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sábado, 5 de novembro de 2011



Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor. (Filipenses 4:5)

Amado (a), você que se diz cristão tem pautado sua vida nos moldes de Cristo? Antes de fazer qualquer coisa você se pergunta: em meu lugar o que faria Jesus? E ao tomar uma decisão você está seguro(a) de que Jesus endossaria o seu feito? Isso vale para todas as nossas ações. Das mais simples às mais complexas. Vale para a forma como tratamos os nossos colegas, subordinados e familiares. Da mesma forma como vale para nosso comportamento em relação aos nossos negócios, relacionamentos pessoais ou profissionais. Vale para o que falamos sobre nosso próximo, vale para a forma como agimos em relação aos compromissos assumidos e até mesmo para o que pensamos. É incrível como vamos nos surpreender se fizermos essa reflexão sempre que tivermos que falar ou fazer algo. Vamos perceber que ostentamos o título de cristão, mas passamos por nosso irmão até mesmo na Igreja e ignoramos sua presença, quando não falamos mal dele ou julgamos suas atitudes sem lhe dar o direito de se expressar. Vamos perceber que abrimos nossa boca para nos vangloriar de sermos exemplo de conduta, modelo de evangelizador, servo exemplar de Jesus, mas não abrimos mão do nosso orgulho e tampouco de nossa vaidade quando queremos que a nossa verdade seja aceita, sem dar ao outro sequer o direito de se manifestar. Vamos perceber que nos dizemos cristãos, seguidores fieis de Cristo, conhecedores da palavra, mas não sabemos o que significa o perdão na prática. Somos incapazes de guardar nossos dedos acusadores e atiramos a primeira, a segunda e tantas pedras quantas forem necessárias, sem nos lembrar que elas têm o efeito bumerangue. E se volta de novo a nós estamos prontos a retrucar e a chamar de injustos quem nos atingiu.
Amado(a) a hipocrisia, a vaidade e o orgulho são os maiores venenos do cristianismo e não combinam com o evangelho da cruz. Engana a si mesmo quem faz discurso e não vive o que prega. Quem usa recortes da palavra para condenar o outro sem fazer consigo mesmo a devida reflexão. “Jesus se alegraria com o que estou fazendo” deve ser a pergunta que não se aparta de nossos lábios e a sua resposta deve balizar a mais banal de nossas atitudes cotidianas.
Graça e Paz!

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