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domingo, 30 de novembro de 2014

Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra estas cousas não há lei. (Gálatas 5:22-23)








Em carta aos Gálatas, Paulo inventaria as características de um homem que tem o fruto do Espírito. É interesse observar que, embora seja uma lista, ela vem com um verbo no singular. Há um fruto e não frutos. E esse fruto desencadeia uma série de virtudes. Isso significa que um é intrínseco ao outro. Uma das virtudes intrínsecas a quem tem o fruto do Espírito é a longanimidade: caráter da pessoa que suporta as adversidades e que prossegue no seu empenho, apesar dos obstáculos. Quem tem longanimidade tem grandeza de ânimo, é benigno, complacente, indulgente, corajoso, generoso, paciente, resignado, ou seja, é uma pessoa que tem um longo ânimo. O que significa no popular ter pavio longo, que não explode com facilidade, sabe esperar o momento certo para falar ou agir sem reagir ou explodir em ira quando provocado. Infelizmente, nos dias de hoje, o nosso ânimo se tornou muito pequeno para tudo. As pessoas têm pressa para tudo, e os jovens não querem esperar para conquistar as bênçãos, por isso tantas brigas, corrupção, assaltos, maracutaias, e até mesmo as “inofensivas” fura-filas. Por isso tantas brigas e acidentes no trânsito, no trabalho, com nossos filhos, com os vizinhos, com amigos e até com quem não conhecemos. Tudo por causa do “pavio curto.” Trocando em miúdos, falta a longanimidade da qual nos fala o apóstolo. Longanimidade faz parte das virtudes que obtemos quando permitimos que o Espírito Santo de Deus habite em nós. Para que o fruto do Espírito cresça em nós, devemos nos unir a Ele. Devemos conhecê-lo, amá-lo, lembrá-lo e acima de tudo imitá-lo. A Palavra de Deus nos fala claramente que só conseguiremos dar frutos se verdadeiramente permitirmos que o Espírito Santo venha fazer morada em nosso coração.

sábado, 29 de novembro de 2014

“Para conseguir riqueza, respeito dos homens e uma vida feliz, você precisa ser humilde e temer o Senhor.” Provérbios 22:4.


A Bíblia não expressa em nenhum momento que ter riqueza é algo negativo, afinal, foi o próprio Deus quem criou tudo o que há no mundo e criou também as riquezas para que os seus filhos possam desfrutá-las. O grande problema está no uso que as pessoas fazem daquilo que Deus criou. Amar as riquezas acima do Criador, ou deixar que elas governem nossas vidas e nos tornem insensíveis, corruptos ou arrogantes é que subverte a vontade de Deus. Por isso o sábio ensina que até mesmo para possuir riquezas devemos ser humildes e tementes a Deus. Quem teme a Deus jamais será ávaro, retendo a parte que Lhe cabe, jamais explorará o próximo porque conhece as orientações do Senhor e dificilmente deixará ajudar o irmão ou ao anônimo que necessita. Quem teme a Deus valoriza o ser e por isso tem para multiplicadas vezes para dividir. E, sobretudo, sabe que a riqueza maior não está nesse mundo, pois compreende as palavras de Jesus em Mateus 6:19-21.: “Não se preocupem em acumular riquezas aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e roubam. Guardem, sim, para si, tesouros preciosos no céu, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam nem roubam. Pois onde estiverem as suas riquezas lá estará também o seu coração.”

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Romanos 7:23


O apóstolo Paulo nos apresenta um panorama da batalha que ocorre todos os dias dentro de nós, quando conhecemos o Evangelho, mas ainda vivemos imersos em uma sociedade governada pelo maligno. Quando nascemos de novo e alimentarmos nossa nova natureza por meio do estudo da Palavra de Deus e da oração, crescemos espiritualmente e certamente daremos a vitória ao lado que nos assemelha a Deus. Sabemos o que é melhor, mas nem sempre fazemos o que é melhor! Muitas vezes, permitimos que ações e atitudes pecaminosas e mundanas continuem em nossas vidas, sem atentar para o que nos alerta o apóstolo João em 1 João 2:15-17: "Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre." Como tolos copiamos o que outros países fazem, mas não temos o discernimento para avaliar se é bom e na maioria das vezes repetimos apenas o lado grotesco. Assim é com o Halloween que nada tem a ver com a nossa cultura e nada mais é do que um culto às trevas. De igual modo, copiamos o Black Friday, muitas vezes nos deixando levar pelo consumismo e sem observarmos o engodo do poderia ser chamado de sexta feira negra ou black fraude, e não copiamos o que motivou essa explosão de consumismo. Na quarta quinta feira do mês de novembro os norte-americanos, motivados por um sentimento de gratidão a Deus, ao reconhecerem que deviam a Ele a fartura advinda das colheitas, instituíram como o principal feriado nacional o Thanksgiving Day, que depois se transformou no Dia Mundial de Ação de Graças. Apesar de essa festa de gratidão ter sido trazida ao Brasil por incentivo do embaixador Joaquim Nabuco e instituída pelo presidente Dutra, em 1949, pouco se vê sua realização, ao contrário da copiada festa do consumo. Nem a mídia, nem a sociedade se interessam pelo ato de agradecer, mas vemos uma explosão de anúncios e um destaque expressivo para a festa do consumismo, tal qual vemos os holofotes na figura do papai Noel que obscurece a posição do verdadeiro dono da festa, no Natal. Alimentamos o nosso lado pior, sem perceber que estamos dando lugar ao mundanismo que toma conta da sociedade. Sem nos darmos conta de que o amor ao mundo é um perigo muito real para o cristão, pois nossa natureza caída, que está conosco desde o nascimento, está naturalmente inclinada e preparada para as atrações que nos rodeiam.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

“Não foram dez homens que eu curei? Onde estão os outros nove? Só este estrangeiro voltou para louvar a Deus?” O homem que voltou com gratidão era um samaritano. Lucas 17;11-19.


Hoje, dia Mundial de Ação de Graças, a mensagem é sobre a gratidão. Essa virtude tem sido desconsiderada em uma sociedade que supervaloriza o ter sem se importar com a forma de obter. Mas vamos lembrar principalmente da gratidão que devemos ao Senhor Deus, que nos criou e nos sustenta todos os dias desde o momento de nosso nascimento, e, sobretudo, que enviou o seu único filho para morrer por nós. Gratidão de acordo com o dicionário é um ato de reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc. Se aprendemos que devemos agradecer aos que nos auxiliam, devemos muito mais ser gratos a quem criou e nos concede benefícios, providências e livramentos diariamente e nem sempre reconhecemos. Agimos muitas vezes como os nove leprosos ávidos para pedir a graça, mas sequer se lembraram de voltar para agradecer. Ainda hoje não mudamos as estatísticas: dos dez, apenas uma voltou para agradecer. E quem não agradece a Deus tampouco o faz com o próximo, com os familiares, colegas e anônimos que são usados por Deus para nos abençoar. Não são raros os que pensam que eles não fazem mais do que a obrigação de nos prestar ajuda. Mas não é isso que Jesus nos ensina. Devemos demonstrar gratidão todos os dias a todas as pessoas que nos ajudam e até mesmo àquelas que são obstáculos em nossa vida, pois também nos ajudam a crescer. Mas a nossa gratidão especial deve ser demonstrada a Deus, pois ela transforma e abre o nosso coração para o nosso Criador. 

Que possamos sempre agir como o samaritano que voltou para agradecer a Jesus pela cura obtida, e vigiarmos constantemente para não sermos como os nove que não voltaram.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

“Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem sincero e reto, temente a Deus, desviando-se do mal, e que ainda retém a sua sinceridade.” Jó 2-3.


Jó é considerado como exemplo de paciência, no entanto, há nesse homem outras características que agradam a Deus, como a integridade e a sinceridade. Por isso o Senhor o teve em alta conta e o citou como exemplo de homem a ser seguido. Ser íntegro significa se inteiro, intacto, agir com equidade, retidão, honestidade, imparcialidade, inteireza moral, honradez, enfim ter um comportamento exemplar. Parece ser difícil em um mundo no qual prevalece a teoria da lei do mais esperto, em que vigoram o consumismo a qualquer preço, a corrupção sem medidas, a banalização da vida humana, a prevalência do ter sobre o ser, sobreposição dos valores mundanos sobre os espirituais. No entanto, a Bíblia relata histórias de diversas pessoas que se mantiveram íntegras apesar de viverem tempos difíceis com muitas dificuldades e provações. Daniel pode ser citado, dentre outros tantos que não negou sua fé, mesmo diante de ameaças; José que, mesmo diante da possibilidade de se dar bem no palácio porque era alvo do interesse da mulher de Potifar, preferiu manter sua integridade e ser preso injustamente; João Batista, que manteve a sua postura austera e jamais se envaideceu, mantendo-se firme no propósito de anunciar Jesus, sem fazer uso da carteirada de assessor do Messias. E o próprio Jó que se enquadra em todos os adjetivos relacionados à integridade, pois apesar de todas as provações, e com “amigos” que não o ajudaram muito, não perdeu sua honradez e integridade sem atribuir a Deus falta alguma. apesar da esposa e dos amigos que tentavam dissuadi-lo de sua postura, Jó manteve-se irredutível e por sua integridade glorificava ao Senhor, pelo que Ele representava em sua vida e não pelo que ele lhe dava. É isso que Deus espera de seus filhos: integridade. Não podemos virar ao sabor dos ventos. Na igreja ter aparência de santos e no trabalho ou na sociedade nos deixarmos corromper. O Senhor quer que sejamos honestos, íntegros e, porque não dizer, santos. “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver, porquanto escrito está: ‘Sede santos, porque eu sou santo”. I Pedro 1:15.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

“Ele terá prazer em obedecer ao Senhor. Ele não julgará pela aparência, nem com base no que ouviu, mas fará justiça aos necessitados e defenderá aos pobres. Com sua palavra como se fosse um cajado ferirá a terra; e matará o perverso com um sopro de sua boca.” Isaías 11:3-4

O profeta Isaías descreve o Senhor, destacando um de seus atributos intrínsecos: a justiça. Mas como seres humanos limitados e falhos, embora tenhamos sido criados à imagem e semelhança do Criador e, portanto, deveríamos desenvolver e refletir esse atributo, estamos longe de compreender o verdadeiro sentido dessa justiça. Eis por que a justiça humana é falha, incompleta e cega, não no sentido de que não é tendenciosa, mas literalmente. Os dicionários definem justiça como sendo equivalente à equidade, bondade, prática e exercício do que é direito. Outro significado da palavra é retidão. É a justiça, ou o senso de justiça que está em nós que regula nossa convivência, possibilita o bem comum, defende a dignidade humana, respeita os direitos humanos. Sem ela esse mundo que jaz no maligno seria muito mais tenebroso. A justiça é a firme e constante vontade de dar aos outros o que lhes é devido. E imbuídos da justiça devemos em todos os sentidos buscar os nossos direitos e não privilégios, o que tem sido mais comum nessa sociedade em que vigora a lei do levar vantagem, em que o mais esperto e reverenciado, em detrimento do mais honesto. Mas não podemos pensar em justiça apenas quando se refere a atos judiciários. A busca e execução da justiça são ações cotidianas em todos os espaços de convivência e deve ser colocada em prática sempre. Quando assinamos um contrato com alguém, ou mesmo quando fazemos um compromisso com uma pessoa, seja ele informal, mas pactuado ainda que por uma simples declaração verbal, por justiça devemos cumprir esse contrato, a nossa palavra. Se pedirmos emprestado algum objeto a alguém, devemos devolvê-lo no tempo estipulado e em perfeito estado. Quando compramos algo, pagar pelo que levamos um preço justo é o correto. A justiça é uma virtude que acompanha aqueles que têm o caráter de Cristo e, como afirma Davi, o Senhor jamais deixará que um justo seja envergonhado. Se quisermos um tratamento justo, devemos agir com justiça e equidade com os outros. Esse é o princípio do segundo mandamento: se quisermos ser tratados com justiça devemos tratar aos outros com a mesma justiça que gostaríamos que nos tratassem. E, agindo com justiça, por consequência, jamais infringiremos os demais mandamentos do Senhor.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Bem aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia. Mateus. 5:7


A palavra misericórdia é formada por outras duas palavras: misere + cordis. A primeira significa ter compaixão de, e a segunda vem de cordis, ou coração em nossa língua. Misericórdia é sentir com o coração do outro. É o mesmo que aproximar-se tanto de alguém que sofre e sentir o que essa pessoa está sentindo. Misericórdia então quer dizer: ter compaixão, estar em sintonia, sentir o que o outro sente com o coração, mas também pode significar: piedade, graça ou perdão concedido por bondade pura, compaixão solícita pela desgraça alheia. Misericórdia é um atributo de Deus que o leva a perdoar as faltas e os pecados dos homens. Nós somos salvos e nossos pecados são perdoados graças à misericórdia divina. Por essa razão o salmista não se cansa de repetir que a misericórdia do Senhor dura para sempre, pois ele mesmo vivenciou e pode reconhecer isso e m sua vida. “Misericordioso e piedoso é o Senhor; longânimo e grande em benignidade. Não repreenderá perpetuamente, nem para sempre conservará a sua ira. Não nos tratou segundo os nossos pecados, nem nos retribuiu segundo as nossas iniquidades.” Salmos. 103: 8-10. O Senhor tem prazer em nos perdoar, mesmo que tenhamos cometido faltas que aos olhos dos homens seriam imperdoáveis, assim como vimos com várias situações narradas na Bíblia como Davi e Jacó que foram agraciados com a misericórdia de Deus. Mas o maior exemplo de pessoa misericordiosa que temos é o de Jesus, que morreu em nosso lugar, pelos nossos pecados. E Deus espera que nos aproximemos do caráter de Jesus, sendo misericordiosos com nosso próximo.

domingo, 23 de novembro de 2014

“Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças. E a paz que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.” Filipenses 4: 6-7.



O Senhor nos permite descansar quando esperamos e confiamos Nele é isso que garante o apóstolo Paulo em carta aos filipenses. Quando temos paz, na verdade possuímos tudo, pois com a paz vem o equilíbrio, o bom senso, o sossego e o entendimento entre as pessoas. Paulo nos exorta a não andarmos inquietos por coisa alguma; e para fazermos petições diante de Deus, com oração, súplicas, e, principalmente, com ação de graças. Assim a paz que excede todo o entendimento, guardará os nossos corações e os nossos sentimentos. A paz que excede todo o entendimento é a paz verdadeira que nos permite estar serenos no meio ao caos e manter o espírito firmado em Cristo enquanto o mundo se debate em conflitos em busca de status e vaidades. A paz de Cristo é diferente da paz do mundo. Não é a ausência de conflitos, mas o equilíbrio no conflito e a certeza de seremos vencedores em Cristo Jesus. A paz de Deus ultrapassa a compreensão intelectual. Ela da convicção de que Deus está no controle de todas as coisas e se Ele é por nós, quem poderá se levantar contra?

sábado, 22 de novembro de 2014

“Porque assim diz o Senhor Deus, o Santo de Israel: Voltando e descansando sereis salvos; no sossego e na confiança estaria a vossa força, mas não quisestes.” Isaías 30:15.


A promessa de Deus, entregue pelo profeta Isaías ao seu povo, é a de habitaremos em morada de paz, e com segurança, e em lugares quietos de descanso. Por essa razão, confiante na promessa do Senhor é que o apóstolo Paulo exorta o povo a que não andem inquietos. O cristão que segue as orientações do Senhor tem tranquilidade do corpo e do espírito, apesar dos sobressaltos do mundo. Quando confiamos na Palavra de Deus não precisamos temer coisa alguma porque desde o início Deus nos convida a descansarmos Nele a ficarmos quietos e tranquilos. Mas, infelizmente desde sempre o homem segue desobedecendo a Deus, e por não se preocupar com o descanso e em guardar o dia que deve ser dedicado ao Senhor, o homem se afasta cada vez mais do que é natural, bom e agradável para ele e também para Deus. Não adianta procuramos fora de nós mesmos a tranquilidade e a quietude. Não é no marasmo de uma praia idílica, ou no escuro de um quarto isolado que encontraremos paz e sossego, pois ela está dentro de nós e nos é dada por Deus, quando nos entregamos a Ele. Podemos estar em paz no meio do caos ou de um barulho ensurdecedor, assim como podemos entrar em conflito em um silêncio absoluto, pois é o Senhor quem nos dá a força necessária para enfrentarmos as dificuldades. Precisamos deixar Deus falar em nosso coração e ouvir atentamente o que Ele nos diz: “O meu povo habitará em morada de paz, e em moradas bem seguras, e em lugares quietos de descanso, ainda que uma chuva de pedra destrua o bosque, e a cidade seja inteiramente abatida.” Isaías 32: 18-19. Por isso, a mensagem de hoje é: aquiete-se, e descanse nas promessas do Senhor.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. João 17:15


Estas palavras de Jesus registradas pelo apóstolo João nos mostram o cuidado do Senhor com a vida daqueles que creem Nele e nos instiga a compreender que esta fé não nos tira de nossa realidade existencial. Nós continuamos inseridos no mundo secular, ainda que separados pelo amor de Cristo. Continuamos sujeitos a um mundo onde há fome, desemprego, corrupção, violência e outras mazelas. Não estamos livres de vivenciar as agruras do mundo governado pelo maligno, mas estamos sob a promessa do Senhor que intercede por nós ao Pai. Ele nos protege dentro da realidade que estamos inseridos, mas não nos tira dela. Ele nos protege do mal e nos ajuda com seus ensinamentos a passar as tribulações do dia a dia. Nisso podemos confiar: mesmo passando por tribulações temos a certeza de que nenhum mal nos sucederá, conforme afirma o salmista nos Salmos 91:10.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Volta, minha alma, para o teu repouso, pois o Senhor te fez bem. Salmos 116:7





O salmista faz um apelo à sua alma, reconhecendo que ela deve se aproximar e buscar repouso no Senhor, porque Ele é o único que a completa. Assim como Davi podemos entender, quando permitimos que nossa alma se aproxime de Deus que a Sua misericórdia é grande e nos envolve de tal forma que encontramos repouso e refrigério. Os livramentos que Deus em sua infinita misericórdia nos concede todo o tempo das ciladas armadas pelo homem e também por satanás não podem ser esquecidos. O Senhor sempre nos ouve e atende às nossas orações por isso a nossa alma pode ficar bem tranquila.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Então disse: Eis que eu faço uma aliança; farei diante de todo o teu povo maravilhas que nunca foram feitas em toda a terra, nem em nação alguma; de maneira que todo este povo, em cujo meio tu estás, veja a obra do Senhor; porque coisa terrível é o que faço contigo. Êxodo 34:10






Sempre ouvimos dizer que Deus, nosso Deus, é um Deus de alianças, mas, diante de nossa pequenez ficamos nos perguntando: por que o Criador faria uma aliança com seres tão limitados e pecadores? E quando refletimos sobre isso à luz da Bíblia, conhecendo os diversos exemplos de tantos homens e mulheres frágeis, pecadores e limitados como nós constatamos que Deus não acha graça nos mais fortes, Ele quer fazer aliança justamente com os mais fracos, com aqueles que dependem do Seu Poder, que se não se exaltam, mas sabem reconhecer que só pode todas as coisas Naquele que nos fortalece. Deus quer estabelecer uma aliança com aqueles que, apesar de caírem mil vezes reconhecem mil e uma que erraram e que nada são diante do Senhor, assim como fez Davi. Por isso é graça, algo totalmente imerecido. Deus não espera a nossa perfeição ou santidade absoluta, mas espera que nos aperfeiçoemos e busquemos a santidade com convicção de que ela é o caminho certo para mantermos a aliança que Deus faz conosco gratuitamente. Quando temos o desejo de santificação glorificamos a Deus, e atendemos a sua exortação: Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.1 Pedro 1:16. Se assim agirmos podemos conhecer as maravilhas tremendas que Deus nos promete.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

“Esforço-me para que eles sejam fortalecidos em seu coração, estejam unidos em amor e alcancem toda a riqueza do pleno entendimento, a fim de conhecerem plenamente o mistério de Deus, a saber, Cristo.” Colossensses 2:2






O apóstolo Paulo espera que corpo de Cristo esteja fortalecido e unido em amor para que cumpra a missão que Jesus nos delegou aqui na Terra. E isso só será possível se estivermos pleno de entendimento e da unção do Espírito que nos capacita a agir segundo a vontade de Deus. Nenhum conhecimento humano ou acadêmico, nem toda filosofia ou ciência pode nos fazer conhecer os mistérios que só o Senhor pelo Espírito Santo pode nos revelar. Todos os fatos que Cristo realizou podem ser experimentados e provados por nós pela fé. A grande revelação para andarmos em vitória está em sabermos que “não mais eu mas Cristo vive em mim”. Se “Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim.” Assim, quando nós saímos de cena Cristo entra e nos permite experimentar o verdadeiro conhecimento capaz de nos transformar completamente.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Jesus disse: “Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”. (João 7:38)


A promessa de Jesus está fundamentada em uma palavra chave: fé. Para alcançarmos a promessa de transbordamento, o rio de água viva a fluir de dentro de nós, haveremos de ter Fé. A fé transforma em experiência o fato espiritual. É por essa experiência sobrenatural descrita pelo autor de Hebreus 11:6 como “a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos” que alcançaremos a transformação do que parece impossível em algo possível e exequível tornam-se realidade pessoal pela fé. Sem fé não há como compreender a experiência do batismo para a salvação, ou a redenção pela ressurreição. Não basta praticar o ritual da descida às aguas, pois ele em si não é significante, só aqueles que depositam fé neste fato é que podem se unir a Cristo. Sem fé a única experiência que se pode ter é a um de um banho. Mas aqueles que creem compreendem o verdadeiro sentido dessa decisão e deles fluirão um rio de agua viva, ou a sensação única de nascer de novo, deixando o velho homem, porque se alguém está em Cristo, é nova criatura, as coisas antigas já passaram.

domingo, 16 de novembro de 2014

Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. Gálatas 2:20




Quando entendemos a profundidade desse versículo, conseguimos compreender a essência da vida abundante que o Senhor nos prometeu em toda a Bíblia: “não sou mais eu quem vive, mas Cristo vive em mim”. Quando vivemos pela f[e, deixando que Cristo viva em nós alcançamos a promessa. Parece complicado quando insistimos em viver por nosso próprio entendimento, mas é simples quando entregamos a Ele a direção de tudo o que fazemos. Se quem comanda a nossa vida, ainda é a nossa carne, se não nos deixamos crucificar com Cristo, certamente não podemos desfrutar dessa vida de graça prometida a nós ainda neste mundo, mas se nos deixamos crucificar com Cristo, admitimos que estamos mortos para o pecado e prontos a viver pela fé, segundo a Palavra de Deus. O homem natural que vivia em nós antes de nos entregarmos pela confissão de fé e pelo batismo da ressurreição é morto e dá lugar ao novo homem, pois necessário é nascer de novo para viver em Cristo, diz o Senhor. E a consequência de vivermos essa Palavra é receber uma vida abundante e poderosa que que só pode ser ativada pela fé. Quando permitimos que a chamada da cruz quebre nosso homem exterior, abrimos o caminho para que a vida de Cristo se manifeste em nós.

sábado, 15 de novembro de 2014

E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. 1 João 2:17




Nesta carta o apóstolo nos diz que as coisas deste mundo irão passar e somente aquele que cumpre a vontade de Deus irá permanecer, por isso, é necessário refletir sobre as escolhas que temos feito diante das propostas que nos são feitas todos os dias. Precisamos escolher entre as tentações deste mundo e a vontade de Deus. Não dá para ficar em cima do muro, escolher um meio termo, não há como servir a dois senhores, afirma a Bíblia. Ou escolhemos a Deus ou ficamos com o mundo e seu príncipe. Mas é claro que não precisamos viver em uma redoma, ou em uma clausura. Escolher a Deus significa seguir as suas orientações, viver conforme o Evangelho, enquanto estamos no mundo. Viver no mundo é diferente de deixar o mundo viver em nós. A Fazer a vontade de Deus é o caminho seguro para vencer o mundo e encontrar a vida eterna, ou seja, permanecer para sempre.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”. Apocalipse 3:20




A voz do Senhor só pode ser ouvida pelos que põem em prática a Sua Palavra e dela não se desvia. Aquele que está atento à voz do Senhor tem o entendimento para compreender as suas mensagens e assim tem o devido discernimento para enfrentar os desafios de cada dia. Se Jesus diz que está à porta, isso significa que Ele está do lado de fora, porque existe uma porta entre Ele e aqueles que ainda não o receberam. E essa porta significa todos os obstáculos que são colocados para impedir a aproximação. Essa porta pode ser o amor ao dinheiro, a mentira, a desonestidade, a prostituição, a avareza, a vaidade, o orgulho... E Jesus coloca uma condição: “Se alguém ouvir a minha voz”. Jesus não se dirige especificamente a uma pessoa, mas a todos os que forem sensíveis a sua voz. Isso significa que o convite está feito a todos, mas somente os que se dispõem a ouvir e tomam a atitude de abrir a porta, rompendo com os vícios, e com tudo o que impede a passagem do Senhor é que poderão cear com Ele, depois de ter retirado todos os obstáculos que impedem o agir de Deus.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.” Atos 4:12





Devemos ter essa convicção demonstrada pelos discípulos de Jesus, porque também nós somos feitos Seus discípulos se aceitarmos a missão que nos foi delegada. Sabemos que não há outro que possa salvar ou interceder pela nossa salvação. Em nenhum outro nome encontraremos a vida eterna. Mas, infelizmente muitos estão enganados, procurando em outras fontes a vida, onde jamais serão saciados. Pedro tinha convicção de quem deveria seguir. Deixou o velho homem e assumiu o seu papel de discípulo, enquanto muitos desistiram no caminho. Isso ainda acontece. Há aqueles que sabem quem é Jesus, reconhecem que Ele tem a palavra de vida, que não há outro, volta atrás quando ouve o que não quer. Mesmo que não nos agrade, como discípulo devemos nos submeter na certeza que Ele nos levará no lugar certo debaixo de Sua proteção e amor. Fora Dele não há salvação, pois conforme está registrado em João 14:6 Jesus é o caminho, a verdade e a vida e ninguém irá ao Pai a não ser por intermédio Dele.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

“Mais profundamente entra a repreensão no prudente do que cem açoites no tolo”. Provérbios 17:10







O sábio nos faz refletir sobre a importância de aceitarmos a repreensão, principalmente se ela vem de pessoas instruídas nos princípios do Senhor, para evitarmos as consequências advindas da correção que o mundo inevitavelmente dá àqueles que se tornam surdos para os ensinamentos de Deus. A Bíblia nos ensina a aceitar com paciência a correção do Senhor, porque dela advém as nossas bênçãos. Vários versículos na Bíblia nos mostram a importância da correção: em Eclesiastes 7:5 “Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir alguém a canção do tolo”; Jó 20:3, nos mostra que sua vida mudou porque ouviu a repreensão e a acatou como bem: “Eu ouvi a repreensão, que me envergonha, mas o espírito do meu entendimento responderá por mim”. Se passamos por momentos difíceis, nos quais pensamos que Deus se esqueceu de nós ou que está nos impingindo um castigo, devemos nos lembrar de outras circunstâncias em que nos víamos em situações semelhantes o Senhor nos corrigiu para que alcançássemos a graça. Nossos métodos não são os métodos de Deus e por isso tendemos a achar que é da nossa forma que Ele deve agir em nosso favor. Mas muitas vezes, para que saibamos aproveitar as bênçãos que virão, antes ele nos corrige, aplainando o terreno para receber a boa semente. De outro modo, ela corre o risco de cair em terra inóspita, em terreno. Entretanto, muitos são os que a ignoram e colhem os frutos de sua rebeldia.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

“Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios.” Efésios 5:15



O apóstolo Paulo nos ensina que ser sábio é saber onde pisamos, é não dar ouvidos aos ímpios, pois quando nos desviamos da fonte segura de orientação e deixamos de nos guiar por princípios de sabedoria e nos deixamos influenciar por vozes dissonantes da Palavra de Deus agimos como néscios ou nos colocamos em jugo desigual. Aquele que deixa de ouvir os profetas de Deus, têm a tendência fazer a vontade da carne e a se deixar corromper pelos ditames do mundo. E quem é dominado pela carne não pode agradar a Deus, afirma o apóstolo em carta aos Romanos 8:4-8, pois quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja, mas quem vive de acordo com o Espírito tem a mente voltada para o que o Espírito deseja. A mentalidade da carne é morte e constitui inimizade contra Deus, mas a mentalidade do Espírito é vida e, consequentemente, paz com Deus.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu. Hebreus 10:23




O autor da Carta aos Hebreus exorta o povo à perseverança e essa mesma atitude deve ser extensiva à Igreja hoje. Sabendo que Deus é o mesmo e que é fiel para cumprir as suas promessas, ainda que ela não nos seja entregue no nosso tempo, mas no tempo de Deus. podemos dividir esse versículo em dois pontos: o primeiro que diz respeito à nossa atitude em relação à promessa e o segundo que pode ser atribuído à atitude de Deus. de nossa parte há palavras chaves nesse versículo e que guardam a essência dessa exortação: reter é não deixar escapar, e reforçada pelo vocábulo “firmes” indica que não podemos vacilar e confessar a nossa esperança é reafirmar a nossa fé na firme certeza de que Deus é fiel para cumprir o que nos prometeu. Em outras palavras: aquele que espera e confia recebe, porque crê Naquele que pode cumprir.

domingo, 9 de novembro de 2014

“Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça”. Isaias 59:2



O pecado, paulatinamente, vai gerando em nós a paralisação dos nossos sonhos e projetos e com isso traz medo, ansiedade, angústia, opressão, depressão... E o pior de tudo é que ele causa o nosso afastamento e separação de Deus, como mostra o profeta Isaias 59:2: Nem sempre nos damos conta de que o pecado chega sorrateiramente e assim, sem perceber deixamos o mundanismo tomar conta de nossas vidas, e perdemos o controle de nossos atos. Conquistamos, às vezes e por tempo curto, a alegria do mundo, mas perdemos a alegria da salvação. Trocamos a paz com Deus para experimentarmos a euforia e a agitação das rodas nem sempre saudáveis, quando passamos a fazer a vontade do inimigo nos misturando com pessoas que não edificam nossas vidas e que apenas nos levam a um abismo profundo. E assim, perdemos a comunhão com Deus. Mas existe uma forma de vencer o pecado: devemos ter uma atitude de arrependimento. Voltar atrás e procurar não errar mais é uma das atitudes mais dignas daquele que reconhece o sacrifício de Cristo por nós. Confessar os nossos erros, e desejar viver uma vida pura e santa são outros passos importantes para nos reaproximarmos de nosso Salvador, lembrando que Jesus já venceu o pecado por nós, e, se estamos em Cristo não precisamos mais viver sob o jugo de escravidão do pecado, porque sabemos que Ele nos comprou por um alto preço!

sábado, 8 de novembro de 2014

Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. 1 Timóteo 6:7 O apóstolo Paulo lembra nesta carta o que muitos parecem ignorar: nada levaremos desta vida. Por isso vale reforçar de nada adianta ajuntarmos riquezas na Terra, como se isso nos bastasse. O que acontece é que muitos não conseguem entender que a riqueza é permitida por Deus e é um legado para seus filhos, mas não pode ser o alvo do cristão. Paulo afirma que ”os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores”. Por isso o apóstolo recomenda com ênfase: “Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão” (I Timóteo 6.8-11).




O apóstolo Paulo lembra nesta carta o que muitos parecem ignorar: nada levaremos desta vida. Por isso vale reforçar de nada adianta ajuntarmos riquezas na Terra, como se isso nos bastasse. O que acontece é que muitos não conseguem entender que a riqueza é permitida por Deus e é um legado para seus filhos, mas não pode ser o alvo do cristão. Paulo afirma que ”os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores”. Por isso o apóstolo recomenda com ênfase: “Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão” (I Timóteo 6.8-11). 





sexta-feira, 7 de novembro de 2014

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça”. 2 Timóteo 3:16



Não há melhor lugar para buscarmos orientações do que a Bíblia e por meio da Palavra, se abrirmos o coração e deixarmos que o Espírito Santo nos inspire podemos fazer escolhas certas e evitar caminhos obscuros. Mas quantas vezes o Senhor tenta falar conosco e não lhe damos ouvidos. Ele fala por intermédio de Sua palavra, mas fala também por meio de outras pessoas que Ele coloca em nossas vidas para nos abençoar. Todas as vezes que nos fazemos de surdos, quando a voz do Senhor fala a nós, a consequência é certa: andamos em círculo, vagamos pelo deserto como fez o povo de Israel por 40 anos. Mas quando nossos ouvidos são abertos, a palavra vem claramente e nos inspira, como ensina o profeta Isaias “O Senhor DEUS me abriu os ouvidos, e eu não fui rebelde; não me retirei para trás”. (Isaías 50:5). Antes de tomar qualquer decisão, devemos consultar a Palavra de Deus para saber o que Ele tem para nos dizer.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

"Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu pensamento, e a teu próximo como a ti mesmo". Lucas 10:27



O cumprimento dois maiores mandamentos expressos no texto em epígrafe define o sucesso na vida de quem escolhe obedecer, e de igual modo, a desobediência a esses mandamentos também determinam o insucesso na vida de uma pessoa. Há quem pense que isso é relativo, que pessoas que mal se preocupam com Deus, ou que pouco se importam com o próximo estão melhores financeiramente ou socialmente do que muitos que seguem esses princípios. Mas o fato é que a aparência não diz o que realmente ocorre. Ter sucesso nem sempre é ser rico, mas é também viver com excelência, mesmo não ostentando riquezas. A maior riqueza é a consciência de viver de acordo com a vontade de Deus e a certeza da salvação. De nada adianta acumular bens e viver sem tranquilidade ou com o peso de ter lesado o próximo, seja na balança fraudulenta, seja com mentiras ou com deslealdade. O cristão precisa encontrar o equilíbrio entre o estar no mundo, sem se corromper pelo pecado e mostrar a diferença necessária à propagação do evangelho, sem escandalizar o irmão e sem cair em tentação, “procurando diligentemente guardar a unidade do Espírito no vínculo da paz.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

“Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças. Este é o primeiro mandamento” . (Marcos 12:30).


A Bíblia ensina que devemos buscar a Deus, antes de qualquer coisa!, por isso o salmista lembra-nos o que Deus diz: “Eu amo os que me amam e os que cedo me buscam me acharão”. (Salmos 8:17). Aquele que cedo busca a Deus O encontrará. Isso significa que devemos dar a Deus as primícias do tempo. Esse é o sentido que o Senhor atribui: Ele quer que O busquemos logo, antes de qualquer coisa, antes que façamos outros compromissos e nos ocupemos com as coisas do mundo. Dedicar nossas primícias de tempo a Ele é sinal de inteligência. Não é preciso cometer erros e repeti-los para aprendermos com eles, podemos acertar nossas vidas pelo conhecimento da Palavra: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará”. Esse é um sábio conselho e mais sábio é quem enxerga nele a orientação para sua vida. Busque a presença do Senhor enquanto se pode achar, ensina a Bíblia.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Para que nenhuma carne se glorie perante ele. 1 Coríntios 1:29

Em I Corintios 1:27, Paulo afirma que Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes e age de forma muitas vezes incompreensível aos olhos humanos justamente para que ninguém se glorie de seus feitos, sabendo que devem ser atribuídos a Ele. A Bíblia mostra vários exemplos como a vara nas mãos de Moisés, a queixada de um jumento nas mãos de Sansão, as cinco pedrinhas nas mãos de Davi, um punhado de farinha e um pouco de azeite nas mãos de uma viúva pobre, uma nuvem do tamanho da mão de um homem; os cinco pães de cevada no meio de uma multidão, uma mula que fala, um peixe que muda o curso do caminho de Jonas, dentre tantos outros. A lição dada com esses exemplos é que não devemos ser sábios segundo a carne, pois nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres são chamados, mas aqueles que estão dispostos a ouvir a voz do Espírito e ser usados por Ele.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Filho meu, não te esqueças da minha lei, e o teu coração guarde os meus mandamentos. Provérbios 3:1-2


O sábio resume nesse versículo o segredo para sermos prósperos e felizes em todos os sentidos sem deixarmos de obedecer às leis seculares, mas sem nos associar ou compactuar com as leis do mundo. Se não nos esquecermos da Lei do Senhor e em nosso coração guardarmos os Seus mandamentos, com toda certeza também seremos incapazes e infringir as leis dos homens e de defraudar os nosso próximo. Aquele que guarda a Palavra de Deus não mente, não rouba, não sonega impostos, não deixa de pagar as dívidas nem explora o seu semelhante. O sábio, na sequência afirma que quem assim age “achará graça e bom entendimento aos olhos de Deus e do homem”. (Provérbios 3:4). E ainda ensina que Deus aumentará os dias e acrescentará anos de vida e paz àquele que confia no Senhor de todo o coração no Senhor e não se estriba no seu próprio entendimento. (Provérbios 3: 3-5). Quem segue as orientações de Deus e não é guiado pela sua própria compreensão do mundo, reconhece-o em todos os seus caminhos, e, com toda certeza Ele endireitará as suas veredas por mais tortuosas que estejam, afirma Salomão em Provérbios 3:6-7. Aquele que segue ouve essas palavras e não rejeita a correção do Senhor, nem se enoja da sua repreensão encontrará descanso até mesmo nas horas mais difíceis, porque aprende a obedecer e a seguir por caminhos corretos, mas aquele que se rebela, ou que se irrita com a correção do Pai ou de quem lhe quer bem, dificilmente deixará de receber a correção pelas dificuldades que a vida lhe imputará. Melhor é ser corrigido por Deus, como lembra o sábio em Provérbios 3:12 “Porque o Senhor repreende aquele a quem ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem”

domingo, 2 de novembro de 2014

“Porque nada trouxemos para este mundo, e nada podemos daqui levar; tendo, porém, alimento e vestuário, estejamos com isso contentes. Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão” (I Timóteo 6:7-11).



A riqueza não é proibida para o cristão, mas trata-se de um terreno minado, por isso o apóstolo Paulo disse essas palavras a Timóteo, reiterando o que o profeta Habacuque já havia ensinado em Habacuque 3: 17-18. Devemos nos alegrar no Senhor que haverá de suprir todas as nossas necessidades, e haveremos de louvá-lo por isso. Se Deus nos der mais ficaremos gratos também, mas o cristão deve estar disposto a servir a Deus e adorá-lo, mesmo no tempo da escassez, sabendo que nada trouxemos a esse mundo. Paulo nos ensina a fugir do amor ao dinheiro e a seguir o amor e a piedade porque quando o valor do dinheiro é colocado acima do valor humano, o fruto dessa distorção será inveja, inimizade, contenda, ódio e morte. Quantas vezes temos notícias de assassinatos e abortos em defesa de um patrimônio. O interesse financeiro e o apego ao dinheiro também tem sido as causas de guerras, de desvios financeiros, de favorecimentos a grupos em detrimento de outros. Por amor ao dinheiro muitos se perdem na corrupção. Mas a Bíblia ensina que o cristão não pode amar o dinheiro, pois como afirma Jesus em Mateus 6:24 “Não podeis servir a Deus e a Mamom”. Foi por apego às riquezas que o jovem rico deu as costas a Jesus e foi embora, desperdiçando a grande chance de sua vida. (Mateus 19: 22).

sábado, 1 de novembro de 2014

E, outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus. Mateus 19:24-25


Sabendo que Deus nos disse em vários momentos que podemos desfrutar de toda a riqueza da Terra e que Ele a criou para que seus filhos vivam com abundância, podemos entender que Jesus não está contra o enriquecimento, mas contra o mau uso da riqueza, por isso o Novo Testamento enfatiza as riquezas espirituais, tesouros no céu e não na terra (Mateus 19: 21; Mateus 6: 19-21). De fato, Jesus nos ensinou que dificilmente entrará um rico no reino dos céus, pois a avareza é idolatria (Mateus 19:23; Colossenses 3:5). Precisamos entender que o dinheiro é importante e necessário, mas, quando perdemos o controle sobre ele, seja na escassez ou na abundância, podemos ter grandes problemas. É o que acontece com o fogo ou com a água em nossas casas. Precisamos desses elementos para sobreviver, mas sua utilidade só existe enquanto estiverem controlados. Se perdemos o controle sobre o mesmo fogo que aquece a nossa comida, ou sobre a água que mata a nossa sede e mantém limpas as nossas casas teremos problemas terríveis. Um incêndio ou uma inundação são naturalmente destruidores, assim como o dinheiro usado com avareza ou como arma de controle. O mundo é movido a dinheiro, mas o servo de Deus não pode ser. O dinheiro precisa ser controlado pelo servo de Deus e não o contrário. Precisamos ser movidos pela fé e pelo amor. Esses são os elementos que devem nos controlar e conduzir, assim o dinheiro torna-se apenas um instrumento. Na parábola do semeador, Jesus disse que uma parte da semente caiu entre os espinhos, que cresceram e sufocaram-na (Mateus 13: 22). Este é o caso daqueles que foram seduzidos pelas riquezas. O resultado é a perdição para suas almas, pois a semente da palavra de Deus não frutifica em suas vidas.