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sábado, 30 de novembro de 2013

No dia da minha angústia clamo a ti, porquanto me respondes. Salmos 86:7


Quando nossos ouvidos estão atentos à Palavra de Deus, Ele nos responde, e conseguimos entender o que nos diz. Ele não nos desamparará, porque é misericordioso, é fiel, não muda de palavra, não deixa suas promessas, não nos descarta, porque somos tolos, frívolos, ou insensatos. Todavia, Ele se lembra da aliança que fez com nossos pais, conforme diz Moisés em  Deuteronômio 4:30-31 "Quando estiveres em angústia, e todas estas coisas te sobrevierem nos últimos dias, e te voltares para o SENHOR, teu Deus, e lhe atenderes a voz, então, o SENHOR, teu Deus, não te desamparará, porquanto é Deus misericordioso, nem te destruirá, nem se esquecerá da aliança que jurou a teus pais."  Porque Deus não age com o nosso senso de justiça, Ele não volta atrás e nem de opinião. Quando clamamos a Deus, Ele nos ouve e nos atende.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Então Pilatos julgou que devia fazer o que eles pediam. Lucas 23:24


Pilatos sabia quem era Jesus, mas ao ser confrontado com aquela verdade não foi assertivo na sua decisão e preferiu deixar que a multidão insana e usada por satanás decidisse por ele. Mesmo declarando que tinha poder para soltar Jesus não o fez. Muitos agem como Pilatos ainda hoje, pois sabem quem é Jesus, mas não querem se comprometer. A opinião dos outros conta mais do que o que diz os seus corações e assim seguem a multidão que é guiada por satanás em vez de reconhecer Jesus como Salvador. Os evangelhos narram que os judeus usaram um argumento político para convencer Pilatos da necessidade de sentenciar Jesus à morte, pois a Pilatos, que não era judeu não interessava a parte espiritual deste julgamento. Quando Pilatos perguntou a Jesus se Ele era o rei dos judeus, não lhe interessava a resposta por uma questão espiritual, mas sim política. Reconhecer que Jesus é rei é algo banal hoje em dia, assim como no tempo daquela sentença, muitos dizem que Jesus é rei, mas por ouvir falar. Nem todos reconhecem Jesus como Rei. O Reino de Jesus não é garantido por força assim como o reino deste mundo. Jesus tem reino, mas é diferente. Não é garantido por força, nem violência, não se estabelece na marra, não é acordo político, como interessava Pilatos, mas é conquistado pelo amor. A arma deste Reino não é humana. O Reino do Senhor Jesus não usa força, nem armas. A mulher de Pilatos conheceu a inquietação de quem busca o Reino e não se conforma com as armas deste mundo e ela interpelou o marido para que ele não julgasse aquele justo. Pilatos conclui que Jesus é rei, mas como não estava interessado na questão espiritual, retira-se da presença de Jesus. Pilatos, assim como muitos hoje, não quis ouvir a verdade, mesmo percebendo que não poderia condenar Aquele homem. Ele reconhecia a inocência de Jesus, mas não reconheceu o principal: Jesus é o Rei dos reis. Qualquer um reconhece e declara isso, mas sem se submeter à autoridade do Rei. Somente os salvos declaram e reconhecem Jesus como Rei e suficiente Salvador. Depois de reconhecer por quatro vezes a inocência de Jesus, ele começa a perceber o lado espiritual daquele julgamento.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Os teus votos estão sobre mim, ó Deus; eu te renderei ações de graças; Salmos 56:12


 O salmista em vários momentos declara o seu agradecimento a Deus porque tem o coração grato e reconhece que o Senhor é o responsável por todas as suas vitórias. Davi não só declarava o seu agradecimento, como agia com o coração grato. Ação de graças  não é um sentimento é uma atitude. Aquele que é grato  externa a gratidão em ação porque reconhece o doador. A Bíblia conta em Lucas 17 que, dos dez leprosos, apenas um manifestou uma ação de graças, voltando para agradecer. Os outros nove, certamente, tiveram um sentimento de reconhecimento pela cura, mas seguiram seus caminhos rumo à nova vida depois que passaram a enxergar. Eles foram abençoados, mas aquele que voltou, que teve uma atitude de agradecimento, recebeu muito mais do que aqueles nove, pois, além da bênção de enxergar recebeu a salvação. A Bíblia ensina que em tudo devemos dar graças. Até mesmo na adversidade, naquilo que nos parece mal, devemos ser gratos, pois Deus age sempre em favor dos Seus e transforma o mal em bem.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

E, estando ele assentado no tribunal, sua mulher mandou-lhe dizer: Não entres na questão desse justo, porque num sonho muito sofri por causa dele. Mateus 27:19-20


A esposa de Pilatos deu-lhe um conselho, após ter tido uma revelação em um sonho profético que perturbou sua alma. Ela tomou uma atitude, mesmo sem ter autoridade para tal. Mateus conta que ela interrompe a audiência da qual seu marido participava para que ele não entrasse na questão daquele justo. A Bíblia mostra que ela se angustiou com o sonho e não poderia ficar em paz depois de ter tido essa revelação. Pilatos já havia percebido que o julgamento de Jesus era um equívoco e  não gostaria de entrar no meio da questão dos romanos com os judeus. Os judeus intentavam matar Jesus, contudo não queriam manchar as próprias mãos às vésperas da Páscoa. Pilatos passa o problema à frente. Ele, como muitos, não queria se comprometer. Depois de passar Jesus a Herodes que lhe passa o caso novamente, Pilatos reconhece que Nele não havia culpa alguma e sabia que Jesus não era digno de morte, como afirmavam os judeus que passavam a sua questão para aquele representante de Roma. Ele tenta livrar Jesus da condenação, mas os judeus não aceitaram e então usa um artifício: deixar que o povo escolha entre Jesus e Barrabás. Politicamente seria um julgamento fácil. Barrabás era notoriamente conhecido por ser um homem cruel, um fora da lei, e Jesus era visivelmente um homem manso e inofensivo. Sob Ele não pesava crime algum.  Mas o povo foi incitado a escolher o indesejável por Pilatos, que, em vez de tomar a decisão que lhe cabia, deixou-a com o povo levado pela massa insana. Quando não tomamos as decisões com base na verdade, quando não ouvimos os conselhos que nos são revelados, corremos o risco de que satanás decida por nós. Pilatos lavou as mãos e permitiu que o diabo condenasse Aquele homem que ele sabia ser inocente. (Mateus 27:24). Lavou as mãos e não assumiu que tinha o poder de decisão. Muitos agem como Pilatos: estão diante de Jesus, mas não têm coragem de se decidir, antes preferem se livrar do sangue de Jesus. Não adianta querer se livrar desse sangue. Vemos que a mulher de Pilatos  o avisou em tempo, mas foi em vão. A história conta que Pilatos passou o resto da vida atormentado e perdeu tudo o que tinha. Lavar as mãos de nada lhe adiantou, quando deveria ter tomado uma sabia decisão. Assim também acontece com quem prefere deixar as decisões para os outros e não dão ouvidos às revelações do Senhor.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Porque assim diz o Senhor DEUS, o Santo de Israel: Voltando e descansando sereis salvos; no sossego e na confiança estaria a vossa força, mas não quisestes. Isaías 30:15


O profeta traz ao povo uma palavra de correção da parte do Senhor. Vemos que o povo não aceitava que as palavras dos profetas fossem duras, eles só queriam ouvir palavras boas e assim como muitos nos dias de hoje não aceitam a admoestação vinda dos profetas de Deus. Muitos, assim como o povo de Israel que foi buscar apoio em Faraó sem consultar a Deus, ainda agem assim.  Todas as vezes que não cremos em Deus e agimos sem consultá-lo, isso acontece. Muitas vezes nos sentimos ansiosos e, assim, tentamos resolver por nossa conta, procurando ajuda sem saber se Deus se agrada de nossas associações.  Mas assim como o povo judeu que não encontrou a tranquilidade esperada na sua associação com Faraó, vemos que quando não confiamos que tem Deus o melhor para nossas vidas e que Ele pode nos apontar a saída sem que tenhamos que buscar ajuda estranha. A Bíblia  nos mostra que o caminho para benção esta justamente em não colocar nelas o nosso anseio e foco principal. Somos incentivados a buscar primeiro o reino de Deus e sua justiça e todas as demais coisas nos serão acrescentadas.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. João 16:33


 Jesus nos alerta sobre  sobre as aflições que iremos passar, pois satanás não tem outro objetivo a não ser de buscar motivos para nos acusar. Por isso ele arma contra nós com a intenção de acabar com nossa fé. E essa tem sido uma ação persistente do nosso inimigo que muitas vezes se disfarça de anjo de luz para nos fazer sair do alvo. Mas o Senhor em tudo, tem nos ajudado e Sua promessa é de livramento que nem sempre reconhecemos. A Bíblia está repleta de exemplos de homens que passaram por aflições e dificuldades. Contudo essas aflições serviram para forjar neles  um caráter íntegro. José, Davi, Daniel, Josué são apenas alguns exemplos de homens que conheceram a segunda parte do que está expresso no versículo em epígrafe. Assim como esses homens, precisamos crer  nessa Palavra, porque ela é a promessa Daquele que não falha jamais.  Jesus nos assegura não só o livramento das inevitáveis aflições, mas, sobretudo, a vitória.

domingo, 24 de novembro de 2013

E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Lucas 6:41


 A Palavra de Deus é preciosa para nos fazer refletir sobre nosso comportamento e fala profundamente conosco quando abrimos nosso coração para receber sua exortação e orientação se humildemente nos dispusermos a receber. Jesus nos ensina neste versículo em epígrafe a não apontarmos o dedo para as falhas dos outros, sem atentarmos para os nossos erros primeiramente. Quando julgamos o outro sem olhar para as nossas próprias falhas corremos o risco de agir hipocritamente.  Não podemos corrigir a falha alheia, mas as nossas, sim, podem ser corrigidas e o primeiro passo é fazer como ensinou Jesus: cuidar de nossa vida, amando e respeitando o outro de modo a sermos exemplos de boa conduta e de solidariedade em todos os sentidos. Assim, não precisamos apontar os erros alheios. Nossas atitudes falam por nós.

sábado, 23 de novembro de 2013

Pois, que é Apolo, e que é Paulo, senão ministros pelos quais crestes, e isso conforme o que o Senhor concedeu a cada um? 1 Coríntios 3: 5.




O apóstolo Paulo nos faz refletir sobre o quão perniciosas  e contrárias ao Evangelho de Cristo são as "panelinhas" ou melhor "igrejinhas" que são criadas em nome de Deus e que pretensamente se acham melhores e mais sábias do que as demais e assim se  isolam  do Corpo de Deus criando segmentos religiosos. Jesus é muito claro quando afirma que irmãos são aqueles que seguem  a Palavra de Deus e que somos apenas ministros com a missão de propagar o Seu Evangelho, cada um usando o dom que lhe foi concedido. Paulo ensina em  1 Coríntios 3: 6-7 Eu plantei; Apolo regou; mas Deus deu o crescimento.  De modo que, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. A Palavra de Deus não pode ser propriedade de um segmento, ou tomada como exclusividade de alguns. A Palavra de Deus é viva e eficaz e produzirá para a qual foi destinada. O Senhor espera que cumpramos o mandamento de evangelizar a todas as criaturas, usando os dons que nos foram dados e com toda certeza não se agrada de divisões e dissensões em Sua Igreja. 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Vida e misericórdia me concedeste; e o teu cuidado guardou o meu espírito. Jó 10:12


Vemos o extremo cuidado de Deus nas mínimas coisas, no nosso cotidiano. Quando Ele providencia um lugar para nosso descanso, quando coloca pessoas no nosso caminho para nos apoiar, acolher, ou até mesmo para nos exortar, O Senhor está mostrando a Sua misericórdia. Quando Ele os dá o livramento que muitas vezes passa despercebido aos nossos olhos, Ele demonstra o Seu amor e interesse em nossas vidas. Um atraso na viagem, uma pessoa que nos faz desviar de um ponto, até mesmo algo que nos aborreça inicialmente pode ser um instrumento de Deus para nos livrar de algo ruim. Nem sempre o que nos parece mal é mau. Deus providencia o melhor para os Seus filhos até mesmo quando dormem. Aqueles que confiam no Senhor sabem disso, vivenciam em todos os momentos experiências nesse sentido e podem testemunhar os favores de Deus, assim como Jó. 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Depôs dos tronos os poderosos, E elevou os humildes. Encheu de bens os famintos, E despediu vazios os ricos. Lucas 1:52-53.



A forma como Jesus veio ao mundo é um grande recado de Deus à humanidade.  Jesus veio ao mundo como homem da forma mais humilde possível para revelar também ao homens que a humildade é preciosa aos olhos de Deus  e é de extrema importância no coração do homem , por isso em vários momentos a Bíblia nos exorta a desenvolver essa característica, em Tiago 4:10, o Senhor nos ensina: “Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará”. Reforçando em Lucas 22:26 “Pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve”. Para sermos verdadeiramente filhos de Deus e desempenharmos o serviço do Senhor é mister que esse sentimento seja desenvolvido em nosso coração.  Assim, para agradarmos verdadeiramente a Deus, precisamos procurar persistentemente  a humildade e nos revestirmos com ela.  O que Paulo exortou aos Efésios deve ser a nossa regra de fé e de conduta: “Sejam sempre humildes, bem educados e pacientes, suportando uns aos outros com amor”. (Efésios 4:1 ).

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

“Alienam-se os ímpios desde a madre; andam errados desde que nasceram, falando mentiras.” (Salmos 53:2).”

O salmista nos adverte  sobre perigo da convivência com o ímpio e sobre as relações com jugo desigual, porque Deus não quer que Seus filhos se percam ou se corrompam. Quando convivemos de forma desigual com pessoas sem o temor do Senhor, sem perceber vamos caindo em suas armadilhas, pois os ímpios não se preocupam em usar a falsidade, e a mentira para obterem o que desejam. Usados pelo inimigo, eles entram na vida daqueles que abrem brechas e dão espaços que o pecado entre em suas vidas, com o verniz da naturalidade. Pela mentira e sutileza de seduções, o ímpio leva o filho de Deus para o seu espaço e lhe rouba o mais precioso bem, a salvação. Ele não tem nada a perder e nem se preocupa com isso. Aos poucos, o cristão que permite essa convivência passe dos limites aceitáveis vai se deixando dominar pela vontade do outro e de repente se vê compelido a fazer até mesmo as coisas das quais não gosta, a participar de rituais os quais não concorda e não sabe como se libertar. Quando as coisas vêm do Senhor, elas vêm acompanhadas de paz e de segurança, de uma sensação de conforto e de uma certeza que permanece.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

E disse aos seus homens: O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, ao ungido do Senhor, que eu estenda a minha mão contra ele, pois é o ungido do Senhor. (1 Samuel 24: 6)


No texto em epígrafe vemos a atitude de Davi em relação ao rei Saul e, conhecendo essa história compreendemos que lutar contra um ungido de Deus é lutar contra o próprio Deus. Ele estende a mão para abençoar e livrar o seu ungido. Foi assim com Davi. Ele sabia que Saul era o primeiro ungido e não se levantou contra ele. Os dois eram ungidos, mas havia uma diferença de comportamento entre eles. Davi respeitou a unção de Saul. Contudo a recíproca não foi verdadeira. Davi teve a oportunidade de matar a Saul, ele mesmo que buscava Davi para matá-lo, mas não o fez, por respeito à sua unção.  Davi mostrou-lhe a prova de que o teve à mão, conforme lemos em 1 Samuel 24:10 “Eis que os teus olhos acabam de ver que o Senhor hoje te pôs em minhas mãos nesta caverna; e alguns disseram que eu te matasse, porém a minha mão te poupou; pois eu disse: Não estenderei a minha mão contra o meu senhor, porque é o ungido do Senhor.” O comportamento de dois reis, ungidos de Deus nos mostra que há uma grande diferença entre ser ungido e ter a cabeça besuntada de óleo. Há quem receba o batismo do arrependimento e saia  da água assim como entrou. Se não há mudança de comportamento, se não há arrependimento, não há transformação. Apenas há um pecador que entra seco e sai molhado das águas do batismo, mas não se vislumbra uma mudança de postura. O velho homem continua prevalecendo. A mentira, a idolatria, a superstição continuam dominando aquela vida, como antes. Mas aqueles que agem como Davi, que respeitam a unção recebida, são protegidos pelo próprio Deus. Ninguém que estenda a mão contra um ungido de Deus ficará impune. Mesmo quando  se tem a oportunidade de retribuir o mal, como Davi a Saul, não há necessidade de agir com revanchismo, pois a justiça deve ser entregue nas mãos de Deus. Ele, sim, fará justiça ao seu ungido. Não são poucos os exemplos que temos de pessoas que foram perseguidas, espoliadas, maltratadas por quem age impiamente e testemunharam a justiça de Deus. Deus não deixa que os Seus sejam maltratados nem mesmo por outro ungido. Saul também era ungido, mas não deu a Davi o mesmo tratamento recebido. Davi, ao contrário, pagou o mal com o bem, respeitando o outro ungido. A justiça foi entregue a Deus. A Bíblia conta que Saul poderia ter sido morto em diversas ocasiões por Davi e seu exército, mas foi poupado por ele em respeito a sua unção. Ele mesmo tirou a própria vida. Davi não precisou fazer nada, mas ao deixar a questão nas mãos de Deus  usou por bem a sua unção. Temos dois modelos de unção: o de Davi que é também o modelo de Cristo, o do respeito, obediência e perdão, ou o de Saul, modelo do maligno. Assim também agem aqueles que recebem a unção e não se fazem dignos dela. Saul, mesmo sendo ungido, escolheu o mal, Davi, entretanto, escolheu o bem. Vemos que Saul morreu com a própria lança com a qual intentou tantas vezes matar o outro ungido de Deus, mas Davi não precisou fazer nada.  Ainda hoje podemos escolher qual modelo seguir...

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer. João 15:15


Quando compreendemos o profundo significado desta revelação de Jesus registrada pelo apóstolo João, podemos ressignificar  nosso relacionamento com Jesus. Ele nos permite sermos amigos e não servos e isso significa que podemos partilhar de uma intimidade que só os amigos conhecem. Amigos conversam com alegria, compartilham segredos, têm prazer em estar juntos, riem por pouco, choram em solidariedade... E Jesus quer que nos comportemos com Ele desse modo. Ele quer revelar os Seus segredos para que os propósitos de Deus possam se cumprir na Terra. Ele quer nos ouvir com atenção, quer que tenhamos prazer em estar com Ele...
Quando queremos agradar a um amigo procuramos conhecer quais são as suas vontades e isso só acontece quando andamos junto dessa pessoa, quando partilhamos de sua intimidade. Se queremos usufruir da condição de amigos de Jesus precisamos conhecer a Sua vontade  para agradá-lo. E  somente andando com Ele podemos ter essa oportunidade. Conhecendo os propósitos de Jesus podemos fazer a Sua vontade.  Mas isso implica disposição para obedecer. Por isso Ele nos diz:  “Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.”(João 15:14). 

domingo, 17 de novembro de 2013

E conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus. Efésios 3:19


 O desejo de Deus é de que todos cresçam na fé e no conhecimento de seu Filho Jesus Cristo e assim atinjam a estatura de varão perfeito, conforme exorta Paulo em Efésios 4:13. Quando nos dedicamos a buscar a  plenitude no conhecimento do amor de Cristo, agradamos ao próprio Deus ganhamos a condição de receber a revelação necessária para nosso crescimento espiritual, assim como foi com o próprio Paulo (Efésios 1:17,18). O  Apóstolo Paulo desejou que os irmãos da cidade de Éfeso  atingissem o pleno conhecimento de Jesus e transbordassem da plenitude de Deus. Hoje, quando presenciamos pessoas correndo de um lado para o outro em uma rotina que lhes absorve o tempo e a energia, pessoas descontentes, insatisfeitas, sem um rumo em sua vida espiritual, pessoas vazias de Deus ou cheias de religiosidade, pessoas vazias do Espírito Santo e sobrecarregadas de dogmas, teorias sem prática, cheias de conhecimento teológico e de títulos, mas totalmente nulas de  testemunho de vida, entendemos  que a oração de Paulo é mais do que necessária. Conhecimento e erudição não são capazes por si só de transformar um ser, ou de tocar  os corações dos sedentos, dos cativos, dês angustiados... Paulo era um erudito, mas só obteve o pleno conhecimento, quando teve consciência de sua cegueira. Quantos de nós não estamos ainda nessa escuridão espiritual, mesmo com toda letra? Ainda hoje a prevalece a inversão das prioridades, colocando o conhecimento humano acima das questões espirituais. Paulo insiste para que busquemos   compreender o significado do versículo no qual ele diz: porque a letra mata e o espírito vivifica. (2 Coríntios 3:6b). A ação soberana de Deus, e as experiências espirituais verdadeiramente produzem amadurecimento e crescimento.

sábado, 16 de novembro de 2013

E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. 1 João 2:17


O texto em epígrafe nos faz refletir sobre as nossas escolhas e sobre como elas definirão o nosso futuro em relação  ao mundo espiritual. O apóstolo João nos diz que as coisas deste mundo irão passar e somente aquele que cumpre a vontade de Deus irá permanecer, por isso precisamos fazer uma escolha que nos garanta a vida eterna ao lado de Deus. Todos os dias nós precisamos escolher entre as tentações deste mundo e a vontade de Deus. A Palavra de Deus nos ensina um caminho seguro para vencer o mundo e encontrar a vida eterna, pois mesmo que possa parecer atrativo, precisamos entender que os prazeres terrenos são passageiros e que devemos dar valor àquilo que realmente é importante, àquilo que realmente agrada a Deus, e nisso Deus certamente Deus nos abençoará.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

E, virando-se o Senhor, olhou para Pedro, e Pedro lembrou-se da palavra do Senhor, como lhe havia dito: Antes que o galo cante hoje, me negarás três vezes. E, saindo Pedro para fora, chorou amargamente. Lucas 22:61,62


Essa passagem nos faz refletir sobre como ainda hoje negar a Cristo tem sido, entre os cristão, uma prática comum. Vemos que Pedro caminhou com Jesus, sabia quem Ele era, mas no momento de pressão fez o que o próprio Jesus havia previsto. De maneira quase imperceptível, ou  muitas vezes, pela cauterização da mente e o comprometimento da visão espiritual, mesmo se assumindo entre os irmãos como cristãos, muitos não assumem Jesus em seu ambiente de trabalho ou na vida social. Pedro foi impulsivo em afirmar que não negaria o Mestre, mas assim como as pessoas intempestivas, ele nos mostra que a impulsividade é uma característica daqueles que não refletem adequadamente, não consultam a Deus, tendo como base a Sua palavra e tomam decisões que melhor lhe parecem, sem medirem as consequências que elas podem trazer ao projeto de Deus para a sua vida. Isso ocorre em várias áreas de sua vida. Nossas escolhas devem ser sob a orientação precisa de Cristo, e nelas ou por elas vemos que negamos Cristo, quando agimos por impulso, quando não reafirmamos nossa posição cristã. Quantas vezes fazemos alianças que são cheias de boas intenções, no entanto buscamos o que julgamos ser o melhor para nós sem consultar a Deus e sem atentarmos para a Sua palavra. Se escolhemos errado, iludido pelas aparências, nossas atitudes  negam a Cristo. Quando deixamos de obedecer a palavra de Deus, deixamos de perceber os conflitos que são travados no mundo espiritual e que refletem diretamente em nossas vidas e nossas atitudes fazemos como Pedro. Mas Pedro pode refletir sobre suas atitudes e chorou arrependido. Depois disso, vemos que ele mudou sua postura e de fato se converteu. Deus espera que, ainda que O tenhamos negado em nossas atitudes, mudemos de postura e procuremos segui-Lo efetivamente, sem máscaras, sem receio de sermos criticados ou perseguidos. 

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos. Salmos 32:8


Quando estamos para tomar uma decisão importante, ou mesmo quando nos deparamos com as decisões triviais no dia a dia, precisamos contar com a orientação do Senhor. Se Ele está à frente de nossas decisões, com toda certeza, nas pequenas ou nas grandes, faremos a coisa certa. Nem sempre nos damos conta de que isso é importante e acabamos escolhendo caminhos por nossa conta e não raras vezes percebemos, depois de nos frustrar, que  teria sido melhor termos consultado a vontade de Deus. Essa é uma atitude sábia e simples de ser tomada. Ouvir a Deus apenas requer um coração disposto a entrar em sintonia com Ele. O salmista diz nos Salmos 37:23 que “Os passos de um homem bom são confirmados pelo SENHOR, e ele deleita-se no seu caminho”. Quando fazemos, ou estamos dispostos a fazer a vontade de Deus, nosso coração fica em paz e vemos as consequências de forma positiva a confirmarem o caminho escolhido. Mas, quando agimos por nossa própria vontade, sem ouvir a Deus, sem nos balizarmos em Sua palavra, sempre possível de ser confirmada pelos líderes ou profetas que Ele colocou entre nós, nosso coração não se aquieta e não é surpresa que a decepção vem a seguir. Por essa razão, o sábio ensina em Provérbios 3:5- 6 “Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas”. Quem não quer se frustrar e espera seguir um caminho seguro, deve estar atento ao que diz o  profeta Isaías 58:11 “E o SENHOR te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam”. 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

E disse: Meu Senhor, se agora tenho achado graça aos teus olhos, rogo-te que não passes de teu servo. Gênesis 18:3


Esse trecho é uma parte do diálogo de Abraão com Deus, quando esse recebeu do Senhor a promessa de que seria pai de uma grande nação, mesmo sendo já avançado em idade. Essa oportunidade de receber a Deus não é prerrogativa de Abraão, mas quantos de nós podemos pronunciar essas palavras que prenunciaram a bênção? Quantos têm achado graça aos olhos de Deus para que Ele possa ministrar bênçãos tais que reflitam em tantas gerações? O que parece tardio a nós não é impossível para Deus. Ele pode nos tirar de uma comodidade nos mandar para um lugar desconhecido e, testando nossa fé, cumprir a Sua promessa. Mas precisamos observar que Abraão primeiro obedeceu. Ainda hoje Deus nos convida a sair da nossa “casa”, no sentido de sair de um lugar de conforto e seguir um caminho que Ele irá nos guiar. Assim como fez com Abraão, Deus nos promete uma terra onde mana leite e mel. Passe o tempo que passar, precisamos ter a convicção de que Deus não retarda a sua promessa, ainda que alguns a tenham por tardia. 

terça-feira, 12 de novembro de 2013

E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; Mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo. Atos 10:34-35


Muitos se apoiam nesse texto para argumentar que Deus ama a todos, e Cristo morreu por todos, portanto, se não faz acepção de pessoas, todos, indistintamente, têm direito à salvação, independente de como agem. Quando Lucas afirma que Deus não faz acepção de pessoas, ele está dizendo que para Deus todos são iguais, pois tanto judeus como gentios estão debaixo do pecado, conforme registra Paulo em Romanos 3:9 "Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus". Significa que nenhum de nós é melhor aos olhos de Deus. Ao pelo contrário, todos somos iguais, ímpios, maus, rebeldes, insolentes,  indignos até mesmo de existir, mas não somos consumidos somente por causa da sua misericórdia, que não tem fim. Nós somos  "justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus" Romanos 3:24.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Muitos se purificarão, e se embranquecerão, e serão acrisolados; mas os ímpios procederão impiamente; e nenhum deles entenderá; mas os sábios entenderão. Daniel 12:10


O profeta Daniel, depois de receber de Deus uma visão daquilo que acontecerá no fim dos tempos, sem compreender o sentido da visão que lhe foi dada, ouviu do Senhor a explicação que deve nos levar a reflexão e estado de alerta. O Senhor nos diz claramente que aqueles que ouvem e colocam em prática a Sua Palavra serão purificados. Passarão, com toda certeza, por provas de fogo, as quais servirão para o seu aperfeiçoamento e crescimento espiritual. Contudo, os ímpios, ainda que escutem e que tenham a mesma oportunidade, cerrarão seus ouvidos e se fecharão no seu próprio entendimento para não praticarem o que ouviram, preferindo agir impiamente. Temos entendimento e liberdade de escolher a quem seguir: ao príncipe deste mundo ou ao Senhor dos céus e da terra. A palavra dada a Daniel se refere a um tempo futuro, o nosso tempo e ainda hoje Deus insiste em nos tirar da Babilônia. Mas como o Senhor não força entrada, Ele bate à porta e nos dá a oportunidade de abrirmos e de convidá-Lo a entrar. Os sábios abrirão e se sentarão com Ele à mesa. Essa é a mensagem do profeta. Esse é o recado para aqueles que ainda não abriram seus ouvidos e não branquearam suas vestes para partilhar da mesa do Pai. 

domingo, 10 de novembro de 2013

Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu. Hebreus 10:23


 Deus é fiel para cumprir tudo aquilo que prometeu, ensina o autor de Hebreus, corroborando o que afirmou  Isaías 66:7-8, há uma promessa poderosa. Ela já se concretizou e tudo o que precisamos fazer é reter firme a confissão da esperança. Deus se encarregará de fazer nascer o fruto e faremos uma colheita sem limites e, assim, veremos as bênçãos do Senhor em nossas vidas.  A palavra de Deus nos ensina a deixar de olhar para as coisas do mundo e colocar nossos olhos em Jesus. Precisamos tirar os olhos da notícia do mundo e colocar nossos sentidos na notícia divina, certos de que a notícia de Deus sempre sobrepujará a notícia da mídia. Calamidades, injustiças, dores e angústias fazem parte do caminho da humanidade e devem nos lembrar de que Jesus é a nossa esperança. Ele é a promessa que voltará em breve, por isso se estamos nos sentindo desapontados com as notícias que ouvimos, com as pessoas que estão ao nosso lado, não devemos entrar  em pânico. Não podemos desistir. A chave é sermos pacientes, e nos lembrar  de Deus ainda está no controle. Nada terminará até que Ele o determine. Precisamos ter a clara convicção de que Deus instala um tempo novo na vida de todos os que receberem e de os decretos do passado serão anulados, as projeções do mundo não se efetivarão em nome de Jesus. Precisamos  nos apegar na palavra que diz: “Porque, como os novos céus, e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante da minha face, diz o Senhor, assim também há de estar a vossa posteridade e o vosso nome”. (Isaías 66:22).

sábado, 9 de novembro de 2013

Porque, se alguém cuida ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo. Gálatas 6:3


 Paulo, em carta aos Gálatas  trata de um aspecto da natureza humana: a vaidade. Mas não se trata da vaidade como é entendida socialmente, no sentido de cuidado. Deus não condena o nosso desejo de nos manter saudáveis e vistosos, o nosso cuidado com o corpo, o cuidado com os cabelos, o uso de joias, de roupas e adornos, desde que isso não esteja em primeiro lugar, ou que nos leve a uma idolatria do corpo. Não há nada de mal em se embelezar, em cuidar do corpo, pois, segundo  a Bíblia, nosso corpo ele é templo do Espírito e deve ser bem tratado.  A vaidade não significa cuidar da beleza, ou andar na moda, para sermos socialmente adaptados, bem arrumados, com adornos, mesmo que isso também seja vaidade no sentido de  sentido de que é passageiro, conforme ensina Salomão. O que Deus condena é a vaidade, no sentido de sermos arrogantes, julgando-nos melhor do que outro porque temos circunstancialmente uma posição de destaque ou que nos coloque à frente.  Dinheiro, status, poder, joias e aparências são vaidade, quando não são um meio de glorificar a Deus e constituem-se tão somente em um fim em si mesmo. A vaidade que pressupõe o orgulho e arrogância é abominável a Deus, por isso o salmista declarou: “O SENHOR conhece os pensamentos do homem, que são vaidade”. Salmos 94:11. 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

E destruirei do meio de ti as tuas imagens de escultura e as tuas estátuas; e tu não te inclinarás mais diante da obra das tuas mãos. Miquéias 5:13


As imagens afastam a criatura do Criador. Essa é uma lição que os homens precisam entender e para isso não é necessário buscar em teologias sofisticadas, doutrinas diversas ou na palavra de qualquer homem. Basta ler um dentre os diversos versículos bíblicos que registram essa reiterada ordem do Senhor. Deus espera que Seus filhos O obedeçam e isso significa também que Ele não quer dividir Sua glória nem mesmo com algo que seja criado pelo homem para Dele se lembrar. Deus é Espírito e assim deve ser adorado.  Você pode escolher um desses versículos e decidir obedecer:
1-  "Jeremias 8:19 - Eis a voz do clamor da filha do meu povo de terra mui remota; não está o SENHOR em Sião? Não está nela o seu rei? Por que me provocaram à ira com as suas imagens de escultura, com vaidades estranhas?"  2- "Êxodo 20:4 - Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Êxodo 20:5 - Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam." 3- "Salmos 97:7 - Confundidos sejam todos os que servem imagens de escultura, que se gloriam de ídolos; prostrai-vos diante DELE todos os deuses." 4- "Isaías 42:8 - Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura." 5- "Isaías 45:20 - Congregai-vos, e vinde; chegai-vos juntos, os que escapastes das nações; nada sabem os que conduzem em procissão as suas imagens de escultura, feitas de madeira, e rogam a um deus que não pode salvar." 6- "Naum 1:14 - Contra ti, porém, o SENHOR deu ordem que não haja mais linhagem do teu nome; da casa dos teus deuses exterminarei as imagens de escultura e de fundição; ali farei o teu sepulcro, porque és vil." 7-"Levítico 26:1 - NÃO fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o SENHOR vosso Deus." 8- "Levítico 26:30 - E destruirei os vossos altos, e desfarei as vossas imagens, e lançarei os vossos cadáveres sobre os cadáveres dos vossos deuses; a minha alma se enfadará de vós." 9- "Deuteronômio 4:16 - ...Para que não vos corrompais, e vos façais alguma imagem esculpida na forma de qualquer figura, semelhança de homem ou mulher;" 10- "Deuteronômio 4:23 - Guardai-vos e não vos esqueçais da aliança do SENHOR vosso Deus, que tem feito convosco, e não façais para vós escultura alguma, imagem de alguma coisa que o SENHOR vosso Deus vos proibiu." 11- "Deuteronômio 7:5 - Porém assim lhes fareis: Derrubareis os seus altares, quebrareis as suas estátuas; e cortareis os seus bosques, e queimareis a fogo as suas imagens de escultura." 12- "Deuteronômio 16:22 - ...Nem levantarás imagem, a qual o SENHOR teu Deus odeia." 13- "Deuteronômio 27:15 - Maldito o homem que fizer imagem de escultura, ou de fundição, abominação ao SENHOR, obra da mão do artífice, e a puser em um lugar escondido. E todo o povo, respondendo, dirá: Amém." 14- "Juízes 3:26 - E Eúde escapou, enquanto eles se demoravam; porque ele passou pelas imagens de escultura, e escapou para Seirá." 15- "2º Crônicas 33:22 - E fez o que era mau aos olhos do SENHOR, como havia feito Manassés, seu pai; porque Amom sacrificou a todas as imagens de escultura que Manassés, seu pai tinha feito, e as serviu." 16- "Isaías 21:9 - E eis agora vem um carro com homens, e um par de cavaleiros. Então respondeu e disse: Caída é Babilônia, caída é! E todas as imagens de escultura dos seus deuses quebraram-se no chão." 17- "Isaías 17:7 - Naquele dia atentará o homem para o seu Criador, e os seus olhos olharão para o Santo de Israel. Isaías 17:8 - E não atentará para os altares, obra das suas mãos, nem olhará para o que fizeram seus dedos, nem para os bosques, nem para as imagens." 18- "Isaías 41:29 - Eis que todos são vaidade; as suas obras não são coisa alguma; as suas imagens de fundição são vento e confusão." 19- "Isaías 42:17 - Tornarão atrás e confundir-se-ão de vergonha os que confiam em imagens de escultura, e dizem às imagens de fundição: Vós sois nossos deuses." 20- "Isaías 44:10 - Quem forma um deus, e funde uma imagem de escultura, que é de nenhum préstimo?" 21- "Isaías 45:16 - Envergonhar-se-ão, e também se confundirão todos; cairão juntamente na afronta os que fabricam imagens." 22- "Jeremias 10:14 - Todo o homem é embrutecido no seu conhecimento; envergonha-se todo o fundidor da sua imagem de escultura; porque sua imagem fundida é mentira, e nelas não há espírito." 23- "Jeremias 50:38 - Cairá a seca sobre as suas águas, e secarão; porque é uma terra de imagens esculpidas, e pelos seus ídolos andam enfurecidos." 24-"Jeremias 51:47 - Portanto, eis que vêm dias, em que farei juízo sobre as imagens de escultura de Babilônia, e toda a sua terra será envergonhada, e todos os seus mortos cairão no meio dela." 25- "Habacuque 2:18 - Que aproveita a imagem de escultura, depois que a esculpiu o seu artífice? Ela é máscara e ensina mentira, para que quem a formou confie na sua obra, fazendo ídolos mudos?" 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. 1 Coríntios 13:13





Podemos ter fé em varias coisas ou pessoas: em santos, em anjos, em Maria, em um objeto, um amuleto, um patuá... Podemos até mesmo fazer uma fezinha na loteria, ter fé supersticiosa, mas essa não é a fé sobre a qual o apóstolo Paulo nos fala também em  Efésios 3: 17-19 "que Cristo habite pela fé nos vossos corações, a fim de que, estando arraigados e fundados em amor, possais compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios até a inteira plenitude de Deus." Fé em Deus e em Jesus somente é o que Bíblia diz, em nenhum outro nome. Hebreus 11: 1 assim define o que é fé: "Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem." Segundo a Bíblia, a fé, a esperança e o amor não podem ser vistos, mas podem ser achados. Nós podemos até ver aparentemente o amor, mas só podemos confirmá-lo se ele for achado. Essas três coisas podem ser achadas, vemos como exemplo o caso do centurião romano. O centurião tinha fé para que seu criado fosse curado, essa fé produziu uma esperança verdadeira e Jesus operou um milagre à distância. O que movia a fé e a esperança naquele homem era o amor por seu criado, conforme descreve Lucas 7:2. O amor fez com que aquele homem buscasse uma forma de curar o seu criado. Ele não amava a Deus,  conhecia Jesus apenas de ouvir falar, mas tinha amor por seu criado e isso o fez encontrá-lo. O amor produziu o primeiro milagre, a cura do criado. Mas esse amor fez com que o centurião refletisse sobre quem era Aquele homem que produzia milagres e se reconhecesse indigno de recebê-Lo em sua casa, porque se reconhecia pecador. Vemos que o centurião começou a amar a Deus, depois que reconheceu o Seu Filho. Só vence o mundo aquele que crê em Jesus, somos mais do que vencedores Nele. Precisamos ter fé, esperança, mas, sobretudo, amor, o maior de todos, segundo Jesus. Quem tem amor consegue tudo o que precisa. Por isso 1 João 3:22-24 afirma: "e qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista.  Ora, o seu mandamento é este, que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, como ele nos ordenou.  Quem guarda os seus mandamentos, em Deus permanece e Deus nele. E nisto conhecemos que ele permanece em nós: pelo Espírito que nos tem dado."

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Então apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos diante da face de nosso Deus, para lhe pedirmos caminho seguro para nós, para nossos filhos e para todos os nossos bens. Esdras 8:21


Atualmente, os perigos e as ameaças estão por toda parte, somos bombardeados  o tempo todo pelo mundanismo, os valores morais a cada dia são destruídos, a família tem sido atacada na sua essência, o certo está virando errado e o errado, certo, porque o mundo jaz no maligno (1 João 5:19). Hoje, mais do que nunca, precisamos fazer como Esdras e pedir a Deus um caminho seguro para nossa casa, nossos filhos, nossos colegas. As doutrinas do engano estão se sobressaindo, sob a máscara da liberdade de expressão e do livre arbítrio. Esdras conhecia o “inimigo pelo caminho”. Mas acreditava no Deus de Israel, e sabia exatamente o que fazer. Ele não quis depender do rei e preferiu depender de Deus. Essa é a mais sábia atitude que devemos tomar diante da necessidade de buscarmos um caminho seguro e que nos conduza a um lugar de paz em face da iminente perseguição do inimigo. 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Mas pela tua grande misericórdia os não destruíste nem desamparaste, porque és um Deus clemente e misericordioso. Neemias 9:31


Esse versículo mostra-nos o reconhecimento do profeta em relação ao caráter e principal característica de Deus. Apesar  de muitos homens, seitas e religiões acreditarem que Deus é vingativo, aqueles que buscam uma verdadeira experiência com Deus, assim como o profeta Neemias, sabem que  Ele é misericordioso e que Sua justiça é irrepreensível. Deus  é bom com todos, até mesmo para os infiéis. E isso é algo incompreensível aos olhos humanos.  Jesus afirmou que o amor de Deus ”... faz nascer o seu sol sobre os maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos” (Mateus 5:45). Graças a essa misericórdia e longanimidade de Deus é que esse mundo ainda não foi destruído. Pela sua grande bondade, Deus tem bênçãos indizíveis preparadas somente para aqueles que nele se refugiam.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

E, dizendo ele isto, todos os seus adversários ficaram envergonhados, e todo o povo se alegrava por todas as coisas gloriosas que eram feitas por ele. Lucas 13:17


Esse versículo é parte da passagem que narra o episódio em que Jesus libertou uma mulher que há dezoito anos estava enferma. Jesus a encontrou em uma sinagoga, todavia aquele ambiente estava mais enfermo do que aquela mulher. Era um lugar religioso, porém hipócrita. Ali estavam pessoas cuja religiosidade as impediam de enxergar a verdade, pessoas enfermas espiritualmente, escravas de doutrinas que elas colocavam acima de tudo. Quantas vezes nós deixamos de ver a Glória de Deus porque estamos mais preocupados com dogmas do que com o próprio Deus. A atitude de Jesus, ao curar aquela mulher no sábado, descortinou a hipocrisia que vigorava entre os defensores da Lei. Quando ficamos presos a doutrinas criadas pelo homem, distanciamo-nos do Criador que espera de nós um coração humilde e não a arrogância de quem se arroga cumpridor de preceitos religiosos. Jesus envergonhou aqueles homens não pelo que disse, mas pela coerência de suas atitudes. É assim que envergonharemos os nossos adversários. Não é pelo muito falar, mas por nosso comportamento coerente e equilibrado. 

domingo, 3 de novembro de 2013

Porque o Senhor será a tua esperança; guardará os teus pés de serem capturados. Provérbios 3:26



Não há nenhuma garantia de que estamos livres das ameaças do mundo, nesta sociedade impregnada pela violência, pelo desejo de ter e de poder a qualquer custo. Mas enquanto alguns blindam seus carros, cercam-se de grades e de sofisticados sistemas de segurança, Salomão dá uma palavra de alento aos que colocam sua confiança no Senhor. Somente Nele podemos ter a garantia de seguirmos ilesos em um mundo cheio de desvios e enganos. Somente Deus pode guardar os nossos pés e nos libertar das amarras deste mundo para que possamos caminhar para os caminhos do Senhor em Quem devemos depositar nossa esperança. Quantas vezes nos sentimos com os pés atados, presos pelo medo, pela insegurança, nas correntes e algemas simbólicas que nos aprisionam?  Mas não importa o poder daquilo que nos esteja prendendo, devemos saber que Deus pode romper esses grilhões e dar liberdade aos nossos pés, se deixarmos que Ele conduza nossa mente e habite em nosso coração.  E quando nos rendemos a Ele, entendemos o sentido deste paradoxo: somos completamente livres quando nos entregamos completamente.

sábado, 2 de novembro de 2013

Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. João 6:37


Essa é uma mensagem de alento. Jesus nos ama e não nos rejeita quando o buscamos de coração.  E isso significa que Ele não olha para os nossos pecados, para o que de mal fizemos, ou como chegamos a Ele. Jesus nos aceita como somos, desde que  nos acheguemos a Ele. De maneira alguma seremos lançados fora, mas  precisamos saber que Ele espera de nós o primeiro passo em Sua direção, pois assim como não nos rejeita, também não força entrada em nossas vidas. Mas observe que Jesus diz: “todo aquele que o Pai me dá virá a mim”. O Espírito de Deus toca o coração  daqueles que devem se aproximar de Jesus. E essa é uma experiência sem explicação. É preciso vivê-la para entender como se dá. É algo sobrenatural. Mas aqueles que abrem seu coração e se colocam em sintonia com o coração do Pai, certamente, viverão essa experiência inestimável.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

"Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes" (Ef 6.12).

No último dia do mês de outubro e início do mês de novembro o mundo participa de série de eventos que, superficialmente, pode parecer inocente aos nossos olhos. Contudo, se buscarmos na sua história, o que presenciamos é uma celebração nada inocente do ocultismo orquestrada pelo príncipe das trevas para se fazer presente nas mais bem intencionadas famílias. Isso ocorre porque a mídia divulga e até mesmo as escolas, as igrejas e a sociedade promovem. Do dia das bruxas o chamado Halloween ao dia dos mortos, em diferentes sociedades, vemos que essas festas envolvem celebrações fúnebres, consultas aos mortos, louvor à "divindade" da morte e negociatas com entidades do mundo tenebroso.  O que pode parecer ingênuo encobre uma associação nefasta com o mundo das trevas.A brincadeira promovida com crianças, quando saem às casas repetindo "gostosuras ou travessuras" numa adaptação do  "trick or treat" mais comum na América do Norte, mas trazida ao Brasil com viés da ingenuidade nada mais é do que a representação, na cultura celta,  dos espíritos dos mortos que supostamente vagueavam naquela noite procurando realizar maldades (travessuras) ou em busca de bom acolhimento (bons tratos). Os celtas deixavam comidas do lado de fora das casas para agradar os espíritos que passavam.  Quando  recebemos ou incentivamos  as crianças a repetirem essas brincadeiras estamos simbolicamente realizando negociatas com principados e potestades do mundo tenebroso, da mesma forma que os celtas faziam na Antiguidade. Sabemos que satanás é ardiloso e age sutilmente para se infiltrar no seio cristão. Assim, usando aspectos da cultura pagã, ele se infiltra na sociedade e na vida da Igreja. A Igreja Católica convive amigavelmente com a festa de Hallowe’en. No México, há uma semana e não só três dias dedicados a essas festas, quando celebram  uma festividade pagã em honra ao "Senhor da Morte" e celebrada em memória à morte do "Deus Chifrudo" . Embora a sociedade encare como uma festa, e nao veja o que está por detrás disso, sem fazer a associação devida, compactuam com esse culto que em hipótese alguma é dirigido a Deus. Na Inglaterra medieval, havia uma celebração dedicada aos mártires e  esse festival católico ficou conhecido como "All Hallows Day" ("Dia de Todos os Santos"). A noite anterior ao 1º de novembro era chamada "Hallows Evening", abreviada "Hallows’ Eve" e, posteriormente, "Hallowe’en". Mais de um século após instituir o "Dia de Todos os Santos", a Igreja Católica determinou que o melhor dia para se comemorar o "Dia dos Mortos" era logo após o "Dia de Todos os Santos". Assim, ficou estabelecido o "Dia de Finados" no dia 2 de novembro. Assim,  a noite de "Hallowe’en", o "Dia de Todos os Santos" e o "Dia de Finados" são uma só sequência e celebram coisas parecidas – a honra e a alma dos mortos!  O que percebemos é que a cultura pagã se mistura ao "cristianismo", contaminando-o. Não há nada além de trevas espirituais nestas celebrações e um flagrante desrespeito a Palavra de Deus. O pior disso tudo é que, sob a aparência da brincadeira,  leva as crianças a se familiarizarem com um mundo espiritualmente tenebroso. É um desrespeito à palavra de Deus e uma distorção dos Seus princípios.