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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013


Ninguém, pois, engane ao seu próximo; mas terás temor do teu Deus; porque eu sou o SENHOR vosso Deus. Levítico 25:17
A orientação de Deus ao povo, por intermédio de Moisés, é que ninguém engane ao seu próximo. E essa ordem prevalece até os dias de hoje. Jesus ensina no Evangelho de João 13:15 “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também”. Mas o que é enganar? Enganar é privar dolosamente alguém, é lesar, prejudicar, iludir com subterfúgios, induzir alguém ao erro. E isso não deve ser feito a ninguém, principalmente ao  irmão. Se alguém engana a um ímpio, baseado nas leis dos homens, pode até confiar na impunidade, mas se assim age com um cristão, temente e fiel a Deus, com toda certeza, Ele se encarregará de pleitear a sua causa. Não ficará impune quem engana.  Paulo em 1 Tessalonicenses 4:6 deixou  bem claro “Porque o SENHOR é vingador de todas estas coisas, como também antes vo-lo dissemos e testificamos.” Por essa razão e por temer a Deus não devemos estar em debito com as leis dos homens, muito menos com o nosso Senhor. Sobre essa questão, também o profeta Malaquias 3:5 anunciou, em nome de Deus:  “E chegar-me-ei a vós para juízo; e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que defraudam o diarista em seu salário, e a viúva, e o órfão, e que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o SENHOR dos Exércitos.” Defraudar é privar alguém dos seus direitos, é usar de subterfúgios, de ardil engano, é induzir alguém ao erro, é dar prejuízo a alguém, auferindo ou não um lucro. Por isso, não espere que Deus acerte as contas em nome de quem se viu enganado, se você, de algum modo tem defraudando alguém, faça um exame de consciência e acerte as suas contas com quem é de direito e redima-se com Deus. Zaqueu fez isso, ao ser confrontado pro Jesus e foi agraciado pela sua atitude.

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