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quinta-feira, 31 de maio de 2012


“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo” (Apocalipse 3.20).

Jesus continua chamando: "Vinde a mim todos os que estais cansados e eu vos aliviarei". Não precisamos esconder de Deus os nossos problemas, os nossos pecados. Talvez a maior razão que temos para confessar nossos pecados seja a que encontramos em I João 1:9: "Se confessarmos nossos pecados! Se abrirmos o nosso coração para Ele sentiremos uma paz surpreendente, uma sensação de alívio que irá nos fazer sentir uma nova pessoa. Você pode confessar seu pecado, com a segurança de que Ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar. Como você tem reagido aos seus problemas? Tem se recusado a admitir suas fraquezas? Tem pecados não confessados a Deus? Tem perdão retido? Observe que muitos problemas vivenciados são decorrentes da indisposição em abrir o coração e expor o que verdadeiramente se sente. Por natureza o ser humano tem dificuldade de enfrentar seus erros. Ninguém gosta de se sentir culpado, ou de ser repreendido. Mas Paulo afirma em Hebreus 12:6 que “o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho”. Hoje o Senhor lhe convida a abrir as portas de seu coração.











quarta-feira, 30 de maio de 2012


“… Alegrai-vos na esperança…”. Romanos 12:12

Precisamos nos lembrar que Deus nunca se atrasa ou deixa de cumprir as suas promessas, por isso o salmista nos ensina “Espera no SENHOR, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no SENHOR.”(Salmos 27:14). Esperar com paciência, portanto, é aguardar,  sem reclamar. Todavia, é preciso clamar, sem parar, a fim de receber  a intervenção de Deus, colocando-O no centro de nossas decisões. Esperar é confiar em Deus. Aqueles  que esperam no Senhor têm o coração fortalecido  e são facilmente reconhecidos, porque apresentam  características que os identificam como  portadores da promessa. Quem espera com paciência no Senhor consegue ver o que Deus tem lhes reservado, pois a Bíblia diz em  I Coríntios 2:9 “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.” Assim, se controlamos nossa ansiedade, o Pai nos dará o ânimo necessário e a vitória como consequência, garante Paulo em Hebreus 6:15 “E assim, esperando com paciência, alcançou a promessa”.  Contudo, se esperamos pacientemente, muitas vezes suportando infortúnios, sem nos queixar ou atropelar a ação de Deus, com toda certeza obteremos de Deus a resposta no tempo certo, do modo como ensina Paulo aos Romanos 12:12 Diz: “… sede paciente na tribulação persevere na oração”. Jamais devemos decidir algo sob o impacto das emoções, pois toda atitude intempestiva, toda decisão precipitada nos causa mais dores e mais problemas. Em todas as áreas de nossas vidas devemos agir com a direção do Espírito Santo sem nos deixar conduzir por nossos sentimentos. 

terça-feira, 29 de maio de 2012


E disse ele: Não, mas venho agora como príncipe do exército do SENHOR. Então Josué se prostrou com o seu rosto em terra e o adorou, e disse-lhe: Que diz meu senhor ao seu servo? Josué 5:14
Observe a posição de reverência demonstrada por Josué antes de sair vitorioso na batalha de Jericó. Essa é a posição que devemos tomar diante do Senhor em qualquer circunstância. Quando seguimos o exemplo de Josué nossa vitória se concretiza. Chegar à vitória exige obediência absoluta e uma consciência real de quem é Deus e o que Ele representa em nossa vida. Vencer simplesmente pela conquista também não nos edifica. O mais importante é saber o alcance da vitória que pretendemos.  Muitas vezes, diante das conquistas daquilo para o qual nos preparamos por tanto tempo, pensamos que temos a força e a coragem necessárias, mas não compreendemos que esses atributos não estão direcionados aos nossos inimigos, mas aplicados em nós mesmos. Precisamos antes de tudo de força para depender e coragem para obedecer. A história de Josué nos faz refletir sobre esses princípios. Precisamos viver o que o Senhor tem nos ensinado e  acima de tudo precisamos nos comprometer em cumprir todo o Seu propósito em nós,  buscando o caráter de Cristo. Precisamos nos espelhar em Josué: renovar  a aliança com o Senhor, ter consciência de que Ele conhece nossas lutas, ouvindo sempre o que Ele tem a dizer e assim descansar em Deus.

segunda-feira, 28 de maio de 2012


“Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás; esta é a herança dos servos do SENHOR, e a sua justiça que de mim procede, diz o SENHOR”. (Isaias 54: 17).

 
O profeta Isaías afirma com toda segurança que aqueles que intentam o mal contra nós, os escolhidos do Senhor, não prevalecerão. Aqueles que nos humilharam, que nos desprezaram, fazendo-nos sentir pequenos, indignos, incapazes serão usados para que sejamos exaltados. A promessa é de que todo o mal se transformará em bênçãos, conforme reforçam as palavras do apóstolo Paulo em Romanos 8:28 “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.“ Se você está passando por lutas, por uma guerra difícil de ser vencida, quando lhe parece que os inimigos são muitos e que estão armados contra você, não se inquiete: Deus converterá o mal em bem, a seu favor.

Esta é a palavra de Deus a você, neste momento, com as palavras proferidas pelo profeta Isaias 54: 7-8 “Por um breve momento te deixei, mas com grandes misericórdias te recolherei; Com um pouco de ira escondi a minha face de ti por um momento; mas com benignidade eterna me compadecerei de ti, diz o SENHOR, o teu Redentor”. Tome posse dessa palavra, seja qual for o seu problema. Lembrando-se dessas palavras proféticas e da expressão de Davi “Porque intentaram o mal contra ti; maquinaram um ardil, mas não prevalecerão.”(Salmos 21:11).

















domingo, 27 de maio de 2012


Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. João 3:17

A mensagem de João é de um conforto ímpar para aqueles que imaginam que estão perdidos, condenados e que não há mais saída para o embolado que se tornou a sua vida. Isso é o que o mundo quer que acreditemos, quando de fato o que prevalece é a verdade, anunciada no Evangelho de Jesus. O plano da salvação está em vigor e ele não exclui ninguém que aceite o senhorio de Jesus em sua vida. Não importa quão errada esteja a sua vida, não importa quantas vezes a pessoa caiu. É  preciso arrependimento e  desejo sincero de mudança. Como afirma o apóstolo João, Jesus veio para a redenção, para resgatar o pecador e não para condenar os que estão nas garras do diabo, aceitando as setas do inimigo. Há um ditado popular que diz “perdido por cem, perdido por mil”, o que equivale dizer que quem já está cometeu um erro está liberado para incorrer em outros. Mas essa é a verdade do mundo e nada tem a ver com a verdade de Deus. Perdido por pouco, ou por muito, é esse o alvo de Jesus. É por ele que Jesus veio ao mundo. E cabe a ele decidir aceitar ou não a condenação. Por mais que o diabo insinue o contrário, a salvação por meio do sacrifício de Jesus é para os perdidos que aceitam o Plano de Deus.

sábado, 26 de maio de 2012


Não morrerei, mas viverei; e contarei as obras do SENHOR.  (Salmos 118:17)

O salmista faz uma importante declaração de vitória, na qual devemos nos espelhar para seguirmos em frente, apesar das lutas momentâneas que estivermos enfrentando. Pelo que a Bíblia narra sobre Davi, podemos deduzir que, ao fazer esse salmo, ele possivelmente enfrentava problemas pessoais, familiares ou até mesmo ligados ao seu reinado. Não podemos nos esquecer de que Davi teve um sogro e seu antecessor no trono que, a despeito de sua lealdade, foi seu grande perseguidor, por conta de uma inveja incontrolável. Teve uma esposa idólatra, filha desse rei invejoso que agia nas suas costas contrariando os princípios que fizeram dele um homem segundo o coração de Deus. Não há como ignorar que, mesmo sendo um grande e renomado guerreiro, Davi falhou nas suas estratégias de educar seus filhos e por isso enfrentou as suas maiores derrotas em sua própria casa. Lembremos também que Davi foi vitima de suas próprias inclinações pessoais. Sua vida pessoal e sentimental foi determinante no rumo de sua história como rei. Mas não podemos deixar de refletir sobre como ele conduziu sua vida, após reconhecer seus erros. Vemos que ele inicia esse salmo louvando e reconhecendo a benignidade de Deus. Mesmo enfrentando lutas internas e externas, pessoais e no seu reinado, Davi não deixava de lado sua confiança no Senhor e não deixava de louva-Lo. É importante observarmos, para nos espelharmos nessas atitudes, que esse rei frágil e imperfeito, capaz de cometer os mesmos erros que nós, não se deixou sucumbir pela vaidade de seu status, pela riqueza ou pela influência dos interesseiros, corruptos ou corruptores que lhe cercavam. Davi não deixou de colocar os princípios de Deus acima de seus interesses e mesmo falhando nesse propósito, não se arvorou na obstinação de prosseguir no erro, mas reconheceu o erro e mudou de atitude diante Daquele que sempre foi o seu escudo e fortaleza. É por isso que afirma com toda segurança que teme o homem, pois sabe que o Senhor está com Ele. Ele reconhece que é melhor confiar em Deus do que nos homens. E você, tem esse entendimentos?





Bibliografia: http://www.icmv.org.br/BibliaOnline.aspx















sexta-feira, 25 de maio de 2012


“Até quando sofrerei esta má congregação que murmura contra min? Tenho ouvido as murmurações que os filhos de Israel proferem contra mim” (Números 14;26)


A Bíblia mostra que murmurar é pecado, é fruto da incredulidade, pois os murmuradores demonstram em sua atitudes que não creem, que não confiam nas promessas do Senhor como os filhos do deserto, mostrados no livro de Números 14. Moisés conta que os filhos de Israel foram duramente castigados pelo Senhor por causa da murmuração. Mas até hoje vemos que isso ocorre.

Há cristão que vivem murmurando, reclamando, queixando. Não perdem oportunidade de apontar faltas, tomar mau juízo de alguém ou de alguma coisa. Foi exatamente o que aconteceu com o povo de Israel, e o Senhor indignou-se ante a atitude do povo. Observamos pessoas que veem dificuldade em tudo, que estão sempre pessimistas, não conseguem ver o lado bom e positivo de alguém ou de uma situação.

Contudo o apóstolo Paulo nos ensina a ser gratos e a louvar o Seu nome. Em 1 Coríntios 10:10 ele diz “E não murmureis, como também alguns deles murmuraram, e pereceram pelo destruidor’’ Lembremos dessas palavras e em vez de murmurar devemos levar uma vida de total confiança em DEUS , de gratidão e apoio aos irmãos e líderes.


















quinta-feira, 24 de maio de 2012


O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus. (Filipenses 4:19)



Paulo falava aos filipenses o quanto se sentia fortalecido em Deus, demonstrando que compreendia as circunstâncias de sua vida e que se contentava com o que tinha. Essa também deve ser a postura do cristão: reconhecer que Deus é soberano. Quem conhece e teme a Deus não se abala diante das circunstâncias adversas, porque sabe que Ele suprirá todas as suas necessidades, mesmo em face dos piores momentos. Quando afirmamos ”posso todas as coisas em Cristo que me fortalece”, assim como o apóstolo Paulo, estamos assumindo que podemos também passar por lutas sem perder a confiança no Senhor. Todas as coisas incluem as boas e as ruins, as positivas e as negativas. Essa é uma afirmativa de extrema confiança e de fé incondicional Naquele que pode tudo, inclusive nos sustentar nos momentos difíceis. Posso passar por aflições, dificuldades, naufrágios, doenças, perseguições, confusões, tristeza, abandono, pois sei que o Senhor me fortalece, Ele está comigo em todas as circunstâncias, por isso não vou desistir e continuarei prosseguindo para o alvo.

quarta-feira, 23 de maio de 2012


Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra. (Atos 1:8)

Momentos antes de sua morte na cruz Jesus prometeu a seus discípulos que não os deixaria desamparados. Ele prometeu que o Espírito Santo, pelo qual oraria ao Pai, ficaria com seus discípulos e consequentemente com a Igreja até a consumação dos séculos. O Espírito Santo nos consola, nos lembra de verdades eternas, nos ensina todas as coisas relacionadas com a vida em Deus. Mas um dos mais intensos trabalhos do Espírito Santo está na área missionária, conforme anunciado no livro de Atos. É Ele quem prepara o terreno para que a semente seja lançada. É Ele quem nos convence do pecado, conforme registra João 16.8, "E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo". A vida do pecador só pode ser mudada pela ação do Espírito Santo. E quem recebe o poder do Espírito Santo não pode se calar. A ordem é testemunhar em Jerusalém, na Judeia e Samaria e nos confins da Terra. Ou seja, em nossa casa, em nossa família, aos nossos amigos, aos desconhecidos.

Essa é a condição que Jesus dá ao recebermos o Espírito Santo. Você tem testemunhando de Jesus com seu exemplo de vida em casa, aos seus familiares, aos colegas e amigos, aos desconhecidos que carecem de Jesus?







Bibliografia: http://www.icmv.org.br/BibliaOnline.aspx















terça-feira, 22 de maio de 2012


Ninguém oprima ou engane a seu irmão em negócio algum, porque o Senhor é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos. Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação. I Tessalonicenses 4:6

As orientações do apóstolo Paulo são de extrema relevância para aqueles que esperam alcançar a santificação. Oprimir ou enganar um irmão é uma atitude que não agrada a Deus e certamente será cobrada pela justiça do Senhor. Deus quer um povo separado, santificado e isso significa viver de acordo com Seus princípios. Comecemos pelos mandamentos de amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos. Quem ama a Deus segue os Seus estatutos. Quem ama o irmão não oprime, não engana e não fica em dívida com ele, em nenhuma circunstância. Paulo deixa claro “em negócio algum” se deve enganar o irmão. Não se deve prometer o que não pode ser cumprido. Não se deve levar vantagem em situação alguma. Defraudar o irmão é atitude impensável a um cristão, deixar de saldar uma dívida, seja ela financeira ou moral é também uma forma de engano e quem busca a santificação deve se abster dessas atitudes. Essa é a vontade de Deus.

Bibliografia: http://www.icmv.org.br/BibliaOnline.aspx















segunda-feira, 21 de maio de 2012

Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve. (Malaquias 3:18)

O profeta Malaquias responde a um questionamento frequente entre os que temem e servem a Deus e veem os ímpios prosperarem enquanto os filhos de Deus passam por lutas e adversidades. Chegará um momento em que aqueles que perseveram em seguir ao Senhor e não se desviam de Seus caminhos, mesmo encontrando resistências verão a diferença. Lembremos que o profeta fala em nome de Deus e Dele traz a promessa. E o Senhor não faz promessas vãs. Mas é preciso que atentemos para o fato de que a promessa de Deus só alcançará aqueles que fazem a diferença. O profeta, antes de pronunciar essa palavra de esperança fez essa constatação: “Mas quem suportará o dia da sua vinda? E quem subsistirá, quando ele aparecer? Porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros”. (Malaquias 3:2). Ele usa duas metáforas para nos mostrar a necessidade de nos transformamos, buscando a santificação para vermos a diferença. O fogo e o sabão, em processos diversos, levam à purificação. A transformação só acontece quando passamos pelo fogo.

Bibliografia: http://www.icmv.org.br/BibliaOnline.aspx















domingo, 20 de maio de 2012


Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros. (Gálatas 5:26)

O apóstolo Paulo faz um alerta sobre um sentimento pernicioso que tem contaminado muitos corações e desencadeado atitudes reprováveis: a inveja. Vemos esse sentimento em vários personagens bíblicos, como em Saul que invejava Davi e por isso procurou matá-lo. Saul permitiu que esse sentimento tomasse conta de sua vida e passasse a administrá-la. Foi por conta da inveja que Daniel foi entregue aos leões. Foi também por inveja que Sara perseguiu sua serva. Esse mesmo sentimento levou Caim a matar seu irmão. Em todos os que se deixam dominar pela inveja, podemos vislumbrar a sua fonte: a ingratidão. Quem não aceita o que é, o que tem, o que Deus lhe deu e deseja o que é do outro, ou ser como o outro é, desenvolve esse mau sentimento e por ele é derrotado. Saul não foi vencido pelo inimigo que pensava ter, mas pela inveja que brotou em seu coração. Não podemos nos esquecer de que foi por inveja que os judeus entregaram Jesus para morrer na cruz. Na verdade eles nada tinham contra Jesus, mas Nele havia muitas coisas que incomodavam aqueles homens, que tinham momentaneamente o poder de condenar o Salvador à morte de cruz. A Sua palavra coerente, precisa e que não destoava da Lei não poderia ser usada contra Ele, suas atitudes e testemunho de cidadão não depunham contra Ele. Jesus era coerente no falar e no agir. Não trabalhava contra, mas a favor do povo. Entretanto vemos que a multidão que o seguia e que presenciou Seus milagres foi a mesma que O sentenciou à morte. O que motivou essa reação foi o sentimento de inveja, mais acentuado e mais reconhecível nos fariseus, mas também existente naquelas pessoas. Por isso Salomão afirma que “O sentimento sadio é vida para o corpo, mas a inveja é podridão para os ossos”. (Provérbios 14:30)



















sábado, 19 de maio de 2012

Amarás o teu próximo como a ti mesmo.  (Mateus 22:39b)

Este versículo é a expressão mais clara e inequívoca e atualizada do conceito de cidadania. Jesus, ao responder aos fariseus, fez a mais completa definição de do que é ser cidadão, em qualquer tempo e lugar. O verdadeiro cidadão não faz ao outro o que não gostaria que lhe fosse feito. Assim, cumpre as suas obrigações com ética e responsabilidade porque faz ao outro tudo o que gostaria que lhes fizessem. Assim, podemos estender o sentido de outro” à natureza, à sociedade, à Igreja... Isso significa ter atitudes reflexivas que nos levem a ações altruístas. E é interessante observar que ações dessa natureza se revertem positivamente a quem as pratica. Quem age de forma altruísta age em amor a si mesmo, pois essas atitudes têm efeito bumerangue, assim como as atitudes egoístas. A diferença está no paradoxo. O altruísta ao pensar antes no outro e a ele destinar o bem reverte a si esse bem, ao passo que o egoísta, ao pensar em si, sem se importar com o outro, chama a si a solidão, o desprezo e a indiferença. Mas amar ao próximo como a si mesmo pressupõe amar a si verdadeiramente, para de igual modo amar ao outro. O cidadão, por amor a si, ama o próximo e coopera para o bem comum. Quem ama o próximo não é corrupto e nem corruptor, não deixa de pagar suas dívidas ou impostos, assim como está sempre contribuindo com a sociedade de todas as formas, porque isso repercute positivamente em toda a sua volta. Quem quer uma sociedade justa age com justiça em todos os instantes e instâncias, a começar em sua casa.







sexta-feira, 18 de maio de 2012

E dizia-lhes uma parábola: Pode porventura o cego guiar o cego? Não cairão ambos na cova? Lucas 6:39
A resposta a essa pergunta de Jesus é sim. Muito cegos têm guiado outros cegos, desde os dias em que Jesus questionou os que lhe ouviam e possivelmente, assim como hoje, nem todos os que lhe ouviam escutavam verdadeiramente o que dizia. Jesus não está se referindo sobre a visão física, ou sobre a capacidade de ver, e sim de liderar. A questão posta, ou a analogia é sobre a dificuldade de alguém desprovido de visão poder se locomover sozinho sem a ajuda de um ponto de apoio, como uma muleta ou um braço. Jesus não se referia à cegueira, mas falava  de liderança cega. E a muleta, objeto comum aos cegos, equivale ao que não é natural, não é próprio do ser humano, mas exterior a ele, ou seja, do mundo. Essa é a situação daqueles que se deixam guiar por influências do mundo, por aquilo que não é da sua natureza. Quantos se deixam levar por outros que não mostram atitudes dignas de serem seguidas, não são capazes de administrar sua própria vida e se arvoram a dar conselhos aos outros. Encontramos pessoas assim no trabalho, na igreja, na nossa própria família. Mas aqueles que têm a orientação do Espírito de Deus não se deixam enganar. Sabem que foram criados à imagem e semelhança do Pai e não precisam de muletas para andar, tampouco precisam tatear no escuro porque Jesus é a Luz que afasta qualquer sombra. Quem tem essa orientação consegue enxergar não o argueiro no olho do outro, mas a sua própria condição e não se deixar cegar pela influência de quem não tem bons testemunhos. Separam o joio do trigo, discernem a voz do Pastor e não se deixam enganar pelos lobos no caminho.



quinta-feira, 17 de maio de 2012


E ali vos lembrareis de vossos caminhos, e de todos os vossos atos com que vos contaminastes, e tereis nojo de vós mesmos, por causa de todas as vossas maldades que tendes cometido.  (Ezequiel 20:43)

 Esta palavra dura, dita pelo profeta a um tempo distante do nosso ainda é um forte ponto para reflexão e estímulo para que possamos endireitar nossos caminhos. Ainda há tempo de ouvirmos a voz do profeta e refletirmos sobre onde foi que deixamos nos contaminar. Quando foi que nos esquecemos dos princípios do Senhor e nos deixamos levar pela influência do mundo.  Quem deixamos que ocupasse o colocamos no lugar de Deus na nossa vida. Essas questões têm uma resposta e ela nos levará à reflexão e ao arrependimento se abrirmos o coração e agirmos com humildade, aceitando que Deus quer nos dar outra oportunidade. Por isso Ele usa a boca do profeta, uma voz amiga, até mesmo um desconhecido para nos fazer enxergar os nossos maus caminhos. Se a nossa reação diante disso for a de nojo, de incômodo, então o caminho de volta ao alvo pode ser assegurado. Mas se ao nos questionarmos e nossas lembranças nos apontar o ponto de desvio e continuarmos impassíveis, reincidentes no erro, então, só nos resta aguardar as consequências dessa escolha.  Deus é misericordioso e compassivo, capaz de perdoar as maldades daquele que se arrepende verdadeiramente e não torna mais a errar. 

quarta-feira, 16 de maio de 2012

E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre: Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome. (Apocalipse 3:7-8)
Esta palavra profética é um ponto forte para nossa reflexão. E podemos iniciar nos perguntando: qual tem sido a obra para a qual tenho empenhado o meu esforço. Da resposta a essa pergunta vem a confirmação de que precisamos refletir sobre quais são as nossas prioridades. Se temos colocado nossas aspirações pessoais na frente de nosso serviço à Obra de Deus, é momento de repensar nossos propósitos. Muitas vezes pedimos bênçãos a Deus, mas nada fazemos por Sua Obra, queremos bênçãos, mas não nos dispomos a trabalhar e investir na Obra do Senhor. Mas aquele que tem feito boas obras, levado a Palavra de Deus ao mundo, tem investido na obra do Senhor, pode se sentir contemplado com a palavra profética à Igreja de Filadelfia: para esse há a promessa de uma porta aberta que ninguém pode fechar. Pode ser a porta de emprego, da restauração de seu casamento, a porta da cura, da solução financeira, da libertação dos vícios...

E quando Deus diz que está colocando diante de nós uma porta que se abre para a benção, com certeza, ninguém pode fechá-la. Mesmo que você esteja encontrando resistência e dificuldades em seu caminho, a palavra de ordem é: não desista, pois Deus está à frente e isso é garantia de sucesso, mesmo que as aparências mostrem o contrário. Deus conhece nossas fragilidades e é a nossa força. Por isso, retenha o que você tem, conserve sua fé em Jesus e jamais deixe Deus de lado. Deus não se esquecerá daquele que trabalha para Sua Obra. Não saia do lugar da bênção.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Guarda com toda a diligência o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. Provérbios 4:23



Salomão nos ensina que o nosso coração representa todo nosso ser. O que há nele determina nosso viver. Um coração que é guardado, conforme ensina o sábio frutificará coisas boas que abençoará a vida de todos que nos rodeiam. Mas um coração cheio de sentimentos ruins, que se deixa contaminar com o mal, o ódio, a inveja certamente trará destruição não só a si, mas a todos que estão a sua volta. Quem tem um coração transformado também transforma aqueles que estão de seu lado. A Bíblia diz que o coração deve ser “perfeito” diante de Deus. (2 Crônicas 16:9). Essa perfeição que Deus busca não é de aparência, de traços, mas na essência. Deus espera que tenhamos um coração com limites, que não aceita qualquer sentimento, palavra ou obra que não esteja de acordo com Seus princípios. Deus procura homens íntegros que não se deixam corromper por valores errados, por sentimentos mundanos e por atitudes que não glorificam o Seu nome. O coração representa o homem interior e deve ser marcado pelos fruto do Espírito, conforme está em Gálatas 5:22. Esse coração traz a marca da humildade (Colossenses 3:12) e é fortificado pela graça (Hebreus 13:9). Não deve ser um coração incrédulo (Hebreus 3:12), por isso está sempre fortalecido, mesmo diante das lutas e adversidades. E esse coração não se deixa contaminar pelas setas do inimigo, não se inclina a receber qualquer tipo de modelos, ideias e caminhos. Nele está a semente que frutifica e testemunha a presença de Deus.


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Também suborno não tomarás; porque o suborno cega os que têm vista, e perverte as palavras dos justos. (Êxodo 23:8)

Há quem pense que a corrupção seja um fenômeno recente na sociedade. Mas, se observarmos atentamente a Palavra de Deus, veremos que a Bíblia faz inúmeras advertências contra ela, desde o Antigo Testamento. Na Bíblia podemos ler a advertências contra a corrupção no funcionalismo público, como em Lucas 3:12-13; contra a corrupção policial em Lucas 3:14 “Então uns soldados o interrogaram: E nós, o que faremos? Ele lhes disse: A ninguém trateis mal, não deis denúncia falsa, e contentai-vos com o vosso soldo”.

A advertência contra a corrupção no Poder Judiciário pode ser vista em Deuteronômio 16:19-20 “Não torcerás a justiça, nem farás acepção de pessoas. Não tomarás subornos, pois o soborno cega os olhos dos sábios, e perverte as palavras dos justos. Segue a justiça, e só a justiça, para que vivas e possuas a terra que o Senhor teu Deus te dá”, ou nos Salmos 82:2-5a “Até quando defendereis os injustos, e tomareis partido ao lado dos ímpios? Defendei a causa do fraco e do órfão; protegei os direitos do pobre e do oprimido. Livrai o fraco e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios. Eles nada sabem, e nada entendem. Andam em trevas”. Advertência contra a corrupção no Poder Executivo é apontada em Isaías 1:23 “Os teus príncipes são rebeldes, companheiros de ladrões; cada um deles ama o suborno, e corre atrás de presentes. Não fazem justiça ao órfão, e não chega perante eles a causa das viúvas”.

Ou em Provérbios 29:4 “Pela justiça o rei estabelece a terra, mas o amigo de subornos a transtorna” e Provérbios 16:12 “Abominação é para os reis o praticarem a impiedade, pois com justiça se estabelece o trono”. A Bíblia também faz menção aos assessores corruptos em Provérbios 25:5 “Tira o ímpio da presença do rei, e o seu trono se firmará na justiça”.

Faz advertência contra a corrupção no Poder Legislativo em Isaías 10:1-4 “Ai dos que decretam leis injustas, e dos escrivães que escrevem perversidades, para privar da justiça os pobres, e para arrebatar o direito dos aflitos do meu povo, despojando as viúvas, e roubando os órfãos! Mas que fareis no dia da visitação, e da assolação, que há de vir de longe? A quem recorrereis para obter socorro, e onde deixareis a vossa glória, sem que cada um se abata entre os presos, e caia entre os mortos?” Também se posiciona contra a corrupção e a ganância no meio empresarial em Ezequiel 22:12-13a “No meio de ti aceitam-se subornos para se derramar sangue; recebes usura e lucros ilícitos, e usas de avareza com o teu próximo, oprimindo-o. E de mim te esqueceste, diz o Senhor Deus. Eu certamente baterei as mãos contra o lucro desonesto que ganhastes...”

E em Provérbios 22:16 “O que oprime ao pobre para aumentar o seu lucro, ou o que dá ao rico, certamente empobrecerá”. Não se omite em relação aos juros absurdos praticados pelo Sistema Financeiro em Provérbios 28:8 “O que aumenta a sua fazenda com juros e usura, ajunta-a para o que se compadece do pobre”ou em Êxodo 22:25 “Se emprestares dinheiro ao meu povo, ao pobre, que está contigo, não te haverás com ele como credor; não lhe imporás juros”. Os Direitos trabalhistas também são mencionados em Jó 31:13-14 “Se desprezei o direito do meu servo ou da minha serva, quando contendiam comigo, então que faria eu quando Deus se levantasse? E, inquirindo ele a causa, que lhe responderia?” e em Malaquias 3:5 “Chegar-me-ei a vós para juízo, e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros e contra os adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que defraudam o trabalhador, e pervertem o direito da viúva, e do órfão, e do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos”, assim como em Levítico 19:13 “Não oprimirás o teu próximo, nem o roubarás. O salário do operário não ficará em teu poder até o dia seguinte”.

Não só nestes registros, mas em todo o tempo a Palavra de Deus nos adverte contra qualquer espécie de lucros desonestos como em Oséias 12:7 “O mercador tem balança enganadora em sua mão; ele ama a opressão” ou em Provérbios 11:1 “Balança enganosa é abominação para o Senhor, mas o peso justo é o seu prazer”.

Quando falamos em corrupção sempre elegemos os governantes como exemplos, mas nos esquecemos que a corrupção começa nos lares, se estende nas nossas relações de trabalho, segue-nos no nosso cotidiano, quando fazemos o que condenamos nos outros. Quem recebe por algo que não fez, quem aceita dar um jeitinho, ou um presente para obter vantagens contraria a Palavra de Deus assim faz com que perca o poder de Deus agindo em sua vida. "o que aborrece as dádivas viverá", afirma Salomão em Provérbios 15:27 b.

Não podemos deixar que nossos olhos fiquem cegos ou que nossas palavras sejam distorcidas, deixando que uma falha moral por menor que seja, nos domine, pois o “jeitinho brasileiro” muitas vezes transforma-se em suborno, em roubo, em mentiras...

Como diz o provérbio popular “não tropeçamos em montanhas, mas nas pequenas pedras”. Pense nisto!

domingo, 13 de maio de 2012

Eis que eu envio um anjo diante de ti, para que te guarde pelo caminho, e te leve ao lugar que te tenho preparado. (Êxodo 23:20)

A promessa do Senhor ao Seu povo é a de enviará um anjo para nos guiar a um lugar especialmente preparado para aqueles que servem e obedecem a Ele. Essa promessa feita após a libertação do cativeiro no Egito continua em vigor. Deus nos agracia com Sua proteção e continua nos guardando pelo caminho. Quantos não passaram por situações difíceis e sem explicação receberam um livramento. Nem sempre percebemos a ação Divina em nosso favor, porque elas muitas vezes passam despercebidas no nosso cotidiano. Por um segundo passamos à frente de um acidente, ou por mãos invisíveis somos seguros de uma queda. Por vezes o atraso nos salva de algo ruim, um estranho nos encaminha a um passo seguro, uma mão amiga nos abençoa sem que fizéssemos por onde receber a ajuda. Mesmo que não reconheçamos, em tudo isso está o anjo do Senhor que vai a nossa frente a nos indicar um caminho seguro. Mas a promessa de Deus não é apenas de livramento. É também de bênçãos completas em um lugar preparado especialmente para nós. Se entendermos essa palavra de forma completa não tomaremos posse apenas da primeira parte e assim não aceitaremos apenas o livramento do mal, mas nos apropriaremos também do lugar preparado para nós. Esse lugar não pode ser um lugar qualquer, porque vem de Deus. Não podemos aceitar que é apenas a saída do cativeiro, mas precisamos entendê-lo como a Terra Prometida, que mana leite e mel. Muitos, entretanto, estão conformados simplesmente com se ver livres do exército de Faraó, que pode representar qualquer forma de escravidão em nossas vidas, e acabam vivendo em círculo, com saudades dos alhos e das cebolas do Egito e não tomam posse da promessa. Isso porque só estão com os ouvidos atentos às bênçãos prometidas, mas ignoram os passos e as orientações para chegarem a elas. Querem o bônus, sem pagar o ônus. E assim acabam circulando no deserto, como o povo no Êxodo. Perdem mais tempo refazendo, desfazendo e com pseudo arrependimento, mas não se dispõem a obedecer. Deus pede apenas a obediência. Aquele que não busca o mal do outro, que paga os seus votos, que não se dobra diante de outros deuses e não fala mal do próximo, certamente colherá a promessa. Você estará nesta lista?


Bibliografia: http://www.icmv.org.br/BibliaOnline.aspx
































































sábado, 12 de maio de 2012


"Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal. [Porque teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre, Amém." (Mateus 6:6-13)

A oração de Jesus nos ensina que devemos reconhecer quem Deus é por isso é digno de ser adorado. . “Pai nosso que está nos céus, santificado seja o teu nome”. Este texto traz consigo algumas verdades sobre Deus. Ele é nosso Pai amoroso e está nos céus. É um Deus como soberano, que nos criou a sua imagem e semelhança . E como Pai Ele nos disciplina, protege e nos ouve. Ao orarmos devemos nos posicionar como filhos que sabem que têm um Pai que é soberano e deve ser adorado e reverenciado como tal. Jesus nos ensina que Deus deve ser honrado e respeitado. E ao falarmos em nome Dele, não podemos deixar de reverenciá-Lo. Entretanto, muitos desonram o nome de Deus com seu mau testemunho, pois não refletem em sua vida a santidade de Deus. Quando orarmos, não importa de que lugar, devemos ter em mente que ao chegarmos diante do Senhor a reverência e a honra devem acompanhar nossa oração. Jesus também nos ensina que na oração nos submetemos à vontade de Deus. Contudo, muitos, mesmo repetindo a oração registrada em Mateus continuam pronunciando orações egoístas que retratam apenas os desejos humanos , voltada apenas para realização de necessidades momentâneas. Quando dizemos “venha o teu reino, seja feita a tua vontade,” estamos afirmando o desejo da volta de Cristo para a implantação de Seu reino, e isso significa reconhecer que Deus é rei e reina em nós e virá para Reinar sobre a terra. Quando dizemos “Seja feita sua vontade” nos colocamos em posição de submissão e obediência. Mas muitos têm ordenado a Deus as suas vontades.

Deus nos deu pela oração a oportunidade de falar com Ele e também de ouvirmos a sua voz. Entretanto a Sua voz não é ouvida porque não nos colocamos na posição de respeito e de escuta submissa, por isso pensamos que nossa oração também não chega aos ouvidos de Deus.

Quando na oração apresentamos a Deus nossas necessidades não podemos esperar que Deus nos atenda na nossa hora e tempo. Ele sabe o que é melhor e quando deve nos atender. O pão de cada dia Ele nos dará porque é um Deus provedor e cuida de cada um de nós. Ao colocar nossas necessidades diante de Deus não o fazemos porque Deus não sabe, mas sim porque aprendemos a descansar em Deus e esperar na sua provisão.

A oração que Jesus nos ensina não é para ser repetida ou declamada é para que com ela aprendamos a forma que devemos nos achegar a Deus reconhecendo que ele é nosso Pai, reconhecendo que sua vontade deve prevalecer em nós, apresentando a Ele nossas necessidades, e também devemos orar com humildade pedindo perdão, pois somos falhos, mas estamos diante de um Deus misericordioso para com aqueles que também perdoam seus semelhantes.

















sexta-feira, 11 de maio de 2012


"E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus , em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, sujeitando-vos uns aos outros no temor do Senhor" Efésios 55:18-21


O apóstolo nos ensina a conduzir nossas vidas de modo a buscarmos a edificação e deixarmos de lado as questões mundanas as quais inclinam nossa carne. Ao dar espaço ao Espírito permitimos que Deus realize em nós a Sua obra. Conforme o profeta Ezequiel profetizou Deus trocando o coração duro do homem por um coração de carne e põe nele seu Espírito (Ez 36:26). Somente os que andam no Espírito vivem a plena vida que Cristo tem a oferecer aos que o aceitam como Salvador. E essa vida plena reflete e determina a forma como escolhemos viver. Assim como a forma em que conduzimos a nossa vida espiritual determina o grau de maturidade e comunhão com Deus. Uma vida espiritual precisa ser marcada então pela busca constante do Espírito, por isso o apostolo Paulo nos exorta a sermos cheios do Espírito. Mas isso é um processo gradativo, no qual o Espírito Santo vai trabalhando em nossas vidas nos preparando para a eternidade. Quando nos enchemos do Espírito tornamos possível uma vida de louvor a Deus e temos a orientação sobre a verdadeira adoração. Somente aqueles que têm o Espírito podem verdadeiramente adorar a Deus. Quando nos enchemos do Espírito vivemos uma vida de gratidão a Deus, pois um coração marcado pelo Espírito de Deus é grato. Sabe reconhecer as dádivas que vêm de Deus e também aquilo que as pessoas fazem por ele. Quem é cheio do Espírito não dá lugar ao egoísmo e ao individualismo. E quem dá lugar ao Espírito vive uma vida de submissão a Deus e ao próximo. Há quem pense que ser cheio do Espírito é apenas falar em línguas, ou pregar bem ou orar fervorosamente. Contudo, essa é apenas uma das manifestações e não tem que ser necessariamente evidenciada. Quem é cheio do Espírito mostra frutos evidentes em sua vida pública e privada e não é incoerente no falar e no fazer.

















quinta-feira, 10 de maio de 2012

Vinde a mim, vós todos que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve” (Mateus 11:28)



Quando estamos angustiados a nossa impressão acerca dos problemas é ampliada. E quando estamos levando um fardo que não é leve, este fardo não é o de Jesus. Mas o Senhor nos convida a deixar com Ele toda a nossa aflição e todo nosso fardo. Toda a nossa aflição se dissipa, quando colocamos Nele a nossa confiança, porque Ele conhece profundamente o nosso coração, conhece as nossas ansiedades e os nossos anseios. Ele sabe quando nosso cansaço não é físico, mas da alma. Esse cansaço é um fardo que não é aliviado senão quando colocado no altar do Senhor. Por isso que ele diz: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei.” Somente Ele pode nos dar alivio e nos livrar da sobrecarga. 

Quando Jesus diz “vinde a mim” é para que troquemos o fardo com Ele, pois só assim encontraremos descanso para a nossa alma. Não podemos nos esquecer de que Ele levou as nossas dores e já sofreu o sacrifício, agora o nosso papel é apenas segui-Lo.

quarta-feira, 9 de maio de 2012


“... se assentou aos pés de Jesus para ouvi-lo falar” (Lucas 10:39)

O melhor lugar onde podemos estar e para o qual somos convidados de honra é aos pés de Jesus. É o lugar onde somos acolhidos com amor e onde encontramos descanso, perdão e o refrigério para nossas almas cansadas das lutas cotidianas. Aos pés de Jesus ouvimos mais claramente a voz do Pastor que nos chama pelo nome e nos orienta respondendo nossos anseios e mostrando o caminho que devemos seguir. A Bíblia nos conta várias histórias de pessoas que estiveram aos pés de Jesus e encontraram descanso e orientação. Maria, a irmã de Marta, escolheu o melhor lugar. Deixou os afazeres e foi buscar edificação na voz do Mestre; Jairo, o chefe da sinagoga, cuja filha estava muito doente escolheu o médico da alma; o leproso que foi curado; o homem liberto de vários demônios; a mulher pecadora da cidade e os quatro que estavam ao pé da cruz, Maria, a Mãe do Senhor, Madalena, Maria, a esposa de Cléofas e João. Todas essas pessoas escolheram aceitar o convite que também nos é feito todos os dias: deixar a opressão do mundo e buscar a paz do Senhor.Para cada momento de nossas vidas temos um motivo para permanecer aos pés de Jesus e não nos afastarmos dele. Qual é o seu motivo de hoje?



terça-feira, 8 de maio de 2012

Então veio ela, e o fez saber ao homem de Deus; e disse ele: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto. (2 Reis 4:7)

Esse versículo é um trecho da passagem da viúva e o milagre do azeite. Com essa história podemos entender porque Deus nos abençoa. Não é somente porque Ele nos ama e nos quer bem. As bênçãos acontecem em nossa vida porque Deus tem propósitos maiores a serem alcançados por meio de nós. Mas antes precisamos saber que o milagre da multiplicação do azeite só aconteceu porque aquela mulher atendeu a alguns quesitos indispensáveis para a obtenção das bênçãos e por meio daquele milagre outras vidas foram alcançadas. Precisamos ter em mente que Deus não nos abençoa de forma egoísta. Precisamos ser multiplicadores de bênçãos. Precisamos ser vasos para conter a multiplicação. Aquela viúva era submissa ao seu líder espiritual e obedecia às suas orientações, por isso recebeu a bênção. Ela possuía uma reserva de azeite em casa e tinha um bom testemunho onde vivia. Essas são condições importantes para que a bênção nos alcancem. O azeite significa unção e a reserva que ela possuía pode transbordar porque ela soube guardar o que tinha. Vemos nessa história que o azeite transbordou e a viúva que antes estava sendo constrangida e humilhada pelos seus credores pode pagar suas dívidas e andar de cabeça erguida. É isso que Deus quer que aprendamos com a unção que nos reserva. Ele espera que retenhamos a unção para que ela possa ser multiplicada e se transforme em honra. Mas para isso precisamos aprender a obedecer, a seguir as orientações dos nossos líderes a dar bons testemunhos aos nossos vizinhos para que, quando precisarmos que nos emprestem os vasos para que nosso azeite transborde, eles nos trarão com confiança e alegria, porque sabem que somos confiáveis, que devolveremos o que tomamos emprestado. Por isso não nos faltarão vasos, por isso o azeite será cada vez mais abundante. Quem age com responsabilidade, tem credibilidade, enfrenta as crises e sai delas com dignidade. Quem, como a viúva desta passagem, honra seus compromissos terá sempre quem lhe empreste algo e não será escravizado pelas dívidas, nem ridicularizado pelos credores.



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais. (Jeremias 29:11)



Quantas vezes pedimos a intervenção de Deus para resolvermos um problema em nossa vida, ou para nos dar livramento em uma situação que nos parece difícil, mas não afinamos nossos ouvidos ou direcionamos nosso olhar para o alto a fim de entender como Deus age por intermédio de outras pessoas em nossas vidas. Nem sempre estamos atentos aos sinais que Ele manda e julgamos que Ele ainda não nos atendeu. Muitas vezes as bênçãos de Deus vêm a nós por meio de coisas simples, e que não reconhecemos porque queremos as difíceis e complicadas. Devemos aprender a entender os sinais de Deus, e saber que Ele usa tudo e todos para nos ajudar a sair de uma provação, para nos desviar de pessoas que nos fazem mal, para nos dar a oportunidade de crescer em vários aspectos. Muitas vezes, um colega de trabalho ou até um estranho na rua nos dá a resposta que esperamos de Deus, mas nem sempre estamos dispostos a ouvir e desprezamos. Vemos na Bíblia que Deus usa pessoas, circunstâncias e até mesmo animais para responder aos nossos clamores. Por isso precisamos ser sensíveis para receber a bênção que Ele quer nos dar, pelos canais que quiser usar. Salomão nos diz em Provérbios 16: 1 que "As pessoas podem fazer seus planos, porém é Senhor quem dá a última palavra." Entender isso nos ajuda a trilhar o caminho de Deus, mesmo que possa nos parecer sem sentido ou contrário ao que planejamos, pois quando fazemos planos criamos uma grande expectativa para que eles aconteçam e quando não se concretizam tendemos a nos frustrar e a julgar que Deus não está do nosso lado, enquanto deveríamos compreender que Deus assim está testando o nosso coração, porque nem sempre os nossos planos são os melhores para a nossa vida. Muitas vezes murmuramos quando isso acontece, quando Deus muda a trajetória dos nossos planos para nos colocar em algo melhor ou nos preparar para algo melhor, porque não esperamos com paciência e confiança Naquele que tudo sabe e tudo pode. Um grande passo para receber a bênçãos é esperar em Deus, pois é Ele quem sabe o que é melhor para o nosso futuro, e Ele tem o melhor para nós, ainda que nos pareça o contrário. Não culpe  Deus quando os seus planos derem errado. Apenas espere e confie! Ele pode mudar as circunstâncias a seu favor!

domingo, 6 de maio de 2012





Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos? (João 6:9)

A passagem da multiplicação dos pães e dos peixes nos leva a uma analogia com toda a história da Igreja e com os propósitos que Deus tem para o Seu povo. Há sempre alguma coisa a ser dada, por alguém, por mínima que seja para que as bênçãos alcance multidões. Alguém tinha apenas cinco pães e dois peixes. Era muito pouco perto da multidão que precisava ser alimentada. Alguém se dispôs a dar o pouco. E, a partir da doação, o pouco se transformou em muito. Mas antes foi preciso que o pouco fosse colocado à disposição ou a serviço de todos. Esse é o princípio da Igreja que não tem sido compreendido na sua verdadeira dimensão. Os dons e bens individuais quando colocados para servir à comunidade são fontes de bênçãos e consequentemente de prosperidade. Infelizmente, o mundo tem dado exemplo contrário. O que seria de todos é usado como benesse e privilégio de poucos. Os que têm muito pouco contribuem e assim resta aos que pouco têm a tarefa de repartir ainda mais o que lhes restou. Contudo, a Bíblia tem nos mostrado diversos exemplos de como o ato de doar é um grande propulsor de bênçãos e que leva não só à prosperidade material tão almejada por tantos, mas também à edificação espiritual da Igreja. Vemos que a multiplicação dos pães e dos peixes foi uma bênção que se iniciou com o ato de desprendimento de um rapaz a partir do qual Jesus abençoou a todos, incluindo o próprio doador: “E, tomando ele os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou e partiu os pães, e deu-os aos seus discípulos para que os pusessem diante deles. E repartiu os dois peixes por todos.” (Marcos 6:41). Esse versículo de Marcos nos ensina claramente os passos das bênçãos. Primeiro foi preciso que alguém se dispusesse a doar o que tinha em mãos. Mas precisamos observar que o que foi doado, antes foi consagrado a Deus e abençoado. Depois disso, foi partido e repartido. Não houve retenção da bênção, mas distribuição, por essa razão o milagre aconteceu. Deus não precisa de nossos bens, mas espera que os coloquemos à disposição partindo e repartindo para que as bênçãos se multipliquem. É possível ver também esse princípio na passagem de Eliseu e a viúva pobre, em 2 Reis 4:2 “E Eliseu lhe disse: Que te hei de fazer? Dize-me que é o que tens em casa. E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite”. A viúva não tinha muito nas mãos. Apenas uma botija com azeite. Diante da pergunta do profeta, ela ofereceu o que tinha em mãos. É isso que Deus espera de nós. A viúva poderia ter dito que nada tinha, mas ela valorizou o que Deus lhe tinha dado, por menor que parecesse e o pouco que tinha transbordou. Esse princípio continua valendo nos dias de hoje. Com pequenas coisas em mãos, os servos de Deus fazem maravilhas tremendas, desde que sigam os passos da bênção: colocar à serviço de Deus e da comunidade, abençoar, partir e repartir. Mesmo que no pareça pouco, precisamos colocar diante do Senhor o que temos. O mais Ele fará. Davi não tinha mais do que uma funda e algumas pedras, mas colocou o que tinha diante de Deus e com o que pareceria ridículo diante dos homens, venceu o gigante Golias que afrontava o povo de Deus. Gideão não tinha do que uma trombeta e poucos homens destemidos para a batalha, diante de todo o aparato do inimigo, mas colocou o que tinha a serviço do Senhor e conclamou o exército de Israel, para a batalha. Sansão tinha um osso e com ele feriu mais de mil filisteus. (Juízes 15:15). Neemias tinha um copo e com ele, aproximou se do rei e conseguiu permissão para reconstruir Jerusalém. (Neemias 2:1-2). Elias tinha um manto e com ele abriu caminho no rio Jordão. (II Reis 2:8). Barnabé tinha um terreno, que vendeu para ajudar aos pobres. (Atos 4:36). Maria tinha nardo puro e o usou para ungir Jesus. (Marcos 14:13). Esses e outros exemplos nos mostram que sempre há o que ser colocado à disposição do Senhor, para que Ele abençoe e multiplique. O que você tem em mãos hoje para ser colocado diante de Deus?

sábado, 5 de maio de 2012


E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. (II Co 9; 6-10)

O apóstolo Paulo nos dá uma dica de como podemos abençoar e em consequência  sermos também abençoados. Todos aqueles que semeiam colhem o fruto da semente. Quem semeia pouco ou semeia mal não pode ter uma colheita diferente. Isso equivale dizer que quem abençoa também é abençoado e quem amaldiçoa ou espalha o mal não pode ter como resultado bênçãos. Por um tempo pode até parecer que o ímpio prospera, que quem planta maldade se sai bem, mas tudo na Terra é vaidade e passa, como afirma Salomão em Eclesiastes 1:14 : “Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito”. Certamente, Deus tem uma vitória garantida para a vida de todos que são  fieis e esperam Nele. Mas não podemos nos esquecer de que o princípio da bênção é a obediência. Em vários textos da Bíblia, encontramos a chamada de Deus para os Seus filhos: obediência. A  palavra de Deus nos diz que toda pessoa obediente prosperará.  E as promessas só se cumprem na vida daqueles que escolhem obedecer.  “Se quiserdes, e me ouvirdes, comereis o bem desta terra;”... (Isaias  1:19). Todas as vezes que obedecemos à Palavra de Deus usufruímos o cumprimento dessas promessas em nossas vidas. 

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O ímpio toma emprestado, e não paga; mas o justo se compadece e dá. (Salmos 37:21)



A Bíblia ensina que podemos abençoar espiritualmente ou materialmente alguém, conforme temos recebido de Deus. Mas isso deve vir do coração, não como uma obrigação ou para aparecer diante dos homens. Assim como Abraão, fomos predestinados a ser bênção na vida de outros, mas também podemos escolher, com nossas atitudes ou omissões a deixar de ser bênção. Fazemos essa escolha quando usamos nossa boca para falar mal do próximo, para não deixarmos de ser bênçãos Tiago 4:11 nos ensina “Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, e julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz”. Deixamos de abençoar quando amaldiçoamos, quando tomamos emprestado e não devolvemos, quando compramos e não pagamos; quando, podendo, não fazemos o bem, conforme ensina Salomão Provérbios 3; 27-28 ‘’Não deixes de fazer bem a quem o merece, estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo. Não digas ao teu próximo: Vai, e volta amanhã que to darei, se já o tens contigo”.

O Senhor sempre dará a provisão necessária àquele que escolhe abençoar, a ser bênção na vida dos irmãos, a estender a mão a quem tem fome, a dar o ombro amigo a quem passa por tribulação. O Senhor restituirá sempre àquele que empresta e não recebe de volta, mas aquele que age dolosamente jamais se fartará com o fruto daquilo que usurpou.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção. (Gênesis 12:2)

Quantas vezes já ouvimos a referência à citação bíblica que diz que o povo perece porque lhe falta conhecimento! É fato que todos querem ser abençoados, mas nem todos sabem como receber as bênçãos e poucos sabem o que significa abençoar. Quando Deus disse a Abraão que ele seria coberto de bênçãos, também disse a ele para ser um abençoador. Em geral, as pessoas reivindicam a primeira parte e se esquecem de também usar os dons que receberam para também abençoar outras vidas. Não é raro vermos dentro das igrejas as pessoas clamando por bênçãos e até mesmo testemunhando o quanto receberam, mas são poucos os que testemunham ser abençoadores. Isso porque a característica humana é a de pródigos para receber, mas quando se trata de dar são econômicos e cheios de desculpas: “não posso dar porque tenho pouco, porque estou atravessando dificuldades, porque estou esperando as coisas melhorarem...”. Entretanto, se os que assim afirmam conhecessem de fato a palavra de Jesus e vivessem realmente o Evangelho saberiam o que a sabedoria popular também apregoa “ninguém é tão pobre que não tenha algo para dar, assim como ninguém é tão rico que não tenha o que possa receber”. Quem não tem dinheiro pode dar atenção, um cuidado, uma palavra de conforto, uma ajuda imaterial... Somente os egoístas não encontram o que dar, ou alguém a quem possa retribuir as bênçãos que Deus tem lhe dado. A esses a Bíblia se refere como sanguessugas, como está em Provérbios 30:15-16 “A sanguessuga tem duas filhas: Dá e Dá. Estas três coisas nunca se fartam; e com a quarta, nunca dizem: Basta! A sepultura; a madre estéril; a terra que não se farta de água; e o fogo; nunca dizem: Basta!”

Assim como fez com Abraão, Deus nos criou para sermos canais de benção e vitória para outras pessoas. Precisamos observar que se às vezes pedimos bênçãos ao Senhor e não as recebemos, é justamente porque queremos para o nosso próprio deleite. Deus conhece o coração grato e solidário. É por isso que Davi afirmou: Fui moço, e agora sou velho; mas nunca vi desamparado o justo, nem a sua semente a mendigar o pão. (Salmos 37:25).

Paulo afirma em 2 Coríntios 9:7b “porque Deus ama ao que dá com alegria”. E aquele que abençoa, certamente será multiplicadas vezes abençoado. A Bíblia nunca ensinou a reter as bênçãos, mas nos deu a palavra para abençoar, porque fomos abençoados por Deus. Quando ELE libera bênçãos sobre nós, sejam elas materiais, ou espirituais o Seu propósito é que por nosso intermédio essas bênçãos também alcancem outras pessoas. Se você tem apenas esperado pelas bênçãos sem pensar que deve ser antes de tudo um abençoador, está na hora de refletir sobre isso. Quem sabe encontrará a resposta para os seus questionamentos sobre o fato de que por mais que receba nunca está satisfeito, ou está sempre carente de algo. Comece a dar, lembre-se de agradecer e de retribuir, quem sabe assim sua vida mude e seja um testemunho inequívoco do que Deus quis dizer a Abraão.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Eu pus diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.” (Deuteronômio 30: 19)




Deus nos deu a vida e depois disso Ele nos disse para buscar a Sua presença. A vida é dom gratuito de Deus, mas só podemos comemorar quando vivemos como verdadeiros filhos de Deus. Filho é herdeiro das promessas, não só da vida. E somente quando nossos corações estão em sintonia com a perfeita vontade do Pai, a nossa vida pode refletir plenamente o propósito do Senhor e da Sua vontade. Deus se revela a nós todos os dias, mas só percebemos a Sua revelação quando abrimos nosso coração e nos dispomos a obedecer. Do contrário, a Sua palavra cai no vazio. Quando deixamos que o Senhor nos oriente, temos um conhecimento ainda mais completo da Sua palavra e da sua vontade, mas quando desobedecemos a palavra do Senhor, somos responsáveis pelas consequências advindas dessa desobediência. A cada ano, podemos ter o que comemorar se escolhermos sabiamente a quem servir. Escolher vida é uma decisão diária, por isso precisamos escolher com sabedoria, porque vivemos ou morremos com as escolhas que fazemos. Nossas escolhas têm consequências. Nossas escolhas determinam a qualidade de nossas vidas neste mundo e para a eternidade. Quem rejeita, desobedece ou ignora os princípios de Deus sofre as consequências terrenas e eternas. Hoje, pode ser dia de festa, de comemoração, ou de tristeza. Mas isso depende de que lado você escolhe ficar. Lembre-se a vida é o presente de Deus, mas a nossa escolha definirá como será vivida: ao lado Dele, ou ao lado de quem nos afasta Dele. Hoje é um dia especial, dia de comemoração. Mas se isso não é possível não aponte o dedo para os outros, apenas lembre-se de que Deus coloca diante de você a benção ou a maldição. A vida ou a morte. Se não ouviu os alertas, se a palavra de Deus não tocou seu coração, se prefere ouvir a lisonja ou o engano dos homens, não lamente, ainda He tempo de fazer a escolha certa.




terça-feira, 1 de maio de 2012

“E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.” (Apocalipse 21:15).

A revelação de Deus é que não importa quem você já foi um dia, não importa o que você está sendo hoje, importa o que você será a partir do momento em que decidir seguir os passos de Jesus. A partir do momento em que Jesus nos toca, Ele nos transforma em novas criaturas e tudo começa a mudar em nós. Quando Ele nos toca, molda o nosso caráter e nos faz desenvolver qualidades morais que nos tipificam como cristãos legítimos. Mas, embora muitos pensem que isso acorre como um passe de mágica, essa transformação muitas vezes é dolorosa, pois envolve renúncias e resistências. Deixar o governo do velho homem, sob o controle do mundo, implica decisão, mudança de atitude e resiliência. As provas e lutas pelas quais passamos firmam o nosso caráter e nos imunizam contra as armadilhas do inimigo. Ele nos dá a temperança e a moderação que precisamos ter diante das afrontas, diante das tentações, diante das adversidades... Faz com que tenhamos um relacionamento saudável com a nossa família, e faz reinar a paz, o amor, a honra, o respeito, a obediência a verdadeira comunicação, a instrução, a disciplina... Ele molda o nosso interior, fazendo-nos perdoar a nós mesmos, abandonando as mágoas e os arrependimentos passados, vivendo no gozo do Espírito. Quando somos tocados por Cristo, o nosso relacionamento com o nosso cônjuge torna-se estável, e puro, dando lugar à comunicação, e à fidelidade. Ele molda a nossa língua, ensinando-nos a falar apenas a verdade, com gentileza, temperança, equilíbrio e sabedoria, afastando-nos de contendas, difamações, injurias e caluniar, e também das falsas lisonjas, da hipocrisia e do fingimento. Quando Jesus nos toca e quando somos fieis a Ele, tudo o que tocamos é abençoado: nossos bens, nosso trabalho, aqueles que estão a nossa volta... Quando nos revestimos do poder de Cristo e passamos a ter a mente de Cristo, Ele completa em nós a Sua obra, conforme disse Paulo em Filipenses 1: 6 “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.” Deus é especialista em dar nova chance e nova vida àqueles que a Ele confiam suas vidas, submetendo-se à Sua vontade e dedicando-se a servir a Sua obra, assim como ocorreu com o filho prodigo que retornou.