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sábado, 31 de agosto de 2013

Elias, foi sentar-se embaixo de um pé de zimbro e pediu a morte" I Reis 19:4


Vemos nesta passagem um homem que tinha um estreito relacionamento com Deus, cheio do Espírito Santo passando por uma fase de extrema angústia de depressão. Elias desfrutou da misericórdia e fidelidade Divina, e sua história nos mostra que, quando as tribulações nos chegam, o fato de sermos falíveis nos faz esquecer a infalibilidade de Deus. Assim como Elias, muitas vezes nos sentimos desanimados, angustiados e cheios de dúvidas. Quantas vezes as “Jesabel” deste mudo nos ameaçam a vida e nos afrontam nos fazem esquecer as promessas de Deus. Olhar para circunstância em vez de olhar para Deus; afastar-nos das pessoas mais próximas na hora em que mais precisamos delas; viver em autopiedade e deixar que o esgotamento físico-emocional minem nossas forças, assim como fez com o profeta Elias, faz com que entremos em depressão. Elias desejou morrer, porque se sentia tão fragilizado que se esqueceu de olhar para Deus e olhou para as circunstâncias. Mas assim como a história de Elias teve um final feliz, porque apesar de suas falhas ele foi agradável a Deus, precisamos saber que conosco não será  diferente. Deus nos ama e não quer que desistamos. Ele espera nos refugiemos Nele. 





                                                                                                                  

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. Gênesis 12:1,3


Sabemos que Abrão obedeceu à orientação de Deus  e saiu de sua zona de conforto para viver em um lugar desconhecido e sem a estrutura que tinha na terra natal ao lado de seus familiares. Por essa obediência, Abrão tornou-se Abraão e herdeiro da promessa. Por essa atitude, ele legou as bênçãos aos que assim como ele foram adotados por Deus, tornando-se herdeiros conforme a promessa, como afirma o apóstolo Paulo em Gálatas 3:29 “E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa”. Observemos que, se somos herdeiros de Abraão, também recebemos de Deus as mesmas prerrogativas: aqueles que nos abençoarem serão abençoados e aqueles que nos amaldiçoarem serão amaldiçoados.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

"E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas os ressuscite no último dia" (João 6:39)



Sabemos que a vontade de Deus é que ninguém se perca, mas também sabemos que Ele não impõe sua vontade a ninguém. Temos a liberdade de escolher se queremos passar a Eternidade contemplando a Glória de Deus ou não. Por isso Jesus disse: "muitos são chamados, mas poucos são escolhidos" (Mateus 22: 14). Jesus ensina que de todos aqueles que lhe são dados, Ele não perderá nenhum, pois o propósito e a vontade de Deus permanecerão. Por isso Jesus diz: "Pois lhe deste autoridade sobre toda a humanidade, para que conceda a vida eterna a todos os que lhe deste" (João 17:2) e "Todo aquele que o Pai me der virá a mim, e quem vier a mim eu jamais rejeitarei" (João 6:37).  

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Os meus olhos estarão sobre os fiéis da terra, para que se assentem comigo; o que anda num caminho reto, esse me servirá. Salmos 101:6


O salmista deixa claro que Deus tem predileção por aqueles que são fieis. Por isso Salomão revela em Provérbios 28: 20 “O homem fiel gozará de abundantes bênçãos; mas o que se apressa a enriquecer não ficará impune” e o apóstolo João exorta em Apocalipse  2: 10 “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida”. Fiel é aquele que paga seus votos, que cumpre com suas promessas e não falta com seus compromissos, quer na vida social, pessoal ou profissional. Deus está em busca de pessoas fiéis para lhe servir, pois o fiel prioriza o Reino de Deus, e não negligencia seu chamado. Age como o servo fiel conhecido na parábola dos talentos, pois negocia a serviço do Reino, mas não negocia a sua unção, porque não abre mão de sua postura de serviço ao verdadeiro Rei.  O servo fiel é uma pessoa decidida e corajosa, porque age proativamente com determinação para multiplicar os talentos que o Senhor lhe deu. Não importa se são cinco, dois ou um. Cada um de nós recebe de Deus algo que pode ser usado para abençoar outras pessoas e aquele que é fiel a Deus jamais deixa de empregar o seu dom a serviço da Obra do Senhor. O servo fiel é confia na Visão de Deus e age reconhecendo de onde provém a sua força, por isso não olha para as circunstâncias e nem se esconde nas suas limitações, pois sabe que Deus capacita os escolhidos. O servo fiel está sempre motivado, não é inconstante, nem muda ao sabor do vento, mas conhece a lei da semeadura e da colheita e sabe que haverá de prestar contas do que lhe foi entregue e que Deus sempre honrará os servos que semeiam fidelidade e obediência. Precisamos compreender que a fidelidade é um principio que atrai as bênçãos de Deus, naturalmente. As bênçãos seguirão aqueles que andam em fidelidade ao Senhor.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Depois eles se fartaram em proporção do seu pasto; estando fartos, ensoberbeceu-se o seu coração, por isso se esqueceram de mim. (Oséias 13: 6)


O profeta se refere àqueles que clamam a Deus quando se veem envolvidos em  problemas que os angustiam e Dele se esquecem quando esses problemas são resolvidos. Quantas pessoas não estão se comportando desse modo em relação ao Criador? O mesmo utilitarismo com o qual o povo de Israel se relacionara com Deus que o livrou de Faraó e o sustentou no deserto é percebido nos dias de hoje. Quando se encontram na fartura, os que antes suplicavam e clamavam a Deus, bem rápido se esquecem de quem os livrou e viram as costas a Deus ignorando-O. No deserto, dependemos da provisão de Deus e a confiar totalmente Nele para receber o sustento. O fato é que Deus não nos quer no deserto além do tempo necessário para compreendermos quem Ele é. Precisamos fazer como o apóstolo Paulo “…aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.” Filipenses 4: 11-13

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Responde-me, Senhor, responde-me, para que este povo conheça que tu és o Senhor Deus, e que tu fizeste voltar o seu coração. 1 Reis 18:37


O profeta Elias confronta o rei, o povo e os profetas de baal. A Bíblia relata que o profeta Elias foi responsável por retirar baal do caminho de Israel. Precisamos compreender que, ainda que hoje tenha nomes diferentes, baal precisa ser removido de nossas casas, de nossa sociedade. O texto em epígrafe nos mostra o clamor do profeta, um homem muito usado por Deus, que não teve medo de ser guiado e de fazer o que Deus ordenava. Mesmo que as circunstâncias mostrassem o contrário, ele obedeceu pela fé, e por essa razão Deus não o desamparou e não permitiu que ele fosse envergonhado. O exemplo do profeta nos estimula a colocar nossa confiança em Deus e a não deixarmos de declarar em quem colocamos essa confiança. Numa sociedade de cultua tantos deuses, que mesmo se declarando cristã continua se dobrando diante de deuses estranhos, os verdadeiros servos de Deus precisam mostrar ao mundo que Deus é único e no divide Sua glória.  

domingo, 25 de agosto de 2013

Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz. João 18:37



O que o apóstolo João registra é a incontestável afirmação de Jesus sobre a verdade. Quem é de Jesus e O segue não pode se deixar levar pelas mentiras, nem mesmo deixar de ouvir e discernir a verdade em meio a um mundo que preconiza o engano. Tudo que foge à verdade é engano. Não há mentirinha e mentirona, mentira saudável e mentira ruim. O que não é verdade não pertence a Deus e sim ao diabo, o pai da mentira. Não adianta modalizarmos a situação chamando de mentira branca, ou inverdade o que foge ao que ensina Jesus. Ele veio ao mundo para dar testemunho da verdade e os cristãos não podem fugir desse comportamento ou estilo de vida. A vida cristã não pode ser uma aparência, uma máscara. O cristão não pode se travestir de crente diante dos irmãos e dos pastores e levar uma vida mundana fora da igreja. O cristão não pode levar oferta ao altar e continuar com o nome sujo. Não pode entregar o dízimo e deixar de quitar suas dívidas. Não pode comprar aquilo que não tem como pagar, simplesmente para manter uma aparência. Quem mente para o irmão, para o credor, para o colega, para o vizinho dá mau testemunho e envergonha o evangelho de Cristo. Quem é de Cristo ouve a Sua voz, não  engana e nem  se deixa enganar, sabendo que Deus é amor e que fará justiça. 

sábado, 24 de agosto de 2013

Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim,Filipenses 3:13


O que o apóstolo Paulo nos ensina neste versículo é que precisamos atentar para os tempos: passado, presente e futuro. Precisamos esquecer o passado, atuar no presente e seguir em frente. Mas é importante saber que há coisas do passado as quais devemos esquecer e há coisas que jamais podemos deixar de lembrar. Temos que esquecer os erros e pecados do passado, porque se Deus nos perdoou isso já ficou pra atrás, conforme nos ensina Hebreus 10:17 “E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades”. Se fomos perdoados por Deus, também precisamos perdoar. Liberar perdão é essencial para nos libertarmos do passado. Quem não libera perdão não se liberta. Jesus afirmou em Mateus 6:14-15 “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas”. Coisas que nos aprisionam devem ser deixadas no passado, mas é essencial trazermos à memória o que Deus nos trouxe de bem: as promessas do Senhor não podem ser esquecidas. Elas precisam ser lembradas continuamente. O que Ele nos disse no passado deve ser lembrado no presente para prosseguirmos firmes. Também não podemos nos esquecer do bem que as pessoas nos fizeram. Elas são instrumentos de Deus para nos abençoar ou para nos livrar de algo ruim. Aquele que não reconhece o bem que lhe foi feito age com ingratidão e com orgulho e se assim como faz com o irmão faz em relação a Deus. A ingratidão fere o coração de Deus. Ele não se agrada de quem é ingrato, de quem não reconhece o bem que lhe foi feito. 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Porém, o Senhor disse a Moisés: Teria sido encurtada a mão do Senhor? Agora verás se a minha palavra se há de cumprir ou não. Números 11:23


O que mais se presencia nos dias atuais é um sentimento de desilusão. Pessoas desiludidas com as outras, cidadãos desiludidos com o governo, mulheres desiludidas com os homens e vice versa. Isso não nos surpreende, porque sabemos que o ser humano é falho e limitado. E  infelizmente presenciamos muitos cristãos desiludidos com Deus. Geralmente essa desilusão está relacionada com expectativas sobre algo que não aconteceu. Mas esse é um sentimento que não pode se relacionar ao Criador. A palavra desilusão significa engano, sair da ilusão. Mas Deus não ilude ninguém É impossível que Deus minta porque Ele é a verdade, de acordo com João 14:6, o Senhor afirma “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida” O que Deus diz, Ele vai fazer, ainda que não seja no nosso tempo, porque Ele mesmo afirma: “Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei” (Isaías 55:11). 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Eu, o Senhor, a guardo, e cada momento a regarei; para que ninguém lhe faça dano, de noite e de dia a guardarei. Isaías 27:3


Ouvimos muitas pessoas se referirem ao seu sucesso ou fracasso como se tivessem sorte ou azar. Contudo para o cristão isso não existe. O que chamamos de sorte na vida cristã é não é que está no senso comum, mas como uma das acepções do dicionário: “Destino, considerado como causa dos acontecimentos da vida”. Nesse sentido, vamos compreender a sorte como o resultado dos acontecimentos. Mas o cristão sabe que no curso desses acontecimentos está a providência soberana do Senhor. E depende em grande parte de nossas escolhas. Quando seguimos as orientações do Senhor Ele cumpre suas promessas e nos abençoa. E isso não pode ser chamado de sorte no sentido corriqueiro, da mesma forma que, quando desobedecemos à Lei do Senhor ou às leis humanas e colhemos consequências  indesejáveis não podemos atribuir isso à falta de sorte. O Senhor nos afirma que Ele nos abençoa, nos guardando e por isso ninguém nos causará mal.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

“Se você fizer o bem, não será aceito? Mas, se não o fizer, saiba que o pecado o ameaça à porta; ele deseja conquistá-lo, mas você deve dominá-lo". Gênesis 4:7


Essa orientação de Deus foi dada a Caim que, ao contrário de seu irmão, escolheu não honrar a Deus. Em inúmeras passagens, Deus deixa claro que não existe privilégios quando o assunto é pecado: reis, sacerdotes, profetas, pastores, levitas, diáconos, todos estão sujeitos a sofrer as consequências da desobediência. Por isso a Bíblia é categórica quando afirma que é necessário nascer de novo, arrepender-se para uma vida de comunhão e obediência a Jesus. (João 1:12). A mídia e a sociedade têm disseminado a ideia de que o mundo mudou e que precisamos nos adequar a ele. As leis e a moral têm se flexibilizado para se ajustar a esse pensamento, mas se o pecado ronda a humanidade desde o princípio, precisamos nos lembrar de que Deus ainda hoje é o mesmo em relação à tolerância ao pecado. Acostumar-se com o pecado é perigoso, um abismo, chama outro, até que tudo desabe. Por isso, devemos vigiar e obedecer nas pequenas coisas do dia a dia. Quem é fiel no pouco, é fiel no muito. São os pequenos deslizem que nos parecem sem importância que nos impulsionam passo a passo ao abismo. Vigiar e resistir é o precisamos fazer, tendo em mente que Deus tem recompensas maiores do que os momentos de prazer proporcionados pelo sexo virtual, extraconjugal, a satisfações momentâneas, a mentiras  sem má intenção ou algo parecido. Os filisteus escondidos no quarto de Dalila (juízes 16:9) são uma alegoria para os nossos pecados escondidos. Precisamos fazer sempre um exame: há filisteus escondidos em nossa casa, em nossos quartos, em nosso coração? Não podemos deixar que eles nos derrotem, que minem as nossas forças, que nos afastem do Deus verdadeiro. Há tempo para nos arrependermos, sabemos que Deus não rejeita um coração sincero e contrito.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

"Assim diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o Senhor teu Deus, que te ensina o que é útil, e te guia pelo caminho em que deves andar." Isaías 48:17



O profeta Isaías traz uma palavra de orientação do Senhor que tem um destinatário: aquele que escolhe obedecer. Ainda que todos recebam a mesma mensagem, decisão de acatar ou não o conselho é pessoal. A Bíblia está repleta de exemplos que mostram como as escolhas são decisões pessoais, mas usaremos dois exemplos para demonstrarmos essa condição: Sansão e Samuel. Sobre o nascimento de Sansão lemos em Juízes 13:7.”Porém disse-me: Eis que tu conceberás e terás um filho; agora pois, não bebas vinho, nem bebida forte, e não comas coisa imunda; porque o menino será nazireu de Deus, desde o ventre até ao dia da sua morte”. Sobre o nascimento de Samuel lemos em 1 Samuel 1:11 “E fez um voto, dizendo: Senhor dos Exércitos! Se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas à tua serva deres um filho homem, ao Senhor o darei todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha”.
A Bíblia conta que ambos nasceram de mães estéreis que consagraram seus filhos desde o ventre, porque receberam a graça da maternidade, depois de clamarem a Deus. Apesar desta semelhança no nascimento e na consagração, o que diferencia a vida desses personagens bíblicos foram as escolhas de cada um.
Sansão tinha tudo para ser um grande homem a serviço de Deus, mas preferiu alimentar seu ego se envolvendo em relacionamentos amorosos pecaminosos. Ao escolher a comunhão com o mundo, ao se deixar envolver com prostitutas e mulheres que não temiam ao Senhor, ele negligenciou o seu chamado e comunhão com Deus. Ao contrário de Sansão que infringiu cada um dos votos, Samuel foi obediente e cumpriu os votos feitos por sua mãe. A consequência dessas escolhas é registrada na Bíblia, enquanto Samuel tornou-se profeta e juiz, Sansão deixou de exercer essas importantes funções na direção de seu povo, porque escolheu ouvir a direção da própria carne. Enquanto Samuel suscitou uma grande reforma nacional, renovando a aliança e trazendo o povo de volta à adoração ao Senhor Deus, Sansão se contaminou com mulheres que adoravam outros deuses; Enquanto Samuel obteve uma grande vitória em Ebenézer contra os filisteus de forma que eles jamais investiram novamente contra Israel durante o seu mandato de juiz, Sansão foi morto na batalha em que venceu os filisteus; Enquanto Samuel, como juiz, organizou as escolas dos profetas e "Julgou" Israel durante toda a vida, Sansão se misturou entre povos profanos e idólatras; Enquanto Samuel ficou conhecido como o último e o maior de todos os juízes e o primeiro da grandiosa linhagem de profetas hebreus posteriores a Moisés, Sansão ficou conhecido como o homem que perdeu sua força por conta dos prazeres da carne e do envolvimento com uma prostituta que o enfraqueceu física e moralmente.
As escolhas de ambos fizeram a diferença em suas vidas. Samuel escolheu ser um instrutor do povo de Deus, dentro da Palavra de Deus. Sansão escolheu quebrar a aliança com Deus. As consequências dessas escolhas são conhecidas. 

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

“Ora, disse o Senhor a Abraão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei, e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra.” (Gênesis 12:1-3)




Vemos que essa ordem de Deus a Abraão é mencionada em Atos 7:3  “disse-lhe: Sai da tua terra e dentre a tua parentela, e dirige-te à terra que eu te mostrar”. Como tudo na Bíblia tem um propósito, compreendemos que essa lembrança é para nos mostrar que a história de Abraão não se encerrou no Antigo Testamento. O livro de Atos ainda está sendo escrito por nós e se contextualizarmos a história hoje vemos que como Abraão somos também chamados a sair do lugar onde estamos em busca de uma mudança de vida.
A Bíblia conta que Deus tirou Abraão de sua terra natal para  levá-lo a uma terra desconhecida. A história de Abraão é a nossa história: Deus nos chama para uma mudança de vida, para sairmos do mundo e desfrutar de uma terra que mana leite e mel. Abraão saiu de Ur dos Caldeus. Uma cidade que atraia a todos. Era um lugar perfeito aos olhos do mundo. Mas Deus queria que Abrão deixasse de confiar na sua própria capacidade, para se firmar e confiar somente Nele. E para isso Deus levou Abrão a um lugar onde ele iria se relacionar face a face com Ele. A Bíblia conta que foi em Canaã que Deus visitou a Abrão e mudou seu nome para Abraão. Foi lá que Deus entregou uma promessa para ele! Quando Deus nos chama para sair da nossa terra de origem, Ele está nos chamando para uma transformação, mesmo que isso signifique sair de uma zona de conforto. O mundo pode ser comparado à Babilônia, terra atrativa, mas longe do propósito de Deus. Lá podemos encontrar de tudo, podemos desfrutar de conforto e prazeres, mas Deus quer nos tirar desse lugar para algo muito melhor, ainda que para isso tenhamos que passar pelo deserto. A rica e fortificada Babilônia bíblica um dia foi destruída e sabemos que o mesmo destino será o da babilônia espiritual. O mundo não sobrevirá, mas a Terra Prometida, a Canaã celestial foi preparada para aqueles que aceitam o chamado de Deus para sair de sua terra (o mundo) em busca da promessa, da Terra Prometida: Jesus Cristo!

domingo, 18 de agosto de 2013

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo.” Apocalipse 3:20



Jesus Cristo está à porta, mas cabe a você a decisão de  abrir ou não. Há quem ouça o chamado e prefere não atender, há os que sequer escutam, mas aqueles que estão ávidos por uma novidade de vida não perdem a oportunidade dada. Chegou a hora de começar uma vida com Deus, de abrir um espaço para que Jesus entre e faça morada. Mas é preciso saber que Jesus não apenas fazer uma vista de cortesia, Ele quer entrar para cear com você, para que sua vida seja permanentemente transformada. Esse chamado é para você que está se sentindo cansado e oprimido e espera por conforto e refrigério. Lembre-se do que afirma João 14:6 sobre Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida e ninguém vem ao Pai senão por mim.

sábado, 17 de agosto de 2013

E servireis ao Senhor vosso Deus, e ele abençoará o vosso pão e a vossa água; e eu tirarei do meio de vós as enfermidades. Êxodo 23:25



A orientação de Moisés é para que sirvamos ao Senhor, pelo que Ele é, não por ouro, prata, rubis ou diamantes. A consequência que não vem por mérito, mas pela graça, é que Deus nos abençoará de todas as maneiras, dando-nos o pão,  bebida e saúde. Somos abençoados pela Cruz, nela deixamos as nossas enfermidades e se cremos nisto, somos libertos. A mensagem da Cruz é anterior  a ela se servir esse Deus misericordioso que nos amou ao ponto de entregar Seus Filho para que fossemos livres deve ser motivo de júbilo. 

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna. Mateus 5:37


Esse trecho foi usado por Jesus para se referir especificamente ao juramento, mas, em tempos de tecnologias de comunicação usadas por gentios e cristãos,  podemos refletir sobre como Jesus agiria em tempos de redes sociais. Como Jesus usaria as redes sociais? Essa deve ser uma pergunta que devemos nos fazer sempre que tivermos usar esta ferramenta de convívio social e, sobretudo, de disseminação de ideias, opiniões e formas de comportamento. A Bíblia recomenda ao cristão que seu falar seja “Sim, sim; Não, não”. Isso não significa que precisamos usar apenas esses monossílabos em nossa comunicação, mas que sejamos coerentes e parcimoniosos em nossa linguagem.  Em tempos de rede, não só a nossa linguagem verbal deve ser considerada, mas, principalmente a linguagem não verbal. As imagens que escolhemos para postar em nossa página, as nossas fotos pessoais, e até mesmo aquelas que compartilhamos e que curtimos falam muito sobre quem de fato somos e sobre o que acreditamos. Na página do Facebook dificilmente distinguiríamos muitos cristãos dentre os assumidos mundanos. Retornando à pergunta inicial, imaginamos que Jesus nos aceitaria como Seus amigos, independente da forma como chegamos a Ele, mas ao visitar nossa página, em muitos casos, não curtiria nossas postagens. Precisamos ter claro que as redes sociais podem e devem ser usadas pelos cristãos, mas também lá devemos atender à exortação para sermos a luz do mundo e o sal da terra. As nossas escolhas linguísticas ou as nossas imagens dão testemunhos sobre quem somos, a quem servimos e qual é o nosso chamado. Portanto, quando formos postar algo ali, é importante nos perguntarmos: meus pais, meus amigos, meus irmãos, e meu Deus, principalmente, se agradariam do que verão? O que eu escrevo ali pode ser dito olhando nos olhos da pessoa a quem endereço a mensagem. Se a resposta for não, é melhor guardarmos para nós. 

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

O apetite do trabalhador trabalha por ele, porque a sua fome o incita a isso. Provérbios 16:26




Salomão nos ensina por meio de uma alegoria. Ele nos mostra que a necessidade nos faz agir, mas quando não temos a orientação de Deus agimos por nossa conta. A Bíblia relata vários exemplos nos quais a necessidade fez com que as pessoas agissem de forma insensata. Em 2 Reis 6:29 vemos que a fome levou duas mulheres ao ato insano de canibalismo: “Cozemos, pois, o meu filho, e o comemos; mas dizendo-lhe eu ao outro dia: Dá cá o teu filho, para que o comamos; escondeu o seu filho.” A necessidade faz com que as pessoas pratiquem loucuras, quando estão longe da orientação do Senhor. A abstinência da droga faz com que seus dependentes roubem, matem, prostituam... Assim como aquelas mulheres que praticaram canibalismo motivadas pela fome que assolava o país em que viviam não perceberam a insanidade de seus atos enquanto os praticavam, toda necessidade desconectava da condução de Deus também cega as pessoas de tal modo que elas não percebem a loucura que fazem.  O ser humano que não busca a Deus é como um animal, perde o sentido da vida e age apenas em busca de satisfações carnais. Tem fome e busca a saciedade, tem desejos e não mede as consequências para satisfazê-los. É um eterno insatisfeito, não é feliz em nada, está sempre em busca de algo que o complete. Está sempre insatisfeito, infeliz, incompleto. Faz planos, mas não os realiza. Se realiza, não se satisfaz.  A necessidade não tem limites. Vemos isso não só na Bíblia, mas em vários exemplos cotidianos. Quanto mais bens e poder tem uma pessoa sem Deus, mais ela quer, e essa necessidade de poder e de riqueza faz com que ela se corrompa cada vez mais. A fome de poder jamais é saciada e assim como aquelas mulheres que não perceberam a loucura de comer a carne do próprio filho para saciar a premente necessidade de alimento para se manterem vivas, essas pessoas agem como animais irracionais e não percebem a loucura de seus atos, matam, roubam, enganam e julgam que isso é necessário. Continuam sem se saciar, num ciclo sem fim, enquanto não conhecem aquele que diz em João 6:48 “Eu sou o pão da vida”. Estarão sempre famintos enquanto não entenderem o que afirma Jesus em João 6: 33 “... o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

E eles o constrangeram, dizendo: Fica conosco, porque já é tarde, e já declinou o dia. E entrou para ficar com eles. Lucas 24:29




Nesse versículo há duas orações que podem ser consideradas como duas chaves preciosas. A primeira abre o coração Daquele que tudo pode e a segunda é  a chave da vida eterna ao lado de Deus. A primeira chave é aquela que abre de dentro para fora, metaforicamente representada pela expressão “fica conosco” que é tudo o que precisamos dizer a Jesus com sinceridade para que Ele nos abra a porta, para que venhamos a desfrutar da Sua presença na Terra e no Céu. Se Jesus entra para ficar conosco temos a chave de uma vida em abundância. Conforme diz Moisés em Deuteronômio 31:8 “O Senhor, pois, é aquele que vai adiante de ti; ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te espantes”. Se o Senhor vai adiante, nada nos abalará, ainda que tenhamos que enfrentar circunstâncias difíceis. O que não podemos é deixar que seja tarde demais para convidar Jesus a entrar.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

E digo isto, para que ninguém vos engane com palavras persuasivas. Colossenses 2:4-5


Paulo nos alerta que tomemos cuidado com as doutrinas s e ensinamentos que não têm fundamento bíblico. Há muita coisa dita como verdade que nada tem a ver com o Evangelho, que não edificam, nem glorificam o nome do Senhor Jesus. Precisamos ficar atentos porque os falsos mestres e falsos profetas são  ardilosos e sutilmente tentam corromper os escolhidos de Deus. Judas adverte que eles são dissimuladores, ímpios, pervertem a graça de Deus e disseminam a doutrina do erro tão naturalmente que nem sempre são percebidos. Por isso devemos atentar para o que ensina Judas 20 “Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que foram preditas pelos Apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo”. Para não sermos enganados o caminho é pedir a direção do Espírito, orientando-nos sempre pela Palavra de Deus. Às vezes é necessário desconfiarmos das palavras doces e lisonjeiras, das seduções sutis e darmos mais atenção às admoestações e exortações mais duras, pois certamente elas não persuadirão ao engano. 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Bendito seja Deus, que não rejeitou a minha oração, nem desviou de mim a sua misericórdia. Salmos 66:20



Algumas pessoas quando vão orar a Deus duvidam  se realmente Deus as ouve. Mas a  palavra de Deus diz que todo aquele que o buscar de todo o coração, em verdade e em espírito, encontrará e será ouvido pelo Senhor. Em Jeremias 29:13 podemos confirmar essa palavra “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscares de todo o vosso coração”. O salmista tem essa convicção, pois ele sabe que é simples orar e ser ouvido pelo Senhor. Basta que no entreguemos  completamente a Deus, com sinceridade, não sendo um adorador hipócrita. Quando  entramos em sintonia  com Deus,  Ele nos ouve. Devemos começar  pedindo perdão e demonstrarmos arrependimento verdadeiro, pois Deus se agrada disso. Precisamos nos lembrar que Deus está acima de tudo e todos e que Ele pode mudar nossos destinos. 

domingo, 11 de agosto de 2013

O Senhor é a minha força, e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus, portanto lhe farei uma habitação; ele é o Deus de meu pai, por isso o exaltarei. Êxodo 15:2


 Nesse versículo, Moisés nos mostra que devemos exaltar a Deus. Exaltar é homenagear. É prestar homenagem, em adoração a Deus pelo que Ele é, e em agradecimento pelas bênçãos dele recebidas.” Mas a Bíblia deixa bem claro que só a Deus devemos exaltar, em adoração, pois fomos criados com o propósito de  exaltar o Criador. Exaltação ao Senhor é um imperativo para todos quantos os servem, tanto no céu, quanto na terra, nos mares e tudo quanto se movimenta ali, em fim para toda a sua criação, conforme afirma o apóstolo Paulo em Efésios 1:12 “Com o fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que primeiro esperamos em Cristo”; 

sábado, 10 de agosto de 2013

Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte. 2 Coríntios 12:10


O apóstolo Paulo reconhece que as lutas, perseguições e injúrias por ele sofridas são essência da sua força. Quando refletimos sobre essa afirmação, vemos que conosco não é diferente. Muitas vezes Deus permite que passemos por pequenas lutas justamente para nos fortalecer e nos dar a devida maturidade para não esmorecermos nas batalhas maiores.  Aqueles que frequentam uma academia sabem que quanto maior o peso que erguem repetidas vezes, mais seus músculos são fortalecidos. O lavrador, que não se exercita por prazer ou por estética também sabe que o empunhar da enxada o faz mais forte para suportar as intempéries. Na nossa vida espiritual não é diferente. Quanto mais passamos por lutas, mais nos tornamos capazes de suportar os desafios que se apresentam. Quem é poupado, superprotegido ou desencorajado a lutar,  dificilmente se prepara para os momentos difíceis, por essa razão se acovardam ou se quedam diante do menor obstáculo. Paulo sabe que Deus opera na nossa fraqueza e, mais do que isso, reconhece que sem Deus nenhuma força subsiste. Se estamos nos sentindo perseguidos não esmoreçamos: Deus está no controle e nos garante a vitória.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, Remindo o tempo; porquanto os dias são maus. Efésios 5:15,16




Ao nos depararmos com essa exortação do apóstolo Paulo, precisamos  refletir sobre como estamos usando o nosso tempo, e se estamos usando o nosso tempo  para o Senhor. Assim, uma primeira coisa que precisamos ver é quais são as prioridades do nosso coração, quais são as coisas mais importantes, para as quais dedicamos nosso esforço, nosso ânimo. Precisamos nos conscientizar de que, mesmo vivendo na terra, não somos deste mundo, por isso temos que olhar para o Senhor e perguntar a Ele qual é a prioridade que ele tem para a nossa vida. A prioridade número um para nós deve ser a nossa vida com o Senhor. Remir o tempo significa aproveitá-lo com sabedoria, estabelecendo prioridades com inteligência, sem nunca nos esquecermos de que os dias são maus.     Remir o tempo significa fazer a obra de Deus enquanto é possível, sabendo que o tempo perdido é  irrecuperável. Por isso o apóstolo nos diz que devemos viver prudentemente, como sábios, e não como néscios. E para isso precisamos procurar conhecer a vontade do Senhor, fazendo a oração que Moisés fez: "Senhor, ensina-nos a contar os nossos dias, e nos dê um coração sábio para contar estes dias". 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

E o rei deu ordem a Joabe, e a Abisai, e a Itai, dizendo: Brandamente tratai, por amor de mim, ao jovem Absalão. E todo o povo ouviu quando o rei deu ordem a todos os capitães acerca de Absalão. 2 Samuel 18:5




Vemos neste versículo como Davi, apesar de ter sido traído por seu filho Absalão, que intentava matá-lo para usurpar seu trono, demonstrou amor incondicional. Conhecendo a história de Davi, sabemos  o quanto esse rei, vitorioso em tantas batalhas, falhou na educação de seus filhos. Mas com ele aprendemos que esse amor de Davi por seu filho que não merecia é como o amor de Deus pelos pecadores. A reação de Davi diante da traição de seu filho e da possibilidade de uma vingança ou de um castigo pelos seus atos lembra-nos a reação de Jesus por nós. E a reação da graça. É o amor despendido a quem não merece. Podemos entender a reação de Davi, porque fomos resgatados por esse amor que não se explica. Fomos salvos sem merecer. Por isso João 3:16  registra “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Por esse amor fomos alcançados e redimidos. Apesar de tudo o que fez ao pai, a ordem do rei foi a que o filho fosse tratado brandamente. Apesar de nossos erros, de nossas fraquezas, o Pai não deseja que Seus filhos pereçam.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus. João 4:22


Esse versículo é parte da narrativa do encontro de Jesus com a mulher samaritana, quando Ele a confronta com a verdade. Quando nos encontramos com Jesus essa verdade também nos é mostrada, contudo muitos ainda preferem fechar os ouvidos e as mentes para não compreenderem que não há outro caminho para a salvação. Muitos continuam adorando outros deuses, seguindo rituais, por tradição ou por ignorância. Mas Jesus ainda é o mesmo que tem a água da vida e nos convida a adorá-Lo em espírito e em verdade, sendo nós gentios, pecadores, religiosos ou não. Ele espera que abandonemos os rituais e voltemos nossos olhos para o Único e Suficiente Salvador.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

O homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos. Tiago 1:8




Tiago está se referindo às pessoas indecisas, que não se firmam nas suas atividades, ou compromissos. Em geral, se fazem isso na sua vida secular, também agem assim em relação às coisas de Deus. Uma pessoa inconstante tem emoções instáveis, relacionamentos instáveis e vida espiritual instável. O homem inconstante é volúvel, leviano e quase sempre infiel. Não há como confiar em pessoas com essas características, pois elas servem a Deus e ao mundo. Têm amigos enquanto lhes interessam, mas os descartam se for conveniente. Suas relações, em geral têm prazo de validade. Balaão era um homem de coração dobre. Queria agradar a Deus e ao diabo. Foi denunciado e castigado por Deus (Números 23:1-12). A inconstância espiritual que observamos em muitos cristãos é resultado de uma mente dividida. Com uma parte tenta agradar a Deus e, com outra, tem comunhão com o sistema deste mundo. Deus espera que os Seus filhos coloquem suas mentes nas coisas do Espírito, que nos capacita a dirigir nossas mentes para as coisas de Deus. 

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. João 14:2




Se Jesus está dizendo que na casa do Pai há muitas moradas e que está preparando uma delas para nós, Ele nos mostra que Deus deseja nos receber para sermos moradores do Céu. Contudo Ele não disse que nos aguarda para uma visita semanal, mensal, ou nos dias de festa. Ele afirma que prepara um lugar para as muitas moradas, para habitemos em uma delas, ao lado de outros moradores. Quem mora não hospeda simplesmente, mas vive, habita e convive com outras pessoas em um lugar onde pode ser encontrado com frequência, onde tem seu ponto de referência, diferentemente de quem apenas visita ou vai de vez em quando. Aquele que deseja morar no Céu não pode agir diferente aqui na Terra. Quem vai à Casa de Deus apenas no dia de festa, no dia que lhe sobra para “dar uma passadinha”, ou para uma rápida visita não pode ter essa Casa como referência, como um endereço em que seria localizado. Assim como pode esperar ser morador do Céu. A Casa do Pai tem muitas moradas e ela começa aqui, na Terra. Imagine que faremos na Casa Celestial o mesmo que fazemos aqui. Davi deu-nos um grande exemplo. Ao lermos sua história, vemos que ele não foi perfeito em tudo, mas completamente sincero perante Deus, confessando seus erros, arrependendo-se deles e mudando tudo o que desagradava ao Senhor porque não queria que nada o separasse de Deus. Uma das afirmações de Davi que mais nos ensinam sobre a nossa própria caminhada com o Senhor está em Salmos 27:4 “Uma coisa pedi ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do Senhor, e aprender no seu templo."  Davi não pediu para ser rei, para ter dinheiro, para ter honras, para superar seus inimigos. Observemos que ele pediu para morar na Casa de Deus, onde contemplaria a Sua face e aprenderia cada vez mais. Se ele fosse apenas visitante com certeza não poderia aprender com profundidade sobre as coisas de Deus. Davi era o mais simples de seus irmãos e vivia na cidade menos importante do reino, mas vemos que ele teve honras que não pediu, sendo um simples pastor de ovelhas, chegou a ser o maior rei de Israel. Aprendemos com a atitude de Davi que buscar a Deus traz consequências importantes para nossa vida terrena e também na perspectiva de uma vida eterna na presença de Deus. Entendemos que morar na casa de Deus é estar no mesmo ambiente espiritual onde Deus está todos os dias de nossas vidas. Morar na casa de Deus não é algo literal, não é abandonar a nossa casa e morar na igreja, mas é fazer da Casa de Deus a nossa casa no sentido de nos comprometer com a Obra de Deus e de seguir as Suas orientações assim como seguimos as normas da casa onde moramos. É fazer da Casa de Deus um endereço de referência. 

domingo, 4 de agosto de 2013

Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. Provérbios 3:6



A versão da Bíblia Viva assim traduz esse versículo “Em tudo quanto for fazer, lembre-se de colocar Deus em primeiro lugar. Ele guiará os seus passos e você andará pelo caminho do sucesso”. Salomão nos exorta a não nos esquecermos de Deus e a não deixar que as ocupações do mundo nos desviem de Seus caminhos. Ele nos ensina que, quando confiamos no Senhor de todo o coração e não julgamos que a nossa própria capacidade é suficiente para vencer os problemas somos vitoriosos. Mas, na contramão desse ensinamento, vemos que muitas pessoas quando obtém o sucesso, ou quando são contempladas com uma bênção, esquecem-se de quem as abençoou. Há pessoas que pedem a Deus um emprego, um carro, uma boa casa e quando são contempladas acabam deixando que a sua bênção lhe afaste de Deus. O trabalho lhe tira o tempo para louvar, agradecer ou orar a Deus. O carro, em vez de ser um instrumento de aproximação, é motivo para se distanciarem do Senhor. Ele serve para o passeio, para o trabalho, para as festas, mas não para ir à casa de Deus. De igual modo, a casa que veio como bênção é lugar para receber os amigos, os parentes, até mesmo estranhos, mas dificilmente é colocada a serviço do Senhor. Quantas pessoas têm se esquecido de Deus depois de se virem contempladas com o que pediram? Quantos não têm usado a própria bênção como desculpa para não ir à Igreja, para não colaborarem na Obra de Deus, para não colocarem seus dons a serviço de Deus? Precisamos lembrar que as nossas vidas não consistem na busca do sucesso material, mas na busca de desenvolvimento espiritual que nos conduza a Deus, que nos leve a ter uma vida digna e santificada. Toda a nossa existência terrena, nada mais é que  uma fase de transição no movimento em direção à vida eterna. Se buscarmos o Reino de Deus em primeiro lugar, com toda certeza, todas as outras coisas nos serão acrescentadas.  

sábado, 3 de agosto de 2013

O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra. Salmos 34:7




Somos sempre guardados por Deus, isso é certo, ainda que tenhamos a visão de anjos. Quando clamamos a Deus, Ele inclina para nós os Seus ouvidos e dispõe os Seus anjos para nos guardar. Os livramentos do Senhor ocorrem cotidianamente de tal forma que parecem tão  natural que podem não ser reconhecidos como algo sobrenatural. Contudo o mundo invisível é constantemente descrito na bíblia como algo constantemente presente em nosso meio, não como uma realidade distante, mas como algo presente entre nós. Os anjos são seres criados por Deus e, embora reais, são, geralmente, invisíveis aos olhos humanos. A Bíblia afirma que os anjos são criaturas de Deus de antes da criação do mundo (Salmo 148:2 e 5; Jó 38:4-7). Mas eles não estão apenas ocasionalmente presentes na Bíblia; eles estão constantemente presentes.  São administradores de Deus, a serviço de Cristo e são dotados de poder sobrenatural, mas submissos a Jesus. E como espíritos adoradores de Cristo, também são dotados de poder e autoridade para cuidar dos escolhidos de Deus (Hebreus 1:7).  

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. Efésios 5:2



Nós somos resultados do imenso amor de Deus.  E amor é a essência do nosso Deus. É na palavra amor que se resumem os dois grandes mandamentos, os quais substituem sem perda de nenhum valor os demais mandamentos anunciados por Moisés, conforme registra Mateus 22:37 a 40 37 “E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas”. Somos privilegiados por recebermos de Deus um exemplo de amor incondicional. Ele nos  amou primeiro e por essa razão nos deu Seu único Filho para a nossa salvação, mesmo sendo nós, pecadores. João 13:34 nos faz refletir sobre esse exemplo que Cristo nos deu: "Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis." Ele não só nos deu esse mandamento, como também demonstrou esse amor em toda a sua passagem entre os homens. Jesus demonstra a grande importância a esse mandamento, repetindo  duas vezes na mesma noite: "O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer. Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda. Isto vos mando: Que vos ameis uns aos outros." . (João 15:12-17) 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Assim diz o SENHOR: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás, e não viverás. Isaías 38:1b





Essas palavras do Senhor foram ditas a Ezequias, rei de Judá, por intermédio do profeta Isaías, mas imaginemos que ela tenha sido proferida a nós. O que faríamos, ou o que pensaríamos se  recebêssemos  uma sentença dessa da parte de Deus?  Ezequias virou-se para a parede e orou, conforme registram Isaías 38:3 e 2 Reis 20:3: "Lembra-te, SENHOR, peço-te, de que andei diante de ti com fidelidade, com inteireza de coração, e fiz o que era reto aos teus olhos; e chorou muitíssimo." Ezequias teve ousadia e determinação ao orar e expor suas razões, porque mesmo reconhecendo-se falho estava certo de que andou diante de Deus com fidelidade e com  integridade de coração e fez o que era reto perante Seus olhos. Ezequias  chorou e  Deus não resistiu ao coração quebrantado, atendendo à sua súplica. Será que nós também teremos essa ousadia de chegar diante de Deus se Ele nos mandar esse recado? Sabemos que ainda hoje Deus é o mesmo, e continua se manifestando em nossas vidas  nos livrando e abençoando, contudo, para termos nossas orações atendidas é necessário que demonstre a mesma integridade  e fidelidade que o rei demonstrou. Tiago 5: 16b ratifica isso quando diz: "Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo." Deus  nos ama e trabalha por aqueles que nele esperam, por aqueles que, mesmo diante de uma sentença ruim, não se desviam de Seus Estatutos.