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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013


Eu te conheci no deserto, na terra muito seca. Oséias 13:5


O profeta Oséias usa uma figura que ilustra muito bem a situação de quem volta às costas para aquele que o acolheu, quando estava vivendo um período árido. Ele se refere aos fato de que o povo no deserto foi assistido pelo Senhor, mas quando se viu livre voltou às costas para Deus e passou a viver segundo os seus desejos. O profeta registra “Depois eles se fartaram em proporção do seu pasto; estando fartos, ensoberbeceu-se o seu coração, por isso se esqueceram de mim”. (Oséias 13:6-7). Esse tipo de comportamento também acontece com aqueles que são acolhidos pelos amigos, pelos companheiros quando estão vivendo em momentos difíceis, mas quando se imaginam fartos se ensoberbecem e se esquecem de quem os acolheu. A ingratidão é mal, mas machuca muito mais àquele que a pratica. O ingrato colhe o que planta e por mais que pense ter saído do deserto é lá que continuará andando em círculos. 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


O ouvido que ouve, e o olho que vê, o SENHOR os fez a ambos. Provérbios 20:12



 O sábio não dedicaria esse versículo tão somente para fazer uma redundante observação. Certamente,  ele intentou mostrar muito mais do que o obvio. Se Deus nos fez com olhos e ouvidos não foi apenas para compor o corpo humano, mas para ver e ouvir.   Para enxergar e ouvir o próximo e assim exercitarmos o que diz o segundo mandamento. Quantos não olham para o próximo e não passam ao largo, sem se sensibilizar com os seus problemas? Quantos não fecham seus ouvidos para o clamor do amigo, do irmão, do colega, ou do estranho que passa. Mas precisamos refletir sobre a simplicidade e ao mesmo tempo profundidade dessa palavra. Deus nos fez completos para usarmos os nossos sentidos de forma inteira. Com  olhos para ver e ouvidos para ouvir. Com sensibilidade para compreender verdadeiramente o outro. Pense nisto e veja qual o sentido essa palavra tem para a sua vida hoje!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013


Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. (Romanos 8:8-9)

 O apóstolo Paulo é categórico ao afirmar que quem busca os prazeres carnais não agrada a Deus de forma nenhuma.  Sabemos que é muito difícil resistir aos prazeres que agradam a carne, porque é sempre mais fácil fazer isso do que cultivar as coisas do espírito. Realmente não é fácil, mas não é impossível. Jesus Cristo deu-nos esse exemplo, pois como homem foi tentado e em nada pecou, conforme relata o autor de Hebreus 4:15. É claro que não podemos nos comparar a Cristo, mas devemos buscar Nele o modelo a ser seguido. A   Bíblia nos exorta a santidade, 1 Pedro 1:16 “Porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo”. Não é perfeição, mas santidade é o mínimo que Jesus espera de nós. Em  Romanos 8: 5-7 lemos “Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito.  Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Há várias  passagens na Bíblia nas quais Deus nos exorta à santidade e condena as obras da carne. Precisamos nos lembrar sempre de que tudo que é da carne vai passar, mas a palavra do Senhor se cumprirá, conforme registra Mateus 24:35 “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar”.  

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013



Jesus, porém, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: Todo o reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda a cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá. (Mateus 12:25)

 Jesus nos alerta para uma defesa contra os ataques do nosso verdadeiro inimigo, lembrando-nos de que nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas contra o diabo que se vale de nossas brechas e fraquezas para minar nossas forças e conseguir seu intento: destruir nossas almas. Mesmo que ele tente o tempo todo nos iludir com suas artimanhas, como um grande estrategista que conhece a arte da guerra, ele busca nos dividir para diminuir nossas forças. Ele faz isso colocando-nos contra os nossos aliados, contra aqueles que poderiam ser nosso suporte. Para isso, planta a semente da desconfiança, da discórdia, da fofoca, da dúvida. Ele primeiro nos coloca contra aqueles a quem poderíamos nos aliar no caso de um pedido de socorro. Assim, tira a nossa confiança, e nos faz sentir diminuídos. Depois de conseguir dividir as nossas forças, ele nos faz sentir impotentes para reagir, criando assim uma dependência dele, mantendo o seu jugo, crendo que não há mais saída, certos de que não podemos mais contar com aqueles a quem abandonamos. A maneira mais eficiente de reagirmos a isso é contra atacar usando as suas estratégias como  defesa. Se ele nos conhece e também conhece a palavra, precisamos conhecer o nosso inimigo  Jesus nos ensina uma estratégia para vencer o nosso oponente: não deixar que o inimigo divida as nossas forças. Assim, não podemos nos afastar dos  verdadeiros amigos, não dar as costas aos nossos  líderes e não menosprezar suas palavras. Se você está em meio a uma batalha, a melhor política é desintegrar as alianças do inimigo por meio da diplomacia. Lembre-se: não adianta lutar com as mesmas armas. Arme-se da palavra de Deus e some as forças em vez de dividir.

domingo, 27 de janeiro de 2013


O SENHOR Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas. (Habacuque 3:19)




O profeta afirma a sua confiança em Deus porque conhece quem é Esse Deus maravilhoso. Essa confiança é resultado do conhecimento e da experiência que temos com o Senhor. Não é algo que se manifeste simplesmente pela emoção, mas deve vir da razão  e da reflexão sobre quem conhecemos. Há quem manifeste sua confiança no dinheiro, na posição que ocupa, nas pessoas que exercem algum poder terreno. Mas quem entende que tudo isso é passageiro e que ninguém pode fazer por nós o que só Deus é capaz consegue viver essa experiência e  assegurar essa confiança assim como o profeta. 

sábado, 26 de janeiro de 2013


Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. 1 Coríntios 2:12


          Para que tenhamos pleno conhecimento da verdade e para que possamos crescer espiritualmente, sendo edificados, uma das coisas mais importantes que precisamos ter, além da fé e o discernimento. Discernimento, neste caso, significa distinguir o que é certo ou errado nas coisas do mundo, verificando se é algo que se tem fundamento da Bíblia, quando nos deparamos com determinado assunto, estudo ou pregação. Por isso, o autor de Hebreus 14 afirma que “o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal”. Isso significa que o imaturo espiritual não distingue bem o que é bom ou ruim nas ofertas do mundo, o que honra ou desonra a Deus, enquanto o maduro espiritual distingue bem o que traz honra ou edifica daquilo que não vem de Deus, ou não O honra. A falta de leitura bíblica, a falta de oração e, consequentemente de crescimento espiritual impede o discernimento. João 8:32 nos mostra que a verdade liberta, e o conhecimento dessa verdade vem da leitura da Bíblia. Quando oramos, o Espírito Santo tem a liberdade de conduzir a nossa vida. Por isso o apóstolo Paulo afirma em I Coríntios 2:15 “Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido”. O homem espiritual consegue discernir tudo mais do que qualquer outro homem, reconhecendo o que é falso ou o que é verdadeiro, o que honra ou desonra a Deus, pois confere a procedência, o que vê, o que ouve e o que lê, enfim tudo ele busca discernir e sabe julgar segundo a reta justiça. O homem espiritual faz o que ensina João 7:24 “Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”, ao contrário daquele que não busca o discernimento e por isso segue o seu próprio entendimento. Para crescermos na fé é preciso ter discernimento. Sem ele não temos certeza que rumos tomamos na nossa espiritualidade e no mais, se no final desta caminhada o crente irá para o céu ou para o inferno. 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013


Mas eu confiei em ti, SENHOR; e disse: Tu és o meu Deus. Salmos 31:14-15


Se o profeta Jeremias 17:5-7 traz a mensagem de Deus afirmando “Maldito o homem que confia no homem, e  Bendito o homem que confia no SENHOR”, quantos podem afirmar como o salmista a expressão firme da confiança em Deus. o salmista sabe que aquele que no Senhor confia nunca será confundido, pois a Sua justiça nos cobre. Àquele que Nele confia, Deus inclina os Seus ouvidos e guia no caminho, livrando da aflição. Aquele que confia no Senhor coloca-se nas Suas mãos e é salvo por Suas misericórdias. Ao declaramos  a nossa confiança em Deus, assim como o salmista, estamos nos comprometendo em deixar com o Senhor todos os problemas, ansiedades, preocupações e angústias que nos assolam, e, ao mesmo tempo nos comprometemos a aceitar as soluções que Ele nos apresentará, certos de que Ele ao Seu tempo providenciará a solução. Confiar em Deus é entregar tudo a Ele. Não importa qual seja a nossa necessidade ou petição, pois quem conhece a Deus sabe que nada é impossível para um Deus soberano.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013



Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR! Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR. Jeremias 17:5,7

O profeta Jeremias deixa bem claro aquilo que todo cristão já deveria saber: a nossa confiança deve estar em Deus e jamais no homem. Nenhum homem merece que deixemos de servir a Cristo, de trilhar Seus passos para segui-lo.  O único digno de que abandonemos nossos projetos é o Senhor Jesus. Observe que nestes versículos o profeta usa duas palavras antônimas: maldito e bendito. Essa oposição mostra as diferentes consequências na vida do  homem  que escolhe confiar no Senhor e  do escolhe confiar em homens. O Senhor não falha, ainda que retarde as Suas promessas, ao contrário do homem que é falível.
A Bíblia deixa claro que o homem colhe o resultado de suas escolhas. Ele pode escolher entre ser uma árvore plantada junto ao ribeiro, desfrutando da fonte inesgotável ou ser uma planta seca longe do manancial. Aquele confia no homem e se afasta de Deus, é semelhante a uma planta no deserto. Torna-se solitário, porque desligou do seu próprio Criador e não há quem possa preencher o vazio provocado por essa distância. Cortada a fonte de vida, não há como se sustentar, ou se firmar. Mas a pessoa que confia em Deus é como árvore com raízes profundas, sempre irrigadas na beira de um rio. Ainda que pareça solitário, ou que enfrente dificuldades, jamais será abalada, porque recebe a seiva de vida e o cuidado  de seu Criador.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013


Porque, quem despreza o dia das coisas pequenas? 4:10


O profeta Zacarias nos lembra de prestar atenção nas pequenas coisas, não nos esquecendo de que Deus faz grandes coisas com pequenas ações. Há vários exemplos bíblicos que nos mostram isso. Uma pequena pedrinha atirada contra um gigante foi capaz de mudar o curso da história de um povo, de transformar a vida de um simples pastor no maior rei que Israel conheceu. A pedra era pequena, mas seu impulso foi usado por Deus para derrubar Golias. Comparado com os dízimos dos ricos, as moedas de uma viúva não eram insignificantes, mas o pequeno gesto mexeu com o Jesus e fez diferença na vida daquela mulher. Mas foi necessária uma atitude. Pequenas ações podem mudar o mundo. Max Lucado nos lembra que Moisés tinha um cajado; Davi  um estilingue; Sansão um osso maxilar; Raabe  uma corda; Maria tinha alguma pomada; Arão  uma vara; Dorcas  uma agulha. Mas com o mínimo que tinham, fizeram o máximo que podiam: tiveram uma atitude positiva e por isso todos foram usados por Deus. E hoje Ele pergunta o que você tem para dar início à obra. O que hoje é uma grande árvore  já foi uma pequena semente. Pense nisto! 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013



Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade. 1 João 2:4


Jesus Cristo nos diz que Ele é  o caminho, a verdade, a vida. Ele é porta, a única porta que se abre para a vida Eterna. Aquele que diz que O conhece, mas não guarda os Seus mandamentos não vive o que afirma, não tem parte com Ele. Não existe caminho alternativo para a vida eterna, não existe luz fora do caminho traçado por Jesus Cristo. Sem Ele não há vida. Por isso, o recado do Senhor para nós é  “não se iluda com caminhos alternativos, com portas que levam ao matadouro e não a vida eterna”. A porta verdadeira é estreita e nem todos podem passar por ela, embora todos sejam convidados. Afirmar que conhece Jesus, sem obedecer a Sua palavra é passaporte para a perdição. Não para a Vida Eterna.  Precisamos prestar atenção aos sinais: Jesus Cristo em breve voltará, e Ele espera que estejamos no caminho certo.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013



Mas esta é a aliança que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o SENHOR: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Jeremias 31:33


Veja que grande e maravilhosa promessa nos traz o profeta Jeremias, traduzindo a vontade de Deus para os Seus filhos! O Senhor afirma por intermédio do profeta que será o Deus de todas as famílias de Israel, e elas serão o Seu povo. Nós somos o Israel de Deus, filhos por adoção, escolhidos pela graça, salvos pelo sacrifício de Jesus. Somos o povo que sobreviveu ao deserto porquanto com amor eterno fomos amados e com benignidade  atraídos pelo Pai. O Pai que afirma que secará as nossas lágrimas e nos levará aos ribeiros de águas, por caminho direito, no qual não tropeçaremos, porque estaremos reunidos guardados, então, haverá esperança quanto ao nosso futuro, porque nossos filhos voltarão para os seus termos. 

domingo, 20 de janeiro de 2013



Vinde, ó casa de Jacó, e andemos na luz do SENHOR. (Isaías 2:5)


Essa exortação proferida pelo profeta Isaias, continua a ecoar como um convite àqueles que não conhecem ou que se distanciaram da luz do Senhor. Todavia, assim como o povo de Israel se encheu dos costumes do oriente e se contaminaram com as práticas pagãs e se associaram a povos estranhos, também o povo nos dias atuais tem se distanciado das orientações do Senhor e se deixado contaminar com o mundanismo, e tem caído nas armadilhas de satanás. O povo tem se preocupado com a prosperidade financeira, tem acumulado tesouros e negligenciado a sua vida espiritual. Assim como o povo de Israel, muitos têm feito para si ídolos diante dos quais se ajoelham, inclinado-se perante a obra das suas mãos, diante daquilo que fabricaram os seus dedos, deixando de lado a Glória de Deus. Vinde, ó casa de Jacó, clama o Senhor, e deixe de lado a idolatria, os maus costumes, a contaminação do mundo, pois conforme anuncia o profeta Isaías 2:17-19 , não tarda a chegar o dia em que “a arrogância do homem será humilhada, e a sua altivez se abaterá, e só o SENHOR será exaltado naquele dia. E todos os ídolos desaparecerão totalmente”.

sábado, 19 de janeiro de 2013



Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne? Será em vão que tenhais padecido tanto? Se é que isso também foi em vão. Gálatas 3:3-4

Esta pergunta do apóstolo Paulo serve para você? Pensemos também na pergunta do profeta Jeremias 2:21 “Eu mesmo te plantei como vide excelente, uma semente inteiramente fiel; como, pois, te tornaste para mim uma planta degenerada como vide estranha?” Verifique como está sua vida hoje, como estava quando Jesus lhe foi apresentado como único e suficiente salvador de sua vida. Esse questionamento deve nos levar a refletir sobre como temos nos comportado depois de conhecer a Palavra da verdade e ter nos posicionado como servos de Deus. O fato é que se respondermos afirmativamente a essa pergunta, precisamos aceitar a crítica de que não há outro adjetivo para nos qualificar a não ser “insensato”. Somente uma pessoa insensata deixa de servir a Deus que é soberano e Todo Poderoso para servir ao mundo, sabendo que o seu príncipe nada pode nos dar a não ser frustrações, decepções e a perdição eterna. Somente um insensato deixa as coisas do Espírito para usufruir as coisas da carne, sabendo que isso não satisfaz, não traz bênçãos perenes, mas consequências terríveis ao corpo e a alma. Somente um insensato abre mão dos princípios de Deus que levam à prosperidade com dignidade para aceitar os prazeres e o status do mundo, regido pelo pai da mentira.
Pensemos nesta pergunta que Paulo fez aos Gálatas, mas bastante oportuna a muitos que conhecem a Palavra de Deus e frequentam igrejas, assistem cultos, mas não se apropriam do que conheceram e preferem voltar à escravidão da carne. Mais do que pensar, devemos rever nossas atitudes e aceitar o propósito do Evangelho, pois Jesus não veio para julgar ou condenar, mas dar vida com abundância a quem reconhece e tem a humildade de se perdoar e de pedir perdão.  

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013


Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes. Isaías 44:3

O profeta Isaias nos traz uma grande promessa do Senhor que se estende para além de nós. Ela alcança a nossa descendência e nos acompanha em tudo o que fizermos. Quando aceitamos a orientação do Senhor e vivemos conforme Sua Palavra, Ele nos abençoa e nos faz prosperar em todos os sentidos. A promessa de Deus alcança várias gerações dos que O servem. Quando o Espírito de Deus é derramado sobre nossas vidas, tornamo-nos portadores das promessas e elas se concretizam quando fazemos a vontade de Deus. O profeta acrescenta que quem recebe a bênção “brotará  como a erva, como salgueiros junto aos ribeiros das águas”. Por sua proximidade com a água, os salgueiros estão sempre viçosos, são típicos das regiões próximas aos ribeiros de água. E a água é um elemento apresentado na Bíblia como símbolo do Espírito Santo, Aquele que transforma, que torna fértil a alma sedenta. Sem água não há vida.  Assim como a falta de água pode levar o planeta a destruição, a rejeição ao Espírito Santo causa morte e caos para uma humanidade vazia, sem vida em seu ser. Águas poluídas simbolizam vidas em pecado. E uma árvore aos pés de um ribeiro representa vida. Assim como o salgueiro tem sido utilizado para despoluir águas, as vidas cheias do Espírito têm o poder de regenerar doentes, de recuperar os pecadores. A água purifica o corpo, o Espírito purifica a alma. 

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013




E bem vedes e ouvis que não só em Éfeso, mas até quase em toda a Ásia, este Paulo tem convencido e afastado uma grande multidão, dizendo que não são deuses os que se fazem com as mãos. Atos 19:26-27

O próprio apóstolo Paulo, reverenciado por muitos como um homem santo afirmava que não são deuses aquilo que é feito pela mão dos homens. Entretanto, como quem lê e não compreende o que está escrito, aqueles que continuam se curvando diante de imagens esculpidas pelas mãos humanas, confeccionadas em barro, mármore, ou madeira, comportam-se como tolos. As atitudes de Saulo, convertido Paulo, fizeram dele um santo que lutou pela instauração da Igreja de Cristo e pela propagação do evangelho da salvação. Mas as imagens que outros homens fazem dele, para se envergarem diante dela, para adorar e reverenciar são uma afronta à sua própria santidade e à palavra proferida por ele, quando ministrava à Igreja Primitiva. Paulo que repudiava o culto e a adoração à deusa Diana, não pode aceitar nenhum culto, ou adoração a nenhuma imagem feita em sua reverência. Desde o início, Deus orienta o povo a não se curvar diante de deuses: “Não vos volteis para os ídolos, nem façais para vós deuses de fundição. Eu sou o Senhor vosso Deus”. (Levítico 19:4); Em 1 Samuel 15:23, o profeta ensina que “a rebelião é como o pecado de adivinhação, e a obstinação é como a iniquidade de idolatria.” O salmista nos Salmos 115:4-8  reflete sobre a insensatez de se fabricar e adorar os ídolos, afirmando: “Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos do homem. Têm boca, mas não falam; têm olhos, mas não veem; têm ouvidos, mas não ouvem; têm nariz, mas não cheiram; têm mãos, mas não apalpam; têm pés, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. Semelhantes a eles sejam os que fazem, e todos os que neles confiam”. O profeta Ezequiel 14 traz a palavra de Deus ao povo: “Portanto dize à casa de Israel: Assim diz o Senhor Deus: Convertei-vos, e deixai os vossos ídolos; e desviai os vossos rostos de todas as vossas abominações. Porque qualquer homem da casa de Israel, ou dos estrangeiros que peregrinam em Israel, que se alienar de mim e der lugar no seu coração aos seus ídolos, e puser tropeço da sua maldade diante do seu rosto, e vier ao profeta para me consultar a favor de si mesmo, eu, o Senhor, lhe responderei por mim mesmo; e porei o meu rosto contra o tal homem, e o farei um espanto, um sinal e um provérbio, e exterminá-lo-ei do meio do meu povo; e sabereis que eu sou o Senhor. Por essa razão, o apóstolo Paulo exorta-nos em 1 Coríntios 10:14 “Portanto, meus amados, fugi da idolatria”, e nos adverte em Romanos 1:22-23 “Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis”, o que Moisés orientou o povo em Êxodo 20:3-4  “Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra”. 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013


Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei. Josué 1:5




Esta promessa foi feita para alguém que decidiu obedecer. Na história de Josué, podemos destacar algumas características que fizeram dele um vencedor, um alvo do cumprimento da promessa: a lealdade, a obediência, a persistência e a perspicácia. Vemos que Josué nunca perdeu oportunidades. Estava sempre presente, sempre disposto a cooperar com seu líder. Moisés pode contar com ele e quando se viu sozinho para continuar a tarefa iniciada por Moisés, diante de um povo que dependia dele, não reclamou, não colocou impossibilidades. Continuou pronto a obedecer. Nisso vemos também o senso de oportunidade e o desejo de aprender com seu líder, em vez de criticar ou se rebelar, como os demais. Durante toda a trajetória no deserto, por quarenta anos, Josué ficou perto de Moisés e não deixou de ouvir o que ele tinha a ensinar. Deus tem propósitos para cada pessoa que se dispõe a estar no lugar  que o  Deus escolheu. Josué não questionou, não se rebelou, mas estava na hora certa, no lugar certo, pronto para receber a bênção, a promessa. Deus não faz nada pela metade e Sua promessa se completa quando nos posicionamos para recebê-la. Deus não desamparará aquele que Nele espera, que coloca Nele a sua confiança. Deus quer a sua lealdade, a sua obediência e a sua persistência. Se você for perspicaz para saber aproveitar a oportunidade, não trocará sua bênção por nenhuma promessa vã que o mundo oferece.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013



Porque, quando morrer, nada levará consigo, nem a sua glória o acompanhará. Salmos 49:17-18
O salmista faz uma importante constatação, que   nos leva a refletir sobre a efemeridade de nossas vidas e a insensatez de colocarmos nosso coração naquilo que não edifica, naquilo que é vaidade. Salomão dizia com toda sabedoria que tudo é vaidade e questiona Eclesiastes 1:3 “Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?” A resposta é conhecida, por mais que se especule sobre qual o destino do homem após a morte, nada pode ser levado. No livro de Eclesiastes o sábio pondera sobre o que é a vida  de um homem sem Deus. Salomão, o pregador,  meditou profundamente sobre a vida humana, com as suas injustiças e decepções, e concluiu que tudo é vaidade. O salmista já fazia essa constatação, reconhecendo que o homem sem Deus é nada e nenhuma glória subsiste a grande lição que o salmista e o pregador nos deixam é que, quando o  homem se volta para Deus, descobre verdades consoladoras. Por isso, o "Sábio ou o Pregador" aconselha os jovens a se lembrarem do seu Criador nos dias da sua mocidade, antes que o corpo volte para o pó da terra, e o espírito volte para Deus. a grande conclusão é que devemos temer a Deus e obedecer  aos seus mandamentos porque foi para isso que fomos criados. Nós teremos de prestar contas a Deus de tudo o que fizermos e até daquilo que fizemos em segredo, seja o bem ou o mal. Desta vista não levaremos nada. Do pó viemos e a ele voltaremos, mas a nossa alma se inclinará a quem honramos. E  quem honramos nos honrará. 




                                                                                                                                    


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013


Ninguém, pois, engane ao seu próximo; mas terás temor do teu Deus; porque eu sou o SENHOR vosso Deus. Levítico 25:17
A orientação de Deus ao povo, por intermédio de Moisés, é que ninguém engane ao seu próximo. E essa ordem prevalece até os dias de hoje. Jesus ensina no Evangelho de João 13:15 “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também”. Mas o que é enganar? Enganar é privar dolosamente alguém, é lesar, prejudicar, iludir com subterfúgios, induzir alguém ao erro. E isso não deve ser feito a ninguém, principalmente ao  irmão. Se alguém engana a um ímpio, baseado nas leis dos homens, pode até confiar na impunidade, mas se assim age com um cristão, temente e fiel a Deus, com toda certeza, Ele se encarregará de pleitear a sua causa. Não ficará impune quem engana.  Paulo em 1 Tessalonicenses 4:6 deixou  bem claro “Porque o SENHOR é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos.” Por essa razão e por temer a Deus não devemos estar em debito com as leis dos homens, muito menos com o nosso Senhor. Sobre essa questão, também o profeta Malaquias 3:5 anunciou, em nome de Deus:  “E chegar-me-ei a vós para juízo; e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que defraudam o diarista em seu salário, e a viúva, e o órfão, e que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o SENHOR dos Exércitos.” Defraudar é privar alguém dos seus direitos, é usar de subterfúgios, de ardil engano, é induzir alguém ao erro, é dar prejuízo a alguém, auferindo ou não um lucro. Por isso, não espere que Deus acerte as contas em nome de quem se viu enganado, se você, de algum modo tem defraudando alguém, faça um exame de consciência e acerte as suas contas com quem é de direito e redima-se com Deus. Zaqueu fez isso, ao ser confrontado pro Jesus e foi agraciado pela sua atitude.

domingo, 13 de janeiro de 2013


O ímpio o verá, e se entristecerá; rangerá os dentes, e se consumirá; o desejo dos ímpios perecerá. (Salmos 112:10)
O salmista nos lembra que o ímpio não prevalecerá sobre aqueles que temem e obedecem a Deus, por isso afirma ser bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR, que em seus mandamentos tem grande prazer. Ele ensina que até os descendentes dos servos de Deus são abençoados, ao contrário daqueles que escolhem dar honras ao mundo e nele se comprazem. Haverá prosperidade e riquezas na casa daqueles que são fieis  a Deus e Nele confiam, por isso compadecem dos necessitados, e emprestam sem interesse. O salmista completa que aqueles que assim agem nunca serão abalados, e mesmo que o ímpio lhe cause prejuízo, os justos não passaram por dificuldades, ao contrário daqueles que não honram a Deus, não pagam suas dívidas e colhem onde não plantaram. O justo não temerá maus rumores, nem as crises, pois o seu coração está firme, confiando no SENHOR. O coração do justo está bem confirmado, ele não temerá, até que veja o seu desejo sobre os seus inimigos, garante o salmista. 

sábado, 12 de janeiro de 2013



“E disse-lhes: Quando vos mandei sem bolsa, alforje, ou alparcas, faltou-vos porventura alguma coisa? Eles responderam: Nada.” (Lucas 22:35)
A Bíblia apresenta pelo menos cinquenta razoes pelas quais Deus quer a prosperidade de Seus filhos e vários motivos pelos quais Ele quer livrar os Seus da escravidão financeira, das dívidas, das preocupações e do medo, e o principal deles é nos levar a uma posição elevada em Cristo. Ele quer que Seus filhos prosperem, não há como pensar diferente, mesmo que tenhamos vários exemplos de homens dedicados à Obra de Deus que aparentemente não são prósperos, segundo a visão do mundo. A promessa de Deus é que jamais faltaria a provisão necessária, mas Ele quer muito mais para nós. Mas é importante entendermos que prosperidade não é só riqueza material. É muito mais do que poder, status ou bens materiais. É a segurança e a provisão necessária vinda do Senhor. Quando compreendermos que apesar de nossos esforços pessoais, de nossa renda e condição material, o Senhor é a nossa fonte de provisão e nos colocarmos na dependência para garantir o suprimento em todas as áreas de nossa vida, entenderemos o que isso significa de forma sobrenatural.  Cristo enviou os discípulos sem provisão material para que aprendessem a depender da provisão sobrenatural de Deus. Para que não confiassem em seus recursos limitados, e sim que retirassem o sustento dos recursos ilimitados de Deus. É essa a atitude que Ele espera de nós.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013




Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito? Salmos 116:12

A pergunta feita pelo salmista deve ser também um ponto para nossa reflexão. Não é necessário esperar chegar o fim de ano, ou o dia de Ação de Graças para fazermos isso, pois esse  deve ser um motivo de nosso questionamento diário ao Senhor. Que daremos ao Senhor pela bênção de estarmos vivos, pelos livramentos diários, pela graça da salvação, assim como por habitarmos em família, por termos trabalho, amigos, alimento, dentre tantas bênçãos que não são reconhecidas porque nos acostumamos em tê-las. Há uma expressão da sabedoria popular que diz que só damos valor a alguma coisa quando a perdemos. Às vezes, não valorizamos as pessoas a nossa volta, não consideramos os amigos que estão ao nosso lado, mas quando estamos na pior, quando nos sentimos abandonados é que percebemos o quão felizes éramos. De igual modo não damos importância aos nossos familiares, ou não nos esforçamos para conviver com eles e só  damos o seu real valor quando nos sentimos sós, ou estranhos no mundo. Deus tem colocado ao nosso lado pessoas que nos abençoam e também permite que adversários se aproximem de nós, mas tanto os amigos quando os adversários contribuem para o nosso crescimento quando reconhecemos a presença de Deus e Sua mão abençoadora em nossas vidas. Até  mesmo  o mal que nos fazem Deus usa em nosso favor. Não nos esqueçamos de render graças ao Senhor pelas bênçãos cotidianas.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013



Assim diz o Senhor DEUS, que congrega os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram. Isaías 56:8-9


 A promessa de Deus é ajuntar os dispersos. E quem são os dispersos hoje? São aqueles que vivem  de igreja em  igreja,  que vivem de euforias e momentos e não aprofundam o  relacionamento com o Pai. São os que se animam em um culto cuja palavra é de estímulo e se desencorajam quando a palavra é de admoestação. São os que querem ser adulados, acariciados com a palavra do pastor, mas se desgastam quando são chamados à atenção, quando entendem que a palavra lhes serviu de carapuça. São os que buscam poder e status na obra, mas não o serviço voluntário, espontâneo e anônimo para a glória do Senhor.   São aqueles que não se firmam nas promessas e não persistem com paciência porque querem resultados imediatos como se igreja fosse “self service” de promessas e os pastores fossem entregadores de bênçãos “a La carte” ou ainda em “delivery”. Mas quando as coisas não acontecem conforme o esperado, quando o vazio permanece e a alegria momentânea  se torna frustração se decepcionam com Deus e com as igrejas. Deus quer chamar à razão os dispersos. Ele não tem culpa, pois quem depositou sua confiança em  homens, obras e coisas passageiras, quem não olha para Jesus, mas para o homem não se satisfaz em lugar algum. É preciso entender antes de tudo que as igrejas não são perfeitas, porque é formada de homens e mulheres imperfeitos. As  pessoas se dispersam porque  têm procurado perfeição  nos lugares errados, nas pessoas erradas, e por isso acumulam  decepções. É preciso reconhecer que não existem igrejas perfeitas, não  existe cristão  perfeito.  O único que é perfeito é Cristo, em quem devemos nos espelhar em busca da perfeição. Ele veio para agregar os dispersos e para acolher com misericórdia aqueles que julgam o irmão, que cobram dos líderes aquilo que nem eles são capazes de fazer e por isso vagam sem criar raízes porque não estão ligados à  Videira. 

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013



"Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos. Unges a minha cabeça com óleo; o meu cálice transborda” (Salmo 23:5).

Sabemos que há dois tipos de inimigos, os demoníacos e os humanos. Os primeiros representam o diabo e todos seus principados e potestades. E os outros são as pessoas que se tornaram ferramentas utilizadas por Satanás para nos fazerem infelizes, mas dentre esses podemos  também incluir a nós mesmos, quando agimos de forma insensata e chamamos sobre nossas vidas sérias consequências. Foram os inimigos humanos de Davi que o levaram a clamar: “Livra-me, ó Senhor, dos meus inimigos, pois em ti é que eu me refugio” (Salmo 143:9). Ninguém está livre de se deparar com adversários, mas a promessa do é que nos banqueteemos diante de nossos inimigos humanos e consequentemente do grande inimigo de nossas almas. A promessa de Deus é que nenhuma arma contra nós prosperará. O salmista viveu a experiência de fazer parte deste banquete e nós também podemos experimentar isso se depositarmos Nele a nossa confiança, se não nos arvorarmos a agir segundo nosso próprio entendimento. O  Pai já  preparou uma mesa para você  e quer lhe encher de Sua graça e compaixão, mas o seu cálice só poderá transbordar se estiver voltado para  Ele.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013


“E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar.” (Hebreus 4:13) 

Não podemos nos esquecer de que Deus é onisciente e onipresente e nada fica encoberto aos olhos Dele. Diante de Deus  estamos nus e nada há que possa ser escondido, nem um pensamento, nem um desejo secreto, nem mesmo os pecados que cometemos e que não consideramos como erros.  Por isso devemos abrir nosso coração e confessar a Ele nossos pecados secretos e tomar cuidado com a vida que levamos,  com a forma como conduzimos as situações, mesmo quando não há  ninguém nos observando. Deus  conhece nossos sentimentos e nossos desejos. E se muitas vezes não nos atende não é por negligência, mas porque certamente não os aprova. Ele conhece nossas desculpas e nossa personalidade. Portanto, sabe quando agimos com hipocrisia, quando usamos máscaras para camuflar nossa real forma de ser. Ele sabe quando aparentamos uma coisa por fora, mas somos totalmente diferentes por dentro.  Como sepulcros  caiados referidos por Jesus em Mateus 23:27. Algumas pessoas são bonitas externamente, mas se pudéssemos abrir seus corações, veríamos quão terríveis são, acobertando cobiças, traição e imoralidade. Elas podem enganar as pessoas por um tempo, mas não podem enganar a Deus. E enganar as pessoas pode até trazer um benefício temporário, mas o que essas pessoas pensam que ganham ao tentar a si mesmas e a Deus? Aquilo que o outro não vê é visto por Deus e pela nossa consciência. Pense nisto!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013


“Mas eras tu, homem meu igual, meu guia e meu íntimo amigo. Consultávamos juntos suavemente, e andávamos em companhia na casa de Deus”. (Salmos 55:13-14)

Se o inimigo nos afronta usando pessoas estranhas, com toda certeza isso dói, mas dói  muito mais quanto essa afronta vem daqueles que nos são caros. Quando vem daqueles que a quem depositamos nossa confiança, a quem demos o nosso ombro. Suportar a afronta ou a indiferença de um (des)conhecido é tolerável, mas se isso vem daqueles a quem amamos essa dor se torna lancinante, como uma espada afiada que penetra o mais intimo de nosso ser. Se isso já lhe ocorreu, você deve saber o que significa conviver com a tristeza de ver uma pessoa querida tratando-o como um inimigo, ou com a indiferença de um estranho. Mas o salmista diz “Eu, porém, invocarei a Deus, e o SENHOR me salvará”. O Senhor tomará as nossas dores, quando clamarmos a Ele. Quem afronta aqueles que querem o bem e estão em paz, quem quebra a aliança ou a amizade chama a si a justiça de Deus, porque Ele é o único que pode pleitear por nós essa causa. O salmista desabafa porque se sente entristecido por ser afrontado por alguém que lhe é caro. Quantas vezes isso não aconteceu também conosco? Quantas vezes não é o nosso amigo, nosso irmão, nosso companheiro que nos afronta? Observe que o salmista diz “Pois não era um inimigo que me afrontava; então eu o teria suportado; nem era o que me odiava que se engrandecia contra mim, porque dele me teria escondido.” (Salmos:55:12).”  Se você sofre com essa afronta, ou se tem afrontado seu irmão sem causa, faça como o salmista, confie no Senhor e lance o seu cuidado sobre Ele, pois Ele não permitirá jamais que o justo seja abalado. 

domingo, 6 de janeiro de 2013


"Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra." (Rom.13:7)

Deus honra aqueles que o honram, transformando as sentenças obscuras que repousam sobre suas vidas em bênçãos. A bíblia nos ensina a pagar o que devemos a quem devemos.  Isso é tributar honra . A honra é um pagamento de dívida.  Essa dívida pode ser de amor, de atenção, de respeito, ou até mesmo financeira, como ensinou Jesus ao dizer aos seus discípulos para pagarem o tributo a César. O pecado criou um mundo de desonra, porque fez com que o homem deixasse de tributar a Deus o devido respeito e temor. Quem honra o mundo vive de acordo com o mundo, mas quem honra a Deus não deixa de lhe tributar obediência. A desonra anula as bênçãos  e privilégios na vida uma pessoa. Não podemos nos esquecer de que Deus vai apenas aos lugares aonde Ele é celebrado e honrado. Ele nunca vai aos lugares aonde Ele é desonrado. Que sentenças obscuras repousam sobre a sua vida, sobre sua família, sobre o seu casamento, sobre a sua vida financeira, emocional e espiritual? Se você honra a Deus na sua família, no seu casamento, na sua empresa, no seu trabalho,  no seu relacionamento com seus irmãos, na sua vida espiritual, com toda a certeza também será honrado, porque Deus transforma até mesmo o mal em seu favor, dando-lhe reconhecimento diante dos homens. Deus continua honrando aqueles que o servem sem interesses pessoais, sem motivações egoístas, sem almejar fama, sem querer fazer para si mesmo um nome, fazendo muito mais além do que imaginam ou ambicionam para suas vidas.

sábado, 5 de janeiro de 2013


Porque conheço as suas obras e os seus pensamentos; vem o dia em que ajuntarei todas as nações e línguas; e virão e verão a minha glória. Isaías 66:18

Deus nos conhece profundamente e sabe o que está em nosso coração. A Bíblia diz que não cai uma folha sequer sem o seu conhecimento.   O profeta Isaias afirma que  Ele conhece todas as nossas obras e, mais do que isso: os nossos pensamentos. A Sua promessa é a de chegará um dia em que todas as nações se ajuntarão. Tudo isso para a Sua glória. É importante compreendermos o sentido desta palavra. Não estamos no mundo apenas para passar por ele, vivendo as suas agruras e bênçãos como um ser vivente. Somos alma vivente e temos um Criador que nos conhece. Isso significa que Ele tem um propósito em nossas vidas, que foram criadas para a Sua glória. Então, o que fazemos e o que estabelecemos em nosso pensamento deve estar em sintonia  com a Sua Palavra, a fim de possamos conhecer a Sua Glória. Deus honra a quem O honra. O nosso futuro é determinado por quem ou por aquilo que honramos. Quando colocamos Deus em primeiro lugar em nossa vida, certamente, Ele nos honrará e ao seu tempo nos fará conhecer a Sua Glória.  Um grande exemplo de como Deus honra a quem O honra pode ser visto no livro de Rute. Noemi, Rute e Boaz  em tudo procuraram honrar a Deus em suas vidas. Noemi, porque mesmo amargurada, com o coração ferido, não abriu mão de sua fé; continuou crendo  nas bênçãos de Deus, apesar de todo sofrimento. Vemos aí como Deus usou as tragédias na vida de Noemi para abençoa-la posteriormente. Rute honrou a Deus, mesmo sem promessas de bênçãos e benefícios, mesmo dispensada de fazê-lo, decidiu cuidar de sua sogra, amá-la e servir ao seu Deus. Boaz honrou a Deus quando fez pela viúva e estrangeira  além da sua obrigação; quando não se aproveitou da carência de Rute; quando procurou o justo, o correto e o honesto. Aprendemos com esses heróis da fé que eles foram honrados por Deus porque eles O honraram sem motivos interesseiros. Deus conhece o que está no coração daqueles que O honram. Ele atendeu  aos anseios e suspiros de  seu  coração sem que ela tivesse lhe dirigido orações. Rute foi abençoada com um marido, um lar e com um filho e sua sogra foi devidamente amparada. Boaz deseja que o Senhor recompense a Rute por sua atitude de cuidar de sua sogra, de deixar seus pais, seu país e vir para morar com um povo desconhecido. E Deus retribuiu a Rute muito mais do que o que ela esperava. Por essa e por outras razoes o  salmista diz no Salmo 37:4 “Agrada-te do Senhor e Ele satisfará os desejos do teu coração.”

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013



Para não suceder que, havendo tu comido e fores farto, e havendo edificado boas casas, e habitando-as, Se eleve o teu coração e te esqueças do SENHOR teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão; Deuteronômio 8:12-14


Moisés exorta o povo de Israel a  não se esquecer do Senhor, deixando de guardar os seus mandamentos, os seus juízos, e os seus estatutos. Observe que o Senhor falou a Moisés para que entregasse essa palavra ao povo antes de entrar na Terra Prometida. Assim que eles entrassem, passariam a viver a vida abundante, e a desfrutar de tudo que Ele preparou. Essas palavras foram proferidas para que eles não viessem a esquecer de Quem proporcionou aquelas bênçãos, depois de séculos sendo escravizado por  Faraó  de quarenta anos andando em círculos pelo deserto. Esse texto de Moisés é bem oportuno nos dias de hoje. Ele nos alerta a nos esquecermos Daquele que tem nos abençoado. Faraó representa a escravidão do mundo. Muitos, depois de libertos da escravidão imposta pelo deus deste século, depois de vagarem por anos repetindo os mesmos erros, encontram no Senhor a promessa de uma vida abundante e, assim como o povo que fugiu do Egito, aceitam seguir em frente, atravessando o mar de problemas em busca da Terra Prometida. Mas acontece que, como os israelitas, algumas pessoas, quando encontram a fartura, quando edificam suas casas, pagam suas dívidas, adquirem bem, esquecem-se Daquele que os livraram da escravidão. Muitos são ingratos e voltam as costas para o abençoador. É bom lembrar que a palavra de Deus é atual e assim como ocorreu ao povo de Israel, ocorre também a quem se esquece de onde saiu, de como saiu e porque saiu. Deus não deu essa palavra à toa. Ele quer prevenir a ingratidão e impedir que o povo deixe de usufruir as bênçãos da promessa. Não é raro vermos que pessoas que abençoadas de algum modo, ao agirem de forma ingrata, deixam de desfrutar o que tanto desejaram e o que seriam bênçãos passam a ser um peso em suas vidas. Há uma expressão popular que diz que “não devemos cuspir no prato que comemos” e há uma versão dela que afirma: “pior do que cuspir no prato que comemos é comer no prato que cuspimos”. Isso nos ensina a sermos gratos e refletir sobre as consequências de nossas atitudes. Corremos o risco de ter que voltar ao lugar de onde saímos. Se nossas atitudes forem sensatas, se formos gratos e sensíveis ao nosso próximo, certamente, colheremos o bem que plantamos. Mas se agirmos com egoísmo, orgulho e ingratidão, vamos colher as consequências de nossas atitudes. Portanto, se queremos comer em prato limpo, desfrutando da fartura prometida, é melhor não cuspirmos nele... 

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013


Do homem são as preparações do coração, mas do SENHOR a resposta da língua. Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o SENHOR pesa o espírito. Confia ao SENHOR as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos.  Provérbios 16:1-3


É saudável fazer planos e ter expectativas em relação às suas concretizações. É lícito ao  cristão fazer planos e esperar coisas boas neste ano que se inicia, contudo, é uma insensatez deixar de observar o que ensina a Palavra de Deus. Por isso, para que os nossos projetos sejam plenamente realizados precisamos ter em mente esses três “lembretes” contidos nestes três primeiros versículos de Provérbios 16. Planejar é importante, mas é fundamental deixar que  o Senhor dirija nossas vidas. Não precisa esperar o final de ano para sabermos que toda ação que exclui o senhorio de Deus acaba frustrada de algum modo. Todos os nossos planos e projetos partem  dos desejos do nosso coração. Isso significa que devemos planejar. Mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor, pois é Ele quem capacita o homem para realizar alguma coisa. Ele nos capacita até a realizar o que é contrário à sua vontade, quando insistimos a não ouvir as Suas orientações, para que possamos aprender com as circunstâncias. O Senhor sempre considerará o que nos leva a agir de determinada forma. Ele examina as intenções daquilo que fazemos, por isso devemos estar também atentos ao que nos leva a planejar. As nossas motivações são  importantes para Deus,  mesmo que todos os caminhos sejam puros aos nossos olhos, mas o Senhor pesa o espírito: a despeito do que pense o homem acerca daquilo que ele propõe, o Senhor pesa o espírito. A Bíblia diz que os desejos procedem do nosso coração e destaca que o nosso coração, muitas vezes, nos engana, mas é por meio da Palavra de Deus que temos condições de avaliar aquilo que intentamos fazer. Por que quero fazer e onde pretendo chegar com isso, considerando o que Paulo ensinou aos Coríntios: “Quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31), são perguntas que devemos nos fazer para  aferindo as nossas motivações para, a partir daí, nos esforçar para realizar o que estamos nos propondo ou então abandonar o plano caso isso não glorifique ao Senhor. Mas  é essencial  confiar no cuidado do Senhor, conforme ensina o versículo 3. Ao iniciar um novo ano, devemos reafirmar nossa convicção de que confiamos no cuidado do Senhor.  Quando confiamos ao Senhor nossas obras e elas estão em conformidade com as Escrituras, Ele as estabelece.