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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011


Porque em esperança fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará? Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o esperamos. (Romanos 8:24-25)


Amado(a), o apóstolo Paulo nos lembra que a fé deve ser o alicerce da esperança, pois ela é a certeza daquilo que os olhos humanos não podem vislumbrar. Nela está a diferença entre crer no que está posto e esperar pacientemente pelo que não se pode ver, mas é promessa do Senhor. Isto é confiança Naquele que tudo pode. Agir dessa forma é não limitar a ação de Deus. Aquele que diz que crê, deve saber esperar, ainda que as coisas pareçam difíceis, “Porque certamente acabará bem; não será malograda a tua esperança”, testemunha o sábio em Provérbios 23:18. Paulo nos ensina a esperar com paciência na tribulação, a enxergar a tempestade com os olhos da fé, pois todos estamos sujeitos a ela. A diferença está em como agimos diante da tribulação. Conhecendo quem tem a mão no leme, sabemos em quem confiar. Devemos pois, fazer coro com as palavras do profeta Jeremias em Lamentações 3:21: “Disto me recordarei na minha mente; por isso esperarei” e seguir as orientações do apóstolo Paulo em Romanos 12:12 “Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração”. Amado(a), não importa qual seja a tempestade pela qual está passando, saiba que o nosso Deus tem o controle e se colocamos Nele a nossa confiança não há o que temer. Resta-nos esperar, abrindo o nosso espírito para a ação de Deus. “Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo”. (Romanos 15:13)

Graça e Paz!

domingo, 27 de fevereiro de 2011


Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida. O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. (Salmos 30:5 )

Amado(a), a Bíblia ensina que há tempo para tudo nesta vida e que sábio é quem aproveita os obstáculos e infortúnios para crescer, sem abalar a fé e sem abandonar os princípios cristãos. Jesus não nos prometeu dias sem lutas, ou uma vida sem problemas, mas disse que estaria conosco em qualquer circunstância. Quando passamos pela dor e fazemos da palavra nosso lenitivo, não evitamos as suas conseqüências naturais, mas nos tornamos fortes e firmes. Quando o salmista diz “O Senhor é o meu pastor e nada me faltará” (Salmos 23:1), ele está firmando que em Deus pode suportar todas as coisas. “Nada” faltará. Nesse mundo não faltam sofrimentos, não faltam lutas, não faltam problemas, desacordos e muitos males, porque o homem abriu mão do paraíso pela desobediência. Enquanto vivermos aqui, esse é o cenário e nele temos que nos situar. Estando no mundo sem compactuar com o mundo é certo que sofreremos, mas a condição dada a àqueles que escolheram fazer parte do Reino de Deus é que passarão pelas lutas com o General à frente.
Graça e Paz!

sábado, 26 de fevereiro de 2011


Porque assim diz o SENHOR Deus, o Santo de Israel: Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranqüilidade e na confiança, a vossa força, mas não o quisestes. (Isaías 30:15)


Amado(a), observe que o profeta está nos mostrando qual é o caminho da salvação e como esse caminho se apresenta aos nossos olhos. Quem anda por ele encontra a tranqüilidade suficiente para viver até mesmo as agruras e dificuldades que circunstancialmente se apresentam. Encontra a força que não vem de si mesmo, mas do Senhor que tudo pode e para quem não há impossíveis. Mas aquele que, contrariando os ensinamentos prefere seguir os próprios passos, as suas visões e desejos, por mais que se sinta satisfeito logo se sentirá frustrado ou na expectativa de outra sensação que venha preencher-lhe o vazio que a falta de Deus provoca em sua vida. quem anda por fé, quem não se insubordina aos princípios ou às orientações de seus líderes, ainda que insatisfeito temporariamente, sente paz em seu coração e segue tranqüilo na certeza de que terá não só a vitória, mas que vindo do Senhor, não há mão humana, nem principado que a retire.
Amado(a) a nossa certeza não é passageira, nossa fé não pode ser inconstante, pois nosso Deus é o mesmo de sempre e se Ele nos prometeu nada, nem ninguém poderá revogar Seu decreto. A única pessoa que pode abrir mãos disso é você, quando age na contramão do que diz o profeta Isaias. Converter é voltar-se para Deus. É sair do seu lugar de pecado e se permitir ser transformado. Aí, sim, basta sossegar e esperar em Cristo.

Graça e Paz!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011


“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas. 6:7).
Amado(a), “cada um colhe aquilo que semeia”, ou: “quem planta, colhe”, ensina a velha e boa sabedoria popular. O que é reforçado pela Bíblia também. Tudo o que plantamos aqui na terra um dia colheremos. È a famosa lei da colheita segundo a semeadura.
Todos os dias acontece algo em nossa vida, fruto de alguma semente que em algum momento semeamos. Paulo em II Coríntios 9:6 ensina: “E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará.
O sábio reforça, em Eclesiastes 11:6 “Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão igualmente boas”.
Entretanto, devemos saber que, neste mundo dominado pelo maligno, mesmo plantando a boa semente, muitas vezes a má semente plantada por outros pode ter a mesma aparência daquela boa semente plantada. É na colheita que os frutos serão revelados. Por isso a Bíblia no exorta a buscar o discernimento para não sermos enganados. Como nos mostra Mateus 13:25 na parábola do joio e do trigo. “Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se”.
É preciso, portanto, termos cuidado com o que plantamos, pois a colheita é inevitável. Lemos diversos versículos que nos alertam para isso: Paulo nos alerta em Gálatas 6:8 “Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna”. Oséias 8:7 deixa claro “Porque semearam vento, e segarão tormenta, não haverá seara, a erva não dará farinha; se a der, tragá-la-ão os estrangeiros”. O sábio ensina em Provérbios 22:8 “O que semear a perversidade segará males; e com a vara da sua própria indignação será extinto”. E Jó 4:8 afirma “Segundo eu tenho visto, os que lavram iniqüidade, e semeiam mal, segam o mesmo”.
Mas quem semeia no espírito colhe frutos de amor e de justiça, como mostra o salmista “Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos” (Salmos 126:6). “Na velhice ainda darão frutos; serão viçosos e vigorosos”. (Salmos 92:14).
Amado(a), a Lei da Semeadura pressupõe a plantação da boa semente. Nós somos os responsáveis pelas escolhas e até mesmo pelas pessoas que nos rodeiam, pois temos o poder de plantar aquilo que queremos. Quem se cerca de pessoas do bem, cria um espaço de bem a sua volta, mas quem se cerca de pessoas insensatas, promíscuas, indiferentes a Deus ou desonestas certamente viverá em sintonia com as atitudes geradas por elas, vendo-as como espelho.
A história de Davi e Jônatas pode perfeitamente ilustrar essa lição. Eles construíram uma amizade sincera, na base da honestidade e compreensão. Jônatas, filho do rei Saul não concordava com as atitudes erradas do pai, por isso defendeu Davi em várias ocasiões, livrando-o da morte, quando o rei, seu pai, queria matá-lo.
Mais tarde, quando Davi já era rei e Jônatas já era morto, seu filho, Mefibosete, aleijado de ambos os pés, vivia isolado e pobre em um lugar distante do reino, até que o rei Davi o descobriu e restituiu-lhe a honra de um príncipe, permitindo que ele morasse no palácio do rei até o fim dos seus dias.
Vemos com isso que Jônatas plantou a semente da amizade e seu filho colheu as bênçãos da sua atitude. Não é certo que teremos a retribuição pelas mãos da mesma pessoa. Ela pode vir de onde menos esperamos, mas é certo que, se plantamos a semente do amor e das boas obras, a colheita será de excelentes frutos.

Graça e Paz!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011


“Ouvindo isso, o jovem afastou-se triste, porque tinha muitas riquezas” (Mateus 19.22).


Amado(a), esse versículo é parte da narrativa do jovem rico que se aproximou de Jesus para Lhe perguntar o que fazer para ter a vida eterna e ouviu do Mestre que deveria deixar tudo e segui-Lo. Na sequência vemos que ele pondera que tem obedecido aos mandamentos, mas não consegue se desprender das riquezas. Vemos que isso também acontece com muitos de nós. Sempre há algo ao qual nos prendemos e do qual não conseguimos desvencilhar para seguir Jesus. Pode ser os bens materiais, mas também um orgulho arraigado, um apego a algo ou a alguém que nos prende ao mundo e nos impede de fazer a vontade de Deus. Assim como o jovem rico, sabemos que nos falta algo e, mesmo conscientes dessa lacuna, não conseguimos abrir mão do que nos escraviza e nos mantém distantes da salvação. Preferimos seguir tristes e infelizes do que deixar para trás aquilo que nos impede de desfrutar uma vida com abundância e herdar o Reino de Deus, mesmo sabendo que nada daquilo a que nos apegamos pode ser levado.
Amado(a), qual tem sido a sua “riqueza” que o impede de viver plenamente em Jesus?

Graça e Paz!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011


Tudo tem seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu. (Eclesiastes 3: 1)


Amado(a), o sábio nos ensina que há tempo para tudo enquanto estivermos vivendo na Terra, onde a noção e a perspectiva de tempo é percebida pelos nossos sentidos e dificilmente compreendida por nosso espírito. Mas a Bíblia nos mostra como o tempo de Deus não corresponde ao tempo do homem natural. Somos afoitos, intempestivos, não contamos o nosso tempo com a sabedoria necessária para desfrutá-lo com sensatez. Ora gastamos tempo em coisas fúteis, inúteis que nada contribuem para nossa edificação, ora esperamos por demais para agirmos ou tomarmos uma decisão importante.
Quando o sábio afirma que há tempo para tudo debaixo do céu, ele quer dizer que enquanto estivermos aqui podemos desfrutar em uma linha temporal das situações que nos são concedidas, mas isso significa que devemos fazer as coisas tendo como meta a vida atemporal reservada para os herdeiros na eternidade. Nossa tarefa é fazer as coisas de forma sensata.
Se há tempo de plantar, há tempo de colher. Entretanto, muitos querem colher sem plantar, enquanto há outros que plantam, mas não esperam pela colheita e vão espalhar o que não plantaram em outro canto. Se há tempo de sorrir e tempo de chorar, isso quer dizer que devemos ter equilíbrio para saber que nem o chora, nem a alegria duram para sempre e que podemos passar por esses dois extremos aprendendo as lições que as circunstâncias nos oferecem.
Quem sabe suportar a dor com resignação e espera com paciência a promessa de que nossas lágrimas serão secadas, certamente valorizará as bênçãos. Mas aquele que colhe frutos verdes, sentirá o sabor amargo de suas decisões impensadas.
Por isso, amado(a), se quer viver plenamente cada dia na Terra, com vistas a habitar onde o tempo não é contado na linearidade humana, aprenda a desfrutar as circunstâncias com sabedoria. Mas não se esqueça de que o tempo do arrependimento é agora.

Graça e Paz!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011


“O que usa de fraude não habitará em minha casa; o que profere mentiras não estará firme perante os meus olhos.” (Salmos 101:7)


Amado(a), a Bíblia deixa claro que a mentira não pode ser uma característica daquele que pretende habitar nos céus. Ainda que o mundo diga o contrário, todas as formas de mentira são abomináveis. Isso inclui a dissimulação, a falsa aparência, “as inverdades” e as “mentiras brancas, ou inocentes”. Mentira é mentira e pronto. É isso que diz a Bíblia. Mentira é fraude e quem age dessa forma não verá a Deus. Há pessoas que não mostram sua verdadeira identidade, que representam um personagem, ou que demonstram ser quem não são conforme interesse imediato. Mas em pouco tempo deixam cair suas máscaras, pois não há como sustentar a fraude sempre. Essa forma de agir é abominável aos olhos de Deus porque está escrito “não defraudarás teu irmão” (Marcos 10:19).
O Dicionário Aurélio registra que defraudar é 1. Espoliar fraudulentamente; fraudar: /2. Privar dolosamente de: /3. Lesar dolosamente; prejudicar, esbulhar; fraudar: /4. Contrariar, iludindo com subterfúgios: /5. Iludir, desenganar; fraudar: /6. Privar fraudulentamente; espoliar.
Muitas pessoas dentro de nossas igrejas têm se encaixado em algum desses conceitos e pensam que não incorrem no pecado da mentira.
O sentido de espoliar, saquear (lesar dolosamente), utilizar-se de expediente ilícito para conseguir uma satisfação pessoal é muito mais recorrente do que se imagina. E poucos refletem sobre a gravidade e as desastrosas conseqüências de seus atos. Mentir não é apenas inventar algo sobre alguém ou sobre um fato. Quem inventa uma forma de ser que não corresponde à realidade também mente, também pratica o que Jesus ensina a não fazer em Marcos 10:19.
Quem busca os próprios interesses, sem se preocupar com o próximo age de forma desonesta. Também é considerado mentiroso quem se diz cristão, mas não obedece a Deus, por isso a Bíblia diz em 1 João 2:4 “Aquele que diz: Eu o conheço, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade.”
Mas a boa notícia é que Deus nos perdoará. Isso está em 1 João 1:9 “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”
Amado(a), se você quer mudar a sua condição, se quer habitar nos céus, tire a máscara de cristão e se permita ser transformado num verdadeiro cristão.

Graça e Paz!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011


Amarás ao Senhor teu Deus e ao próximo como a ti mesmo. (Mateus 22:35)


Amado(a), a palavra de Deus é clara, se quisermos herdar o Seu Reino temos que viver as duas vias do Senhor indicadas nesse versículo. Mas como posso amar o próximo se não me amo, se minha compreensão acerca do que seja amor é uma concepção mundana? Muitas vezes, em nome do amor tratamos as pessoas como ‘coisas’, como se elas estivessem para nos servir, em tempo oportuno e com prazo de validade. Mas o amor, segundo Deus, não é isso. É uma força motriz, não um sentimento. Um texto bíblico que pode ser uma alegoria metafórica para nos levar a entender a forma desse amor é a passagem da sarça ardente narrada em Êxodo 3:2. Vemos que Deus se manifesta em um arbusto que pega fogo, mas não é consumido. Esse é o amor de Deus: quanto mais nós amamos, menos somos consumidos. E se estamos esgotados é porque amamos pouco. Assim como a sarça queima sem se consumir, somos nós ao ativarmos o amor. Camões já dizia que “O amor é o fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É cuidar que se ganha em se perder”. Essa definição do poeta não está longe da concepção bíblica, pois o fogo do amor não queima, contudo, faz outro fogo, e a experiência do amor de Deus é feita pelo amor de um para o outro. Nessa concepção de amor, quem perde, ganha. Não há uma disputa, e todos são vencedores: quem ama e quem se deixa amar.
Contudo, amado(a) a concepção mundana de amor faz com que esse “fogo” machuque, provoque lesões e cicatrizes na vida daqueles que passaram por uma experiência negativa. Porque foram amadas erroneamente, trazem as marcas de um passado que dói.
Mas é preciso ter coragem de passar uma borracha nessas histórias e viver o amor de Deus de forma plena, lembrando que ninguém pode amar a Deus se não se ama. Nem pode ter uma experiência com Deus se não for pelo amor a si própria, pelo respeito por si mesma, como criatura feita à imagem e semelhança do Criador. Volte a gostar de você!

Graça e Paz!

domingo, 20 de fevereiro de 2011


"Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem" (Mateus 19:6).

Amado(a), o casamento é uma instituição por Deus e por isso deve ter seu inicio no relacionamento revelado e abençoado. Não pode ser apenas um contrato de conveniências, tampouco resultado de uma falta de compromisso. É preciso que seja espiritual. Eis porque para que seja abençoado não pode ser fruto de carência ou ansiedade. Quando se espera em Deus, no tempo oportuno, debaixo do consentimento Divino, Ele provê o cônjuge segundo o Seus planos. O casamento, quando realizado segundo o coração do homem nem sempre coloca como prioridade a constituição de uma família de acordo com a vontade de Deus. Paixão, gravidez, dinheiro; sexo; beleza; bem-estar; status não são os motivos que devem nortear a formação de um casal, pois estão longe da manifestação e do direcionamento Divino.
O casamento para ser santo e duradouro, necessita que Deus esteja no centro, não só nos momentos de crise, mas em todas as ocasiões. O lar deve ser consagrado a Deus e os princípios divinos devem ser o manual que regulam qualquer união. E para que haja harmonia o Senhor precisa ser entronizando Deus.
Amado(a) nenhuma união será bem sucedida se ela for firmada nos moldes do mundo. É preciso que as idéias anti-espirituais disseminadas largamente pelo diabo sejam quebradas.
É certo que “O que Deus ajuntou não separe o homem.” Mas Deus só une quem pede a Ele e quem age segundo os Seus princípios. Nem toda união procede de Deus.
Se somos nascidos de Deus, superamos o mundo por meio da fé. Isto inclui superar relações familiares inadequadas, mas temos que crer que isso pode ser feito pelo poder de Deus.
Se o casal se incumbe de praticar o plano de Deus, é possível eliminar o pecado de seu casamento. Quando se tem problemas matrimoniais, é preciso crer que Deus corresponderá à oração, pois com a ajuda de Deus não há problema que se sobreponha à bênção.
Graça e Paz!

sábado, 19 de fevereiro de 2011


Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa. (Hebreus 10: 36)

Amado(a), muito mais do que paciência esse versículo nos fala sobre perseverança. Perseverante é aquele que espera pacientemente pelo cumprimento da promessa do senhor, mesmo que ela demore mais do que o previsto. Mesmo que ela não aconteça no nosso tempo.

Mas tão certo quanto Deus é fiel para cumprir Suas promessas, é certo que não podemos alcançar as bênçãos sem obedecer a Sua vontade.Isso porque Deus nos conhece e sabe que bênçãos prematuras, sem o devido alicerce é como uma casa construída na areia. Ao menor vento ela se desfaz. Muitas vezes Deus usa as adversidades e os contratempos que retardam o cumprimentos das promessas para nos firmar e nos fortalecer. Assim, quando vier as tempestades nossa casa estará edificada na rocha. Obedecer a Deus significa permanecer firme diante da adversidade e diante do tempo.

A história de Calebe nos ensina isso. Entre tantos que esperavam, mas não perseveraram, Calebe contemplou a bênção, mas para isso permaneceu no deserto por quarenta anos. Quantos de nós vivemos no deserto, como os israelistas, dandno voltas e retomando ao mesmo lugar enquanto a terra está a metros de nosso alcance?

Calebe poderia ter dito “Senhor, eu cri, obedeci, fui fiel, porque não entrei na terra. O senhor deu a sua palavra! Nós também precisamos dizer isso ao Senhor, reivindicar Suas promessas, mas esperar e ouvir atentamente o porquê da demora. Deus fortaleceu o físico de Calebe, tornou-o longevo, para que a bênção pudesse alcançá-lo. Quando nos precipitamos para tomar posse daquilo que pensamos vir de Deus corremos o risco de que nosso coração nos engane ou de que não estejamos preparados para o que pedimos e assim colocamos a perder o que seria uma bênção.

Precisamos ter convicção do que queremos para não pedir mal e não nos arrependermos quando Deus nos entregar. Sim, Deus nós dá conforme pedimos, por isso, além de paciência e perseverança é preciso certeza, porque as bênçãos de Deus não são consumíveis ou temporárias. Mesmo que sejam bens materiais eles não vêm para nos deixar inquietos, mas para contribuir para a nossa edificação e paz

A bíblia diz: “pedi e dar-se-vos-á”. Mas não é simples pedir. É preciso saber o que pedir. Porque vinda a bênção ela não pode ser descartada como um objeto do mundo.

Amado(a), qual é a promessa de Deus em sua vida que você precisa reivindicar? Cura, restauração na família, estabilidade no emprego? Quais são os sonhos que o Senhor tem colocado em seu coração?

Calebe sabia o o que queria – o monte Hebrom. Mas ele também sabia que teria que enfrentar lutas porque ali habitavam gigantes. Muitas pessoas querem as promessas, mas não querem enfrentar as dificuldades. Ao primeiro sinal de luta, abandonam o front, e, por não perseverarem deixam nas mãos do inimigo o que reivindicaram.

Muitos, em vez de confiar que Deus estará a frente, quando as lutas vierem, se não se afastam, dão um jeitinho, entram por atalhos conseguir o que querem.

Amado(a), precisamos saber que Deus cumpre Sua a sua promessa! Não podemos julgá-Lo pelos nossos procedimentos. Nós somos imaturos, infiéis e inconstantes. Mas Deus é fiel e cumpre a Sua promessa, e quando isso acontece vem paz sobre a terra, vem paz sobre a nossa vida. Por isso não tenha dúvidas: aquilo que vem de Deus permanece e não traz inquietações, ainda que venha com lutas. O nosso General não perde a batalha e a convicção da vitória já nos deixa em posição de vantagem. É tempo de requerer o nosso Hebrom. É tempo das promessas de Deus se cumprirem. Você tem feito a sua parte?

Graça e Paz!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011


Pois tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes seus raciocínios se tornaram fúteis, e seus corações insensatos se obscureceram. (Romanos 1:21)


Amado(a), com este trecho proferido pelo apóstolo Paulo podemos refletir sobre o quanto somos insensatos, porque, depois de conhecer a Deus, de saber o quanto Ele é bom e nos acolhe como filhos, deixamos sua orientação e nos arvoramos em nosso próprio entendimento. Deus não erra. Isto é certo. Entretanto, julgamos que, quando Ele não atende aos nossos pedidos no momento em que os fazemos, Ele não está atento aos nossos interesses e por isso agimos por nossa conta e risco. Mas não demoramos a saber que o risco assumido traz conseqüências e elas não podem ser atribuídas ao azar, ou ao fato de que Deus não nos atende. Ele sabe a hora certa e está pronto a nos abençoar, mas nem sempre sabemos o que é melhor para nós e não raras vezes enfiamos os pés pelas mãos. Isso pode acontecer em várias áreas de nossas vidas, principalmente no campo das emoções. Nossa intempestividade nos leva a enxergar apenas o que nos interessa de imediato e não calculamos as conseqüências. Às vezes é melhor esperar, mas julgamos que esperamos demais. Preferimos correr o risco da decepção que não tarda e colher os frutos verdes, sem nos dar conta de que não compensa a desobediência.
Amado(a), quando o Senhor tem o controle de nossas emoções nossos passos são seguros. Pense nisto antes de tomar qualquer decisão!

Graça e Paz!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011




Pois tu, Senhor, és bom, e pronto a perdoar, e abundante em benignidade para todos os que te invocam. Salmos 86:5



Amado(a), temos uma tendência e ir empurrando nossas decisões mais importantes e a agir intempestivamente sem medir as conseqüências de nossos atos. Agimos com a impulsividade de Pedro ao cortar a orelha do soldado e nos escondemos quando somos confrontados com nossos erros e omissões. Mas, se conhecemos bem a palavra de Deus, sabemos que Ele é misericordioso e justo e assim como soube compreender, aceitar e transformar a natureza de seu apóstolo, assim como de tantos outros homens também atentará para as nossas fraquezas e nos redimirá. Entretanto, precisamos ter a humildade de reconhecer nossas falhas e de pedir perdão ao Pai e àqueles a quem ferimos. Precisamos proceder como nos ensina Paulo em Hebreus 4:16 “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno”. Não precisamos esperar o final do ano para fazermos um balanço de nossas vidas e promessas de mudanças no ano seguinte. O tempo é agora. Não importa se já passaram dois meses, o ano começa para nós no momento do arrependimento e da retomada de posição. Se você está distante da casa de Deus, volte! Se está em atrito com seu irmão, com seu cônjuge, com seus colegas, reconstrua seu relacionamento enquanto há tempo.
Jesus espera de você uma atitude que não pode mais ser adiada. Ninguém sabe a hora em que Ele voltará. E quando isso acontecer não haverá tempo para administrar orgulhos teimosias e indiferenças.
Esse é o recado do Senhor para aqueles a quem chama de filho. Você é um deles?


Graça e Paz!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011


No caminho da sabedoria, te ensinei e pelas veredas da retidão te fiz andar. Em andando por elas, não se embaraçarão os teus passos; se correres, não tropeçarás. (Provérbios 4:11-12)


Amado(a), como você reage diante de um insulto, de uma fechada no trânsito, de uma agressão, de um xingamento? Muitas vezes nosso temperamento se exalta e nossa reação fica fora do nosso controle. Mas para que não haja descontrole, Jesus deve ser o Senhor de nossas reações, para que possamos reter nossos instintos, segurar nosso ímpeto, Jesus deve ter o domínio de nossas atitudes. Essa é a atitude mais sábia que podemos tomar diante daquilo que nos surpreende. As ações podem ser premeditadas, concebidas, e planejadas em nossa mente, mas as reações não são assim, pois elas são posteriores as ações, e são reflexos da nossa forma de sentir as ações que nos sobrevêm. Tanto o controle de nossas ações quanto de nossas reações deve estar sob o domínio de Jesus, se quisermos ser bem sucedidos em tudo o que fizermos. Quando Jesus é o Senhor, não tomamos atitudes precipitadas, não agimos por impulso, não reagimos de forma destrutiva ou impaciente. Essa forma de agir certamente nos prejudicará e marcará negativamente e para sempre nossa vida e nosso futuro. Eis porque devemos seguir o conselho do salmista quando diz: “Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará” (Salmos 37:5).

Graça e Paz!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011


O coração do homem traça o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos. (Provérbios 16:9)


Amado(a), Jesus tem de ser o Senhor das nossas intenções, porque elas estão ligadas aos propósitos de nosso coração, aos nossos desejos. São as intenções que determinam as nossas ações. Elas são a força que faz com que alguém tome uma atitude, ou seja, é pela intenção que somos motivados a fazer algo.
O que diferencia a intenção do sonho é que o sonho está relacionado, ao imaginário, são projeções que nem sempre serão. Já a intenção está fortemente ligada à ação, a concretização, é o último passo antes da realização. E é neste ponto que reside um grande perigo, o pecado é gerado na intenção. Eis porque Jesus deve estar no controle de nossas intenções, das motivações que nos levarão a agir, a executar uma ação em relação a algo ou alguém.
Se nossas intenções forem santificadas, nossas ações também serão. Infelizmente as pessoas têm se deixado contaminar por más intenções e acabam executando ações que maculam o evangelho de Cristo. É preciso passar pela peneira do Senhor os nossos projetos para antes sabermos se estão dentro dos propósitos de Jesus, se é santo, correto, justo, se irá promover o bem das outras pessoas.
Para isso é bom ouvir os conselhos dos líderes e colocar em prática as orientações recebidas, para evitarmos um mau passo, porque toda escolha insensata traz sofrimento, e conseqüências. Precisamos que Deus nos guie, pois a sabedoria e conhecimento estão NEle que vê além do que os nossos olhos podem ver.

Graça e Paz!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011


O coração do homem traça o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos. (Provérbios 16:9)


Amado(a), nossa condição de criatura nos permite duas opções: a de sabermos muito bem o que queremos da vida, pautando-nos no guia infalível que é a Bíblia, ou de ficarmos perdidos, sem saber o que será de nossa vida e do nosso futuro. É importante saber que ambas as situações são transitórias, ou seja, pode mudar a qualquer momento, tanto para um lado quanto para o outro, mas é imprescindível nos darmos conta de que Jesus deve ser o SENHOR da nossa existência.
Não importa o que esteja acontecendo, Jesus deve estar no controle, tanto nas horas boas quanto nas horas difíceis. Enquanto teimamos em segurar o leme de nossas vidas e não deixamos que Jesus seja o comandante, continuaremos na segunda condição.
Jesus tem de ser Senhor de nossos sonhos, pois eles são o início de tudo que pretendemos construir. São eles que nos motivam a agir e norteiam nossas obras, por isso é por eles que Jesus tem de começar o Seu senhorio em nossas vidas.
Se nossos sonhos não estiverem dentro da vontade do Senhor, nada irá se concretizar, e se acaso esses sonhos vierem a se materializar, certamente, não nos trará a felicidade e a paz esperada, porque quando Jesus não está no centro dos nossos sonhos, nada faz sentido.

Graça e Paz!

domingo, 13 de fevereiro de 2011


Tiago diz que “aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar” (Tiago 1:25).


Amado(a), o Sermão da Montanha, como ficou conhecida a ministração do Mestre aos seus discípulos no alto do monte, é o mais conhecido, menos entendido e menos praticado de todos os ensinamentos de Jesus.
Cristãos e ímpios têm tratado de forma negligente esses princípios e não se dão conta de que, assim como anunciou Mateus na introdução de seu Evangelho, o Sermão da Montanha é "o evangelho do reino" (Mateus 4:23). Não é simplesmente a exposição da lei e, pela sua natureza é evidente que suas bênçãos e princípios éticos não são atingíveis pelos não convertidos. Como deixou claro o evangelista: é um sermão destinado aos cidadãos do reino. Quem não vive a palavra no sentido atribuído por Jesus não alcança o significado desta lição, porque é sobre a salvação, e não sobre a reconstrução social que Jesus fala, portanto, quem não tem como meta a salvação e a cidadania no Reino dos Céus jamais poderá entendê-lo.
Algumas pessoas entendem o Sermão como um código moral importante, mas que não precisa necessariamente ser colocado em prática e, portanto, total e tolamente separado da cruz ou de um Cristo divino. Para muitos ele é apenas um tratado para recompor uma sociedade de uma época remota com problemas sociais. Ainda hoje vivemos problemas morais e sociais semelhantes ao do período em que Jesus exerceu seu ministério e embora muitos acreditem que a aplicação dessa lição seja impossível num mundo pecaminoso, para os interessados em ser cidadãos do céus não há como separar a vida em dois campos, um pessoal, e outro social. A ética ensinada no Sermão da Montanha não é destinada apenas a conduzir os relacionamentos pessoais, mas também para ser aplicada em todas as áreas da vida.
Não dá para separar o que interessa e o que não interessa na palavra de Deus e parar o evangelho para ajustá-lo ao nosso estilo de vida.
Assim como os fariseus da época tinham conseguido manipular o significado da lei mosaica, o fariseus atuais querem que o evangelho seja visto como um texto adaptável ao mundo. Por isso devemos atentar para o significado desse sermão que define a própria essência do reino do céu. Se ouvirmos e praticarmos esses ensinamentos nossas vidas poderão ser transformadas, nossos espíritos revigorados e nossas almas salvas. É disso que nos fala Tiago no texto em epígrafe. O evangelho de Jesus é o evangelho de liberdade, não contraria a lei e nos conduz ao Reino. Mas atenção: aqui se inclui os que ouvem, praticam e perseveram. Não os negligentes. De que lado você está?

Graça e Paz!

sábado, 12 de fevereiro de 2011


E disse Jesus: Alguém me tocou, porque bem conheci que de mim saiu virtude. (Lucas 8:46)


Amado(a), parece óbvio e inevitável que, no meio de uma multidão que se espremia para chegar perto de Jesus, várias pessoas O tocassem. Assim essa observação também pode soar estranha. Mas se refletirmos sobre o sentido dela vamos compreender que Jesus não falava de um mero esbarrão, ou de um toque espontâneo. Jesus falava de um toque profundo capaz de lhe extrair virtudes. Quantas vezes cruzamos com várias pessoas no nosso trabalho, em ocasiões sociais ou até mesmo na Igreja que congregamos e muitas delas continuam anônimas, ou sequer notamos suas presenças. Quantas pessoas convivem conosco, esbarram em nós de várias formas e não modificam nossa forma de ser. Entram e saem de nossas vidas sem nos tocar. Mas há pessoas que nos tocam de tal forma que depois de passar por nós provocam uma reação e depois disso não somos mais os mesmos. Isso foi o que ocorreu com aquela mulher depois de tocar em Jesus. Ele percebeu que foi tocado e ela foi transformada por Seu toque. Jesus não falava de um encontro casual que não deixa marcas, mas de um encontro que provoca mudanças e libera virtudes.

Amado(a), você pode dizer que seu encontro com Jesus foi capaz de extrair virtudes ao ponto de ter sua vida transformada, ou você simplesmente esbarrou no Senhor, como mais um na multidão? Aquela mulher foi curada de um mal que lhe incomodava há vários anos porque ela verdadeiramente conseguiu tocar no Senhor, por isso se libertou. Você pode se considerar liberto do mal depois que teve um encontro com Jesus ou ainda carrega o peso das conseqüências do pecado, mesmo depois de ter esbarrado em Jesus?

Graça e Paz!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011


“Disse-lhe o seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.”(Mateus 25:21)


Amado(a), além da promessa de vida eterna, ao Seu lado, se assim escolhermos, Deus nos deu o direito de desfrutar os bens da terra. Contudo, devemos saber que não somos os donos, mas, mordomos daquilo que Ele permite que desfrutemos. De igual forma somos também mordomos de nosso corpo, enquanto nosso espírito não volta ao Criador, conforme nos ensina Paulo em 1 Coríntios 6:19-20 “Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possuís da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a Deus no vosso corpo.” Nosso corpo é templo do Espírito, que só habitará nele se formos dignos de recebê-Lo. Portanto, amado(a), não podemos fazer como as pessoas do mundo, agindo e apregoando que somos donos de nosso corpo e por isso temos de direito de fazer o que bem entendermos com ele. Sob essa alegação, abortos são praticados, prostituição, sodomia e homossexualismo são justificados. Entretanto, a Bíblia é bem clara: somos criaturas e feitos filhos pelo sacrifício de Jesus. Eis porque não temos poder sobre nossas vidas, ainda que tenhamos a liberdade de escolha.
Por essa condição temos que responder e devemos estar cientes de que as conseqüências de nossas opções e atitudes serão imputadas a nós. Se temos o direito de desfrutar o que Deus preparou para nós nesta terra, também precisamos saber que como mordomos temos que prestar contas do que fazemos com nosso corpo, nossa vida, nossos bens. Lembremos o que disse o sábio em Eclesiastes 5:19 “E quanto ao homem a quem Deus deu riquezas e bens, e poder para desfrutá-los, receber o seu quinhão, e se regozijar no seu trabalho, isso é dom de Deus.”

Graça e Paz!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011


Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. (Isaías 40: 29)


Amado(a), enquanto estivermos no mundo a dor e o sofrimento são inevitáveis, mas podemos passar por eles, aprendendo e nos fortificando. O profeta Isaias declara qual é a fonte coragem a qual devemos buscar, quando atravessarmos momentos de luta. Deus nos anima e nos fortalece para que possamos vencer a dor e o sofrimento. A Sua Palavra nos dá força e ânimo, ela multiplica nossas forças. Lemos em Isaías 41: 10 “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel”. A Palavra de Deus nos renova porque quem conhece a Deus verdadeiramente sabe que Ele nos conhece e vê o nosso sofrimento. Em Êxodo está escrito 3: 7-8:
“Disse ainda o SENHOR: Certamente, vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento”. Deus faz com que o milagre aconteça quando confiamos e esperamos nEle. Ele levou sobre si os nossos sofrimentos. O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele e por Suas feridas fomos sarados. Se Jesus experimentou a dor, para vencer o mundo e para nos trazer a redenção, precisamos olhar a dor e o sofrimento de forma diferente.
Amado(a), muitas vezes sofremos por teimosia, por não ouvir os avisos de Deus, porque insistimos naquilo que já não nos fará bem. A Bíblia nos ensina desde Gênesis que a desobediência trouxe a dor e o sofrimento ao homem. Gênesis 3: 17: “E a Adão disse: Visto que atendeste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comesses, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida”.
Se herdamos a dor pela desobediência, também herdamos a promessa de passar pela dor som sabedoria e serenidade, porque Jesus é nosso maior exemplo.

Graça e Paz!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011


"Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte" (Provérbios 14.12). "...mas o caminho dos perversos os faz errar" (Provérbios 12.26b).

Amado(a), decidir é escolher entre um caminho e outro. E nossa vida é feita de escolhas. Estamos, desde a mais tenra idade, sujeitos a tomar decisões. E decidir é limitar. Por conta disso, precisamos estar seguros de nossas decisões porque delas decorrem conseqüências. Nesses dois versículos temos uma sábia orientação sobre como devemos proceder nos momentos de decisão. Nem sempre fazemos a escolha certa e optamos por caminhos que, aparentemente seguros, nos levam a abismos e quedas desastrosas. Às vezes pegadas e rastros podem nos indicar uma trilha enganosa, que nos levam a uma barreira, onde não há passagem, ou até terminar em um terrível acidente. Quantas vezes pensamos estar seguindo uma trilha segurança porque elas trazem marcas e sinalizações e no decorrer do caminho percebemos que nos enganamos. A Bíblia ensina que o único caminho seguro, sem perigos, que nos leva ao alvo com segurança, é Jesus Cristo. Ele mesmo disse em João 14:6: "Eu sou o caminho, a verdade, e a vida; ninguém vem ao pai senão por mim".
Amado(a), se você se encontra no meio de uma encruzilhada e não sabe que caminho seguir, não de prenda às marcas da estrada. Não se arvore no seu próprio entendimento, pois pode se enganar e perder o rumo. Não se prenda às orientações de estranhos porque poderá seguir por atalhos e se perder. Busque em lugar seguro a orientação e não deixe de consultar sempre a sua preciosa bússola: a Bíblia. Mas lembre-se de pedir ao Espírito Santo que o ilumine nessa consulta para que não faça uma leitura errada e não caia no risco de se desviar mesmo tendo diante de si todos os instrumentos necessários para seguir seguro.

Graça e Paz!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011


Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos. (Salmos 119:71)


Amado(a), o salmista se refere ao fato de que às vezes a dor e os problemas são usados por Deus para que atentemos para o Seu chamado. Nem sempre, quando nos vemos bem e gozando de situações privilegiadas somos capazes de perceber a ação de Deus e não raro desprezamos os Seus caminhos. Por isso o Senhor permite que passemos por momentos dos quais não temos controle para que possamos erguer os nossos olhos e prestar atenção aos recados Dele. Se somos tolos ao achar que não precisamos da mão de Deus quando em nossa vida as coisas estão indo bem, será necessário que o Senhor nos dê um tratamento de choque para refletirmos sobre nossos erros e insensatez. Algumas pessoas só conseguem se deixar transformar completamente por Deus quando se veem em seu limite ou quando lhes são tiradas as vendas que as impedem de enxergar suas próprias falhas. Essas vendas podem ser o poder, o dinheiro, uma falsa comodidade ou qualquer outra condição que aparentemente lhes deem a ilusão de que estão bem. Quando não se tem discernimento para a palavra de Deus, uma pequena regalia pode ser o suficiente para que não coloquem Deus em primeiro lugar. Mas pobre e infeliz de quem assim age e bem aventurado aquele que faz de suas quedas um impulso para se elevar até o coração de Deus, sem ficar se lamentando, julgando ou condenando as pessoas por seu destino. Feliz aquele que vê na correção do Senhor uma oportunidade de se redimir e de poder voltar para o aconchego do Pai.

Graça e Paz!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011


Senhor, dá-me dessa água" (João 4:15).


Amado(a), quantos sãos os que, como a samaritana têm sede e estão em busca de um manancial, mas ao encontrar esse poço não sabem distinguir aquele que dá água viva daquele que apenas mata temporariamente a sede. Todos, de uma forma ou de outra, sentimos sede e procuramos saciá-la como pensamos ser melhor. A Bíblia nos ensina que o único manancial inesgotável é o Senhor Jesus. Entretanto, muitos tal qual a samaritana, antes do encontro com Jesus, veem Nele apenas um homem extraordinário, alguém iluminado o suficiente para fazer e permanecer na História. Nem todos conseguem viver a experiência daquela mulher que, apesar de uma vida irregular, de não poder conviver dignamente na sociedade da época, de viver presa ao passado e na expectativa de um futuro incerto, reconheceu em Jesus a sua salvação. Quantos são os que têm a oportunidade de se encontrar com Jesus, mas não agem como a samaritana, preferindo continuar no erro e na ilusão, porque não encontram no mundo o que sacie sua sede. A samaritana pediu: “Senhor, dá-me dessa água”. Ela soube reconhecer Naquele homem a verdadeira fonte de água viva e não O deixou mais. E você, em que poço anda bebendo?

Graça e Paz!

domingo, 6 de fevereiro de 2011


Então os homens de Israel tomaram da provisão deles e não pediram conselho ao SENHOR. (Josué, 9:14)

Amado(a), as aparências enganam e jamais devemos tomar posicionamentos sem antes consultar ao Senhor. Essas são as grandes lições resumidas na passagem de Josué que narra o episódio da tentativa de engano dos gibionitas contra o povo de Deus. Os gibeonitas eram habitantes de Canaã, e se fizeram passar por povos distantes por temer o que poderia lhes suceder se entrassem em luta com Israel, pois embora fossem mais fortes sabiam que jamais derrotariam a Israel (Js 10.2); assim eles esconderam suas identidades e, de acordo com a Bíblia tornaram-se em serviçais dos israelitas, vivendo entre eles (Josué 3:13).
Amado(a) essa estratégia ainda tem sido usada pelo inimigo para se infiltrar na Igreja. precisamos estar atentos para não permitirmos que os “heveus” atuais se instalem em nosso meio e nos enganem com fingimentos e hipocrisia (1 Jo 1:5-7).
Mas vemos, com atenção ao versículo em epígrafe que Josué e todo Israel foi enganado, porque não vigiaram. Acreditando na aparência dos gibeonitas, não buscaram o conselho do Senhor. Quantas vezes fazemos isso em nossas vidas e não aprendemos que as aparências enganam? Nem sempre o que está na casa de Deus se comporta lá fora como cristão. Nem sempre o que tem aparência de crente testemunha em sua vida frutos dignos de filho de Deus.
O aprendizado que desse episódio é que devemos estar sempre atentos, vigilantes e sóbrios em tudo, para evitar os erros e as conseqüências advindas ao povo daquela época. Sabemos que o adversário é o mesmo e que sempre procurará frustrar os planos e projetos da expansão da obra de Deus, e sempre tentará impedir que tomemos posse da “terra prometida”.
Nem sempre o inimigo se apresenta com suas armas expostas. Por estratégia ele se faz passar por alguém que nos atrai, por afinidade ou por necessidade. O povo de Israel aceitou os gibeonitas como serviçais porque eles careciam de pessoas que os auxiliassem naquele momento. Quantas vezes o nosso inimigo se apresenta de acordo com a nossa carência?
Se lermos o texto completo vamos entender que os gibeonistas tinham interesse em viver em paz com Israel, e agiram assim com medo da destruição, mas o instrumento utilizado por eles foi a trapaça. 1 Pedro 5.8-9 nos orienta a sermos vigilantes e sóbrios, porque o nosso campo de batalha é invisível e espiritual e nem sempre conseguimos vislumbrar a estratégia do inimigo de nossas almas, porque os ardis ocultam males destruidores e só depois de estarmos profundamente envolvidos é que nos damos conta do engano. Josué e os príncipes de Israel só descobriram que haviam sido enganados, três dias depois de feito o pacto e não puderam voltar atrás em seu juramento. Quantas vezes nos apressamos em nos comprometer com algo e não buscamos a orientação de Deus, ou não ouvimos os conselhos de nossos líderes. Depois de feito o pacto não estamos livres das conseqüências. Os gibeonitas, embora se fizessem de povo distante, eram vizinhos de Israel. Eles desejam viver em paz com Israel, mas paz que provêm da desonestidade não prospera. Isso também vemos acontecer nos dias de hoje. A aparente paz ou felicidade que encontramos no engano não vai adiante, mas nos vemos enredados nas conseqüências de não ouvir os conselhos. Josué não podia invalidar o pacto feito diante do Senhor, por isso teve que assumir a convivência com o povo ao qual deu guarida. É isso que nos acontece quando não vigiamos. Eis porque precisamos atender à exortação de Paulo em I Tessalonicenses 5:6 "Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos sóbrios” e ficarmos sempre vigilantes quanto àqueles que, com artifícios astuciosos, infiltram-se na igreja tentando impedir a concretização das promessas de Deus na vida de seu povo.

Graça e Paz!

sábado, 5 de fevereiro de 2011


Não te alongues de mim, pois a angústia está perto, e não há quem ajude. (Salmos 22:11)


Amado(a), o salmista suplica a Deus que não se afaste dele porque está vivendo momentos de luta e isso também acontece conosco, quando menos esperamos. Ninguém está livre de passar pela angústia enquanto está nesta terra. O próprio Jesus nos advertiu ”no mundo tereis aflição. Mas também assegurou: “tende bom ânimo. Eu venci o mundo”. A sensação vivida pelo salmista é também a mesma sensação que temos quando enfrentamos dificuldades, quando tudo parece conspirar contra nós. Muitas vezes nos sentimos tão incapazes e impotentes diante dos problemas e assim como o salmista pensamos que não há quem possa nos ajudar. Pode ser que o homem não nos faça o que precisamos. Pode ser que todos nos abandonem, mas o Senhor é o nosso refúgio e a sua promessa que não falha é a de que jamais nos desamparará ainda que nossos pais nos abandonem.
Amado(a), se você estiver passando por situações que aos seus olhos possam parecer insolúveis, faça como o salmista, lembre-se de que Deus não está distante de você, ainda que você tenha se distanciado Dele. Não deixe que a angústia tome conta de sua vida e saiba que Deus sempre coloca alguém para lhe ajudar.

Graça e Paz!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011


E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. (Gálatas 6:9)

Amado(a), o apóstolo Paulo destaca a importância da persistência até mesmo na prática do bem. Sabemos que o mal, cujo pai é o inimigo de nossas almas, além de não mudar de estratégias é persistente. Muitas vezes sutil, o diabo vai plantando a semente do desânimo e a sugestão em nossas mentes, com o propósito de nos fazer desistir de nossos valores. Quantas vezes ouvimos pessoas de bem afirmarem que estão desanimadas de fazer o que é correto, porque não são reconhecidas ou valorizadas e que têm visto triunfar e serem aplaudidas justamente os que subvertem as regras. Temos visto a imoralidade ser elogiada, a desonestidade ser louvada e a injustiça aclamada. Pessoas justas e corretas têm sido apoiadas em desfavor daquelas que declaradamente são ímprobas. Vemos na mídia e no dia-a-dia a banalização da injustiça social. Os bons e os corretos são ridicularizados, enquanto são laureados os ilícitos. Mas o apóstolo nos insta a continuar no exercício do bem, a despeito da aparente vitória do mal, não importam as circunstâncias. E, em I Pedro 3:17 lemos “É melhor sofrer por fazer o bem, se for da vontade de Deus, do que por fazer o mal”.
Parece difícil crer nessa promessa diante da realidade, contudo, não podemos nos esquecer de que Deus é o mesmo e se é Ele quem nos garante a vitória, nada poderá alterar isso. Veja o diz o profeta Isaias 43:13 “...agindo eu, quem me impedirá? O que a princípio parece perda pode se converter em bênçãos, conforme nos diz Paulo em Romanos 8:28 “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus,daqueles que são chamados segundo o seu propósito”. Por isso, amado(a), analise o que acontece hoje e veja, à luz da palavra de Deus como o Senhor tem agido a seu favor. Mas não se esqueça de ponderar também se você tem persistido no caminho, ou tem procurado atalhos e buscado soluções fora do que nos exorta o apóstolo.

Graça e Paz!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011


...porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia. (2 Timóteo 1:12)

Amado(a), o apóstolo nos lembra com esse versículo que não precisamos temer o mal, ou as circunstâncias adversas, quando sabemos que quem está no comando de nossas vidas é Deus.
Muitas vezes não fazemos coisas maiores, ou nos aprisionamos nas lamentações porque não usamos o conhecimento da palavra. Observe o que o Senhor diz: "Nada vos será impossível" (Mateus 17:20c). "Tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis". (Marcos 11:24b). O limite quem coloca somos nós, quando não conhecemos quem está acima de nossas vidas. Mas cabe a nós tirar as limitações. Precisamos compreender que o inimigo é uma força que nos pode destruir se permitirmos. Todavia, quando sabemos o que a Palavra de Deus tem a nos ensinar, e damos a ela a devida importância, podemos seguir confiantes, como a águia o faz em uma tempestade natural!
Amado(a), você não deve temer as situações desafiadoras em que se encontra. Elas são passageiras, mas Aquele que lhe deu a vida e a promessa da eternidade ao Seu lado não passa. Ainda que haja tribulação sua mente deve estar em paz porque a Bíblia diz que não existe medo naquele cuja mente está em Cristo Jesus (Isaías 26:3)
Como você está nesse momento? Se o inimigo tem investido para fazê-lo(a) desistir e desencorajá-lo(a) de permanecer na Palavra, resista. Saiba que se satanás tem insistido é porque Deus não desiste de você.
Mas não basta simplesmente conhecer a Palavra. É preciso agir em conformidade com Ela, pois é a única forma de experimentar vitória real. De outro modo, continuará sem paz e viverá com tristeza, desespero e escassez.
Lembre-se de que você tem impregnado a marca da águia em sua natureza de filho de Deus, e ela deve estar em sua alma de cristão. Por isso Isaías 40:30-31 nos diz:
"Mas os que esperam no SENHOR renovarão as suas forças e subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; caminharão e não se fatigarão".

Graça e Paz!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011


"Como a águia desperta o seu ninho, se move sobre os seus filhos, estende as suas asas, toma-os e os sobre as suas asas, assim, só o SENHOR o guiou; e não havia com ele deus estranho" (Deuteronômio 32:11-12)

Amado(a), a Bíblia usa a figura da águia para nos ensinar lições práticas e ilustrar certas verdades. A águia é um animal admirável! Com destreza, ela plana pelo céu e voa em alturas emocionantes, conquistando o respeito de todos que a observam. Nela percebemos certas características que a destacam de todos os outros pássaros e com ela podemos aprender algumas lições práticas.
Não há outro pássaro que se compare a ela na capacidade de subida até grandes alturas. Ela constrói o seu ninho na parte mais alta de um penhasco usando grandes galhos e ramos que arruma dentro da fenda de uma rocha. Ela acrescenta galhos menores e depois cobre o ninho com folhas, para, finalmente usar as plumas, caídas do seu próprio corpo, para cobrir o interior do ninho. Aí vemos que a águia usa a mesma sabedoria ensinada por Jesus: constrói a sua casa na rocha. Precisamos aprender que um fundamento sólido é importante que edifiquemos a nossa vida espiritual da mesma forma!
O fundamento é a parte mais importante de qualquer construção porque é o alicerce, que precisa ser forte, firme e seguro. Quando nossa casa é construida em firme alicerce, ainda que surjam ventos e tempestades, temos como resistir. As águias recorrem ao ninho toda vez que se deparam com uma tempestade, porque sabem que ali estarao seguras. Isto porque o construíram de maneira adequada desde o começo. Isso também acontece em relacao à palavra de Deus. Quando ela é o alicerce firme que edifica a nossa vida, nao precisamos temer as tempestades. E quando elas nos sobrevem temos onde nos aconchegar. As circunstâncias desfavoráveis e as tempestades da vida podem surgir e satanás pode tentar o quiser, mas nao conseguirá atingir quem age como uma águia na vida espiritual.
Amado(a), o inimigo não desiste daqueles separados por Deus. Contudo, nem todos estão seguros de ter construído sua casa na rocha. Aqueles que não gastaram tempo para edificar, adequadamente, a sua vida deles sobre a Palavra acabam tendo que recomeçar sempre se onde pararam.
No versículo em epígrafe vemos que Moisés se refere-se à parte de trás da asa de um pássaro, onde o filhote aterriza quando está na asa dos seus pais. Nessa anologia, nós somos os filhotes que se abrigam sob as asas de Deus. Se queremos voar alto como as águias, precisamos confiar no Pai e deixar a segurança do ninho. Precisamos experimentar suas asas espirituais. Somente Deus sabe qual é o momento em que devemos estender as nossas próprias asas espirituais e aprender a voar!
Deus está lhe dizendo hoje para se apropriar do poder do Espírito Santo e da Sua Palavra para voar acima da escuridão e das dúvidas até penetrar no céu azul das bençãos que Ele reservou para você.

Graça e Paz!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011


E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o e disse-lhe: Homem de pequena fé, por que duvidaste? E, quando subiram para o barco, acalmou o vento. (Mateus 14: 32-33)


Amado(a), esse versículo nos remete à conhecida passagem de Jesus caminhando sobre as águas e chamando Pedro ao seu encontro. Vemos que o discípulo, enquanto olhava para Jesus, caminhava com segurança, mas ao desviar seus olhos para as águas começou a afundar. Podemos observar que isso acontece na vida de muitos que conhecem a palavra, conhecem e entregaram sua vida a Jesus, mas, no decorrer da caminhada, deixam de olhar para o Senhor e se afundam em seus problemas. Essa passagem nos faz refletir sobre o fato de que na vida enfrentamos tempestades, contudo, podemos passar por elas se confiarmos Naquele que pode acalmar qualquer vento.
Assim como fez com Pedro, se Jesus nos der uma ordem para avançar, uma promessa, um sonho, uma tomada uma decisão, precisamos olhar para Ele e não para os obstáculos, pois certamente os ventos serão contrários e as ondas tenderão a nos derrubar. Jesus espera que confiemos mesmo que aos nossos olhos tudo pareça que não vai dar certo. O fato de saber que é Jesus quem está nos guiando nos traz paz e segurança. Ele está conosco todos os momentos e sabe muito bem o que estamos passando.
Amado(a), se você está vivendo momentos difíceis, lembre-se que no meio de uma tempestade podemos experimentar o "sobrenatural" de Deus. Em uma virada só Ele muda a nossa sorte, transforma o nosso pranto em riso, mas para isso é preciso fazer como Pedro: ousar e ir ao encontro do Mestre. Pedro não ficou como os outros apavorados no barco, mas ele fitou os seus olhos em Jesus em meio aquela tempestade e pode ter uma experiência maravilhosa e mesmo depois que ele oscilou na fé e começou a afundar, pode encontrar novamente a mão de Jesus estendida para salvá-lo.
Precisamos realmente crer que Jesus está conosco no meio das nossas tempestades sejam elas físicas, espirituais, emocionais, financeiras... E ainda que pareça que estejamos afundando como Pedro, basta clamar como ele fez: "...Senhor, salva-me". Mateus conta que depois disso, os dois subiram no barco e os ventos se acalmaram. Atente para isso: os dois subiram no barco. Pedro passou pela tempestade e pela experiência sobrenatural de caminhar sobre as águas. Mas depois de duvidar e começar a afundar, voltou a ouvir a voz de Deus e foi junto com Ele. Pedro não seguiu seu próprio caminho, mas aproveitou a experiência da tempestade para firmar sua fé Naquele que pode acalmar o mar.
Graça e Paz!