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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas. Salmos 34:19


O livramento do Senhor é constante em nossas vidas, porém, nem sempre somos capazes de perceber. Quantas vezes não reconhecemos os livramentos que temos recebido e ignoramos ou parecemos não confiar na Sua palavra que diz que, mesmo que passemos por aflições, Ele nos livrará. Deus não nos prometeu isenção de aflições, mas livramento de todas elas, que vêm para nos fortalecer. A Bíblia está repleta de exemplos de pessoas que passaram por aflições, mas tiveram a mão do Senhor ao seu favor. Além disso, vemos que as aflições  ajudaram na formação do seu caráter. José, filho de Jacó, foi afligido, rejeitado, caluniado, esquecido na prisão, mas tudo o que passou forjou nele um caráter íntegro. Davi, mesmo perseguido por Saul nele não tocou, nem mesmo para se defender e por essa lealdade foi sempre vitorioso. Daniel manteve sua integridade  durante o cativeiro na Babilônia e recebeu grande livramento na cova dos leões. José, esposo de Maria, certamente passou por uma grande aflição, quando viu que sua noiva estava grávida e ele não sendo o pai preferiu se calar para não levá-la a um julgamento público como era o costume dos judeus. Contudo, por seu respeito e integridade recebeu o livramento e foi agraciado com a honra de ser o pai do Messias. Todos nós, quando suportamos as aflições, confiando em Deus, somos agraciados pelo Senhor que é fiel e justo.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Filipe achou Natanael, e disse-lhe: Havemos achado aquele de quem Moisés escreveu na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José. João 1:45


Qual a identidade dos discípulos de Jesus? A primeira das características  que identificam os discípulos é que ouvem o chamado e não titubeiam, pois acreditam que Jesus é o salvador e por isso mesmo saem a anunciar que Ele é o Messias sobre quem Moisés e os profetas diziam. Outra característica do discípulo de Jesus é a dedicação à oração porque percebem a urgência do projeto de Deus e sabem que quem faz a obra é o Espírito, mas entendem que a mensagem é urgente  e que é preciso anunciá-la aos famintos, aos sedentos aos que estão morrendo sem a luz, ou vivendo como mortos neste mundo que tem escolhido cultuar a morte em vez Daquele que tem a vida eterna. Os discípulos de Jesus são construtores da paz, e vivem em coerência com o que dizem ser. São pessoas que não pactuam com a injustiça, com a corrupção, com a deslealdade. O discípulo de Jesus é compassivo e misericordioso. Está sempre como o coração aberto e com as mãos solidárias.  

terça-feira, 29 de outubro de 2013

“Porventura se procederes bem, não se há de levantar o teu semblante? e se não procederes bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo; mas sobre ele tu deves dominar”. Gênesis 4: 7



Nossas ações, escolhas e posturas diante dos irmãos, dos colegas ou da sociedade refletem-se em nossa vida e encontram ressonância diante daqueles com os quais convivemos, quer seja em âmbito pessoal, profissional ou social. A forma como somos vistos determina a reação das pessoas em relação a nós. Assim, o nosso comportamento irá determinar não só a reação de Deus, ministrando bênçãos ou correção em nossas vidas, mas também a reação das pessoas em relação ao que ouvem de nós. Nosso semblante reflete nosso interior, mesmo que tentemos maquiá-lo. Se não vivemos o que pregamos, corremos o risco de passar uma visão equivocada Daquele a quem devíamos apresentar. Se não vivemos como Cristo ensinou, envergonhamos o Seu Evangelho. Jesus viveu tal qual exortou aos Seus discípulos a conduzirem suas vidas. Quando Caim se voltou contra seu irmão ficou estampado em seu semblante o erro cometido e sua atitude jamais passaria despercebida, assim como as nossas atitudes em relação às pessoas com as quais convivemos. O pecado jaz à porta e está sempre a espreita para prevalecer sobre a nossa missão de sermos pequenos Cristos. Por essa razão o Senhor nos diz que devemos dominar o desejo carnal. Caim se deixou dominar pela inveja e agiu guiado por ela. Seu semblante refletiu isso se decaindo. Em seu íntimo, ele sabia que procedeu mal, tanto que sua reação diante da resposta à pergunta de Deus foi a de evitar a resposta. Se tivesse agido conforme sabia ser correto, certamente seu semblante teria refletido isso e sua resposta teria sido segura e objetiva. A reação de Caim é percebida naqueles que sabem que estão devendo algo a alguém. Sua tendência é devolver a pergunta como uma reação de defesa, abaixar o olhar, quando não se posicionam na condição de vítima. Acaso sou eu o guardião de meu irmão? Essa foi a resposta de Caim ao ser pego em flagrante erro. Essa tem sido a reação de devedores em relação aos seus credores. Quem age corretamente pode andar de cabeça erguida, sem denotar orgulho, mas o reflexo de uma atitude coerente. O coração alegre aformoseia o rosto, afirma o sábio. E a alegria que vem de uma consciência tranquila é visível e não pode ser fingida.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

E depois disto designou o Senhor ainda outros setenta, e mandou-os adiante da sua face, de dois em dois, a todas as cidades e lugares aonde ele havia de ir. Lucas 10:1



Assim como na viagem para Jerusalém, quando se encontravam com Jesus, nos dias atuais também as pessoas vão se definindo a favor ou contra o processo de libertação, aderindo a Jesus ou fazendo parte dos grupos que o rejeitam e o condenam à pena de morte. Enquanto Jesus oferece vida em abundância, liberdade e paz sem a necessidade de subterfúgios, o mundo oferece uma pseudo paz inatingível e  fugaz. Há quem prefira permanecer na prisão dos vícios, das incertezas, há quem prefira cultuar a morte e as mazelas humanas. Mas todos são chamados a participar do projeto de libertação e são exortados a ir adiante, como cordeiros no meio de lobos.  Contudo, somente aceitam esse chamado aquelas pessoas  que  percebem a urgência do projeto de Deus e por isso se envolvem, dando prioridade às coisas do Reino, mesmo  sabendo que em uma sociedade de classes com interesses antagônicos serão perseguidas, anunciam o Reino de Deus despojados do poder e se regendo pela lógica do amor (Lc 10,3); e, sobretudo,  são pessoas que não fazem média, nem compactuam  com a sociedade que rejeita o projeto de Deus. São pessoas que cultuam o Deus da vida e não o deus da morte. 

domingo, 27 de outubro de 2013

E aconteceu que, indo eles pelo caminho, lhe disse um: Senhor, seguir-te-ei para onde quer que fores. Lucas 9:57



O versículo em epígrafe narra o episódio da subida de Jesus a Jerusalém e nos mostra que a opção de segui-Lo sempre foi dada, mas a decisão, como na época, ainda é individual. Se alguns não titubearam e escolheram segui-Lo sem objeções, outros  colocaram diferentes prioridades à frente Dele, como se verifica nos versículos seguintes. Lucas 9:59 “E disse a outro: Segue-me. Mas ele respondeu: Senhor, deixa que primeiro eu vá a enterrar meu pai”.  Lucas 9: 61 “Disse também outro: Senhor, eu te seguirei, mas deixa-me despedir primeiro dos que estão em minha casa”.  Seguir Jesus exige uma dinâmica de permanente movimento e de abnegação. A sociedade capitalista nos leva a buscar segurança, o que é um engano, pois já sabemos que nenhum aparato, dinheiro ou posição nos garante a segurança que precisamos.  Contudo, em tempos de crise, a tendência é ouvirmos discursos que nos encaminham para buscar segurança em outros meios que não em Cristo. Há muitos amuletos por aí. Há muitas pessoas pregando o que não vivem, o que destoa da verdade bíblica. Nenhuma simpatia, imagem ou religião garante a salvação para a vida eterna, nem a salvação dos males terrenos. Nenhum milionário pode comprar um dia de vida, ainda que possa pagar pelos mais atualizados recurso médicos. Mas seguir Jesus não é algo fácil, pois  implica andar na contramão, remar contra a corrente  de tantos convites à idolatria  e ao consumismo. Exige  desprendimento e confiança Naquele que não nos prometeu que teríamos facilidade, mas vitória certa, a seu tempo!

sábado, 26 de outubro de 2013

Não pergunteis, pois, que haveis de comer, ou que haveis de beber, e não andeis inquietos. Porque as nações do mundo buscam todas essas coisas; mas vosso Pai sabe que precisais delas. Lucas 12:29,30


Só Deus conhece  as nossas mais profundas necessidade e tem cuidado daqueles que Nele colocam sua confiança. O salmista viveu uma rica experiência com o Senhor, por isso afirma com convicção em Salmos 23:2-3: “Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas. Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome”. Quando colocamos nossa confiança em Deus e não agimos por nossa própria direção, Ele faz maravilhas. Assim como o salmista, aqueles que vivem o cristianismo verdadeiro, os que confiam plenamente no que afirma a Bíblia, sem adaptá-la aos interesses imediatos, sabem quão profunda e verdadeira são as palavras registradas pelo apóstolo Lucas. Viver em Cristo é ter certeza de que Ele é fiel e cumpre Suas palavras, nas pequenas coisas do dia a dia, aquelas nas quais não prestamos atenção e nem sempre valorizamos   e até  nas grandes coisas, nas quais o mundo se maravilha. Mas a palavra de Deus ensina que devemos crer, sem que antes tenhamos visto. A consequência dessa fé genuína é que veremos coisas maiores acontecer. 

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

E chamou Jacó o nome daquele lugar Peniel, porque dizia: Tenho visto a Deus face a face, e a minha alma foi salva. Gênesis 32:30




A bíblia conta que Isaú desprezou sua benção, trocando-a por um prato de lentilhas. Jacó foi oportunista e aliado a sua mãe enganou o pai e o irmão. Vemos nesta história uma série de erros que poderiam ter sido corrigidos inicialmente. Mas o erro foi sendo deixado de lado, sem uma atitude de arrependimento. Jacó não pediu perdão por ter se aproveitado da fraqueza do irmão. Rebeca não se redimiu por ter protegido o filho em detrimento do outro. Isaque não corrigiu o filho quando se viu enganado, não confrontou os dois para fazê-los se entender como irmãos. Isaú não se arrependeu de ter menosprezado a benção e seu direito de primogênito por um desejo da carne, passageiro.  Nós também cometemos erros em família e sabemos que esses erros, assim como ocorreu com a família de Isaque, nos levam a colher as consequências em nossa casa e certamente a pagar por esses erros inevitavelmente. Vemos que Jacó negociou com o irmão a direito à primogenitura e na mesma moeda recebeu o pagamento e de igual modo foi enganado pelo sogro, quando esperava receber por esposa Raquel, a mais nova e lhe foi dada como mulher a mais velha. Ele se casou com a primogênita e pela mais nova teve que trabalhar mais sete anos para seu sogro. Jacó, depois de sair fugindo de seu irmão, trabalhou anos sem ter nada, em anos não foi abençoado,  porque sua vida foi iniciada no engano. Tudo que plantamos colhemos, inevitavelmente. Essa é a lição que a Bíblia nos dá. Enquanto era Jacó, o enganador, colheu os frutos de suas atitudes. Enquanto Jacó dependia de suas estratégias ou de sua habilidade de negociar, mesmo tendo se enriquecido, ele não tinha paz, não era feliz. Até que decidiu abandonar essa vida, pegar suas coisas e ir embora. É quando fica sozinho e tem a oportunidade de se encontrar com Deus, em forma de anjo no vale de Jaboque. Jacó luta com Deus, não contra Deus, mas ao Seu lado e aí, sim, foi abençoado. Ele agarrou a oportunidade e não O deixou até que fosse abençoado. Então, Deus muda o seu nome para Israel. Quando passa a noite nesta luta, suplicando a Deus, sem deixar de orar até que recebesse a bênção. Somente quando os erros passados foram corrigidos é que Jacó recebeu a salvação. Em Peniel, Jacó conseguiu ter de fato uma experiência verdadeira com Deus. Ele viu Deus face a face e obteve a salvação. Observemos que depois desse encontro com Deus ele sai manco, mas isso nos faz refletir que quando somos fracos, quando não nos firmamos em nossas próprias pernas, somos sustentados por Deus. 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (João 14:1-3)




Deus está até hoje preparando lugar para o seu povo e cumprirá totalmente o Seu plano de salvação. Ele enviou Jesus que por nós passou pela Cruz e ressuscitou, mas ainda é necessário que todos conheçam o Seu nome. Deus já preparou a Sua Palavra para alcançar todos os rincões desse mundo. E ela deve ser propagada por aqueles que assumem o compromisso de seguir a Cristo. A palavra de Deus tem cumprido essa sua nobre missão. Quem ouve e recebe a palavra de salvação caminha para o Reino de Deus. Não há outra fórmula. Não é por mérito pessoal, por obras ou por hereditariedade. Cada um é responsável por si na busca da vida eterna. No  processo de salvação, cabe a cada homem a  missão de se salvar, aceitando Jesus Cristo como Senhor e Salvador de sua vida. E essa aceitação implica a aceitação da Sua Palavra, vivendo segundo ela ensina. Compreendemos que Deus amou o mundo de tal maneira que nos deu Seu Filho Jesus para morrer por nós e é por esse amor que Deus continua com as suas mãos estendidas para chamar à salvação todos aqueles que se arrependem de seus pecados.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento. Por isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. 1 Coríntios 3:6



O apostolo Paulo nos faz refletir sobre a quem deve ser dado o mérito quanto à pregação do evangelho de Cristo. Embora seja parte da índole humana a necessidade de obter reconhecimento de tudo que o homem faz e até mesmo de querer para si mesmo a glória pelo êxito alcançado,  ele deixa claro que sem que o próprio Deus por intermédio do Seu Espírito Santo intervenha  de nada adiantaria falarmos do evangelho ou de Jesus. Não  seria possível, nem ao mais culto dos pregadores falar de Jesus  e obter sucesso. Se assim fosse, os estudiosos que conheceram e ouviram Jesus não o teriam negado! Nem mesmo os sinais e maravilhas demonstrados por Jesus bastaram para que Ele  fosse aceito! O profeta Isaias 700 anos antes já havia previsto que nem todos iriam crer. Quando cumprimos o mandamento de ‘’Ide e pregai”, não podemos nos sentir responsável pela conversão daquele que nos ouve, mas ainda que não queiram nos ouvir, a nossa obrigação é atender à ordem de Jesus. o resto depende de que terreno caiu a palavra. A Bíblia diz que muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos. Isso significa que temos que falar, mas o ouvir é individual. Como afirma o apóstolo Paulo, cabe a Deus promover o crescimento, mas a nós cumpre espalhar a semente e a ninguém cabe receber o mérito. A Deus seja dada a honra e a glória! 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

E não ensinará mais cada um a seu próximo, nem cada um a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o Senhor; Jeremias 31:34



Jesus nos exorta a pregar a Palavra de Deus a todas as criaturas. Esse é um mandamento, não uma sugestão. Quem se diz cristão deve seguir esse mandamento expresso em Marcos 16:15 é : “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. Mas observe que o mandamento é pregar o Evangelho de Jesus, não outros evangelhos ou doutrinas criadas por homens que não passaram pela Cruz. A ordem de Jesus em Mateus 10:7 a todos os que assumiram ser Ele o Cristo é “E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus”. E Jesus deixou bem claro que essa missão é para ser cumprida  à luz, de modo que todos possam ver. Aquele que segue os ensinamentos do Mestre não é um agente secreto, que não deve ser reconhecido, pois o Senhor assim se expressou: “O que vos digo em trevas dizei-o em luz; e o que escutais ao ouvido pregai-o sobre os telhados”. (Mateus 10:27). Quem crê no Filho tem a vida e será reconhecido pelo Pai. Mas muitas vezes, quando tentamos levar as Boas Novas, em cumprimento à ordem de Jesus, porque queremos que nossos amigos, familiares, vizinhos e colegas também conheçam o Salvador, vemos com tristeza que nossa intenção não é compreendida. Muitos se recusam a compreender a grandiosidade de conhecer o Senhor em espírito e em verdade. Muitos preferem minimizar a ação de Jesus e  comparam-no a um homem bom e um espírito iluminado, sem compreender o seu real papel na redenção da humanidade. Quantas vezes nos entristecemos quando vemos que nossas palavras caem em terreno arenoso ou em meio a espinhos. Mas o profeta Jeremias que muitas vezes chorou pela ignorância do povo nos dá um alento: chegará um dia em que não precisaremos mais falar. Todos conhecerão quem é esse Jesus “Porque está escrito: Como eu vivo, diz o Senhor, que todo o joelho se dobrará a mim, E toda a língua confessará a Deus”. Romanos 14:11.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A sua prata lançarão pelas ruas, e o seu ouro será removido; nem a sua prata nem o seu ouro os poderá livrar no dia do furor do Senhor; eles não fartarão a sua alma, nem lhes encherão o estômago, porque isto foi o tropeço da sua iniquidade. Ezequiel 7:19


Ezequiel traz-nos uma palavra para reflexão que é bem oportuna aos dias atuais, quando as pessoas estão vendendo sua alma pelo dinheiro e pelo poder. Ele nos fala do pecado da avareza e nos lembra de que nada disso se aproveitará, quando descermos à cova. Jesus também foi muito explícito em  seus ensinamentos a respeito do dinheiro, das posses, e do perigo que o homem corre se não souber administrar as suas finanças. Em Mateus 6:19-24, Jesus chegou a comparar o dinheiro, as riquezas com um Deus – Mamom. Quando não damos o devido lugar ao dinheiro e o colocamos em primeiro lugar, idolatrando-o, ou deixando que ele governe nossas vidas, começamos a ter problemas, em vez de soluções. Jesus deixa claro que o dinheiro é para nos servir e não o contrário. Precisamos aprender a valorizar somente aquilo que vale a pena ser valorizado. E o dinheiro deve ser o canal que nos leva a servir ao Seu verdadeiro dono, enfatizando que Deus é o dono do ouro e da prata. Mas a avareza é o apego excessivo ao dinheiro, às riquezas, aos bens materiais. Ela conduz à falta de generosidade, à cobiça, ao desejo excessivo pelas posses e nos afasta do Criador. O apóstolo Paulo em sua segunda carta a Timóteo apresenta uma lista de características de pessoas dos últimos dias, e a primeira delas é exatamente a de pessoas avarentas. 2 Tm 3: 2-3 “Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos”. Infelizmente, temos visto nestes dias muitos cristãos idolatrando o dinheiro, o carro, a casa, as posses, pois não sabem lidar com as bênçãos, nem com os favores de Deus. Procuram a Igreja apenas para receber, jamais para doar. Por não colocarem seus bens e dinheiro a serviço da obra de Deus, demonstram que não têm o menor interesse por aqueles que estão morrendo no pecado, nos vícios, na prostituição. Quando recebem a bênção desejada, viram as costas, tornam-se ingratos. Querem ser abençoados, mas retêm o dizimo, não ofertam, não contribuem em nenhum momento para a obra. Por isso Jesus nos alerta em Lucas 12:15 “Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui”. Mas a Bíblia nos mostra histórias de pessoas que agiram corretamente com suas finanças, e que por essa razão foram abençoadas em todas as demais áreas de sua vida. 

domingo, 20 de outubro de 2013

Também vi eu que todo trabalho e toda destreza em obras trazem ao homem a inveja do seu próximo. Também isso é vaidade e aflição de espírito. Eclesiastes 4:4



Um dos piores sentimentos que o ser humano pode ter é a inveja. Não foi à toa que Deus a listou entre os dez mandamentos: “Não cobiçarás a casa do teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que pertença ao teu próximo” (Êxodo 20:17). É por isso que Salomão registra no livro de Provérbios 7:4 que “O ódio é cruel e destruidor, mas a inveja é pior ainda”. A inveja é a origem de muitos pecados, por causa dela muitos cometem ações que desagradam a Deus e também crimes  diante dos homens. Foi por inveja que Caim matou Abel. Por inveja Raquel foi hostil com sua irmã Lia, os irmãos de José o venderam como escravo, Saul perseguiu a Davi e os líderes judeus entregaram Jesus à morte. O grande mal que esse sentimento provoca em quem o alimenta é o fato de cegar as pessoas para o que Deus tem para elas. Ao ambicionar o que o outro tem, a pessoa deixa de perceber o que Deus reservou para ela e deixa de ser grata ao Senhor por tudo que Ele lhe deu. O invejoso aborta as bênçãos, quando quer o que o outro conquistou e não é capaz de entender que tem ou poderia ter muito mais se agisse com lealdade, desprendimento e gratidão. 

sábado, 19 de outubro de 2013

E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela. Hebreus 12:11


Ninguém gosta de ser repreendido. Isso é natural, mas quando recebemos o Espírito de Deus, temos a consciência de que a correção é parte do processo de aprendizagem e de amadurecimento para que possamos ser refinados, assim como diz o salmista em Salmos 66:10 “Pois tu, ó Deus, nos provaste; tu nos afinaste como se afina a prata”. A correção equipara-se ao processo de refinamento do ouro e da prata. Quando o artífice encontra uma pedra bruta de prata, ele se depara com grande desafio: fazer com que aquela pedra bruta, cheia de impurezas, aparentemente sem nenhuma beleza e valor, transforme-se em uma joia rara, delicada e preciosa.  Mas essa transformação tem um preço, assim como toda mudança causa dor, no caso da transformação da pedra bruta em joia preciosa não é diferente. De igual modo a transformação do homem natural, com seus erros e defeitos em um vaso de honra para Deus! Para refinar a prata, o artífice precisa colocar a pedra bruta de prata no cadinho, ou crisol, submetendo-a a altíssimas temperaturas. Mas é interessante observar que isso não ocorre com a distância do artífice e da pedra. O artífice precisa permanecer bem junto ao cadinho durante todo o processo, mudando a pedra manualmente de posição de tempos em tempos para retirar por completo todas as suas impurezas. Se ele se descuidar por um só momento, todo o seu trabalho se perde, pois o fogo rapidamente consome a pedra. Por isso, sua presença é fundamental até a conclusão do demorado processo. Assim também acontece conosco, quando somos refinados por Deus, quando recebemos a correção, sabemos que Ele está ali, pacientemente, esperando a nossa transformação e retire de nós todas as impurezas. Mas é nesse tempo que Deus nos dá a oportunidade de termos com Ele uma relação de intimidade, assim como o artífice com aquela pedra.  É assim que o processo de implantação do caráter de Deus em cada um de nós se faz. Por isso o salmista nos ensina a não desprezar a correção.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

"Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores." (2 TIMÓTEO 6:10)


Se fizermos uma pesquisa veremos que os grandes problemas da humanidade, crimes, traições, disputas e outros males têm sua origem no dinheiro. Brigas entre irmãos, desavenças entre amigos, ciladas e golpes os mais diversos têm uma única fonte: o dinheiro. Por conta dele nações entram em guerra, famílias se deterioram, amizades são destruídas. Não é raro ouvirmos histórias de pessoas que tomaram dinheiro emprestado a um amigo e em vez de pagarem, ou de se tornarem gratos pela ajuda, fizeram dele um inimigo, justamente para não pagarem a dívida. Por conta do dinheiro, ou da relação promiscua com ele, várias pessoas têm perdido a fé, têm se afastado do caminho de Deus. Timóteo nos alerta sobre esse mal, lembrando-nos o quanto ele nos traz dores. Mas a humanidade, presa às mentiras do inimigo tem sido incapaz de avaliar esse comportamento, com  discernimento para compreender que o dinheiro é passageiro, por mais que ele compre bens, jamais será capaz de comprar o Bem eterno. Uma amizade sincera, um amor verdadeiro não podem ser comprados. Há um ditado popular que diz “aquilo que vem fácil, vai embora fácil”, ensinando que o dinheiro ganho de forma indevida só acrescenta dores, por mais que aparentemente traga conforto ou benefícios. Quem usa dinheiro fruto de roubo, de corrupção ou de empréstimo não pago,  para com ele adquirir um bem, na esteira, com consequência adquirirá males. Mas Deus sempre nos mostra o melhor caminho e Ele garante que o pouco vindo de Deus é abençoado e multiplica, enquanto o que vem por formas escusas certamente trará consequências nefastas. Hoje é um dia de fazer escolhas: nascer novamente para a vida conforme as orientações de Deus, ou envelhecer como o velho homem, seguindo os caminhos do mundo; viver as bênçãos de Deus, ou sofrer as consequências das maldições pelas escolhas mal feitas.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram. (João 20:29)


Tomé ficou conhecido por sua incredulidade, justamente porque, não acreditando que Jesus havia ressuscitado, afirmou que precisaria tocar em suas chagas e ver suas feridas para ter certeza que era Ele. Por essa razão Jesus pronunciou a primeira bem aventurança após sua ressurreição e o melhor de tudo é que ela alcança a todos aqueles que não tiveram a oportunidade de andar com Jesus fisicamente, como os apóstolos, mas creram e decidiram andar com Ele em espírito. Mas Tomé não foi o único incrédulo, apesar de ter ficado com essa fama. A Bíblia mostra que antes dele Maria, Sua mãe e Maria Madalena e também os outros dez discípulos demonstraram não acreditar que Jesus ressuscitou com havia ensinado, quando andava pela Galileia. As mulheres tanto não acreditavam que Jesus ressuscitaria ao terceiro dia, como anunciou várias vezes, que foram ao sepulcro com óleos e especiarias para untar o corpo, como era costume na época. E quando anunciaram aos onze o que presenciaram, ao encontrarem a pedra revolvida e o túmulo vazio também eles duvidaram como se lê em Lucas 24:11 “E as suas palavras lhes pareciam como desvario, e não as creram”. Muitos ainda hoje agem como Tomé e os demais, precisam ver, tocar, para crerem que Jesus ressuscitou. Mas feliz aquele que tem fé suficiente para crer sem ver.  

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Não confieis em príncipes, nem em filho de homem, em quem não há salvação. Salmos 146:3

       

Confiar em Deus, colocar a nossa esperança unicamente no Senhor, eis a chave de todas as conquistas. É isso que nos ensina o salmista. Ele próprio teve experiências reveladoras da grande ação de Deus em sua vida e mesmo diante de inimigos  terríveis sempre foi vitorioso, porque colocou sua confiança Naquele que tudo pode. Ao contrário do ensina a sabedoria humana, os especialistas em promover a autoestima, colocando a força nas mãos ou na mente humana, o salmista nos ensina que somos fracos, mas que tudo podemos Naquele que nos fortalece. Seguindo o que a Bíblia orienta, o pastor Hernandes Dias Lopes reforça: “deixemos de lado a autoajuda e nos apeguemos à ajuda do alto”. Nada somos por nós mesmos, nada podemos sem o Criador. Quem confia em homens certamente se frustrará, mas quem confia no Senhor terá a verdadeira paz, mesmo em tempos de luta.  

terça-feira, 15 de outubro de 2013

"Nesse tempo muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se aborrecerão. E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. Mas, aquele que perseverar até ao fim será salvo." Mateus 24:10-13


  Neste texto, Jesus está se referindo ao final dos tempos e à sua segunda vinda. Mas a nossa visão do fim do mundo, ao contrário do que muitos pensam, deve ser de tranquilidade e conforto, se estivermos agindo de acordo com a Palavra de Deus. Quem conhece a Palavra sabe que há uma intervenção divina nos assuntos humanos, com o objetivo de retomar nosso planeta ao seu estado original como era antes de o pecado fazer parte da nossa natureza. Precisamos ter a clara consciência de que não fomos criados para viver nesta condição na qual estamos, pois nós fomos feitos para a felicidade, santidade e para desfrutar a eternidade ao lado do Criador. Por isso a ideia de que o mundo está chegando ao fim não deve nos assustar. Devemos nos alegrar com o fato de que logo Jesus irá por um fim ao mal e a todas as suas consequências ruins.  Jesus  avisa sobre os sinais que precederão esse final quando responde à pergunta de seus discípulos em Mateus 24: 35.  Jesus deixa o alerta para que não sejamos enganados, para que, perseverando até o fim, alcancemos a coroa da vida. Mas infelizmente o que temos visto atualmente é justamente a sedução do engano. Nunca a humanidade esteve tão perdida, tendo a verdade relativizada, induzindo a muitos a escolhas que contrariam à Palavra de Deus. Precisamos ficar atentos ao que disse Jesus em Mateus 24:5: "Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos”. 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. 1 João 5:12


                 Quando afirmamos que temos algo, precisamos provar de algum modo que isso nos pertence. Se é um imóvel, precisamos apresentar a escritura, se é dinheiro, o extrato bancário, ou um título. Se é um automóvel, precisamos apresentar o documento de que mostre que ele nos pertence. E quando dizemos que temos Jesus isso não pode ser diferente. Precisamos provar o que afirmamos. O documento que nos habilita a fazer essa afirmação é nossa própria vida. Se nossa vida não testemunhar Jesus, de nada adianta afirmarmos que temos Jesus. Frequentar uma igreja, ou ser membro de uma comunidade, exercer um ministério, ser filho de um cristão não nos habilita a provar que temos Jesus. Quem tem Jesus dá testemunho cotidiano e a sua vida é uma autêntica afirmação do Senhor Jesus. E isso não significa ter religião, uma fé ou ser membro de uma igreja, mas ter Jesus no coração e seguir Suas orientações como estilo de vida. Quem tem Jesus não coloca sua confiança no dinheiro, na sorte, em deuses de barro ou em um ser humano qualquer. Quem tem Jesus reflete em sua vida o Seu caráter em todas as áreas de sua vida.

domingo, 13 de outubro de 2013

E como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação. (Hebreus 9:27-28)


Vivemos em um mundo de constantes incertezas. Na política, na economia, na vida social e familiar, nada é seguro ou certo. Os homens mudam de partido, mudam de ideologias, mudam de opinião e até mesmo de sexo, de acordo com as suas próprias indecisões e instabilidades, mas a Bíblia não muda, por ser a Palavra de Deus. Não do deus de uma religião, mas do Deus Criador. Independentemente das teorias, interpretações, doutrinas e dogmas, a Bíblia nos traz, em especial neste texto escrito aos Hebreus, quatro grandes certezas: os homens morrerão uma só vez, passarão por um juízo, Jesus já veio para tirar os pecados do mundo  e voltará pela segunda vez para levar ao Pai os que Nele creem. A primeira certeza vem em meio à incerteza, por não sabermos qual é o dia de nossa morte, mesmo esta sendo certa, desde que foi determinada por Deus a Adão no Éden. Ninguém está livre da morte, porque todos viemos de Adão e recebemos a consequência de sua desobediência. Jó 21:23-26 faz essa constatação: “Um morre na força da sua plenitude, estando inteiramente sossegado e tranquilo. Com seus baldes cheios de leite, e a medula dos seus ossos umedecida. E outro, ao contrário, morre na amargura do seu coração, não havendo provado do bem. Juntamente jazem no pó, e os vermes os cobrem”. A outra certeza é a de que passaremos pelo juízo, ainda que muitos pensem que a morte seja o fim, todos teremos que nos apresentar diante de Deus, conforme afirma Paulo em 2 Coríntios 5:10 “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal”. Mas a terceira e a quarta certezas nos confortam, pois elas nos assegura que, mesmo não merecendo, porque somos pecadores, Jesus venceu a morte por nós e veio para nos chamar ao arrependimento e aqueles que Nele creem podem ter a certeza da vida eterna ao lado do Pai. Isso está claro em Romanos 5:8 “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”. E apesar de tantas incertezas, de tantas doutrinas vãs e incredulidades, aqueles que creem e esperam pelo Senhor têm a segurança do que afirma o apóstolo Paulo em I Tessalonicenses 4:16-18 Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras”. 

sábado, 12 de outubro de 2013

“O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação". Jesus Cristo é a única representação visível do Deus invisível. Colossenses 1:15



A única imagem que Deus admite que seja  adorada é o próprio Cristo, mas em espírito e não em forma, portanto, nada que seja criado pela mão humana, mesmo que com a intenção de lembrar de Deus, de Maria, ou de qualquer santo que tenha habitado na Terra ou qualquer criatura celestial deve ser venerado ou adorado. É assim que está expresso na Palavra de Deus:  "Porque bem sabeis isto: que nenhum devasso, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no reino de Cristo e de Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por estas coisas  vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência". (Efésios 5:5-6). Jesus deixou claro que O Senhor Jesus disse que a adoração que Deus deseja das suas criaturas é uma adoração espiritual. E ela não requer símbolos, relíquias ou imagens. Usar de objetos visíveis para chegar a Deus não é o que Deus espera de Suas criaturas. Jesus diz claramente em João 4:23: "Mas a ora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade". Assim, a alegação de que as imagens católicas não são adoradas, mas são objetos de lembrança para que os seus representantes sejam adorados contraria expressamente a vontade de Deus. O salmista enfatiza a tolice que é usar imagens para a adoração nos  Salmos 115:4-8 ele diz: "Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Tem boca, mas não falam; olhos têm, mas não veem. Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram. Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam". Não há Maria, Aparecida, Fátima, Lourdes, Conceição ou Guadalupe que possa substituir o Senhor Jesus, ainda que todas essas representem a figura da santa mãe do Senhor. Maria é única e foi agraciada por Deus, bendita entre as mulheres porque foi considerada santa para dar à luz o Salvador. Mas seu filho, Jesus Cristo homem, foi colocado por Deus como o nome acima de todos os nomes e só Ele pode ser o mediador entre Deus e os homens, porque só a Ele foi confiado o plano da Salvação. Só a Ele foi dado o peso da Cruz. Não nos enganemos com nenhum outro argumento das religiões, de homens ou de interpretações bíblicas distorcidas, pois em lugar da Bíblia há a recomendação para que outro ser ou um objeto inanimado seja adorado, nem mesmo por lembrança. Deus não revogou a maldição expressa em Deuteronômio 27:15  "Maldito o homem que fizer imagem de escultura, ou de fundição, abominação ao Senhor, obra da mão do artífice, e a puser em um lugar escondido. E todo o povo, respondendo, dirá: Amém".

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Tendo-as despedido, subiu ao monte para orar à parte. Ao anoitecer, estava ali sozinho. Mateus 14:23


Jesus orava sempre e é Nele que devemos nos espelhar, com Ele devemos aprender. E uma das lições é esta: antes de fazer escolhas devemos orar. Não podemos tomar decisões sem buscar em Deus a resposta. Muitos acabam se frustrando em suas escolhas justamente porque agiram por conta própria, sem buscar em oração a devida orientação de Deus. Isso vale para as escolhas pessoais, profissionais ou espirituais. Escolher um namorado, uma esposa, uma carreira, mudar de emprego ou de Igreja não podem ser decisões por impulso, por emoção ou por carências. Deus precisa direcionar essas escolhas e isso pressupõe dobrar os joelhos, jejuar e aguardar a resposta certa na hora certa. Quem se precipita colhe as consequências da impulsividade. Jesus orou para escolher seus doze discípulos. Ele orou para tomar essa decisão e isso nos mostra que devemos seguir Seu exemplo. Antes de fazer a escolha, passou a noite em oração. Quem passa a noite em oração recebe poder para atravessar as águas. Metaforicamente elas significam os nossos problemas. Os problemas se transformam em um tapete e podemos caminhar por cima deles como ocorreu naquela noite com Jesus caminhou sobre as águas, depois de passar a noite em oração. Quantas vezes saltamos da cama para a rotina do dia a dia sem orar a Deus. Mas Ele quer que façamos como Jesus. Antes de o dia clarear, devemos buscar o nosso lugar deserto, em um momento a sós com Deus.  Vemos em Lucas 3:21 que Jesus orava para receber poder “Quando todo o povo fora batizado, tendo sido Jesus também batizado, e estando ele a orar, o céu se abriu”. Toda vez que oramos o Céu se abre, foi isso que Jesus nos ensinou com essa palavra. A oração é a chave da bênção É isso que acontece também na vida daqueles que são amados pelo Pai, daqueles que obedecem ao Senhor Jesus. Quando fazemos a vontade de Jesus, o Pai nos ama e nos abençoa. Mas é preciso perseverar até o fim. Isso faz aquele que ama a Deus.  As bênçãos se multiplicam na vida de quem ora. Vemos em Mateus  14: 19 que para fazer a multiplicação Jesus orou “E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a erva, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão”. Jesus nos ensina por meio da parábola do juiz iníquo e a viúva pobre a orar sempre sem desfalecer até obtermos a resposta as nossas orações. Nessa história, Ele usou como exemplo os dois extremos: a pessoa mais pobre e a pessoa mais poderosa da cidade. O que vemos nesta parábola a persistência vencendo as barreiras e isso nos faz refletir sobre a importância de insistirmos em oração. Ainda que nos julguemos insignificantes, assim como aquela viúva, podemos incomodar Aquele que tudo pode e que vai dar ordens ao nosso respeito, porque para Deus nada é impossível. João 14:13 nos ensina a quem e como orar. Precisamos pedir ao Pai e em nome de Jesus. Essa é a chave para abrir as portas. Deus é o juiz. A Ele devemos pedir, em nome de Jesus. É simples e eficaz. Quem ora a Deus, em nome de Jesus e faz a Sua vontade é amado do Pai  e Dele recebe as bênçãos, conforme afirma João 14:21 “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele”. 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

E, saltando ele, pôs-se em pé, e andou, e entrou com eles no templo, andando, e saltando, e louvando a Deus. Atos 3:8


Este versículo faz referência à cura de um homem coxo de nascença e que vivia esmolando às portas do templo. Esse milagre, operado em nome de Jesus, foi determinado pelos apóstolos Pedro e João.  Mas é interessante observarmos que esses discípulos não deixaram de elevar o nome de Jesus e exortaram o povo a olhar para o autor do milagre e não para eles que foram apenas os instrumentos.  Muitas vezes as pessoas confundem o instrumento com o autor e deixam de glorificar a Deus para depositar sua fé em pessoas ou objetos. Isso gera idolatria. Esse episódio nos faz refletir sobre como  os milagres do Senhor são simples e definitivos. Precisamos fazer como esse homem que recebeu a cura. Observemos que ele não ficou parado, não guardou para si, não recebeu o milagre e silenciou. Ele pôs-se de pé, entrou no templo e louvou a Deus. Colocar-se de pé significa deixar o lado o mundo e tudo aquilo que nos aprisiona e nos torna imóvel. Entrar no templo é dar um passo em direção a Deus. Louvar é assumir a missão para a qual fomos criados. 

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno. Daniel 12:2


Daniel nos traz uma palavra de conforto e de preocupação. Para os que andam conforme a Palavra de Deus a palavra é de alento, mas, para aqueles que gastam seus dias ocupando-se apenas das coisas do mundo sem se importar com a Palavra de Deus, a palavra é preocupante, pois chegará o momento do juízo e, então, o tempo da Graça, trazido por Jesus se expiará. Esse dia, na consumação dos séculos, virá  quando Jesus vier ao toque da última trombeta para buscar seus escolhidos em toda a terra, conforme profetizou Daniel no Antigo Testamento, quando também profetiza sobre o triste fim daqueles chamados, mas não escolhidos porque preferiram seguir outros caminhos.  A palavra do profeta Daniel nos faz refletir que as glórias terrenas são passageiras, mas a vida eterna é para todos na Glória de Deus, ou na vergonha e no desprezo eterno. Lembrando que podemos escolher enquanto ainda há tempo, pois Jesus virá sem aviso prévio, por isso o apóstolo João registra em Apocalipse 16:15 sobre a segunda vinda de Jesus:  “Eis que venho como ladrão. Bem-aventurado aquele que vigia, e guarda as suas roupas, para que não ande nu, e não se vejam as suas vergonhas”. 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; Efésios 1:4


O apóstolo Paulo nos ensina que fomos chamados para ser filho semelhante a Jesus. Esse é  o projeto de Deus e por isso  temos uma condição: o chamado à santidade.  Para tal temos também o chamado para ser discípulo de Cristo. Esse é  o meio pelo qual chegaremos  a Ele, tendo a atitude de servos. Por isso Paulo nos exorta em Efésios 4:1 "Rogo-vos, pois irmãos, que andeis de forma digna da vossa vocação com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor". Se entendermos que somos filhos, descobriremos que somos herdeiros da santidade, do caráter, da forma de ser do Criador e, consequentemente, das outras riquezas na glória. Mas é preciso  também compreendermos que a santidade é a qualidade dos filhos de Deus e essa é a condição imprescindível para estarmos em sua presença. Sem santidade não podemos manter contato com ele. Se Deus é Santo, Ele quer filhos santos. Separados do mal, da perversidade, da mentira, do roubo, do engano, do mundanismo que nos impendem que sermos discípulos de Jesus. Ser discípulo  é estar disposto a se separar para aprender pela imitação da vida de Cristo na força do Espírito Santo. E não há como fazer isso absorvendo as coisas do mundo sem dar espaço ao Espírito de Deus. O projeto de Deus somente pode ser alcançado se formos discípulos. E o discípulo, antes de tudo é servo. Foi essa a lição que Jesus nos deu. Ele foi manso e humilde. O serviço é a demonstração mais clara da humildade de alguém. O servo não procura seus interesses, mas os interesses daquele a quem serve. A humildade não é uma postura externa. É uma atitude interna que se expressa pelo serviço. A mansidão se expressa nas reações ante as provocações e acontecimentos da vida, mas a humildade é mostrada quando se serve a alguém, quando se honra a alguém, quando se prefere em honra a outra pessoa, quando se dá o melhor lugar. E para isso fomos eleitos antes da fundação do mundo:  para ser filho, ser santo, ser discípulo e ser servo. Quando compreendemos e assumimos o nosso chamado agimos como cooperadores de Deus e permitimos que Ele atue em nós usando todos os meios que se fizerem necessários para nos levar à condição de filhos, e filhos parecidos com o primogênito. Por essa razão devemos andar de forma digna desse  chamado, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, levando nos ombros uns aos outros em amor, porque essa é a vontade do Pai.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda. Provérbios 16:18


Essa orientação de Salomão nos faz refletir sobre o quanto o orgulho prejudica àqueles que insistem em se comportar desse modo. Deus não se agrada dos soberbos e em todas as narrativas bíblicas vemos que Ele exalta aqueles que se humilham. Jesus foi o grande exemplo de humildade e, por isso mesmo, foi exaltado, sem ter essa pretensão. A verdade é que Deus opera a bênção de Efraim na vida de quem não se ensoberbece. Mas na contramão dessa verdade, vemos que não há surpresa  em encontrarmos quem calunie por inveja aqueles que permanecem na presença de Deus. Isso aconteceu com José do Egito e ele se manteve íntegro e humilde, não se exaltando  quando se encontrou em posição superior. Mas aqueles que agiram com altivez logo conheceram a queda, ao contrário de José que, depois de ser humilhado, foi exaltado por Faraó. Precisamos saber que, quem tem a bênção de Deus não precisa de padrinhos políticos, de maracutaias ou de qualquer espécie de artifício para conseguir ascensão pessoal ou profissional. Quem tem a bênção de Deus tem as portas abertas mesmo quando os invejosos armam ciladas  e intentam derrubá-lo. Mas aquele que pensa estar acima dos outros atrai para si a derrota, pois a palavra de Deus é muito clara em relação a isso, como vemos em Lucas 1:52 “Depôs dos tronos os poderosos, E elevou os humildes”, em Ezequiel 21:26 “Assim diz o Senhor DEUS: Tira o diadema, e remove a coroa; esta não será a mesma; exalta ao humilde, e humilha ao soberbo” em Provérbios 11:2 “Em vindo a soberba, virá também a afronta; mas com os humildes está a sabedoria”, nos  Salmos 147:6 “O Senhor eleva os humildes, e abate os ímpios até à terra” dentre outros tantos versículos. 

domingo, 6 de outubro de 2013

Posto que as nossas maldades testificam contra nós, ó Senhor, age por amor do teu nome; porque as nossas rebeldias se multiplicaram; contra ti pecamos. Jeremias 14:7


O profeta Jeremias mostra-nos que o que fazemos é como um efeito bumerangue, pois volta para nós como bem ou como mal, dependendo de nossas intenções e ações. Assim, devemos saber que tudo o que fazemos de mal é contra nós mesmos. Aqueles que agem mal de alguma forma, seja em sua vida pessoal, profissional ou espiritual, acabam colhendo o fruto de suas obras. Há quem receba uma bênção seja vinda das mãos de um irmão, de um amigo ou mesmo de um desconhecido usado por Deus para trazer livramento  ou para melhor a sua vida, quando se vê bem, por falta de conhecimento dessa palavra, dando ouvidos à carne, tende a virar as costas ao seu ajudado e também a Deus. Ironicamente, depois de ter recebido uma grande bênção ou um grande sinal de prosperidade  de repente, deixa-se atrair pelo mundo e se esquece Daquele e daqueles que lhe ampararam e lhe socorreram nos momentos difíceis. Mas é interessante observar que a aparente vitória tem vida curta e aqueles a quem Deus abençoa, ou aqueles que são desprezados pelo mundo prosperam. Não é difícil verificar que a pessoa colhe a sua própria maldade e o mal desejado reverte contra si. Mas Deus  é zeloso com os Seus filhos e não desampara aqueles que permanecem fieis, mesmo que tenham sido rejeitados, roubados, espoliados por quem não sabe pagar o bem com o bem, antes, paga o bem com o mal. Se você tem agido assim em qualquer área de sua vida, está na hora de ouvir a voz de Deus e, mais do que se arrepender, buscar o perdão de Deus e de quem tem ofendido. Saiba que Deus é misericordioso para perdoar e aqueles que verdadeiramente  O amam de igual modo perdoam aos que os ofendem. 

sábado, 5 de outubro de 2013

Sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas. 1 João 3:20


A palavra de Deus nos mostra que não é o  Espírito Santo que nos condena quando  erramos, mas  o nosso espírito nos condena. Pois se Deus não nos condena,  “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus?” “É Deus quem os justifica. Então, quem os condenará?” Romanos 8:34 a). Mesmo quando agimos fora da vontade de Deus, o Espírito Santo nos aponta um caminho para que voltemos ao alvo. Ele nos mostra a solução e nos ajuda. Aquilo que chamamos de consciência é, a voz do nosso espírito que nos aponta o erro e nos condena quando saímos da vontade de Deus. É  interessante  observar que nosso espírito sabe imediatamente quando fazemos algo errado, mas Deus nos dá a liberdade de reconhecer e voltar atrás. Às vezes agimos conforme a carne e sabemos disso e nesse momento precisamos pedir a Deus que nos perdoe, sem deixar que nosso erro se torne natural ao ponto de cauterizar nossa consciência. Quando mantemos nossa consciência sensível, deixamos que ela seja o nosso termômetro para não fugirmos da vontade de Deus. 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

E ao segundo chamou Efraim; porque disse: Deus me fez crescer na terra da minha aflição. Gênesis 41:52


  Esse trecho mostra o momento em que José dá nome ao seu segundo filho. Assim como em outros casos, a escolha do nome do filho pelos pais não é por acaso. Há todo um significado que reflete também no caráter e consequentemente no destino da pessoa. Em vários momentos a Bíblia mostra o poder da palavra  e nos mostra também como nossas ações refletem no mundo espiritual. Precisamos saber que as palavras têm poder e que anjos e demônios acompanham nossa vida. Tudo o que fazemos é  acompanhado por seres espirituais e eles testemunham nos céus a nossa (in) fidelidade. Ou alegramos os céus ou alegramos o inferno, com nossas palavras e ações. Quando murmuramos agradamos o inferno. Mas quando agimos como José, e se mesmo na prisão somos fieis Deus opera sobre nós a benção de Efraim. Testemunhas invisíveis veem o que fazemos. O próprio diabo testemunha a nossa vitoria. A Bíblia narra que José na prisão cuidava de outros presos, assim como agia com os outros escravos no palácio de Potifar. Todos gostavam de José dentro da prisão. Todos viam o bem, a paz e a verdade em José. Viam nele a diferença o mesmo que deve acontecer conosco nos diversos ambientes que frequentamos. Precisamos agir como José e tratar bem a todos, independente de sua posição social. A história de José nos mostra que ele cresceu no meio das crises. Onde ninguém cresce, aquele que tem a benção de Efraim cresce. A primeira vista a prisão parecia um castigo, mas vemos que ela foi uma bênção na vida de José. Da cadeia ele foi  levado ao palácio de Faraó e se tornou o segundo homem do reino. Somente  no trono Faraó era maior do que José como registra Gênesis 41:40 “Tu estarás sobre a minha casa, e por tua boca se governará todo o meu povo, somente no trono eu serei maior que tu”. O mal foi transformado em bênçãos na vida de José que continuou cuidando daqueles que lhe fizeram mal. Não importa quanto tempo dure a crise, precisamos ser como José. Quem fica com Deus nada falta. Mesmo em tempo de crise, Deus é fiel a quem não muda o seu caráter. Vemos na Bíblia que Jacó chamou os filhos de José para abençoá-los como se fossem os seus filhos Gênesis 48:5: “Agora, pois, os teus dois filhos, que te nasceram na terra do Egito, antes que eu viesse a ti no Egito, são meus: Efraim e Manassés serão meus, como Rúben e Simeão”; Os filhos de José nasceram no Egito, não teriam direito à bênção, mas ao serem adotados pelo avó foram   elevados  à condição de filhos e, por conseguinte, tribos em Israel. A História  testemunha como a bênção de Efraim  promove o crescimento em tempos de crise. O povo Judeu e seus descendentes têm essa bênção, por isso enfrentam as crises. A perseguição de Hitler é um exemplo. Ele tentou  acabar com o povo, espoliou seus bens,  mas os seus descendentes superaram  e em pouco tempo a riqueza voltou a eles. Deus os faz prosperar, desde sempre, porque cumpre a promessa feita aos patriarcas.  Nós também podemos herdar essa promessa e assim como os judeus superar a crise, crescer na adversidade, porque, assim como Efraim e Manassés, nascemos no “Egito”, mas fomos adotados como filhos pelo Pai. Somos, pois, herdeiros da bênção. 

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Mas eu sou pobre e necessitado; contudo o Senhor cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu Deus. Salmos 40:17




Quem está fazendo essa declaração de reconhecimento de fraqueza e humildade foi considerado o maior rei de Israel. Davi se afirma pobre e necessitado, apesar de ser  muito rico. Mesmo sendo rico e poderoso, ele não se sentia assim, porque seu espírito era humilde e seu coração não se exaltava. Podemos ser ricos, abastados, mas temos que fazer como Davi e não  nos exaltar, porque, assim como esse rei que foi considerado segundo o coração de Deus, precisamos reconhecer que nada somos sem o cuidado do Senhor. Aquele que pensa que já tem tudo, que não precisa de ninguém é a mais pobre das criaturas. Deus espera que tenhamos um coração e um espírito humilde que possa cuidar de nós.  Sem Deus nada somos.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

E aconteceu que, saindo-se-lhe a alma (porque morreu), chamou-lhe Benoni; mas seu pai chamou-lhe Benjamim. Gênesis 35:18


Nesse trecho bíblico, vemos uma determinação de uma marca na vida do filho recém-nascido e na segunda parte, a conjunção “mas” muda o contexto projetado inicialmente. Por conta de dificuldades no parto, Raquel o chamou o filho que lhe nasceu por último de Benoni, que significa “filho da minha dor”. Mas Jacó mudou seu nome e consequentemente a sua sorte. Benjamim no seu nascimento perdeu sua mãe, que antes de morrer lhe deu um nome que representaria sua dor e infortúnio, mas seu pai Jacó, mesmo em meio à dor da perda da esposa amada, Jacó muda a sorte de Benjamim. Vemos que ele não aceita a decisão de sua esposa no leito de morte e muda o nome do menino de Benoni “filho da minha dor e sofrimento” para Benjamim “filho da minha força, filho da minha felicidade”. É uma confissão de superação.  O próprio Jacó teve seu nome e sua sorte mudados. De enganador ele passou a seu Israel, “o príncipe”. A história de maldição foi mudada por uma história de benção. A nossa sorte também foi mudada num momento de morte. Na Cruz, Jesus mudou o nosso destino e nos tornamos filhos da força e não da dor e do sofrimento, porque Cristo mudou nossa sentença da tristeza para a felicidade e da morte para a vida, do fracasso para o sucesso, da fraqueza para a força de Deus, da condenação do  pecado para a proteção, vitória e exaltação em Cristo. Pensamos que Jacó não queria dar ao filho a mesma história, ao escolher seu nome. Toda a sua vida foi marcada pela escolha de seu nome (suplantador). A trajetória de  fuga, engano, tristeza e separação causados pela simples escolha de seu nome, poderia mudada ali, na hora de dar nome ao seu último filho. Ele então escolheu não repetir o erro de seus pais e revogou a escolha de Raquel. “Mas seu pai o chamou Benjamim!”. A conjunção adversativa expressa nesta frase tem o poder de anular e isso foi sentenciado na vida de Benjamim que passou a ser a geração abençoada. Assim como Deus anulou a nossa sentença de morte no “mas”, na maior adversativa que se tem notícia: a Cruz do Calvário. Éramos fadados à morte, mas Jesus nos trouxe a vida eterna. Éramos perdidos, mas Jesus nos mostrou o caminho. Éramos escravos do pecado, mas Jesus nos libertou.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Porventura não fizeste isto a ti mesmo, deixando o Senhor teu Deus, no tempo em que ele te guiava pelo caminho? Jeremias 2:17


Será que Deus quer pessoas que o servem apenas quando estão bem? Esta é uma pergunta que devemos nos fazer sempre que estivermos prestes a deixar o Caminho. O Caminho não é outro senão Jesus Cristo, conforme está escrito em João 14:6 "Eu Sou Caminho a Verdade e a Vida". Quando passamos por lutas, quando estamos decepcionados, desiludidos ficamos insensíveis a voz de Deus e não percebemos que apesar disso  Ele  continua no controle. Mas se ele se aproxima de nós não o reconhecemos e achamos que podemos seguir nosso próprio caminho. Permanecer no Caminho  é uma escolha pessoal e  depende exclusivamente de cada um de nós, independente do nosso estado de espírito, de nossa condição material, física ou psicológica. Na tristeza, na alegria, na escassez, na abundância, com fome ou satisfeitos,  devemos prosseguir em fé, não por vista. Se pudermos trazer à  memória o tempo em que andamos diante de Deus, podemos refletir sobre como nos sentimos quando estamos longe Dele. Quantas vezes Ele nos livrou das mãos dos inimigos?  A mesma pergunta feita por Deus por meio do profeta Jeremias  ao povo de Israel é feita a nós hoje: por onde temos andado? Mesmo decepcionados, feridos, desanimados Deus nos quer firmes no Caminho, sabendo que Ele não nos abandonou, Ele jamais nos lançará fora. E está nos dizendo: “Volte, o tempo da restituição  e da restauração chegou”.