fazer. Principalmente se conhecemos a palavra e sabemos que a desobediência nos leva à queda e abre brechas para que o pecado entre. Precisamos agir como Davi e não como Adão. Quando o grande rei caiu em pecado ele não acusou a mulher, mas, reconhecendo sua participação, humilhou-se diante de Deus dizendo: “compadece-te de mim, Senhor; sara a minha alma, porque pequei contra ti” (Salmos 41:4).
Graça e Paz!

terça-feira, 27 de setembro de 2011



“A sanguessuga tem duas filhas: Dá e Dá. Estas três coisas nunca se fartam; e com a quarta, nunca dizem: Basta! (Provérbios 30:15)


Amado(a), o que mais existe na Igreja são vampiros espirituais. Aquelas pessoas que clamam por consolo, mas jamais se deixam consolar. O que fazem é sugar a energia vital de quem lhes oferece o ombro amigo. Sabemos quem quer de fato ser consolado aceita a exortação e volta para agradecer e não se rebela contra quem lhe prestou ajuda. Mike Murdock afirmou que a ingratidão nada mais é do que investimento na pessoa errada. Quem passa a vida consolando quem não quer ser consolado acaba por desperdiçar suas energias porque investe em quem não quer mudar de vida. Não percebe que quem diz querer ser consolado, mas retém a ansiedade jamais segue os conselhos dados. Está sempre se fazendo de vitima e vitimando quem lhe abre a porta porque não se abre para a verdadeira consolação que foi precedida por Cristo. Esses são os grandes miseráveis. A Bíblia nos ensina que quem tem pena de miseráveis acaba morrendo no lugar deles. Foi exatamente isso que fez Jesus por nós, miseráveis. A diferença é que Ele cumpria uma missão para a qual estava preparado. Mas nós, simples mortais, criaturas de Deus, embora instados a seguir a missão do Evangelho não podemos fazer nada por nossas forças e o máximo que conseguiremos é dar o nosso sangue sem condição de salvar àquele a quem o transferimos e sem garantias de que essa pessoa se salva. Os sanguessugas espirituais estão aí, o tempo todo, em busca de quem se disponha a transferir-lhe o próprio sangue e estão em todo lugar. Você pode reconhecê-los na Igreja, vivem pedindo oração, contando os problemas, clamando por socorro, mas não seguem as orientações dos conselheiros, apenas voltam para pedir mais. Jamais para testemunhar as bênçãos ou agradecer. Você pode encontra-los em casa, na família, no marido ou na esposa, no filho ou na filha, na mãe ou no pai, que reclama e chora o tempo todo, que não cansa de repetir que precisa de apoio, de conforto, mas não muda de postura e não sai da posição de vítima. Jamais reconhece o que lhe é feito, está sempre precisando de mais e nunca agradece o que recebe. Ao contrário, se um dia não lhe é dado o que pediu, torna-se hostil e agressivo. É como alguém que pede emprestado, na hora do aperto e em vez de agradecer ou de saldar a dívida, vira as costas ao seu ajudador e se torna inimigo. O consolador desse vampiro jamais ouvirá uma palavra de reconhecimento, uma forma de gratidão, porque investe em pessoa errada. Dá o melhor de si, mas não vê retorno ou mudança. Não é impossível que a pessoa por quem investiu seu tempo, suas orações e conforto lhe vire as costas e se transforme de vampiro a inimigo(a). O vampiro vive do sangue de quem se descuida. E quem é descuidado acaba por definhar sem ver o resultado de seu sacrifício. Não adianta murmurar e reclamar desses vampiros, eles não têm sensibilidade para reconhecer o que o outro faz por ele. A natureza dele é essa mesma, mas precisamos aprender a fugir deles. Só se pode ajudar quem quer ser ajudado. Quem não aprende com os erros se faz de vítima e imputa ao outro a sua própria culpa. Quem quer nascer de novo, deixa para trás a velha criatura, põe a mão no arado e não volta atrás.
Graça e Paz!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011



“E Jesus, ouvindo isto, disse: Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela.” (João 11:4)



Amado(a), muitas vezes não sabemos porque algo de ruim nos acontece, principalmente quando deixamos as rédeas de nossas vidas nas mãos de Deus. Aí chegamos a pensar que Ele não está nos ouvindo, ou que não está do nosso lado. Esta passagem narrada por João mostra uma situação aparentemente ruim foi revertida para o bem e para a Glória de Deus. Jesus fora avisado que seu amigo Lázaro, a quem amava, estava muito enfermo na cidade de Betânia, mas a Bíblia conta que mesmo sabendo disto Jesus ainda permaneceu dois dias onde estava. Sabemos que Jesus amava Lázaro e que tinha conhecimento de que ele estava doente e haveria de morrer antes de sua chegada, porém Ele não foi de imediato para curá-lo, mesmo tendo poder de fazer isso. Quando Jesus chegou em Betânia, seu amigo Lázaro já havia morrido há quatro dias. Então, Marta foi ao seu encontro e disse: ” Senhor se tu estivesse aqui meu irmão não teria morrido“.
Amado(a), conosco não é diferente. Quantas vezes nós dizemos que, se o Senhor estivesse presente algo não teria acontecido. Mas o tempo nos mostra que mesmo em meio às lutas, em meio às provas, Deus se faz presente está nos preparando para o milagre da ressurreição. Seja ressurreição de um relacionamento, do emprego, da vida familiar, da vida espiritual. Mesmo quando estamos enfermos, passando por tribulações e lutas, precisamos enxergar com os olhos de Deus e reconhecer que o nosso problema não é para a morte mas para a glória de Deus. Por isso amado(a), se as lutas vierem, não reclame com Deus, pois Ele sabe o tempo de todas as coisas. Lembre-se do que Jesus disse a Marta: “Quem crê em mim, mesmo que esteja morto viverá!” Crês tu isto? Creia, e viverás.
Graça e Paz!


domingo, 25 de setembro de 2011



TUDO tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do Céu” (Eclesiastes. 3:1)


Amado(a), todos nós, em algum momento já perguntamos porque demora tanto para receber uma benção. Porque às vezes parece que Deus não está ouvindo. Chegamos até pensar que Deus não está nos vendo, nem ouvindo.
Nessa ansiedade, acabamos esquecendo que é Deus soberano, e é o dono do tempo, que conhece todas as coisas, por isso sabe a hora sabe a hora certa de nos dar aquilo que tanto desejamos.
Precisamos entender que sendo o dono de todo o tempo, Ele sabe a hora certa de abençoar e de conceder a vitória, porque mesmo que pareça demorar Seu plano é perfeito e chega na hora exata. Isso porque nem sempre estamos aptos a receber o pedimos e certamente não aproveitaremos as bênçãos que almejamos.
A Bíblia nos mostra vários exemplos de pessoas que tiveram suas bênçãos retardadas, e que podem exemplificar que o tempo de Deus é diferente do nosso. Vemos que Deus prometeu a Abrão que Ele tornaria a sua descendência uma grande nação, nem filhos tinha. Deus cumpriu Sua palavra, mas isso não aconteceu de imediato. Foram mais de 15 anos orando, esperando pelo filho da promessa que também precisou esperar, depois de orar insistentemente pedindo a Deus um filho. Isaque também tinha uma mulher estéril e esperou 20 anos em oração sem desanimar e Deus foi com ele e manteve a mesma promessa que havia dado a seu pai, transformando a sua semente em uma grande nação. Na nossa ignorância sobre o tempo de Deus nos faz julgar injustiça o fato de que um fiel, temente a Deus, correto em tudo que não receba as bênçãos pedidas e ainda seja alvo de maldades. Imagine alguém que é um bom filho, querido pelo pai, que louva ao Senhor e é jogado em uma cova, mesmo assim bendiz o nome de Deus, mas é vendido como escravo, e longe da sua família, servindo um povo e um lar estranho, ainda é acusado como estuprador e é lançado na cadeia. Essa é a história de José no Egito, o filho mais novo de Jacó, que, por ciúmes de seus irmãos, foi lançado em uma cova úmida e fria, e depois, vendido como escravo ao Egito, passou frio, fome, e ainda sofreu calunia e foi preso por dois anos, acusado de ter atacado e assediado a mulher do seu senhor. Quantas vezes fazemos tudo certo e mesmo assim as coisas parecem dar tudo errado, e quanto mais nos aproximamos de Deus, mais somos acusados e atormentados ?
Amado(a), precisamos aprender com essa história que ela tem um desfecho bem melhor do que o próprio protagonista poderia esperar. José ficou preso até que um mordomo, seu colega de cadeia se lembrou dele, trazendo-o perante a Faraó para que interpretasse um sonho, cuja resposta foi um mover de Deus e que mudou toda a sua história. Vemos que a persistência de Jose não lhe trouxe bênçãos individuais, a toda sua família e livrou seu povo da fome que desolou aquela época. Para entendermos isso é preciso saber que o tempo da sua venda como escravo até virar governador no Egito José ficou cativo por 17 anos .
Amado(a), Deus tem um mistério pra você, tem as bênçãos que você pediu, mas você precisa esperar e confiar. Se Ele ainda não lhe entregou é porque você não estava pronto para receber. Por isso não desista e não culpe Deus ou os outros por isso: reflita sobre como você tem sido inconstante e imaturo(a). Será que se tivesse recebido o que pediu já não teria desperdiçado?
Graça e Paz!

sábado, 24 de setembro de 2011



Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.
Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma. (Mateus 16:24-26)

Amado(a), a multidão que andava com Jesus, que sabia que Ele tinha autoridade e se manifestava de forma miraculosa, que recebia as palavras de cura também escolheu Barrabás, mesmo sabendo que ele era um ladrão. Em nossas igrejas também encontramos essa multidão. Pessoas que vão atrás das bênçãos de Jesus, de seus milagres e maravilhas, mas quando precisam escolher, sua opção é o mundo. Ninguém é obrigado a seguir Jesus, nem a estar na Igreja, mas Ele nos deu essa opção. A palavra de Deus veio para nos libertar e por isso mesmo ele vem com liberdade. Ainda podemos escolher entre Jesus e Barrabás, entre pecar e viver em santidade. O pecado é opção, e toda opção traz conseqüências. Jesus não obrigou ninguém a segui-Lo. Jesus esperava discípulos, mas uma multidão o seguia. O verdadeiro cristão é discípulo, não é mais um que anda atrás de Jesus. Precisamos mostrar autenticidade em todos os lugares e não apenas seguir uma multidão sem saber o que estamos fazendo. Quem é discípulo não vai atrás dos outros, mas segue o Mestre em todas as circunstancias, negando a si mesmos. Quem é discípulo não precisa abrir a Bíblia para pregar, ou se vestir de “crente”. O discípulo prega por suas atitudes, pelo seu exemplo aonde quer que vá. E os milagres de Cristo continuam se manifestando em sua vida, como testemunho vivo do Evangelho. A multidão quer ver as maravilhas, mas não sabe o que faz. Inflama-se em defesa do evangelho, mas não se converte. Sabe quem é Jesus, conhece Seus feitos e Seus objetivos, mas não abre mão de suas convicções e desejos pessoais para seguir as orientações de Dele.
Amado(a), de que lado você está? Você é um discípulo, que toma a sua cruz, ou mais um na multidão a crucificar Jesus? Tomar a cruz significa crucificar o seu passado e não aceitar o pecado e suas conseqüências como um “carma”. Quem quer seguir Jesus não precisa abrir mão de seus sonhos, não precisa se vestir de trapos ou se cobrir de cinzas. Quem segue Jesus não faz parte da multidão que é levada a decisões erradas que trazem as piores conseqüências. Quem segue Jesus verdadeiramente é discípulo que primeiro muda a sua vida, para depois mudar a história.
Graça e Paz!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011



Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes. (Lucas 23:34)

Amado(a), essa passagem do calvário de Jesus muitos conhecem, mas poucos podem compreender a sua verdadeira dimensão. Jesus sabia que os seus algozes ignoravam o que faziam, porque não foram alcançados pelo Espírito Santo. Mas depois de seu sacrifício, depois de anos que o Evangelho da Cruz vem sendo pregado não se pode mais afirmar que essa ignorância persiste. Muitos sabem quem é Jesus, sabem qual é a sua missão, e muitos se entregam a Ele. Contudo, nem todos fazem a Sua vontade. Infelizmente essas palavras de Jesus não podem ser ditas em defesa de muitos. Aqueles que conhecem a palavra e tiveram a oportunidade de se abrigar nas asas do Pai, de beber do manancial de águas cristalinas e decidiram seguir outros caminhos devem estar cientes de suas escolhas e de suas conseqüências. O Pai misericordioso ainda chama, mas o nosso advogado, Cristo Jesus, já não pode dizer em nossa defesa o que disse na cruz do calvário. O que Ele ainda faz é chamar a todos ao arrependimento e a se desviar dos maus caminhos.

Amado(a) você não pode dizer que não sabe o que faz. Você tem consciência de seus erros e sabe aonde deve voltar. Exerça a humildade e reconcilie-se com aquele que deu a vida por nós.


Graça e Paz!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011



E recusaram ouvir-te, e não se lembraram das tuas maravilhas, que lhes fizeste, e endureceram a sua cerviz e, na sua rebelião, levantaram um capitão, a fim de voltarem para a sua servidão; porém tu, ó Deus perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-te, e grande em beneficência, tu não os desamparaste. Neemias 9:17

Amado(a), o profeta usa, no passado bíblico, o plural para se referir a um fato comum ainda nos dias atuais: são muitos os que se recusam a ouvir a voz do Senhor. Observe que ele enumera outras ações que não deveriam ser feitas pelos filhos de Deus: esquecer as maravilhas operadas, endurecer o coração, seguir outras pessoas que não servem ao Senhor, e, consequentemente, voltar á escravidão. Mas o grande conforto que trouxe o profeta àqueles dias ainda nos chega neste momento: o Senhor é Deus misericordioso e está pronto a nos perdoar, apesar de nossas teimosias. Ele não nos desampara e isso deve ser um pnto de reflexão para aqueles que ainda estão inseguros quanto à decisão de voltar ao abrigo de Deus.
Amado(a) essa mensagem é para você que está se perguntado “posso voltar atrás?”. Você deve voltar aonde saiu, deve reconhecer os seus erros e antes de pedir o perdão de Deus, saber que Ele já o perdoou e espera que você também se perdoe e volte ao primeiro amor.
Graça e Paz!




quarta-feira, 21 de setembro de 2011



"O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do SENHOR. Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o SENHOR pesa o espírito. Confia ao SENHOR as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos." Provérbios 16:1-3


Amado(a), quando nos deparamos com uma oportunidade nova, quer no campo profissional ou pessoal, aos nossos olhos isso parece algo promissor e a impressão que temos é que tudo vai acabar bem. Aparentemente, as circunstâncias nos levam a crer que o que desejamos está sendo atendido, mas o problema é que as vezes nossa motivação está errada, e podemos acabar nos afastando da vontade de Deus. Eis porque devemos sempre consultar ao Senhor e só agir quando tivermos a resposta certa de Deus. Aí, nossos planos passam a ser os mesmos planos de Deus, então podemos descansar, pois tudo o que Deus faz é perfeito e nunca falha.
Muitas pessoas acabam se frustrando e se afastando dos caminhos de Deus porque não aprenderam a ouvir a Sua voz e fazem planos solitários, sem avaliar se realmente são agradáveis a Deus.
Amado(a), precisamos aprender a não só consultar o Senhor para tudo o que nos propusermos a fazer, como também a pedir a Ele que os nossos sonhos estejam em sintonia com a Sua vontade, para que os nossos caminhos sejam sempre os caminhos do Senhor, pois o cristão não deve andar fora do centro da Sua vontade. Se consagrarmos todos os nossos planos e projetos ao Senhor e deixarmos que Ele tome conta de todos eles, certamente seremos vitoriosos e jamais nos frustraremos, por mais árdua que seja a caminhada.
Graça e Paz!


terça-feira, 20 de setembro de 2011




“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”, (2 Cor 5.17)





Amado(a), se uma pessoa diz ser cristã e não evidencia novidade de vida, a sua profissão de fé pode ser descartada, pois como disse Jesus: “ Necessário vos é nascer de novo”, João 3:7. o verdadeiro cristão não precisa dizer quem é: sabe-se pelas suas atitudes cotidianas. O que Paulo afirma é exatamente isso. Quem nasce em Cristo não age como quem não conhece a palavra de Deus. Entretanto, temos presenciado um aumento na estatística de “novos convertidos” no mesmo compasso do esvaziamento dos princípios que regem a conduta cristã. Um estilo de cristianismo baseado mais em métodos externos do que em mudanças interiores, que nada mais é do que uma tentativa de santidade à qual falta poder. Temos observados homens cristãos que não têm a menor idéia do que significa "ser como Jesus", que em vez de se destacarem como sacerdotes do lar e exemplo para a família são vistos e aplaudidos no mundo como crentes que se adaptaram ao padrão atual. Temos visto mulheres cristãs que se submetem não à palavra de Deus, como companheira auxiliadora idônea, que administram o lar como orienta o sábio em Provérbios 31, mas às futilidades mundanas, tornando seus relacionamentos como um fardo pesado. Temos presenciado relacionamentos marcados mais pelo engano do que pelo diálogo franco. Casamentos em que os cônjuges mal se toleram e em vez de restaurarem um ao outro, preferem se isolar em seus mundos particulares atribuindo ao outro a culpa pelos seus fracassos pessoais e, consequentemente pelo fracasso da relação. Lares em que os pais não podem ser modelos para os filhos. Temos observado orçamentos domésticos comprometidos pela falta de sabedoria e de orientação quanto às prioridades e usufruto das mordomias. Tudo isso leva o mundo lá fora a não enxergar o evangelho vivo naqueles que deveriam ser pequenos Cristos. Leva a evangelização a ser vista com indiferença e descuido.
Amado(a), como tem sido o seu modelo de evangelismo? Você tem pregado com palavras ou com atitudes? Você tem contribuído para o aumento nas estatísticas, ou tem sido um exemplo a ser seguido? Como você tem sido dentro de sua própria casa?
Graça e Paz!



segunda-feira, 19 de setembro de 2011



“Confesso a minha iniqüidade; entristeço-me por causa do meu pecado.” (Salmos 38:18)


Amado(a), quantas vezes você já viveu a sensação de que poderia ter feito algo de forma diferente? Quantas vezes parou para refletir sobre como seria se tivesse um conselho que lhe foi dado para fizesse ou deixasse de fazer algo? Quantas vezes você se arrependeu de dado as costas a um amigo, ter abandonado a família, os companheiros devotados? Quantas vezes você se sentiu perdido(a) porque fez a escolha errada, contrariando o que lhe foi aconselhado e depois disso se isolou para não admitir que errou? Certamente todos nós podemos afirmar que em um momento ou outro de nossas vidas agimos assim. Há relatos bíblicos que mostram que até mesmo os grandes e abençoados homens de Deus passaram por momentos de dúvida, crise e arrependimento. Mas a grande questão é o como agimos diante do arrependimento. Temos escolha: podemos voltar atrás, pedir perdão se erramos com alguém, se não podemos apagar as conseqüências do erro, podemos mudar a forma de agir e não insistir no mesmo caminho que já sabemos desastroso. Mas se escolhemos manter o orgulho, em vez de admitir e confessar o erro, certamente, continuaremos a causar problemas para nós e para os que estão a nossa volta. A diferença entre o verdadeiro arrependimento e o remorso é visível: os que se arrependem deixam de lado o orgulho e não retornam ao erro. Os que se apenas sentem remorso sofrem temporariamente a dor pelo que fizeram, mas não fazem nada para mudar e se revoltam com as conseqüências, imputando a culpa de seus erros, que geralmente se repetem, aos outros.
Amado(a), não há como mudar o passado e nem evitar as conseqüências dos erros cometidos, mas a oportunidade de mudar o futuro está posta diante de nós no tempo presente. É agora que você deve optar por perdoar, por não errar mais, por deixar o orgulho, por voltar ao primeiro amor, por não abrir mão do manancial de vida que corre inesgotavelmente aos pés da árvore plantada junto ao ribeiro.
Graça e Paz!


domingo, 18 de setembro de 2011



“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Provérbios 28:13).


Amado(a),há uma relação estreita entre pecado e culpa, e saúde física e mental. A culpa muitas vezes leva à depressão e muitas são as doenças psicossomáticas, que originadas na mente desencadeiam no corpo sintomas e feridas. Isso não significa que são doenças imaginárias, ao contrário, elas debilitam o corpo e trazem muita dor. É claro que nem todas as doenças são originárias de pecado não confessado. Mas muitas são provenientes daquilo que retemos, quando deixamos de dar lugar ao Espírito de Deus para nos ocuparmos do que não edifica. Quando damos lugar ao pecado, à magoa, ao sentimento de derrota, ao desejo de vingança ou à rebeldia contra a palavra de Deus e às orientações de Seus enviados, deixamos um espaço aberto para a formação em nossa mente de vácuos que se transformam em doenças no corpo. A culpa que carregamos pelo erro, pela desobediência vai tomando a forma de depressão, que se agrava mais ainda quando encontra a pessoa afastada do remédio que é a palavra de Deus.
Ninguém está isento de viver momentos de dor, ou de se angustiar, mas esses momentos não precisam se transformar em depressão. Se tivermos ancorados na Rocha firme, com toda certeza encontraremos o abrigo nas Asas do Altíssimo, porque o Senhor nos garante pela Sua infinita misericórdia que Ele estará sempre com aquele que escolhe buscar a libertação. Sabemos que o pecado pode derrubar até os mais fortes, por isso não devemos em hipótese alguma brincar com ele, pois certamente colheremos no corpo e na alma as suas conseqüências. O que o sábio nos ensina é buscar o arrependimento e nisso a experiência de Davi nos ajuda a entender claramente como o arrependimento prepara o caminho para a vitória sobre o pecado. Ele cometeu adultério e um homicídio. Foi o Espírito Santo que o convenceu de seu erro. Ao reconhecê-lo, Davi não tentou ocultá-lo. Entristeceu-se pelo seu pecado, foi específico em sua confissão e não suplicou apenas por perdão, mas clamou a Deus por um coração puro “cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto” (Salmos 51:10). E nós, como Davi, devemos buscar em Deus a força necessária para nos libertamos do ciclo de pecado e culpa e isso só será possível se tivermos um coração aberto para aceitar as orientações dos profetas de Deus , como fez Davi diante de Natã.
Graça e Paz!

sábado, 17 de setembro de 2011



“O Senhor te guiará continuamente, fartará a tua alma até em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas jamais faltam”. (Isaias 58:11).


Amado(a), muitas pessoas aparentemente têm tudo para serem pessoas felizes e realizadas, no entanto mostram-se descontentes, tristes e frustradas. Em geral isso não se limita a uma única área de suas vidas. Há quem se surpreenda, ao verificar que uma pessoa que tenha um bom emprego, uma família, bens materiais possa se sentir frustrado. Mas a grande verdade é que nada disso garante a paz interior. Às vezes a culpa, por uma falta de perdão a si mesmo faz com que a pessoa entre em constante depressão e nada consegue mudar esse quadro. O sentimento de culpa traz consigo a rejeição, a ansiedade, a perda da auto-estima, o desânimo e o medo do castigo. E tudo isso é cíclico. Às vezes esses sentimentos dão lugar à euforia, ao entusiasmo, fogo de palha, às relações com prazo de validade.
As pessoas imaginam que ao conquistar um bom emprego, adquirir a casa ou o carro desejado irão se livrar da angústia que as assombram com freqüência. Essas vitórias, por mais que tragam uma alegria no momento em que são conquistadas, tão logo são recebidas esgotam a capacidade de preencher o vazio e dão lugar novamente à tristeza e inquietação. Há pessoas que se tornam insatisfeitas e inconstantes porque nada preenche a sensação de vazio, derrota e culpa que sentem. Estão sempre em busca de algo novo, descartando o que já conquistaram, porque trazem em si a semente da insatisfação. Essas pessoas, em geral, apresentam uma característica de instabilidade constante: de muito alegres e entusiasmadas, cheias de projetos e sonhos, passam em pouco tempo à tristeza e ao desânimo ao ponto de abandonarem tudo que conquistaram. Não se satisfazem e levam adiante o projeto de trabalho, começam bem em busca de uma atividade na Igreja, mas logo passam a dar lugar a outras atividades que provocam seu desvio da obra. Entusiasmam-se com uma relação, quer amorosa ou de amizade, mas em pouco tempo se enfadam e mudam o comportamento, antes agradável, amorável e dedicado para se tornarem pessoas hostis, desagradáveis e infiéis.
Amado(a), se essas reação são frequentes em sua vida, não pense que pode resolver sozinho(a), apenas trocando de casa, de emprego, de companheiro, ou de atividade. É preciso buscar a libertação primeiro, porque a força para vencer esse mal só pode vir de Deus. É preciso se libertar da culpa que traz a depressão, para receber o amoroso tratamento de Deus do qual nos fala o profeta Isaias. Ele nos guiará continuamente e nos tirará dos lugares áridos, e nos levará a desfrutar de um manancial, cujas águas jamais faltam. Mas Ele só fará isso se lhe dermos autorização. Se permitirmos que tome conta de nossos sentimentos e trate as nossas feridas. Se aceitarmos verdadeiramente o manancial que nos oferece. Amado(a), a fé verdadeira não tem prazo de validade. Ela se mantém, mesmo em face da maior luta, nas piores circunstâncias. Entregue o seu caminho ao Senhor e não tire Dele a sua confiança.
Graça e Paz!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011



"vá e não peques mais" (João 8:11)


Amado(a), o ser humano, criado à semelhança de Deus, nem sempre busca o crescimento de sua estatura à exemplo de Cristo. E, em vez disso prefere reclamar porque Deus não atende aos seus clamores, porque não recebe as bênçãos esperadas. Mas a mesma pessoa que reclama e que cobra de Deus a demora em atende a sua petição não faz uma reflexão sobre como tem agido diante das orientações bíblicas, ou como tem reagido diante dos conselhos de pessoas mais experientes. Há pessoas que, contrariando a palavra, seguem fazendo o que lhes convém, agem de acordo com sua própria consciência e ignora os princípios de Deus e depois reclamam de sua sorte. Há quem deixe suas companheiras, idôneas e fieis para se entregarem a mulheres promiscuas e à margem da sociedade; há quem deixe seus companheiros dedicados por futilidades e rodas de amigos, nem sempre confiáveis; há quem deixe se levar pelas rodas dos escarnecedores em vez de voltarem para seus lares limpos e abençoados. Essas atitudes dão legalidade ao inimigo para bloquear as bênçãos, portanto, não é a Deus que devem ser dirigidas as reclamações pelo não atendimento aos pedidos de bênçãos. O que precisa ser feito é uma reflexão sobre o quanto essas condutas incompatíveis com os princípios divinos são barreiras para o crescimento humano. Deus não se mistura com o pecado, nem compactua com o pecador, mas é misericordioso para perdoar e dar uma nova oportunidade àqueles que se arrependem e não voltam ao erro.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011



“O choro pode durar uma noite; pela manhã, porém, vem o cântico de júbilo.” (Mateus 6:26)


Amado(a), quantas vezes nos fechamos em nosso mundo particular e nos esquecemos de que somos um corpo, que vivemos em sociedade ou que o nosso próximo carece de algo. Vivemos nossas vidas de forma tão egoísta que não nos damos conta de que quanto mais pensamos em nós mesmos, mais damos espaços à infelicidade quando pensamos estar buscando o contrário. Quando buscamos apenas nossa comodidade e interesse, mais nos afastamos do propósito do Criador e mais distantes ficamos de nossos próprios ideais. Ao contrário do que muitos pensam, quanto mais dividimos mais multiplicamos. Essa é a matemática de Deus. Foi isso que Jesus nos ensinou ao nos mostrar o desapego e o desprendimento das coisas que julgamos importantes. Aquilo que nos faz deixar de lado os princípios de Deus, que nos faz abandonar a ética e a moral é também o que nos faz perder o que nos é mais caro. Trocamos tesouros incorruptíveis por bens perecíveis ou por poder temporário, quando damos espaço à ganância, buscando os bens materiais com as armas do mundo e nos esquecemos que nada disso terá lugar no Reino de Deus. Não atentamos para o que nos ensinou Jesus ao nos exortar a olhar os lírios do campo.
Graça e Paz!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011



“O choro pode durar uma noite; pela manhã, porém, vem o cântico de júbilo.” (Salmos 30:5)


Amado(a), no mundo o que não falta são momentos de luta, ninguém está isento de passar por isso. Mas aqueles que confiam no Senhor passam pelas lutas de forma diferente porque aprendem com as circunstâncias difíceis e não colocam os olhos no problema, mas Naquele que tem a solução. A sabedoria popular nos ensina: "Se alguém lhe fechar a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas. Lembre-se da sabedoria da água: a água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna." A Bíblia, se compreendida em profundidade, também nos dá esse alento, quando nos ensina por meio de várias passagens e de vários personagens que só temos a ganhar quando esperamos confiantemente no Senhor, mesmo que as circunstâncias sejam contrárias. Entretanto, temos uma tendência a olhar com pesar e ressentimento para a porta que nos é fechada, que não percebemos uma outra que se abriu. É certo que não podemos escapar das preocupações, mas podemos encará-las com outros olhos. De nada adianta mau humor, irritação, palavras bruscas, hostilidade, amargura e muito menos descarregar nossa raiva sendo grosseiros com quem nos rodeia. Certamente atingimos os que nos amam e justamente quem está disposto a nos apoiar nos momentos difíceis. A Bíblia nos ensina a sermos amáveis com as pessoas, especialmente com os mais próximos. Portanto, devemos cuidar das palavras que saem de nossas bocas, escolhê-las com cuidado para não ferirmos os que amamos e assim confirmarmos nosso compromisso com Cristo.
O verdadeiro cristão sabe que a tempestade vai passar e que pode caminhar sobre as águas se tiver os olhos em Jesus.


Graça e Paz!





terça-feira, 13 de setembro de 2011





“Muito me alegro por ter achado alguns de teus filhos andando na verdade, assim como recebemos mandamento do Pai”. (2 João 4)


Amado(a), este é um trecho da segunda carta do apóstolo João às Igrejas em que ele descreve o que encontrou entre os cristãos. Observe que ele fala da alegria por ter encontrado alguns honrando a vontade de Deus. Mas o que chama a atenção neste texto é o que ainda ocorre nos tempos atuais. Não é a Igreja como um corpo que tem obedecido aos mandamentos de Deus, mas somente alguns. Isso significa que nem todos que ouvem a palavra recebem obedientemente os mandamentos do Pai. Estamos vivendo tempos difíceis nos quais, seguindo o afirma a profecia, o amor de muitos tem se esfriado. O consumismo, o mundanismo, a liberalidade excessiva tem contaminado até mesmo a Igreja do Senhor. O apóstolo João teria ficado incomodando se visitasse as igrejas atuais e se tivesse constatado que somente alguns poucos têm se mantido féis às Escrituras. Muitos que se dizem cristãos têm dado ouvido aos sussurros ardilosos de satanás e têm se deixado iludir com promessas que jamais serão cumpridas. Quem conhece a palavra e já teve uma verdadeira experiência com Deus sabe que Ele é fiel e justo, e que o inimigo, embora astuto e sedutor, é apenas um enganador. O que vem dele não se sustenta, não traz paz, não edifica, ainda que traga uma aparente prosperidade ou tranqüilidade.
Amado(a), não é preciso muito esforço para reconhecermos que a humanidade tem perecido por abrir mão das promessas de Deus e assumido as benesses temporárias do mundo. Mas aquele que ouve e pratica a palavra não se deixa dominar pelas artimanhas do inimigo. O Senhor espera que você seja encontrado(a) entre os “alguns” citados por João para que tome posse da promessa de vida eterna e que possa comer o melhor desta terra.
Graça e Paz!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011



"A tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação e não produz remorso, mas a tristeza segundo o mundo produz morte." (2 Coríntios 7:10)


Amado(a), quando compreendemos que nossa vida precisa de uma mudança, muitas vezes agimos de forma equivocada. Pensamos que é necessário mudar o visual, variar o guarda roupa, mudar de casa, de cidade ou até mesmo de companheiros. Mas vemos persistir o vazio e a necessidade de mudar alguma coisa ainda permanece. Vemos então que essa mudança não pode ser na aparência. É algo que precisa ser mudado em nós. Mas existe um período de transição entre o instante em que decidimos fazer uma mudança e o momento em que ela de fato acontece. E nesse período nossa tendência, quase sempre é vacilar entre o velho e o novo. Muitos agem durante algum tempo da maneira nova e logo voltam à fórmula antiga. Isso é normal e natural. Só não pode ser permanente. O período de transição nos leva á reflexão e à triagem do que deve ser mantido e o que deve ser definitivamente descartado. Acontece com muitos que, vivendo por muito tempo no mundo, conhecem a palavra de Deus e decidem segui-la. Entretanto, no período de transição acabam dando mais espaço às coisas do mundo e quando percebem estão lá fora novamente. Esses sabem que precisam mudar, que não podem mais viver como viviam, que não comunhão entre a luz e as trevas, que não se pode servir a dois senhores. Mas não dão o passo decisivo para cortar o mal pela raiz. Se estão na Igreja, deixam-se envolver pelos atrativos lá fora, ou em vez de procurarem se firmar e ouvir os conselhos dos mais experientes na fé, deixam-se guiar pelo seu próprio entendimento ou se juntam aos néscios, tornando inevitavelmente alvos das ciladas do inimigo.
Amado(a), o diabo não desiste, lembre-se disso sempre. Mesmo que você conheça a palavra, é preciso efetivamente manejá-la contra as artimanhas do maligno. Existe uma grande diferença entre saber e fazer. Você pode saber tudo o que precisa fazer para mudar, mas se não faz, nada muda. Ninguém pode mudar por você, por isso mantenha-se vigilante e persistente em seus esforços para mudar, se quiser. A verdadeira conversão é de dentro para fora. Carregar a Bíblia ou freqüentar uma igreja não faz de ninguém um cristão. Sua vida não vai mudar se você não iniciar esse processo, sabendo que, mesmo que vacile, Deus estará contigo fortalecendo seu atos, na sua fraqueza.
Graça e Paz!

domingo, 11 de setembro de 2011



“Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem, mas os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam”. (Isaías 40.30-31)


Amado(a), o profeta Isaias nos dá uma grande lição com essas palavras, que podem ser resumidas com a frase “Quem espera em Deus alcança as alturas”. Em latim AD ALTIORA NAT SUMUS quer dizer: nascemos para as alturas. E essa a exata expressão que designa os filhos de Deus. Fomos criados à imagem e semelhança do Criador e foi-nos dada a condição de domínio sobre todas as criaturas, o que inclui o diabo. O profeta compara aqueles que esperam no Senhor com a águia pela sua forma de conduzir sua vida, sua integridade, fidelidade, persistência, equilíbrio, sabedoria ao ensinar os filhotes e determinação em seguir a sua vocação. Devíamos aprender com as águias para fazermos jus ao que afirma o profeta. Se formos firmes e determinados na obra de Deus, se educarmos nossos filhos no caminho do Senhor, exortando-os a olharem para o alto, se aprendermos a buscar no Senhor a força e o discernimento para os nossos “voos”, certamente chegaremos ao final firmes e prontos a receber a coroa da vida. Contemplaremos a Glória de Deus!
Graça e Paz!

sábado, 10 de setembro de 2011


“Bem-aventurado o homem que suporta a provação; porque, depois de aprovado, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu aos que o amam” (Tiago 1:12).

Amado(a) o Senhor Jesus já nos advertiu de que no mundo teríamos aflição, mas também nos deu o alento exortando-nos a ter bom ânimo, pois Ele próprio venceu o mundo.
Isso significa que por Ele nós já somos vencedores. O diabo sabe disso melhor do que ninguém, mas sua tarefa constante da qual não se cansa é nos tentar. Sabemos que nenhum tentação é além de nossas forças, pois o apóstolo Paulo nos diz em 1 Coríntios 10:13: “Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar”. Ainda assim, muitos se deixam vencer pelas ciladas e blefes do inimigo, acreditando que ele pode mais. Passaremos por provações e tentações neste mundo, mas delas sairemos fortalecidos, se persistirmos na fé e no cumprimento da vontade de Deus que nos garante o louro da vitória ao final. Nenhuma vitória vem sem lutas. Amado(a), apegue-se à promessa Daquele que é fiel. Deixe de ouvir os sussurros maliciosos de satanás, pois a sua bênção está às portas
Graça e Paz!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011



“Assim, tendo o Diabo acabado toda sorte de tentação, retirou-se dele até ocasião oportuna” (Lucas 4:13).


Amado(a), engana-se quem subestima a ação do diabo, pois, embora já esteja derrotado e sabe disso, ele é ágil, astuto e inteligente e tem ainda a permissão para rodear a terra. Enquanto estivermos aqui precisamos ter consciência de que a vida é feita de batalhas diárias, por isso devemos permanecer sempre alerta, principalmente quando conquistamos uma vitória. Quando o diabo vê nossa vitória, ele sabe que foi vencido nessa batalha, então ele recua, mas volta porque é persistente e não desiste como muitos que julgam saber dominar a si mesmos e fortes o suficiente para enfrentar o inimigo. Observe que até mesmo com relação a Jesus, ele recuou temporariamente, mas não desistiu.
Amado(a), temos presenciado muitas situações em que as pessoas têm a oportunidade de conhecer e entregar sua vida a Jesus, mas não vigiam e ao pensar que estão imunes deixam-se levar pelas artimanhas do diabo e caem nas suas ciladas. Um dos motivos é a dureza do coração, porque quando não ouvem as exortações daqueles que são enviados por Deus e movidos pela surdez e pela cegueira insistem em seguir os próprios caminhos até que se veem mais uma vez nas mãos do inimigo.
Amado(a), a boa notícia é que fiel é Deus em todas as ocasiões, e nessa guerra contra o diabo não estaremos sozinhos, além de todas as armas que temos para combater as tentações, o Senhor nos assiste em nossas aflições e perturbações, porque nada escapa diante de seus olhos. Paulo nos diz em 1Coríntios 10:13: “Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar”
Graça e Paz!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011



“Não deis lugar ao Diabo” (Efésios 4:27)


Amado(a), não podemos vencer as tentações enfrentando-as. Esse é o perigo que muitos desavisados (ou teimosos) enfrentam quando confundem fugir das tentações com fugir do Diabo. Devemos em todos os momentos ficar longe das tentações, se ela vier por um lado, devemos correr para o outro, se vier pela frente, voltemo-nos para trás. Mas jamais podemos abrir qualquer tipo de brecha. Não precisamos cair para saber, basta olharmos os exemplos bíblicos. Todos os grandes reis da terra ungidos de Deus, homens poderosos e cheios do Espírito Santo, quando deixaram espaços, deram lugar a satanás que não desiste de nos tentar.
Vejamos o caso de Davi, quando em vez de ocupar sua mente com seus afazeres, ficou ocioso, satanás armou-lhe uma cilada e ele quis enfrentar a tentação em seu palácio. Ao ver Betseba nua pela janela, em vez de repreender aquilo, julgou que era forte o suficiente para enfrentar a tentação e ousou em continuar olhando até que a lascívia tomasse seu coração. O resultado todos conhecem: ele dormiu com aquela mulher, teve um filho com ela , e ainda cometeu outro pecado, pois provocou a morte de seu marido. Amado(a) observe como Satanás é astuto, por isso não podemos enfrentar a tentação, porque inevitavelmente cairemos, pois não existe nenhum super crente, poderoso, por mais cheio do Espírito Santo, quem alimentar a tentação vai cair. Outro exemplo que pode nos alertar e o caso de Sansão. O homem mais cheio do Espírito Santo em toda a Bíblia, mas que ousou confiar em sua própria força e acabou nas mãos do inimigo. Por isso, a Bíblia sempre aconselha-nos a vigiar e a orar e a fugir da tentação, jamais enfrentá-la. Só assim seremos vencedores. Precisamos estar sempre atentos, cientes de que Satanás jamais desistirá de tentar roubar nossas bênçãos.
Graça e Paz!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011



"A morte e a vida estão no pode da língua" (Pv 18.21)



Amado(a), Deus sempre deu grande importância à palavra. Observe que a Bíblia narra que foi pela palavra que a Terra, os seres que nela habitam e os luminares foram criados. Deus disse e foi feito! Mas não é só no seu sentido criador que Deus valoriza a palavra. É também no seu sentido de verdade. A palavra por ser ato de criação e de perpetuação não pode ser um ato vão. O cristão deve honrar a palavra proferida independente de estar registrada ou ser testemunhada, assim como deve fazer com a Palavra Deus escrita na Bíblia ou anunciada pelos profetas. Não é à toa que o apóstolo ensina que o nosso falar deve ser “sim, sim. Não, não.” O cristão autêntico não jura em vão, não pronuncia palavras hostis, que machuquem ou desonrem o próximo. O verdadeiro cristão não recorta na palavra de Deus apenas aquilo que lhe convém. Ao contrário, se necessário for ele usa a palavra para corrigir, redargüir e exortar, ainda que isto lhe custe uma amizade. Jesus nos deu o exemplo, mesmo diante da provocação de satanás que o levou ao alto do monte para tentá-Lo, Ele não titubeou. Apropriou-se da palavra como quem sabe manejar uma arma e usou-a com pertinência porque a conhecia, mas não se deixou tentar ou ser induzido pelas astúcias do inimigo que também é conhecedor da palavra.

Amado(a), sigamos o exemplo de Jesus, que a palavra por nós proferida seja fonte de vida e revele a verdade e que jamais seja uma pedra de tropeço.

Graça e Paz!

terça-feira, 6 de setembro de 2011



O SENHOR é quem te guarda; o SENHOR é a tua sombra à tua direita. O sol não te molestará de dia nem a lua de noite. O SENHOR te guardará de todo o mal; guardará a tua alma. O SENHOR guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre. (Salmos 121: 5-8)


Amado(a), nem sempre temos paciência para saber esperar a hora certa para que as coisas nos aconteçam, mesmo sabendo que tudo tem seu tempo determinado e que as coisas só acontecem quando têm que acontecer. A natureza nos mostra isso em vários casos. Não se pode forçar a saída da borboleta do casulo, porque ela não sobrevive; entretanto, muitas vezes ficamos impacientes, pensamos em fazer as coisas do nosso jeito, como achamos que seria o certo e o mais provável nessa atitude de deixar Deus agir é a frustração. Saber esperar é necessário para que Deus faça conforme a vontade dEle porque só Ele sabe o que é melhor para cada um. O nosso coração em geral nos engana e as nossas emoções nos confundem. Precisamos saber que se a espera é longa e cansativa, a recompensa sempre é melhor para aqueles que esperam nEle!
Amado(a), se você está em lutas, ou aguardando uma promessa de Deus, não se impaciente, pois Deus não abandona os que esperam nEle, mesmo que tudo pareça contrário. Lembre-se de que a Palavra de Deus é viva e muitíssimo eficaz, porém, para aqueles que realmente confiam nela.
Graça e Paz!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011



“De madrugada, ainda bem escuro, levantou-se, saiu e foi a um lugar deserto, e ali orava.” (Marcos 1:35)


Amado(a), Deus nos criou para relacionamentos e para vivermos em comunhão. Isso quer dizer que não nos criou para vivermos sós ou isolados. É certo que em alguns momentos precisamos nos recolher até mesmo para refletirmos sobre algo ou para entrarmos em sintonia com o Criador. Há momentos em que o recolhimento nos faz olhar para dentro de nós e nos faz pensar sobre nossas ações, sobre como nos conduzimos em nossos relacionamentos e como reagimos diante das perdas e conquistas. Às vezes necessitamos solidão para lidar com a nossa dor pessoal. Até Jesus precisou se isolar em alguns momentos para orar ao Pai e para buscar forças a fim de enfrentar o que estava por vir. Mas isso não significa que devemos nos isolar sempre. Precisamos nos recompor e procurar viver em harmonia com aqueles a quem Deus colocou em nosso caminho. Há pessoas que, ao se distanciar de Deus, também se distanciam de si mesmas e afastam de si os amigos, a família...
Amado(a), não se esqueça que a pior solidão é a do homem apartado de Deus.






Graça e Paz!

domingo, 4 de setembro de 2011



Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura. Isaías 42:8


Amado(a), há um equívoco entre as pessoas que não professam a mesma fé, quando afirmam que os evangélicos não gostam de santos. O que de fato os evangélicos não aceitam, por uma obediência aos preceitos bíblicos é a adoração a imagens de esculturas que representam alguém que teve uma vida santa. Os evangélicos genuínos não só reconhecem que várias pessoas tiveram atitudes e levaram uma vida santa, como perseguem em sua vida a santidade. O que não admitem é atribuir milagres, ou a condição de intercessores a essas pessoas que devem ser reconhecidas como santas, mas não idolatradas ou colocadas na mesma condição de Jesus: a quem a Bíblia afirma ser o único intercessor entre Deus e os homens. A Bíblia nos exorta a viver uma vida santa e a seguir o exemplo Daquele que jamais pecou, mas nos ensina, por meio de seus profetas que “Embrutecido é todo o homem, no seu conhecimento; envergonha-se todo o artífice da imagem de escultura; porque a sua imagem de fundição é mentira, e nelas não há espírito“. (Jeremias 51:17). O Profeta Habacuque 2:18 questiona “Que aproveita a imagem de escultura, depois que a esculpiu o seu artífice? Ela é máscara e ensina mentira, para que quem a formou confie na sua obra, fazendo ídolos mudos?” Em Atos 17:29, Lucas nos leva a refletir “Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens“. Amado(a), continuemos a perseguir a santidade, mas desprezemos os ídolos atendendo ao que nos ensina 1 João 5:21 “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos“, porque “Envergonhar-se-ão, e também se confundirão todos; cairão juntamente na afronta os que fabricam imagens“. (Isaías 45:16).
Graça e Paz!

sábado, 3 de setembro de 2011


"Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se." (Eclesiastes 4:10)

Amado(a), o sábio nos lembra a necessidade de sermos solidários e de nos espelharmos no exemplo de Jesus. Ele sofreu todas as dores para a humanidade pudesse ser salva. Essa é uma grande lição que precisamos aprender. Ele nos deu o exemplo. A Bíblia narra também o caso de uma mulher sunamita que desejou fazer algo de bom para o profeta Eliseu, por isso ela e seu marido preparam um quarto para quando ele estivesse em sua cidade. Por conta dessa atitude Eliseu quis retribuir a bondade deles. Vemos no decorrer da narrativa que Eliseu pede para Deus dar um filho a ela, pois esse era seu grande desejo. Deus atende à oração, e dá a ela um filho — um menino que ela tanto havia desejado. Algum tempo depois, o menino morre, e a mulher pede para Eliseu vir. Eliseu ora, e Deus responde à oração do profeta, ressuscitando o menino. Vemos com isso também que toda ação de bem retorna de algum modo. A mulher não havia feito o bem com interesse, mas colheu os seus frutos, porque Deus se agrada de quem faz bem ao próximo. A felicidade não pode algo solitário. Como podemos ser felizes se nosso irmão está mal? Como podemos aceitar impassível a dor do outro e não nos solidarizar? Deus nos deu talentos e condições não para usarmos de forma egoísta, mas servir à Sua obra e ao próximo.

Graça e Paz!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011



E ninguém seja devasso, ou profano, como Esaú, que por uma refeição vendeu o seu direito de primogenitura.(Hebreus 12:16)




Amado(a), o autor de Hebreus nos exorta a não agirmos como Esaú. Em outras palavras, não devemos trocar nossas bênçãos por migalhas. É triste constatar que muitos têm feito exatamente o contrário ao aceitarem as ofertas miseráveis do mundo em troca da paz e da abundância oferecida gratuitamente por Jesus. Muitos têm trocado amizades sinceras, verdadeiras e desinteressadas por ilusões mundanas, ou têm vendido por migalhas a sua paz e segurança de poder contar com um amigo fiel. Esaú vendeu o que era seu por direito por agir intempestivamente, movido por uma sensação do momento. Ele não parou para refletir sobre o que a sua escolha do momento o faria abrir mão e tampouco ponderou sobre o fato de que teria que assumir pelo resto de sua vida as conseqüências de não ter valorizado o que tinha de mais precioso. Quantos ainda continuam fazendo como ele, agindo segundo as sensações do momento e colhendo os frutos dessa atitude. Esaú até se arrependeu, mas não dava mais para voltar atrás. A bênção já tinha sido proferida a seu irmão. Quantas vezes deixamos para o outro aquilo que seria nosso por direito, mas não Ed e fato porque abrimos mão do que seria nosso. Damos legalidade ao outro para que leve a bênção e depois não podemos reclamar, se foi nos dado o direito de aceitar ou não. Ninguém é obrigado a fazer um pacto, mas se assim fez é necessário que cumpra.Amado(a), pense bastante antes de fazer uma escolha, porque colherá seus frutos inevitavelmente.



Graça e Paz!



E

quinta-feira, 1 de setembro de 2011



“Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo” (2 Coríntios 2.14)


Amado(a), observe que Paulo, neste versículo, usa o termo “sempre”ao afirmar que Deus nos conduz ao triunfo e, além de reconhecer, ele dá graças. Isso nos ensina a entender a ação de Deus em nossas vidas. A primeira é devemos ser gratos, seja em qualquer circunstância, porque, mesmo em situações adversas, Deus nos conduz à vitória. Às vezes passamos por lutas, perdas, frustrações, mas se conseguimos entender que Deus tem o controle da situação e que Ele é soberano e sabe de todas as coisas. Às vezes o que nos parece ruim hoje vai se mostrar bênção amanhã, ou o que nos parece bem pode ser converter em mal. Mas se estivermos firmes, apoiados Naquele que nos conduz ao bom caminho jamais seremos abalados, mesmo diante da aparente derrota. Jesus é o verdadeiro caminho e é Nele que temos a referência de vitória, por isso Nele devemos nos espelhar.
Amado(a), lembre-se de que a verdadeira vitória pode não se mostrar como tal diante dos homens. Veja o exemplo de Cristo. A cruz aos olhos do mundo parece humilhação e derrota, mas é a maior marca de vitória que a humanidade pode estampar.



Graça e Paz!