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domingo, 31 de março de 2013



Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado. 1 Coríntios 5:7

Em Êxodo 12:11, a ordem dada por Moisés ao povo que foi liberto da escravidão foi “Ao comerem, estejam prontos para sair: cinto no lugar, sandálias nos pés e cajado na mão. Comam apressadamente. Esta é a Páscoa do Senhor”.  Este era o verdadeiro sentido da páscoa: comemorar a libertação do jugo da escravidão. Mas hoje nosso motivo de comemoração é outro, pois conforme nos lembra o apóstolo Paulo no texto em epígrafe, Jesus, o cordeiro pascal já foi sacrificado e por Ele fomos libertos. Por isso, aqueles que ainda estão presos ao passado, que ainda sentem as correntes da escravidão do pecado ou saudades dos alhos e cebolas do Egito precisam se desvencilhar desses grilhões lembrando que tudo se faz novo. Esse é o sentido da verdadeira páscoa. Um momento de nos confraternizarmos com as pessoas que amamos,  momento de celebração, pois o nosso Senhor  ressuscitou dos mortos para nos trazer a vida eterna. Que esta páscoa possa ser um momento de refletirmos sobre nossa comunhão com Cristo. Se desejarmos habitar com Ele no céu, esforcemo-nos para viver segundo os princípios que Ele deixou registrado no Evangelho. Feliz páscoa! 

sábado, 30 de março de 2013


Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente. Hebreus 13:8


Jesus vive, Ele venceu a morte e não está crucificado no madeiro. Ele é o mesmo e permanece firme com o plano de nos resgatar das trevas. Não há morte física ou cruz que o detenha. É nisso que precisamos crer. É disso que fala o autor de Hebreus quando nos lembra que Ele é o mesmo eternamente. Não há porque duvidar ou sofrer as angústias da incerteza lançada pelo príncipe deste mundo, pois o Senhor vive. É essa a mensagem desta páscoa. Ela não vem trazida por um coelho, não está dentro dos chocolates, mas na mensagem da cruz que tem sido esquecida por muitos diante de tanto ovo, diante do predomínio do comércio que é mais uma armadilha do inimigo para confundir e desestruturar as famílias que já não têm vivido  a mensagem do Evangelho, nem participado da festa da verdadeira páscoa, resumindo esse momento na compra e na partilha de ovos. A páscoa cristã não pode se limitar a isso, a família cristã não deve pactuar com esse movimento mundano que desvia os nossos olhos do verdadeiro motivo de comemoração. O significado da páscoa é a da libertação do jugo dos egípcios (Êxodo 12:42): "Esta é uma noite que se deve guardar ao Senhor, porque os tirou da terra do Egito...". O seu significado é bem diverso daquele que o mundo vê. Contudo, os cristãos precisam ficar alertas porque a páscoa que se comemora atualmente faz parte das chamadas festas cíclicas pagãs, quando se presta grande importância na guarda das datas. E é bom nos lembrarmos da advertência data pelo apóstolo Paulo: ..."agora, porém, que já conheceis a Deus, ou melhor, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos"... (Gálatas 4:9-10). A verdadeira páscoa foi consumada quando o nosso Senhor foi crucificado na cruz.

                                                                                                                  

sexta-feira, 29 de março de 2013




Pode uma mulher esquecer-se tanto do filho que cria, que se não compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas, ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, me não esquecerei de ti. (Isaias 49.15)

Essa mensagem do profeta Isaias nos dá um alento em tempo de dúvida e de desagregação da sociedade. Se em nossas famílias estiver ocorrendo algo parecido com os vários exemplos das famílias citadas na Bíblia, precisamos compreender que não há solução mais eficiente do que dobrar os joelhos, colocar os problemas aos pés de Jesus e esperar Nele. A palavra é: AINDA HÁ ESPERANÇA, DEUS É FIEL, SUAS PROMESSAS NÃO FALHAM, pois “Bom é ter esperança e aguardar em silêncio a salvação do Senhor. (Lamentações 3:26). Lembre de que você e sua família pertencem a Deus. Lembre-se de que a promessa do Senhor a Abraão continua valendo. “E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; Em Abraão serão benditas todas as famílias da terra, foi o Senhor nosso Deus quem determinou isto em sua vida, na minha vida. Lembre-se você é mais do que vencedor (a). Não desista! DELEITA-TE TAMBÉM NO SENHOR, E ELE CONCEDERÁ O DESEJO DO TEU CORAÇÃO. (SALMO 37: 4). 

quinta-feira, 28 de março de 2013




E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; E EM TI SERÃO BENDITAS TODAS AS FAMÍLIAS DA TERRA. Gn. 12.1-3.

A Bíblia traz exemplos de sobre a família que nos fazem refletir sobre como as famílias de hoje deveriam se espelhar nas famílias descritas por esse livro sagrado e tomar seus exemplos a fim de que este projeto criado por Deus, para viver segundo os Seus Estatutos não seja destruído, conforme intenta satanás. É preciso refletir seriamente sobre qual o modelo ideal para uma família ser feliz? E na Bíblia encontramos exemplos suficientes para tal. Encontramos  exemplos de famílias que falharam, que sofreram frustrações e decepções e exemplos de famílias que agradaram a Deus. A Bíblia cita várias famílias que falharam e por conta disso sofreram graves consequências, resultado do pecado da desobediência. A família de Adão é maculada pela inveja que levou ao primeiro homicídio, Adão e Eva sofrem um terrível golpe porque Caim o filho primogênito mata seu irmão Abel. Quantas família hoje não sofrem também com esse mal? A família de Abrão, narrada em Gênesis 16.3-6 - 21.14-21, sofre com o conflito gerado entre Sarai e a escrava Agar, ao despedi-la de casa para o deserto, com o seu filho Ismael. Da competição e a inveja iniciadas nessa família resultam problemas de desentendimentos entre nações até hoje. Na família de Ló, descrita em Gênesis 19.17 - 19.26 , vemos o quanto a desobediência leva a degradação. A família de Isaque e Rebeca também pode ser citada por conta da competição, pois sofreu pelo conflito gerado entre irmãos. A família de Jacó viveu vários conflitos, a família de Manoá  viveu o sofrimento de ver a destruição de seu filho que tinha tudo para ser abençoado, mas Sansão, o filho nascido para livrar a Israel da mão dos filisteus teve um fim muito triste. A família de Elcana sofreu com a competição que gerou humilhação. Mas aprendemos com Ana que foi exemplo de fé, fidelidade, perseverança e de humildade. A Família do Sacerdote Eli sofreu punição da parte de Deus, pelo mau procedimento dos seus filhos, na casa do Sacerdote Eli havia pecado, divisão e rebeldia. E em nossa casa hoje o que está acontecendo? Será que somos uma família segundo o coração do Senhor? 

quarta-feira, 27 de março de 2013


Absalão, filho de Davi, cobiçou o trono do pai e desejou matá-lo. II Samuel 16:11

Embora Davi fosse um homem segundo o coração de Deus, vemos pelas narrativas bíblicas que ele falhou como pai e chefe de família. A competição e a inveja fizeram com que seu próprio filho o perseguisse, intentando roubar-lhe o trono. São fatos como estes, que nos levam a refletir, sobre a nossa família. Sobre como estamos criando nossos filhos e sobre o que estamos mostrando a eles como prioridade. Precisamos combater a inveja, o ciúme e a competição nos lares, porque de forma alguma esses sentimentos agradam a Deus. Uma família dividida é o que espera o inimigo, mas não faz parte dos planos de Deus.  o propósito de Deus para a família é que ela seja uma instituição que ministre o amor do Pai e que prepare os seus membros para viver o Reino de Deus. Por isso precisamos refletir se temos sido uma esposa auxiliadora, um companheiro, amigo e fiel, na hora da dor, do sofrimento. Precisamos nos espelhar na família de  Zacarias e Isabel, pois a Bíblia nos diz que eram justos perante Deus vivendo irrepreensivelmente em todos os mandamentos e preceitos do Senhor. Embora tenham envelhecidos sem filhos, porque Isabel era estéril, isto não foi motivo, para que houvesse separação, infidelidade entre ambos. E Deus ouviu a oração de Zacarias e Isabel sua mulher deu a luz a um filho, nascendo João Batista. Outro exemplo que precisamos seguir é o da família de Josué. Ele foi um chefe de família temente a Deus e como tal se posicionou afirmando: Josué 24.15: ”Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR”. 

terça-feira, 26 de março de 2013


"Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra" (Efésios 6:2-3).


O apóstolo Paulo afirma que quando a autoridade do lar for respeitada pelos filhos, há grande recompensa. Essa recompensa será nas esferas pessoais, sociais, escolares e eclesiásticas. Como é o lar, tal é o mundo. De igual modo, quando  os pais obedecem a Palavra de Deus e dão exemplo de autoridade  no lar respeitando os princípios de autoridade devida ao Senhor essa conduta traz benefícios que repercutem por toda sua vida e assim se as ações de cada ser humano forem realizadas com respeito à autoridade, então a humanidade recolhera ordem e bênçãos divinas. Honrar pai e mãe significa valorizar ou considerar altamente, ter em grande estima aqueles que nos deram a vida. Mas um filho pode submeter-se à vontade de seus pais sem tê-los em alta consideração, pois o motivo para submissão pode ser egoísta por natureza. Entretanto, não é essa a vontade de Deus. A Bíblia nos diz que a obediência do filho deverá originar-se da alta estima que ele tem por seus pais. E isso pressupõe que os pais façam por onde ser honrados. Contudo, para que Palavra de Deus seja exercida, ainda que os pais nem sempre ajam de tal modo que encorajem o respeito de seus filhos, esses deverão estimar seus pais altamente por causa dos mandamentos de Deus a este respeito. Deus não disse que os filhos devem honrar seus pais se eles forem dignos de honra. E quando os pais requerem que os filhos lhes obedeçam e quando os filhos obedecem com respeito aos pais, Deus os abençoa grandemente. 

segunda-feira, 25 de março de 2013





Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor. Colossenses 3:20

Obedecer não deveria ser uma ação automática simplesmente, mas um desejo que impulsiona a vontade de agradar a Deus dirigindo-nos na ação de obedecer. Deveria ser uma obediência escolhida, desejada em amor com respeito à posição da pessoa que está fazendo o pedido. Uma obediência amorosa, porque emana Daquele que é amor. Mas Paulo deixa claro que a obediência deve ser irrestrita, pois os filhos devem obedecer mesmo que não queiram.  Não devem obedecer porque sentem desejo de obedecer. É uma obediência absoluta, mesmo sem o exercício da vontade não vem necessariamente por amor à pessoa que está fazendo o pedido. Em toda a história da humanidade, vemos que Deus sempre requereu de nós cristãos a obediência, desde o jardim do Éden o homem foi provado para saber se era obediente ou não. A Bíblia afirma, pelo profeta Samuel 15:22, que Deus não tem prazer em holocaustos e sacrifícios, tanto quanto se obedeça aos seus mandamentos."Porém Samuel disse: Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros".

domingo, 24 de março de 2013




Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Efésios 6:1

A obrigação de obedecer aos pais é uma condição bíblica, não é uma opção. Essa ação de obedecer não é opção dos pais e nem dos filhos, e é reiterada pelo apóstolo Paulo que emprega a palavra obedecer no seu sentido grego, que  significa dar ouvidos, com implicação de ouvir para fazer o que for pedido, ou para conformar à autoridade. O mesmo sentido da palavra expressa por Jesus em Mateus 8:27, quando é registrado que os ventos obedecem a Ele, ou ainda em Marcos 1:27, e que os espíritos imundos obedecem a autoridade de Jesus. Ou como Abraão obedeceu a Deus (Hebreus 11:8) e como Sara obedeceu a Abraão (I Pedro 3:6). Isso significa que filhos devem obediência aos pais, assim como o servo ao seu senhor. O que pedem para os filhos fazerem, esses devem fazer. A palavra dos pais aos filhos não deve ser questionada, mas obedecida e são os pais que estabelecem os parâmetros no lar, pois eles têm a responsabilidade e a autoridade conferida por Deus. Todavia, os pais não podem ultrapassar os limites da sua autoridade e nenhuma outra instituição estabelecida por Deus tem a mesma autoridade sobre os filhos. Portanto, para que sejam obedientes às outras autoridades os filhos devem exercitar essa obediência em casa.   Se aprenderem a obediência no lar, certamente os filhos saberão honrar as demais autoridades, conforme ensina Paulo aos Romanos 13:1 e Tito 3:1.

sábado, 23 de março de 2013




Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. Provérbios 22:6

A família, sendo uma instituição criada por Deus, tem a maior importância na vida humana também porque é o berço de costumes, hábitos, caráter, crenças e moral de cada ser humano, seja no contexto mundial, nacional, municipal ou familiar. Mas a filosofia permissiva da última geração tem influenciado os conceitos sobre criação de filhos  e coloca a autoridade paterna em xeque. Esses conceitos antibíblicos, já deram provas de um fracasso total, pois vêm  produzindo uma geração de adultos egoístas, indisciplinados e mal educados, imaturos demais para se casarem, porque refletem na sua descendência essa imaturidade.  Essa imaturidade soma-se à luta pelos direitos das mulheres, pelo direito de livre expressão e de escolha da sexualidade, ditando um novo estilo de vida que penetra sorrateiramente também nos lares cristãos. Esse estilo enfraquece o papel do pai na família, e abala os princípios morais que outrora fundamentavam o casamento como instituição de base da sociedade. Muitos pais  não dão exemplo a seus filhos, expondo-os ao mundanismo, aceitando passivamente o que dita o mundo, orquestrado pelo inimigo de nossas almas. Outros simplesmente negligenciam seu dever de educar e dar exemplo, deixando filhos sem qualquer preparação ou provisão, ignorando a sua formação moral e cristã. Nenhuma família que se baseia nos princípios apregoados pelo mundo pode ser abençoada, por essa razão os pais não podem abrir mão de usar a Bíblia como manual de conduta e disciplina para que os filhos criados nesses princípios possam aplicá-los em suas vidas, e também possam ensiná-los aos seus filhos, preparando-os para a Vida Eterna.

sexta-feira, 22 de março de 2013




“E foi também convidado Jesus e os seus discípulos para as bodas.” (João 2: 2).

Vemos que Deus nos criou e designou o casamento e a família como a mais fundamental das relações humanas. Desde Gênesis até apocalipse Deus se refere à Família e a põe como exemplo e modelo até mesmo de sua Igreja que será eterna. Deus se refere à Igreja como a noiva de Cristo, e por diversas vezes, Jesus usa as bodas como metáfora para mostrar o relacionamento divino com a humanidade. Isso significa que o casamento é uma instituição de Deus e que é a partir dela que se forma uma família, que por sua vez se constitui na célula da sociedade. No versículo em epígrafe, lemos que Jesus e seus discípulos foram convidados para um casamento. Esse episódio ficou conhecido na Bíblia como as bodas de Caná na Galileia, marcado pelo Seu primeiro milagre: a transformação da água em vinho da melhor qualidade. Dessa narrativa podemos perceber  que além de fazer com que Seu Filho viesse ao mundo por uma família, o ministério de Jesus também se iniciou em um casamento. E isso não é mero acaso, mas a confirmação da importância da família para Deus. Mas precisamos atentar para um fato bastante significativo na palavra de Deus, demonstrado no texto em epígrafe. Jesus realizou seu primeiro milagre em um casamento. O que nos autoriza a reconhecer que Deus aprova essa instituição. Mas é necessário observar também neste texto que Jesus e Seus discípulos foram convidados para o casamento. Para que uma família se forme, na base de um casamento, é necessário que Jesus seja convidado. Quando Ele não se faz presente, o ritual pode até ocorrer, mas jamais o milagre. Contudo, há anos essa instituição vem sofrendo as tentativas diabólicas para ser aniquilada. Seja pelo adultério, seja pela pressão por nova configuração, seja pela banalização das relações. Sabemos que é muito difícil corrigir anos ou mesmo gerações de erros, mas é inegável a constatação de que o único modo pelo qual podemos esperar ter boas famílias construídas nos princípios divinos é voltar ao plano que Deus tem revelado. Aqui também podemos tirar uma lição extremamente importante para nossas vidas: Jesus pode transformar nossas vidas, mas antes é preciso que Ele seja convidado. Não pode haver milagre em um casamento se Jesus não for convidado para as bodas. Jesus precisa ser convidado, mas antes é preciso que os noivos reconheçam a sua necessidade de transformação e deixe apenas Jesus agir. Mas é fundamental que faça tudo o que Jesus disser, assim como fizeram os servos no momento em que faltou vinho. Aquele que transformou água no mais puro vinho pode transformar uma vida de pecados em uma vida de santidade e de bênçãos. 

quinta-feira, 21 de março de 2013



porque, se um cair, o outro levanta o seu companheiro...”(Ec 4.11a);

Nesse trecho escrito por Salomão vemos que ele coloca a instituição família como um lugar de ajuda e companheirismo. Assim, se um fraqueja o outro o fortalece, e onde juntos se pode conquistar mais porque “melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho” (Eclesiastes 4: 9). A família é um laço continuo não só de sangue, mas de amor e afetividade. É na família que encontramos um porto seguro e onde a sociedade ainda consegue desenvolver o seu potencial para a realização pessoal, quando consegue entender seu valor e investir na sua saúde e manutenção. É na família que podemos vislumbrar a realização do ponto de vista do companheirismo. O lar é o lugar para onde todos retornam, independente de sua atividade fora de casa, seja trabalho ou lazer. Quando se tem uma família sabe-se que existem pessoas esperando para nos dar carinho, amor e aconchego. Em casa partilhamos nossos sonhos e planos, dividimos nossas ideias. O ser humano não foi criado para viver só. O casamento foi criado por Deus para ser a base da família e como base de realização sexual sadia. Como um espaço para que manifestação da sexualidade de forma segura, sadia, madura e prazerosa, sem culpas ou medos. Como fonte de gozo e alegria levando a formação da família, que leva a construção de um lar; que leva a preservação da espécie, que leva a harmonia da vida, que leva a concretização dos ideais divinos para o homem. Casamento é espaço para crescimento, progresso e desenvolvimento mútuos, por isso a Bíblia destaca que um ajuda o outro a se manter de pé, apoiando e torcendo pelo outro na concretização dos seus projetos. Quando isso ocorre, não só os membros da família, mas toda a sociedade ganha.

quarta-feira, 20 de março de 2013




E vós, pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor. (Efésios 6:4)

Criar os filhos com equilíbrio e no temor do Senhor é a garantia de uma vida familiar abençoada. E para isso, o apóstolo Paulo orienta que os pais devem disciplinar sem maltratar, devem exercer sua autoridade sem usar de autoritarismo. E o método seguro e eficaz é criar condições de educação na admoestação das Escrituras Sagradas. O sábio ensina em  Provérbios 29:15 que ”A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. Assim, também os filhos criados na admoestação e temor do Senhor seguem os preceitos que lhes foram passados, conforme assevera Salomão em  Provérbios 22:6 “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”.  Obedecer a Deus e aos pais é o primeiro princípio que leva a uma vida abençoada, “Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo”. (Efésios 6:1);  Honrar o pai e à mãe, outro princípio que não pode ser negligenciado,  envolve uma obediência tanto na presença dos pais, como na ausência deles. Efésios 6:2  ensina “Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa)”. Essa conduta por parte dos filhos garante o que está registrado em Efésios 6:3 “Para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra”. Famílias abençoadas são aquelas que temem e servem ao Senhor, são aquelas que não negligenciam os preceitos da Palavra de Deus e assim como Josué 24:15 afirmam com convicção: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”.

terça-feira, 19 de março de 2013


“Todavia perguntais: Por que? Porque o Senhor tem sido testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, para com a qual procedeste deslealmente sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança. E não fez ele somente um, ainda que lhe sobejava espírito? E por que somente um? Não é que buscava descendência piedosa? Portanto guardai-vos em vosso espírito, e que ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade. Pois eu detesto o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel, e aquele que cobre de violência o seu vestido; portanto cuidai de vós mesmos, diz o Senhor dos exércitos; e não sejais infiéis.” (Malaquias 2:14-16)

A Bíblia deixa bem claro neste registro do profeta Malaquias e em várias outras passagens bíblicas que Deus não se agrada que as pessoas se divorciem, por isso a Bíblia diz que se um dos esposos se divorcia por outra razão além de adultério, ambos devem permanecer solteiros. Em 1 Coríntios 7:10-11 há uma recomendação  “Todavia, aos casados, mando, não eu mas o Senhor, que a mulher não se aparte do marido; se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher.”  Cristo reconhece apenas uma razão válida para o divórcio, e ela está explicitada em Mateus 5:32 “Eu, porém, vos digo que todo aquele que repudia sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, a faz adúltera; e quem casar com a repudiada, comete adultério.” Hoje em dia, as pessoas têm banalizado as relações, o compromisso, a aliança, como se isso não trouxesse consequências. No entanto, o vazio, a frustração que toma conta do espaço deixado pelo descaso com o propósito de Deus para a vida conjugal é irremediável. Dificilmente se apaga a marca desta infidelidade para com Deus. Quando se faz votos diante de Deus, as palavras proferidas não podem ser apenas um ritual. A palavra empenhada é levada aos pés do Senhor e Deus não se agrada de quem faz votos de forma intempestivamente sabendo que não serão cumpridos.

                                                                                                                                    


                                                                                                                  

segunda-feira, 18 de março de 2013


“Eles responderam: “Creia no Senhor Jesus e serão salvos, você e os de sua casa”. Atos 16:31


Há neste trecho bíblico uma afirmativa que nos leva a concluir que Deus não se preocupa apenas com as pessoas individualmente, mas com um grupo de pessoas que Ele constituiu como família. Sem deixar de ponderar  sobre os que diz as Escrituras  ao afirmar que cada pessoa comparecerá individualmente perante Deus, podemos aduzir que Deus ama a família e fez dela a base da sociedade humana, como também a fundamentação do Reino Eterno. É a Noiva de Cristo, a Igreja que formará a família celestial. Sabemos ainda que a salvação é individual, mas Deus quer que a família se salve, ainda que cada um tenha que buscar a própria salvação. Filho de convertido não tem garantia de salvação, mas tem a promessa de que a fé  muda a condição de toda família daquele que crê, não por herança, mas por determinação de fé. A Bíblia é enfática quando afirma que sem a fé em Cristo como salvador não é possível ao homem herdar a vida eterna, (João 3:18). Não é o fato de que uma pessoa se convertendo a Cristo que levará os seus demais membros familiares a ser automaticamente salvos. Senão a Bíblia seria contraditória, pois lemos em 1 Coríntios 7:16 o questionamento reflexivo do apóstolo que diz: "Porque, donde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? Ou, donde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?" Paulo sabia perfeitamente que a salvação é individual e que não é mera consequência da conversão de um dos membros da família. Portanto, podemos compreender que, na resposta de Paulo e Silas à pergunta do carcereiro em Atos 16:31, há uma condição subentendida. Se o carcereiro cresse em Jesus seria salvo, do mesmo modo se a sua casa também o fizesse e isso vale para os todos os membros de uma família que testemunha aos seus a salvação e assim faz com que cada um busque a sua própria salvação. Disso, percebemos a importância do testemunho e do exemplo dos pais aos filhos. 

domingo, 17 de março de 2013


Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi. Gênesis 3:12-13

Um dos maiores problemas nos relacionamentos é que algumas pessoas não querem ser responsável pelos próprios atos. Agindo com imaturidade, culpam os outros pelas suas próprias falhas e com isso, não buscam o arrependimento, tampouco a correção para os seus erros, uma vez que sequer admitem que erraram. Desde o pecado do primeiro casal, as pessoas têm tentado fugir da responsabilidade pelos próprios atos. A mulher culpou a serpente que a tentou. O homem culpou a mulher e até tentou jogar uma parte da culpa em Deus por ter criado sua companheira! Ainda hoje, muitas pessoas preferem não admitem suas falhas e preferem dizer que “aconteceu”. E assim, vemos que consideram mais fácil culpar o governo ou a sociedade do que assumir responsabilidade pelos próprios atos. Contudo, sabemos que ninguém nunca conseguiu justificar o pecado, mas nosso Deus justifica pecadores arrependidos! Assim como o Senhor, na Sua magnífica misericórdia nos perdoa, temos que aprender a perdoar os outros, e isso só acontece se nos despirmos de nosso orgulho e assumirmos nossas falhas, perdoando-nos nos primeiro, sem imputar a culpa a outrem.

sábado, 16 de março de 2013



“Castiga o teu filho, enquanto há esperança” (Provérbios 19:18).

Na educação dos filhos é essencial que os pais observem a importância de ensiná-los a reconhecer limites e consequências de suas escolhas. Muitos problemas poderiam ser evitados se os pais ensinassem aos filhos  o princípio da colheita, calcando-se no que diz o apóstolo Paulo em Gálatas 6:7 “Aquilo que o homem semear, isso também ceifará”, considerando o no Antigo Testamento afirmava o sábio Salomão em Provérbios 22:8-9 “O que semeia a injustiça segará males...o generoso será abençoado”. Os pais não podem deixar de corrigir seus filhos, como a Bíblia recomenda, lembrando sempre a palavra de Provérbios 15:10 “Disciplina rigorosa há para o que deixa a vereda, e o que odeia a repreensão morrerá”. Quando os filhos não aceitam a correção dos pais, muito provavelmente terão que aceitar a correção do mundo, muitas vezes cruel e implacável. Quem age com rebeldia, colhe as consequências dessa atitude e, com toda certeza, sofrerá as dores de suas escolhas insensatas. Há uma expressão popular que diz que “quem não aprende pelo amor, aprende pela dor”. Essa expressão ratifica o que a Bíblia diz em Provérbios 29:15 “A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe”. Por isso Salomão reitera em Provérbios 23:13 “Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá”. E o autor de Hebreus garante “E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela”. (Hebreus 12:11), pois sabe que “O que não faz uso da vara odeia seu filho, mas o que o ama, desde cedo o castiga”. (Provérbios 13:24). Os pais têm a obrigação de corrigir seus filhos, assim Deus corrige aqueles a quem tem por filhos. “Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija? (Hebreus 12:7).

sexta-feira, 15 de março de 2013



Porque eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor e pratiquem a justiça e o juízo” (Gênesis 18:19).

A Bíblia dá especial importância, tanto no Antigo como no Novo Testamento, Deus sobre a instrução dos pais aos filhos. No princípio, Deus confiou na determinação dos patriarcas para repassar suas instruções às gerações posteriores. O texto em epígrafe registra essa atribuição dada a Abraão. O livro de Provérbios contém muito ensinamento prático dos pais para os filhos e pode ser considerado com um guia na educação dos filhos: “Ouvi, filhos, a instrução do pai e estai atentos para conhecerdes o entendimento” (Provérbios 4:1); “Filho meu, atenta para as minhas palavras; aos meus ensinamentos inclina os ouvidos” (Provérbios 4:20); “Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe” (Provérbios 6:20); “O filho sábio alegra a seu pai, mas o filho insensato é a tristeza de sua mãe” (Provérbios 10:1); “O filho sábio ouve a instrução do pai, mas o escarnecedeor não atende à repreensão” (Provérbios 13:1); “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Provérbios 22:6).
No Novo Testamento, Paulo enfatiza a fé que Timóteo aprendeu da sua mãe e avó (2 Timóteo 1:5). E também escreveu: “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor” (Efésios 6:4). O autor de Hebreus abordou a importância da disciplina na instrução dos filhos (Hebreus 12:4-11). Respeitar autoridade é de suma importância para a salvação eterna dos filhos (Mateus 28:18-20; 2 Tessalonicenses 1:7-9), mas a compreensão deste princípio começa com a atitude dos pais, muito antes de a criança desenvolver a capacidade para compreender a ideia de que Deus um Ser espiritual e invisível. É aprendendo a respeitar a autoridade da mãe e do pai terreno que a criança aprende a submissão a Deus. E esse princípio de respeito consequentemente leva a outras figuras de autoridade, como professores, supervisores, oficiais e líderes espirituais, conforme ensina a Bíblia em Romanos 13:1-7; 1 Pedro 2:13,18; 3:1 e Hebreus 13:17).

quinta-feira, 14 de março de 2013


“Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te”. Deuteronômio 6:7

A Bíblia deixa claro que é responsabilidade dos pais  ensinar a Palavra de Deus aos seus filhos para que eles aprendem o caminho certo e dele não se desviem quando tiverem escolha. Ninguém escolhe sem conhecer. Os pais também não podem se esquecer de devem governar bem a sua casa, criando os filhos com disciplina, de modo que esse controle gere respeito e não medo, conforme ensina o apóstolo Paulo em 1 Timóteo 3:4-12 “E que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito”. Sobretudo, os pais precisam levar os filhos a Cristo, por essa razão  Mateus 19:13-14  nos apresenta essa passagem do próprio Cristo: “Trouxeram-lhe, então, algumas crianças, para que lhes impusesse as mãos e orasse.” Quando Ele impõe a mão sobre nossos filhos, não há força do mal que impere. Quando os pais exercitam a verdadeira autoridade, de forma responsável e amorosa, eles não deixam de falar-lhes sobre os juízos de Deus “Narrai isto a vossos filhos, e vossos filhos o façam a seus filhos, e os filhos destes, à outra geração.” (Jl 1.3) e de falar-lhes sobre os grandes feitos de Deus, assim como fez o salmista “Não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do SENHOR, e o seu poder, e as maravilhas que fez.” (Salmos 78:4). E, assim, testemunhando o que Deus é, cabe aos pais ordenar aos filhos que obedeçam a Deus, tal qual ensinou Moisés em Deuteronômio 32: 46 “disse-lhes: Aplicai o coração a todas as palavras que, hoje, testifico entre vós, para que ordeneis a vossos filhos que cuidem de cumprir todas as palavras desta lei.”  Abençoar os filhos é também uma tarefa amorosa dos pais  “E abençoou a José, dizendo: O Deus em cuja presença andaram meus pais Abraão e Isaque, o Deus que me sustentou durante a minha vida até este dia.” (Gênesis 48:15). Orar pelos filhos, apiedando-se deles “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece dos que o temem.” (Salmos 103:13) e zelando por seu bem-estar espiritual (1Crônicas 29:19) “E a Salomão, meu filho, dá coração íntegro para guardar os teus mandamentos, os teus testemunhos e os teus estatutos, fazendo tudo para edificar este palácio para o qual providenciei”. Mas é preciso ressaltar que a Bíblia ensina que se deve orar sempre, como exorta Paulo em  1Ts 5:17 “Orai sem cessar.” 

quarta-feira, 13 de março de 2013





"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele" (Provérbios 22:6)

A palavra de Deus é a maior herança que os pais podem deixar para seus filhos, pois assim está escrito: “Porque esta palavra está mui perto de ti, na tua boca e no teu coração, para a fazeres”. (Deuteronômio 30:14). Mas precisamos saber que o bom relacionamento entre pais e filhos é fundamental para que a Palavra do Senhor seja inculcada em suas mentes. Jamais podemos esquecer que o maior exemplo para os filhos  são os próprios pais. Portanto, pais tementes a Deus saberão passar esse amor aos seus filhos. E a criação e educação dos filhos pressupõe uma grande responsabilidade. Os pais foram investidos pelo Senhor para esse compromisso e cabe a eles promover a educação dos filhos segundo o coração de Deus, pois é inconcebível criar filhos para servir ao mundo. Infelizmente, muitos pais têm negligenciado esse compromisso e essa responsabilidade e tem delegado a educação de seus filhos a pessoas que não tem o temor de Deus. Os resultados dessa negligência são a rebeldia, a desobediência, a falta de amor a Deus e a brecha que se abre para que os filhos se apeguem aos costumes do mundo, deixando os caminhos do Senhor. 

terça-feira, 12 de março de 2013



Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá. Êxodo 20:12)

 A honra e o respeito nesta exortação de Moisés é a garantia do cumprimento de promessas na vida dos filhos que assim agem em relação aos seus pais. Por isso  também o apóstolo Paulo se pronunciou ratificando esse mandamento em Efésios 6:2: “Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa”. Deus não entregaria essa promessa em vão. Ele certamente tem um propósito com isso e Sua vontade é que os filhos tenham uma alta estima pela sabedoria e experiência de seus pais. Quando os filhos têm admiração pelos pais, é fácil respeitá-los e honrá-los, pois o  respeito advém de uma atitude interior de reconhecimento e estima pela função dos pais. Esse respeito se manifesta pela forma cordial, amável e atenciosa com que os filhos tratam os pais. Filhos que tratam os pais com desdém, com hostilidade ou grosseria jamais podem se apresentar a Deus esperando que sejam agraciados com o respeito que não devotam aos seus genitores. Honrar os pais é o primeiro mandamento com promessa, afirma o apóstolo e quem o cumpre pode ter a segurança de que será próspero e terá longa vida. 

segunda-feira, 11 de março de 2013



Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. (Efésios 6:1)


A Bíblia é um completo manual para nos instruir em todas as áreas da vida, principalmente na vida familiar. Ela instrui aos pais como devem se comportar com seus filhos, e aos filhos como obedecer aos pais. Em vários trechos, no livro de Provérbios, Salomão enfatiza que “O filho sábio alegra a seu pai, mas o filho insensato é a tristeza de sua mãe”. (Provérbios 10:1; 15:20; 17:25). Não foi por acaso que o apóstolo Paulo escreveu alertou-nos que nos últimos dias o diabo induziria os filhos à desobediência aos pais. Vemos em todos os ambientes, e em especial na mídia que a maneira como os jovens pensam e agem tem muito a ver com a influência deste mundo e está na direção contrária ao que ensina a Palavra de Deus. Mas Ele quer que os jovens conheçam seu papel como filho dentro do propósito de Deus para a família. A obediência e submissão aos pais   é um mandamento do Senhor, não é opcional, mas deve vir do coração. Deve ser fruto de uma ação voluntária. Deus declara que é justo os filhos obedecerem aos seus pais e por isso Ele se agrada dessa atitude, rejeitando qualquer forma de rebeldia. Foi a rebeldia que levou satanás  a criar um reino do mal. Ela não pode produzir nada de bom e foi ela a responsável por conduzir a Humanidade  a uma degradação. 

domingo, 10 de março de 2013




Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão. Salmos 127:3-4

Os filhos são herança do Senhor garante o salmista. E sendo um presente de Deus os pais devem, em obediência à sua palavra zelar para que sejam cuidados e aperfeiçoados conforme a Sua vontade. Para isso devem devotar aos filhos total disponibilidade, ensinando-lhes a Palavra de Deus em todo o tempo, como ordena Deuteronômio 6:7 “E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te”. Os pais que servem ao Senhor não podem deixar de atenta para o que orienta o apóstolo Paulo em Efésios 6:4 “E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor”, pois interagindo com eles de forma verdadeira, deixando claros os papeis segundo a vontade de Deus, certamente passarão com firmeza e amor os ensinamentos sobre as Escrituras, a visão bíblica do mundo, para que os filhos criados debaixo da graça e do amor de Deus estejam firmes quando as tempestades vierem, “Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pôs uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para que a fizessem conhecer a seus filhos; Para que a geração vindoura a soubesse, os filhos que nascessem, os quais se levantassem e a contassem a seus filhos; (Salmos 78:5-6). Moisés exorta os pais a agirem dessa forma afirmando em Deuteronômio 4:10 que “O dia em que estiveste perante o SENHOR teu Deus em Horebe, quando o SENHOR me disse: Ajunta-me este povo, e os farei ouvir as minhas palavras, e aprendê-las-ão, para me temerem todos os dias que na terra viverem, e as ensinarão a seus filhos”. É dessa forma que os pais ajudarão aos filhos a desenvolver habilidades e descobrir seu potencial, sabendo que a disciplina é uma bênção na vida de quem a aprende e que os filhos criados no temor do Senhor e aprendendo a honrar e a respeitar os seus pais terão vida longa e prosperarão porque assim diz o Senhor por intermédio de Moisés em Deuteronômio 5:16Honra a teu pai e a tua mãe, como o SENHOR teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias, e para que te vá bem na terra que te dá o SENHOR teu Deus”.  Mas, antes de ensinar, os pais devem ter em mente que o exemplo com integridade é fundamental, pois  vivendo de acordo com o que ensinam, encontrarão nos filhos um seguidor, cientes de aquele que o exemplo vale mais do que mil palavras.

sábado, 9 de março de 2013


“Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?” Isaías 49:15a


O papel de mãe é uma honra dada por Deus às mulheres que, ao contrário do que muitos pensam, têm uma grande importância para o Criador. Enquanto a sociedade, apesar de todo movimento de estimulo à igualdade de gêneros, tem depreciado a mulher e a colocado, sob o falso discurso da igualdade, em condição de objeto descartável. Mas a mãe, no ponto de vista bíblico é exaltada e reverenciada. É o papel muito importante que o Senhor escolhe para dar a muitas mulheres. Todo homem, até mesmo o Senhor Jesus na sua humanidade, é nascido de mulher. Não há como contestar essa importância. Em nenhum momento afirma ou ordena que todas as mulheres devam ser mães. Contudo, ela exalta esse papel, como vemos na passagem de Gênesis 30:22: “E lembrou-se Deus de Raquel; e Deus a ouviu, e abriu a sua madre”. Por essa razão a Bíblia diz que aquelas que o Senhor abençoa e se tornam mães devem tomar seriamente tal responsabilidade, pois as mães têm um papel único e importante nas vidas de seus filhos. E essa tarefa não se encerra com o fim da gravidez.  O  papel da maternidade deve se transformar e se desenvolver, o amor, cuidado, educação e encorajamento que uma mãe dá nunca devem terminar. Maria acompanhou Jesus até a Cruz, ainda que tivesse dado a Ele a autonomia necessária para exercer Seu ministério. Filhos têm vida própria, mas aqueles que têm o amparo dos pais seguem seu caminho com mais facilidade. A Bíblia não fala de José, pai de Jesus, mas a presença de Maria, sua mãe, é apresentada desde o nascimento, no episódio do primeiro milagre e na caminhada do Senhor. Isso não significa que a figura do pai não teve importância, podemos entender que a marca do pai já estava impregnada na vida do Filho. José era um homem integro, trabalhador e honrado e, além disso, teve a sensibilidade do Espírito para fazer seu papel na Sagrada Família e amou a sua mulher e aos seus filhos como a Palavra de Deus ensina. Todavia, o papel de mãe foi extremamente reconhecido e exaltado sobremaneira. Por isso, as mães não devem ouvir os ruídos do mundo e agir como se fossem apenas um objeto na sociedade atual. As mães continuam fazendo parte de real importância no Plano Divino. 

sexta-feira, 8 de março de 2013




“Mulher virtuosa, quem a achará?” Provérbios 31:10

Enquanto o mundo exalta a mulher sexy e de beleza exterior, Deus exalta a mulher virtuosa e a honra sobre todas as demais. Vamos notar que essa mulher virtuosa, um misto de dona de casa, esposa, e serva de Deus, tem origem no relacionamento com seu par. Ela tem força própria, identidade marcante, contudo não seria virtuosa sem o relacionar-se com Deus e com o seu marido. Essa mulher virtuosa estrutura a sua família justamente porque completa o seu esposo sem precisar competir com ele. Ela é uma companheira, cheia de força para o trabalho, para a vida, e de conselhos, porque está ligada ao Senhor e Nele tira sua força. Vemos que o conceito Bíblico de mulher virtuosa é oposto ao conceito do mundo. As mulheres exaltadas por Deus não estariam expostas na mídia, nem figurariam entre as 10 mais de alguma revista, pois Deus não enfoca a aparência, a imagem sensual, superficial e cheia de apelos ao pecado. o que torna uma mulher virtuosa diante de Deus e dos homens sensatos é o caráter, a maneira de agir, uma riqueza inestimável, “maior que o de todas as jóias preciosas” PV 31:10.  A mulher virtuosa é confiável,  “O coração do seu marido confia nela, e não lhe haverá falta de lucro” (Prov. 31:11). Não vive de trapaças e mentiras, mas tem a sua vida firmada na verdade e por andar na verdade, é fiel sempre. Ela é do bem e faz o bem. “Ela lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida” (Prov. 31:12).  A mulher virtuosa não é preguiçosa. “Ela busca lã e linho, e trabalha de boa vontade com as mãos” (Prov. 31:13). Ela é guerreira, e tem disposição para lutar por seus sonhos. Todas as tarefas que realiza faz sem murmurações e lamento. Por isso nada lhe falta. Ela é forte e nada destrói a sua fé. “Cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços” (Prov. 31:17). É ungida e nunca deixa faltar o óleo da unção de Deus em sua vida. “Prova e vê que é boa a sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite” (Prov. 31:1). Ela não permite que a chama do Espírito Santo se apague em sua vida, em seu coração, ainda que viva momentos difíceis não deixa de buscar a Deus, de manter firme a sua aliança com o Senhor. A mulher virtuosa atrai as bênçãos do Senhor e, vive de acordo com a Palavra de Deus, por isso seu casamento é abençoado. Assim, tudo o que seu marido faz também é coroado de bênçãos. 

quinta-feira, 7 de março de 2013



"Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos" (Provérbios 14:1).


Em outras palavras, Deus, por intermédio de Salomão está nos dizendo que a mulher precisa ter qualidades, das quais, depende o sucesso do seu lar. A mulher sábia atrai as bênçãos do Senhor e, vivendo de acordo com a Palavra de Deus, seu casamento é abençoado. Assim, tudo o que seu marido faz também é coroado de bênçãos. Vemos que os lares mais felizes e abençoados são aqueles em que a mulher exerce seu papel com um espírito de contentamento e gratidão. A mulher sábia tem a confiança da sua família, o respeito de seu esposo e não usa a crise como desculpa. Ela age em prol de sua família que com ela pode contar sempre. A mulher sábia não é serena e encontra caminhos na crise porque crê e espera no Senhor. A mulher sábia confia seus filhos e marido apenas a Deus. Ela coloca os filhos e o marido nas mãos de Deus, porque confia nas promessas de Deus e tem Jesus como convidado para o seu casamento e sabe que só Ele pode transformar água em vinho.  A beleza e a juventude são passageiras, mas a sabedoria com o tempo tende a aumentar, por essa razão a mulher, em vez de cultivar apenas os valores fugazes, deve se dedicar a desenvolver cada vez mais a sabedoria, pois será reconhecida diante de Deus e dos homens como bem aventurada. 

quarta-feira, 6 de março de 2013





Porque o Senhor foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade..." (Malaquias 2:14).


 Aliança é símbolo de um compromisso e não um adorno para os dedos, de tal forma que não pode ser trocada, ou retirada ao sabor das circunstâncias. Mas compromisso é uma palavra que parece fadada a ser excluída do vocabulário de nossa sociedade corrompida. Contudo não pode, em hipótese alguma, ser esquecida no campo semântico dos cristãos.  Aliança é voto de honra, pois tem Deus como testemunha e pressupõe compromisso, ainda que os tempos sejam maus. O cristão que não sabe honrar seus compromissos desonra o nome de Deus. Independentemente da pompa e da circunstância que envolve a celebração de uma união, o que deve estar em evidência é o compromisso assumido diante do outro e, sobretudo, diante de Deus. Quem não tem compromisso não pode ter crédito, não pode ser visto com honra porque muda ao sabor dos ventos e não tem estabilidade. Infelizmente, hoje em dia, mesmo dentro das igrejas, isso parece ser mais comum do que imaginamos. Se não honramos nossos compromissos com as pessoas, agimos de igual modo com Jesus. Aliança significa morte à vida independente e quando estabelecemos uma aliança deixamos de lado a nossa vontade para nos integrar à vontade da pessoa a quem nos aliamos. O “Eu” deixa de existir para dar lugar ao “Nós”.

terça-feira, 5 de março de 2013




Cada um temerá a sua mãe e a seu pai. (Levítico 19:3a)

A Bíblia não menospreza a posição da mãe, apesar de dar ao pai a posição de cabeça. Tanto é que  é que dá muita ênfase à influência das mães colocando-a na condição de honra. Maria, mãe do Salvador é o maior exemplo disso, além de outras mulheres que, sendo mães foram destacadas em suas funções. Moisés deixou registrado nos livros de Levítico e de Êxodo a obrigação de honrar as mães. Foi à mulher a quem Deus atribuiu a sublime responsabilidade de procriar. A maternidade foi planejada por Deus também como forma de colaborar no Seu plano para a salvação dos seus filhos, que também são um dom da parte de Deus. Ser mãe é uma dádiva e uma grande responsabilidade, por isso a mulher mãe não pode abrir mão jamais de ser a orientadora de seus filhos. Em Efésios 6, Paulo ensina que o pai deve ser o supervisor da disciplina e da instrução dos filhos. Mas, destaca que é a mãe, na função de auxiliadora, quem aplica os princípios sobre os quais os dois se acham de acordo, participando assim ambos da tarefa da criação dos filhos. Por isso deve exercer sua função com amor e persistência. Na sociedade atual a mulher tem ficado cada vez menos em casa e tem dividido cada vez mais a função de prover a casa ao lado ou em lugar do pai. Mas isso não é razão para que abdique de sua função original determinada por Deus. Os filhos criados sob a orientação persistente e amorosa de uma mãe que busca inspiração e sabedoria em Deus, virão a ser o sal da terra, terão testemunhos e ideais cristãos e não se desviarão dos caminhos do Senhor. O amor de mãe é o sentimento mais próximo do amor de Deus, conforme o homem conhece. Através da paciência, do amor e de treinamento, a mãe cristã tem a grande responsabilidade e dever de apresentar seus filhos a Deus e colocá-los à disposição dos interesses do Reino de Deus.