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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Gálatas 5:13



Uma coisa é termos liberdade, outra coisa é sabermos o que fazer com ela. Jesus nos libertou do pecado e das garras do inimigo, por essa razão precisamos valorizar a liberdade conquistada na cruz. Mas ser livre pressupõe equilíbrio. Paulo exorta os gálatas a usar com responsabilidade a liberdade para que não se tornassem novamente presas do pecado. O apóstolo, em outra ocasião afirma que tudo é lícito, mas nem tudo convém. Isso significa que podemos usar a nossa liberdade para fazermos o que quisermos, mas nem tudo o que queremos pode ser conveniente ou saudável. Nesse caso, usar a liberdade para dar vazão à carne ou para algo que não edifica é tolice. Paulo ensina que não devemos usar a liberdade para satisfazer as paixões carnais, mas, para que sirvamos aos irmãos.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém. Mateus 6:13




Se o Senhor Jesus nos ensinou a orar a Deus pedindo que Ele nos livre do mal, é porque Ele irá nos atender, por isso preciso acreditar que Deus está presente para nos livrar de todos os temores. Deus é um Deus de livramento, precisamos crer nisto, mas não podemos confundir os livramentos de Deus, deixando de fazer a nossa parte. Os livramentos não são redomas superprotetoras sobre nós e não são substitutos para a nossa prudência. Eles estão sempre dentro da vontade divina, e dependem da Sua Graça. Também precisamos compreender que Deus sempre tem um propósito ao nos livrar e um deles é para que possamos glorificar o Seu nome, honrando-O e cultuando-O, como fez Davi, por isso o salmista convida Salmos 34:3 “Anunciem comigo a grandeza de Deus; louvemos juntos o SENHOR”.

domingo, 28 de setembro de 2014

Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu para que temas o homem que é mortal, ou o filho do homem, que se tornará em erva? Isaías 51:12




Diante de tanta corrupção humana que nos assola e nos causa sofrimentos, por mais que oremos, que esperamos em Deus a resposta, ficamos com a impressão de que fica a força dos nossos inimigos nunca será derrotada, pois eles são muitos e se multiplicam a cada dia. Quantas vezes nos entristecemos porque vemos o inimigo atuar cada vez mais perto e de forma cada vez mais avassaladora. Ainda que sempre com o mesmo objetivo, destruir a família e por consequência a sociedade, o inimigo usa de todas as estratégias das mais simples as mais sofisticadas. Mas o profeta Isaías traz a pergunta do Senhor e nos faz refletir: “quem és tu para que temas o homem?” Sem precisar pensar muito que cada um de nós pode testemunhar pelo menos um livramento vindo do Senhor. Ele não está surdo aos nossos clamores, tampouco está de costas para os nossos problemas. Ele é Aquele que nos consola e não nos deixa ser consumidos. Podemos claramente ver que, para cada problema Deus tem uma pronta solução.

sábado, 27 de setembro de 2014

Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos. (Atos 17:31)


Nesse versículo do Livro de Atos, Lucas nos lembra que Jesus virá em Glória como juiz para o Julgamento Final que dividirá os justos dos maus, e separará  as pessoas individualmente. No Julgamento Final, toda a humanidade aparecerá diante de Deus, quando cada um receberá a sua recompensa de acordo com os seus atos. Contrariando as doutrinas que usam esse julgamento para intimidar, os cristãos não precisam temer o julgamento, pois de acordo com a Bíblia, Deus nos perdoa quando nos arrependemos, e Ele escolhe não se lembrar mais dos nossos pecados, conforme registra o autor de Hebreus 8:12, 10:17). Haverá um julgamento para os cristãos, mas não para envergonhá-los ou culpá-los por seus pecados que Deus já perdoou e nem se lembra mais.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

“Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela. Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram.” (Mateus 7:13-14)




O mundo oferece inúmeras escolhas e possibilidades, mas, de fato, para a vida eterna só existem dois caminhos. Quem não entra por Cristo está no caminho de perdição, destituído de Deus e em geral essas pessoas se enganam com a desculpa de que Deus nos colocou na Terra para desfrutar de seus prazeres e que somos livres para fazermos o que quisermos de nossas vidas. Embora essas confirmações sejam verdadeiras, não correspondem ao plano de salvação do Criador. Podemos desfrutar de tudo o que Deus colocou a nossa disposição e somos livres para fazer opções, mas somos também responsáveis por nossas escolhas. Jesus ensina que devemos escolher o caminho da salvação e esse caminho só é possível se passarmos pela porta estreita. Isso significa que temos escolha e que essa escolha tem um preço. Para passar pela porta estreita precisamos ser santos. E não há como negociar essa santidade. Ela busca pessoal e pressupõe a fuga dos padrões do mundo que aceita o pecado. A santidade na porta estreita requer de nós um padrão de conduta a exemplo de Cristo que deve ser perseguido cotidianamente. Certamente, não é fácil, mas não pode deixar de ser buscado.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

"Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens." ( Jo 10:9 )



Jesus ensina no Sermão do Monte diante de uma multidão que, embora existam duas portas que levam a dois caminhos, ao homem só cabe a decisão de permanecer na porta larga ou entrar pela porta estreita. A porta larga em que o homem já adentrou ao nascer conduz ao caminho da perdição. Resta, pois, ao homem, a única opção de entrar pela porta estreita que dá acesso ao caminho de salvação (Mateus 7:13). Mas a questão é como entender como funcionam as chaves que abrem essas portas. Ao contrário dos que muitos entendem, seguir pelo caminho de perdição não é consequência das decisões em praticar boas ou más ações. Não são as escolhas entre o bem e o mal que levam o homem ao caminho de perdição ou de salvação. Não depende do comportamento, da moral, da consciência, das virtudes, das boas ações, da religião, da origem familiar, da condição social ou educacional. A única fórmula para ter acesso à salvação é entrar pela porta estreita. E Jesus deixa claro: “Entrai pela porta estreita” (João 10: 13), mas devemos nos lembrar de que embora esteja expresso de forma imperativa, essa é uma decisão que cabe exclusivamente ao homem. É uma decisão pessoal e intransferível.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

“... tendo, porém, diferentes dons segundo a Graça que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé...” Romanos 12.6




Sempre ouvimos dizer que Deus não chama os capacitados, mas capacita os chamados. Contudo, para sermos instrumentos nas mãos de Deus, precisamos nos disponibilizar a isso. Sabemos que os dons, talentos e capacidades são doados de graça para todas as pessoas e que todo mundo tem um dom, porque Deus distribuiu talentos a todos. Quando recebemos o Espírito Santo, Ele nos capacita com dons espirituais que não são apenas habilidades humanas. A proporção de nossa fé é que determina o quanto poderemos ser usados por Deus. Por essa razão, se tiver plenos de fé, com toda certeza nossos dons serão usados pela Graça que nos capacita e assim não precisamos ser tímidos ou ficarmos inseguros quando Deus nos chamar a exercer algum ministério. O Senhor espera que coloquemos a nossa fé e os nossos dons ao Seu serviço. O mais Ele fará.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

“Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça” Romanos 6.14



Quando atentamos para a mensagem dessas palavras do apóstolo Paulo podemos nos conscientizar de que em Cristo somos fortes para combater o mal que nos ameaça. Assim, podemos ter em mente que sobre nossas vidas está a Graça de Deus e que a única coisa que domina e dirige nossas vidas é a Sua Graça. Deus em sua grandeza poderia olhar para nós com rigidez e superioridade e nos punir conforme nossas atitudes, mas quis descer à terra e viver entre nós na pessoa de Jesus para ver nos olhos das pessoas e sentir em sua pela as necessidades humanas. Assim, restaurou a nossa sorte e nos resgatou. Deus sempre se colocou do nosso lado, ao contrário do que quer nos fazer pensar o inimigo. O único momento que Jesus se colocou acima dos outros foi quando estava pendurado na cruz. Dali de cima daquela cruz Jesus olhou com dor, mas sob a Graça de Deus Ele teve forças para ir até o fim motivado somente pelo amor inesgotável e gratuito de Deus. É dessa forma que Ele espera que façamos com nosso próximo. Se olharmos para o nosso próximo sob a ótica de Deus e não com a ótica humana, certamente veremos as circunstancias de forma diferente e poderemos agir como Deus espera.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

“Porquanto a Graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens” Tito 2.11


Nem sempre as pessoas não se dão conta do quanto a presença de Deus é algo incontestável em suas vidas. Mas a Graça de Deus é como um farol que nos ilumina e abre os caminhos em uma escuridão. Às vezes não percebemos, mas ela está ali e como um pequeno barquinho na imensidão do mar, a Graça de Deus, ao tempo em que abre os caminhos, nos faz ver a nós mesmos pequenos diante do infinito amor de Deus. Mas o que o apóstolo está afirmando é que essa graça alcança a todos os homens. A Graça de Deus é inclusiva e não exclui nenhuma pessoa em toda a terra. Somos todos iguais perante Deus, não importa o que somos ou o que temos. É por meio dessa Graça que temos ao nosso alcance a salvação, todavia, aceitar essa graça e esse amor é uma decisão exclusivamente nossa.

domingo, 21 de setembro de 2014

Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém. (1 João 5:21)


A Bíblia não deixa dúvidas em relação à questão da idolatria. Desde o Antigo Testamento deixa claro que Deus condena qualquer forma de adoração aos ídolos e explica “Porque os costumes dos povos são vaidade; pois corta-se do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, feita com machado; Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova. São como a palmeira, obra torneada, porém não podem falar; certamente são levados, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, nem tampouco têm poder de fazer bem”. (Jeremias 10:3-5). O salmista afirma que se tornam semelhantes a elas quem as venera “Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não veem. Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram. Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam”. (Salmos 115:4-8). Por isso, o apóstolo Paulo pondera que aqueles que veneram ídolos desagradam a Deus “Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios”. (1 Coríntios 10:19-20). A idolatria, sob a falsa compreensão de um ato inocente é um abismo profundo que tem levado muitos à perdição. O mais sensato é atender à exortação do apóstolo João e fugir dos ídolos.

sábado, 20 de setembro de 2014

Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação. 2 Timóteo 1:7


É interessante observar que o medo sempre foi uma arma que o inimigo usa para intimidar o adversário. Mostrar-se mais poderoso e com poder bélico de certa forma faz com que o oponente ou a vitima recue. Mas o apóstolo Paulo nos ensina como fazer para neutralizar essa estratégia inimiga, lembrando-nos de que o Senhor nos deu em lugar do medo o espírito de fortaleza. Quando sabemos disso, nosso inimigo não pode nos atacar com o espírito de medo. O medo é um sentimento paralisante e as vezes irracional, e nos faz sentir incapazes de fazer coisas que faríamos naturalmente. Paulo alertou a Timóteo para que não se deixasse levar pelo medo quando fosse anunciar o evangelho, lembrando que ele havia recebido dons pela imposição de mãos. Observe que Deus nos dá o espírito de amor e de moderação, pois quando nos entregamos nas mãos de Deus, o espírito de medo é destruído. “Deus é amor. O amor lança fora o medo”, afirma João, corroborando o que ensina Paulo a Timóteo.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

“Pois sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes; por isso, quanto está em mim, estou pronto a anunciar o evangelho também a vós outros” (Romanos 1:14-15).




O que o apóstolo Paulo está nos dizendo é que nós temos a comissão de pregar o evangelho porque Deus já nos confiou essa responsabilidade. Paulo, sendo a princípio perseguidor dos cristãos imbuiu-se dessa responsabilidade e nos ensina que se pregarmos o evangelho voluntariamente, receberemos galardão, mas esse é nosso dever. Por isso afirmou “Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho! Se o faço de livre vontade, tenho galardão; mas, se constrangido, é, então, a responsabilidade de despenseiro que me está confiada” (1 Co 9:16-17). Levar as boas novas é obrigação de todo aquele que é salvo e não podemos fazer acepção de pessoas ensina Paulo, que nos passa o compromisso de ganhar o maior número possível de pessoas para Cristo: Precisamos pregar o evangelho de Deus, pois o Senhor nos confiou esse encargo e espera que façamos a nossa parte.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. (1 Pedro 2:21)



Nem sempre as pessoas que conhecem Jesus estão dispostas a viver como Ele viveu ou a seguir os Seus passos, conforme os Seus exemplos. De Jesus, muitos querem os milagres, as bênçãos, mas nem todos se esforçam para atingir a Sua estatura. Para seguir os passos de Jesus, precisamos compreender que Ele jamais exigiu sacrifícios pessoais para transformar as vidas dispostas a servi-Lo. Ao contrário, Ele apenas espera um coração humilde e sincero. Jesus nunca rejeitou a ninguém que chegasse a Ele. Jesus não anunciou uma religião, mas um modo de vida pautado na misericórdia e o amor. Aqueles que querem ser chamado de discípulos não podem usar Seu nome para ter influência ou adquirir bens e assim como Ele não pode ter medo de falar ou de ouvir a verdade. Seguir os passos de Jesus é ser portador da verdade e amar o pecador, rejeitando o pecado. O exemplo de Jesus é mais eloquente do que qualquer discurso e responde a qualquer desafio moral ou ético. Por isso, antes de qualquer atitude ou decisão, precisamos nos perguntar o que Ele faria, como agiria, pois, ao contrário dos homens, Jesus jamais foi incoerente, ou hipócrita. Ele não dizia uma coisa e fazia outra. Suas palavras convencem porque Suas atitudes as referendam. É essa coerência que precisa fazer parte da vida cristã. Ainda que ninguém nos observe, o Senhor tudo vê.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

E chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me. (Marcos 8:34)


Quando Jesus nos chama a seguir seus passos precisamos deixar de lado o nosso orgulho e interesses pessoais certos de que Ele nunca utilizou seu poder como estratégia de marketing pessoal. O nome de Jesus tem poder e provoca milagres, mas esses sinais devem ser feitos para que as pessoas creiam e glorifiquem o nome de Deus, jamais para empoderar os homens. As pessoas estão carentes e muitas esperam uma solução para os seus males. Jesus é a solução e aqueles que sabem seguem os Seus passos têm a palavra de refrigério, mas jamais devem usar o nome do Senhor para segurar o povo a sua volta. Isso vale para situações pessoais, religiosas ou políticas. Quem segue Jesus deve faze-lo com liberdade, mas deve estar ciente de que essa escolha tem consequências e ninguém que tenha vivido essa experiência será o mesmo. Negar a si mesmo é assumir que o velho homem ficará para trás. Tomar a cruz é saber que, apesar dos problemas que virão, Jesus já abriu o caminho para a vitória.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Amarás o teu próximo como a ti mesmo. (Mateus 22:39)



O filósofo Kant que viveu entre 1724 e 1804 ensinando sobre ética afirmou: “Tudo o que não puder contar como fez, não faça”. Em outras palavras, para convivermos em uma sociedade de maneira igual, sem privilégios e injustiças a consideração pelo outro é essencial e não pode ser pensada na base da legalidade apenas, mas na perspectiva da nossa possibilidade e liberdade de escolha. E toda escolha tem um ônus. A Bíblia tem orientações e exemplos diversos sobre como agir para o bem de si próprio e de toda a sociedade. Quando nos perguntamos o que Jesus faria na mesma situação, estamos nos colocando na posição de escolher o que seria moral e eticamente aceito não só pelos religiosos, mas até mesmo por aqueles que, embora critiquem os cristãos, também concordariam com as nossas atitudes. Se assim fizermos, provavelmente viveremos experiências que nos farão compreender o significado das palavras de Jesus no texto em epígrafe, mas enfrentaremos conflitos e incompreensões que nos levarão à maturidade pessoal e espiritual.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade. Marcos 9:24



Jesus apresenta, neste trecho de Marcos a dor de um pai desesperado que procura por um milagre na vida de seu filho, que se assemelha à situação de muitos pais hoje em dia. Quantos estão sofrendo com algum problema e não conseguem achar uma solução! Quantos estão lutando para salvar seus casamentos, para livrar seus filhos das drogas; para se curarem de uma doença, para encontrarem um emprego ou para quitarem as dívidas que só fazem aumentar... Nesse momento a tendência é aumentar o problema e pensar que não há solução, quando o olhar não e posto em Jesus e não se concentra no que a Bíblia ensina nas suas mais diversas passagens que trazem situações análogas. Assim, em vez de procurar Jesus, muitos se afastam. Quantos ainda fazem como esse pai, que passou muito tempo procurando a solução, sem procurar Jesus. Quem O procura com toda certeza vai ouvir o mesmo que aquele homem ouviu ao procurar o Mestre: “Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê.” Mas, assim como aquele homem, muitos estão fragilizados na fé e precisam que o Senhor ajude na incredulidade. A sinceridade diante de Deus nos fortalece e nos aproxima Dele. Essa é a grande lição que podemos tirar desses momentos em que estamos fracos na fé e fragilizados física e emocionalmente. Se está difícil crer, devemos fortalecer nossa fé, pedindo a ajuda de Deus, esforçando-nos para isso, mantendo nossa comunhão com Ele.

domingo, 14 de setembro de 2014

Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações. Tiago 4:8



Tiago nos dá a chave para obtermos a vitória no mais amplo sentido e para, principalmente, agradarmos a Deus. A Sua vontade é que o conheçamos como Pessoa, achegando-nos a Ele para amá-Lo e servi-Lo de todo o coração, assim como ensinou Jesus em Mateus 22:37-38. Lendo e nos aprofundando nos ensinamentos bíblicos iremos aprender como fazer a vontade de Deus, por isso Jesus nos deu o exemplo e nos ensinou sobre como fazer a vontade de Deus. Jesus fez disso o seu modo de vida, afirmando que seu objetivo na vida era fazer, ‘não a sua vontade, mas a vontade daquele que o enviou’. (João 6:38). A Bíblia contém a mensagem de Deus para a humanidade E apresenta tudo o que precisamos saber para ser “completamente equipado para toda boa obra”. Embora as ofertas e atrações mundanas cooperem para o contrário, fazer a vontade de Deus não é algo difícil ou ruim. Os benefícios compensarão em muito qualquer esforço que fizermos, pois conforme disse Jesus: “Felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática.” (Lucas 11:28).

sábado, 13 de setembro de 2014

Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. 2 Coríntios 9:7



A Bíblia orienta e nós precisamos entender que a generosidade é o caminho da verdadeira felicidade. De nada adianta acumular bens se em nossa volta as pessoas estão carentes. Jesus nos ensinou a doar e a não reter aquilo que pode ser compartilhado e o apóstolo Paulo ensina que esse gesto deve ser praticado com alegria, pois Deus ama a quem dá com alegria. E as recompensas para aqueles que têm o coração generoso são promessas do Senhor. A pessoa generosa faz bem a si mesmo, conforme lembra o sábio em Provérbios 11:17 “O homem bom cuida bem de si mesmo, mas o cruel prejudica o seu corpo”; consegue ser próspera: “Ao que distribui mais se lhe acrescenta, e ao que retém mais do que é justo, é para a sua perda”. (Provérbios 11:24). Quem sabe dividir as bênçãos que Deus lhe concede multiplica o que tem e, sobretudo, alcança o prazer e alegria de compartilhar, em vez de reter.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

“Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é mister socorrer os necessitados e recordar as palavras do próprio Senhor Jesus: Mais bem-aventurado é dar que receber.” (Atos 20:35.)



O ensino de Jesus é revolucionário e sempre foi visto com desconfiança por aqueles que se apegam aos bens materiais, mas é interessante observar que o mundo que sempre seguiu princípios diametralmente opostos aos estabelecidos por Jesus está descobrindo que a chave para o sucesso financeiro e pessoal está expresso na afirmativa final do versículo em epígrafe. Os homens mais ricos da atualidade descobrem que atingir o sucesso financeiro vai muito além de juntar dinheiro e compreendem que doar também pode ser uma das chaves para ter uma vida financeira saudável. Um exemplo disso são as atitudes bastante divulgadas dos bilionários como Bill Gates, Warren Buffet, Mark Zuckerberg, entre outros. A mídia revela que 70 multimilionários já se dispuseram a doar ao menos metade de suas fortunas para boas causas, seja em vida ou após a morte. O mais surpreendente é que eles entenderam, no mundo financeiro um princípio de Jesus: “Quando destinamos uma parte do que ganhamos para esse fim, viver melhor com os gastos do dia a dia torna-se muito fácil.” O que muitos cristãos ainda não compreenderam e esses homens bem sucedidos estão vivenciando é que doar não significa apenas dar o que não lhe serve mais, mas também é um passo importante para o sucesso. Eles compreenderam que ser altruísta rende muito mais do que ser egoísta. Dividir é a melhor maneira de multiplicar e quando dividimos para o crescimento do Reino de Deus, com toda certeza, nosso galardão será muito maior. A matemática de Deus é surpreendente e se os céticos não conseguem vê-la à luz da Bíblia, podem verificá-la pelos testemunhos dos homens reverenciados pelo mundo como exemplos de sucesso.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

“E disse o servo: Senhor, feito está como mandaste; e ainda há lugar” (Lucas14:22).


Neste trecho que transcreve parte da parábola da grande festa fazemos uma analogia com a Igreja atual e com os propósitos de Deus para a Sua Casa. O Senhor continua nos convidando para a grande festa e tem muita pressa, mas os convidados estão muito envolvidos com seus negócios, com o mundo secular, com a família, com seus problemas particulares... Mas Deus não tem o que esperar. Ele tem urgência porque o momento é emergente. O convite hoje já não é mais feito para os privilegiados, o convite agora é feito para todos. A ordem do Senhor é para ser obedecida imediatamente pelo servo. A ordem é sair às ruas e traze os pobres, os que têm deficiência física e de formação, os que têm dificuldade para caminhar, e os que têm deficiência visual, os que têm religiosidade que impede a visão ou conhecimento secular que turva o entendimento da Palavra. Todos estão sendo chamados, sem acepção ou reservas e todos são bem vindos. Precisamos buscar pelos os mais necessitados e carentes, pelos que realmente precisam.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha. Lucas 14:23


O versículo em epígrafe traz parte da parábola da grande ceia, contada por Jesus em Lucas. Certo homem fez uma grande ceia, e muitos foram convidados para a grande festa. Mas feito o convite todos começaram a rejeitar. Cada um se justificava com um motivo particular. Um dizia que comprou um campo, e precisava vê-lo. Os negócios desta vida eram colocados como prioridade. Outro disse que iria experimentar as juntas de bois que havia comprado, deixando claro que o trabalho secular tomava-lhe o tempo. O outro se desculpou com o pretexto do casamento, assumindo que os cuidados com a família não lhe permitia assumir outro compromisso. A Bíblia conta que aquele que fez o convite ficou indignado e por isso pediu ao seu servo que saísse depressa pelas ruas e bairros da cidade, para trazer os pobres, aleijados, mancos e cegos. Vemos que o servo obedeceu e assim a casa se encheu com aqueles que não se embaraçaram com os negócios dessa vida, com os que aceitaram o convite, feito a todos. Essa parábola mostra a situação atual da Igreja. Os convidados têm muitas desculpas, mas o convite é feito a todos e ainda há lugar.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece. Filipenses 4:13


Os jovens, em geral, têm uma tendência a buscar a independência, a pensar que podem tomar decisões de acordo com seus desejos ou necessidades imediatas e muitos pensam que suas vidas seriam mais simples se não dependessem dos pais. Mas assim que obtém a maioridade e podem ser declarados civilmente dependentes, responsáveis pelos seus atos, começam a perceber que as responsabilidades, as cobranças, as metas a serem alcançadas não são tão fáceis como pareciam e que só conseguirão atingir os seus objetivos porque puderam contar com a estrutura dada pelos pais. Assim, começam a entender que se conseguem fazer coisas que outrora os pais faziam por eles, é porque aprenderam com eles a se tornar adultos vivendo o exemplo do que fazer ou não fazer. Na nossa vida com Deus não é diferente, tentamos ser independentes, pensamos que podemos agir ou fazer escolhas com base em nosso coração e muitas vezes deixamos de consultar ao Senhor. Mas a Bíblia nos ensina que, se quisermos crescer e alcançar a estatura de Cristo, devemos diminuir diante de Deus e colocar diante Dele todas as nossas petições. Não somos independentes, por isso somos livres. O que parece ser uma contradição é o segredo de nossa liberdade. Somos livres, quando temos Cristo, mas a liberdade com Ele nos torna preso a Ele, enquanto o mundo se declara livre e se torna prisioneiro de suas escolhas porque não se dobram diante Daquele que pode nos libertar.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

“Sem mim nada podeis fazer!” (João 15:5 )



Essa declaração de Jesus registrada pelo apóstolo João deixa claro que nada somos se estivermos desligados de Deus. Mesmo que aparentemente prosperem os que se declaram livres e independentes de Deus e não O reconhecem como o Seu Criador, os diversos exemplos de pessoas poderosas ou ricas mostram que ninguém pode acrescentar um dia a mais em sua vida, ou que o poder e a riqueza são efêmeros. A palavra de Deus afirma que devemos viver na dependência de Dele. Precisamos aprender que sozinho não chegaremos a lugar nenhum e que sem a presença de Deus em nossas vidas nem mesmo a mais inesgotável fortuna pode preencher o vazio ou a solidão do homem. Mas quando contamos com a presença do Senhor guiando nossos passos podemos estar certos de que eles não vacilarão.

domingo, 7 de setembro de 2014

Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. (João 15:5)


Hoje, o Brasil inteiro comemora a Independência do Brasil por ser um dos acontecimentos que mudou os rumos de nossa nação. As escolas ensinam e os livros registram e a célebre frase do imperador Dom Pedro I, ao declarar às margens do riacho Ipiranga: “Independência ou morte!” Se para fazer parte de uma nação próspera era necessário sair da condição de colônia e nos libertarmos da dependência de Portugal, em relação a Deus, nós cristãos, precisamos compreender que a nossa independência de Deus vai gerar morte. Ao contrário da situação do país em relação aos seus colonizadores, a nossa dependência em relação ao Criador é questão de vida ou morte. O fim do domínio português e a conquista da autonomia política foram fundamentais para que o Brasil se transformasse, pois deixou de ter a obrigação de se submeter à outra nação e passou a administrar seu próprio destino. Contudo, precisamos entender que se agirmos assim em relação a Deus nosso futuro será diferente. Para conquistarmos a nossa prosperidade pessoal, familiar e até mesmo como nação precisamos declarar: Dependência ou morte! As tentativas de se posicionarem de forma independente cada vez mais acirradas por parte daqueles que abrem brechas ao inimigo, têm levado à decadência familiar, moral e pessoal do povo. Por isso, os cristãos devem se posicionar de forma contrária ao que vem sendo popularizado pelas novelas, e até mesmo pelos debates e propagandas eleitorais e entender que a dependência de Deus é a certeza da vida eterna ao Seu lado. Por outro lado, a declaração de independência, tão estimulada pelos ímpios, quer na forma de criação de leis contrárias à Palavra de Deus ou na aceitação das falácias de que somos livres para escolher o que fazer com nosso corpo ou de que todas as formas de amor valem à pena, é a nossa sentença de morte.

sábado, 6 de setembro de 2014

Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. ¶ Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. (1 Coríntios 15:57-58)

O apóstolo Paulo nos mostra o princípio elementar de um vencedor: atribuir a Deus a vitória, reconhecendo que o Senhor é que nos leva às conquistas. Mas, observe que, neste texto, o apóstolo nos ensina o segredo para permanecermos em vitória: a constância e determinação em continuar lutando, sabendo que o que o Senhor é conosco, mesmo quando as aparências mostram o contrário. Escrevendo aos coríntios, Paulo destaca que a morte foi tragada na vitória, destacando que quando estamos vivendo neste mundo corruptível estamos sujeitos a viver as vulnerabilidades do homem terreno, mas fomos criados para ser incorruptíveis. De alma vivente a espirito que vive eternamente na Glória de Deus, esta deve ser a nossa expressão máxima de vitória. E o Senhor nos garante isso, porque, pelo sacrifício de Jesus essa possibilidade transformou-se em certeza. Por isso o apóstolo afirmou que é necessário que o corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o que é mortal se revista da imortalidade.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

"Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade" (1 Timóteo 2.1-4).



A Bíblia ensina que devemos orar pelos nossos governantes que são as autoridades colocadas sobre nós com a permissão de Deus. Os governos vivem sob pressão, tentação e sedução muito grandes, porque estão cercados de interesses de todos os lados e até mesmos os mais bem intencionados acabam sendo alvos pessoas inescrupulosas e ambiciosas. Por essa razão eles precisam de sabedoria para governar e, sobretudo, precisam de nossas orações. Devemos orar pelos governantes para que Deus os capacite, mesmo que eles não creiam, mas orar não significa aprovar sua conduta.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

"Feliz a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo que ele escolheu para sua herança." Salmos 33:12


O salmista aponta o segredo do sucesso de uma nação: render-se ao Senhor. A nação que reconhece a soberania de Deus e tem a base de suas instituições fundamentadas na Sua palavra é uma nação vitoriosa. A nação que não cultua falsos deuses ou que não dá lugar de destaque ao Senhor certamente perece entregue aos vícios, à depressão, à infelicidade. A história da civilização mostra que várias nações que pareciam invencíveis foram arruinadas, no entanto aquelas que têm Deus como soberano permanecem de pé. Uma nação se constrói no alicerce da fé. Feliz é a nação que estabelece seus alicerces na Palavra de Deus, que fundamenta a sua base, a família, nos princípios bíblicos, que “instrui o menino no caminho em que deve andar” Provérbios 22:6.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

“O Senhor está comigo, não temerei o que possa me fazer o homem”. Salmo 118:6



Essa expressão de reconhecimento de Davi mostra o ponto forte de um escolhido de Deus, de um homem vitorioso. Davi tinha vários defeitos, errou bastante, pecou muitas vezes, mas apesar disso foi um homem vitorioso porque confiava inteiramente no Senhor e quando errava sabia reconhecer e mostrar verdadeiro arrependimento. O fato de Deus ungir Davi, nos mostra que nossas falhas são indiferentes para Deus, se depositarmos Nele nossa confiança e se tivermos a humildade para nos mostrar dependente Dele. Nenhum mal, nenhuma dificuldade podem ser maiores do que Deus. Quem se comporta como Davi sabe que o mal se agiganta quando não colocamos Deus à frente das batalhas.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

E, quando este foi retirado, levantou-lhes como rei a Davi, ao qual também deu testemunho, e disse: Achei a Davi, filho de Jessé, homem conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade. Atos 13:22


Uma personalidade guerreira é formada não segundo os conceitos humanos, da psicologia, mas segundo a palavra de Deus. Vemos que Davi foi um exemplo no heroísmo e na confiança em Deus por isso Deus lhe permitiu grandes vitórias, apesar de ser o menor na casa de Jessé. Quando conhecemos a história de Davi e a forma como foi escolhido para defender os israelitas de um povo que ostentava um poder bélico superior e um guerreiro do porte de Golias, entendemos claramente que a visão de Deus é diferente da nossa. Ele não vê como o homem vê. Com certeza, Ele não olhou para a fragilidade aparente de daquele pastor de ovelhas que sequer tinha a aparência de um soldado. Sem dúvida, Deus viu que o coração de Davi possuía características necessárias para ser um homem segundo Seu coração. De um simples pastor, mas com uma capacidade espiritual com grande potencial para ser aperfeiçoando, Davi foi preparado para que pudesse ocupar o trono de Israel. As muitas experiências e a sua forma de se render a Deus deram a Davi a valentia necessária para se um poderoso rei, destruindo os inimigos do povo de Deus.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Efésios 6:11


Para ter a personalidade de um guerreiro, assim como Davi, precisamos tomar posse das armas espirituais, conforme ensina o apóstolo Paulo em Efésios 6:10-17 e procurar vencer os gigantes que tentam nos derrubar. Esses gigantes se apresentam em várias áreas de nossas vidas e precisam ser identificados para que possam ser derrubados. Eles podem estar nas nossas emoções, na alma, nos sentimentos, na nossa vida familiar etc. Davi venceu Golias porque buscou a Deus e se sujeitou a Ele sem usar as armaduras do mundo. Esse foi grande segredo de seu sucesso. Antes de tomar decisões, Davi consultava o Senhor e por isso tinha êxito em tudo o que se propunha a fazer. A Bíblia relata que quando Davi deixou de agir assim teve sérios problemas cujas consequências foram danosas em sua vida. Precisamos aprender com esse rei que a vontade de Deus sempre é a melhor para a nossa vida.