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domingo, 20 de maio de 2012


Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros. (Gálatas 5:26)

O apóstolo Paulo faz um alerta sobre um sentimento pernicioso que tem contaminado muitos corações e desencadeado atitudes reprováveis: a inveja. Vemos esse sentimento em vários personagens bíblicos, como em Saul que invejava Davi e por isso procurou matá-lo. Saul permitiu que esse sentimento tomasse conta de sua vida e passasse a administrá-la. Foi por conta da inveja que Daniel foi entregue aos leões. Foi também por inveja que Sara perseguiu sua serva. Esse mesmo sentimento levou Caim a matar seu irmão. Em todos os que se deixam dominar pela inveja, podemos vislumbrar a sua fonte: a ingratidão. Quem não aceita o que é, o que tem, o que Deus lhe deu e deseja o que é do outro, ou ser como o outro é, desenvolve esse mau sentimento e por ele é derrotado. Saul não foi vencido pelo inimigo que pensava ter, mas pela inveja que brotou em seu coração. Não podemos nos esquecer de que foi por inveja que os judeus entregaram Jesus para morrer na cruz. Na verdade eles nada tinham contra Jesus, mas Nele havia muitas coisas que incomodavam aqueles homens, que tinham momentaneamente o poder de condenar o Salvador à morte de cruz. A Sua palavra coerente, precisa e que não destoava da Lei não poderia ser usada contra Ele, suas atitudes e testemunho de cidadão não depunham contra Ele. Jesus era coerente no falar e no agir. Não trabalhava contra, mas a favor do povo. Entretanto vemos que a multidão que o seguia e que presenciou Seus milagres foi a mesma que O sentenciou à morte. O que motivou essa reação foi o sentimento de inveja, mais acentuado e mais reconhecível nos fariseus, mas também existente naquelas pessoas. Por isso Salomão afirma que “O sentimento sadio é vida para o corpo, mas a inveja é podridão para os ossos”. (Provérbios 14:30)



















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