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domingo, 26 de janeiro de 2014

Naqueles dias não havia rei em Israel; porém cada um fazia o que parecia reto aos seus olhos. Juízes 21:25


O livro de Juízes faz menção ao comportamento do povo, demonstrando que a falta de valores ou de uma liderança segura abriu as portas para um relativismo que muito se assemelha ao que presenciamos hoje na sociedade e também   na Igreja. Quando somos levados a deixar os conceitos de certo e errado, a realidade passa a ser o pensamos e assim se torna relativa. Nesse prisma não há erros, pois tudo é relativo se depende do ponto de vista e da vontade de alguém ou de um grupo. Assim como em Israel, quando não havia reis, estamos vivendo em um tempo que tudo pode. A permissividade é resultado da falta de um código moral e ético compartilhado pela sociedade, quando nela não há um rei e assim como povo de Israel em Juízes, se não há um compartilhamento de valores e tudo é possível nenhum relacionamento se sustenta, seja ele pessoal ou profissional e como consequência as instituições se dissolvem, a começar pela família e por extensão a Igreja. Quando buscamos satisfazer as vontades da carne, negligenciamos princípios basilares da sociedade ou regras de convivência, ignorando as consequências de nossas atitudes, produzimos uma moral relativa que atende ao nosso interesse pessoal. Ou de igual modo, quando não nos posicionamos contra o mal, ou contra toda forma de banalização desse mal, estamos aceitando ou fazendo coro com o mal. E assim como os que o praticam em nome de uma liberdade ­­­­­permitimos que o mal nos contamine, dando legalidade ao inimigo. Sendo desobedientes ou fazendo vista grossa à desobediência, relativizando-a, não estaremos isento de sua consequência: a destruição. Nenhuma sociedade ou instituição sobrevive sem um limite moral e ético. A Bíblia está cheia de exemplos e a História secular também. Mas  o verdadeiro cristão sabe  que crer somente não basta. É necessário obedecer e permanecer fiel aos princípios do Senhor, sem   fazer coro com o mundo que age por conta própria.  

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