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domingo, 2 de novembro de 2014

“Porque nada trouxemos para este mundo, e nada podemos daqui levar; tendo, porém, alimento e vestuário, estejamos com isso contentes. Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão” (I Timóteo 6:7-11).



A riqueza não é proibida para o cristão, mas trata-se de um terreno minado, por isso o apóstolo Paulo disse essas palavras a Timóteo, reiterando o que o profeta Habacuque já havia ensinado em Habacuque 3: 17-18. Devemos nos alegrar no Senhor que haverá de suprir todas as nossas necessidades, e haveremos de louvá-lo por isso. Se Deus nos der mais ficaremos gratos também, mas o cristão deve estar disposto a servir a Deus e adorá-lo, mesmo no tempo da escassez, sabendo que nada trouxemos a esse mundo. Paulo nos ensina a fugir do amor ao dinheiro e a seguir o amor e a piedade porque quando o valor do dinheiro é colocado acima do valor humano, o fruto dessa distorção será inveja, inimizade, contenda, ódio e morte. Quantas vezes temos notícias de assassinatos e abortos em defesa de um patrimônio. O interesse financeiro e o apego ao dinheiro também tem sido as causas de guerras, de desvios financeiros, de favorecimentos a grupos em detrimento de outros. Por amor ao dinheiro muitos se perdem na corrupção. Mas a Bíblia ensina que o cristão não pode amar o dinheiro, pois como afirma Jesus em Mateus 6:24 “Não podeis servir a Deus e a Mamom”. Foi por apego às riquezas que o jovem rico deu as costas a Jesus e foi embora, desperdiçando a grande chance de sua vida. (Mateus 19: 22).

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