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quarta-feira, 30 de novembro de 2011



"Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade" (Provérbios 5.18)

Amado (a), um casamento segundo a vontade de Deus começa com um namoro também de acordo com Ele. A Bíblia ensina que há tempo para tudo debaixo do céu, e antes do casamento há o tempo de se conhecer para que a escolha seja madura. Casamento é um compromisso, é como seguir a Deus, ou você segue ou não segue, não há meio termo. Não há como entrar em um relacionamento pela metade. Se a entrega não é total, se durante o namoro as pessoas não se permitem conhecer verdadeiramente, com toda certeza, durante o casamento as máscaras cairão e não há quem consiga enganar por tempo. O namoro não é apenas a fase de encantamento. É também a fase do desencantamento para que ambos se conheçam e decidam aceitar ou não as imperfeições um do outro.
É durante o namoro, e no noivado, não no casamento, que a escolha de continuar ou não um relacionamento é feita. Nesse momento, diferentemente do que costuma ocorrer, é preciso abrir os olhos para os defeitos, porque depois, no casamento, é hora de fechar os olhos e aceitar. Conviver e amar, apesar dos defeitos. Porque quem quer ser amado, também precisa amar, sem condições.
O amor é um ato de vontade, é prática não idealização, como muitos namorados pensam. Para que um casamento se concretize nos moldes de Deus é necessário desistir do sonho da perfeição. Não há casamento perfeito, porque não existem casais perfeitos. O(a) namorado(a) dos sonhos, em pouco tempo de convivência pode se revelar impossível na realidade cotidiana, mas é possível construir um relacionamento sólido, se ambos estiverem dispostos a abrir mão dos sonhos individuais e construírem juntos um casamento real. Mas isso requer paciência, habilidade, tato, crescimento emocional e espiritual.
Amado(a), se você não se dispõe a aceitar as diferenças, não se iluda, nem iluda a pessoa com a qual se relaciona. Lembre-se de que Deus não se agrada de quem desonra compromissos. Se há tempo para conhecer, há tempo para decidir, e também tempo de desistir. Mas quem não age segundo as orientações de Deus, também achará o tempo de se arrepender. Pense nisto!


Graça e Paz!

terça-feira, 29 de novembro de 2011



“Não é bom proceder sem refletir, e peca quem é precipitado.”
(Provérbio 19:2)


Amado (a), há um dito popular que afirma que o apressado come cru. Essa sabedoria popular também está expressa na Bíblia em várias passagens. Deus caracteriza a precipitação como pecado e estultícia. Precipitar-se, segundo os dicionários Aurélio e Michaelis) significa: tornar-se mais rápido; antecipar-se; correr desabaladamente; cair impetuosamente; apressar muito; acelerar; despenhar-se a um precipício; atirar-se aos perigos; arrastar a aventuras.
Observe que o termo “precipitar-se” tem uma relação direta com “queda”. Precipitar-se é agir antes do tempo certo, antes do tempo de Deus. Precipitação é para aqueles que não ouvem a Voz de Deus. A Bíblia nos ensina em Eclesiastes 3: 1-8 que há, para todas as coisas, um tempo determinado por Deus “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu. Há, portanto, tempo para o namoro, para que a decisão sobre o casamento não seja precipitada. Isso porque, uma vez tomada, deverá ser respeitada.
Quem se apressa a tomar uma decisão é tolo e desobedece á palavra de Deus, principalmente quando diz respeito à decisão sobre o casamento, pois ela envolve várias vidas. É preciso levar em conta que um passo mal dado não envolve apenas a vida de quem se arrepende, mas a do outro e de suas famílias. Um casamento é a união de duas pessoas que trazem consigo também outras pessoas, pois ainda que a ordem do Senhor seja a de “deixar pai e mãe”, esse deixar não significa isolar ou esquecer. Quando duas pessoas se unem, elas também unem as histórias de suas famílias ao constituírem uma nova família. E isso forma o clã de Deus. Quando se faz uma escolha errada, por conta de uma precipitação ou falta de avaliação sobre a responsabilidade deste ato, certamente, as conseqüências também recairão na vida do casal e daqueles a quem deixaram para se unir. Eis por que a Bíblia ensina a ouvir conselhos antes de tomar uma decisão consciente.
Cuidado, amado(a), satanás é especialista em nos apresentar situações nas quais temos que tomar uma decisão imediata, por isso a Bíblia nos recomenda a fugir disso, pois nenhuma precipitação provem de Deus.
Amado(a), se você deseja ter um casamento abençoado, respeite o tempo de Deus e espere Nele, antes de tomar uma decisão, senão pode se arrepender por toda a vida e ainda pagar pelas conseqüências de sua estultícia.
Graça e Paz!








segunda-feira, 28 de novembro de 2011




“Casa e riquezas são herdadas dos pais; mas a mulher prudente vem do Senhor” (Provérbios 19: 14)

Amado (a), sendo a família uma instituição criada por Deus, é evidente que ela deve ser constituída com uma base sólida. Essa solidez inicia-se na escolha do cônjuge. A Bíblia afirma que “A mulher virtuosa é a coroa do seu marido, mas a que o envergonha é como podridão nos seus ossos.” É certo que a esposa prudente não pode ser encontrada em qualquer lugar. A sua escolha é importantíssimo e vai determinar o futuro de uma relação que deve ser por toda a vida, diferentemente do que o mundo apregoa. Por isso a palavra de Deus ensina que um relacionamento duradouro jamais inicia por atração física, mas pela orientação do Senhor, por isso o salmista lembra àqueles que querem fazer a escolha certa: “Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração.” (Salmos 37:4) e o sábio afirma “Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada.” (Provérbios 31:30).
Para uma escolha certa é preciso se relacionar com quem tenha o caráter de Cristo. Paulo ensina “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” (2Coríntios 6:14).
Mas há características que precisam ser percebidas antes da decisão, por isso nenhuma escolha deve ser conduzida pela emoção e sim pela razão orientada pela palavra. “TODA mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos”, assegura o sábio em Provérbios 14:1. A mulher imprudente é incapaz de equilibrar um lar e se ela não é trabalhadora, empreendedora, criativa, e econômica possivelmente não se constituirá na auxiliadora que Deus destinou ao varão. Mas a mulher que vem de Deus é sábia, “Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça”, enfatiza Salomão em Provérbios 31:27. Se ela não ama e honra pai e mãe, provavelmente não traz a bênção do Senhor, pois a Bíblia diz em Êxodo 20:1: “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá.”
Amado(a), a Bíblia aconselha o homem na escolha prudente e isso vale para também para a mulher. Por isso, qualquer escolha intempestiva vai trazer conseqüências profundas para toda a vida. As bênçãos dos pais é um sinal a ser considerado. Veja isso nos exemplos bíblicos: os pais de Sansão não aprovaram nenhum dos relacionamentos amorosos e o casamento dele com descrentes, da pior qualidade, e a vida dele mostrou que se tivesse ouvido as orientações não teria tido um desfecho triste! Já os pais de Isaque e Raquel aprovaram plenamente, com todo gosto, o casamento deles, e a Bíblia mostra o quão felizes eles foram.
O que você quer para sua vida: o destino de Sansão ou de Isaque? Saiba que você pode escolher, assim como eles também o fizeram.
Graça e Paz!








domingo, 27 de novembro de 2011



“... palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais. Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” (1Co 2.13,14)


Amado (a), são três as instituições criadas por Deus: a família, a nação e a Igreja. Naturalmente, a célula da sociedade, que forma uma nação e, dentro dela, a Igreja começa na família. Por isso, a família é a base de um povo e não pode, então, ser constituída de qualquer jeito, ou negligenciada.
Chamamos de família a instituição que Deus estabeleceu, no jardim do Éden, e que ajuntou duas pessoas em maneiras especificas para ser uma unidade. Assim, precisamos ponderar que, a exemplo do que ocorreu com o primeiro casal, Deus precisa abençoar essa união. Assim como Ele, percebendo que não era bom que o homem estivesse só, criou uma companheira que fosse idônea a Adão, nos dias atuais ainda é necessário encontrar uma companheira idônea que seja auxiliadora do homem. Mas, diferentemente do que ocorreu com a formação do primeiro casal, hoje não há como “criar da costela do homem” a esposa ideal. Por isso, essa esposa deve ser buscada entre as criaturas de Deus, para que o casamento seja abençoado. E isso se dá na fase do namoro, quando as pessoas tiram um tempo necessário para se conhecerem, antes da decisão que trará conseqüências para a vida toda e que determinará bênçãos ou maldições na vida do casal.

O Casamento segundo a vontade de Deus, tem o seu inicio no relacionamento revelado e abençoado. Não no ajuntamento precipitado e intempestivo, movido por desejos carnais, ou outros interesses contrários á palavra de Deus.
Quem espera no Senhor, é sensível à Sua voz e não age com ansiedade; assim, no tempo oportuno é agraciados com a companheira (o), para se unir debaixo do consentimento Divino.
Amado(a), os cristãos precisam neutralizar as ideias anti-espirituais disseminadas no mundo pelo diabo e agir segundo a palavra de Deus durante o namoro, para que não venha formar uma família de forma equivocada. O conceito de ficar à procura do cônjuge envolvendo-se em muitos namoros é errado, e contraria a Bíblia, ainda que muitos afirmem que os tempos são outros. Deus continua o mesmo e não deixará de abençoar aqueles que Nele esperam. Se Ele instituiu a família, se é por ela que as nações são formadas e dela saem os membros da Igreja, o Senhor, certamente, não quer que os lares se formem em uma procura desenfreada e carnal por uma (um) esposa (o)
Sabendo que, para destruir a Igreja, satanás intensifica seus ataques à sua base, a família, temos que nos posicionar de forma a não permitirmos a influência do pecado na formação de um lar. Aprender o que a Bíblia ensina sobre isso é uma garantia de que atingiremos o alvo o que Deus tem para nós na relação de família. Eis por que devemos ouvir os conselhos e aceitar as coisas do Espírito, conforme nos ensina o apóstolo Paulo.






Graça e Paz!

sábado, 26 de novembro de 2011



Porque assim diz o Senhor DEUS, o Santo de Israel: Voltando e descansando sereis salvos; no sossego e na confiança estaria a vossa força, mas não quisestes. (Isaías 30:15)


Amado (a), quantas vezes você encontrou uma oportunidade que poderia ser a sua bênção, mas, tendo a possibilidade de aceitar ou recusar, você preferiu declinar? Quantas pessoas pedem uma graça a Deus, esperam por uma bênção, mas a deixam no meio do caminho por não ter a sensibilidade de reconhecer que já recebeu! A cegueira espiritual, a teimosia e a resistência a receber orientações fazem com que a pessoa abra mão daquilo que poderia ser uma bênção para continuar buscando em vão o que já havia recebido. Não é difícil encontrarmos exemplos em nossas famílias, no trabalho e nas igrejas. O profeta nos alerta que a nossa força está na confiança Naquele que é fiel. Se pedirmos a Deus uma graça, devemos sossegar e esperar, pois Ele tudo pode. Contudo, se nos arvorarmos a agir intempestivamente e a querer resolver as coisas a nossa maneira, Deus não terá espaço para agir. O segredo é pedir e sossegar, diz o profeta.

Graça e Paz!







sexta-feira, 25 de novembro de 2011



“Filho meu, guarda o mandamento de teu pai, e não deixes a lei da tua mãe; Ata-os perpetuamente ao teu coração, e pendura-os ao teu pescoço. Quando caminhares, te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo. Porque o mandamento é lâmpada, e a lei é luz; e as repreensões da correção são o caminho da vida”. (Provérbios 6:20-23)


Amado (a), o sábio nestes versículos e em vários outros faz referência ao fato de que a obediência á palavra de Deus é fonte de vida e de bênçãos. A obediência inclui tudo que é bom que pode ser exigido ou esperado, por isso cabe aos pais ensinarem essa virtude aos seus filhos. Aprendemos na Bíblia que o homem tem a responsabilidade de ensinar de ser o cabeça e ser exemplo para os filhos. A mulher tem a sua responsabilidade de submeter-se à cabeça do lar e ser uma ajudadora idônea para ele. E os filhos do lar têm a responsabilidade de obedecer os pais. A Bíblia nos mostra e o os exemplos do mundo confirmam que, quando o filho sai desta posição de bênção, quando se torna rebelde, traz para si uma série de problemas à sua vida e às vidas ao redor dele. Quando os filhos aprendem a se submeterem aos pais, como é mandamento, também aprendem a obedecer a Deus. Quando uma criança aprende submissão, ela atrai as bênçãos de Deus e, certamente, colherá os frutos dessa virtude ao longo de sua vida. Entretanto, quando ela é rebelde, não honra aos seus pais e age com insubmissão, dificilmente agirá de outra forma nas suas relações com outras pessoas e não será surpresa se encontrar dificuldades de relacionamentos com os colegas, líderes, cônjuge...
Graça e Paz!







quinta-feira, 24 de novembro de 2011



“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus, em Cristo Jesus, para convosco” (I Tessalonicenses 5:18).


Amado (a), observe que o apóstolo não diz: "Por tudo dai graças", mas: "Em tudo ..." Não é simplesmente uma troca de vocábulo, mas uma escolha linguística que faz toda a diferença quando o assunto é ação de graças. Isso porque a bíblia nos ensina que a atitude de gratidão deve ser constante, tanto na prosperidade como na adversidade. Não devemos agradecer pelo que temos, mas também pelo que não temos. Na prosperidade, porque sabemos que todas as bênçãos vêm de Deus e na adversidade, porque sabemos que Deus pode tirar coisas boas de momentos ruins, pois ele é especialista em transformar maldição em benção.
Quantas experiências nos mostram que aquilo que aparentemente se apresentava como algo ruim revelou-se uma bênção posteriormente!
Infelizmente, o ser humano não tem a cultura do agradecimento e não segue como deveria a orientação de Paulo. Somos prontos para pedir, incansáveis em reclamar, mas econômicos em agradecer. Fazemos isso com nossos pais, com nossos amigos e companheiros e também com o Criador. Poucos são os que sabem agradecer as bênçãos, que reconhecem o bem que lhes é feito. E raros sãos os que conseguem agradecer mesmo nas lutas e diversidades.
Hoje comemora-se o dia Internacional de Ação de Graças, entretanto nem mesmo a mídia que não se esquece de anunciar outras datas se lembra de divulgar essa que deveria ser a mais amplamente lembrada. Todos os dias deveriam ser de ação de graças, já que em todas as circunstâncias, seja qual for o momento, precisamos ser gratos a Deus, mas uma data especialmente declarada como o dia de agradecimento a Deus por tudo que Ele nos tem feito não pode ser omitida. Infelizmente, a mídia reflete o que o mundo vive: é mais interessante pedir do que agradecer. Por isso lembrar-se da figura de Papai Noel é mais importante, porque é a imagem comercial, consumista e que intenta substituir a imagem de Deus.
Contudo, amado(a), os cristãos não podem fazer coro com o mundo. Não podem se conformar com o consumismo e deixar de louvar e agradecer o único que pode nos abençoar verdadeiramente.

Graça e Paz!







quarta-feira, 23 de novembro de 2011



E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades. (Efésios 2:16)


Amado (a), o apóstolo nos fala de reconciliação. E essa é a palavra chave que nos remete ao sacrifício de Jesus na cruz. Foi para que nos reconciliássemos como o Pai, que Ele, o Filho Amado, derramou Seu precioso sangue e fez-se mártir, cordeiro imaculado. E, se Aquele a quem jamais se pode imputar algum dolo ou pecado teve a atitude magnânima de reconciliar o mundo com Deus, por que nós, pecadores e indignos não temos essa atitude com nosso irmão? Por que ainda damos espaços a inimizades e contendas? A Bíblia nos ensina a viver a paz, a manifestar a fraternidade, pelo exemplo de Cristo. Como queremos ser chamados de cristãos, se somos incapazes de nos reconciliar com nosso próximo? Quem age com orgulho e não dá um passo em direção à paz e à reconciliação não pode esperar que Deus tenha com ele a mesma atitude. Se queremos que Deus nos perdoe e nos aceite como somos, por que agimos com o nosso próximo de forma diferente?
Amado(a), nós colhemos o que plantamos, lembre-se disso!
Graça e Paz!







terça-feira, 22 de novembro de 2011



“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham aqueles que a edificam”. (Salmos 127:01)


Amado (a), o sentido de edificação pretendido pelo salmista não é o literal. Edificar a casa é uma metáfora para a construção simbólica de um lar. Isso quer dizer que, mesmo que uma família se forme em um esplêndido e confortável edifício, ela não se firmará, não encontrará a firme estrutura para se manter de pé, se Cristo não for o seu alicerce. Vemos hoje famílias abastadas, casas confortáveis, com luxo e fartura, porém, sem o fundamento que mantém um lar.
Nenhuma família pode ser construída por acaso e não há conselhos mágicos para ela mude. O que é necessário e fundamental está traduzido na orientação bíblica.
Se a sociedade atual está desestrutura, ela deve isso à desestruturação de sua célula matriz: a família. Se nos basearmos no princípio de que o casamento cristão hoje tem a mesma estrutura bíblica, veremos que mesmo sendo estruturalmente igual, é significativamente diferente em sua condução. Há atualmente o problema da demanda moderna por tempo e melhores condições financeiras. A mulher moderna trabalha disputa o mercado de trabalho com o homem que, muitas vezes, ajuda nos cuidados do lar. Essa luta por “igualdade” fez com que o casamento fosse olhado com certo estigma de coisa passada e machista. A liberdade sexual trouxe a ampliação dos pecados sexuais e transformou ambos em objetos apenas de prazer. Trocar de companheiro é visto de forma tão natural quanto trocar de carro depois de uma certa quilometragem. Há casos em que se troca de automóvel com menos freqüência e sua escolha é bem mais cuidadosa do que a escolha do cônjuge. Contudo, se considerarmos as palavras do salmista e seu testemunho como homem que soube aprender com os próprios erros, veremos que só há uma fórmula para que a família seja a base de uma sociedade equilibrada: a palavra de Deus.
Graça e Paz!







segunda-feira, 21 de novembro de 2011



Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne. (Efésios 5:31)


Amado (a), embora a sociedade atual esteja desconsiderando cada vez mais a instituição casamento e os próprios cônjuges estejam banalizando o voto feito um ao outro, para o verdadeiro cristão o casamento não é simplesmente homem e mulher viverem debaixo de um mesmo teto. É muito mais do que isso. Casamento é, sobretudo, uma união caracterizada pela graça de Deus. É expressão de amor, humildade, mansidão, fé, domínio próprio, diálogo, respeito, provisão, proteção e satisfação mútua. É uma instituição social prática designada por Deus para satisfazer certas necessidades humanas criadas. É uma provisão de Deus, dada para abençoar e satisfazer as necessidades de suas criaturas.
Casamento é união de duas vidas. Um homem e uma mulher que se tornam, sob as bênçãos de Deus, uma só carne, um só pensamento, um só objetivo. No casamento, nos moldes de Deus há cumplicidade. Contudo, na visão do mundo, o casamento não passa de uma conveniência temporária, que dura enquanto um supre a necessidade do outro.
Os casamentos estão fracassando porque as pessoas que estão neles estão fracassando como cristãos em atitude, e que quando essas atitudes são mudadas, há muita razão para acreditar que podemos construir uma relação segura. Se cada cônjuge mantiver a convicção de estão se juntando para serem um, sem prazo de validade, o casamento terá uma possibilidade maior de dar certo.

Graça e Paz!








domingo, 20 de novembro de 2011



Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. (I Pedro 2:9).


Amado (a), Pedro nos lembra a grande bênção que recebemos do Senhor e quão honrados deveríamos nos sentir por isso. Somos geração eleita, povo escolhido para receber uma herança incorruptível. Mas se queremos viver a benção do Senhor para a nossa vida e para a nossa família, não podemos nos acomodar com o pecado. Se fomos chamados das trevas para a luz, não podemos viver nem ser conivente com o pecado, pois a nossa aliança com o Senhor se manifesta na santidade. O nosso Deus, fiel e misericordioso, é Deus de alianças e não quebra a Sua palavra. Por isso não precisamos temer os ataques do inimigo, as lutas diárias, as dificuldades enfrentadas no caminho. Quando vivemos a plenitude da aliança com o Senhor a nossa fraqueza é suprida pela Sua força. Contudo, se abrirmos mão de exercermos o nosso chamado e cedermos espaço em nossas vidas para a ação do inimigo, certamente, ao invés da benção atrairemos maldição.
E isso, amado(a), vale para todas as áreas de nossas vidas. Quando não estamos em sintonia com Deus, abrimos brechas e permitimos que as considerações do inferno ocupem nossa mente deixando de cumprir o compromisso com a Igreja do Senhor e nos fazemos de tolos diante do nosso Deus. É preciso lembrar que Deus a autoridade máxima em nossa vida e tudo o que nos afasta Dele, mesmo que não parece algo maligno, em princípio, deve ser retirado de nossa casa, de nossa vida, de nossa mente e coração.
Amado(a), reflita nesse recado de Deus para você e corte pela raiz o que lhe impede de prosperar na presença do Senhor.
Graça e Paz!

sábado, 19 de novembro de 2011



“O Senhor não vê como o homem. O homem vê o exterior, o Senhor vê o coração." (Salmos 16:7)




Amado (a), a nossa atitude mais sábia é a de fé e confiança irrestrita no Senhor. Isso porque só Ele conhece o presente, o passado e o futuro e sabe o que vai em nosso coração. Então, o caminho mais seguro não está nos livros, nas orientações do mundo, mas no manual que contém de forma inequívoca, embora a nossa interpretação possa ser, as regras de conduta que nos levam ao êxito em tudo o que fizermos: a Bíblia.
Se Deus é poderoso e tudo sabe, se a Sua palavra não falha, não há motivos para agirmos de forma contrária. Só os tolos não aprendem com seus erros, só os prepotente, que também são tolos, pensam que são infalíveis e não aceitam conselhos. Mas aqueles que se orientam por esse manual podem dar constantes testemunhos de vitória nesse mundo conturbado. E melhor ainda, sabem que, como cidadãos do Reino estão construindo uma estrada segura que levará ao Pai, mesmo que essa estrada estreita. Por que Deus conhece em profundidade o nosso coração, que muitas vezes nos engana, devemos iniciar o dia tomando a melhor das atitudes: deixando com Ele a direção de nossas vidas.
Graça e Paz!








sexta-feira, 18 de novembro de 2011




Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é que é Deus, o Deus fiel, que guarda o pacto e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos; (Deuteronômio 7:9)


Amado (a), jamais devemos nos esquecer de que nosso Deus é fiel e cumpre as Suas promessas, que são estendidas a várias gerações. Assim, precisamos entender que a nossa forma de lidar com as orientações de Deus também determinará as bênçãos aos nossos descendentes. Nosso Deus é Deus de alianças, e isso significa que entre o Criador e a Suas criaturas há um acordo, um pacto, que pressupõe concordância em determinações pré-estabelecidas. Deus espera que cooperemos com Ele nesse acordo e, certamente, Ele honra a Sua parte. Não pode haver aliança sem o envolvimento de duas ou mais partes. Entretanto, a forma como o mundo e as pessoas que não se enquadram no padrão de Deus concebem um pacto, ou uma aliança em nada se aproxima da Palavra do Senhor. Aliança nada mais é do que um anel que se ostenta quando interessa e que se descarta em algum canto quando perde o brilho. Talvez por isso a banalização das relações, a falta de empenho nos compromissos assumidos, o desprezo pelo pacto de fidelidade sejam tão freqüentes na nossa sociedade que se distancia a cada vez mais das orientações de Deus. Aliança é apenas um adorno, casamento é uma sociedade para ser desfeita por qualquer motivo, pois como apregoam os sábios do mundo: “quando um não quer, dois não brigam” e “a fila precisa andar”. Mas quem conhece e crê na Palavra de Deus tem sempre em mente o que nos diz Isaias 40:8 “Seca-se a erva, e murcha a flor; mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. E, sendo assim, o mesmo Deus de alianças certamente não aprova e não tolera o descompromisso e a negligência a nenhum pacto, seja ele pessoal ou profissional, de relações ou de negócios. Acordo é para ser cumprido e Deus não negligencia as Suas promessas, assim como não abençoa quem não age com honestidade.
Graça e Paz!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011



“Na minha angústia, invoquei o SENHOR, gritei por socorro ao meu Deus. Ele do seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos” (Salmos 18:6).

Amado (a), segundo a Bíblia, o poder da oração é simplesmente o poder de Deus, que escuta e responde às nossas orações. O cristão precisa compreender que o Senhor é poderoso e pode fazer qualquer coisa; não há nada impossível para Ele (Lucas 1:37). A Bíblia mostra em diversos momentos que Deus convida o Seu povo a orar a Ele de uma forma bem persistente, conforme destaca Lucas 18:1; com ação de graças, de acordo com Paulo aos Filipenses 4:6; em fé, segundo Tiago 1:5, de acordo com a Sua vontade, como lembra Jesus em Mateus 6:10, para a Sua glória como enfatiza João 14:13-14 e de um coração correto diante de Deus, como ensina Tiago 5:16.
Vemos em toda a história do povo de Deus que Ele escuta as orações de Seus filhos. Ele nos manda orar, e promete escutar nossas orações. Mais do que isso, Ele responde às orações, conforme nos lembra o salmista “Eu te invoco, ó Deus, pois tu me respondes; inclina-me os ouvidos e acode às minhas palavras” (Salmos 17:6). “Clamam os justos, e o SENHOR os escuta e os livra de todas as suas tribulações” (Salmos 34:17).
Às vezes o Senhor responde nossas orações apesar da nossa falta de fé, pois o poder da oração não vem de nós. Não são palavras escolhidas que proferimos ou o jeitinho especial que oramos, nem mesmo o quanto repetimos nossas orações que vão determinar a ação de Deus. O poder da oração não é baseado nos rituais que seguimos, na posição que ficamos, no uso de artefatos ou imagens usadas. O poder da oração é baseado em Quem escuta nossa oração e a ela responde. Mas, qualquer que seja a resposta às nossas orações, a fonte de todo o poder vem de Deus somente, não de nosso esforço ou merecimento. É preciso, entretanto que saibamos que Deus é fiel, pode e vai nos responder de acordo com a Sua perfeita vontade e no momento em que Ele julgar adequado.
Graça e Paz!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011



Posso todas as coisas Naquele que me fortalece. (Filipenses 4:13)




Amado (a), por vezes vivenciamos algumas situações que nos fazem sentir impotentes para reagir e nos sentimos totalmente incapazes de alterá-las. Nesses casos, nenhuma força humana, poder, dinheiro ou status nos tornam imunes ou mais fortes. É quando precisamos entender que a única reação de nossa parte que pode surtir efeito é a batalha espiritual. Não podemos abrir mão dessa arma poderosíssima que vem de Deus em nosso favor. Há momentos em que devemos dar ordens ao mundo espiritual, repreender a satanás e a seus demônios e ordenar que saiam. O diabo não pede licença para entrar em nossas vidas. Não espera ser convidado, mas sorrateiramente invade nossos espaços, se dermos brechas. E não precisa muito para que ele se apodere de nossos espaços, basta cochilarmos sem vigiar. Muitas coisas não acontecem porque têm que acontecer, mas por obra maligna. Às vezes, nós permitimos que o mal nos atinja, porque não tomamos atitudes corretas, não damos espaço para que Deus aja em nossas vidas e paulatinamente vamos cedendo esses espaços para que entre o inimigo. Muitas vezes deixamos de usar as armas que Deus nos entregou. Não é sem razão que a Bíblia nos manda orar por tudo. Mas nem sempre atendemos a essa orientação. Preferimos reclamar, lamuriar, culpar alguém pelos nossos infortúnios.
Amado(a), Deus nos deu essa orientação e nos deu autoridade para vencermos em Seu nome. Ele tem todas as saídas de que precisamos. Por isso tome uma atitude de fé e use a autoridade que lhe foi dada. Busque as estratégias de Deus. O que você precisa fazer hoje, tocar em Jesus, mergulhar sete vezes, seguir em frente sem olhar para trás, voltar à casa paterna, subir em uma árvore para ser notado? Faça o que for necessário, mas creia com todo o seu coração que Deus pode.
Graça e Paz!

terça-feira, 15 de novembro de 2011



Clamou este aflito e o Senhor o ouviu e o livrou de todas as suas aflições (Salmos 34:6).

Amado (a), quantas vezes enfrentamos situações e não sabemos o que fazer quando não vislumbramos uma saída? Para essas horas, comuns a todos as criaturas, tementes ou não a Deus, a Bíblia tem a resposta. A primeira coisa a ser feita é clamar. Nossa visão é limitada, mas Deus não vê como o homem, por isso, para que o livramento chegue, devemos clamar. Precisamos acreditar que Deus fará o impossível, porque Ele é poderoso para fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos.
Outra coisa a fazer é aprender a controlar o medo. Quantas vezes o medo nos impede de fazer o que gostaríamos! Muitos não estão mais à frente porque têm medo. O medo paralisa nossas ações e nos impede de seguir em frente ou de recuar quando necessário. O medo limita nossa visão. Entretanto, precisamos viver no equilíbrio. Não devemos ser passivos, mas a Bíblia condena quem se precipita. Quantos não tomam o caminho errado por que se precipitam? Alguns dizem agir precipitadamente porque conta de um temperamento sanguíneos. Mas quando somos dominados pelo Espírito Santo, aprendemos a controlar nossos desejos, emoções e reações. Não podemos ser precipitados para fazer uma promessa, assumir um compromisso, mas também não podemos ser negligentes depois do acordo feito. Por isso a Bíblia nos exorta a não desistirmos, ainda que a situação esteja difícil ou que pareça insolúvel. Quem desiste perde aquilo que poderia alcançar. Se, diante do mar vermelho, o povo de Israel tivesse desistido, teria sido capturado e continuaria sendo escravo no Egito. Mas infelizmente é isso que tem acontecido com muitos atualmente. Mal começam uma travessia, param no meio do caminho ou voltam ao lugar de partida.
Amado(a), para sair de uma situação difícil ou alcançar as promessas é preciso que você faça o primeiro movimento em busca da sua vitória. Algumas atitudes são individuais, impessoais e intransferíveis. Deus não tem prazer em quem retrocede. Não desista, pois o inimigo de sua alma jamais fará isso. Creia que Deus tem sempre a saída. Ele é o único que abre portas as quais ninguém fecha. Ele pode todas as coisas e para Ele você não é mais um na multidão. E Ele conhece o seu nome, o seu endereço e tem cuidado de você, mesmo que tenha se afastado do caminho. Lembre-se de que Deus visitava os hebreus todos os dias trazendo maná fresco. E assim também tem feito com você todos os dias. Ele lhe oferece um maná fresquinho e na medida da sua necessidade.
Graça e Paz!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011



“Não é bom proceder sem refletir; peca quem é precipitado (Provérbios 19:2).


Amado (a), uma das coisas que no momento de decidirmos sobre nossos relacionamentos é a questão da escolha. Na sociedade atual, diferentemente de épocas passadas, quando os casamentos eram arranjados, hoje se casa por “amor”. Então, temos assim a sensação de que estamos livres para escolher.
Mas essa escolha é relativa. Será que somos assim tão livres para escolher? Será que sabemos manter nossa liberdade mesmo dentro da relação?
O que vemos hoje como o grande protagonista da quebra dos compromissos matrimoniais é a liberdade excessiva que vai de um extremo a outro, ou beira a promiscuidade ou o aprisionamento total que cerceia a vida, o crescimento pessoal, o sonho. Muitos casais se formam sem dar o devido tempo para se conhecerem, para se dedicarem a discutir e acertar questões cruciais para uma vida a dois, como valores morais, espirituais, criação dos filhos, sonhos e projetos, contas e perspectivas de cada um e de ambos. Muitos, precipitadamente, se junta, apenas para viver “o momento”. Vivem mais um tempo de intimidade e não de cumplicidade, por isso vivem a paixão momentânea sazonal e muitos não chegam nem mesmo a desenvolver uma amizade genuína. Outros decidem segurar a relação sozinhos e se esquecem de que um relacionamento é construído a dois. Há quem assume a personalidade do outro, deixa de viver a sua vida para viver a do cônjuge, como se isso pudesse salvar a relação. Não tem mais escolha própria, deixa sua família nuclear, seu gosto pessoal, seu time do coração, seus amigos antigos, para viver o faz de contas de que está em sintonia com o outro. Assim, afasta-se dos amigos, da família, às vezes do trabalho. Vive em função do e para o outro. O grande mal reside no fato de que essa pessoa não é mais a mesma pessoa do início da relação. Ou seja, não é mais a mesma pessoa pela qual o outro se apaixonou. Em geral, quem decidiu sair de cena para mergulhar na relação tira todo o espaço do outro. Desse modo não vive, sobrevive e, mais dia menos dias, cobrará de si mesmo esse afastamento da vida que acaba com a autoestima e cria marionetes. A tendência é cobrar do outro atenção, atitude, participação…
Quando a Bíblia ensina que o apressado peca, ela está nos ensinando que toda e qualquer decisão deve ser pesada sob a luz da palavra. A pergunta que deve ser feita antes de qualquer decisão deve ser: o que faria Jesus neste caso?
Graça e Paz!

domingo, 13 de novembro de 2011



O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. (1 Coríntios 13:4)



Amado (a), a sociedade atual aceita com muita tranquilidade o fim de um casamento. Como se esse rompimento fosse apenas o final de uma sociedade comercial que não deu certo. Faz-se o balanço e se a empresa está no vermelho a alternativa encontrada é o fechamento. Simples assim. Em alguns casos parece até mesmo haver um estimulo para que mais casais entendam isso como “normal”. A mídia incentiva. Muitas vezes, por conta da forma como é colocada a questão, chegamos a torcer pela separação de alguns casais e o ajuntamento de outros. É claro que ninguém torce por uma relação que não é saudável. Mas, infelizmente, deixamos de destacar a importância do compromisso, do respeito á aliança e não consideramos que relações com um potencial enorme de dar certo acabam, justamente porque, em um momento de crise não houve estímulo e incentivo suficiente para levar em frente. Terminar uma relação que não dando certo é mais fácil do que investir na reconciliação, pensam alguns. E às vezes relações que poderiam nem mesmo existir perduram, por uma lógica ás avessas.
Tirando de lado a intolerância, a falta de fé e a ideologia do descartável, vemos que a inversão de papéis é um fatores que mais levam os casais a se separarem, pois, ao contrário do a Bíblia ensina, a mulher, antes submissa, dá as cartas. Outro motivo é a falta de diálogo. As longas conversas do período de namoro, as mensagens atenciosas no celular, no MSN, na caixa postal vão se tornando escassas quando se divide a mesma casa, logo vem o fim do diálogo e com ele o fim da relação.
Mas a palavra de Deus vai na contra mão do que apregoa o mundo e ela não é contraditória quando afirma que o amor não é um sentimento e que jamais acaba, ao contrário da paixão.
Graça e Paz!

sábado, 12 de novembro de 2011



“Ainda que as figueiras não produzam frutas, e as parreiras não dêem uvas; ainda que não haja azeitonas para apanhar nem trigo para colher; ainda que não haja mais ovelhas nos campos nem gado nos currais, mesmo assim eu darei graças ao Deus Eterno e louvarei a Deus, o meu Salvador. O Senhor, o Deus Eterno é a minha força Ele torna o meu andar firme…” (Habacuque 3:17-19).

Amado (a), quem aprende a depender de Deus tem confiança no Seu amor e na Sua misericórdia. Ainda que tudo pareça perdido, que as portas estejam fechadas, e a ajuda humana não seja possível, a nossa confiança nas promessas de Deus enche-nos o coração de gratidão. Mesmo enfrentando lutas, decepções e dissabores quem tem o coração cheio de gratidão sempre encontra esperança e motivos para dar graças e louvar a Deus seja lá qual for a situação que estiver vivendo.
As palavras do profeta Habacuque nos remete a um homem que, embora com o coração abalado, ainda se mantinha grato a Deus. Mas nem sempre conseguimos agir assim, pois a amargura impede que enxerguemos a preciosidade das promessas de Deus. Ela impede que o coração confie na fidelidade de Deus. A consequência imediata de um coração ingrato é que ele não abre espaço para percebemos a grandeza de Deus e nos impede de enxergar as pessoas que Ele coloca em nosso caminho para nos abençoar. Vemos que, na vida de pessoas que não praticam a gratidão, a alegria desaparece, a paz se ausenta, o ânimo se esvai e as menores dificuldades se tornam s problemas graves e insolúveis.
Graça e Paz!




sexta-feira, 11 de novembro de 2011




“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” (1 Coríntios 2.9)

Amado (a), os milagres são tão simples e acontecem a todo instante, mas não somos capazes de reparar porque estamos tão ocupados com preocupações com o que havemos de conquistar que não nos damos conta de que o milagre já aconteceu. Deus é muito simples. Nós é que complicamos as coisas, quando ficamos cegos para as maravilhas que encontramos todos os dias. Quantas pessoas desejam viver um relacionamento saudável, duradouro e estável, mas não se prontificam a mudar seu comportamento diante do que já está posto em sua vida. Não percebem que Deus já lhe concedeu os desejos de seu coração e seguem ignorando as bênçãos, colecionando frustrações e murmurando pelos cantos. Quem não tem um coração agradecido a Deus pelas coisas simples do dia-a-dia, não percebe os pequenos milagres, também não é capaz de receber as grandes coisas que Deus tem preparado para aqueles que O amam. Quem tem um coração grato, não se desespera nem nos pequenos, nem nos grandes infortúnios, porque na aflição o seu Senhor o sustenta. Para as pessoas de coração grato, o futuro não é motivo de preocupação e o hoje é um bom dia porque ele é uma promessa!
Amado(a), se ultimamente, os seus dias têm sido recobertos pelas dúvidas e frustrações, é sinal de que você precisa instalar a gratidão a Deus em seu coração.
Graça e Paz!




quinta-feira, 10 de novembro de 2011



Estes são murmuradores, queixosos da sua sorte, andando segundo as suas concupiscências, e cuja boca diz coisas mui arrogantes, admirando as pessoas por causa do interesse. (Judas 1:16)

Amado (a), a Bíblia nos mostra porque muitas pessoas, por mais que busquem, não encontram a felicidade almejada. É possível verificar em casos bem próximos a nós quanta infelicidade se origina em um caráter desconfiado ou infiel. A falta de perdão, o orgulho, a teimosia, a persistência nos mesmos erros. Tudo isso é causa de infelicidade. Vemos quanto sofrimento é originado do egoísmo, porque cada um quer viver só para si. E quantas pessoas vivem infelizes porque carregam uma culpa tão grande, um fardo tão pesado que não os deixam avançar em nenhum propósito. Essas pessoas podem até ser bem intencionadas, fazem planos, mas não conseguem concluir, ou viver o que propõem. Davi reconheceu certa vez no Salmo 38 4-10: "Pois já se elevam acima da minha cabeça as minhas iniqüidades; como fardos pesados, excedem as minhas forças. Sinto-me encurvado e sobremodo abatido, ando de luto o dia todo. Estou aflito e mui quebrantado; dou gemidos por efeito do desassossego do meu coração. Bate-me excitado o coração, faltam-me as forças".
A felicidade não é alguma coisa distante, difícil se ser alcançada. É mais simples do imaginamos e não depende dos outros, mas da nossa forma de reagirmos diante das circunstâncias. Quantas pessoas aparentemente têm tudo o que precisam, mas não estão satisfeitas! Estão sempre frustradas e em busca de algo mais. Não é difícil constatar que na vida dessas pessoas falta o essencial: a comunhão com Deus. Pode-se verificar também que não liberam perdão. E ter de conviver com constante sentimento de culpa significa ser infeliz. O ser humano procura preencher esse vazio de alguma forma. Alguns se atiram em aventuras. Outros exacerbam a sexualidade, são inconstantes na relações, trocam de par como se trocassem um objeto. Não conseguem estabilidade profissional, por mais inteligente ou capazes que sejam. Muitos até conseguem fazer carreira, planejam sua vida nos mínimos detalhes e buscam segurança de todas as formas. Mas seu coração continua infeliz e nada preenche o seu vazio ou altera a sua insatisfação. Precisamos entender que a felicidade que Jesus nos dá não é um constante "andar nas nuvens", mas é a certeza de estarmos abrigados nEle. Quem segue a Jesus, um servo de Deus não é poupado de todos os sofrimentos. Contudo, sabe que a felicidade consiste exatamente em aceitar que, no meio de todo sofrimento, estamos ancorados em Jesus Cristo. A Bíblia diz: "Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra" (Salmos 34.19). Todo filho de Deus tem uma esperança viva que o sustém. E no final, todo verdadeiro cristão estará livre do todo sofrimento e verá ao Senhor Jesus assim como Ele é. Por isso o Salmo 1:1-3 diz sobre a verdadeira felicidade: “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará”.
Graça e Paz!




quarta-feira, 9 de novembro de 2011



Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros; (Romanos 12:10)

Amado (a), temos visto corriqueiramente as relações se deteriorem e ao contrário do que deveria ser, acabamos por achar isso natural. Assistimos, sem ação, a banalização das relações, quando não somos protagonistas dessa forma de encarar o que deveria ser motivo de incômodo. Embora a Bíblia nos ensine a amar e a honrar o outro como forma de extensão de amor a Deus, percebemos que muitos casamentos ou namoros acabam justamente devido à incapacidade de aceitar a outra pessoa como ela é. Em geral, as pessoas se encontram fortuitamente e em vez de se deixarem conhecer como são verdadeiramente, preferem fazer um jogo de encantamento e assumem compromissos na superficialidade do relacionamento, para, em pouco tempo se desencantarem.
Poucos são os que se deixam conhecer e aceitam o outro como são de fato. Geralmente, as pessoas se relacionam na expectativa de mudar o outro em algum aspecto. Mas na realidade, as coisas não funcionam assim. Cada ser é único, tanto na maneira de ser como na forma de enfrentar a vida. Sem falar nos valores e formação que depende de aspectos culturais e familiares. Justamente porque também nós desejamos ser aceitos, precisamos aceitar o outro, respeitando a sua individualidade e alteridade. Eis porque a tolerância e a compreensão devem estar presentes em qualquer relacionamento
Amado(a), ou aceitamos o outro e o amamos tal como ele é, ou as nossas relações estarão fadadas ao fracasso, porque o outro nunca deixará de ser quem é. Ninguém naturalmente muda para se amoldar ao outro. Uma pessoa que assim age, apenas camufla a sua insegurança, que mais cedo ou mais tarde será cobrada na relação. A Bíblia nos mostra que o verdadeiro amor é fruto de um desejo consciente de mudança, de renovação de vida, jamais de imposição ou de anulação de personalidade. Quem ama verdadeiramente, ama com Cristo, e Nele se faz novo. Quem nasce de novo não muda de valores ou de personalidade, mas renasce no amor. E isso é uma escolha pessoal que flui naturalmente.

Graça e Paz!

terça-feira, 8 de novembro de 2011



“Acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1 Coríntios 6.19).

Amado (a), nem sempre paramos para pensar que Deus habita em nós. E por isso precisamos ser dignos. Quando uma pessoa aceita viver para Cristo, ela é transformada e para receber o Espírito Santo e as promessas de Deus.
Mas para que isso aconteça, é necessário que a pessoa se submeta á palavra de Deus. As promessas não vêm naturalmente, elas estão atreladas à nossa capacidade de compreender que Deus age em consonância com nossa disponibilidade. Precisamos entender que algumas promessas só se materializam, quando nos convertemos verdadeiramente. Ou seja, quando mudamos nossa forma de agir. Deus está em nós e nosso alvo deve ser o de nos aproximar da estatura de Cristo, como varões perfeitos, na medida em que aprendemos e crescemos com a orientação segura da palavra.
Deus não habita em lugar inóspito. A Bíblia é bem clara também quando afirma que Deus não habita em templos feitos pelas mãos dos homens, mas habita naquele que faz a Sua vontade. Paulo questiona os coríntios e esse questionamento também serve como reflexão para nós nos dias atuais. Nosso corpo deve ser templo do Espírito, um vaso de honra para ser usado por Deus.
Enquanto o mundo ensina que somos livres para usar nosso corpo como bem entendemos, a Bíblia nos exorta a viver e a nos portar com dignidade de tal forma que Deus possa habitar em nós. Se pertencemos a Cristo, sabemos que o Espírito de Deus habita em nós, como afirma o apóstolo em Romanos 8:9 e em 1 Co 6:19-20). Pela presença do Espírito, sabemos que somos eternos e por isso habitaremos o Céu. Se estamos vivendo por Cristo agora, o Espírito nos dá vida nos nossos corpos físicos enquanto os usamos para a glória de Deus (Romanos 12:1).



Amado(a), você é casa de Deus, então, deve ser santo como Ele é. Deixe que Ele derrube a casa velha e construa a casa nova.


Graça e Paz!




segunda-feira, 7 de novembro de 2011



pois zelamos o que é honesto, não só diante do Senhor, mas também diante dos homens. (2 Coríntios 8:21)

Amado (a), ser cristão é, sobretudo, ser honesto em todos os sentidos possíveis.
Deus pede e merece honestidade e não aprova desonestidade em nenhuma circunstância. Muitos tomam as dificuldades, a pobreza como justificativa para atos ilícitos, mas exemplos vários mostram que não é essa carência que faz o homem ser desonesto. Mas a falta de caráter e o desrespeito á palavra de Deus. A pobreza material não justifica a desonestidade de alguém. Vemos que existem aqueles que encontram força moral para agir honestamente, mesmo em condições adversas. A honestidade não depende do quanto de dinheiro uma pessoa possui. As palavras de Jesus nos ensinam que “Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito. Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?” (Lucas 16. 10-11). Quem segue a Cristo não encontra justificativas para não agir honestamente e não muda sua forma de ser, quando a situação se altera. O cristão genuíno honra a palavra empenhada, mesmo sem documentos ou testemunhas. Ser honesto significa, antes de tudo, ser honesto consigo mesmo e não trair os próprios valores. Não assumir determinada culpa e jogá-la em outra pessoa é sinal de desonestidade e isso não agrada a Deus. Vejamos o exemplo do Rei Saul que tentou justificar sua desobediência por colocar a culpa em outros. O resultado é conhecido: Deus o rejeitou como rei e passou seu trono a outro. Observe que, apesar de todas as falhas, Davi era honesto consigo e aprendeu a assumir suas culpas



A Bíblia nos ensina que a desonestidade traz uma dura conseqüência, embora seja louvada pelo mundo que parece valorizar quem a pratica em detrimento daqueles que agem honestamente e são tidos como tolos. Vemos que as riquezas conquistadas desonestamente não duram. A Bíblia diz em Provérbios 21:6 “Ajuntar tesouros com língua falsa é uma vaidade fugitiva; aqueles que os buscam, buscam a morte.”

Amado(a), ser honesto em todas as ocasiões pode ter seu preço, mas a consciência limpa não tem preço. No final das contas, ser honesto e justo traz a maior das recompensas. A verdade é que poder dormir tranquilamente e saber que contemplará a face de Deus aquele que age honestamente não tem preço. Por que correr o risco de perder esse bem maior, valendo-se da desonestidade só para salvar as aparências ou obter alguma vantagem ilegal? Seja qual for o desafio que tenhamos de enfrentar, podemos confiar nas palavras do salmista: “Feliz o varão vigoroso que pôs a sua confiança em Deus e que não virou a sua face para os insolentes, nem para os que se desviam para as mentiras.”(Salmo 40:4).

Amado(a), se em algum momento você for tentado a agir desonestamente, reflita nas palavras bíblicas e lembre-se sempre de que Deus prefere a nossa honestidade às nossas ofertas. A Bíblia diz em Provérbios 21:3 “Fazer justiça e julgar com retidão é mais aceitável ao Senhor do que oferecer-lhe sacrifício.”



Graça e Paz!

domingo, 6 de novembro de 2011



Então apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos diante da face de nosso Deus, para lhe pedirmos caminho seguro para nós, para nossos filhos e para todos os nossos bens. (Esdras 8:21)

Amado (a), observe que a exortação é para que o povo se humilhe diante de Deus, antes de fazer os seus pedidos. O desejo do sacerdote é de um caminho seguro para o povo, para sua descendência e para os seus bens. Observe que esse pedido é também o que precisamos fazer ao Senhor, porque de nada adianta recebermos ou acumularmos bens se não dermos a eles um futuro seguro. De igual modo não adianta toda riqueza, poder e status se não estivermos numa Rocha que nos garanta viver e desfrutar do que somos ou temos de maneira equilibrada e que nos leve a um caminho de paz. Aquilo que nos deixa inseguros, que nos tira a paz, certamente não pode ter vindo com as bênçãos de Deus. por outro lado, também não podemos nos esquecer do que é pedido pelo sacerdote de Israel no final do versículo. Precisamos clamar a Deus por um caminho seguro para os nossos filhos. Por mais que imaginemos estar educando no caminho certo, nos moldes do evangelho, dentro do exemplo e da exortação das Escrituras, sabemos que o mundo apresenta novos e sedutores caminhos e muitas vezes nossas atitudes cooperam para que nossos filhos escolham esses atrativos e deixem de lado as nossas orientações.

Esdras orou ao Senhor Deus, fazendo sua confissão de pecados pelo povo, embora estivesse confuso e envergonhado para entrar na presença de Deus. Ele sabia que esse era o seu dever por isso apregoou um jejum e orou a Deus, porque desejava atrair novamente o povo ao caminho certo. Não foi o sacerdote que transgrediu as leis de Deus, mas o povo errou e alguém precisava tomar uma atitude. Nem sempre quem erra tem noção de seu erro. Então, para que tomem uma posição diante de Deus é necessário que sejam exortados.

Muitas vezes precisamos tomar uma posição em conseqüência dos erros de outros, precisamos interceder e exortar os que se desviam do caminho a se voltarem ao primeiro amor. Vemos que Deus responde ao sacerdote, aconselhando-o a ser forte e a agir. Essa também é uma recomendação que nos cabe. Precisamos ser fortes, e confiar no Senhor, que tem prazer em nos abençoar.

Amado(a), não podemos ser fortes sem a presença de Deus em nossas vidas, assim como não podemos agir com segurança, administrar com mordomia os nossos bens ou educar nossos filhos no caminho do Senhor baseados em nossos conhecimentos ou intuições. Nesses momentos, um sacerdote e não o amigo, por mais bem intencionado que seja, é quem tem a autoridade de Deus para apregoar um jejum restaurador e para nos aconselhar na direção certa. Se a ele foi dada essa posição de honra, mas também de grande responsabilidade, não temos o direito de usurpar essa posição passando-a quem não recebeu essa orientação.

Graça e Paz!

sábado, 5 de novembro de 2011



Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor. (Filipenses 4:5)

Amado (a), você que se diz cristão tem pautado sua vida nos moldes de Cristo? Antes de fazer qualquer coisa você se pergunta: em meu lugar o que faria Jesus? E ao tomar uma decisão você está seguro(a) de que Jesus endossaria o seu feito? Isso vale para todas as nossas ações. Das mais simples às mais complexas. Vale para a forma como tratamos os nossos colegas, subordinados e familiares. Da mesma forma como vale para nosso comportamento em relação aos nossos negócios, relacionamentos pessoais ou profissionais. Vale para o que falamos sobre nosso próximo, vale para a forma como agimos em relação aos compromissos assumidos e até mesmo para o que pensamos. É incrível como vamos nos surpreender se fizermos essa reflexão sempre que tivermos que falar ou fazer algo. Vamos perceber que ostentamos o título de cristão, mas passamos por nosso irmão até mesmo na Igreja e ignoramos sua presença, quando não falamos mal dele ou julgamos suas atitudes sem lhe dar o direito de se expressar. Vamos perceber que abrimos nossa boca para nos vangloriar de sermos exemplo de conduta, modelo de evangelizador, servo exemplar de Jesus, mas não abrimos mão do nosso orgulho e tampouco de nossa vaidade quando queremos que a nossa verdade seja aceita, sem dar ao outro sequer o direito de se manifestar. Vamos perceber que nos dizemos cristãos, seguidores fieis de Cristo, conhecedores da palavra, mas não sabemos o que significa o perdão na prática. Somos incapazes de guardar nossos dedos acusadores e atiramos a primeira, a segunda e tantas pedras quantas forem necessárias, sem nos lembrar que elas têm o efeito bumerangue. E se volta de novo a nós estamos prontos a retrucar e a chamar de injustos quem nos atingiu.
Amado(a) a hipocrisia, a vaidade e o orgulho são os maiores venenos do cristianismo e não combinam com o evangelho da cruz. Engana a si mesmo quem faz discurso e não vive o que prega. Quem usa recortes da palavra para condenar o outro sem fazer consigo mesmo a devida reflexão. “Jesus se alegraria com o que estou fazendo” deve ser a pergunta que não se aparta de nossos lábios e a sua resposta deve balizar a mais banal de nossas atitudes cotidianas.
Graça e Paz!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011



A lei do SENHOR é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do SENHOR é fiel, e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro, e ilumina os olhos. O temor do SENHOR é limpo, e permanece eternamente; os juízos do SENHOR são verdadeiros e justos juntamente..” (Salmos 19:7-9.)

Amado (a), quantas vezes você já se perguntou como seria sua vida hoje, se nesta mesma data você tivesse tido outra atitude, se tivesse feito outra escolha? Se tivesse dado ouvidos aos conselhos de seus pais, de seu pastor, de seus amigos fieis? Todos nós temos o direito de escolher, mas não podemos nos esquecer que se temos direitos de escolha, não podemos decidir entre assumir ou não as conseqüências de nossas opções. O que vivemos hoje é resultado do que decidimos ontem e ninguém está livre de responder pela escolha feita. Entretanto, muitos querem a liberdade de escolher, mas não querem assumir as conseqüências. E não são poucos os que preferem passar adiante suas essa responsabilidade. Há quem culpe o companheiro, o amigo, o irmão e até mesmo a Deus pelos seus infortúnios, quando deveriam refletir sobre os seus atos e decisões e agir com humildade diante do Senhor. Deus não pode ser responsabilizado por nossas falhas, quando decidimos sozinhos os nossos caminhos, quando nos tornamos independentes e O deixamos de lado. Quem confia no Senhor não se frustra, pois age com sabedoria esperando no tempo de Deus. Mas quem se arvora no próprio entendimento não tarda a conhecer o sabor amargo da decepção.
Amado(a), a palavra de Deus é sábia e se dermos a ela a devida atenção, certamente nos acompanharão não somente a sabedoria, mas o discernimento para tomarmos decisões acertadas com as quais nos alegraremos.

Graça e Paz!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011



“Esperei confiantemente pelo Senhor; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro.” (Salmos 40:1.)

Amado (a), muitas vezes deixamos de depender de Deus por conta da nossa auto-suficiência, mas, em geral, quando nos sentimos desamparados, no meio das lutas e adversidades nos voltamos para Ele em busca de auxílio. Vemos que Davi faz o que deveríamos fazer, antes de nos arvorar em fazer as coisas pelo nosso próprio entendimento, confiando em nossas forças e intuições. Davi louva ao Senhor pela oração respondida. Ele havia esperado no Senhor com paciência e não se desapontara. O Senhor respondeu ao seu grito de socorro e deu-lhe equilíbrio e um “novo cântico” que se tornou testemunho para os demais.

Sabemos que Davi esperou por longos anos para que as promessas do Senhor se cumprissem em sua vida, e nesse período, ele teve que enfrentar muitos “gigantes”, muitas batalhas, muito sofrimento, muitas dor e angustia, conforme ele relata em seus salmos. Mas tudo isto fazia parte dos planos de Deus para sua vida. Compreendemos que ele precisava ser lapidado e preparado para se tornar Rei de Israel.
Amado(a), precisamos aprender com Davi a esperar em Deus e isso significa também aprender a renunciar, a ter coragem e determinação, sem desanimar diante do primeiro obstáculo.

Quando passamos por lutas, não conseguimos contemplar com os olhos da fé a transformação e restauração. Aquilo que não vemos com os olhos físicos, precisamos enxergar com os olhos da fé, compreendendo o que o Senhor nos diz: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o SENHOR.” (Isaias 55:8.)


Graça e Paz!




quarta-feira, 2 de novembro de 2011



"E,como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo," (Hebreus 9:27)


Amado(a), o mundo comemora no dia 02-11, com um feriado, o dia da saudade, em homenagem aos mortos. Mas os cristãos que têm a Bíblia como sua regra de fé e conduta homenageia a vida. E enxerga a morte como um sono. A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:13 “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais como os outros que não têm esperança.” Quem conhece e confia na Palavra de Deus enfrenta a morte com serenidade e sem medo, porque sabe que Deus está conosco. A Bíblia diz em Salmos 23:4 “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.”
Em várias passagens a Bíblia nos ensina a ver a morte dessa forma. Segundo Daniel, onde dormem os mortos? A Bíblia diz em Daniel 12:2 “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.” Em João 11:11-14 “E, tendo assim falado, acrescentou: Lázaro, o nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, ficará bom. Mas Jesus falara da sua morte; eles, porém, entenderam que falava do repouso do sono. Então Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu.”
Para os cristãos a morte não é o fim. A Bíblia diz em Isaías 26:19 “Os teus mortos viverão, os seus corpos ressuscitarão; despertai e exultai, vós que habitais no pó; porque o teu orvalho é orvalho de luz, e sobre a terra das sombras fá-lo-ás cair.”
Temos a serenidade e a confiança porque sabemos que o poder da ressurreição vem de Cristo. A Bíblia diz em 1 Coríntios 15:21-22 “Porque, assim como por um homem veio a morte, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados.”
Amado(a), certos disso, devemos viver conscientes de estamos de passagem neste mundo, esperando pelo diz a Bíblia diz em Filipenses 3:20-21 “Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o corpo da nossa humilhação, para ser conforme ao corpo da sua glória, segundo o seu eficaz poder de até sujeitar a si todas as coisas.”
Graça e Paz!

terça-feira, 1 de novembro de 2011



Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos. (Salmos 119:71)


Amado(a), a Bíblia nos ensina a “em tudo dar graças” e a viver cada momento como se fosse único porque estamos aqui de passagem. Não somos cidadãos da Terra, mas cidadãos do Céu e nosso passaporte para a Eternidade é expedido a cada momento, na forma como conduzimos nossos relacionamentos e na forma como direcionamos nossas vidas e nossas escolhas. A palavra de Deus afirma que somos livres para escolher, mas também somos responsáveis por nossas escolhas. Podemos escolher entre viver na dor, ou fazer da dor um caminho para nossa edificação. Podemos escolher entre sermos gratos a Deus e ao próximo até mesmo pelo mal que nos sobrevém, ou murmurarmos refletindo amargura e tristeza. Podemos escolher entre aprender com a Palavra de Deus, quando seguimos as orientações do Senhor, ou aprender com nossos erros, ou podemos ainda escolher não usar nossas experiências negativas e seguir errando como se tivéssemos todo o tempo do mundo para isso. Mas é preciso lembrar que não sabemos quando o Senhor virá. Não sabemos quando nossas dores terão fim. A única coisa certa é que teremos a eternidade pela frente. O que podemos decidir é onde iremos passar a eternidade. Contudo, essa decisão implica atitudes e ações que definirão nossos caminhos.
Graça e Paz!