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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente. Hebreus 11:3


A Bíblia diz em Gênesis que no princípio criou Deus os céus e a terra, pela palavra. A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo. Mas o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas e quando Ele disse: “Haja luz” houve luz. Sabemos que quem  tem poder e autoridade faz acontecer quando apenas ordena! A fé é um mecanismo de poder que faz com as pessoas vejam as coisas acontecer, assim como no princípio, narrado em Gênesis. Pela fé podemos viver ou experimentar o poder e a majestade de Deus em nossas vidas, assim como os consagrados heróis citados na Bíblia: “Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala. Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte, e não foi achado, porque Deus o trasladara; visto como antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus. Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam. Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé. Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia. Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa. Porque esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus. Pela fé também a mesma Sara recebeu a virtude de conceber, e deu à luz já fora da idade; porquanto teve por fiel àquele que lho tinha prometido. Por isso também de um, e esse já amortecido, descenderam tantos, em multidão, como as estrelas do céu, e como a areia inumerável que está na praia do mar. Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Porque, os que isto dizem, claramente mostram que buscam uma pátria. E se, na verdade, se lembrassem daquela de onde haviam saído, teriam oportunidade de tornar. Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Por isso também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade. Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito. Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar;  E daí também em figura ele o recobrou. Pela fé Isaque abençoou Jacó e Esaú, no tocante às coisas futuras. Pela fé Jacó, próximo da morte, abençoou cada um dos filhos de José, e adorou encostado à ponta do seu bordão. Pela fé José, próximo da morte, fez menção da saída dos filhos de Israel, e deu ordem acerca de seus ossos. Pela fé Moisés, já nascido, foi escondido três meses por seus pais, porque viram que era um menino formoso; e não temeram o mandamento do rei. Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, Escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado; Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa. Pela fé deixou o Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como vendo o invisível. Pela fé celebrou a páscoa e a aspersão do sangue, para que o destruidor dos primogênitos lhes não tocasse. Pela fé passaram o Mar Vermelho, como por terra seca; o que intentando os egípcios, se afogaram. Pela fé caíram os muros de Jericó, sendo rodeados durante sete dias. Pela fé Raabe, a meretriz, não pereceu com os incrédulos, acolhendo em paz os espias. E que mais direi? Faltar-me-ia o tempo contando de Gideão, e de Baraque, e de Sansão, e de Jefté, e de Davi, e de Samuel e dos profetas, Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, Apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos. As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição; E outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões. Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados (Dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra. E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa, Provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados”. (Hebreus 11:4-40).

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Os aflitos e necessitados buscam águas, e não há, e a sua língua se seca de sede; eu o SENHOR os ouvirei, eu, o Deus de Israel não os desampararei. Abrirei rios em lugares altos, e fontes no meio dos vales; tornarei o deserto em lagos de águas, e a terra seca em mananciais de água. Plantarei no deserto o cedro, a acácia, e a murta, e a oliveira; porei no ermo juntamente a faia, o pinheiro e o álamo. Para que todos vejam, e saibam, e considerem, e juntamente entendam que a mão do SENHOR fez isto, e o Santo de Israel o criou. Isaias 41: 17-20


Essa palavra é alento para aqueles que esperam no Senhor. Deus jamais desampara os que Nele confiam, ainda que tudo pareça adverso. No deserto, Deus se revela e mostra a Sua face quando buscamos a sintonia com Ele e nos propomos a estabelecer esse contato. Quando estabelecemos essa relação estável, temos a  certeza por saber que Cristo é a nossa fortaleza, e de que toda a nossa esperança está firmada Nele. É gratificante saber que Deus cuida de cada um de nós em todas as situações e assim como afirma o profeta, nosso coração se rejubila. O Senhor está com a Sua mão estendida para conceder aquilo de que precisamos. O profeta nos traz o conforto de saber que não estamos sós. Deus cuida de nós e mesmo em meio às adversidades que nos assolam é Ele quem nos envia a Sua sombra para que possamos nela descansar. Ele é o bálsamo que cura todas as nossas dores.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Eu te conheci no deserto, na terra muito seca. Oséias 13:5


Aprendemos muito quando passamos pelos desertos da vida, e somente quando olhamos  para trás é que vemos como foram importantes, apesar de termos consciência de que aqueles momentos são dias tristes e angustiantes, dos quais tentamos nos libertar. São tempos de crises, de dores na alma, são tempos de perda e de profunda depressão. Contudo, é inegável que o deserto é o lugar da restauração, quando nos dispomos a tirar dele uma lição em meio à adversidade. Esse é o momento propício de conhecermos ou de aprofundarmos nosso conhecimento sobre Deus, assim como nos mostra o profeta Oséias. Quando passamos pelo deserto, Deus nos dá a oportunidade de nos aproximar Dele, de amadurecer e de aprender a confiar e a esperar. Todavia, essa é uma escolha pessoal. Assim como o povo que saiu do Egito, nem todos aprendem no deserto, alguns preferem murmurar e seguir outros deuses. Mas aqueles que veem o deserto como um lugar de encontro com Deus e consigo mesmo saem vitoriosos e aptos a receber a terra prometida. Quando estamos no deserto descobrimos quem são os verdadeiros amigos, desmascaramos os falsos e estabelecemos relacionamentos íntegros e sinceros. É no deserto que aprendemos a depender de Deus, a confiar, esperar em Deus para  sermos direcionados por Ele e para Ele. Por essa razão não devemos murmurar ou resistir, pois se estamos passando pelo deserto, com certeza Deus está nos restaurando. Mas a Bíblia nos faz ponderar sobre essa passagem, pois muitas são as pessoas que quando estão no deserto conhecem a revelação de Deus, mas depois que se fartam, que alcançam livramento esquecem-se de Deus. Isso porque não houve um compromisso, uma ligação, um desejo sincero de ter um relacionamento com o Senhor.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. 1 Pedro 4:10


O despenseiro é o encarregado por distribuir os alimentos que estão armazenados na despensa, mas a provisão vem de Deus. Essa é a compreensão que devemos ter das palavras do apóstolo Pedro. Toda honra e toda glória deve ser dada a Ele, não ao administrador do dom. Deus usa a nossa vida por meio dos dons que atribuiu a nós para que possamos abençoar a vida de uma pessoa, mas o abençoador é Ele! Pedro explica essa estratégia de Deus usando a figura do despenseiro, mostrando o papel dos filhos e servos de Deus nesse mundo.  Devemos nos alegrar por poder cumprir a exortação de Pedro, pois ser um canal de benção é maravilhoso e ver Deus usando a nossa vida para tocar e abençoar outras vidas  é muito melhor do que ser o recebedor das bênçãos. Sabemos que Deus não precisa de nós para agir, mas Ele  é um Deus de relacionamento, por isso  escolheu usar o homem para fazer a Sua obra, pois apesar de não precisar, Ele quer a nossa participação. Ele quer usar pessoas que são sensíveis à Sua voz e busca pessoas dispostas a colocar a Seu serviço os dons que Ele nos concedeu.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Porque quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos oferecer voluntariamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos. 1 Crônicas 29:14


As palavras de Davi nos lembram que nós não somos deste mundo, apenas estamos nele e nada do que usufruímos aqui nos pertence. Somos apenas mordomos daquilo que Deus nos confia e de tudo devemos prestar conta, conforme afirma Jesus em Mateus 25:14-30 na parábola dos talentos, quando Ele mostra que o Senhor entregou os talentos para os servos administrarem.  Isso significa que nada é nosso, mas sim de responsabilidade nossa: nossos bens materiais e imateriais, nosso o corpo, nosso cônjuge, nossos filhos, nossos pais e nossos irmãos… As palavras de Jó nos fazem refletir sobre isso “Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o SENHOR o deu e o SENHOR o tomou; bendito seja o Nome do SENHOR!” (Jó 1.21), assim como as palavras de Moisés em Gênesis 2:15  atestam que Deus não deu o jardim a Adão  e Eva, mas deu-lhes uma concessão para que pudessem desfrutar daquilo que fora permitido “E tomou o Senhor Deus ao homem e o pôs no Jardim do Éden para o lavrar e guardar.” Lembremos que Deus fez restrições e que nem tudo estava à disposição deles e que a desobediência a isso foi o motivo da queda do homem. Hoje, temos à nossa disposição os bens e os talentos que Deus nos concedeu, mas não podemos nos esquecer de que tudo a Ele pertence, por isso, como Davi, temos que nos lembrar de que nada somos e o que entregamos a Deus a Ele já pertence. O que fazemos é honrá-Lo, reconhecendo que só damos porque Ele nos entregou primeiro. Não podemos continuar na desobediência e nem na ilusão de que o que temos não provém de Deus, pois a Bíblia deixa claro em vários momentos que tudo pertence ao Criador. Em I Cor 10:26 Paulo afirma “Porque do Senhor é a terra e a sua Plenitude” e em Colossenses 1:16 “... tudo foi criado por meio dele e para Ele.” Ageu 2:8 registra “Minha  é a prata, meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos.” E Davi destaca a soberania de Deus nos Salmos 50:10 “Porque meu é todo o animal da selva, e o gado sobre milhares de montanhas. Conheço as aves dos montes e minhas são todas as feras do campo...”

domingo, 26 de janeiro de 2014

Naqueles dias não havia rei em Israel; porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos. Juízes 21:25


O livro de Juízes faz menção ao comportamento do povo, demonstrando que a falta de valores ou de uma liderança segura abriu as portas para um relativismo que muito se assemelha ao que presenciamos hoje na sociedade e também   na Igreja. Quando somos levados a deixar os conceitos de certo e errado, a realidade passa a ser o pensamos e assim se torna relativa. Nesse prisma não há erros, pois tudo é relativo se depende do ponto de vista e da vontade de alguém ou de um grupo. Assim como em Israel, quando não havia reis, estamos vivendo em um tempo que tudo pode. A permissividade é resultado da falta de um código moral e ético compartilhado pela sociedade, quando nela não há um rei e assim como povo de Israel em Juízes, se não há um compartilhamento de valores e tudo é possível nenhum relacionamento se sustenta, seja ele pessoal ou profissional e como consequência as instituições se dissolvem, a começar pela família e por extensão a Igreja. Quando buscamos satisfazer as vontades da carne, negligenciamos princípios basilares da sociedade ou regras de convivência, ignorando as consequências de nossas atitudes, produzimos uma moral relativa que atende ao nosso interesse pessoal. Ou de igual modo, quando não nos posicionamos contra o mal, ou contra toda forma de banalização desse mal, estamos aceitando ou fazendo coro com o mal. E assim como os que o praticam em nome de uma liberdade ­­­­­permitimos que o mal nos contamine, dando legalidade ao inimigo. Sendo desobedientes ou fazendo vista grossa à desobediência, relativizando-a, não estaremos isento de sua consequência: a destruição. Nenhuma sociedade ou instituição sobrevive sem um limite moral e ético. A Bíblia está cheia de exemplos e a História secular também. Mas  o verdadeiro cristão sabe  que crer somente não basta. É necessário obedecer e permanecer fiel aos princípios do Senhor, sem   fazer coro com o mundo que age por conta própria.  

sábado, 25 de janeiro de 2014

Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. 1 Coríntios 2:12



 
O apóstolo Paulo nos exorta a cuidarmos de nossa vida espiritual, cuidando para não sermos contaminados pelas coisas do mundo.   O mundo e seu sistema é fomentado por satanás que tudo faz para afastar as pessoas das orientações de Deus. Dominado pelo inimigo de nossas almas, o mundo, como sistema enfatiza os prazeres a imoralidade o espírito de rebelião que faz com as pessoas ignorem ou Deus, e ajam com indiferença a Ele e à sua revelação, como se fossem capazes de controlar ou dirigir suas vidas de forma autônoma. Para isso, satanás lança idéias mundanas de moralidade, das filosofias, psicologia, desejos, governos, cultura, educação, ciência, arte, medicina, música, sistemas econômicos, diversões, comunicação de massa, esporte... E assim, como se fosse uma questão de evolução natural da humanidade, planta a sua doutrina para opor-se a Deus, ao seu povo, à sua Palavra e aos seus padrões do Criador. Mas o Senhor nos ensina em Mateus 16:26 “Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?” 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento; Eclesiastes 12:1



 
A Bíblia reiteradas vezes nos alerta sobre a fragilidade da vida, sobre a insensatez da busca pelas coisas materiais e a vaidade por trás dos nossos atos, deixando claro que  a nossa presença nesse mundo é apenas passageira.  Salomão, no livro de Eclesiastes se dedica a refletir sobre esse tema e, no Novo Testamento Jesus e os apóstolos se referem aos cristãos renascidos de “peregrinos” e “forasteiros”. Em Filipenses 3:20 Paulo afirma que “Nossa pátria está nos céus” e por isso precisamos dar mais atenção à eternidade, pois a vida terrena é efêmera e frágil. Precisamos nos lembrar de quão frágeis somos, ainda que pareçam fortes. Mais do que isso, precisamos nos lembrar de nosso Criador, enquanto somos jovens, pois não sabemos quando Ele nos chamará. Tolos são os que acreditam que podem levar uma vida de prazeres, ignorando Deus e Sua Palavra. Chegará o dia em que serão chamados  e é certo que não há um aviso prévio para esse momento. Sábio é aquele que coloca Deus e Seus princípios em primeiro plano. Esse não será surpreendido.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Portanto, se Deus lhes deu o mesmo dom que a nós, quando havemos crido no Senhor Jesus Cristo, quem era então eu, para que pudesse resistir a Deus? Atos 11:17


Precisamos ouvir a vontade de Deus, essa é a mensagem que o escritor de Atos passa a Igreja de hoje. Muitas vezes fazemos a nossa vontade insistindo ser a vontade de Deus. Isso acontece em alguns casamentos que iniciam sem que Deus seja consultado. A Bíblia diz: o que Deus uniu o homem não separe, mas será que Deus uniu, ou foi a vontade do homem que insistiu em fazer algo contrário à vontade de Deus. Muitas vezes queremos tanto uma coisa que nos tornamos surdos para ouvir a orientação do Senhor que chega a nós por meio dos profetas, da Bíblia e até mesmo das pessoas próximas ou desconhecidas. Damos a nossa interpretação para o que lemos, ou questionamos a orientação que nos dão. Resistimos à Palavra, mas precisamos saber que, inevitavelmente, colheremos os frutos de nossas atitudes. Precisamos saber que se a palavra não é suave, é o tratamento de Deus que dói, mas não deixa cicatrizes e não traz efeitos colaterais. Quando resistimos, de uma forma ou de outra, Deus nos faz enxergar nossa tolice e mais adiante nos coloca de frente com o problema que criamos ao deixar de ouvir o que Ele nos diz. Foi assim com o profeta Jonas e tem sido assim com todos aqueles que resistem. Quem somos nós para resistir a Deus? Essa pergunta pode ser respondida, quando fazemos uma reflexão sobre todas as nossas atitudes passadas e nos colocamos diante das consequências advindas. 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Portanto livrarei as minhas ovelhas, para que não sirvam mais de rapina, e julgarei entre ovelhas e ovelhas. Ezequiel 34:22


Essa palavra trazida pelo profeta Ezequiel é uma alento para os que temem a Deus, quando pensamos que os maus, os corruptos, os predadores estão sendo privilegiados muitas vezes à custa de explorar ou de sacrificar aqueles que amam e servem ao Senhor.  O Senhor está atento a tudo que é feito contra ou a favor dos seus filhos. Mas observemos também que o profeta afirma que Deus distinguirá as ovelhas. Nem sempre quem frequenta uma igreja ou se declara cristão é verdadeiramente ovelha do Senhor.  Em João 10: 27, o Senhor Jesus afirma: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem”. Quem conhece Jesus, segue os Seus ensinamentos e deles não se desviam. Deus está dizendo que fará separação entre as ovelhas e com toda certeza não permitirá que aqueles que ouvem a Sua voz e O segue seja alvo dos predadores. 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. 2 João 1:9


O apóstolo João, nesta segunda carta, deixa bem claro que aqueles que prevaricam, ou seja, não cumprem o seu dever por interesse ou por má-fé; que desobedecem à verdade de Cristo não podem ser considerados filhos de Deus, ainda que se proclamem cristãos. O apóstolo descreve os prevaricadores como enganadores, como anticristos e deve ser considerado inimigo do evangelho de Cristo todo aquele que distorce a doutrina bíblica e a ela se opõe. Deus nos adverte para termos cuidado com essas pessoas para não nos deixar levar pelos os falsos ensinos. Precisamos pedir a Deus que nos dê o discernimento para identificar as falsas doutrinas, lembrando que um dos sinais da volta de Cristo é a apostasia (I Timóteo 4). Aquele que diz que é de Deus  segue a Sua Palavra e não apenas os recortes que lhe convém.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade. 1 João 2:4


Em termos estatísticos, grande parte da população mundial é identificada como cristã, pois quando questionados muitos respondem que creem em Deus. Entretanto, não se pode afirmar que os números identificam os cristãos genuínos. Eles apontam ou quantificam pessoas que acreditam em um deus, pois, segundo o que ensina o apóstolo João, quem não guarda, ou não pratica os mandamentos do Senhor não pode ser reconhecido como filho do verdadeiro Deus.  Crer que a Bíblia é a Palavra de Deus é fácil e muitos fazem isso, mas viver conforme a Palavra é só para os filhos legítimos. Muitos usam o nome de Deus em vão, ou apenas recorrem a Ele nos momentos de aflição, dizendo-se filhos, mas se não fazem a vontade de Deus não podem ser reconhecidos como tal. Se não temos a lei do Senhor gravada em nosso coração para cumpri-la de acordo com a Sua vontade não podemos nos declarar filhos, mas temos que admitir que somos apenas criatura de Deus, enquanto fazemos a vontade ou adoramos outros deuses. O salmista nos lembra nos Salmos 19:8 que “Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e ilumina os olhos”. Assim, quem vive segundo os preceitos do Senhor e dá testemunho de fé e conduta pode ser considerado verdadeiramente filho de Deus. 

domingo, 19 de janeiro de 2014

Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Jeremias 31:33b

A lei de que trata o profeta Jeremias configurou-se como a Nova Aliança,  solução que Deus nos deu para a rebelião humana, desde que o pecado foi tomando conta da humanidade. O pacto que Deus fez com a casa de Israel foi recebido por todos aqueles que compreenderam e aceitaram o sacrifício de Jesus Cristo, conforme a Bíblia diz em Lucas 22:20 “Semelhantemente, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto em meu sangue, que é derramado por vós”. É pela Nova Aliança que foi possível o perdão para os nossos pecados. Mas precisamos entender que essa Aliança é efetivada por meio de um relacionamento pessoal e íntimo com Deus. Isso é pessoal e intransferível, não pode ser delegado, pois cada pessoa tem que nascer de novo para ser incluída nesta aliança, conforme ensina Jesus em João 3:1-16. É importante sabermos que essa Aliança durará por toda a eternidade e  não pode ser quebrada, uma vez que se baseia na morte e ressurreição de Jesus Cristo.

sábado, 18 de janeiro de 2014

"é impossível que não venham escândalos, mas ai do homem pelo qual eles vêm! Melhor fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e fosse atirado no mar, do que fazer tropeçar a um destes pequeninos." (Lucas 17:1,2).


Escândalo é todo ato, palavra, obra ou omissão que incita o outro a pecar. A palavra "escândalo" no grego é "skándalon" e significa tropeço ou armadilha, símbolo daquilo que incita ao pecado ou à perda da fé. A forma como nos comportamos pode levar a outrem a se escandalizar. Precisamos ficar atentos à nossa forma de agir pois, segundo as palavras de Jesus, somos também responsáveis pelos atos dos outros. Se nossa vida não  tem sido exemplo a ser seguido pelos irmãos, pela  família, colegas e subordinados, está na hora de refletirmos sobre as palavras do Senhor Jesus  enquanto há tempo. Vivemos tempos difíceis,  quando a ética e a moral estão sendo ignoradas em um tempo em que os valores e princípios bíblicos estão sendo desprestigiado pela mídia e por muitos formadores de opinião e por isso mesmo são mais importantes que nunca, por isso, como cristãos é importante  que deixemos um bom exemplo para aqueles com quem trabalhamos ou convivemos. Toda pregação torna-se inócua se não vier acompanhada de um bom testemunho.  O que fica é o exemplo da atitude. Aqueles que pregam o que vivem, quer na vida profissional, pessoal ou em seu ministério não deixam  apenas conteúdos, mas também exemplos de vida e modelos a se espelhar, assim como nos ensina o apóstolo João, espelhando-se em Jesus. Temos que pensar que os exemplos recusáveis também ficam marcados. Muitos deles são responsáveis por um desserviço à obra de Deus. A incoerência do discurso com a prática  salta aos olhos e muitas vezes é mais notória em uma comunidade do que o bom exemplo.  Ela presta um desserviço à própria fé que professamos. A prática continua sendo o critério da verdade. E Jesus é a verdade e a vida. Eis porque temos que nos espelhar em Cristo e assim como Ele dar exemplo em todas as esferas de nossa vida. 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Eu sararei a sua infidelidade, eu voluntariamente os amarei; porque a minha ira se apartou deles. Oséias 14:4


Essas são as palavras de Deus para um povo que havia se desviado de seus caminhos e se prostituído ao longo de sua trajetória. A vida de Oséias retrata essa situação em analogia à história do povo Israel. Ao nos aprofundarmos na leitura do livro de Oséias, vemos que ao ser exposto como esposo fiel de uma esposa infiel, o profeta experimentou uma dor semelhante a que Deus sentira quando  seu povo foi espiritualmente infiel, prostituindo-se diante de outros deuses.  Sabemos que a prostituição degenera o espírito e que os  relacionamentos desta natureza, mesmo que rápidos, promovem mudança no interior da pessoa, por isso Paulo advertiu: em 1 Coríntios 6:16 “Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne.” Também o adultério, muda o caráter daqueles que mantêm uma aliança duradoura com alguém que Deus não elegeu. Muitas vezes, por conta desses relacionamentos contrários à Palavra de Deus, adúlteros e promíscuos renunciam as bênçãos e as pérolas de Deus. Mas a misericórdia de Deus,  apesar da dor que  causada por aqueles que assim agem traz cura, perdão e fertilidade aos que se voltam a Ele. O mais comum é verificarmos que a vida das pessoas que dão as costas a Deus é geralmente caracterizada pela culpa e insatisfação. Dificilmente uma pessoa que vive em promiscuidade, em adultério moral ou espiritual, depois de conhecer a Deus, é uma vida de paz, pois no íntimo aquele que  caiu num estilo de vida de pecado, sabe que a infidelidade espiritual para com Deus traz consequências. A boa notícia é que, assim como Deus ofereceu perdão e fertilidade a Israel, ainda hoje Ele oferece restauração para aqueles que de fato se arrependem, conforme afirma 1 João.1:9 “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”. Àquele que fez escolhas erradas que o fizeram cair ou desviar, Deus dá uma nova oportunidade. Mas a escolha ainda é uma prerrogativa pessoal.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Tão-somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares. (Josué 1:7).


O equilíbrio é uma força que nos mantém dentro do propósito de Deus para a nossa vida. Vemos neste versículo que Deus diz a Josué para ele manter o equilíbrio, pois só assim será vencedor naquilo que se propõe. O equilíbrio faz parte da estrutura da criação de Deus, pois tudo o que Ele criou  foi feito para funcionar de forma equilibrada. Essa premissa vale para todas as áreas, situações e elementos da natureza e da humanidade. O nosso planeta para se sustentar precisa se manter em equilíbrio, tanto em relação ao clima, ao relevo, quanto em relação aos seus habitantes. Quando estão em desequilíbrio, o sistema entra em colapso. Um desequilíbrio climático leva à alterações do relevo que levam ao desequilíbrio ambiental e ao consequente desequilíbrio da população. De igual forma, hormônios em desequilíbrio alteram o funcionamento do corpo humano. De situações sociais a individuais, tudo se mantém saudável se estiver em equilíbrio. O casamento é um exemplo da necessidade de duas pessoas diferentes buscarem o equilíbrio para que se mantenha saudável. O equilíbrio, nesse caso, fundamenta-se na busca constante de um consenso. Ambos precisam ceder em algum momento, pois quando a concessão é feita só por um dos membros dessa sociedade conjugal o desequilíbrio é evidente. O casamento foi criado por Deus para funcionar em equilíbrio. Tudo o que Deus criou foi para funcionar equilibradamente. Assim, tudo o que sai de um estado de equilíbrio sai do propósito de Deus. Aquilo que perde o equilíbrio transforma-se em algo prejudicial para a nossa vida, ainda que tenha sido criado para o bem. Não é à toa que Deus diz a Josué para não se desviar nem para a direita nem para a esquerda. Isso é manter o equilíbrio. Tudo o que Deus criou é saudável e perfeito, mas se usamos de forma desequilibrada torna-se prejudicial. O trabalho é bom, mas em excesso é tão ruim quanto a preguiça. Água é saudável e necessária à vida, mas em excesso é prejudicial. Com a comida ocorre o mesmo, nosso corpo precisa de um balanceamento de várias substâncias para se manter saudável, por isso a falta ou o excesso desses nutrientes também causa desequilíbrio e adoecimento. A tecnologia, em especial com o advento das redes sociais, é algo positivo, todavia seu uso em excesso desequilibra as relações pessoais e sociais.  Até mesmo o dinheiro em excesso, tal qual sua falta é prejudicial. Prosperar é saudável, segundo Deus, mas se prosperamos financeiramente em detrimento de nossa vida pessoal, ou espiritual estamos causando um desequilíbrio que nos afasta da vontade de Deus. Precisamos aprender a ser equilibrados em todas as áreas de nossas vidas. 

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei. Josué 1:5


Temos uma tendência a fazer recortes das promessas bíblicas, ou usá-las como um biscoito da sorte, sem atentarmos para o contexto em que elas foram proferidas. Queremos o bônus da promessa sem ter que assumir o ônus. Observemos que esta promessa, destacada em epígrafe é um recorte de toda uma história e foi feita para alguém que decidiu obedecer. Uma pessoa que vive em desobediência, em rebeldia, em dissonância com o que diz a Palavra de Deus não tem direito a tomar para si essa promessa, assim como Josué. Ele sempre esteve presente na vida de Moisés que sempre pode contar com ele. Por isso Deus o instruiu a continuar a tarefa iniciada por Moisés. Vemos na Bíblia que ele não se opôs, pois estava sempre pronto a obedecer. Josué realizou grandes feitos e obteve a promessa, porque se dispôs a aprender com seu líder sempre em obediência. Há pessoas que querem o bônus da promessa, mas não aprendem a obedecer, não tomam posição, não se envolvem com a obra, apenas se limitam a ficar de lado observando ou criticando o que o líder ou os outros fazem. Há quem queira a bênção, sem estar no lugar da bênção, ou próximo do Abençoador. Se agirmos como Josué, com toda certeza a promessa de Deus é também para nós, pois conforme afirma o autor de Hebreus 6:18 “Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta”. 

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Não temas, quando alguém se enriquece, quando a glória da sua casa se engrandece. Salmos 49:16


O salmista sabiamente nos alerta sobre a insensatez de alimentarmos o sentimento de inveja em relação àquelas pessoas que notoriamente se enriquecem a custa de expedientes que nem sempre são condizentes com a Palavra de Deus e acrescenta: “Porque, quando morrer, nada levará consigo, nem a sua glória o acompanhará”. (Salmos 49:17). Muitas vezes vemos prosperar, receber aumento, promoção ou honras aqueles que não cultivam os mesmos valores ensinados na Bíblia. Mas nos Salmos 49:17. 20 Davi adverte que “O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem”. Em outras palavras, o homem que recebe honras ou promoções indevidamente, aos olhos de Deus em nada lhe servirá. Podemos acompanhar em muitos casos que muitos em pouco tempo são humilhados pelos mesmos que os honraram. É fato que o sentimento de injustiça toma conta de nós, quando não recebemos aquilo que achamos que deveria ser nosso e, principalmente, quando vemos a honra ser dada a quem usou de estratégias escusas, ou é uma pessoa sem caráter ou dignidade. Ficamos indignados quando vemos que o elogio que por direito seria nosso foi dado a outro; a promoção para a qual nos empenhamos foi dada a um colega que não fez jus a ela, mas nos deixou trabalhando enquanto agia nos bastidores para convencer o chefe do contrário em nosso prejuízo. E, como consequência, vemos que os bens financeiros, para os quais trabalhamos tanto, foram transferidos para a conta bancária de alguém que de fato não se esforçou, mas teve tempo suficiente para fazer um marketing pessoal. Nestes casos, nossa decepção causa raiva, mas devemos antes de tudo pensar que, se agimos segundo as orientações de Deus, Ele cuidará de nós e proverá o que nos for necessário. O Senhor conhece nossas necessidades e se comprometeu a tomar conta de nós em todas as circunstâncias. Lembremos sempre do que nos disse Jesus em Mateus  6:26: “se vosso Pai alimenta as aves do céu, não irá alimentar vocês, que são seus filhos?”.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Ninguém, pois, engane ao seu próximo; mas terás temor do teu Deus; porque eu sou o Senhor vosso Deus. Levítico 25:17


A ordem do Senhor no Antigo Testamento e registrada em Levítico continua válida ainda hoje. Quem ama o próximo, de acordo com o segundo mandamento do Senhor no Novo Testamento, não o engana, mas faz a ele assim como gostaria que lhe fosse feito. Quem tem temos de Deus e cumpre o que diz o primeiro mandamento não engana a seu próximo de forma alguma. Não mente, não calunia, não rouba, não furta, não faz promessas em vão, não toma emprestado e não paga, não usa de artifícios para ludibriar em nenhuma situação. Tudo aquilo que foge da verdade nos afasta de Deus, conforme ensina a Bíblia em vários momentos tais como: Gênesis 3:4-5; 1 Timóteo 4:1-2; Apocalipse 22:15; Salmos 101:6,7. Efésios 4:25 nos ensina que Deus quer que acabemos com a mentira, pois Ele quer que sejamos felizes uns com os outros, conforme lembra o apóstolo Paulo em Colossenses 3:9.  O apóstolo nos ensina que a mentira cauteriza a consciência – 1 Tm 4.2, pois uma mentira chama outra mentira assim como um abismo chama outro abismo. Quem conhece a Deus não vive na mentira , não engana o irmão em nenhuma circunstância, mas sempre é tempo de nos redimirmos, de pedir perdão, de saldar as nossas dividas, para restaurarmos nossas relações com os irmãos e, principalmente com Deus.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. João 13:15



Quando vivia entre os homens, Jesus nos deixou grandes lições, não só pelos seus sermões e parábolas, mas, principalmente, pelo Seu exemplo perfeito. Ele mostrou-nos como devemos agir nas mais diversas  circunstâncias, e declarou o que está registrado no Evangelho de João, no texto em epígrafe. Mas precisamos observar que Ele não disse que devemos fazer o que Ele fez, mas como Ele fez. Isso significa que devemos ser humildes e servir aos outros.  Se Jesus nos ensina que devemos fazer como Ele fez, devemos fazer como Ele a começar pelo batismo. Esse foi o primeiro acontecimento que marcou a vida adulta de Jesus. Jesus afirmou a João Batista que isso era  necessário. Se Ele foi batizado, mesmo não tendo pecado, não podemos julgar que podemos fazer diferentes, sendo nós pecadores. Jesus também nos deu o exemplo de como resistir às tentações, quando foi tentado por satanás no deserto, enquanto jejuava. Jesus nos ensinou sobre a importância da oração e lemos que Ele, mesmo sendo Deus orava constantemente. Jesus tinha compaixão pelas pessoas e não as julgava, apesar de conhecer as suas falhas. Ele amava as crianças e demonstrava esse amor na forma como lidava com elas, e de igual modo com os mais fracos e desamparados. Jesus era humilde e estava sempre disposto a perdoar aos que lhe ofendiam. Fazer como Ele fazia não é uma tarefa fácil, mas é a forma mais simples de crescermos segundo a Sua estatura e de nos aproximarmos de Deus. 

sábado, 11 de janeiro de 2014

A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. Hebreus 1:2


Conforme afirma o autor de Hebreus, Jesus é o  legítimo herdeiro de Deus e por essa razão é a Ele a quem devemos recorrer. Não há outro nome, não há outro intercessor. Jesus tem a procuração de Deus, tem autoridade e legitimidade para exercer o poder na terra e no céu porque é o único e legítimo herdeiro. Não é preciso reconhecer um milagre, passar por um processo eclesiástico ou que o autorize a ser chamado de santo ou a interceder a Deus por nós. Isso já foi feito e a legitimação de seu poder foi dada na Cruz. Contudo, o mundo ainda não se deu conta disso e continua adorando, reverenciando ou se dirigindo a outros nomes, cultuando deuses estáticos, fabricados pelas mãos humanas, ou feito santos por critérios do homem, “Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus”; (Hebreus 9:24) quando Deus já deixou claro que “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”. (1 Timóteo 2:5)

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Que darei eu ao Senhor, por todos os benefícios que me tem feito? Salmos 116:12


O salmista, em sinal de reconhecimento  a Deus por tudo que Ele lhe fez, entoa esse salmo. Este sentimento um dia surgiu em i Davi, porque ele tinha um coração agradecido. Ele era um rei poderoso em Israel, e sendo rico tinha posses e recursos para oferecer alguma coisa ao Senhor, como retribuição. Mas nós sabemos que o homem, por mais rico que seja, nada tem a oferecer a Deus, que é o dono do ouro e da prata. Contudo, Deus se alegra com um coração agradecido e é movido por um sentimento de retribuição em relação a Ele. Quando a  pessoa tem a sensibilidade de reconhecer os benefícios e os livramentos do Senhor em sua vida, Deus se alegra. Não importa o quão pobre somos, o que importa é o sentimento de gratidão. É isso que significa para Deus. O homem que reconhece a existência do Criador  em seu coração, assim como Davi, pensa no que mais agradaria ao Senhor,  no que poderia estar à altura de todo o benefício, como as respostas às orações, os livramentos cotidianos, a mão do Senhor fazendo justiça, sua misericórdia e tantas outras bênçãos. Não há nada que podemos dar a Deus por todo o seu benefício, que antes Ele não nos tenha dado. O homem  nada tem de seu para ofertar a Deus, mas Deus pesa a intenção do coração. Davi pensou muito sobre isso e buscou descobrir uma forma de retribuir a Deus por todos os seus benefícios, e somente através da revelação ele descobriu como agradar ao Senhor. Façamos como o rei, busquemos em Deus a resposta para essa pergunta: o que darei ao Senhor em reconhecimento aos seus benefícios? 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós (Mateus 7:1)


Essa é a orientação do Senhor Jesus, mas muitas vezes nos esquecemos disso, e cometemos esse erro em nossas relações quer em relação aos mais próximos, quanto aos desconhecidos. Nesta passagem Jesus  ensina que não devemos fazer mal juízo ou imputar o mal a quem quer que seja, mas a sociedade em geral com toda  maledicência faz exatamente isso. É claro que não devemos ser ingênuos em relação aos atos dos outros e precisamos considerá-los  à luz da verdade, mas, por misericórdia, temos de separar o ato da pessoa, não lhe imputando o bem ou o mal. Devemos  condenar o erro, mas jamais a pessoa. Devemos abominar o pecado, mas para seguirmos as orientações do Senhor, devemos ser misericordiosos com o pecador. É uma atitude difícil, e nem  sempre sabemos como fazer, mas temos de aprender a fazer isso. Começamos bem, se corrigirmos o hábito de falar de alguém ou de algum ato, só por falar, sem a intenção de ajudar a quem cometeu alguma falta. Se não aceitamos as fofocas, ou os comentários inúteis, daremos exemplos aos que estão próximos, como nossos filhos, amigos, colegas e irmãos  e evitaremos que o mal se alastre. Precisamos agir como cristãos e não como os mundanos, só assim seremos conhecidos como discípulos de  Jesus, fazendo o que Ele exortou: “Vós sois a luz do mundo... assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”(Mateus 5:14-16).

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. João 13:35


Jesus nos mostra qual é o sinal pelo qual o verdadeiro cristão é conhecido: o amor ao próximo. Esse amor é espiritual e é materializado pelas atitudes ou pela caridade para com o outro. De acordo com o que registra o apóstolo João, o discípulo de Jesus  não é conhecido por levar o nome de cristão,  por professar uma fé, por frequentar uma igreja, por praticar rituais de sua crença, religião ou culto, mas sim pela forma como se relaciona com os seus semelhantes, pelas atitudes cotidianas em relação tanto aos irmãos de fé, quanto aos desconhecidos, assim como Jesus nos ensinou com a parábola do bom samaritano. Nessa história, os personagens são caracterizados pelas funções e atitudes. Com ela podemos fazer uma analogia com os episódios da sociedade atual: o homem assaltado é anônimo. Pode ser qualquer um que passe por nós no dia a dia: um viajante, um desempregado; um mendigo... Qualquer pessoa desprotegida, marginalizada, sem ninguém que possa ajudá-lo em dado momento, como milhares de pessoas pelas quais passamos diariamente. Nessa história, contada por Jesus, mas ainda atual, passam por aquele homem desamparado várias pessoas que tinham a solução do seu problema: um sacerdote e um levita. Mas lemos que mesmo tendo condições nenhum dos dois parou para ajudá-lo. O sacerdote, ignorando aquela situação, procurou não envolver-se nem se incomodar com o pobre miserável. Como muitos, hoje, alegando pressa, cansaço ou preocupados apenas com seus problemas, com o celular, com a sua comodidade, passou de lado. Afinal o que tinha acontecido com aquele estranho não era da sua conta. Se o sacerdote sequer olhou para o ferido, com o levita não foi muito diferente. Ele se deteve por um instante, olhou-o, e como não o reconhecesse, seguiu em frente. Quantos hoje não passam por feridos, até reduzem a velocidade do carro, mas ao observarem que não se trata de algum amigo ou conhecido, seguem adiante.  Mas um estrangeiro, um samaritano, inimigo dos judeus, ao ver aquele ferido parou e se aproximou dele e se compadeceu dele. Aquele estranho curou-lhe as feridas,  o levou para uma hospedaria e tratou dele. Mais ainda, deu dinheiro ao hospedeiro, para que cuidasse do ferido se comprometendo a indenizá-lo caso tivesse mais gastos com aquele estranho. Jesus ensinou que o próximo do homem foi aquele que usou de misericórdia para com ele. Esse é um discípulo de Jesus, ao contrário de muitos se dizem religiosos ou cristãos, mas não desejam nenhum comprometimento com os problemas dos outros. Diferentemente de muitos  que se interessam apenas em ajudar aos seus familiares, seus parentes, colegas e amigos, e nada fazem pelos excluídos, rejeitados, pelos anônimos que estão à beira da estrada. Infelizmente o seu círculo de amor é  limitado, o seu próximo é restrito aos amigos. Contudo, para Jesus e por consequência, para os verdadeiros cristãos, o nosso próximo não está limitado à nossa família, nossas amizades, nossa raça. Nosso próximo é todo aquele que necessita de auxílio e quem podemos ajudar, mesmo que seja com um olhar amigo. Só podemos ser chamados discípulos do Senhor se nossas atitudes com nossos irmãos estão de acordo com a fé que professamos, pois os nossos atos falam mais alto do que as nossas  palavras. Pelos frutos de nossos atos seremos conhecidos, diz o Senhor.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

“Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” (Efésios 6:13-17).


Sabemos que Deus está conosco para nos dar livramento nas tentações e nos dá armas para lutarmos contra as investidas tentações da carne, do mundo e do diabo. O apóstolo Paulo nos mostra claramente que o conflito que enfrentamos  é espiritual, por isso  nenhum arma física pode ser usada efetivamente  nesta luta. Mas quando seguimos  as instruções  bíblicas resistiremos ao poder do mal e venceremos  seja  nossa carne, o mundo ou satanás. A primeira parte de nossa armadura é a verdade, pois ela nos dá imunidade contra o pai da mentira e nos fortalece para vestirmos a couraça da justiça que nos protege contra acusações e censuras do inimigo. O apóstolo fala da preparação dos pés para o conflito espiritual. Para que nossos pés não sejam alvos de armadilhas que satanás tem colocado caminho da propagação do evangelho, também precisamos nos revestir do escudo da fé, que torna ineficaz o ataque de satanás de plantar dúvidas em relação à fidelidade de Deus e Sua Palavra. Nossa  fé  importante pelo qual repelimos o inimigo. A cabeça é o centro da nossa mente, e se é protegida com o capacete da salvação, não vai permitir que sejamos alvejados com falsas doutrinas ou com heresias as quais  satanás lança mão para nos atingir porque, portando esse capacete, nossa mente é incapaz de discernir entre verdade e mentira. A oração  é outra arma poderosa contra a tentação que nos impede de  cairmos em pecado quando somos tentados. Se não podemos vencer por nossas próprias forcas  toda e qualquer tentação, sabemos que somos mais do que vencedores em Cristo Jesus. (Romanos 8:37)

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar. 1 Coríntios 10:13


Quando conhecemos o Evangelho e aceitamos viver segundo os preceitos de Cristo percebemos que  teremos que enfrentar três  inimigos que desejam nos levar de volta ao mundo pela tentação ao pecado. Estes três inimigos, com os quais lutamos constantemente são, primeiramente os nossos desejos, a nossa própria carne que quer viver independente de Deus; o diabo e o mundo.  Mas sabemos que  Deus é mais poderoso do que qualquer um deles  e pode nos conceder total vitória sobre as tentações que eles nos impõem. Sabemos também que a tentação tem o poder de produzir efeitos tanto positivos quanto negativos sobre nossas vidas, e isso dependerá da maneira como reagimos diante dela. Quando nos fortalecemos espiritualmente, com certeza nos tornamos mais forte e podemos vencer as tentações, principalmente a mais difícil que provém da nossa própria carne. Todavia, quando não temos forças para vencer nos tornamos mais fracos e vulneráveis para novas tentações. Sabemos também que somente com forças concedidas por Deus poderemos passar pelas tentações sendo fortalecidos por elas. Deus fiel e não nos abandona nem permite que sejamos tentados além do que podemos suportar, garante Paulo no texto em epígrafe. Toda tentação está dentro de nosso limite para suportar e vencer. Mas é preciso atentar para o fato de que  isso nos traz também uma grande responsabilidade, pois  se  podemos contar com um livramento garantido, o apóstolo deixa claro que esse livramento sempre vem junto com a tentação. Portanto, não temos desculpas quando caímos em pecado, uma vez que, conforme Paulo nos garante nós podemos resistir todas as tentações.  Se todas as tentações  estão dentro do nosso limite de resistência, porque Deus não nos deixa ser tentados além das nossas forças e sempre que somos tentados Deus providencia um livramento, a força necessária para vencermos a tentação que enfrentamos, não há justificativas para o pecado a não ser que deixamos nossa carne e não Deus agir em nós.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Mas ao ímpio diz Deus: Que fazes tu em recitar os meus estatutos, e em tomar a minha aliança na tua boca? Salmos 50:16


Davi nos lembra de que Deus não se agrada de sacrifícios, mas espera obediência e respeito à Sua Palavra. O salmista nos faz refletir sobre a tolice que é subverter os estatutos de Deus, e clamar o Seu nome. E nos ensina que a hipocrisia de muitos é uma tolice que, se convence aos néscios, jamais alcança o intento, pois Deus nos observa e não se deixa enganar e nem permite que os Seus filhos sejam enganados. O salmista dá um recado aos que, usando o nome de Deus, mentem, juram enganosamente, defraudam o irmão.  Em vez de aceitar a correção, quando é admoestado, lança as  palavras para detrás de si,  age como ladrão, e tem parte com adúlteros. Em vez  agradecer a quem lhe faz bem, solta a boca para o mal, e a sua língua compõe o engano. O salmista garante que essa pessoa, mesmo que tenha conseguido enganar o próximo não ficará impune, mas “Aquele que oferece o sacrifício de louvor me glorificará; e àquele que bem ordena o seu caminho eu mostrarei a salvação de Deus.”(Salmos 50:23) 

sábado, 4 de janeiro de 2014

Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta, (Hebreus 12:1)


O autor de Hebreus nos lembra que estamos sendo observados,  e nos ensina  “Deixemos de lado todo o embaraço.”  Esses embaraços dizem respeito a tudo que nos paralisa e nos atrapalha na execução do nosso trabalho.  Às vezes  Deus  permite  alguns  “embaraços” para nos fortalecer, mas são parte de nosso fortalecimento espiritual. Quando queremos fortalecer nosso físico, o processo de erguer pesos  enrijecem nossos músculos. O propósito de Deus é nos preparar para a carreira para a qual fomos escolhidos, assim como os atletas se preparam para atuar. Se os pesos são parte do treinamento, eles devem ser deixados para que possamos correr a carreira. Precisamos deixar tudo o que nos impede de seguir as orientações de Deus, lembrando que o pecado é um grande peso e nos afasta do alvo, da carreira que nos está proposta.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Porque conheço as suas obras e os seus pensamentos; vem o dia em que ajuntarei todas as nações e línguas; e virão e verão a minha glória. Isaías 66:18


O profeta Isaías nos revela neste versículo o propósito de Deus para cada um de nós. O Senhor conhece cada passo nosso e cada episódio de nossa vida. Ele  sabe de tudo que nós fazemos, sonda e conhece os nossos corações, por isso  nada podemos esconder Dele. O profeta Isaías profetiza sobre o fim dos tempos, quando não haverá separação de línguas e nações, e todos estarão reunidos para contemplar a Glória de Deus. Precisamos refletir sobre a importância desse versículo em nossas vidas, pois vemos que  Deus nos chamou desde o ventre de nossas mãe para juntar nações e línguas. Essa é uma revelação tremenda. Fomos criados com um propósito de glorificar a Deus e temos que começar testemunhando com nossas próprias vidas, lembrando que Deus nos chama para esta obra de levar a sua palavra, amor a todas as nações. Ele não olha fronteiras, línguas, nem condição social, mas olha para vidas, para as almas que precisam conhecer a Sua salvação e nós somos comissionados para essa missão. 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. (Efésios 4: 14)



O apóstolo Paulo exorta-nos a sermos firmes e constantes para não sermos enganados. Quem age de forma inconstante se assemelha a um menino mesmo que tenha vivido algumas décadas. A  estabilidade emocional, sentimental, profissional não depende da idade, mas da firme convicção de aprender com a Palavra de Deus e com os próprios erros. Aquele que vira as costas para quem lhe ensina a verdadeira palavra de Deus e se deixa levar pela falsa aparência, escolhendo o mundo, e dando ouvidos a quem  não testemunha a verdadeira conversão.  Quem vai à igreja apenas quando se sente mal, quando precisa de uma bênção não pode se dizer cristão. O verdadeiro seguidor de Cristo não age de forma inconstante. Ele continua firme apesar dos problemas, apesar da falta de dinheiro, do desemprego, do problema sentimental. Paulo, dirigindo-se aos Efésios admoesta-os de uma forma que serve a muitos de nós na igreja de hoje. A inconstância na fé e a falta de perseverança têm levado a muitos a se desviarem da palavra de Deus. Assim como o apóstolo fez com o povo daquela época, ainda hoje ungidos do Senhor, ou até mesmo pessoas usadas por Ele têm levado a palavra de orientação aos que ainda não amadureceram o suficiente para não caírem na astúcia dos que agem movidos pela artimanha do maligno. Ouvir a voz de Deus é o primeiro passo para o amadurecimento e para o crescimento que mantém firme o cristão em todos os seus propósitos. 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Os sábios são envergonhados, espantados e presos; eis que rejeitaram a palavra do Senhor; que sabedoria, pois, têm eles? Jeremias 8:9



Antes de iniciarmos o ano, e de fazermos planos segundo o nosso coração, deveríamos refletir sobre as palavras do profeta Jeremias. Quando não firmamos nossos projetos com base na palavra de Deus, e confiamos em nosso próprio conhecimento ou entendimento corremos o risco de sermos envergonhados. As palavras do profeta nos fazem entender que devemos antes de tudo fazer o que Deus nos diz  para fazer. Isso significa que devemos viver de acordo com a Sua palavra, vivendo em obediência. E a palavra de Deus ensina  que os obedientes  receberão as  bênçãos. Jesus disse em João 15:7 “Se vós estiverdes em mim e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis o que quiserdes e vos será feito”. É com esse entendimento que devemos iniciar nossos projetos. Quando Deus diz em Oséias 4:6: “O meu povo foi destruído porque lhe faltou o conhecimento”, Ele está nos alertando para o fato de que nenhum conhecimento enciclopédico, ou acadêmico é maior do que o conhecimento advindo do Senhor. A Bíblia é um manual de instrução ímpar  e dela podemos tirar não só informações, mas orientações precisas se buscarmos à luz do Espírito Santos de Deus.