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sábado, 31 de março de 2012

O SENHOR te abençoe e te guarde; (Números 6:24)

A mensagem de Deus proferida por Moisés ao povo de Israel e registrada no livro de Números é também endereçada a nós hoje. É uma poderosa palavra de bênção. Nela contém a força da promessa de um Deus vivo e fiel. E aquele que está sob a Sua proteção não precisa temer o mal. Se Deus nos guarda e nos abençoa, quem poderá se interpor a nós? Aqueles que creem na palavra de Deus e vivem segundo os Seus estatutos não precisam temer as adversidades momentâneas. Quando elas surgem, Deus está à frente e nos livra, da mesma forma como fez com Davi, com Daniel, com Sadraque, Mezaque e Abnego e tantos outros homens, cujas histórias estão registradas na Bíblia e em livros seculares. Mas, assim como é certo que Deus nos livra, também é certo que precisamos aprender a olhar para os livramentos de Deus e agradecê-lo pelo seu cuidado. Muitas vezes, só vemos a bênção de Deus e o Seu cuidado depois que passou. No momento da luta nossos olhos ficam embaçados e não conseguimos ver além do problema. Mas a Bíblia deixa bem claro que Deus dá ordens aos seus anjos para nos guardarem em todos os nossos caminhos. Isso sginifica que Deus não vacila e não descuida. E mesmo quando pensamos que algo está errado, Ele está à frente e desvia o mal, ou usa o mal que nos ronda para convertê-lo em bem. Não sabemos, mas Deus sabe, afinal, conforme nos diz o sábio em Provérbios 14:12 " há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte." Por isso, quando algo der errado, pergunte a Deus o porquê, pois pode ser que Ele esteja promovendo um grande livramento. Se você segue a palavra, se espera Nele, se age conforme Ele, por meio de Seus profetas, tem orientado, então, não há porque temer. Mas, se você tem feito as coisas segundo o seu entendimento, se tem se desviado da palavra, se a tem distorcido conforme seu interesse, pode ser que as bênçãos não cheguem porque satanás esteja barrando a sua bênção. Nesse caso, ainda é tempo de se redimir e mudar de direção! Lembre-se de voltar ao lugar de partida e começar de novo, sabendo que, se estiver no lugar certo, fazendo as coisas certas, o Senhor dos Exércitos vai à sua frente. Os livramentos de Deus acontecem não só em grandes situações, mas também em situações simples e corriqueiras que passam despercebidas.

A nossa confiança deve estar totalmente dependente de Deus, pois se Ele é nossa força, nosso escudo, nossa salvação, e a quem temeremos?

Graça e Paz!







sexta-feira, 30 de março de 2012



“Buscai o bem, e não o mal ...” (Amós 5.14.)

Todos os dias Deus coloca diante de nós dá a oportunidade de escolher entre o bem e o mal. O tempo todo somos instados a fazer essa opção e não há meio termo. Mesmo aqueles que preferem não escolher estão fazendo uma opção. Quem se cala diante do mal, quem se omite diante da possibilidade de praticar o bem também está fazendo uma escolha e será cobrado por isso. O desejo de Deus é que optemos por fazer o bem, sem olhar a quem. E essa obediência à Sua vontade, certamente, traz com ela as bênçãos de Deus. Por outro lado, a prática do mal, ainda que pareça impune aos olhos humanos, atrai maldições, porque fere a vontade soberana de Deus. Deus é amor e porque nos amou primeiro deu-nos o exemplo a ser seguido. Deus quer que não nos cansemos de fazer o bem, pois aquele que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado diante dele, conforme nos ensina Tiago 4:17. Pecado é sempre errar o alvo; é deixar de fazer aquilo que seria suposto fazer, ou fazer o que não é permitido. Nesse sentido, temos duas formas de pecado: o pecado de comissão e o pecado de omissão. O pecado de comissão diz respeito às más ações que são praticadas, enquanto o de omissão são as boas ações que deveriam ser praticadas, mas são omitidas. Quando alguém sabe fazer o bem e o não faz comete pecado. Errou o alvo para o qual foi criado e salvo. Assim, quando omitimos uma boa ação, deixamos de fazer o que nos foi comissionado. Em Lucas 7:44- 47, vemos um exemplo do pecado de omissão, apresentado por Jesus ao relatar o episódio em que Simão, em cuja casa Jesus estava, não cumpriu com os seus deveres de bom anfitrião. Além disso, ainda censurou a mulher pela boa ação praticada sobre Jesus. Simão foi criticado por essa atitude e admoestado pelo Senhor: “Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta com suas lágrimas os regou e com seus cabelos os enxugou. Não me deste ósculo; ela, porém, desde que entrei, não tem cessado de beijar-me os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo; mas esta com bálsamo ungiume os pés. Por isso te digo: Perdoados lhe são os seus muitos pecados; porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama.”

Em contraposição a este exemplo, temos o caso de Zaqueu, em cuja casa Jesus também estava. Ao falar com o Senhor, ele descobriu o que deveria fazer e que prática abandonar. Ele disse a Jesus: “Eis aqui, Senhor, dou aos pobres metade dos meus bens; e se em alguma coisa tenho defraudado alguém, eu lho restituo quadruplicado. Disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa, porquanto também este é filho de Abraão.” (Lucas 19:8-9). Vemos que Zaqueu arrependeu-se de haver prejudicado muitos de seus irmãos, mas, reconheceu seu erro e estava disposto a restituir o que lhes roubara nos impostos. A mudança de vida foi percebida em Zaqueu, que agiou conforme Paulo ensinou em carta aos Efésios 4:28: “Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tem necessidade.” Enquanto, roubar é pecado de comissão, não trabalhar é pecado de omissão. É algo que era suposto alguém fazer, mas não fez. “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a neces­sá­ria edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem.” A Bíblia nos ensina: “Antes sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.”

Graça e Paz!









quinta-feira, 29 de março de 2012


"A alma que pecar, essa morrerá" (Ezequiel 18: 4).

Desde o início da humanidade, satanás tem procurado induzir o homem à autodestruição por meio do pecado. E para isso ele conta com as próprias brechas que o homem lhe dá para fazer com que ele caia. As estratégias que ele usa não mudam desde Gênesis, quando investiu contra o primeiro casal. Ele começa disseminando ideias contrárias à palavra de Deus. Negando a palavra de Deus, ele procura abrir caminho para o pecado. Assim como fez com Adão e Eva, ele tenta fazer com que pessoas se afastem dos ensinamentos de Deus. Quando a palavra de Deus é desprezada, o pecado toma conta e a maldição entra como praga na vida das pessoas. O inimigo continua passando a falsa ideia de que o pecador não será punido. E essa presunção de impunidade faz com que as pessoas banalizem o pecado, porque não veem a consequência imediata. Vemos isso o tempo todo, quando o mundo nos vende a ideia de que hoje as coisas mudaram e hoje o que era pecado já não é mais.

Troca-se o nome do pecado para que deixe de ser ofensivo. Ninguém pode usar o pretexto de que a carne é fraca ou de que as pessoas são livres para usar o corpo como bem entender como desculpa para as transgressões, principalmente no âmbito sexual. O diabo tem usado pessoas influentes, formadores de opiniões para conduzir milhares de outras pessoas ao erro. A bandeira do homossexualismo, da promiscuidade, do vale tudo para se dar bem tem sido levantada por pessoas aparentemente de bem e que são modelos para a sociedade. E esses modelos se multiplicam em cada lugar, em cada lar. Com isso a iniquidade tem se multiplicado, tornando-se parte da cultura e sendo disseminada como algo normal. Os valores morais e espirituais estão sendo deturpado e tidos como normal, porque se banalizaram. É preciso entender que o pecado, mesmo se tornando atitude comum, continua não sendo normal porque foge das normas divinas. O inimigo tem plantado tanto a inversão de valores que os honestos são chamados de bobos. Com isso, o pecado ganha terreno e a justiça desaparece. Quando as pessoas se acostumam com o mal, criam um novo padrão de comportamento, cauterizam a sua consciência. O costume com o pecado elimina o sentimento de culpa e dificulta o arrependimento. Aos poucos, o diabo vai ganhando espaço, fazendo suas investidas e o pecado vai se tornando normal. Mas precisamos saber que o pecado de Gênesis ainda é o mesmo hoje e assim será até o apocalipse. Somos livres para aceitar e para pecar, porém precismaos saber que teremos que arcar com as consequências. Como cristãos não podemos compactuar com o inimigo. Devemos caminhar em sentido contrário, precisamos lembrar que estamos no mundo, mas não pertencemos a ele.

Graça e Paz!









quarta-feira, 28 de março de 2012


“Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar”. (I Coríntios 10:13)

A palavra trazida pelo apóstolo Paulo nos dá uma certeza muito grande e fortalece a nossa decisão de continuar rompendo em fé, pois, se acreditamos na fidelidade de Deus, não podemos crer Nele apenas nos momentos de alegria. Precisamos tomar posse das promessas contidas nesta palavra, sabendo que não somos provados além do que humanamente podemos suportar e que não seremos provados além de nossas forças. Deus é fiel e providencia a condição para que tenhamos êxito para suportarmos toda provação. Aqueles que acreditam na intervenção de Deus e na Sua providência obtém o livramento nos momentos de luta. Nem sempre conseguimos entender porque as coisas tomam um rumo inesperado, quando parece que Deus está guiando tudo. A nossa vida precisa estar entregue nas mãos do Senhor. Precisamos aprender com o Salmista, quando nos ensina que é no Senhor que encontramos a força, a proteção e a certeza da superação de tudo aquilo que vivemos, seja qual for a circunstância. “Levanto os olhos para os montes: de onde me virá o auxílio? Meu auxílio vem do Senhor, que fez o céu e a terra. Não deixará teu pé vacilar, aquele que te guarda não dorme. Não dorme, nem cochila o vigia de Israel. O Senhor é o teu guarda, o Senhor é como sombra que te cobre, e está à tua direita. De dia o sol não te fará mal nem a lua nem a noite. O senhor te preservará de todo mal, preservará tua vida. O Senhor vai te proteger quando sais e quando entras, desde agora e para sempre” (Salmo 120).

Graça e Paz!

Bibliografia: http://www.icmv.org.br/BibliaOnline.aspx















terça-feira, 27 de março de 2012


Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para sua herança. (Salmos 33:12)

Os registros históricos e seculares comprovam que todas as nações  que se desviaram dos caminhos de Deus deixaram de ser conquistadoras para serem conquistadas. Toda a história confirma que o povo é feliz e verdadeiramente abençoado quando teme e serve o Deus verdadeiro. Quando Seus princípios são obedecidos verificam-se verdadeiras transformações e milagres na vida do povo que tem Deus como Senhor. Nações que servem ao Deus vivo são prósperas e não se deixam conquistar por outros povos. Contudo, quando se desviam do caminho, quando se deixam contaminar por deuses estranhos, o resultado é a queda. Mas precisamos entender que uma nação é feita de pessoas que se organizam em torno de um governo. E essas pessoas são livres para fazerem escolhas. Elas escolhem a quem servir, escolhem que tipo de governo querem. Israel escolheu ter um rei, enquanto poderia ser uma nação governada unicamente por Deus. Por isso recebeu as consequências de sua escolha. Todas as vezes em que voltou as costas para Deus e adotou outros deuses, tornou-se um povo vulnerável, escravizado por outras nações. Quem escolhe ser governado pelo único e verdadeiro Deus escolhe o caminho da vitória. A Bíblia conta que Deus sempre esteve com Seu povo. Sempre esteve com Israel, quando essa nação O colocava à frente das batalhas. Ainda hoje, Deus é com Seu povo. O Senhor continua à frente da nação que O teme. Nós somos a Israel de Deus, o povo que escolhe servir a Deus, por isso o salmista, vitorioso sempre que colocou Deus à frente de seu reinado, declara com conhecimento de causa: feliz é a nação cujo Deus é o Senhor! Essa é uma afirmação que nos ensina ao mesmo tempo que nos faz refletir sobre o quão desastroso é adorar a deuses estranhos. Lembremos sempre de que nós somos a nação e nós continuamos com o direito de escolher a quem servir.

Graça e Paz!









segunda-feira, 26 de março de 2012


“o pecado, sendo consumado, gera a morte” Tiago 1:15
Sabemos que desde o início da humanidade o pecado tem seus frutos e que suas consequências são inevitáveis. Qualquer  ação que nos leve a sair do alvo, não importa quão grave seja, é pecado e gera consequências. A sociedade atual está mergulhada no pecado e para muitos isso se tornou algo comum e natural. Mas Deus não mudou sua forma de enxergar o pecado. Ele não é condescendente com o erro. Ele  nos chama à santificação e nos manda fugir do pecado. Independente  da sociedade em que vivamos, o chamado de Deus para uma vida de santificação não muda, pois Ele não abre mão de que vivamos em comunhão com Ele. E o pecado é uma barreira para isso. Além de nos separar de Deus, o pecado atrai maldição. Vemos isso desde a concepção do pecado de Adão e Eva. Eles perderam a comunhão com o Senhor e se afastaram, porque perceberam que algo havia se rompido. Depois arcaram com as conseqüências de seu erro, chamando a si a maldição que a humanidade carrega até hoje, quando se recusa a se reconciliar com Deus por intermédio de Jesus. O livro de Gênesis registra: “... Maldita serás tu dentre todos os animais... Porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua descendência e a sua descendência... Multiplicarei grandemente a dor da tua conceição... maldita é a terra por tua causa...”. Em toda a Bíblia vemos que as maldiçoes alcançaram aqueles que pecaram.  Assim como Tiago, também o apóstolo Paulo nos diz em  Romanos 6:23 que: “O salário do pecado é a morte. E essa morte não é apenas a morte física, mas a morte espiritual. Aquela para qual não há  ressurreição.
Dizer não ao pecado e arrepender-se verdadeiramente, deixando de lado a vida errada é a fórmula que garante a reconciliação com Deus e uma vida plena àquele que deseja ser feliz. Pecado em qualquer tempo e lugar gera a morte, mas o arrependimento sincero e o desejo de mudar geram o perdão. E Deus, pela Sua infinita misericórdia, tem nos oportunizado essa reconciliação. Contudo, essa é uma escolha pessoal e intransferível.  

Graça e Paz!

domingo, 25 de março de 2012


E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento. ( Coríntios 2:14 )

O apóstolo Paulo é sábio em afirmar que em Deus temos a vitória, por meio do sacrifício de Jesus. Essa verdade também deve ser a nossa bandeira e deveria estar estampada em toda a casa, em todos os momentos e lugares em que estiverem os filhos de Deus. Saber quem é Deus e do que Ele é capaz é o princípio da sabedoria que não se limita aos conhecimentos humanos, científicos ou acadêmicos. Quando a sabedoria de Deus se manifesta naqueles que O temem e que seguem os Seus mandamentos, edificando a cada dia a sua vida, certamente, triunfaremos. O apóstolo Paulo fala ainda em 2 Coríntios 2:15 “Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem”. Isso que dizer que quem está verdadeiramente em Cristo faz frutificar a palavra da verdade e é capaz de abençoar aos que estão à sua volta: os que se salvam e os que estão se perdendo. Principalmente a esses, devemos permitir que a fragância do conhecimento alcance. Quem, como Paulo, leva a semente da verdade e permite que o perfume de Cristo inebrie os lugares contaminados pela podridão do mundo já é vitorioso, ainda que pereça os infortúnios passageiros. Certamente, o rei Davi conheceu e manifestou a fragância deste conhecimento, porque mesmo diante de lutas, fraquezas e perseguições sempre foi vencedor. Por isso, não deixava de testemunhar e anunciar o seu reconhecimento. “ Cantarei ao SENHOR, porquanto me tem feito muito bem”, diz o salmista em Salmos 13:6. Quantos feitos também nós temos a reconhecer que são pela graça de Deus!

Graça e Paz!









sábado, 24 de março de 2012


Deus é amor e nós amamos porque ele nos amou primeiro" (1 João 4:19)

Amor, à maneira de Deus, significa ir além das conveniências a fim de realizar aquilo que se julga ser melhor para o próximo. A idéia é que devemos procurar o bem dos outros do mesmo modo como procuramos o bem (ou aquilo que podemos até erradamente pensar que seja o melhor) para nós mesmos – exatamente com a mesma naturalidade com que tendemos a cuidar de nosso bem-estar. Só desenvolvemos um genuíno amor pelo outro, quando aprendemos a nos amar de forma verdadeira, sem egoísmo, mas desviando o foco de atenção de nós mesmos, para nos colocar no lugar do outro, assim como Jesus fez por nós ao morrer na cruz. Jesus ensina esse amor altruísta quando diz: "Se amais os que vos amam, qual é a vossa recompensa? Porque até os pecadores amam aos que os amam... Amai, porém, os vossos inimigos..."Amar é uma capacidade a ser desenvolvida, assim como fazemos com a inteligência. O amor como se explica pelo mundo é demonstrado como algo que se tira ou se dá quando apraz àquele que julga estar amando. Não estamos aptos a amar a Deus sem primeiro conhecermos o Seu amor por intermédio da graça; e não podemos verdadeiramente amar o próximo como a nós mesmos, sem primeiramente amarmos a Deus. O que a Bíblia ensina ao cristão é a dedicar sua vida por amor a Deus e ao próximo, desenvolvendo um amor a si mesmo, sem narcisismo, ou egoísmo.

Mas, para muitos não é fácil cumprir esse mandamento, porque quem não ama a si mesmo não pode amar o outro. Quem não respeita o seu corpo, como templo do Espírito Santo, quando se entrega aos vícios e à promiscuidade, não ama a si. Mas o amor, como Jesus ensina, não é assim. É algo trabalhado, como um vaso na mão de um oleiro, ou de uma jóia na mão do artífice. mesmo sendo pecadores e não merecedores desse amor. É esse amor que aceita e respeita as imperfeições que precisamos desenvolver em nós como uma capacidade a ser trabalhada. O mandamento é que amemos aos outros como já amamos a nós mesmos. Como pode obedecer ao segundo mandamento, se nem ao primeiro é capaz? Quem não se respeita não pode respeitar o outro. Quem não teme a Deus, não teme a lei, nem mesmo se inquieta de estar nas mãos do inimigo.

Graça e Paz!









sexta-feira, 23 de março de 2012




Os que esperam no Senhor, adquirirão sempre novas forças, tomarão asas como de águia, correrão e não fatigarão, andarão e não desfalecerão.” Isaías 40:31

Não é à toa que o profeta Isaías compara os que confiam no Senhor às águias. As águias são destemidas e têm uma forma toda especial de enfrentar as tempestades. Quando se aproxima uma tempestade elas abrem suas asas e enfrentam a tormenta, sendo capazes de voar a uma velocidade de até noventa quilômetros por hora. Em vez de olhar para as nuvens escuras e se assombrarem com as descargas elétricas, elas sobem em busca da luz do sol. E nesta luta, na tentativa de fugir da tempestade, elas se arriscam a perder as penas, a se ferir, mas não temem e seguem em frente. Enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e confiantes, lá em cima. O profeta estabelece essa comparação porque, assim como as águias também nós passamos por momentos de lutas e quando colocamos nossos olhos no alto, em busca da Luz, mesmo passando por nuvens negras, encontramos o refúgio necessário.


A palavra do Senhor hoje é para aqueles que estão vivenciando uma crise, para que não se deixem abater e não abandone a confiança em Deus. O Senhor nos garante que nos sustentará, se olharmos na direção Dele. Se não olharmos para baixo. Não deixe que o desânimo se aposse das suas energias. Sobrevoe a tempestade, por meio da oração e não se esqueça que Deus é nos sempre.


Graça e Paz!






Bibliografia: http://www.icmv.org.br/BibliaOnline.aspx





















quinta-feira, 22 de março de 2012



O SENHOR é bom, ele serve de fortaleza no dia da angústia, e conhece os que confiam nele. (Naum 1:7)

Deus é infinito em bondade e misericórdia, por isso entregou Seu Filho, único filho, para que a humanidade tivesse novaa oportunidade de conhecer a Glória de Deus e de se reconciliar com Ele. Ser Bom é um atributo de Deus e por conta dessa caracterísitca intrínseca ao Seu ser, Ele tem usado de misericórdia com aqueles que Nele confiam. Ele é bom e sua misericórdia dura para sempre. Se, pelo pecado, estávamos mortos, separados de Deus, se estávamos condenados, pela imensa misericórdia de Deus fomos resgatados das trevas para conehcer a maravilhosa luz. Porque Deus é bom somos abençoados, protegidos, salvos, redimidos e temos a oportunidade de sermos novas criaturas. Contudo, nem todos escolhem usufruir da bondade de Deus e preferem sacrificar essa liberdade escolhendo viver escravo do pecado. É pela bondade de Deus que temos certeza de que no dia da angústia Ele nos protegerá, sustentará e nos dará vitória, ainda que não sejamos merecedores. Deus é onipresente, onisciente e nos conhece muito bem. O profeta Naun no final do versículo em epígrafe reflete muito bem esse atributo de Deus que se revela aos que Nele esperam e traz ao cristão uma segurança enorme. Sabemos que o cristão não está livre de passar por lutas, mas conhecendo verdadeiramente a Deus, ele sabe que nenhuma angustia será grande o bastante que não possa suportar. Deus conhece a cada um de nós. Ele sabe quais são nossas estruturas físicas, emocionais e espirituais. E sabe até quando podemos suportar, por isso o apóstolo Paulo afirma em I Coríntios 10:13 que “Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar”. É também por isso que o salmista afirmou: “Entrega o teu caminho ao Senhor. Confia nEle e tudo Ele fará” (Salmo 37:5).

Graça e Paz!









quarta-feira, 21 de março de 2012


Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o levarei à terra em que entrou, e a sua descendência a possuirá em herança. (Números 14:24)

Tão certo quanto Deus é fiel para cumprir Suas promessas, é certo que não podemos alcançar as bênçãos sem obedecer a Sua vontade. Isso porque Deus nos conhece e sabe que bênçãos prematuras, sem o devido alicerce é como uma casa construída na areia. Ao menor vento ela se desfaz. Muitas vezes Deus usa as adversidades e os contratempos que retardam o cumprimentos das promessas para nos firmar e nos fortalecer. Assim, quando vier as tempestades nossa casa estará edificada na rocha. Obedecer a Deus significa permanecer firme diante da adversidade e diante do tempo.

A história de Calebe nos ensina isso. Entre tantos que esperavam, mas não perseveraram, Calebe contemplou a bênção, mas para isso permaneceu no deserto por quarenta anos. Quantos de nós vivemos no deserto, como os israelistas, dando voltas e retomando ao mesmo lugar enquanto a terra está a metros de nosso alcance?

Calebe poderia ter dito “Senhor, eu cri, obedeci, fui fiel, porque não entrei na terra. O senhor deu a sua palavra! Nós também precisamos dizer isso ao Senhor, reivindicar Suas promessas, mas esperar e ouvir atentamente o porquê da demora. Deus fortaleceu o físico de Calebe, tornou-o longevo, para que a bênção pudesse alcançá-lo. Quando nos precipitamos para tomar posse daquilo que pensamos vir de Deus corremos o risco de que nosso coração nos engane ou de que não estejamos preparados para o que pedimos e assim colocamos a perder o que seria uma bênção.

Precisamos ter convicção do que queremos para não pedir mal e não nos arrependermos quando Deus nos entregar. Sim, Deus nós dá conforme pedimos, por isso, além de paciência e perseverança é preciso certeza, porque as bênçãos de Deus não são consumíveis ou temporárias. Mesmo que sejam bens materiais eles não vêm para nos deixar inquietos, mas para contribuir para a nossa edificação e paz. Perseverante é aquele que espera pacientemente pelo cumprimento da promessa do senhor, mesmo que ela demore mais do que o previsto. Mesmo que ela não aconteça no nosso tempo. E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. (1 João 5:14)



Graça e Paz!








terça-feira, 20 de março de 2012


“E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras?” (Lucas 24:32)

Não é fácil aceitar ou conviver com nossas perdas. Entretanto, ninguém está livre de perder algo ou alguém que nos é caro. Paradoxalmente, nossa vida é feitas de perdas. Perdemos para ganhar. Muitas vezes, para ganhamos algo, antes precisamos abrir mão de outra coisa. E quantas vezes, amargurados por nossas perdas, não nos damos conta de nossas vitórias e delas não tomamos posse, para ficarmos lastimando o que não temos, ou que deixamos de ter, por um período de tempo.

Lucas narra o sentimento dos discípulos, após a morte de Jesus, quando eles saíram pelo caminho de Emaús e não perceberam que Jesus caminhava com eles. Assim como esses discípulos, quantas vezes nós também perambulamos pelo caminho e nada nos conforta, porque estamos sofrendo pela dor de nossas perdas. Mas nem sempre o que perdemos pode ser contabilizado como prejuízo, muitas vezes era o peso que precisava ser tirado de nossa bagagem para que ganhássemos uma bênção maior. Os discípulos de Jesus lamentavam a Sua perda e não se deram conta de que a aparente perda era a grande bênção. Jesus estava ali e eles não foram capazes d e perceber de imediato porque estavam imersos em sua dor. É nesse momento que precisamos voltar nossos olhares para Deus e buscar os Seus planos para nós. Quando Ele parece distante é justamente quando está mais próximo. Pense nisso antes de murmurar e de reclamar que o Senhor lhe abandonou. É preciso sentir a presença reconfortante do Senhor e nos apegarmos em Suas palavras. Você é por demais precioso para Deus e Ele não lhe desamparará.

Graça e Paz!









segunda-feira, 19 de março de 2012

“Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. 1 João 1:7

Andar na Luz, sendo luz para o mundo não é uma tarefa fácil porque sabemos que o mundo jaz no maligno e ele conspira contra as iniciativas cristãs. Na nossa força jamais conseguiremos vencer o mundo, mas se usarmos os escudos que Deus nos dá, certamente, seremos vencedores. A palavra de Deus é um escudo que Deus que devemos usar para nos armar contra o inimigo. Aquele que estuda e medita na Sua Palavra fortalece sua vida e se mantém firme, quando o inimigo investe. Quem conhece verdadeiramente ao Senhor guarda aquilo que Ele ensina, obedece, segue os passos de Jesus, tem a Bíblia como Manual de Vida. Andar na luz pressupõe viver em comunhão com aqueles que partilham a mesma fé, pois luz atrai luz. Mas não há sentido em andar na luz, sem refletir essa luz para as trevas. Aqueles que estão à margem da palavra, que não conhecem Jesus de fato precisam de daqueles que foram separados para serem a luz do mundo e o sal da terra. Contudo, é preciso um equilíbrio. O cristão não pode se misturar no mundo, não pode deixar-se contaminar por ele. Por isso, fale de Jesus para os seus amigos não cristãos, mas evite permanecer muito tempo com eles. Caso contrário, em vez de levá-los à Casa de Deus, como é o desejo do Senhor, provavelmente eles o impedirão de lá estar e de cultuar ao Senhor.

Graça e Paz!









domingo, 18 de março de 2012


Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz (Efésios 5:8)

Paulo nos exorta a andar como convém a um filho de Deus e isso significa abandonar as práticas que não condizem com um cristão. Lembremos que, ao contrário do que afirma o senso comum, nem todos são filhos de Deus. Filhos de Deus são aqueles que são salvos por sua fé em Cristo, conforme vemos em João 1:12, Romanos 8:14, 1 João 3:1. Filhos de Deus são aqueles nascidos de novo em Cristo. E nascer em Cristo implica mudança de vida, mudança de atitudes e de comportamento. Quem antes agia conforme as orientações do mundo, em Cristo, nova criatura é, portanto, faz segundo a Sua vontade. E Cristo nos quer seguindo o Seu exemplo. A palavra cristão significa literalmente: “pertencente ao partido de Cristo” ou um “aderente ou seguidor de Cristo”, em outras palavras, “pequeno Cristo”. Isso já diz tudo! De acordo com Atos 11:26, os seguidores de Jesus Cristo foram chamados “Cristãos” pela primeira vez em Antioquia, porque seu comportamento, atividade e fala eram como Cristo. Inicialmente, essa expressão foi usada como um apelido desrespeitoso para debochar dos Cristãos. Mas infelizmente, com o tempo essa palavra perdeu grande parte de seu significado, e hoje é geralmente utilizada para descrever alguém que tem uma religião ou apresenta valores morais, ao invés de ser um verdadeiro seguidor renascido de Jesus Cristo, em busca de Sua estatura, conforme ensina a Bíblia. Muitas pessoas frequentam uma igreja, professam uma fé, mas isso não faz delas um cristão, pois nem sempre são seguidoras de Cristo. Não podem ser consideradas cristãs tão somente porque vão à igreja ou vivem em uma nação dita “cristã”. Assim como ir à escola não faz da pessoa um professor, ou ir ao hospital não faz dela um médico, ser membro de igreja, ou trabalhar para a igreja não podem fazer de uma pessoa um cristão. Para ser professor ou médico é preciso muito mais do que frequentar o local de estudo ou de trabalho. É preciso dedicação, empenho, conhecimento e assumir as atitudes e habilidades que determinarão as competências específicas de inerentes àquela profissão. Professar o cristianismo implica as mesmas atitudes. Ninguém pode ser considerado cristão apenas pelo fato de estar entre cristãos, ou nascer em meio deles. Assim como ninguém é médico porque nasceu em um hospital.

Um verdadeiro Cristão é aquele que se arrependeu do seu pecado e colocou sua fé e confiança somente em Jesus Cristo. E isso não é em seguir uma religião ou um conjunto de códigos morais, mas viver segundo os princípios de Jesus. É andar na Luz, sendo luz para o mundo.





Graça e Paz!









sábado, 17 de março de 2012

Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu te não lavar, não tens parte comigo. (João 13:8)

Jesus praticou o ato da lavagem dos pés dos seus discípulos para nos apresentar uma verdade muito mais profunda do que um simples exemplo de humildade. Jesus expressava neste ato a necessidade de purificação da contaminação inevitável que resulta do trânsito pelo mundo. A lavagem com água refere-se à lavagem pela Palavra e Cristo demonstra aos seus discípulos que isso seria necessário para que seguissem a sua missão, porque era chegado o tempo de voltar para o Pai. Jesus dá um sentido profundamente espiritual que Pedro e os demais discípulos só entenderiam e nos ainda precisamos compreender a verdadeira dimensão dessa atitude! Essa passagem nos faz refletir sobre a nossa forma de lidar com a nossa missão de levar a palavra de Deus, a qual fomos comissionados. De acordo com a tradição, o ato de lavar os pés era um costume antigo transmitido pelos primeiros patriarcas como sinal de hospitalidade e afeto e também de humildade. Contudo, esse ato era praticado pelos escravos. Ou um sinal de reverência um discípulo lavar os pés do seu mestre. Eis por que essa atitude de Jesus causou um grande impacto e porque Pedro negou. Era inconcebível que Mestre lavasse os pés dos seus discípulos. Com essa atitude, Jesus tomou o lugar de um simples escravo, ele se posicionou no lugar do menor e mais insignificante sendo Ele o maior em todos os sentidos. Jesus nos mostra muito mais do que um exemplo de humildade. Ele nos faz ver que Mestre não é o que é servido, mas o que serve. “Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que como eu fiz, façais vós também. (João:14-15). Paulo em Filipenses 2:7-8 nos lembra “Antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens e reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz”. Jesus nos mostra que a humildade não é apenas um ato, mas uma atitude constante de entrega e doação ao serviço, sem levar em conta a posição ou o status. Servir a Deus implica atitude de humildade e começa no serviço aos homens, quer na Igreja ou na vida secular.

Graça e Paz!









sexta-feira, 16 de março de 2012



Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti (Isaias 26:3)

O profeta Isaías nos lembra que o cristão precisa ter equilíbrio em sua vida e saber dosar as suas emoções. Isso significa que  precisamos buscar coerência em nosso modo de viver. Também o apóstolo Paulo enfatiza a importância de um viver cristão equilibrado quando exorta em Filipenses 4:5: “Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor.” Uma vida equilibrada advém do conhecimento da palavra do Senhor e ela se reflete em todas as áreas de nossas vidas. O cristão que busca o equilíbrio está sempre presente e não negligencia as tarefas que lhes compete e não foge aos compromissos assumidos. Contudo, não deixa de algo em detrimento de outro. O cristão equilibrado não abandona suas tarefas domésticas para se dedicar à Igreja e não faz também o contrário. Todavia, cumpre com dedicação aquilo que se propôs a fazer para a obra de Deus e não deixa de exercer seus outros papeis na vida pessoal ou profissional. O equilíbrio se manifesta na distribuição de seu tempo. Muitos são os que não sabem dosar suas atitudes, ora estão em efusiva atividade na igreja, ora em apatia completa. Quando não se busca o equilíbrio, corre-se o risco de se levar uma vida incoerente, inconstante e fadada ao fracasso. Quem não tem constância na fé não assume um real compromisso com a obra de Deus, ou com o próprio Deus. Uma vida cristã deve ser marcada pela constância, perseverança e pela fidelidade. Estas características fazem com que o indivíduo cresça como pessoa e possa ter crescimento nas diversas áreas de sua vida. Uma vida desequilibrada certamente será marcada pelo fracasso. Este é o resultado de quem não persevera ou de quem não sabe controlar sua vida.
Graça e Paz!

quinta-feira, 15 de março de 2012



“O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra” (Salmos 121:2)


A Bíblia nos diz: ai do homem que confia no homem! O salmista declara a sua confiança em Deus. E certamente não se arrependeu. Nós também só temos a ganhar se assim o fizermos, pois Deus é o nosso refúgio. Ele sabe o que precisamos. Ele age quando necessitamos. Ele cuida de nós e nos conhece como ninguém jamais nos conheceu, pois nem a palavra nos chegou à língua, Ele já a conhece toda! em tempos de angústia devemos apenas esperar em Deus, como ensina o salmista em Salmos 62:1. “Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa: dele vem a minha salvação”. Nossa confiança não pode ser depositada no transitório e no efêmero, naquilo que se corrompe. Em relações mundanas e banais. Nossos bens, nossa família, nosso emprego, nossas relações humanas, tudo o que é terreno, é passageiro. A dinâmica da existência faz nascer e faz morrer, passar, tudo o que existe. Somente Deus é o Eterno e, por isso, digno de toda a nossa confiança.

Graça e Paz!

















quarta-feira, 14 de março de 2012



“Vinde então, e argüi-me, diz o SENHOR: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.” (Isaías 1:18)

O profeta Isaías afirma que se arrependermos do fundo do coração de algum mau ato praticado, recorremos a Deus com o coração sincero e Ele, em sua infinita misericórdia, nos perdoa e esquece nossas transgressões. Ele nos fala sobre o perdão, sobre a misericórdia de Deus com aqueles que pecaram. Jesus disse que devemos perdoar pelo menos setenta vezes sete ao nosso irmão, pois, não existem limites para o perdão. Deus é sensível a um coração contrito e arrependido, mas percebemos que muitas pessoas têm uma grande dificuldade de perdoar a si próprias. Quantas pessoas vemos que sentem remorso, se dizem arrependidas, mas não se libertam de uma culpa sem sentido. É claro que os erros não devem ser ignorados ou banalizados, entretanto, devem servir de lição para nós, mas assim como não podemos reter o pecado alheio, sobretudo, não devemos reter o nosso, pois faz mal para a nossa vida. Várias são as passagens bíblicas que falam da superação pelo perdão, uma bênção maior que alcança o perdoador, bem mais do que ao ofensor arrependido.

Devemos livrar de tudo que nos faz mal, curar a ferida que mais dói, curar nossa vida emocional, perdoar a quem de alguma forma nos ofendeu, mas a verdadeira cura só ocorrerá quando fizermos as pazes com a gente mesmo.

Para usufruirmos dessa vida plena que o Pai nos concede, é necessário a prática do amor e da reconciliação, mas a reconciliação conosco mesmo é fundamental para quem pretende viver em plenitude. Se observarmos o segundo mandamento veremos que ele nos ensina a amar ao próximo como a nós mesmos. Como amar o outro se não nos amamos? Se não nos perdoarmos verdadeiramente, como podemos perdoar o irmão? Deus está falando especialmente com aqueles que precisam de alguma forma liberar perdão para se libertarem das amarras da culpa. Está falando com aqueles que se culpam e distribuem suas culpas aos outros, mas não dão o primeiro passo para a reconciliação. Se o Espírito Santo lhe incomoda neste momento, faça a sua parte. Dê um passo em direção à sua libertação, ainda que isto lhe custe o orgulho. Só assim conseguirá a paz e a felicidade que tanto busca fora ou nos outros.

Graça e Paz!









terça-feira, 13 de março de 2012


Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor DEUS as lágrimas de todos os rostos, e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra; porque o SENHOR o disse. (Isaías 25:8)

O profeta Isaías traz uma mensagem de alento àqueles que têm derramado lágrimas. Nesse mundo, mesmo aqueles que vivem segundo ordena o Senhor, todos estão sujeitos a dores, tristezas e lutas. Mas quem conhece e vive a palavra de Deus sabe que as recompensas que Ele tem para dar àqueles que nele confiam são muito maiores do que os dissabores que enfrentamos. Assim como Deus colheu as lágrimas de Davi, assim como mudou a sorte de José, de Jó e de tantos outros que passaram por momentos difíceis, mas seguiram em confiança, Ele também fará prosperar aos que esperam Nele. Deus tem muito mais para dar do que o mundo tem para nos afligir de dores. Muitas vezes não entendemos aonde Deus quer nos levar quando nos permite o sofrimento. Preferimos pensar de forma simplista que se Ele é soberano, onipresente e onipotente, bem poderia impedir que passássemos por momentos de dor e de angústia. Não pensamos que o sofrimento também molda nosso caráter. Mas a forma como reagimos diante da dor e do sofrimento também determina a nossa vitória ou derrota. Também não podemos deixar de lembrar que a maior parte de nosso sofrimento está diretamente relacionado ao nosso comportamento. Nossos atos são os grandes responsáveis pelas dificuldades que enfrentamos. Quando agimos com egoísmo, orgulho ou vaidade, colhemos sofrimento e dor. Mas se entendemos que o sofrimento é também uma oportunidade de reflexão e que por meio dele somos colocados à prova, temos uma grande oportunidade da auto descoberta, pois o sofrimento nos permite reavaliar valores e procedimentos. Em geral, as pessoas vivem atrás da alegria, da saúde, da paz, do sucesso, da realização financeira e social e não valorizam nem aproveitam os benefícios que a dor proporciona. Nem todos conseguem entender que Deus está acima da dor e da tristeza e que a dor é o remédio que precisamos para nosso próprio crescimento, já que nem sempre aprendemos por meio do amor. Mas a palavra trazida pelo profeta Isaías também se confirma pela voz do apóstolo João em Apocalipse 21:4 “Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas”. Nisso cremos e nisso esperamos.

Graça e Paz!









segunda-feira, 12 de março de 2012


“ Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão”. Mateus 7:5

Todos nós temos nossas fraquezas e somos passíveis de erros. Fora o exemplo de Jesus, a Bíblia não poupa nem mesmo aqueles que reconhece como heróis e não deixa de narrar também as suas falhas, para que nos sirvam de edificação. Por mais que fossem homens de fé, eles também tiveram suas fraquezas e, em algum momento de suas vidas, falharam. Davi falhou muitas vezes, mas soube reconhecer suas falhas e de se arrepender com sinceridade. Uma característica de sua personalidade foi o arrependimento. Moisés falhou quando não obedeceu ao comando de Deus e não fez o que lhe foi determinado, mas agiu por impulso. É importante reconhecer que somos fracos para vencermos as lutas que nos apresentam a cada dia a fim de trabalharmos as fraquezas que nos dominam para que elas não sobreponham o que temos de melhor. Ao descrever as falhas de seus herois, a Bíblia não o faz para que sejam diminuídos, mas para que aprendamos com o contra exemplo. Contudo, nem todos aprendem com os erros alheios. Alguns acham mais fácil criticar e não se espelhar. Outros se jlgam imunes à queda e abrem brechas para o inimigo.

Achamos fácil ver as falhas dos outros, mas não somos tão críticos em relação as nossas. Atente para o que diz Mateus no texto em epígrafe. Ele quer que façamos de nossas fraquezas uma estratégia para a edificação e crescimento. É sempre bom analisarmos as principais razões por que as pessoas falham para nos espelhar nisso. Assim podemos ver o é preciso trabalhar em nossa vida para evitar essas falhas.

Lembre-se de que os grandes homens e mulheres de Deus souberam ouvir as orientações de um líder, de um profeta e ao final, transformaram em força as suas fraquezas. Mas os soberbos e arrogantes, ao contrário, tropeçaram e caíram por se sentirem fortes e infalíveis.

Graça e Paz!









domingo, 11 de março de 2012

“Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” (Tiago 5:16)






Você já parou para refletir sobre a importância da intercessão e sobre o fato de que você é fruto da intercessão de alguma ou mais pessoas? Tiago nos exorta a confessar nossas culpas uns aos outros e nos garante que Deus atende a oração de um justo. Interceder é nos colocar no lugar do outro para pleitear a sua causa, como se essa fosse a nossa própria. Jesus é o maior exemplo de intercessor, pois deu a Sua própria vida em prol da nossa. Ele se colocou diante de Deus em favor dos homens, tomando o lugar dos pecadores.

O intercessor é aquele que vai a Deus não por causa de si mesmo, mas por causa dos outros e luta em oração até a vitória na vida daquele por quem intercede. Tiago nos ensina a fazer isso. O cristão tem o compromisso de ser um intercessor, no nome de Jesus. Nas igrejas cristãs, efetivamente, temos visto vários casos em que a intercessão tem mostrado seus frutos, para a honra e a glória de Deus. Essa é uma prática que não pode ser desprezada, pois é por conta dessa perseverança em oração pelos irmãos, ou pelas almas perdidas que muitos estão hoje na presença de Deus, ou obtêm livramento. A Bíblia ensina que não há outro intercessor entre Deus e os homens além de Jesus, por isso, quando intercedemos a Deus em favor de alguém o fazemos em nome do Senhor Jesus.

Lembre-se de que provavelmente não fosse pelas súplicas de um justo você não estaria onde está. Você certamente tem um intercessor que não descuida de suas necessidades em oração. Mas, e você, tem procurado interceder por outros? Você tem demonstrado amor verdadeiro pelas almas que estão se perdendo? Seus amigos, colegas e familiares têm sido alvo de suas orações?

Não se esqueça de que também fomos comissionados a ser intercessores, para que todos conheçam o Evangelho. Há diversas formas de levarmos a palavra de salvação aos homens, mas elas sempre começam com a nossa intercessão e o firme desejo de que as almas sejam alcançadas.

Graça e Paz!

sábado, 10 de março de 2012



"Não há nenhum profeta, entre os filhos das mulheres, maior do que João Batista" (Lucas 7:28).

Jesus, neste versículo registrado por Lucas, refere-se ao caráter justo de João e ao fato de ser ele um pregador que não contemporizava com o erro. Ele pregava a verdade e os mandamentos de Deus, sem temer os homens e sem jamais se preocupar com a opinião do povo e das autoridades. Ele tanto se opôs ao pecado praticado pelo homem comum, como do governador e não foi omisso com relação a isso. Se as autoridades judaicas ignoraram o pecado de Herodes, João Batista, de forma veemente, demonstrando fidelidade absoluta a Deus e à sua Palavra, não titubeou em condenar suas atitudes, mesmo que isso viesse a custar-lhe a vida. Com esse profeta aprendemos que jamais devemos consentir com o pecado, mesmo que ele nos custe o emprego, a amizade de algumas pessoas, o status ou qualquer outro bem. Assim como João, devemos saber e anunciar que mais precioso que a vida terrena é a nossa salvação e a vida eterna ao lado de Cristo. João veio para anunciar isso. Ele foi enviado para preparar a vinda do Messias, conforme prenuncia o profeta Isaías "voz daquele que clama no deserto: preparai os caminhos do Senhor" (40: 3), e o profeta Malaquias: "Eis que envio meu anjo que preparará os caminhos diante de minha face". João dirige-se a um mundo cativo do pecado a pessoas que se encontram sem condições por si sós de se livrarem desta prisão. Por isso sua mensagem consiste em anunciar que todas as cadeias serão quebradas, que o amor será o mais forte. Vemos a importância, dentro da humildade conhecida deste profeta, pelo fato de ter sido escolhido, antes mesmo de seu nascimento, para batizar Jesus. Vemos a sua fidelidade e coerência com a palavra de Deus, quando foi preso e degolado por Herodes Antipas, por denunciar a vida imoral deste governante. João não compactuou com o pecado e não se deixou corromper, nem mesmo para salvar a própria vida. Quantos têm feito vista grossa ao pecado para não perder algo que lhe parece importante? João Batista nos ensina a efemeridade da glória terrena e a necessidade de nos firmarmos na palavra de Deus, porque ela não se contradiz e que Aquele que se fez homem para nos redimir dos pecados é o verdadeiro caminho a ser seguido. Assim como João, exaltado por Deus por ser o enviado a anunciar a Cristo, e nem por isso se exaltou, devemos aprender a continuarmos humildes e firmes na palavra, sem consentir com o mundo, mesmo vivendo nele.

Graça e Paz!



















sexta-feira, 9 de março de 2012


E não sejais como vossos pais, aos quais clamavam os primeiros profetas, dizendo: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Convertei-vos agora dos vossos maus caminhos e das vossas más obras; mas não ouviram, nem me escutaram, diz o SENHOR. (Zacarias 1:4)

Zacarias, profeta e sacerdote, foi chamado juntamente com o profeta Ageu para despertar os judeus que retornaram, para completar a tarefa de reconstruir o templo. O profeta, exorta o povo para se arrepender de sua apatia e completar a tarefa que não havia sido terminada.

A leitura de seu livro mostra que ele foi um dos mais messiânicos de todos os profetas do AT, pois faz diversas referências sobre a vinda do Messias que podem ser comprovadas no NT. Ele traz a veemente palavra do Senhor para o povo se arrepender e se voltar novamente para seu Deus. Com Zacarias aprendemos que é necessário o verdadeiro arrependimento e a não desprezarmos as pequenas coisas. Assim como o povo de Israel que, depois de liberto do cativeiro, ignorou as admoestações de seus líderes e a voz dos profetas que foram enviados por Deus para que não se desviassem do caminho, muitas pessoas continuam se perdendo, porque se envolvem em “pequenos” pecados. Zacarias nos faz refletir que, apesar de nossas falhas, Deus tem cuidado de nós, mas não é omisso em relação aos nossos pecados. Ele nos traz à memória o julgamento de Deus. Não podemos nos esquecer de que os propósitos de Deus serão cumpridos somente pelo seu Espírito. A santidade de Deus e a remoção do pecado é bastante lembrada nas palavras deste profeta que nos ensina a reconhecer o soberano controle de Deus sobre a Terra.

Vemos em toda a narrativa bíblica as consequências que o povo sofreu por desrespeitar os decretos e mandamentos divinos. A humilhação, a vergonha e o cativeiro são resultados da desobediência. Mas, a despeito das constantes exortações dos profetas, ainda hoje, o povo continua surdo aos apelos de Deus. Por isso, trazemos á memória as palavras do profeta Zacarias, lembrando que Deus sempre coloca um “Zacarias” na nossa vida para nos chamar à razão. No presente sua voz ecoa com a mesma mensagem de seus antepassados profetas, chamando ao arrependimento. Isso nos leva a refletir também que os profetas passam, nossos antepassados passam, a história passa, mas a palavra de Deus permanece a mesma.

Se você tem tropeçado nas pequenas coisas, a palavra de Deus lhe chama para se arrepender e dar ouvidos ao “profeta Zacarias” que hoje está falando com você de alguma forma.

Graça e Paz!




















quinta-feira, 8 de março de 2012



"Porque o Dia do SENHOR está prestes a vir sobre todas as nações; como tu fizeste, assim se fará contigo; o teu malfeito tornará sobre a tua cabeça." (Obadias 1;15)

O profeta Obadias faz um alerta aos orgulhosos e nos ensina a importância de desenvolvermos a humildade em todas as instâncias de nossas vidas. A humildade é e essencial à nossa salvação, e deve ser uma característica básica em nossas vidas. Esse profeta nos mostra que Deus não deixa a maldade e a crueldade sem castigo. Ninguém está livre de colher o que semeia. Essa foi a lição que nos dá o profeta, quando lemos a história dos edomitas que, confiados em suas fortalezas em penhascos e pedras se gabavam de sua invulnerabilidade.

Com Obadias aprendemos que o precede a queda e que cada um prestará contas do que fez, recebendo o equivalente ao que tencionou fazer. Se nos aprofundarmos na história veremos que os edomitas eram descendentes de Esaú, portanto, povo irmão dos israelitas, descendentes do gêmeo Israel (Jacó). Entretanto, não se comportaram com aqueles que o acolheram de forma recíproca e se alegraram com as derrotas de Israel, quando pensaram estar invulneráveis. O profeta Obadias nos ensina que devemos procurar o melhor nos outros, e buscar servir os outros como Jesus fez, sem julgar que somos importantes. Cada um deve usar sua capacidade, os dons que Deus nos emprestou, e que são diversos de pessoa para pessoa, porém, sem pensar que somos melhores do que outros.

Sempre que estivermos tentados a pensar que somos grandes e importantes, devemos refletir sobre a passagem e o ministério terreno de Jesus. Em nenhum momento Ele se exaltou ou humilhou outra pessoa. A Bíblia nos ensina em Tiago 4:10"Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará". Quando agimos com humildade, Deus ouve o nosso clamor. Mas, infelizmente, muitas pessoas querem ser abençoadas, mas se esquecem de que precisam ser um vaso limpo para receberem as bênçãos. Estão cheias de orgulho, de mágoa e de ingratidão e agem como os edonitas.

Tiago 4:6-10 disse: "Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós... Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará".

Com o profeta Obadias aprendemos que a falta de humildade impede a salvação, pois o orgulho é absolutamente oposto às qualidades e comportamentos que Deus quer que demonstremos. Sem humildade, jamais podemos ser servos, porque aqueles os arrogantes e egoístas querem ser servidos, e não servir. Sem humildade, não seremos discípulos, pois os orgulhosos querem ser líderes e cobiçam a posição e a influência de outros. Sem humildade não buscaremos a edificação e o crescimento espiritual que nos levará à verdade, pois o orgulhoso julga que já conhece as respostas, não tem nada a aprender e não se permite depender de quem quer que seja, nem mesmo do próprio Deus. Sem humildade, não estamos aptos a nos olhar profundamente e a reconhecer nossos próprios defeitos, por isso não nos enganamos ao ponto de enxergarmos nosso próprio pecado. O orgulhoso sempre encontra a quem culpar e tem dificuldade em aceitar a correção. Por isso Salomão ensina em Provérbios 12:1: "Quem ama a disciplina ama o conhecimento, mas o que aborrece a repreensão é estúpido." A pessoa arrogante também não perdoa o erro dos outros e é cruel nos seus julgamentos, mesmo tendo ela errado de igual modo. Jesus deixou claro que a pessoa que não perdoa não será perdoada por Deus (Mateus 6:12,14-15). Precisamos que, ao contrário dos edomitas, devemos estar dispostos a ajudar outras pessoas em momentos de necessidade. Deus vai agir em nosso favor se permanecermos fiéis a Ele.

Graça e Paz!





















quarta-feira, 7 de março de 2012


E ainda que me ofereçais holocaustos, ofertas de alimentos, não me agradarei delas; nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais gordos. (Amós 5:22)

Nos momentos de júbilo Deus se mostrou presente e do mesmo modo esteve (e está) presente quando o povo é tentado a se desviar de sua proposta de salvação. Em toda a caminhada do Povo de Deus o Senhor nunca o deixou desamparado. A Bíblia narra que o Senhor escolheu Amós, de Judá, para profetizar em Israel, no período de relativa paz e prosperidade, quando reinava Jeroboão II.

O profeta Amós via os resultados negativos dessa acomodação, muito semelhante ao nosso momento atual: vida de luxo para os ricos, exploração dos pobres, padrões morais frouxos, corrupção na vida pública e observância religiosa baseada mais no ritual do que na verdadeira edificação espiritual. Por isso, foi colocado por Deus para exortar o povo à mudança de atitudes. Assim como nos dias atuais, o povo  vivia de forma contrária à vontade do Senhor. A acomodação percebida por esse profeta é o que aniquila o Corpo de Cristo e faz com que as pessoas se contaminem com a indiferença à tarefa comissionada aos cristãos: levar a mensagem do Evangelho a toda criatura. Aquele que se diz evangélico, porta uma Bíblia aos domingos e sente-se satisfeito com o mínimo é o alvo da pregação da profecia de Amós. Nela há um alerta para os Cristãos hoje: cuidado com a acomodação. Diz-nos Tiago 2: 17 nos diz que uma fé sem obras é uma fé morta e de igual modo uma fé centrada mais nos ritos, conforme assevera Amós 5: 22.

Com Amós aprendemos também que não podemos nos calar diante as injustiças sociais e mesmo das injustiças cometidas ao nosso redor, sob o pretexto de que não nos diz respeito. Aquele que não pratica, mas é complacente com as injustiças sociais também vai contra os desígnios do Senhor. O Espírito Santo nos dá o discernimento para refletirmos sobre onde, quando e como intervir, no caso de observarmos no nosso meio injustiças. Não podemos nos calar diante delas. Antes, devemos sair de nossa zona de conforto e nos posicionarmos como verdadeiros cristãos. Pergunte a si mesmo, ao se deparar com uma situação em que precisa se posicionar: em meu lugar, o que faria Jesus?






Graça e Paz!


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terça-feira, 6 de março de 2012


Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! e não salvarás? (Habacuque 1:2)

Habacuque, o profeta usado por Deus para chamar o povo de Israel ao arrependimento e alertá-lo sobre a invasão dos caldeus, questiona a Deus por que clamava e Deus não lhe respondia. Assim como esse profeta, nós também muitas vezes fazemos esse questionamento.

Embora clamasse por socorro, Habacuque não conseguia ver o auxílio de Deus, da mesma forma que nós também não vemos, quando estamos imersos em nossos problemas, pois focando nossos olhos nas nossas possibilidades e não na providência Divina.

Com Habacuque aprendemos que, quem clama a Deus para que resolva algo pessoal ou familiar precisa esperar o tempo que Deus estabeleceu para que a solução seja dada, pois a sabedoria de Deus alcança o que os nossos olhos não veem. Contudo, se clamamos a Ele por salvação, certamente, Ele a dará assim que a desejarmos genuinamente, conforme assegura Isaías 59:1:

"EIS que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir".

O profeta Habacuque assim como todos nós anseia por uma rápida resposta divina, porém, nem sempre a resposta de Deus é conforme os nossos desejos. Nem sempre a Sua resposta é agradável aos homens, mas, certamente, é o melhor para nós.

Se você tem clamado ao Senhor por algo e a Sua resposta tem vindo, repetidas vezes na contramão do seu anseio é melhor refletir sobre o que o Senhor está lhe dizendo com isso. Lembre-se do que diz o sábio em Provérbios 16: 1 “O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor." E Provérbios 16: 9 “O coração do homem traça seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos”.



Graça e Paz!



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segunda-feira, 5 de março de 2012


“Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por Nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim” (Is 6:8).

O cumprimento de profecia é uma das provas mais fortes de que a Bíblia é inspirada por Deus e que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus. O profeta Isaias é um mensageiro da vinda do Salvador e foi enviado por Deus para trazer a mensagem de redenção aos de seu tempo. Isaías foi um enérgico profeta do século 8 a.C. que falou contra o pecado e a corrupção, ensinou a justiça e retidão e profetizou a vinda do Messias. Ele exortou o povo contra o pecado, a corrupção e a rebelião da nação contra Deus. A missão de Isaías foi além da reforma no reino de Judá. Ele profetizou que a missão de Judá seria representar Deus ao mundo. Judá tinha um propósito missionário para todas as outras nações. Isaías cita Deus dizendo: “Eu, o Senhor, te chamei em justiça, tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios” (Is 42:6). Isaias iniciou um missão que foi seguida por outros profetas canônicos até João Batista, mas na Igreja atual há o dom de profecia, concedido pelo Espírito Santo que habita naquele que faz a vontade de Deus e se deixa usar para glória de Deus. Todo cristão foi comissionado por Jesus, para transmitir sua mensagem.

Isaias se colocou à disposição para o serviço da obra de Deus e é isso que precisamos aprender com ele. Mas antes devemos refletir sobre o que em nossa tem sido empecilhos para que Deus nos use. Vemos que, ao ser chamado, Isaias respondeu imediatamente antes mesmo de saber os detalhes da tarefa.

Mesmo ciente de que se tratava de uma tarefa pouco atraente, mesmo sendo uma missão que ele não teria escolhido, era uma missão que Deus havia escolhido para ele e para tanto o capacitou. Com ele aprendemos que, se estivermos dispostos, Deus nos capacita e nos concede o poder de que precisamos para cumprir a missão que nos dá, assim como fez com todos aqueles que responderam ao seu chamado. Não somos diferentes das pessoas do tempo de Isaías ou de Jesus, então, que possamos dizer como ele, diante do chamado de Deus para fazer a sua obra: eis-me aqui!

Graça e Paz!



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domingo, 4 de março de 2012



“Dispõe-te, e desce à casa do oleiro, e lá ouvirás as minhas palavras.” Jeremias 18:2


Essas palavras foram dadas por Deus ao profeta Jeremias que foi chamado ainda jovem a trabalhar para o Senhor, proclamando denúncias e temíveis julgamentos, em especial aos sacerdotes, aos profetas e aos governantes, e àqueles que seguiam no caminho do erro. Deus nos fala por meio dos profetas que Ele coloca em tempo determinado para nos exortar. Na Bíblia, encontramos vários exemplos de homens usados por Ele nos colocar ou chamar de volta ao caminho do Senhor.

Jeremias nos ensina o que acontece quando deixamos brechas espirituais, quando vivemos no pecado e não pedimos perdão a Deus. Jeremias nos ensina que não só aquele que peca, mas todos os que estão sobre a sua autoridade passam a ficar na mão do inimigo. É interessante observar que Deus pode falar conosco até mesmo por meio das situações mais inusitadas da vida. Assim aconteceu com o profeta Jeremias. Deus falou profundamente com ele, por meio de situações cotidianas e de igual modo continua falando conosco, mas nem todos estão dispostos a ouvir.

Na casa do oleiro, Deus continua falando conosco. Se estivermos dispostos, como Jeremias, a compreender a mensagem do Senhor e a nos deixar transformar, vamos ver que o oleiro é aquele profissional que se debruça sobre seu trabalho. O foco e a entrega garantem a qualidade da obra. Assim é Deus que trabalha em nossas vidas, até ver o vaso terminado! Quando observamos o oleiro trabalhando junto à roda vemos que a roda não pode parar.Mas o oleiro é quem determina a velocidade da roda. No momento em que a roda para, o barro seca e não há mais possibilidade de moldar o barro na forma que o oleiro quer. Deus está no controle de todas as coisas. E é Ele quem determina o tempo e a forma. Ele nunca deixou o controle das nossas vidas. Se assim como o profeta, também nós descermos à casa do oleiro iremos aprender algumas lições, imprescindíveis, pois Ele é o oleiro que trabalha em nossa vida; nós somos o barro que, trabalhado pode ser transformado num belo vaso. Mas é o relacionamento que estabelecemos com o Senhor é como o do vaso que não pode determinar sua forma e tamanho, mas apenas se deixa moldar. Só o Senhor pode nos moldar conforme a Sua vontade. Como vaso feito pelo oleiro que, ainda que se quebre durante a sua produção, pode ser refeito em um vaso novo, também podemos ser transformado de barro sujo, disforme em um vaso de honra. Ainda que a nossa vida tenha sido de frustrações, fracassos, decepções, vazio, incerteza, medos e sofrimento, o Senhor está disposto em fazer de nós um vaso novo. Mas para isso, precisamos obedecer à sua voz, que ainda hoje nos diz: “Dispõe-te, e desce à casa do oleiro, e lá ouvirás as minhas palavras. Precisamos ouvir a voz dos profetas, precisamos atender ao chamado de Deus, por meio de quem Ele escolhe usar.

Graça e Paz!



Bibliografia: http://www.icmv.org.br/BibliaOnline.aspx