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terça-feira, 31 de março de 2015

“Agrada-te do Senhor, e Ele satisfará aos desejos do teu coração. Salmos 37:4


Aqui está uma orientação acompanhada de uma promessa. Há uma promessa a ser cumprida para cada área de nossa vida: pessoal, profissional, sentimental, financeira, ministerial e espiritual.
Quando recebemos uma palavra do Senhor, somos fortalecidos e renovados. Deus nos dá palavras específicas, em um culto, no grupo familiar, em oração, nos momentos de comunhão...
São as palavras que vêm diretamente do Espírito de Deus para o nosso coração. Mas para que as promessas de Deus se cumpram em nossas vidas o autor da Carta aos Hebreus exorta o povo à perseverança e essa mesma atitude deve ser extensiva à Igreja hoje.
Por isso devemos fazer como nos exorta o autor de Hebreus:

Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu. Hebreus 10:23 

segunda-feira, 30 de março de 2015

“Disse o Senhor a Jeremias: … eu velo sobre a minha palavra para a cumprir.” (Jeremias 1.12)



Para alcançarmos a promessa de transbordamento, o rio de água viva a fluir de dentro de nós, haveremos de ter Fé. A fé transforma em experiência o fato espiritual. É por essa experiência sobrenatural descrita pelo autor de Hebreus 11:6 como “a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos” que alcançaremos a transformação do que parece impossível em algo possível e exequível tornam-se realidade pessoal pela fé. Sem fé não há como compreender a experiência do batismo para a salvação, ou a redenção pela ressurreição. Não basta praticar o ritual da descida às aguas, pois ele em si não é significante, só aqueles que depositam fé neste fato é que podem se unir a Cristo. A  promessa é que Deus vai derramar a sua unção na Igreja nos dias de hoje. O apóstolo Paulo garante em Efésios 3: 19-20:

“E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus. Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera”.

domingo, 29 de março de 2015

Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. 1 Pedro 1:16.



Santidade é, segundo a Bíblia, um atributo divino, concedido àqueles que vivem uma vida de acordo com as orientações de Deus. Não é um título a ser atribuído pós-morte por uma comissão de canonização. Ela tem a ver com nossa a vida presente no agir diário. Contudo, precisamos saber que Deus não espera a nossa perfeição ou santidade absoluta, mas espera que nos aperfeiçoemos e busquemos a santidade com convicção de que ela é o caminho certo para mantermos a aliança que Deus faz conosco gratuitamente. Quando temos o desejo de santificação glorificamos a Deus, e atendemos a sua exortação à busca de santidade. Se assim agirmos podemos conhecer as maravilhas tremendas que Deus nos promete. Deus santifica quem age de acordo com sua Palavra. Viver pelo Espírito implica a obediência ativa à Sua direção, por isso Paulo afirma em Gálatas 5:16-17
“Digo, porém: Andai pelo Espírito, e não haveis de cumprir a cobiça da carne. Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis.”

sábado, 28 de março de 2015

“Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse.” (João 14:26)


Mesmo que Deus nos fale em todo momento, mostrando-nos o caminho, nem sempre paramos para ouvi-Lo.  Temos uma tendência a acreditar que aquilo que queremos ouvir é a voz de Deus e quando ouvimos de um profeta do Senhor uma exortação ou uma direção contrária ao que desejamos nossa reação é a de rebeldia, de achar que ele não representa o Senhor, mas fala por si, ou porque tem algo contra nós. Não é fácil aceitar a voz de Deus como nosso lema e direcionamento, mais fácil é dar ouvidos à própria carne, aos sentimentos e às vontades egoístas que temos. João nos mostra que a voz do Senhor está presente em nossas vidas assim como a voz de um pastor de ovelhas. As ovelhas seguem o pastor pela sua voz e têm nele segurança, a certeza de chegar a algum lugar para receberem descanso e alimento. As ovelhas não dão ouvidos à outras vozes senão a de seu pastor. Jesus é o bom pastor que deu a vida pelas suas ovelhas. E Deus colocou sobre nós líderes a nos pastorear, a nos indicar um caminho seguro a seguir. Para isso, precisamos ter ouvidos para ouvir, por isso, Jesus Cristo repetia essas palavras mais vezes do que a própria mensagem da salvação:

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Marcos 4:9

sexta-feira, 27 de março de 2015

Portanto cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação”. (Romanos 15:2)


Sabemos que para Deus não há acasos ou coincidências. Quem crê em Deus sabe que para tudo há um plano divino e o plano de Deus é o melhor para nós.  Eis por que Ele nos coloca na vida dos outros para que impactemos uns aos outros de alguma forma. Os nossos encontros, ou desencontros podem mostrar isso. Quantas vezes nos acontecem coisas para as quais não achamos explicação e isso vem a se mostrar providencial. Assim é com as pessoas que cruzam nossos caminhos. Elas são colocadas diante de nós para nossa edificação. Mesmo aquelas pessoas que nos fizeram sofrer de algum modo. Com elas aprendemos a virtude da tolerância, da paciência, da longanimidade, se estivermos dispostos a crescer espiritualmente. Deus coloca pessoas para nos levar até Ele, mas permite também que outras nos afastem Dele, se não soubermos discernir o que é bom do que é maléfico. O cristão maduro e atento sabe o que acontece, quando as pessoas que cruzam nossos caminhos são de Deus, ou não. E sabe distinguir aquilo quem vem para a sua edificação, ou para a sua perdição, pois está atento ao disse o apóstolo Paulo em : Romanos 6:2


Não pode haver compreensão de que é possível viver uma vida espiritual frutífera, vivendo e andando em pecado. 

quinta-feira, 26 de março de 2015

Não temais; estai quietos e vede o livramento do Senhor. Êxodo 14.13


O Senhor Jesus nos ensinou a orar a Deus pedindo que Ele nos livre do mal. E se assim o fez é porque Ele irá nos atender, por isso preciso acreditar que Deus está presente para nos livrar de todos os temores. Deus é um Deus de livramento, precisamos crer nisto, mas não podemos confundir os livramentos de Deus, deixando de fazer a nossa parte. Os livramentos não são redomas superprotetoras sobre nós e não são substitutos para a nossa prudência. Eles estão sempre dentro da vontade divina, e dependem da Sua Graça. Também precisamos compreender que Deus sempre tem um propósito ao nos livrar e um deles é para que possamos glorificar o Seu nome, honrando-O e cultuando-O, como fez Davi  , por isso o salmista convida Salmos 34:3

 “Anunciem comigo a grandeza de Deus; louvemos juntos o SENHOR”.




quarta-feira, 25 de março de 2015

“... tendo, porém, diferentes dons segundo a Graça que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé...” Romanos 12.6



A Bíblia nos mostra que todos temos dons, segundo o propósito de Deus e não podemos, porque disso seremos cobrados, deixar de exercitá-los em prol da obra de Deus. Os dons que recebemos devem ser desenvolvidos, não para proveito pessoal, mas para servir a Deus e ao próximo, porque nossas habilidades, talentos e dons são presentes dados por Deus para serem usados para a Sua honra e glória. Precisamos colocar no coração o desejo de usá-los da melhor maneira possível, independente do tempo, para falar do plano de salvação às pessoas e dirigi-las na direção de Jesus Cristo. Não importa quais sejam os nossos dons, todos somos chamados a usá-los para o Senhor: hospitalidade, misericórdia serviço, evangelismo...   Deus conhece a capacidade e fé de cada homem e de forma justa distribui dons, mas espera que cada um faça a sua parte. Ele conhece os nossos corações e sabe quando estamos usando os nossos dons única e exclusivamente para a Sua honra e glória, com intrepidez e coragem.
Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação. 2 Timóteo 1:7 


terça-feira, 24 de março de 2015

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32



O apóstolo João nos diz que a verdade liberta, mas ela só pode libertar aqueles que a conhecem. E o conhecimento dessa verdade vem da leitura da Bíblia. Para que tenhamos pleno conhecimento da verdade e para que possamos crescer espiritualmente, sendo edificados, uma das coisas mais importantes que precisamos ter, além da fé é o discernimento. Discernimento, neste caso, significa distinguir o que é certo ou errado nas coisas do mundo, verificando se é algo que se tem fundamento da Bíblia, quando nos deparamos com determinado assunto, estudo ou pregação. A falta de leitura bíblica, a falta de oração e, consequentemente de crescimento espiritual impede o discernimento. Por isso, o autor de Hebreus 14 afirma que “o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal”. Isso significa que o imaturo espiritual não distingue bem o que é bom ou ruim nas ofertas do mundo, o que honra ou desonra a Deus, enquanto o maduro espiritual distingue bem o que traz honra ou edifica daquilo que não vem de Deus, ou não O honra. A promessa de Deus é abrir os olhos daqueles que têm fé e buscam na Sua Palavra a orientação para não se perderem em caminhos obscuros, conforme nos garante pelo profeta Isaías 42:16:
E guiarei os cegos pelo caminho que nunca conheceram, fá-los-ei caminhar pelas veredas que não conheceram; tornarei as trevas em luz perante eles, e as coisas tortas farei direitas. Estas coisas lhes farei, e nunca os desampararei. Isaías 42:16.

segunda-feira, 23 de março de 2015

"Porque derramarei água sobre o sedento, e torrentes sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes." Isaías 44:3



Para alcançarmos a promessa de transbordamento, o rio de água viva a fluir de dentro de nós, haveremos de ter Fé. A fé transforma em experiência o fato espiritual. É por essa experiência sobrenatural descrita pelo autor de Hebreus 11:6 como “a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos” que alcançaremos a transformação do que parece impossível em algo possível e exequível tornam-se realidade pessoal pela fé. Sem fé não há como compreender a experiência do batismo para a salvação, ou a redenção pela ressurreição. Não basta praticar o ritual da descida às aguas, pois ele em si não é significante, só aqueles que depositam fé neste fato é que podem se unir a Cristo. A  promessa é que Deus vai derramar a sua unção na Igreja nos dias de hoje. O apóstolo Paulo diz em Efésios 3: 19-20:

“E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus. Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera”.

domingo, 22 de março de 2015

Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; Mateus 16:18



A mensagem de Jesus ao discípulo Pedro nos mostra que, se somos também discípulos de Jesus, precisamos dar continuidade ao trabalho e sobre a pedra de alicerce devemos construir os pilares, continuando a obra. Precisamos trabalhar pelo crescimento da Igreja, tendo em mente o comissionamento dado pro Jesus, para que ela esteja apta a receber os cansados e oprimidos, a curar e a livrar os cativos, todavia não podemos pensar em uma Igreja cheia de pessoas e vazia de sentido. Plena de atividades e diminuída espiritualmente.
Uma Igreja que cresce é aquela que busca alcançar a estatura de Cristo. Não podemos permitir que o problema da Igreja de Corinto se repita, deixando que a divisão se acentue por causa da vaidade, ou do personalismo que muda o objeto da adoração. A Palavra de Deus nos garante em 1 Crónicas 28:20B que não estaremos sozinhos nessa empreitada:

Esforça-te, e tem bom ânimo, e faze a obra; não temas, nem te apavores, porque o SENHOR Deus, meu Deus, há de ser contigo; não te deixará, nem te desamparará, até que acabes toda a obra do serviço da Casa do SENHOR.

sábado, 21 de março de 2015

“Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade; e deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais além do rio e no Egito, e servi ao Senhor. Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor. (Josué 24:14-15)


A consagração é um pacto ou compromisso de reconhecimento. Desde o início, Deus instituiu um compromisso de reconhecimento, que se estabelecia com o simbolismo da devolução. Vários personagens bíblicos nos lembram da importância deste ato de entrega e de reconhecimento. Noé ao sair da arca, levou a Deus as suas primícias, Abel agradou a Deus com sua entrega, Abraão entregou seu filho primogênito. O próprio Deus entregou seu filho unigênito para nossa libertação. Consagração significa uma entrega completa, porque quem faz a obra é o Senhor. Vemos a dimensão disso na história de Samuel. Ele foi consagrado por todos os dias de sua vida. Ana, sua mãe, o entregou ao serviço do Senhor e desde menino ele foi usado por Deus. Precisamos aprender que não importa a idade, conhecimento intelectual, força ou compleição física. É a unção que vai fazer a diferença. Samuel escolheu consagrar sua vida, sua casa, sua família ao Senhor. Nós também podemos fazer como ele e agir como nos ensinou Salomão em Provérbios 3:9-10
“Honra ao SENHOR com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos; E se encherão os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares”.

sexta-feira, 20 de março de 2015

O maior dentre vós será vosso servo. Mateus3:11

Jesus veio ao mundo como homem da forma mais humilde possível para revelar também aos homens que a humildade é preciosa aos olhos de Deus e é de extrema importância no coração do homem, por isso em vários momentos a Bíblia nos exorta a desenvolver essa característica, em Tiago 4:10, o Senhor nos ensina: “Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará”. Reforçando em Lucas 22:26 “Pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve”. Para sermos verdadeiramente filhos de Deus e desempenharmos o serviço do Senhor é mister que esse sentimento seja desenvolvido em nosso coração. O servo de Deus não foge da responsabilidade, nem deixa de cumprir os seus deveres, mas, se encontra adversidades, vive a sua fé e ora sem cessar. Fazer a obra de Deus é levar a salvação de forma concreta, sendo instrumentos de Deus nesse propósito. É ser a parte visível de um Deus invisível, mas concreto e presente. Amar, perdoar, cuidar, ajudar, agir como Cristo agiria se estivesse materialmente entre nós. É fazer como Jesus fez, ou faria nas circunstâncias mais corriqueiras. É ser o portador da salvação, com fidelidade e dedicação, atendendo o que disse Jesus em Mateus 28:19

Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Porque Cristo enviou-me, não para batizar, mas para evangelizar; não em sabedoria de palavras, para que a cruz de Cristo se não faça vã. 1 Coríntios 1:17



Fomos comissionados por Jesus para levar as Boas Novas a todos e precisamos entender que é pelo Espírito que somos guiados, então não temos o que temer, conforme disse Jesus em Lucas 4:18-19: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu; e enviou-me para anunciar a boa nova aos pobres, para sarar os contritos de coração, para anunciar aos cativos a redenção, aos cegos a restauração da vista, para pôr em liberdade os cativos, para publicar o ano da graça do Senhor”. O que Jesus espera é que sejamos boca para a propagação do Evangelho, testemunhas vivas da Salvação
O que Jesus espera é que a igreja assuma o seu papel missionário, pois ele não é uma opção, como, por exemplo, construir templos. Fazer missões é mandamento de Jesus e cabe à Igreja obedecê-lo.
O próprio significado da palavra igreja já define e determina a sua função: “Igreja” é a comunidade daqueles que são chamados para fora. Portanto, ser Igreja é ser missionário. Ser discípulo é ser pregador do Evangelho. É sair do invólucro confortável da igreja (templo) e ser Igreja lá fora, onde estão aqueles que precisam ver e ouvir o testemunho vivo dos que realmente assumem a tarefa designada por Jesus  em Marcos 16:15-16:

“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado 

quarta-feira, 18 de março de 2015

Cada um fique na vocação em que foi chamado. 1 Coríntios 7:20


A cada pessoa, mesmo as aparentemente menos capazes, Deus deu pelo menos um dom, e um chamado. Vários personagens bíblicos nos ensinam que não podemos perder tempo em atender ao nosso chamado, seja ele qual for, pregar, tocar, aconselhar, discipular, dançar, tocar, evangelizar. E tudo que nos propusermos a fazer, devemos fazer com excelência. Esse desafio é para todos nós.  A Bíblia está repleta de exemplos que demonstram que os desígnios de Deus não podem ser impedidos pela recusa de seu povo de servir com fidelidade. Ainda que procrastinemos nosso chamado, Deus está no comando e não deixa ficar omissos. Precisamos nos decidir. Saulo, de perseguidor dos cristãos, transformou-se em Paulo, depois de ouvir o seu chamado e de se apresentar como um soldado de Cristo. O curso de sua vida foi mudada porque ouviu e atendeu à voz do Senhor. Por outro lado, Jonas ouviu e se esquivou, escolhendo outro caminho, a mulher de Ló preferiu ficar onde estava e o profeta Isaías de pronto pôs-se a serviço do Reino de Deus. Podemos escolher como Jonas, podemos mudar de posição como Paulo, podemos olhar para trás como a mulher de Ló, ou podemos dizer como o profeta Isaias 6:8:

“Eis-me aqui, envia-me a mim”.

terça-feira, 17 de março de 2015

Lembrem dos seus primeiros líderes espirituais, que anunciaram a mensagem de Deus a vocês. Pensem como eles viveram e morreram e imitem a fé que eles tinham. Hebreus 13:7


Exercer liderança segundo os preceitos bíblicos, tanto no seio doméstico, como no âmbito da Igreja é fundamental para que as promessas de Deus se cumpram em nossas vidas. Josué mostra o posicionamento de um homem que exerceu de forma sensata a sua liberdade de escolha e com isso chamou para si e para os seus as bênçãos advindas dessa sábia decisão. A Bíblia é repleta de exemplos os quais devemos seguir, e nela também há aqueles que servem para nos mostrar o caminho oposto, dentre os personagens bíblicos que nos incentivam pelos modelos de fé, de coragem e lealdade. Também aprendemos quando a Bíblia conta sobre homens e seus fracassos. Temos exemplos de vários líderes, nos quais podemos nos espelhar. Mas, tanto na Bíblia como ao nosso redor, vemos exemplos de homens que, tendo uma posição de liderança, deixaram-se corromper, ou negligenciaram sua posição. E essa falha na liderança ocasiona um prejuízo irreparável a si, a sua família, ao país e à Igreja de Deus. A liderança e o exemplo positivo são fundamentais, principalmente vindos daqueles que têm a incumbência de exercer o sacerdócio do lar, ou de formar opiniões. Lembremo-nos o que disse Jesus em João 13:15

"Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. (João 13:15)

segunda-feira, 16 de março de 2015

O discípulo não é superior a seu mestre, mas todo o que for perfeito será como o seu mestre. Lucas 6:40



Precisamos uns dos outros para crescer, para nos firmarmos na fé e para isso é importante nos apoiarmos em quem tem experiência acerca da palavra e pode nos instruir, segundo a vontade de Deus, com o objetivo de crescermos na semelhança de Cristo com o propósito final de glorificar a Deus.  Aqueles que estão firmados na fé devem orientar e instruir os novos convertidos, ou acompanhar aqueles que estão se firmando.
Quando falamos em discipulado, estamos falando em um processo de transformação na vida de outros cristãos, fundamentada na vida de Cristo. Isso significa que devemos buscar esse processo que visa “moldar o caráter do homem segundo o caráter de Cristo” (Romanos 8.29). Jesus escolheu os doze apóstolos e foi pai espiritual desses homens. Por um período ensinou-lhes a palavra e agiu de modo a ser exemplo para eles. Assim, preparou-os para que pudessem realizar uma grande obra. Por isso afirmou: "Na verdade, na verdade vos digo, que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai". E em Mateus 28.19 Exortou-nos

"Portanto, ide, fazei discipulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

domingo, 15 de março de 2015

Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Efésios 6:11


Paulo nos ensina que devemos evitar as tentações para não sermos presos pelo que pode parecer inocente aos nossos olhos. Com a história de Davi e Bate-Seba, aprendemos que, por mais inocentes que possam parecer, toda atitude leva a consequências. Ainda que fosse desprezada pelo marido, a exposição a outro homem fez com Bate Seba se tornasse alvo do pecado e ela não pode se isentar deste fato, ainda que não tenha compactuado com a estratégia de Davi para que seu marido fosse morto posteriormente. Vemos que se o marido tivesse aceitado a proposta de Davi de ir para casa e ficar com sua mulher, poderia ter assumido o filho do adultério. Mas isso também seria um grave pecado porque seria fruto de uma mentira. Aprendemos com essa história que o pecado nunca é satisfeito. Quanto mais nos familiarizamos com ele, mais ele se acomoda a nós. E um pecado leva a outro. Quanto mais somos condescendentes com ele, mais o desejamos e assim fica mais fácil desculpá-lo, até ser escravizado por ele. Por isso Jesus afirmou: "Todo o que comete pecado é escravo do pecado". Davi poderia ter resistido aos apelos da carne, desviando o olhar, ou comportando-se como fez José sob a sedução da mulher de Potifar, mas escolheu pecar. Bate-Seba, por sua vez não se opôs à sedução de Davi. Com ela aprendemos que nossa forma de reagir aos olhares, nossa forma de nos apresentar ou de nos vestir determinam também a forma como as pessoas reagem a nós. Nossas palavras, nosso vestuário, nossa linguagem corporal falam sobre nós. Precisamos estar cientes de quais mensagens estamos enviando aos outros por nossa forma de falar, de vestir e de nos expor. Façamos os que nos Tiago 4:7
 “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.

sábado, 14 de março de 2015

Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares. (Josué 1:7).


Tudo o que Deus criou foi para funcionar de forma harmônica. Assim, tudo o que sai de um estado de equilíbrio sai do propósito de Deus.  Aquilo que perde o equilíbrio transforma-se em algo prejudicial para a nossa vida, ainda que tenha sido criado para o bem. Não é à toa que Deus diz a Josué para não se desviar nem para a direita nem para a esquerda. Isso é manter o equilíbrio. Quando nos colocamos na dependência de Deus, Ele nos dá o suficiente para vivermos com equilíbrio. . Quando buscamos em primeiro lugar o Reino de Deus, certamente, todas as coisas nos são acrescentadas. O casamento é um exemplo da necessidade de duas pessoas diferentes buscarem o equilíbrio para que se mantenha saudável. O equilíbrio, nesse caso, fundamenta-se na busca constante de um consenso. Ambos precisam ceder em algum momento, pois quando a concessão é feita só por um dos membros dessa sociedade conjugal o desequilíbrio é evidente. Por isso os casais precisam sempre colocar em prática o que ensina Salomão  em Provérbios 3:21
Meu filho, guarde consigo a sensatez e o equilíbrio, nunca os perca de vista;

sexta-feira, 13 de março de 2015

E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação. Romanos 5:11


As relações pessoais que foram quebradas podem ser consertadas com a reconciliação e esse é o desejo de Deus. De fato essa é a mensagem central do Evangelho. Jesus veio ao mundo com o propósito da reconciliação e nos deu o exemplo. A Bíblia diz em 2 Coríntios 5:18-19 “Mas todas as coisas provêm de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Cristo, e nos confiou o ministério da reconciliação; pois que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões; e nos encarregou da palavra da reconciliação.” Os cristãos devem buscar  a reconciliação das pessoas e com Deus, obedecendo o que diz Paulo em 2 Coríntios 5:18-20, quando afirma que Deus nos deu o ministério da reconciliação, como “embaixadores de Cristo”

E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação; Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação. De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus. 

quinta-feira, 12 de março de 2015

“E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele.” (Gênesis 2:18 )



O casamento foi a primeira instituição divina na terra, e depois do ato de aceitar e seguir a Cristo como nosso Salvador é a escolha mais importante a ser feita em toda nossa vida. É, portanto, a instituição mais antiga e de maior efeito em nossa existência, por isso deve ser sabiamente dirigida. Assim, escolher o companheiro que vai compartilhar todos os nossos momentos é também de suma importância na vida, porque não é como escolher uma roupa, um carro, ou uma casa. De nossa escolha dependerá nosso destino. E para escolhermos precisamos colocar Deus em nossos relacionamentos e responder à pergunta feita pelo profeta Amós 3:3
“Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3:3). 

quarta-feira, 11 de março de 2015

Quando um homem fizer voto ao Senhor, ou fizer juramento, ligando a sua alma com obrigação, não violará a sua palavra: segundo tudo o que saiu da sua boca, fará. Números 30:2


O compromisso é a chave para a realização de uma obra e para o sucesso de qualquer relacionamento ou atividade, seja na vida secular, seja na Igreja. A determinação e a persistência são as armas para a conquista. Assim, o nível de compromisso com os nossos objetivos determinará o grau de nossas conquistas. Há quem espere ter um relacionamento sincero e duradouro, mas não se compromete com o que se deseja. Faz votos de amor e de fidelidade, mas não se empenha em seguir o compromisso. O Senhor é Deus de alianças e aliança é símbolo de compromisso, portanto, Ele não se agrada daqueles que violam a palavra empenhada. E isso vale para todas as áreas de nossas vidas. Quem se compromete a fazer uma atividade ou promete a alguém que fará algo, por mais simples que seja, deve se apressar a cumprir, pois a fidelidade no cumprimento da promessa feita é fundamental para que também possa receber as promessas. Mas há quem seja rápido em se comprometer e tardio ou negligente em assumir os compromissos. Quem toma emprestado e promete pagar empenha sua palavra e é devedor, se violar a palavra desagrada Aquele que pode abençoar sem medidas. Quem jura amor e fidelidade e ao primeiro sinal de crise desiste do relacionamento também abre brechas para que as bênçãos não cheguem. A sociedade atual aceita com muita tranquilidade o fim de um casamento. Como se esse rompimento fosse apenas o final de uma sociedade comercial que não deu certo.  Mas é preciso destacar que Deus dá muita importância ao compromisso, ao respeito à aliança, por isso Jesus ensinou

Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna. Mateus 5:37

terça-feira, 10 de março de 2015

Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie na sua própria inteligência. Lembre-se de Deus em tudo o que fizer, e Ele lhe mostrará o caminho certo." (Provérbios.3:5-6).



Aquele que deseja fazer a escolha certa deve ser prudente, observando tudo com cuidado. Lembrando que é fundamental controlar-se a si mesmo, e esforçar-se para fugir do pecado e assim ser abençoado por Deus por isso. E para fazer escolhas certas é preciso observar o resultado final dessas escolhas. O apóstolo Paulo nos ensina que as nossas escolhas devem sempre levar em consideração o resultado final de nossas opções.
O nosso corpo é o templo do Espírito Santo, é o local da habitação de Deus neste mundo e pelo sacrifício de Jesus é destinado à ressurreição final e a fazer parte do corpo de Cristo. Se somos membros deste corpo de Jesus nossas escolhas não podem destoar da Sua. Precisamos avaliar se a nossas escolha poderá nos conduzir à destruição, ou se vai nos conduzir à santidade e melhorar nosso relacionamento com Deus. Não é difícil saber, pois pessoas que não partilham da mesma fé e princípios certamente não nos aproximarão Dele. Ao contrário, farão de tudo deliberada ou sutilmente para nos afastar do Senhor. Para fazer escolhas certas é preciso definir quem é o nosso senhor. Se o que nos domina é a carne, nosso senhor é o deus desse mundo, mas se nos deixamos levar pelo Espírito e buscamos a santidade, a pureza moral em nossas escolhas, sabendo  que nosso corpo é o templo do Espirito Santo. Ele habita em nós e é o nosso Senhor. Antes de decidirmos sobre quem caminhará conosco devemos seguir o conselho do sábio

Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie na sua própria inteligência. Lembre-se de Deus em tudo o que fizer, e Ele lhe mostrará o caminho certo." (Provérbios.3:5-6).

segunda-feira, 9 de março de 2015

“O que confia no próprio coração é insensato, mas o que anda em sabedoria será salvo”. Provérbios. 29:26


Quando o sábio nos exorta a não confiar em nosso coração, ele está nos ensinando a prudência para que as nossas decisões sejam sensatas e não calcadas em emoções. Em qualquer área de nossas vidas a intempestividade é uma inimiga implacável. Fazer escolhas sem a devida ponderação, ou baseada em emoções passageiras é temerário, mas na área sentimental é um risco incalculável. O apóstolo Paulo nos ensina que o cristão tem liberdade de escolher o que quiser fazer de sua vida. No entanto, ele precisa agir com prudência sabendo que pode escolher o que plantar, mas não o que colher. Precisamos entender que nem sempre o que queremos e podemos fazer é algo conveniente. Nem a pessoa que nos atrai é a pessoa certa. É preciso sabedoria divina para discernir com quem se relacionar. A prudência nos ensina a buscar relacionamentos com pessoas que compartilham da mesma fé e dos mesmos valores morais que nós. Se o nosso coração é enganoso, o melhor caminho é seguir as orientações do Senhor. Se a Palavra de Deus não é aceita pela pessoa com quem me relaciono, então essa pessoa não pode ser eleita por mim como companheira. Se Cristo não pode ser compartilhado ou pelo menos vivido no ambiente em que estamos, então este não é um lugar conveniente e eu não deveria estar nele. E essa regra se aplica a todas as áreas de nossas vidas. Agir com prudência é saber que temos  liberdade, mas que devemos usá-la com responsabilidade. Temos  poder de decisão, mas devemos cuidar para não nos tornarmos escravos das escolhas feitas. Por isso precisamos de prudência, para saber o que escolher e autocontrole, para não cairmos nas armadilhas que nos são preparadas. Deus espera autocontrole e responsabilidade dos seus servos, por isso precisamos nos lembrar das sabias palavras de Paulo:

“todas as coisas me são lícitas”; “nem todas convêm”; “não me deixarei dominar”. (I Coríntios 6:12).

domingo, 8 de março de 2015

“De fato, a piedade com contentamento é grande fonte de lucro, pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar; por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos. Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos. Você, porém, homem de Deus, fuja de tudo isso e busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão. Combata o bom combate da fé. Tome posse da vida eterna, para a qual você foi chamado e fez a boa confissão na presença de muitas testemunhas.” I Timóteo 6.6-12



Ninguém, nem mesmo o cristão, está livre de passar por momentos de crises e emergências na vida. E essas situações em geral pegam desprevenidos os que confiam nos seus bens provisórios e deixam de lado Aquele que é dono de todo ouro e toda prata. Paulo nos ensina que não devemos amar o dinheiro, e nos mostra que há princípios que não podem ser negligenciados. Mas a Bíblia também louva quem usa o dinheiro com sabedoria, sem fazer dele o seu senhor. No mundo, precisamos usar o dinheiro para a sobrevivência e, principalmente, para fazer a Obra de Deus e nesse sentido o sábio louva a mulher virtuosa que não se descuida do que é mais precioso, mas sabe lidar bem com as questões financeiras. Em um lar, se as finanças não vão bem há um risco de as coisas se desestruturarem: a harmonia, a saúde, os estudos, e até mesmo a vida emocional e espiritual.  São diversas as situações que podem nos deixar doentes financeiramente e descontrolar nossas relações. Por isso é importante saber lidar com as emergências e se preparar para elas. Fazer uma poupança para os momentos difíceis e o preparo para a aposentadoria são recomendações bíblicas. Vemos na Bíblia que Deus ensinou seu povo a guardar nos tempos de fartura para ter provisão nos tempos de escassez. A mulher virtuosa de que nos fala Salomão em Provérbios 31 é elogiada por sua sabedoria na administração do orçamento doméstico. E com ela devemos aprender a nos preparar para esses momentos. São quatro palavras chaves que precisamos vislumbrar planejamento, organização, direção e controle. Ter um planejamento é essencial, estabelecer uma meta e nos organizarmos nessa direção com controle. E isso implica uma análise acurada do que pretendemos e aonde queremos chegar. Precisamos avaliar se realmente precisamos daquilo que desejamos, se seu uso justifica a compra ou o endividamento, se temos condições de pagar e, principalmente se e como esse bem serve para cumprir os propósitos de Deus em nossa vida. Quem é fiel e investe seu tempo na Obra de Deus poupa no lugar certo e com toda segurança passará as crises sem ser afetado. No dia dedicado às mulheres, lembremos as características daquela que Salomão descreve como virtuosa em Provérbios 31: 10-30, cujas características são muito próximas da mulher do Século 21. Ela é sábia, temente a Deus, trabalhadora dedicada, sem se queixar das crises, age com prudência em casa e na sociedade, é firme no caminho do Senhor e em Seus propósitos e ordena as suas prioridades, sem se deixar levar pelo materialismo e consumismo. Além de ser dona de casa, esposa e mãe, é companheira de seu marido, quando participa do orçamento familiar, cuida de sua família, providencia o pão para a sua mesa e o coração de seu marido está nela confiado, por isso o sábio afirma
Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa sim será louvada. Provérbios 31:30

sábado, 7 de março de 2015

Porque o Senhor defenderá a sua causa em juízo, e aos que os roubam ele lhes tirará a vida. Provérbios 22:23


A Palavra de Deus nos garante que a porta que Deus abre ninguém pode fechar. Quando Deus quer não há quem possa impedir as coisas de acontecerem! Não há processo ou causa perdida. Mas também a porta que Deus fecha não há quem possa abri-la. Todavia, o cristão que age movido pela fé sabe que esse Deus que abre e fecha portas tudo sabe e muitas vezes age de uma forma incompreensível a nós. Ele às vezes fecha as portas para que outras melhores se abram, pois nem sempre temos o discernimento para compreender o que é melhor para nós. Muitas vezes, Deus nos deixa entrar no deserto para fortalecer nosso espírito. Aquele que entrega seus caminhos ao Senhor sabe que Ele é poderoso para resolver a nossa causa, por mais difícil que nos apresente, porque conforme registra Lucas 18:27

As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus. 

sexta-feira, 6 de março de 2015

“Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura? E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; Mateus 6:26-28)



Todos nós queremos ser prósperos, mas nem todos entendem que ser próspero não significa necessariamente ser rico, ter independência financeira não significa ter dinheiro sobrando. A independência financeira deve ser entendida como ter liberdade para viver bem sem depender do dinheiro. Quem tem saúde não depende do dinheiro para tratamentos médicos, ou para comprar remédios. Ter mais saúde, ter melhores relacionamentos, ter mais tempo para a família, para o lazer, para os amigos e, principalmente para Deus é ter independência financeira. Saber administrar o dinheiro, tendo controle da vida financeira é muito mais importante do que ter muito dinheiro, pois ele não deve ter o predomínio sobre nossas vidas. Somos nós que devemos controlar o dinheiro e não o contrário. O Sermão da Montanha deixa isso evidente. Não devemos concentrar nossa atenção em adquirir dinheiro, mas em viver bem da melhor forma possível com o que temos. Isso é ser independente: quando deixamos o dinheiro em plano secundário aprendemos a valorizar todas as demais coisas que Deus nos concede todos os dias e nos tornamos independentes, não do Senhor, e sim daquilo que nos controla e nos toma o tempo que deve ser Dele. Somos prósperos quando afirmamos como o profeta Habacuque 3:17-18:

Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação. 

quinta-feira, 5 de março de 2015

Do SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam. Salmos 24:1


A Bíblia ensina que somos mordomos dos dons de Deus e que devemos usá-los em prol de Seu Reino, visando o bem dos necessitados. Precisamos  refletir sobre a forma como administramos os bens que não são nossos, pensando sobre o nosso papel de mordomos da riqueza do Pai. Tudo o que temos e o que somos é por graça do Senhor. É ilusão pensarmos que nossos bens nos pertencem. Eles são dádivas de Deus que Ele nos permite administrar. Assim, temos que considerar as características do mordomo fiel: ele reconhece que tudo pertence a Deus, submete-se à autoridade, busca conselhos, age com total honestidade e integridade, trabalha diligentemente, gasta com sabedoria, evita dívidas, economiza com prudência, contribui generosamente, não cobiça, nem é ganancioso, ensina os filhos a lidar com o dinheiro de forma equilibrada, é grato e estabelece um estilo de vida coerente com o propósito de Deus e vive na perspectiva da eternidade. Mas o tempo de atender o chamado do Senhor e de agir como Ele espera é hoje:

Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha. Êxodo 19:5

quarta-feira, 4 de março de 2015

“Se quiserdes, e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra.”. Isaías. 1: 9



Usufruir o melhor nesta vida é algo perfeitamente possível, principalmente quando se trata  de algo que a Palavra promete. Mas,  como ensina o profeta Isaías, existem pelo menos dois passos para que possamos desfrutar do que há de melhor nesta terra e as condições estão expressas em dois verbos acompanhados de uma condicional. Primeiro, “Se quiserdes”. Obviamente as pessoas querem usufruir o melhor, mas nem todos têm a necessária motivação para buscar e para isso é preciso seguir a direção da Palavra de Deus. E assim, para alcançar o melhor da terra também é preciso ouvir. O profeta Isaías apresenta outra condição: “e (se) me ouvirdes”.  E ouvir não significa apenas escutar, mas por em prática aquilo que aprendemos. Comeremos os bens dessa terra como resultado de praticarmos aquilo que ouvimos de Deus por meio de Sua Palavra, de Seus profetas, seguindo o que disse Jesus em Lucas 6: 47-48:

 “Todo aquele que vem a mim, e OUVE as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante: É semelhante ao homem que, edificando uma casa, (...) pôs os alicerces sobre a rocha; e vindo a enchente, bateu com ímpeto a torrente naquela casa, e não a pôde abalar, porque tinha sido bem edificada.” 

terça-feira, 3 de março de 2015

Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará. Salmos 1:3



A Bíblia nos mostra em diversos exemplos que Deus quer que Seu povo seja próspero, e vemos que Ele têm usado pessoas prósperas para abençoar seu povo: Abraão,  Isaque, José (do Egito), Davi, Salomão. E muitos se perguntam como ser próspero, num mundo em crise? Aquele que se dispõe a obedecer e a caminhar conforme nos orienta o Senhor pode gozar da prosperidade segundo os princípios de Deus. Ele muda a sorte das pessoas para que também possam abençoar outras vidas. E Prosperidade, no sentido bíblico não se trata apenas de “ser rico” ou ter “ótima saúde”, mas também de possuir sabedoria, dons, um cônjuge honrado e fiel, filhos obedientes e fiéis a Deus, honras, paz, segurança, dentre outras coisas que a vida secular valoriza. Observe que o salmista afirma que o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios prosperará em tudo e não apenas em parte. E, assim se cumprirá o que diz o profeta Malaquias 3:12



E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor dos Exércitos.

segunda-feira, 2 de março de 2015

"quem toma emprestado é escravo de quem empresta" (Provérbios 22:7b)




O sábio rei Salomão nos mostra o quão insensato é aquele que se torna de refém de seus credores, porque não vive conforme as suas condições e se torna escravo das dívidas. Paulo nos orienta a pagar nossas dívidas e a dever tão somente o amor ao próximo. E a promessa de Deus é a de que Seus filhos não sejam reféns de seus credores. O cristão deve ter seu nome limpo e livre de embaraços financeiros para que possa testemunhar uma vida próspera diante do mundo. Aquele que age sabiamente e administra bem os seus recursos consegue fazer o que ensina o apóstolo Paulo em Romanos 13:8

a pagar nossas dívidas. "Não devam nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros..."

domingo, 1 de março de 2015

E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. (Filipenses 4:7-8)


Viver em paz, ter tranquilidade em todos os sentidos, tanto financeira quanto emocionalmente é o desejo de todos. Mas a paz que o Senhor nos promete excede a nossa compreensão e é diferente da paz que o mundo apregoa. Podemos estar em paz no meio do caos ou de um barulho ensurdecedor, assim como podemos entrar em conflito em um silêncio absoluto, pois é o Senhor quem nos dá a força necessária para enfrentarmos as dificuldades. Quando Ele nos promete: “O meu povo habitará em morada de paz, e em moradas bem seguras, e em lugares quietos de descanso, ainda que uma chuva de pedra destrua o bosque, e a cidade seja inteiramente abatida.” Isaías 32: 18-19 podemos esperar com confiança e fazer o que diz o salmista


“Em paz me deito e logo pego no sono, porque, Senhor, só Tu me fazes repousar seguro.” Salmos 4:8