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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

E aconteceu que, quando Jesus concluiu todos estes discursos, disse aos seus discípulos: Bem sabeis que daqui a dois dias é a páscoa; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado. Mateus 26:1-2


Mateus narra o momento em começa a se desenrolar o começo definitivo do último ato do Plano de Salvação, quando mais uma vez Jesus advertiu seus discípulos sobre o que aconteceria. Por mais que tenha realizado milagres e contemplado um grupo de doentes, pecadores e sedentos da Verdade, Jesus deixa claro que seu objetivo é a cruz para alcançar a humanidade. Jesus sabia que teria que enfrentar o poder temporário de Roma. Os governantes romanos e seus representantes, por sua vez, sabiam que não poderiam enfrentar os numerosos judeus, que desciam a Jerusalém para celebrarem a Pascoa, sem criarem um alvoroço entre aqueles que reconheciam Jesus como um profeta. Foi por essa razão que armaram um plano para prendê-Lo em segredo, depois do término da festa da Páscoa quando cidade estivesse mais tranquila. Foi aí que Judas entrou! Pode ter sido por avareza e ambição. No entanto, qualquer valor é ínfimo perto do que perdeu. E como também nos mostra a história atual a ambição não compensa os infortúnios agregados a ela. O amor ao dinheiro é o mal mais terrível que tira do homem a verdadeira riqueza de sua humanidade. Judas pode ter sido movido pela frustração de não encontrar em Jesus o líder que libertaria a Palestina dos romanos, uma vez que Jesus deixou claro qual era a Sua missão. Quantos não agem como Judas, esperando que Jesus aja conforme a sua vontade. Mas pode ser também que Judas jamais tenha desejado a morte de Jesus, por isso recorreu ao suicídio. Talvez Judas tenha tido essa atitude apenas para forma de leva-Lo a agir com rapidez. O que muitos ainda tentam fazer, quando usam atalhos para ajudar Jesus.  Mas Salomão nos ensina que os caminhos de Deus são retos. Por isso, sabendo que Jesus é o Caminho, devemos nos atentar  para o que nos diz Moisés em Deuteronômio 5:32-33

Olhai, pois, que façais, como vos mandou o Senhor, vosso Deus, não declinareis, nem para a direita, nem para a esquerda.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado. Mateus 25:29


Jesus conta a parábola dos talentos para nos levar a compreender que assim como o talento (moeda) pode ser multiplicado, os dons que nos empresta também não podem ser guardados sem uma sábia aplicação. Deus deu a cada um de nós talentos e deles haveremos de prestar contas, assim como os servos daquele senhor que lhes entregou uma quantia para ser administrada na sua ausência. Deus nos dá talentos segundo a nossa capacidade e requer de nós a responsabilidade de administrarmos o que nos foi confiado. Mas Ele espera que multipliquemos os talentos que nos dá e se alegra com aqueles que multiplicam seus talentos, independente do que nos foi entregue. O que recebe menos será honrado do mesmo jeito que o que recebe mais. O que Deus enxerga é  a fidelidade no uso dos talentos que nos confia e certamente nos cobrará pelo que fizermos com os talentos. Essa parábola nos leva a refletir sobre a importância de termos cuidado com as coisas do Senhor Jesus na sua ausência, mesmo que pareça que Ele está demorando a voltar, lembrando-nos do que prediz Habacuque 2:3,
Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir. Mateus 25:13

Neste texto, ao contar a Parábola das Dez Virgens, Jesus nos passa uma mensagem que enfatiza a necessidade de termos uma vida de vigilância. No Monte das Oliveiras, Jesus respondeu aos seus discípulos sobre os últimos acontecimentos próximos a sua segunda vinda. Para muitos, o fim do mundo, para os vigilantes, o começo da eternidade com Cristo. Essa parábola traz-nos uma mensagem de despertamento espiritual e nos faz refletir sobre a questão da religiosidade. Vemos que as virgens prudentes guardavam em estoque o azeite das boas obras e enquanto se aqueciam e se alimentavam mantinham acesa a chama espiritual do amor. Elas eram, como recomendou Jesus, a luz do mundo. Mas as néscias também eram amigas da noiva e também eram virgens e religiosas, confiantes em sua religiosidade. Entendemos que essas virgens confiavam que o cumprimento dos rituais religiosos seria o suficiente para guiá-las pelo caminho até onde o noivo estava. Essa "virgindade", ou falsa santidade, são o orgulho, a autossuficiência, a presunção de que não precisam guardar o estoque de azeite que também as faria luz do mundo. Então, certamente, cumpriram os rituais religiosos, mas não o amor ao próximo, a compaixão e a piedade. A virgindade, por si só não lhes garantiam a santidade, pois tratava-se somente de uma prática religiosa, que não bastou para manter acesa a chama da luz divina em seus corações. Mas as virgens prudentes exerciam a religiosidade genuína e não apenas ritualística, Elas guardavam em depósito o amor, a graça e a misericórdia, para que estas virtudes espirituais, como um azeite precioso, mantivessem acesas a luz do Espírito de Deus. Jesus, na parábola das dez virgens, descreve profeticamente a situação espiritual que se encontrará a humanidade, por ocasião da sua vinda. Quando o amor se esfriar em muitos., quando mais escuro estiver o ambiente, impregnado pelas trevas do pecado, mais a luz se torna percebida. É nesse momento em que as lâmpadas das prudentes se farão necessárias. Quem estiver preparado, quem tiver azeite no depósito entrará para as bodas. Mas aquele que cuidou apenas da falsa religiosidade, compreenderá o que diz Jó 18:5
Na verdade, a luz dos ímpios se apagará, e a chama do seu fogo não resplandecerá.

sábado, 28 de janeiro de 2017

E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo. Mateus 24:12-13

Nesse texto, Mateus narra as considerações de Jesus sobre o final dos tempos, que, ao contrário do texto de Mateus 23 que trata da destruição de Jerusalém, não pode ser previsto como muitos pretensos adivinhos tentam fazer. Jesus nos ensina a ficarmos atentos aos sinais, pois o tempo não é identificável, mas incerto e desconhecido, e será  precedido por acontecimentos típicos e não inusitados como no tempo da destruição da Cidade Santa, que recebeu advertências antecipadamente. Nesse tempo não haverá advertências, por isso Jesus usou o exemplo do ladrão que vem sem avisar. Não haverá nenhum sinal antecipado do fim e nem tempo para a fuga e o julgamento será universal. Nenhum local haverá para nos escondermos. Portanto, resta-nos vigiar e observar os mandamentos do Senhor, cuidando-nos para não nos deixar levar por vento de doutrinas e falsos ensinamentos. Mas uma das marcas mais tristes que podemos identificar nos últimos dias, está contida nas palavras de Jesus no texto em epígrafe, porque vemos pelo contexto que Ele se refere especificamente aos que creem, pois para esfriar é preciso ter estado quente antes. Pressentimos que o tempo se aproxima porque podemos ver o amor se esfriando no mundo ao nosso redor também, mas, com tristeza testemunhamos o amor se esfriando entre nossos irmãos e o mundanismo contaminado a Igreja. Vemos cristãos sendo motivo de escândalo e se corrompendo com a sede de riqueza e de poder. Mas Jesus nos fala claramente sobre a perseverança para salvação, portanto, dirige-se aos que creem. Jesus afirma que muitos farão parte desse grupo destinado ao local onde haverá choro e ranger de dentes, mas também nos diz que apartará os que perseverarem. Não podemos contemporizar com o mundo se quisermos fazer parte desse grupo seleto e abençoado. Não devemos deixar nossa fé esfriar, pois quando o amor se esfria nos afastamos de Deus, colocamos defeitos na Igreja e abandonamos os irmãos. Lembremo-nos da profecia de Daniel, mencionada pelo Senhor e estejamos todos preparados para o dia da vinda do Senhor.
E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro. Daniel 12:1

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Dizem-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. Mateus 22:21

A resposta de Jesus quando lhe perguntaram se era lícito pagar os tributos ao imperador nos ensina sobre como devemos agir em relação aos nossos compromissos com os homens e com Deus.  César é símbolo do dinheiro, do poder humano, mas a graça é o símbolo do poder de Deus. Jesus não veio para nos libertar dos regimes impostos pelos governantes, nem da opressão por meio de uma revolução que nos eximiria de todo compromisso humano. Ele veio para nos apresentar a Sua maravilhosa graça e nos da a salvação que não pertence a esse mundo. Ao mostrar a moeda, Ele deixou claro que se a figura nela gravada era a de César, a ele pertencia o dinheiro. Mas a Deus, devemos dar o que é de Deus. César simboliza os governantes que nos cobram pesados tributos. A eles damos o que nos é imposto, como o próprio nome diz, de forma compulsória, mas a De Deus devemos dar com alegria, pois Ele espera uma obediência voluntária, não forçada, não constrangida. Se César, em nome da lei, nos constrange e nos obriga a tributar porque se não o fizermos estaremos fora da lei, Deus quer de nós a expressão sincera de reconhece-Lo como soberano e dono de todas as coisas. Não quer de nós o dinheiro pelo dinheiro, mas a obediência e o coração puro. Ele quer o busquemos em espírito e em verdade e que O coloquemos em primeiro lugar em nossas vidas. Por isso o profeta Isaias 55:6 nos diz

“Buscai a Deus enquanto se pode achar…”



quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

E, avistando uma figueira perto do caminho, dirigiu-se a ela, e não achou nela senão folhas. E disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente. Mateus 21:19


Jesus usa dessa passagem para fazer uma severa crítica à hipocrisia humana. Ele amaldiçoou a figueira para nos ensinar uma lição e não por raiva pelo fato de ela não lhes dar frutos quando estava com fome. Essa planta comum na Palestina é conhecida por apresentar primeiro os frutos e só depois as folhas. Portanto, se a figueira que Jesus encontrou tinha folhas, deveria, naturalmente, ter frutos sob elas. Se a figueira tinha folhas crescidas, mas não tinha fruto, mostrava uma aparência enganosa, parecia madura, mas não era. Assim são as pessoas que demonstram ser o que não são e não dão frutos, mas jactam-se de fazê-lo. A esse comportamento hipócrita Jesus condena e nos ensina, com essa analogia a sermos produtivos e agirmos com sinceridade sem falsa aparência. Por isso, para nos livrarmos do engano, devemos pedir sempre a Deus, como fez o salmista
Desvia de mim o caminho da falsidade, e concede-me piedosamente a tua lei. Salmos 119:29


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Disseram-lhe eles: Senhor, que os nossos olhos sejam abertos. Mateus 20:33

O evangelista Mateus descreve o milagre da cura de dois cegos ao compreenderem que estavam diante Daquele que pode nos trazer de volta a visão. Quando Jesus lhes perguntou “Que quereis que vos faça?” eles não titubearam e pediram ao Senhor que seus olhos fossem abertos. Aqueles cegos já tinham ouvido falar de Jesus, dos milagres que Ele operava e sabiam que estavam diante do Filho de Deus. Ao perceberem a agitação em torno Dele, ainda que não pudessem vê-lo com os olhos físicos, podiam enxerga-lo como Aquele que teria misericórdia e poder para curá-los. Poderia ser a última chance e eles não hesitaram em gritar por misericórdia. Assim acontece ainda hoje, pois Jesus continua operando milagres para aqueles que conseguem perceber a Sua presença. Tal como os cegos, não podemos perder a oportunidade de clamarmos por Ele, certos de que nos ouvirá abrirá nossos olhos espirituais se Dele nos aproximarmos. Precisamos clamar a Ele para que nos tire a cegueira que nos impede de contemplar a Sua face e de enxergar os enganos do mundo. Precisamos que nossos olhos sejam abertos para discernirmos o certo e o errado, para não cairmos nos laços do inimigo e não nos encantarmos com as ilusões desse mundo, conforme nos disse o profeta Isaias 42:16.
E guiarei os cegos pelo caminho que nunca conheceram, fá-los-ei caminhar pelas veredas que não conheceram; tornarei as trevas em luz perante eles, e as coisas tortas farei direitas. Estas coisas lhes farei, e nunca os desampararei.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

E eis que, aproximando-se dele um jovem, disse-lhe: Bom Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna? Mateus 19:16



Ao lermos essa passagem, vemos que o jovem que inquiriu Jesus sabia que Ele ensinava o caminho correto para a entrada no reino de Deus e por isso revelou seu desejo de fazer parte do reino! Mas, infelizmente, como muitos ainda fazem, ele não soube aproveitar a oportunidade de ter ouvido do próprio Jesus qual era o caminho a seguir. Isso nos leva a refletir que não basta conhecer o caminho da Salvação é necessário entrar e seguir Nele e isso envolve fé e arrependimento. Em várias passagens, Jesus nos mostra que garantiu "perdão de pecados" a aqueles que demonstraram fé e, consequentemente, a salvação. Vemos que o jovem rico demonstrou ser um excelente religioso, mas não um verdadeiro cristão. Muitos, como ele, guardam os preceitos religiosos, na expectativa de agradarem a Deus, no entanto suas almas estão vazias de Deus! A Bíblia está cheia de exemplos de pessoas que conheciam O Caminho, mas faltava-lhes entrar Nele. É o caso do Eunuco e Felipe, descrito em Atos 8.26-37. Ele estava preocupado com sua vida espiritual e ia a Jerusalém adorar a Deus, mas sem um verdadeiro discernimento do que de fato era servir ao Deus Vivo. Temos o exemplo de Cornélio, de Cesareia, centurião piedoso e temente a Deus, que fazia muitas esmolas ao povo, e de contínuo orava a Deus. Todavia, mesmo tendo um procedimento religioso exemplar, isso não bastava para que ele desfrutasse da salvação de Deus. Ele precisou obedecer a instrução do anjo e ir ao encontro de Pedro, para que este lhe trouxesse a palavra da vida. Vemos que tanto o eunuco, como Cornélio eram pessoas de excelente conduta religiosa, porém sem a verdadeira vida em Deus. O jovem rico, apesar de guardar os mandamentos, era mais apegado aos bens materiais. Vemos que isso ainda é o grande empecilho para que as pessoas persistam no caminho da Salvação. Quem se envolve com os valores deste mundo e não estiver disposta a renunciá-los quando necessário, não será candidato ao reino de Deus. Lembremo-nos do que nos ensina Provérbios 11?28:

Aquele que confia nas suas riquezas cairá, mas os justos reverdecerão como a folhagem. 



segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem; Mateus 23:3


Jesus faz uma dura crítica aos fariseus e, por extensão, àqueles que se comportam como esse grupo que colocam fardos pesados e difíceis de suportar sobre os ombros dos outros e eles próprios não demonstram esforço algum, mas fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens e se assentam nos primeiros lugares nas ceias e as primeiras cadeiras nas sinagogas. Jesus os comparam a sepulcros caiados, que por fora parecem formosos, mas por dentro estão apodrecidos e cheios de ossos de mortos. São hipócritas, porque exteriormente parecem justos aos homens, mas interiormente estais cheios de falsidade e de iniquidade. Jesus nos exorta, com isso a não aceitarmos os atalhos cômodos que a religião proporciona, porque nenhuma aparência ou ritual pode renovar nossa alma. Somente pela comunhão com o Espírito Santo será possível receber a revelação genuína que está por trás da letra e que edifica o nosso espírito e nos faz agir de acordo com a vontade de Deus. Não basta conhecer a Palavra. É preciso viver a Palavra e testemunhar em obras que não se mostram apenas   e não apenas aos homens, mas a Deus que conhece a intenção do coração de cada um de nós. Jesus nos ensinou a não deixar que a falsa religiosidade deste século penetre na Sua Igreja, para vivermos uma vida sincera, sem máscaras e hipocrisia. Assim, devemos também nos ater ao que nos ensina o sábio em provérbios 1:10

Filho meu, se os pecadores procuram te atrair com agrados, não aceites. Provérbios 1

domingo, 22 de janeiro de 2017

Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles. Mateus 18:20



O evangelista Mateus nos lembra de que quando duas ou mais pessoas se reúnem no nome de Jesus têm a autoridade de Deus para pedir e agradecer em nome Dele. Isso significa que Deus está no meio do Seu povo, conferindo-lhe sabedoria e autoridade, quando se reúne em Seu nome, mas não basta reunir. É preciso estar em obediência à Sua palavra. E também não significa que Deus não nos atende se, no silêncio de nosso quarto, ou em nosso canto de oração, seja onde estivermos, clamarmos a Ele, pois o próprio Jesus nos ensinou a orar de forma eficaz: Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. (Mateus 6:6). Jesus se refere, nesse contexto, no texto em epígrafe, à demanda entre irmãos e à necessidade de perdoarmos àqueles que nos ofendem. Jesus nos ensina a sermos misericordiosos e compassivos e a não fazermos aos outros aquilo que não queremos que nos façam. Se nos reunimos em nome Dele, se usamos o Seu nome para validar nossas ações, então, teremos também que agirmos diante do próximo como Ele agiria. Lembremo-nos do que nos ensina o sábio em Provérbios 3:27
Não deixes de fazer bem a quem o merece, estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo. Provérbios 3:27

sábado, 21 de janeiro de 2017

E Jesus lhes disse: Por causa de vossa incredulidade; porque em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível. Mateus 17:20


Essa asserção de Jesus trata-se de uma grande ação pela fé! A  fé capaz de fazer grandes façanhas, o Senhor Jesus chama de a fé do grão de mostarda. Jesus considera justamente esse pequeno grão como exemplo para uma fé pela qual podem acontecer grandes coisas, justamente pelo fato desse pequeno grão de semente ser capaz de ilustrar o que significa transportar montes. Por ser uma semente extremamente pequena, quase invisível a olho nu, em menos de um ano se transforma num grande arbusto. Portanto, Jesus nos mostra que que para criarmos algo grande o primeiro passo é algo quase imperceptível. A fé que nos parece pequena pode ser a semente de árvore grande com raiz forte. O que Jesus quer nos dizer é que não podemos olhar para a nossa pequenez ou limitação, mas olharmos para o Autor e consumador de nossa fé. O grão de mostarda não se torna uma árvore por seu próprio esforço, mas graças à sua natureza, porque torna ativo e aplica o que possui! Isso nos leva a refletir que se somos criados á semelhança do Pai, também trazemos em nosso DNA todas as possibilidades de tornarmos ativos as nossa condição de crescer à estatura de Cristo e de agirmos como o Criador espera de nós. Daremos fruto na medida de nossa natureza, se colocarmos em prática nossa fé, mesmo pequena como um grão de mostarda, porque temos o DNA do Pai. Lembremo-nos, pois de como Deus nos criou

E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. Gênesis 1:26


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma? Mateus 16:26


Mateus registra que os fariseus e os saduceus, para  tentarem Jesus  pediram-lhe que lhes mostrasse algum sinal do céu e Ele os repreendeu, chamando-os de geração má e adúltera para a qual nenhum sinal a não ser o do profeta Jonas seria mostrado por serem tão hipócritas, por se mostrarem capazes de discernir a face do céu, e não conhecer os sinais dos tempos. Jesus advertiu os discípulos do fermento dos fariseus e saduceus, fazendo-os perceber que que se tratava de uma metáfora referindo-se à doutrina dos fariseus e se revelou aos discípulos, dando-lhes o poder de em Seu Nome fazer coisas que seriam validadas no Céu. Jesus disse aos seus discípulos: “Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me”, lembrando-os de que mais vale perder a vida para segui-Lo do que ganhar tudo neste mundo e perder a alma. As palavras do Senhor servem-nos de alerta para os tempos em que vivemos, quando vemos que as pessoas lutam insanamente para acumular riquezas, querendo cada vez mais, sem limites ainda que já tenham mais do que o suficiente. Lembremo-nos de que não há nada de errado em querer prosperar, em adquirir bens materiais, em almejar riquezas, mas o problema está em colocar esse objetivo como sendo o principal das nossas vidas. Há pessoas que já tem muito para viverem com privilégios e continuam agindo como se nada tivessem e se esquecendo de que são passageiras na terra e de que nada poderão levar deste mundo. Não nos esqueçamos de devemos buscar primeiro o Reino de Deus e de que todas as outras coisas nos serão acrescentadas, pois tudo aquilo que ganharmos aqui, como bens, dinheiro, títulos, diplomas, poder, honras, jamais serão um passaporte para vida eterna, por isso devemos agir como Davi
Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do Senhor. Salmos 116:13

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem. Mateus 15:11

Estas palavras foram proferidas por Jesus depois que uns escribas e fariseus de Jerusalém afirmaram que Seus discípulos estavam transgredindo a tradição dos anciãos porque não lavavam as mãos quando comiam pão. Sabiamente, como profundo conhecedor das leis e do coração dos homens, Jesus demonstrou uma distinção entre as tradições humanas e os mandamentos e replicou que eles invalidavam, pela vossa tradição, o mandamento de Deus, agindo com hipocrisia. Os fariseus como muitos ainda hoje dizem adorar a Deus, mas valorizam muito mais as doutrinas que são preceitos dos homens. Quando Jesus diz que “O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem”, Ele se baseia no metabolismo humano, pois tudo o que entra pela boca desce para o ventre, e é lançado fora, mas o que sai da boca, procede do coração, e isso contamina o homem. Jesus nos lembra de que do coração procedem os maus pensamentos, as mortes, os adultérios, a fornicação, os furtos, os falsos testemunhos e as blasfêmias. E essas são as coisas que contaminam o homem e não a atitude de comer sem lavar as mãos. Jesus referiu-se à profecia de Isaías a respeito daqueles homens que, segundo Jesus, eram cegos guiando outros cegos e consequentemente cairiam na cova e seriam cortados do Reino, pois toda a planta, que o Senhor não plantou, será arrancada.
Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca, e com os seus lábios me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído; Isaías 29:13

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

E rogavam-lhe que ao menos eles pudessem tocar a orla da sua roupa; e todos os que a tocavam ficavam sãos. Mateus 14:36


As pessoas simples e sem acesso aos religiosos da época de Jesus, embora não fossem agraciadas com a misericórdia da Igreja e de seus representantes como deveria ser, considerando que Deus é amor e bondade, conheciam as tradições e as profecias. Todos os judeus sabiam que se Jesus fosse realmente o Messias, se tocassem a orla de suas vestes seriam curados, por isso se aglomeravam em torno Dele, pois as vestes de Jesus eram segundo o costume daquele época. Elas eram confeccionadas com franjas nas suas bordas e nessas franjas haviam cordões azuis com os mandamentos de Deus. Então, toda vez que eles andavam os mandamentos de Deus nos cordões que estavam nas orlas eram vistos. Tocar na orla das vestes de Jesus não era uma simples metáfora. Era alcançar a misericórdia pelo conhecimento da Palavra de Deus. Assim, as pessoas vinham de longe para tocar as franjas de Jesus, pois elas eram sinal de autoridade. Mas precisamos desmitificar essa atitude, lembrando que não é o ritual que nos cura e sim o coração sincero que apresentamos diante de Deus. Jesus curava aqueles que O tocavam não pelo simples e mecânico poder do toque, mas porque sabia da sinceridade do coração enfermo. O povo conhecia a capacidade de fazer grandes milagres, mas nem todos perceberam quem Ele realmente é. Muitos ainda O procuram para conseguir cura, para prolongar a vida terrena, mas são poucos os que procuravam para a vida eterna. Podemos seguir Jesus para encontrarmos alívio, mas perderemos a essência se O procurarmos apenas para que nos ajude nesta vida, e não buscamos o plano eterno que Ele tem para nós.
Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas orlas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria. – Malaquias 4:2

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas? Mateus 13:10


O uso de parábolas por Jesus é bastante conhecido, mas nem todos compreendem as razões da opção do Mestre por esse método. O significado das parábolas nem sempre foi evidente, nem mesmo os discípulos de Jesus entendiam porque Ele começou a ensinar exclusivamente por parábolas, ou o que Suas histórias significavam, contudo, eles se interessavam em ouvir e a questionar para saberem mais acerca do que o Mestre tratava. As parábolas de Jesus, paradoxalmente, são complexas como uma tese e ao mesmo tempo simples como um dito popular, mas contêm um grande desafio ao que as escuta: elas podem dizer muito ou simplesmente nada. Depende de quem ouve e com que espírito ouve. A sua compreensão não está relacionada a habilidade humana de leitura, ao nível intelectual, ou acadêmico. O mais simples e menos letrado dos homens pode ter uma compreensão excelente daquilo que o mais douto não consegue decifrar. Os discípulos nem sempre entendiam a mensagem, mas tinham o coração puro e desprovido da arrogância do mundo, por isso pediam mais informações. Esse é um exemplo que devemos seguir. Se somos confrontados com algo que não compreendemos na Bíblia é quando temos que ficar para aprender mais. Nossa atitude mostrará se fazemos parte daqueles a quem será dado saber os mistérios do reino de Deus ou se daqueles a quem se referiu o profeta Isaías 6:9
Ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebeis. 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A rainha do sul se levantará no dia do juízo com esta geração, e a condenará; porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis que está aqui quem é maior do que Salomão. Mateus 12:42


O texto de Mateus nos mostra que devemos pedir o discernimento do Espírito para entender as Palavras de Jesus, sabendo que a sabedoria vem de Deus e que Jesus é maior que o templo, conforme nos lembra o evangelista. E templo aqui tem o sentido de religião, pois naquele tempo o povo considerava o templo como algo grande para sua fé, porque era símbolo de sua religião. Foi olhando a grandeza do templo e a pequenez do legalismo dos fariseus, que Jesus afirmou ser maior que o templo, ou a religiosidade que dominava e ainda domina a Igreja. Nenhuma religião é capaz de conter a grandeza de Deus por si mesma e nenhuma teologia de explicar com exatidão quem é Deus porque Deus não cabe nas palavras e nenhum templo ou ritual é capaz de conter o significado infinito Dele. Quando congregamos, devemos ter a compreensão de nos reunimos para louvar e aprender mais sobre nosso Senhor, a quem reconhecemos toda honra, mas devemos estar cientes de que nenhum ritual nos torna dignos de contemplar a face de Deus. Devemos saber que Jesus maior que a religião, que os profetas, mas sobretudo foi humilde e obediente para que a vontade do Pai se cumprisse. Sabendo disso, e firmes na Rocha, não desanimemos quando o mundo quiser nos apresentar “algo grande”, pois temos a convicção de que Jesus ainda é maior e que nada supera a grandeza de Jesus! E assim faremos como nos exortou Salomão.

A minha boca falará de sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento. Salmos 49:3

domingo, 15 de janeiro de 2017

Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Mateus 11: 29-30


Jesus nos ensina que a sabedoria é confirmada pelas obras que a acompanham. Conhecemos a árvore pelo seu fruto, diz o Senhor. Mas muitos têm sido levados por discursos que convencem, mas não frutificam, por isso a humanidade tem carregado um fardo pesado e tem sido vítima de corruptos e corruptores, tem se deixado enganar porque não vigiam e não fazem o que a Bíblia ensina: examinar as Escrituras e se pautar pela verdade. Jesus nos convida a segui-Lo e a encontrar Nele o descanso que o mundo não é capaz de nos oferecer. Nessas palavras há um convite não para mudarmos de religião, mas para mudarmos de atitude: "Vinde a mim". Isso significa mudar a direção de nossas vidas, implica uma decisão para deixarmos o pecado e irmos até Jesus Cristo. Quando Ele diz que é manso e humilde podemos constatar que não é apenas um discurso ou um mantra religioso: Jesus viveu o que pregou, diferente das religiões que querem impor pela violência suas doutrinas. Quando aceitamos de coração e mente abertos esse convite, vemos que o fardo de Jesus é suave diante da liberdade que o mundo nos oferece e que nos aprisiona. O convite de Jesus é dirigido a todos os que lutam e estão sobrecarregados. Ele demonstrou que rejeita o pecado, mas é um amigo para os pecadores que buscam a mudança e isso não significa transigência ou fazer vista grossa para os erros. Jesus não se associa com os pecadores para encorajá-los no pecado, mas para ajudá-los e salvá-los. Ele  pecado e faz uma promessa "Eu vos darei descanso". Mas a decisão de aceitar esse convite é pessoal e é ensinada em quatro verbos imperativos: "Vinde, tomai, aprendei, e encontrai". Se obedecermos entenderemos o que Ele disse: "Meu jugo é suave, e o meu fardo é leve", assim como profetizou Naum 1:13:


Mas agora quebrarei o seu jugo de sobre ti, e romperei os teus laços. Naum 1:13 

sábado, 14 de janeiro de 2017

Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas. Mateus 10:16



Cristo nos ensina a desenvolver um caráter equilibrado ao buscar nesses animais de natureza tão distintas características que nos tornam capazes de enfrentar as circunstâncias adversas em nosso caminho. Jesus disse que nele seremos como ovelhas no meio de lobos, por isso nos exorta a sermos astutos como a serpente, mas também simples como as pombas. A serpente se esconde diante de um perigo eminente, por isso, quando percebemos que o perigo se aproxima deveremos nos afastar dele e de toda a aparência do mal. Sendo simples como a pomba, procuraremos morada em terra firme, buscando o auxílio de Deus. Demostraremos prudência quando, ao identificarmos o mal, fugimos dele e simplicidade ao exercer o bem em amor e humildade e se obedecermos à palavra de Deus com coração inteiro e sincero, submisso e disposto, mesmo em face de situações adversas. Assim, devemos ser prudentes evitando o mal para buscar o bem, e simples no opor-se ao mal para encontrar o bem. No meio de lobos, muitas vezes disfarçados de cordeiros, precisamos ter prudência, astúcia e moderação para lidar com eles. Mas conforme Jesus nos ensinou, precisamos aprender a escapar das ciladas deles, com discernimento e astúcia, agindo como as serpentes, sem macular nossa inocência. Por isso, devemos agir como nos aconselha o sábio em Provérbios 9:10


O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo a prudência. 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Jesus, porém, ouvindo, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas, sim, os doentes. Mateus 9:12



Mateus relata que Jesus percorria todas as cidades e aldeias, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino, e curando todas as enfermidades e moléstias entre o povo. Muitos foram os milagres realizados por Jesus nesse período, pois tinha grande compaixão pelas pessoas que andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não têm pastor. Ele pediu aos seus discípulos que orassem a Deus para enviar pessoas dispostas a fazer a obra, pois via que a seara é realmente grande e eram poucos os ceifeiros. Em Seu ministério, Jesus foi criticado por aceitar como seguidores pessoas com um histórico de vida condenado pelos judeus. O próprio evangelista Mateus era um deles, pois sendo coletor de impostos era mal visto pelos judeus, uma vez que além de cobrar impostos, eles roubavam do povo parte do que era cobrado, pois pagavam para Roma o valor previamente estabelecido e cobravam acima deste valor para ficarem com a diferença. Durante Seu ministério, Jesus se cercou de pessoas tidas como escórias da sociedade, doentes do corpo e da alma, por essa razão usou a metáfora médica para explicar Sua missão. Todos nós somos doentes que precisam de cura. Temos enfermidades explícitas ou imperceptíveis que precisam ser curadas. Precisamos dos Médico dos médicos, para que nossas enfermidades físicas, emocionais ou espirituais sejam saradas e nos tornemos pessoas melhores. Jesus está disponível para os doentes. Ele
Sara os quebrantados de coração, e lhes ata as suas feridas. Salmos 147:3


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

E o centurião, respondendo, disse: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra, e o meu criado há de sarar. Mateus 8:8


Mateus relata a passagem em que o centurião romano demonstra sua grande fé, digna de merecer de Jesus um elogio. Jesus reconheceu que a fé desse oficial romano a serviço de Herodes era maior do que a demonstrada por muitos judeus. Vemos que esse oficial, sendo um homem de autoridade, conseguiu discernir quem era Jesus. Ele tinha a convicção de seu pedido era direcionado ao próprio Senhor que tem todo poder, e a chave da vida e da morte em suas mãos. O centurião de Cafarnaum conhecia as prerrogativas do comando. Sabia o que era obedecer à autoridade de um rei ou comandante. E, se como oficial subalterno, tinha poder de com palavras produzir efeito de obediência em seus servos, quanto mais a palavra de Jesus, que ele reconhecia como verdadeira Autoridade. Outro aspecto importante do caráter desse oficial, além de sua fé, é a sua compaixão pelos eu servo. Vemos que isso também foi levado em conta por Jesus, que faz misericórdia aos milhares que o servem e que o amam. Jesus nos ensina a agir como o centurião: a termos a fé que crê que tudo é possível somente pela Palavra de Jesus e a termos compaixão pelo próximo. Mas a fé em Deus não pode vir por emoções, devoção, ou pela própria capacidade de alguém. Precisamos desenvolver uma fé sincera e sem artifícios, independente de demonstrações exteriores. O centurião nos ensina que a fé na Palavra nos faz mudar de uma vida de pecado para uma vida de salvação, e nos permite ser abençoados por toda a Palavra. E essa fé existe em nós pela Graça de Deus, para que creiamos que Sua Palavra tem sido e será cumprida exatamente como ela é. Essa é a fé que mais Deus aprova. Jesus espera que possamos agir como o centurião e declarar como o salmista


Em qualquer tempo em que eu temer, confiarei em ti. Salmos 56:3

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas. Mateus 7:12


Jesus nos ensina neste versículo o princípio da reciprocidade. Esta é a Regra de Ouro dos relacionamentos. Ao contrário do que pensamos, somos nós que definimos exatamente como nós gostaríamos de ser tratados. Se que queremos ser tratados com bondade, justiça, honestidade, respeito, consideração, lealdade, tolerância... É assim que devemos tratar as outras pessoas. Deus nos criou para a comunhão. Somos seres sociais por excelência e para que nossos relacionamentos sejam saudáveis e deem frutos antes precisamos agir conforme Jesus.  Precisamos ser humildes, pois pessoas arrogantes não conseguem conviver bem com as outras. Quem é humilde exercita o perdão, sempre necessário na convivência humana. E para isso é preciso aceitar as pessoas como elas são. Isso significa reconhecer a legitimidade dos seus sentimentos e de suas relações. Jesus aceitou as pessoas que a sociedade rejeitava. Conviveu com elas, transformou suas vidas e restaurou sua dignidade. Condenar as pessoas sem procurar entender as suas motivações é um entrave aos relacionamentos e nos distancia dos outros. Viver com honestidade e sinceridade é fundamental. A pessoa sincera não usa máscara. É transparente em suas atitudes, autêntica nas suas convicções e não tenta parecer aquilo que não é, por isso não surpreende a outra. Uma pessoa honesta não está dividida contra si mesmo. Ela é transparente em suas relações e não age diferente de seus princípios, ainda que esperem dela o contrário. Não adianta agir como se eu fosse uma pessoa afetuosa se, no momento, se sente hostil. A verdade amorosa é a chave das relações sinceras. A sinceridade aponta o caminho da vida plena e feliz, conforme nos lembra o sábio em Provérbios 20:7

O justo anda na sua sinceridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele. 

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Mateus 6:7


Jesus ensina aos discípulos a maneira correta de orar e sua explicação acaba virando uma oração conhecendo pela Oração do Pai Nosso. Nela temos o modelo, ou o padrão de uma oração que tem eficácia, porque agrada a Deus. Quando Jesus nos fala que não devemos usar de vãs repetições Ele está ensinando que não devemos orar de forma mecânica, apenas repetindo palavras ou modelos, sem sentimento, pois Deus ouve o nosso coração e não apenas o que dizemos. Nesse sentido, até mesmo o Pai Nosso é ineficaz, quando for dito em repetição mecânica como um rosário, sem que as pessoas se deem conta do que pronunciam e apenas repetem um texto prévio. O que Jesus condena é a oração pré-definida, usada como mantra, sem que venha do coração. Para Ele tem muito mais valor uma súplica pessoal do que orações clichês, repetidas e pré-definidas. Jesus nos ensina, assim como o modelo do Pai Nosso que devemos falar com Deus como se estivéssemos falando com nosso pai. E se o fazemos com sinceridade, em nome Dele, Deus nos ouvirá sem muita repetição. Mas precisamos também entender que que a oração não deve se resumir à petição. A essência da oração é o nosso relacionamento com Deus. Por isto Jesus nos ensinou a orar começando com o “Pai nosso”, e nos disse que o Pai sabia o que era necessário antes de pedirmos. Mas Jesus nos ensina a pedir como uma forma de fortalecimento entre o Pai e nós, seus filhos, pois pedir está ligado à filiação Divina por meio de Jesus Cristo. Contudo, como filhos temos que fazer orações de adoração e de gratidão também e não apenas da petição. Lembremo-nos, portanto, que só o sangue de Jesus nos dá a Deus. Não são os “esquemas” nas orações que garantem a resposta, mas sim a mediação de Cristo, nosso intercessor e advogado e assim como afirma o salmista.

Ele atenderá à oração do desamparado, e não desprezará a sua oração. Salmos 102:17



segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Mateus 5:13-14


Jesus proferiu essas palavras, registradas por Mateus no célebre Sermão da Montanha, para que Seus discípulos compreendessem por meio da metáfora que o sal da terra e luz do mundo são aqueles que refletem o caráter de Cristo e por isso precisam se diferenciar dos demais. O sal é um elemento essencial para a conservação e o sabor dos alimentos, mas torna-se invisível ao cumprir suas funções. A luz faz desaparecer as trevas, e é uma radiação eletromagnética, que se propaga através de diferentes meios materiais, como o ar ou a água e também através do vazio. A Bíblia mostra-nos que os fariseus interpretavam de forma errada as Escrituras e buscavam se diferenciar dos demais homens pela forma como se vestiam, pelo modo de saudação que usavam, por orações longas em público, pela prática detalhada de rituais e elementos da tradição da religião judaica, mas jamais pela transformação do coração e pelo amor ao próximo. Entretanto, ser sal ou ser luz não é ter aparência e sim cumprir uma missão, pois a função do sal não é aparecer por si só, mas fazer aparecer o sabor dos outros alimentos e a luz é necessária para que se possa ver o mundo e os objetos ao redor. A função da luz é clarear e revelar o caminho, Mas a luz que ofusca os olhos, perde seu valor, assim como uma camada extensa de sal, altamente visível, para nada mais serve do que ser pisada. Portanto, ser sal ou ser luz do mundo, de acordo com Jesus, não é ter aparência, mas uma função necessária e discreta nesse mundo que carece de luz e de tempero. Os fariseus não compreenderam que a luz dos verdadeiros discípulos, não vinha deles mesmos, mas era uma reflexão da luz do Pai. A ciência explica que existem alguns tipos de sólidos, chamados de opacos, que não se deixam atravessar pela luz. São aquelas pessoas que vivem em si mesmas, e não se deixam atravessar pela Luz de Jesus. Mas aqueles que seguem a verdadeira Luz são capazes de compreender e de refleti-la ao seu redor, conforme afirma o salmista

Porque em ti está o manancial da vida; na tua luz veremos a luz. Salmos 36:9


domingo, 8 de janeiro de 2017

E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Mateus 4:19


O início do ministério do Senhor Jesus foi marcado por três situações: o batismo por João que demonstrou Sua obediência ao Plano de Deus  e anunciou profeticamente Sua morte e ressurreição para a salvação daqueles que Nele creem; a tentação vivida no deserto mostrando que a vitória vem pela submissão a Deus e uso racional das Escrituras; a prisão de João Batista que marcou o início do ministério da reconciliação com Deus em Cristo, ao fim do ministério profético daquele que veio para preparar a vinda do Messias. Jesus saiu de Nazaré, Na Galileia, onde viveu aproximadamente trinta anos, de maneira humilde, como carpinteiro assim como o pai terreno e se dirigiu ao sul na Judéia. A Bíblia não detalha sua vida entre o nascimento e o início de Seu ministério, mas é evidente que cresceu como um ser humano comum, mas cujo caráter guardava os atributos divinos vindo de Deus e cuja humanidade trazia a influência de José e Maria. Foi com os pais que aprendeu a ser temente a Deus, humilde, discreto, determinado e fiel aos compromissos divino-humanos. No Evangelho de Mateus, vemos que Jesus não desejou estar sozinho no anúncio do Evangelho. Ele chamou outros homens comuns e os capacitou para a obra cujos resultados são eternos. E ainda nos convida a segui-Lo, a anunciar as Boas Novas. Mas seguir Jesus implica abrir mão da condução de nossa vida, sabendo que somos chamados para sair entre os ímpios, sem nos deixar contaminar com as coisas do mundo. Não podemos ser pescadores de homens se permanecermos entre os homens, sendo como eles, pois o pecador não converterá ao pecador. O ímpio não converterá o ímpio, tampouco o cristão mundano converterá o mundo. O verdadeiro cristão sabe que o senhorio de Jesus é suave, embora as lutas sejam constantes e difíceis e que não há como seguir Jesus sem Jesus. E seguir Jesus implica estar no mundo sem se envolver com o mundo

Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Salmos 1:1

sábado, 7 de janeiro de 2017

Quando Jesus ouviu que João estava preso, voltou para a Galileia. Deixando Nazaré, foi morar em Cafarnaum, cidade situada a beira do mar, na região de Zebulom e Naftali; para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: Terra de Zebulom, terra de Naftali, caminho do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios – o povo que estava em trevas viu grande luz e aos que estavam na região da sombra da morte, raiou-lhes a luz. (Mateus 4:12-16)


O evangelista Mateus se refere a duas regiões de Israel, designadas pelos nomes de duas tribos as quais estavam entre as dez que renunciaram à fé em Deus e se voltaram para as coisas do mundo. Apesar de todo alerta dos profetas contra o pecado e a contaminação pelo mundo essas tribos não se arrependeram e como consequências foram derrotadas pelos assírios. Desde então, os gentios se estabeleceram em Israel, e a Galileia passou a ser um local com população mista e na maioria sem temor de Deus. Contudo, havia uma profecia em Isaías em relação a essa terra, firmando que os que viviam em trevas veriam a luz. Ali as pessoas viviam em situação miserável, por causa do pecado, e Jesus escolheu viver e trabalhar entre elas, porque era ali que Dele precisavam. Assim como hoje, quando muitos se deixam contaminar pelo mundanismo e dão ouvidos a doutrinas contrárias aos princípios de Deus, Jesus é luz que retira das trevas os miseráveis, cumprindo o que profetizou Isaias 9:1-2:

Mas para os que estavam aflitos não haverá mais obscuridade. No passado ele envileceu a terra de Zebulom e a terra de Naftali, mas nos últimos a enobreceu junto ao caminho do mar, além do Jordão, a Galiléia das nações. O povo que andava em trevas viu uma grande luz; sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz.



sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Mateus 4:4

 O evangelista Mateus registra que depois de ser conduzido ao deserto por Deus, para jejuar por 40 dias e 40 noites, o diabo tentou Jesus, sugerindo que Ele transformasse pedras em pães, uma vez que estava com fome. Jesus, ao mencionar essas palavras se referia ao que Deus falara a Moisés no Antigo Testamento cumprindo-se a profecia destacada em Mateus. Vemos que o diabo não mudou sua estratégia para nos fazer cair em tentação. Ele espera que estejamos em um deserto pessoal para nos ofertar algo que aparentemente precisamos ou algo que desejamos. Vendo que Jesus tinha fome, fez uma proposta sugestiva, que resolveria uma necessidade imediata, mas Jesus ponderou que se transformasse as pedras em pães e as comesse logo teria fome novamente, assim usaria o poder de Deus para algo passageiro, mas sabia que se resistisse teria algo muito mais duradouro. Por não aceitar a tentação, desmontou a estratégia de satanás. E essa é a grande lição que precisamos aprender. Quando o diabo quiser se aproveitar de nossa fraqueza, devemos pedir forças a Deus para resistirmos. Se nos apegar à Palavra seremos vitoriosos! É com a Palavra que teremos a vitória contra a tentação.

"E te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram; para te dar a entender que o homem não viverá só de pão, mas de tudo o que sai da boca do SENHOR viverá o homem." (Deuteronômio 8.3)

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

E, naqueles dias, apareceu João o Batista pregando no deserto da Judéia, E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus. Porque este é o anunciado pelo profeta Isaías, que disse: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas. Mateus 3:1-3


A Bíblia afirma que João Batista aparece unicamente no deserto, e o simbolismos dessa revelação nos diz muito sobre como devemos compreender o que o deserto representa em nossas vidas. Há também uma analogia preciosa e significativa a ser feita: antes de conhecer a terra prometida, os israelitas tiveram que atravessar o deserto. Antes de conhecermos o novo nascimento, por intermédio de Jesus, passamos pelo deserto com João Batista. O deserto representa o ambiente, a solidão, o recomeço, a transição e a chance. O ambiente é o espaço sem edificação, o terreno seco e árido que há nosso interior. Mas quando nos aparece João Batista reconhecemos onde estamos e reconhecemos que ali não há como sobreviver e que precisamos buscar a Fonte Viva para tudo ao nosso redor frutifique. Na solidão do deserto podemos despertar a consciência de que precisamos buscar algo além do que enxergamos. Vislumbramos um recomeço, quando saímos da aparente zona de conforto que antes pensávamos existir. Nesse conflito entre desconforto e solidão do deserto onde tudo é novo, pois para além do ambiente familiar tudo é deserto, e nesse espaço é preciso construir. O deserto é o ponto da transição e da tentação, e o nosso desafio é olhar em frente. Ali está a chance de mudança, quando olhamos para Cristo e deixamos de lado as areias que nos cegam os olhos. Aqueles que nos apresentam Jesus e nos faz enxergar o deserto que vivemos é para nós um Joao Batista como profetiza Isaias 40:3:

Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

E chegou, e habitou numa cidade chamada Nazaré, para que se cumprisse o que fora dito pelos profetas: Ele será chamado Nazareno. Mateus 2:23

       
Jesus nasceu circunstancialmente em Belém, cidade próxima de Nazaré, terra natal de José.  A Bíblia narra que por causa de um censo, José se encontrava com Maria, em Belém, quando chegou o momento de Jesus nascer. Por falta de uma hospedaria, Jesus veio ao mundo com simplicidade, nascendo em uma estrebaria. Mas sabemos que nada disso foi por acaso. Tudo isso fazia parte do Plano de Deus e foi previsto pelos profetas. Jesus veio ao mundo e experimentou todas as condições naturais da mortalidade; nasceu tão dependente e frágil como qualquer outra criança. Sua infância foi, sob todos os aspectos, uma infância normal, como a de qualquer criança. O mesmo aconteceu com sua juventude. Sendo rei, Jesus poderia ocupar os melhores lugares, mas Ele veio ao mundo de forma simples, em uma pequena cidade, sendo criado na Galileia, em um lugar desprezado pelos judeus à época, por isso Disse-lhe Natanael: Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? Mas Ele veio para cumprir o foi predito. Veio sem nenhuma pompa para nos dar o maior exemplo, por isso o profeta Miqueias 5:2 sentenciou

 E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Então se cumpriu o que foi dito pelo profeta Jeremias, que diz: Em Ramá se ouviu uma voz, Lamentação, choro e grande pranto: Raquel chorando os seus filhos, E não querendo ser consolada, porque já não existem. Mateus 2:17-18

O evangelista Mateus se refere a Ramá, registrado na Bíblia como o lugar da morte de todas as crianças com idade menor que dois anos, a mando de Herodes, que intencionava matar Jesus recém-nascido. O choro de Raquel, representa o pranto de todas as mães pela morte dos filhos. Rama significa um lugar de dor, de lamentação, de angústia e de clamor, mas também um lugar de renascimento e de esperança, pois enquanto se cumpria a Profecia de Ramá, nascia Jesus, o Salvador de toda humanidade! Isso nos faz refletir sobre o fato de que do desespero pode renascer a esperança, da tristeza a alegria, da morte pode surgir a vida. Quando nossa vida é assolada por angústia determinada pelos poderosos deste mundo, pelos que perseguem o Salvador, quando “vivemos em Ramá”, vivenciamos a vitória plena, sabendo que de nossas forças nada somos ou podemos. A nossa força virá do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Em Ramá, quando pranteamos, Deus nos ouve. Quando nossas palavras não conseguem sair elas se tornam ainda mais audíveis aos Senhor, assim como nos lembra o profeta Jeremias 31:15 

Assim diz o Senhor: Uma voz se ouviu em Ramá, lamentação, choro amargo; Raquel chora seus filhos; não quer ser consolada quanto a seus filhos, porque já não existem.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

E esteve lá, até à morte de Herodes, para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: Do Egito chamei o meu Filho. Mateus 2:15


Mateus conta-nos que José e Maria seguiram para o Egito onde permaneceram até a morte do rei, para fugirem do rei Herodes que, conhecendo a profecia, queria matar Jesus ao ser informado de seu nascimento. Herodes fica muito irado quando descobre que foi enganado pelos magos, e manda matar todos os meninos de até dois anos de Belém e arredores, conforme predisse o profeta Jeremias “Ouviu-se um clamor em Ramá, pranto, choro e grande lamento; era Raquel chorando por seus filhos e inconsolável porque não mais existem”. (Mateus 2:17-18). Depois da morte de Herodes, José pode retornar com tranquilidade, pois Jesus não corria mais risco de ser morto pelo rei. Os relatos do Novo Testamento, cotejados com os textos do Antigo vêm reforçar nossa fé e confiança de que Jesus é o nosso Salvador e não há na terra outro nome maior do que Ele. Lembremo-nos, pois do que que profetizou Oseias 11:1
Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei a meu filho.

domingo, 1 de janeiro de 2017

Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco. Mateus 1:23

O evangelho de Mateus conta como foi o nascimento de Jesus, iniciando pela Sua genealogia. De acordo com as Escrituras Maria concebeu pelo Espírito Santo. E José, seu futuro marido, sendo justo, não queria difamá-la. Pensava em deixá-la secretamente, até que lhe apareceu um anjo do Senhor em sonho, e lhe disse para recebe-la como mulher, porque o que nela seria gerado é do Espírito Santo. A Bíblia diz que tudo isso aconteceu para que se cumprisse as escrituras, no que foi dito pelo profeta da parte do Senhor. Entretanto, ainda há os que não reconhecem em Jesus, o Emanuel anunciado pelos profetas ignorando sinais e indicações de quem, quando e onde viria o Messias, prenunciados em toda a Bíblia. Para alguns, Jesus foi somente um homem exemplar e há os que negam sua divindade, sob alegação de não foi chamado literalmente por Emanuel. Mas ao examinarmos a vida Desse homem e cotejarmos com as Escrituras encontramos um cumprimento completo de todas as profecias. Não foi por acaso que Mateus mencionou a genealogia de Jesus, indicando que viria da casa de Davi. Jesus nasceu em Belém, foi ferido por causa de nossas transgressões, morreu e ressuscitou ao terceiro dia. O próprio Senhor cita uma passagem de Jonas para referir-se a si mesmo e à sua ressurreição, ensinando-nos a interpretar as escrituras proféticas que chegaram até nós na forma de forma simbólica. "Pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra" (Mateus 12:40). Lembremo-nos, pois do que que profetizou Isaias 7:14


Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel.