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quinta-feira, 31 de julho de 2014

"Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo" (Gálatas 6:14).



A batalha vencida por Gideão, muito mais do que uma ação militar vitoriosa, deve ser lembrada por nós como um exemplo de fé, tal como fez o autor de Hebreus 11:32. A grande lição desse guerreiro não foi física, mas espiritual. Deus usou a sua fé e não os seus conhecimentos bélicos ou força física, inteligência ou autoconfiança para nos mostrar que uma guerra contra os inimigos do Reino é vencida pela obediência e não pelo número de soldados. Um grupo pequeno, mas que age conforme a vontade de Deus é muito mais forte do que uma Igreja numerosa que age segundo os seus próprios interesses e que confia no poder e na força humanos. O apóstolo Paulo nos faz retomar esse sentido de reconhecimento do poder e da ação de Deus em nossas vidas, quando nos ensina a dar graças por todas as nossas atividades, lembrando que nossa força vem do Senhor e que a nossa vitória é do Senhor e deve ser para Ele e "Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Romanos 8:31).

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Tu me cercaste por detrás e por diante, e puseste sobre mim a tua mão. Salmos 139:5


O salmista reconhece quem está por detrás de sua vitória e não deixa de louvar e de render agradecimentos a Deus. A história de Gideão nos mostra uma lição importante, a qual nos faz refletir sobre onde devemos colocar as nossas expectativas e concentrar as nossas forças, que naturalmente vêm de nossas limitações e da graça de Deus. Quando agimos como Gideão e nos posicionamos tal como o salmista podemos enxergar a mão de Deus e sua presença nas mais corriqueiras ações de nossas vidas. Aquilo que muitas vezes chamamos de coincidência nada mais é do que a providencial ação divina. Deus age nos mínimos detalhes e apenas pede que deixemos lugar ao Espírito para nos orientar a seguir o caminho certo, usando estratégia que Ele traçou para nos dar a vitória. Vemos que Deus afirmou sua presença repetidas vezes na vida de Gideão, assim como na vida de Davi. Ele afirmou por palavras: "Já que eu estou contigo, ferirás os midianitas como se fossem um só homem" (Juízes 6:16). E deu impressionantes sinais antes que enviasse para a guerra aqueles homens que depositaram Nele a confiança. O salmista nos ensinou em toda a sua vida que mais vale confiar em Deus do que nos homens e os números na batalha de Gideão também comprovam isso. Diante de um exército de 32.000 israelitas contra 135.000 midianitas, os que confiam em homens já poderiam vislumbrar a derrota dos liderados por Gideão, pois a desvantagem militar era de 4 contra 1. E os números seguintes seria ainda mais desalentadores, pois Deus fez com que Gideão reduzisse muito mais a força militar de Israel. Depois que 22.000 voltaram para casa, os midianitas ficaram com uma vantagem que seria mais desanimadora para os oponentes e faria com que qualquer general experiente recuasse. Mas Deus permitiu que seu guerreiro lutasse apenas com apenas 300 soldados. Essa luta aparentemente desigual colocava à frente de cada soldado de Israel 450 soldados inimigos. Para quem confia em homens, uma luta perdida, contudo, depois de conhecermos o desfecho dessa batalha, vemos que esse o plano de Deus não era apenas permitir que Israel ficasse livre de seus opressores. O desejo de Deus era de que o povo compreendesse que se Ele estivesse à frente não haveria números ou poder bélico inimigo que impedisse a vitória de Seu povo. O propósito de Deus nesta redução das forças militares de Israel foi para que ninguém chamasse a si os grandes feitos 

terça-feira, 29 de julho de 2014

E o Senhor lhe disse: Porquanto eu hei de ser contigo, tu ferirás aos midianitas como se fossem um só homem. Juízes 6:16



O que Gideão experimentou quando se viu diante do desafio de enfrentar os inimigos que saqueavam toda a força produtiva de seu povo foi o conhecimento de que a força verdadeira do servo do Senhor não vem de si mesmo, e sim de Deus. Assim como Gideão, precisamos saber que ninguém é forte o bastante para resolver seus próprios problemas sozinho, especialmente quando se trata de nosso maior problema: o pecado. Nós dependemos de Deus e de sua graça, por isso Paulo afirmou em Filipenses 4:13: "tudo posso naquele que me fortalece". Gideão foi chamado valente porque ousou enfrentar os inimigos, quando não aguentava mais as suas afrontas. Os valentes de hoje são aqueles que confiam no Senhor e Nele esperam certos de que a maior bênção imaginável é a presença do Senhor em nossas vidas.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

E aconteceu naquela mesma noite, que o Senhor lhe disse: Toma o boi que pertence a teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derruba o altar de Baal, que é de teu pai; e corta o bosque que está ao pé dele. Juízes 6:25



Das lições que aprendemos com a vida de Gideão sobre como receber a vitória das mãos do Senhor é importante destacarmos que o caminho da conquista começa em casa. A primeira lição de Gideão foi a de destruir os ídolos do próprio pai e fazer um altar ao Senhor no mesmo lugar. Gideão levou dez homens consigo e cumpriu o mandamento do Senhor na mesma noite. Assim como Gideão a nossa missão deve começar em casa. É na família que começa o nosso trabalho, por isso Deus não deixa de destacar na Bíblia as nossas responsabilidades em relação à família. Em Deuteronômio 6:6-7 aprendemos que os pais devem instruir os filhos, criando-os na disciplina e admoestação do Senhor, assim como os filhos devem ser obedientes e honrar aos pais, conforme Paulo ensina em Efésios 6:1-3. Quando honramos a Deus e obedecemos aos Seus mandamentos, naturalmente aprendemos a fazer o mesmo com nossa família, como imitadores de Deus, como filhos amados como exorta Paulo em Efésios 5:1. E, certamente, como honrou a obediência de Gideão, Deus também nos honrará, concedendo-nos a vitória contra os nossos inimigos.

domingo, 27 de julho de 2014

Porque sucedia que, semeando Israel, os midianitas e os amalequitas, e também os do oriente, contra ele subiam. E punham-se contra ele em campo, e destruíam os frutos da terra, até chegarem a Gaza; e não deixavam mantimento em Israel, nem ovelhas, nem bois, nem jumentos. Juízes 6:3-4

É importante observar que os inimigos não guerreavam contra Israel, matando o povo. Eles o cercavam e tomavam tudo o que o povo produzia, empobrecendo-o. A Bíblia narra que fizeram isso durante sete anos. Os israelitas eram a galinha dos ovos de ouro dos midianitas. Não era interessante para os midianitas os matar os israelitas, pois esses eram a sua fonte de riqueza, enquanto ‘trabalhavam’ para eles. É assim que age o ladrão: espera que outro produza para que ele saqueie. É assim que o diabo age nas vidas de quem abre brechas para ele. Como o ladrão ele veio para roubar e destruir e só tem a intenção de matar, quando não houver mais energia ou provimento para sugar. Vemos na história narrada no livro de Juízes que os israelitas, conscientes de seu desvio para com Deus, preferiam se esconder em cavernas, assim como muitos fazem, em vez de se dirigirem a Deus e a se posicionarem diante Dele em súplica e ação de graças. Mas Deus olhou para Gideão justamente porque em vez de se esconder, se colocou na posição de fazer tudo o que Deus pedisse. O anjo apareceu a Gideão justamente quando ele estava pensando em Deus e nos Seus milagres. E Deus usou Gideão para libertar seu povo depois de derrubar o altar de Baal. Só assim, depois de se livrar do pecado, tomando uma decisão de abandoná-lo de uma vez é que Deus encheu de forças aquele que aparentemente era frágil. Um povo forte e abençoado é livre e não se deixa dominar pelos inimigos, nem se volta aos ídolos. Quem é nascido de Deus não vê sua provisão na mão do inimigo e tudo o que faz prospera, porque o Senhor é com ele.

sábado, 26 de julho de 2014

"O Senhor é contigo, homem valente" (Juízes 6:12).



Essas foram as palavras que o anjo dirigiu a Gideão, quando foi portador da voz do Senhor anunciando a vitória contra os midianitas que saqueavam toda a produção do povo de Israel. Durante sete anos os israelitas sofriam com os ataques do inimigo, mas se sentiam enfraquecidos para enfrentá-los e tinham medo de pedir ajuda de Deus, porque receavam não serem respondidos porque tinham a consciência de que não andavam corretamente aos olhos de Dele. Assim também é com aqueles que enfrentam lutas e se sentem fracos até para suplicar a Deus porque suas próprias consciências os acusam dos pecados encobertos. Sabemos que somos povo de Deus e que temos o Espírito Santo a nos mostrar o erro quando nos desviamos. O que precisamos fazer é deixar de lado o orgulho, a teimosia e a desobediência e nos voltar para Deus, reconhecendo que Ele é conosco e não nos desamparará. Precisamos derrubar os altar de Baal dentro de nossos lares, de nosso coração e procurar a santificação. Somos valentes do Senhor e Ele já nos deu a vitória, ainda que sejam muitos os inimigos.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

"Também eu vos disse: Eu sou o Senhor vosso Deus; não temais aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Mas não destes ouvidos à minha voz." Juízes 6.10



Existem propósitos celestiais em relação a nossas lutas, um deles deve ser o de trazer pra nós uma experiência de encontro verdadeiro com Deus, afastando de nossas vidas a presença mesmo que não aparente de outros deuses. Gideão teve que conhecer a ação do inimigo que tirava o sossego e a provisão de seu povo para entender que era necessário derrubar os altares a Baal. Sabemos que não era a vontade de Deus ver o Seu povo oprimido pelos midianitas, assim como não é Sua vontade que as forças do inferno prevaleçam entre nós, mas entendemos que a opressão impingida pelos midianitas foi consequência das escolhas erradas do povo. Em vez de obedecerem e cultuarem o único Deus, o povo fez o que era mau perante o Senhor. Uma vez que vivia em pecado o povo tinha a plena consciência de que não podia contar com Deus enquanto vivesse daquela forma. Assim, preferiu construir cavernas, para fugir dos problemas, em vez de enfrentar os inimigos. É exatamente isso o que o pecado faz entre nós. Quem vive em desobediência à Palavra de Deus prefere dar desculpas para os seus fracassos, culpando os outros, a situação econômica do país, a falta de oportunidades... Essa atitude é comum desde Adão e Eva. Conscientes de que agiram mal (por isso se deram conta de sua nudez), preferiram se esconder de Deus e demonstraram medo. É isso que ainda acontece com aqueles que se afastam dos preceitos de Deus: preferem fugir da Igreja, criticar o irmão, colocar a culpa no pastor em vez de ouvir a voz de Deus e a destruir os altares de Baal.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o Senhor subir do Egito? Porém agora o Senhor nos desamparou, e nos deu nas mãos dos midianitas. Juízes 6:13b



Nós temos razões suficientes para crermos no amor de Deus para conosco em tudo, mas a natureza humana anseia por uma resposta específica e dirigida a nossos dilemas. Nem sempre temos sabedoria para compreendermos o momento da espera e o que ele representa. Lemos na Palavra de Deus que Gideão desconfiou do testemunho de seus irmãos na fé e isso é fato corriqueiro entre nós quando, em meio a crises e circunstancias adversas que, além de perdemos muito de nossa fé, também tendemos a descrer do testemunho dos outros que viveram tribulações semelhantes. Nem sempre sabemos usar as experiências pessoais ou o testemunho dos outros para refletirmos sobre os propósitos de Deus em nossas vidas. Não aprendemos com a experiência alheia e muitas vezes nem as nossas próprias experiências nos servem de lição e não são poucos os que preferem atribuir a Deus a responsabilidade pelas consequências de suas escolhas. A história de Gideão nos leva a pensar que nem sempre o que parece ser infortúnio é mal. Por amor de Seus filhos, Deus transforma o mal em bem.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

E ele disse: Se agora tenho achado graça aos teus olhos, dá-me um sinal de que és tu que falas comigo. Juízes 6:17-


Para desfrutarmos de uma grande revelação ou de uma maravilhosa experiência com Deus é necessário eu nos cheguemos a Ele em petição e com desejo sincero de conhecer a Sua santa vontade ou receber Dele as estratégias para entrar em uma luta com a garantia de vitória, ainda que em situação adversa. Vemos no versículo em epígrafe que Gideão fez uma prova com Deus com humildade e temor e o Senhor o atendeu. Sabemos que Deus também conhece a nossa sinceridade e as nossas limitações e assim como fez a Gideão, Ele fará conosco, quando nos dispusermos a ouvi-Lo com temor e obediência. Deus separará as pessoas certas para lutar junto de nós e nos instruirá. Essa é a certeza que temos, pois o mesmo Deus de Gideão é o nosso Deus.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Mas Gideão lhe respondeu: Ai, Senhor meu, se o Senhor é conosco, por que tudo isto nos sobreveio? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o Senhor subir do Egito? Porém agora o Senhor nos desamparou, e nos deu nas mãos dos midianitas. Juízes 6:13



Neste trecho, vemos que Gideão questiona sobre a forma como Deus age e isso nos leva a pensar que também nós agimos assim, quando queremos que Deus resolva as nossas crises ao nosso modo. Entretanto, Deus permite que passemos por experiências diversas e adversas para nos dar a vitória a Seu modo, conforme a Sua perfeita estratégia. Muitas vezes nos sentimos como Gideão porque mesmo obedecendo a Deus e seguindo Seus preceitos continuamos cercados de inimigos que saqueiam nossas colheitas e nos impõem medo e insegurança. A Bíblia não diz que ficaríamos imunes aos problemas, se crêssemos, mas nos garantiu que não estaríamos sós. A luta é permitida pelo Senhor, que nos sustém e se revela nela, assim como fez com Gideão. É nos momentos de crise que vemos quem está do nosso lado. Dos milhares que nos rodeiam, podemos ficar com poucos, mas esses poucos, selecionados por Deus são suficientes para nos ajudar a enfrentar os inimigos e nos levar à vitória.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Então o anjo do Senhor veio, e assentou-se debaixo do carvalho que está em Ofra, que pertencia a Joás, abiezrita; e Gideão, seu filho, estava malhando o trigo no lagar, para o salvar dos midianitas. Juízes 6:11



Quando buscamos na Bíblia um exemplo de uma campanha vitoriosa, podemos recorrer à batalha de  Gideão com seus trezentos homens selecionados por Deus sobre o grande exército dos midianitas, mas precisamos ter em mente que a vitória de Gideão não se deu apenas durante a batalha, mas, principalmente, pelo que ele fez antes. A Bíblia nos mostra que Gideão não se entregou por conta da crise. Ele não ficou reclamando dos assaltantes de sua época, os midianiatas, assim como muitos hoje em vez de irem à luta gastam suas energias reclamando do tempo, do trânsito, do governo, das condições de trabalho, dos patrões ou do salário. Apesar das condições adversas, Gideão continuou malhando o trigo. Em geral, as pessoas que reclamam, ou criticam pouco ou nada fazem em busca da solução. Em momentos de crise, quando nos colocamos na condição de cooperadores e não de murmuradores, as ideias criativas surgem. Foi assim com Gideão. Observe que ele malhava o trigo no lugar de preparar as uvas. Certamente essa foi uma estratégia para despistar os inimigos. Vemos que Gideão não se colocou na posição de vítima, antes de vencer os inimigos, venceu a si mesmo. Foi por isso que conseguiu ouvir a voz do anjo do Senhor. Assim, sua vitória pessoal precedeu a de Israel.

domingo, 20 de julho de 2014

Ai, Senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que minha família é a mais pobre em Manassés, e eu, o menor na casa do eu pai. Juízes 6:15



O cristão precisa entender que quando Deus manda a vitória já está decretada. Da mesma forma que Deus prometeu a Gideão dar-lhe forças necessárias para que pudesse vencer o inimigo, Ele faz conosco ainda hoje. A Bíblia relata que Gideão olhou para suas limitações e deu algumas desculpas e isso também nós temos feito, sem considerar quem é o nosso General. Quantas vezes nós agimos como ele quando estamos diante de algum problema, e olhamos apenas as nossas limitações. Mas precisamos saber que o Senhor nos conhece e sabe nossas fraquezas é Ele quem nos capacita. Assim como fez com Gideão “por ventura não te enviei eu?” o Senhor nos questiona. Quando compreendemos esse princípio, temos a chave da vitória. O menor dos menores é feito grande e colocado por cabeça quando crê e age segundo as orientações Daquele que tudo pode!

sábado, 19 de julho de 2014

Virou-se o Senhor para ele e lhe disse: Vai nesta tua força, e livra a Israel da mão de Midiã; porventura não te envio eu? Juízes 6:14


A estratégia do inimigo desde o início tem sido a de colocar medo para que as nossas forças sejam minadas. A Bíblia nos ensina que o verdadeiro amor lança fora todo medo e vemos nesta passagem que Deus mesmo determinou "vai nesta tua força". Mas essa força tem uma fonte: o inesgotável manancial da Palavra de Deus. Assim como Deus agiu na vida de Gideão, Ele agirá na vida daqueles que se dispuserem a confiar e a fazer o que o Senhor ordena. Se é Deus quem nos envia, não há o que temer! Se Ele é o general e está no comando a vitória é certa. O apóstolo Paulo confirma essas palavras quando afirma em carta aos Romanos "Se Deus é por nós, quem será contra nós?" Não há quem possa se interpor à ação de Deus! Quem observa com atenção as experiências que vive e delas consegue extrair lições percebe que até mesmo as circunstâncias adversas são livramento de Deus. A vitória é a confirmação de uma ação proativa no sentido de saber quem está no comando e de seguir as Suas orientações. “Vai” é verbo de ação e está no imperativo, o que pressupõe uma atitude de ação em direção a um alvo.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

“Abençoai aos que vos perseguem; abençoai e não amaldiçoeis”. (Romanos 12:14)





O Novo Testamento tem aproximadamente o mesmo volume que o Corão, mas ao contrário desse enaltece e ensina o amor ao próximo, inclusive pelos inimigos. Em lugar algum ele conclama à violência. Ao contrário, ele até ensina que devemos abençoar os que nos amaldiçoam e não dar lugar à ira. O cristão deve tentar ganhar os outros para Cristo por meio do amor e do testemunho, propagando o Evangelho pelo mundo, conforme fez Jesus. Ele não deve fazer diferença entre raças, origem, cultura, ideologia ou religião. ; é exortado a amar a todos da mesma maneira, ajudando e honrando-os.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação. João 5:29




Essa afirmativa de Jesus, narrada pelo apóstolo João leva algumas pessoas à interpretação de que fazer o bem é a garantia da salvação. Na verdade, a interpretação deveria ser: aquele que é salvo faz o bem, pois tendo sido remido por Jesus, busca a santidade e a estatura de Cristo e assim faz o que Jesus faria. Se tão somente a caridade fosse a condição para a salvação não haveria necessidade de Jesus verter Seu precioso sangue na Cruz. Se assim fosse, os Evangelhos não registrariam as palavras de Jesus sobre a condição para a salvação: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito [Jesus], para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3: 16). A salvação é recebida pela fé e aquele que crê no Filho de Deus, Jesus Cristo, tem a vida eterna, por isso Paulo afirmou: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” (Efésios 2:8-9). Se dependêssemos de fazer o bem para obtermos a salvação Paulo não teria dito que as obras não fazem parte do processo da salvação para que “ninguém se glorie”. As obras são os frutos da fé de acordo com Paulo “Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.” (Efésios 2: 10). Isso significa dizer que as boas obras devem fazer parte da vida do salvo, mas não são o agente da salvação e de igual modo o cumprimento da Lei também não garante a salvação afirma Paulo em Romanos 3:20 “visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei. Nesse texto vemos esclarecido que nem a obediência à Lei de Deus pode nos salvar. Recebemos a salvação quando reconhecemos que somos pecadores e que Jesus Cristo, em nosso lugar, levou nossos pecados na Cruz e, pelo Seu sangue, derramado em nosso lugar, somos salvos. Assim, precisamos entender que a salvação é uma ação de Deus em nossa vida e é recebida pela fé.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. 1 Coríntios 11:31-


Temos uma tendência a julgar as ações alheias e a nos isentar de culpa, mesmo em situações análogas. Talvez por isso, conhecendo a natureza humana, Paulo tenha se pronunciado em relação a esse comportamento ao se dirigir aos coríntios em sua primeira carta. Para ficarmos em paz com nossa consciência e para sermos coerentes com a Palavra de Deus precisamos fazer uma auto avaliação consciente e entender que Deus, como um Pai, repreende seus filhos com a intenção de evitar a condenação. Assim como um pai pune e corrige seus filhos para que esses se tornem pessoas de bem, Deus nos corrige para nos tornarmos mais parecidos com Cristo. Por essa razão precisamos avaliar em que área da nossa vida ainda estamos destoando do cristianismo genuíno, ou nos afastando Daquele que deve ser o nosso exemplo máximo a ser seguido: Jesus Cristo. Assim, o cristão deve avaliar sua vida e seu comportamento diariamente, principalmente quando está em ambientes mundanos, pois seu testemunho deve falar mais alto do que qualquer pregação e se somos testemunhas do Evangelho não podemos agir de forma incoerente que seja motivo de escândalo para o descrente.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece. João 3:36



São muitas as pessoas acreditam em Deus, admitem que Jesus foi um grande homem, acreditam na vida eterna, mas não reconhecem Jesus como o único e suficiente Salvador. Para muitos Jesus é “espírito iluminado que já não precisa mais reencarnar para atingir a luz”, para outros Ele é o filho de Maria, o que obedece o que ela lhe pede, para alguns Jesus foi um pregador judeu da Galileia, para muitos Ele foi o líder de um movimento apocalíptico, para outros um curandeiro carismático, um sábio e filósofo, ou um reformista, ou ainda um profeta. Mas a Bíblia deixa claro que conhecer Jesus ou a Sua vida e obra não nos tornam herdeiros da vida eterna. Para fazer parte desse grupo a condição é aceitar o sacrifício de Jesus como redenção para os nossos pecados. "Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores." (Romanos 5:8) Paulo diz em Romanos 6:23 que todo pecador estará perdido se não aceitar a Jesus "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor." E João afirmou em João 3:18"Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus." E em João 3:36 "Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece." Paulo afirma em Gálatas 2:16 que o homem não pode se salvar por sua bondade ou por obras. "Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada." (Gálatas 2:16) e m Tito 3:5 "Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo." Ninguém pode se salvar por seu dinheiro , conforme afirma Jesus em Mateus 16:26 "Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?" Tampouco a religião, por si só, pode salvar o homem garante Tiago 1:26 "Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã." (Tiago 1:26), Foi por essa certeza que a Bíblia registra "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." (João 14:6) e Jesus nos exorta "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei." (Mateus 11:28).

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Ora, Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro. João 11:5


É interessante observarmos que a Bíblia se refere nominalmente a cada membro dessa família e não diz apenas que Jesus amava aquela família. Isso nos mostra que o Senhor dá o valor individual a cada um de nós. Somos chamados pelo nome e respeitados em nossa individualidade pelo Mestre. Nas narrativas dos Evangelhos que mostram episódios de Jesus com essa família, notamos que Ele respeita as características e as formas de adoração de cada um deles. Vemos que Marta apreciava muito o Mestre, era hospitaleira e considerava uma honra receber o Senhor como hóspede, enquanto Maria não perdia a oportunidade adorar aos pés do Senhor e receber Dele os ensinamentos. Ela bebia cada uma de Suas palavras e sabia que o serviço era coisa secundária. Marta a seu modo adorava ao Senhor, pois, sendo hospitaleira, se esmerava para receber bem o Filho de Deus, assim como devemos fazer com os enviados do Senhor. Mas Maia escolheu a melhor parte e não deixava de aproveitar a oportunidade de se prostrar aos pés de Jesus para adorá-Lo, aprendendo cada vez mais com Ele. Lázaro por sua vez adorava a Jesus de forma diferente. A Bíblia não descreve os detalhes, mas registra quando Lázaro volta à vida. Entendemos que esse homem era amado por Jesus e O recebia com festa sempre que o Mestre estava em sua casa. Compreendemos que Jesus apreciava todas as formas de adoração que lhe eram dedicadas e com isso aprendemos que Jesus também nos ama da forma que somos e espera que O adoremos usando o que temos de melhor.

domingo, 13 de julho de 2014

Então a virgem se alegrará na dança, como também os jovens e os velhos juntamente; e tornarei o seu pranto em alegria, e os consolarei, e lhes darei alegria em lugar de tristeza. Jeremias 31:13


Tudo na vida é passageiro, tanto as alegrias quanto as tristezas e por essa razão a Bíblia nos aconselha a não darmos tanta atenção ao que se passa debaixo do céu e nos orienta a buscar as coisas do Reino de Deus que não são perecíveis. O profeta Jeremias nos conforta afirmando que nosso pranto será transformado em alegria. Essa promessa é para os que não se fiam nas conquistas humanas ou na palavra dos homens. Contemplar a Glória de Deus deve ser a nossa meta. O único e incorruptível troféu que devemos almejar deve ser a salvação pelo sangue de Jesus e não há ranking mais desejável do ver o nosso nome inscrito no Livro da Vida.

sábado, 12 de julho de 2014

Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem. (1 Coríntios 11:30)



Paulo escreve aos coríntios que estavam fracos, doentes e morrendo por causa de sua atitude pervertida na Ceia do Senhor Paulo e com isso chama a nossa a atenção para a observância ao cuidado com a vida espiritual, pois, ao contrário do que muitos pensam, negligenciar esse aspecto pode também trazer males físicos. Ignorar os preceitos de Deus pode trazer sérias consequências para os homens que seguem cuidando do físico e do intelecto e descuidam da parte espiritual. É certo que nem todo o mal que sofremos na carne é resultado de pecados que praticamos, o exemplo disso é Jesus que sofreu diversos males sem nunca ter pecado, mas há muitos casos em que sentimos no físico as consequências de nosso pecado por descaso com as coisas do espírito por termos desobedecido os preceitos do Senhor.

O recado de Paulo nos alerta para ficarmos atentos e, assim como cuidamos de nossa saúde física, de nossa aparência com tanto cuidado, devemos dar atenção ao nosso espírito.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

“Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus.” I Coríntios 3:9






A palavra de Paulo aos coríntios nos faz refletir sobre a necessidade de considerarmos com respeito a organização e a estrutura da Igreja, entendendo que ela foi estabelecida pelo Senhor por intermédio de representantes autorizados por Ele por meio do sacerdócio e por revelação. As tentativas de mudar essa constituição, por rebelião, dissensão ou facção de modo algum são aceitas por Deus. Aquele que deseja cooperar para a seara de Deus, e ser ministro do Evangelho de Jesus deve fazê-lo mediante a autoridade constituída. Nenhum sacerdócio pode ser auto constituído, conforme lembrou o autor de Hebreus 5:4, citando Moises “E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão”. A missão do sacerdócio é um dom de Deus e revelado por Ele aos que se qualificam espiritualmente, não aos que desejam por vaidade, orgulho ou ostentação. Por essa razão não pode ser concedido por solicitação, foi isso que nos ensinou o apóstolo Pedro ao repreender Simão, quando esse lhe ofereceu em troca do dom espiritual: “E Simão, vendo que pela imposição das mãos dos apóstolos era dado o Espírito Santo, lhes ofereceu dinheiro, Dizendo: Dai-me também a mim esse poder, para que aquele sobre quem eu puser as mãos receba o Espírito Santo.” (Atos 8:18–19). Cooperar com a lavoura de Cristo implica submissão e dedicação, não poder e destaque. Podemos cooperar com a lavoura de Cristo no anonimato, nos bastidores, não necessariamente no púlpito. O que Pedro estava dizendo é que ninguém pode comprar a unção ou buscar o sacerdócio por razões egoístas. Ele tem que ser conferido por aqueles que têm autoridade inconteste de Deus, sob a por revelação do Espírito Santo. Não foi por acaso que o apóstolo Paulo, em carta ao pupilo Timóteo o instruiu “A ninguém imponhas precipitadamente as mãos”. (I Timóteo 5:22)

quinta-feira, 10 de julho de 2014

No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo..." João 16:33







A orientação de Jesus é sempre uma lição de vida para aqueles que querem ser Seus discípulos. Jesus não prometeu que se seguíssemos os seus passos teríamos todas as bênçãos, seriamos ricos e famosos ou viveríamos sem problemas. Ao contrário, Ele nos avisou que passaríamos por aflições. Enquanto habitamos este mundo sabemos que estaremos sujeitos a emoções e contratempos diversos. Não estamos livres de traições, de ser enganados por falsos amigos, por pessoas inescrupulosas, por interesses diversos. Vivemos momentos de grande intensidade e conflitos, momentos de dúvida, de perplexidade, de dor e de angústias. Quando somos tomados pelas tribulações, somos tentados a pensar que Deus nos esqueceu e que nos abandonou, ou que Ele não se importa conosco. Mas o profeta Isaías nos faz sossegar quando reporta a mensagem de Deus: “Eu jamais me esqueço dos meus filhos.” – “Sião diz: Já me desamparou o Senhor, e o Senhor se esqueceu de mim. Pode uma mulher esquecer-se do filho que cria, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, Eu, todavia, não me esquecerei de ti.” - Isaias 49: 14 e 15.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

E Jesus lhes disse: Não o proibais, porque quem não é contra nós é por nós. Lucas 9:50






Essa foi uma lição que o apóstolo João aprendeu quando, quando ele e os demais apóstolos encontraram um homem que expulsava demônios e por zelo doutrinário proibiram o desconhecido de continuar a fazer aquilo. No entanto, lemos na Bíblia que Jesus não aprovou essa atitude e os repreendeu usando as palavras do texto em epígrafe. Isso significa que, por mais que pensemos estar certos, não temos autorização para julgar os outros, que se identificam como cristãos. Por isso Jesus disse em Mateus 7:1: “Não julguem os outros, para vocês não serem julgados por Deus”. Foi por isso que declarou: “Eu vim para salvar o mundo e não para julgá-lo” (João 12:47). Não temos autorização para julgar os outros, mas podemos ensinar o caminho, agindo como cristãos coerentes e que dão testemunho de vida e não apenas em discursos vazios. Os que são ou agem diferente de nós devem ser amados e respeitados e se agem em desacordo com a Bíblia não devem ser tomados como exemplo.

terça-feira, 8 de julho de 2014

E dizia-lhes uma parábola: Pode porventura o cego guiar o cego? Não cairão ambos na cova? Lucas 6:39


Jesus nos alerta nesta parábola sobre o perigo de nos aconselharmos ou de nos deixarmos liderar por pessoas que não dão testemunho de fé, de vida com equilíbrio ou de maturidade. Um cego não pode guiar outro cego obviamente porque lhe falta a visão, uma característica essencial de quem é guia. De igual modo não pode dar conselhos bons quem não dá bons frutos. Como alguém que vive em dificuldade financeira, que não consegui pagar as próprias contas dar conselhos sobre finanças e indicar o caminho do lucro? Como alguém que só faz coisas erradas pode ser exemplo para os demais. Quem não tem estabilidade emocional, profissional ou espiritual não tem credenciais para guiar ou orientar os outros. O máximo que pode fazer é exortar aos demais a não fazer o que que ele faz. A Bíblia diz que pela árvore se conhecem os frutos. Assim é também na vida. E quem segue um tolo dá sinais de maior tolice.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. João 19:30


Essas foram as últimas palavras de Jesus na Cruz. Precisamos entender que o sentido do "está consumado" é algo muito mais profundo do que interpretamos literalmente. Essas palavras não significam somente a expressão final de um condenado à cruz. Significa que a nossa dívida está quitada e que a partir daquele momento ninguém mais poderá cobrar uma dívida que já foi paga. Jesus está afirmando que está terminado, que a nossa dívida está paga. Com uma pequena expressão Jesus cumpre a tarefa de salvar a humanidade e com essa expressão Ele bate o carimbo da quitação. O quer era contra nós foi anulado. Ele pagou a nossa dívida completamente e estamos justificados no tribunal de Deus, pois estamos quites com a Lei e com a Justiça de Deus, pelo Seu sacrifício na cruz. Com essa expressão nos últimos minutos da vida de Jesus na terra recebemos a escritura que nos permite habitar os Céus. Podemos desfrutar, pela obra da Cruz, a plenitude do Reino de Deus. Jesus não foi derrotado na cruz e nem permanece lá como muitos ainda insistem em demonstrar. “Está consumado”. Jesus já conquistou a vitória e entregou a Deus o Seu espírito por amor de nós. Ele vive e já preparou um lugar para os que creem. Precisamos compreender que o que prendeu Jesus na Cruz não foram os cravos, mas o Seu amor por nós, por isso quando se encontrava ali, pendurado no madeiro, as Suas primeiras palavras foram dirigidas ao Pai em nosso favor “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. (Lucas 23:34) e em seguida ao ladrão que estava ao Seu lado na cruz e que demonstrou arrependimento.

domingo, 6 de julho de 2014

“E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até à meia-noite.” (Atos 20:7).




Desde a criação do mundo, Deus instituiu um dia da semana para cessarmos nossas atividades comuns, a fim de cultivarmos um relacionamento profundo com Ele. Há quem insista que esse dia deve ser o sexto dia, respaldando-se no Antigo Testamento. Mas se somos o povo da aliança, não podemos nos esquecer de que devemos observar os preceitos do pacto da redenção feito por Jesus. O domingo marca o fim da obra da redenção. Foi nesse dia que Cristo consumou a obra da redenção na cruz, pois ressuscitou no domingo. Ele apareceu aos seus discípulos no domingo e desde então esse dia representa a oportunidade para estreitarmos nossa comunhão com Deus. Dedicar um dia para essa prática é o cumprimento do pacto e não podemos negligenciar isso. Os apóstolos não descuidaram da observância ao dia do Senhor, mas estamos vendo que o mundanismo e a secularização que invadiu a nossa cultura, por meio da mídia e de tantas ofertas da sociedade, têm influenciado os cristãos fazendo com que desprezem essa observância. Não são poucos os que substituem o culto do dia do Senhor por quaisquer outros compromissos. Quando a Bíblia fala em primícias, ela está se referindo também às primícias do tempo. Assim, dedicar o primeiro dia da semana a Deus é observar os preceitos do pacto, sem literalidade, sem legalismo, mas com temor e respeito.

sábado, 5 de julho de 2014

“Ainda tenho muitas coisas para lhes dizer, mas vocês não poderiam suportar isso agora” (João 16:12).



As Escrituras afirmam em João 14:6 que Jesus é a verdade e essa característica intrínseca a Jesus é confirmada em toda a Bíblia e nesse versículo em epígrafe o apóstolo João transcreve as palavras do próprio Jesus. É interessante observar que Jesus sempre disse a verdade, mas nesse momento Ele afirma que há verdades que ainda não foram ditas, porque não era o momento oportuno. Com Jesus aprendemos que a verdade sempre precisa ser revelada, mas Ele também nos ensina que é preciso observar a hora certa de dizer a verdade. Nem sempre as pessoas estão prontas ou preparadas para ouvir a verdade e muitas vezes isso é motivo para que não seja compreendida, ou seja distorcida. Por essa razão precisamos pedir que o Espírito Santo nos capacite com sabedoria para sabermos o quê e como dizer e pedir que Ele faça a obra a fim de que nossos interlocutores estejam preparados para suportar a verdade. É o Espírito de Cristo quem nos capacita a dar testemunho da verdade. Da Verdade de Jesus e não da nossa verdade ou da verdade que as pessoas querem ou gostam de ouvir.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

E Deus é poderoso para fazer que toda a graça lhes seja acrescentada, para que em todas as coisas, em todo o tempo, tendo tudo o que é necessário, vocês transbordem em toda boa obra. Como está escrito: "Distribuiu, deu os seus bens aos necessitados; a sua justiça dura para sempre". Aquele que supre a semente ao que semeia e o pão ao que come também lhes suprirá e multiplicará a semente e fará crescer os frutos da sua justiça. 2 Coríntios 9:8-10


Muitas vezes ficamos ansiosos e preocupados com o que pode nos sobrevir e nos esquecemos de que Deus conhece profundamente nossas necessidades e tem a justa medida do que podemos ou devemos ter em determinado momento. Quando colocamos nossa confiança Nele descansamos seguros de que ao Seu tempo Ele fará o que será preciso. Outras vezes agimos com prepotência, pensando que somos nós os autores da obra sem dar o devido crédito Àquele que nos capacita. Precisamos nos lembrar de que Deus usa as pessoas como instrumento para fazer a obra, usa as mãos dos médicos como ferramenta, mas quem cura é Ele. Tolos são os homens que acreditam que são eles que fazem as coisas, sem reconhecer que Deus é quem supre e multiplica a semente.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. 2 Coríntios 4:8


Enquanto habitamos este mundo sabemos que estaremos sujeitos a emoções e contratempos diversos. Vivemos momentos de grande intensidade e conflitos, momentos de dúvida, de perplexidade, de dor e de angústias. Vivemos momentos de alegria, mas, também de tristeza. Momentos de riso, mas, também de choro. Momentos de conquistas e momentos de perdas. Momentos de cura e momentos de dor. A Bíblia é clara quando afirma que tempo para tudo debaixo do céu. Mas quando somos tomados pelas tribulações, somos tentados a pensar que Deus nos esqueceu e que nos abandonou, ou que Ele não se importa conosco. Mas o apóstolo Paulo nos lembra de que apesar dos momentos difíceis devemos permanecer fortalecidos porque Deus nos dá uma palavra de alento por meio do profeta: “Eu jamais me esqueço dos meus filhos.” – “Sião diz: Já me desamparou o Senhor, e o Senhor se esqueceu de mim. Pode uma mulher esquecer-se do filho que cria, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, Eu, todavia, não me esquecerei de ti.” - Isaias 49: 14 e 15.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, Filipenses 3:18



Paulo chama de “inimigos da cruz”, aquelas pessoas que trabalhavam para esvaziar o sentido da Cruz de Cristo, por isso ele exortava aos cristãos de Filipos que lutem contra esses inimigos para que a fé deles não fosse abalada. A exortação de Paulo precisa ser seriamente considerada pela igreja na atualidade, pois para cada alma que é agraciada com o conhecimento do Evangelho há um inimigo que atua contra a obra de Deus. E muitas vezes esses inimigos estão dentro da própria igreja e se mostram com aparência tal que enganam a muitos. São os que se intitulam cristãos, mas agem conforme as regras do mundo, com eloquência que confunde os mais desprevenidos. Contudo, os que se fortalecem na Palavra e a confrontam com as demais doutrinas não se deixam confundir, pois sabem reconhecer aquele que é nascido de novo dentre os que apenas foram atraídos por promessas de bênçãos. O verdadeiro cristão atrai as bênçãos porque busca o abençoador e ela vem como consequência, mas os que estão apenas interessados em vitórias fáceis, sem renunciar ao mundo são logo reconhecidos pelo próprio testemunho de vida, dentro e fora da igreja. Assim como no tempo de Paulo, a conduta dessas pessoas é marcada por coisas vergonhosas e pela busca de coisas passageiras. Além desses, precisamos nos precaver daqueles tentam convencer os salvos de que a cruz é loucura e que há outros meios de chegar a Deus. Devemos sempre nos perguntar o que a cruz de Cristo significa para nós. Aquele que reconhece o seu sentido salvífico e entende que foi lá que Jesus enfrentou o julgamento de Deus por causa dos nossos pecados e por ela todo o que aceita pela fé o sacrifício recebe o perdão dos pecados e tem acesso a Deus.

terça-feira, 1 de julho de 2014

O justo é um guia para o seu companheiro (Provérbios 12:26).



Quando o sábio faz essa afirmação ele não está simplesmente fazendo uma constatação, mas atribuindo uma responsabilidade ao justo, aqui tomado como aquele que é visto pelo Senhor como alvo da atenção do Senhor. O justo é aquele cuja memória será abençoada e cuja boca é manancial de vida, segundo afirma Salomão em Provérbios 10: 7 e 10:11). Exatamente por isso o justo deve ser exemplo e guia para os seus companheiros. Assim, deve ter cuidado de agir de acordo com a Palavra de Deus para não ser pedra de tropeço ou mau-exemplo. Aquele que carrega a marca de Jesus não pode negá-lo ou desmerece-lo em nenhuma atitude. E ainda que cometa alguma falha, deve considerar que o erro em sua vida será um mero acidente e não uma regra “Porque sete vezes cairá o justo e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal” (Provérbios 24:16).