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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

“E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as. Porque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe.” (Efésios 5:11-12)


Hoje se comemora em vários lugares o Halloween, ou o dia das bruxas, mas embora muitos participem dessas comemorações de maneira inocente e lúdica, sem saber estão celebrando as trevas e adorando a satanás, indiretamente. O Halloween é uma festa folclórica da cultura norte-americana, que se espalhou por diversos países e tem obtido notoriedade com a divulgação pela mídia e, infelizmente, conseguido destaque nas escolas. O comércio, por sua vez incentiva a comemoração visando tirar proveito dela, contudo, os cristãos precisam conhecer as consequências nefastas dessa “comemoração”, aparentemente inocente. Todos os valores enaltecidos nas festas de Halloween são contrários à boa, agradável e perfeita vontade de Deus para as nossas vidas. Essa festa faz menção à bruxaria e à feitiçaria, claramente condenadas por Deus em Deuteronômio 18:10 “Não permitam que se ache alguém entre vocês que queime em sacrifício o seu filho ou a sua filha; que pratique adivinhação, ou se dedique à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria...” Além disso ela remete à comunicação com os mortos, o que é condenado pelo Senhor em Deuteronômio 18:11-12 “Não permitam que se ache alguém entre vocês que faça encantamentos; que seja médium, consulte os espíritos ou consulte os mortos. O Senhor tem repugnância por quem pratica essas coisas”. Deus deixou bem claro que não aprova a adoração ou a celebração a deuses estranhos. Em 1 Coríntios 10:20, 21, Paulo nos exorta: “Não quero que vocês tomem parte nas coisas dos demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e também do cálice dos demônios.”. Essa festa, embora pareça apenas uma brincadeira inocente tem um significado que mexe com toda a nossa vida espiritual. Sem saber que estão cultuando a demônios aqueles que entram na brincadeira participam de uma comemoração importante inserida no calendário pagão adeptos da Igreja Mundial de Satanás, pois o Halloween é a data mais importante do ano, quando rituais para invocação de espíritos, comunicação com os mortos, adivinhações, e até mesmo a adoração e evocação do próprio satanás são realizados com ênfase neste dia.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

“A ti também, Senhor, pertence a misericórdia; pois retribuirás a cada um segundo a sua obra. (Salmos 62:12)






É comum ouvirmos as pessoas colocarem sua confiança em um grupo, governo ou uma pessoa em especial, mas o salmista afirma que quando colocamos nossa confiança em Deus podemos ter a certeza de que Ele não deixará que Seus filhos sejam oprimidos. Muitas vezes colocamos a nossa confiança em pessoas e o natural é que sejamos frustrados, pois ninguém, nem mesmo os mais poderosos na terra tem o poder supremo e perene. Todos estão sujeitos à justiça de Deus, até mesmo aqueles que não creem Nele. Não se sabe de ninguém, nem o mais poderoso rei ou imperador que tenha mantido o seu poder ou riqueza na terra, posto que, após a morte, nem mesmo aqueles que acumularam bens e planejaram estratégias de preservação desses, como o exemplo os faraós egípcios. O fato é que, na terra, de forma passageira o poder e a riqueza circulam na mão de poucos, mas para o Reino de Deus isso nada vale. Acreditar em promessas de homens é uma ilusão, pois eles não podem salvar a si mesmos, tampouco preservar o poder que lhe é conferido por algum tempo. Portanto, o cristão só deve devotar sua confiança em Deus, tendo Jesus como único intermediário e advogado. Devemos agir com a medida de Deus e por isso devemos considerar o que diz o sábio Salomão em Provérbios 21:21 - O que segue a justiça e a beneficência achará a vida, a justiça e a honra.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Então a virgem se alegrará na dança, como também os jovens e os velhos juntamente; e tornarei o seu pranto em alegria, e os consolarei, e lhes darei alegria em lugar de tristeza. Jeremias 31:13


O profeta Jeremias traz uma palavra de conforto vinda de Deus para aqueles que pranteiam por algum motivo e que às vezes pensa que estão sozinhos. Mas, assim como diz o salmista em Salmos 30:5 “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã“, o profeta reforça que Deus não está alheio ao clamor ou à dor daqueles que Nele confiam. O mundo pode trazer dores, tristezas e confrontos que minam as nossas forças e até nos fazem pensar em desistir. Matar um leão por dia é uma metáfora bastante conhecida e que representa a luta diária e quase inglória para a sobrevivência. E sobreviver não se trata apenas de obter o pão da subisistência, mas é também resistir aos desafios diários que o mundo secular nos apresenta e também aos ataques do maligno nas várias áreas de nossas vidas.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Console os vossos corações, e vos confirme em toda a boa palavra e obra. 2 Tessalonicenses 2:17



Paulo traz uma palavra de consolo a quem se sente desprotegido por estar em mundo no qual a mentira e os interesses pessoais regem a vida social e profissional. Ninguém está imune a ser vitima da má fé e de ter a sua boa fé usada ou manipulada por inescrupulosos, mas a Bíblia nos garante que aquele que persiste em guardar os bons princípios e mesmo sendo lesado por quem acredita que os fins justificam os meios não se deixam corromper ou não se alinham com os que perderam ou nunca tiveram como princípio fundamental seguir os dois mandamentos de Jesus, qual sejam: amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmos, não deixam de lado as orientações do Senhor. Paulo nos ensina a fazer o bem e a nos pautar pela boa palavra. Assim, e não ouvindo promessas humanas é que teremos nossos corações consolados diante das inevitáveis injustiças humanas.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, 1 Timóteo 2: 1-3




É importante que os cristãos saibam qual é a vontade de Deus em relação aos seus governantes, pois se temos a liberdade de escolhê-los também temos a obrigação de respeitá-los e de orar para que sejam melhores e que façam um governo justo, zelando pelo bem de todos e não apenas de alguns. Paulo nos ensina a ter uma atitude de submissão às autoridades humanas e é taxativo no que se refere ao fato de que devemos orar por eles. Gostemos ou não da presidente, ou do governador nossa missão é a de orar por eles. Essa é a arma da revolução cristã. É a oração pelos governantes e não a rebelião ou as críticas depreciativas que mudarão o governo sejam eles escolhidos ou não por nós. Antes da eleição temos candidatos e podemos escolher, depois, temos um governo escolhido pela maioria, ainda que não seja a nossa opção. Isso se chama democracia. Pela autoridade instituída por Deus hoje no Brasil devemos orar, certos de que também temos o dever de com ela cooperar. Observe que o apóstolo Paulo reforça que isso é bom e agradável diante de Deus.

domingo, 26 de outubro de 2014

Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Romanos 13:1



Hoje é dia de eleição para a escolha daquele que vai governar o Brasil e, em alguns Estados, daqueles que irão administrá-los pelos próximos quatro anos. E esse é, bem mais do que afirma a retórica eleitoral ou eleitoreira, um momento de grande responsabilidade, pois trata-se de uma decisão que trará sérias consequências não só para quem vota, mas para toda a sociedade, incluindo os que não votam por não serem eleitores ainda e também aqueles que preferiram se omitir e deixar que outros decidam por eles. O que os cristãos precisam ter em mente é que, independentemente de quem seja eleito, estaremos sujeitos à autoridade daqueles que foram colocados como nossos governantes. O apóstolo Paulo deixa bem claro que a autoridade humana também vem de Deus e por Ele foi estabelecida, ao dar a nós. Vemos que na época de Samuel, quando o povo quis ter sobre si um rei,  Deus concedeu-lhe os direitos de escolha e reivindicação. Mesmo entristecido com o povo que preferiu ter um rei em vez de ser um povo cujo Deus fosse o seu bastante soberano, lemos em Samuel 8 que Deus age democraticamente, deixando o povo escolher um rei. Mas não podemos deixar de observar que Deus explicita as consequências da escolha. E é certo que em nenhum momento estamos livres da responsabilidade de nossas escolhas.  Sem dúvida alguma, as eleições são a nossa grande oportunidade de assumir a nossa responsabilidade diante de Deus e da sociedade. É um dos raros momentos em que podemos reivindicar justiça para o povo e definir a mudança no curso de um sistema ou a sua continuidade. Mas como cristãos nossa responsabilidade é maior porque também precisamos zelar para que nossas escolhas sejam coerentes não só com as propostas que regerão as leis deste mundo, mas também aquelas que contribuirão para que a Palavra de Deus seja pregada com liberdade e responsabilidade. Precisamos eleger assim, pessoas que trabalharão para o bem do país e do povo e pela Obra de Deus.

sábado, 25 de outubro de 2014

Por isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. 1 Coríntios 3:7


Em tempo de eleição somos bombardeados com campanhas publicitárias e com propagandas de candidatos que afirmam que fizeram ou que farão tantas obras e muitas vezes acreditamos em seus discursos ou nas peças montadas para nos convencer a apoiá-los em seus projetos de atingir o poder. O que não podemos nos esquecer é de que, apesar de nossa importância ímpar, não só em tempos de eleição, quando podemos determinar a mudança ou a continuidade na vida política, somos responsáveis por nossas escolhas e colheremos os frutos delas. Se hoje nos é dada a importância que de fato temos, amanhã, depois que elegermos os nossos representantes, colheremos as consequências de nosso ato democrático, mas seremos apenas o povo, com direito apenas de cumprir o que nos impõem aqueles que colocamos no poder. Por essa razão, precisamos agir com a sabedoria que a Bíblia nos mostra e pedir ao Espírito Santo que nos ilumine para fazermos escolhas coerentes com nossos princípios e valores, porque depois seria contrário à própria Palavra de Deus criticar e desonrar nossos governantes, mesmo se eles não forem os nossos escolhidos. O apóstolo Paulo nos diz que ninguém é alguma coisa, pois é Deus quem permite que alguém tenha algo ou ocupe uma posição neste mundo. O que precisamos nesse momento em que temos um pseudo poder de escolha é pedir que Deus esteja à frente e que possamos escolher quem ao menos represente nossos valores e posições como povo de Deus, independente de denominação.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Eis que ele derruba, e ninguém há que edifique; prende um homem, e ninguém há que o solte. Jó 12:14



Vivemos em um tempo e que muitos estão se ocupando demasiadamente em ajuntar bens, em angariar riquezas e a formar uma rede de poder para que se sintam mais importantes. Muitas vezes a intenção inicial de buscar o enriquecimento ou a melhoria de vida motivada pelo interesse de ajudar os outros dá lugar à avareza, à soberba, à ganancia e ao gosto pelo poder desmedido que se sobrepõem aos valores morais e espirituais de forma tão avassaladora que transforma completamente o ser humano em uma coisa. A impressão que dá é que Deus foi destronado e que amor e misericórdia perderam o sentido no dicionário dessas pessoas que passam a se ocupar apenas de projetos que a projetem no mundo político, empresarial ou financeiro. Não é surpresa observamos que quem assim se comporta passa a se associar com aqueles a quem antes criticava, ou a apoiar os valores totalmente contraditórios ou incoerentes com os princípios bíblicos ou morais. O que essas pessoas esquecem é que Deus é imutável, e não transige, pois Seus valores são inegociáveis e não há poder terreno algum que se sobreponha ao Seu. Aparentemente, a pessoa sobe, constrói, ergue suas fortalezas e impérios pessoais, mas a Palavra de Deus é clara quando diz que ninguém pode extrapolar a Sua vontade.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

“Duas coisas te peço; não mas negues, antes que morra: Alonga de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem a pobreza nem a riqueza: dá-me só o pão que me é necessário; para que eu de farto não te negue, e diga: Quem é o Senhor? ou, empobrecendo, não venha a furtar, e profane o nome de Deus.” (Provérbios 30:7-9).




O livro de Provérbios registra a oração de Agur a qual deveríamos tomar como parâmetro para nossas vidas. Não uma oração repetitiva, como um mantra, como se por si só resolvesse os nossos problemas ou falhas apenas por ser proferida. Essa oração deveria ser uma orientação, uma norma de conduta: primeiro, um desejo definido a partir de uma firme convicção de não aceitar a falsidade ou a hipocrisia como modelo de vida. Segundo, a intenção de ter a justa medida para uma vida equilibrada sem excessos e sem faltas, para não ajuntar o que não precisa e não se ensoberbecer e negar a Deus ou profanar o Seu nome, dando o Seu lugar ao dinheiro, ou ao poder mundano.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui. Lucas 12:15



As palavras de Jesus nos levam a refletir sobre as verdadeiras prioridades, e sobre como devemos pautar nossa vida terrena. A Bíblia ensina que colhemos aquilo que plantamos e que o resultado de nossos esforços mostra o quanto nossas escolhas ou o quanto semeamos em terrenos férteis ou não. Aquele que se preocupa com o Reno de Deus e dedica suas primícias nesse campo, quer de forma financeira ou dedicando seu tempo e seus dons na propagação do Evangelho, compreende as palavras de Jesus. Mas aquele que passa a vida a ajuntar tesouros terrenos, sem dividir ou semeando apenas para o próprio entesouramento, certamente, não age com a cautela ensina por Jesus.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

“Toda boa dádiva e todo dom perfeito vem do alto, descendo do Pai”(Tiago 1:17).




Toda pessoa tem pelo menos um dom que deve ser administrado e aperfeiçoado para a Glória de Deus, pois, como afirma o apóstolo Tiago, se recebemos esse dom perfeito, devemos considerar que ele vem do alto. Receber um dom e não usá-lo é o mesmo que enterrar um tesouro sem nunca desfrutar dele. É o mesmo que ter dinheiro na conta corrente, bens e riqueza e deixar que se desvalorizem sem que seja usado para o bem. Se Deus nos deu um dom, Ele espera que esse dom seja usado para a Sua Obra e se Ele nos colocou em uma dada posição não é para o nosso deleite apenas, mas para causar um grande impacto na sociedade, para que os homens aprendam que Senhor tem domínio sobre o reino dos homens e que não divide sua glória com ninguém. Aquele que enterra o seu talento não é bem visto por Deus, mas aquele que o usa para a Sua honra e glória receberá o galardão, afirma a Palavra de Deus.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei. João 14:14



Essas palavras de Jesus registradas no Evangelho de João nos ensinam que tudo aquilo que pedirmos a Jesus, Ele mesmo irá se encarregar de realizar. Mas sempre fica uma dúvida na interpretação desse versículo: será mesmo tudo quanto o cristão pedir a Deus em nome de Jesus atendido? Certamente, Jesus não é como políticos em busca de votos e não faria nenhuma promessa vã e tampouco nos dará aquilo que pedimos somente para nos atender se aquilo que queremos não nos fará bem. Por outro lado, muitas vezes Ele permite que possamos amadurecer para recebermos as promessas. Mas é importante entender que quando recebemos o que pedimos não porque nossas palavras tenham poder em si, mas porque elas tornam possível ao poder de Deus. Quando andamos no poder de Deus, não por nosso mérito, aprendemos a “curar enfermos, ressuscitar os mortos, purificar os leprosos e expelir demônios”, conforme mostra Mateus 10: 8.

domingo, 19 de outubro de 2014

Tira-me do lamaçal, e não me deixes atolar; seja eu livre dos que me odeiam, e das profundezas das águas. Salmos 69:14


Essas palavras angustiadas do salmista para clamar a Deus são muitas vezes usadas por nós quando percebemos que nossos esforços pessoais, bens ou posição serão suficientes para nos livrar da situação na qual nos encontramos. Muitas vezes fazemos inimigos ocultos, ou angariamos o ódio de pessoas que convivem conosco nem sempre porque merecemos. Outras vezes nossas atitudes impensadas ou nossos posicionamentos divergentes nos levam a transitar em terrenos movediços ou a juntar inimigos. É nessa hora em que precisamos fazer como o salmista e clamar Àquele que pode mudar o curso de nossa vida, porque conhece todas as coisas e sabe quão profunda são as aguas em que estamos mergulhados. Não são raras as vezes em que não nos damos conta dos caminhos que estamos trilhando. Não estamos livres de problemas e decepções e nem mesmo de encontrar inimigos, pensando ter feito escolhas certas, mas se pedimos a Deus, em nome de Jesus, que nos livre do mal quando percebemos que nossas decisões estão nos afundando, Ele cuidará de nós e nos surpreenderá com as estratégias para nos livrar do mal e nos colocar em posição de bênçãos.

sábado, 18 de outubro de 2014

Amai a teu próximo com a ti mesmo




Vivemos em uma sociedade hedonista em que o prazer pessoal é priorizado a despeito do respeito aos direitos dos outros. O que tem vigorado é o que é bom para o indivíduo e isso de acordo com o momento dele, nem sempre em nome de uma coerência com seus valores proclamados. Não há mais uma preocupação com a sociedade, com o vizinho, com os colegas. Apesar das leis e das regras de convivência abundarem, o que rege a vida social é o extremos individualismo. Por isso presenciamos jovens ocupando lugares dos mais velhos nos ônibus, nos estacionamentos, nos espaços públicos e privados. Por isso somos obrigados a ouvir o som da preferência do vizinho ou do carro que passa por nós em volumes não recomendados por profissionais da saúde e em locais e horários previstos como inadequados por lei. Se está bom para a pessoa, se o que o outro faz atende aos seus interesses, então a civilidade permanece, caso contrário o que vale é o egocentrismo. Mas a Bíblia diz exatamente o contrário. Ela diz que devemos honrar o outro, amar o nosso próximo como a nós mesmos, e isso significa respeitar o direito de ele ser diferente de nós. Quando afirma que tudo é lícito, mas nem tudo convém, significa que podemos ouvir uma música alta, mas não convém se nosso próximo prefere o silêncio. Para satisfazer a ambos basta usar o bom senso e os recursos para a civilidade. Microfones individuais, portas fechadas, moderação em áreas comuns custam bem menos do que a exposição pública de um egoísmo latente e de um desrespeito ao segundo mandamento, que, somado ao primeiro, amar a Deus sobre todas as coisas, se respeitados por todos, bastariam para garantir uma sociedade equilibrada.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Porque para Deus nada é impossível. (Lucas 1:37)




Quantas vezes nos desiludimos ao nos depararmos com alguma situação que nos parece difícil e não atentamos para o que disse Jesus. Para Deus nada é impossível. Essas palavras foram ditas pelo anjo a Maria, quando anunciou que ela seria a mãe do Salvador e também sua prima Isabel traria ao mundo aquele que anunciaria a vinda do Messias. Muitas vezes damos ouvidos aos problemas que nos envolvem e nos paralisam e nos esquecemos de que Deus é especialista no impossível. O próprio Jesus revelou isso quando ensinava os discípulos a orar sempre “mas ele respondeu: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus”. Lucas 18:27. Jesus espera que exercitemos a nossa fé e que usemos do poder inesgotável da oração para romper com a nossa incredulidade, principal barreira que nos mantêm no lugar que insistimos em ocupar e distante do lugar que Deus quer que ocupemos.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Mateus 5:10



Quantas vezes nos sentimos injustiçados porque vemos o ímpio se sobressair mesmo quando usa a mentira para levar vantagens. Nesses momentos temos a impressão de que o errado está certo e é reverenciado e quem diz a verdade ou se porta com decência é desqualificado. Mas a boa notícia que a Bíblia nos traz é que o sucesso ou a glória terrena as custas de mentiras, injustiças ou atividades desonestas são passageiros, ao passo que aqueles que são perseguidos por falarem a verdade ou por se comportarem com coerência e dignidade têm o passaporte para o Reino dos Céus.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

"Aquele que ensina esmere-se no fazê-lo.” Romanos 12:7



As palavras de Paulo pressupõem que ensinar é uma atividade de grande responsabilidade e, portanto, aquele não tem este chamado não deve assumir o encargo. O professor, seja ela na escola secular, ou na escola bíblica tem um chamado ao exercício responsável, que deve ser realizado com esmero, e diante de si uma grande responsabilidade. A História mostra que os homens que fizeram a diferença na Humanidade tiveram a influência de seus professores, dentre eles estão também aqueles que massacraram o seu povo ou outros povos. É claro que nenhum professor tem como saber o resultado do ensino que ministra. Aos professores sempre foi atribuída uma grande responsabilidade e a necessidade de serem modelos em uma sociedade que tem perdido a sua base, a família. Mas se os professores, eles mesmos, não tiverem um modelo em quem se espelhar será difícil atender à exortação de Paulo. Vemos que as escolas têm se distanciado dos princípios bíblicos e aderido às ideias cada vez mais próximas da filosofia mundana. Se a família tem se esfacelado e seus filhos chegam à escola sem a base moral para que recebam uma educação de qualidade, também os professores têm sido formados sem uma referência como a que nos deixou o maior Mestre que pode nos servir de modelo: Jesus. O apóstolo Paulo em I Coríntios 11:1 ensina: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo”. Professores que têm Jesus como referência têm a base para enfrentar as dificuldades que os alunos de hoje trazem para a escola, pois diante de todos os tipos de alunos, o Mestre sempre foi atencioso e firme. A Bíblia mostra que Ele deu atenção ao jovem rico e à mulher samaritana; ao religioso judeu e ao simpatizante gentio; ao escrupuloso fariseu e ao desconfiado publicano. Isso não significava mudar de método, de teoria, ou de princípios. Jesus atendia a todos de forma personalizada com a metodologia infalível: o amor!

terça-feira, 14 de outubro de 2014

O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução. Provérbios 1:7


Ao contrário do muitos pensam, temer no sentido bíblico não é ter medo, pois quem tem medo não é verdadeiramente livre. Temer a Deus é um posicionamento que nos controla, redime e nos aproxima do Senhor, das Suas bençãos, e da salvação.   Ter “reverência” a Deus, significa reconhecer que há alguém sobre a nossa vida, que temos sobre nós uma autoridade espiritual. O salmista nos Salmos 25:14 nos assegura que “O segredo do SENHOR é com aqueles que o temem; e ele lhes mostrará a sua aliança.” O temor de Deus nos afasta do pecado, conforme ensina Jó 28:28 “E disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência.” Além disso, nos traz a compreensão da presença de Deus, mesmo naqueles momentos em Ele parece estar distante. O temor do Senhor nos faz compreender que Dele não podemos nos esconder.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências. (II Timóteo 4:3)


Paulo em carta a Timóteo nos faz refletir sobre algo que está ocorrendo em nossos dias e não temos nos dado conta. Quantos não estão se desviando da Palavra de Deus, dando ouvidos a doutrinas que ferem os princípios bíblicos. Com a desculpa de que não há maldade, ou de que estão seguros do que fazem muitos têm se deixado contaminar com as propostas do mundo, sob a falsa aparência de inocentes. Paulo em outro momento nos ensina a nos abster de toda aparência do mal e a reter o bem, depois de tudo examinar. Esse ensinamento expresso em I Tessalonicenses 5:20-22 tem sido negligenciado sob vários pretextos. Paulo nos exorta a fugir não só do mal, mas de toda aparência do mal e de tudo que nos afasta do caminho do Senhor. Não há como aceitar doutrinas estranhas ou comportamentos duvidosos em nome do aumento do número de conversões, tampouco permitir que o mundo entre na Igreja, sob o pretexto da evangelização. Não podemos aceitar a distorção da Palavra, ecumenismo e esoterismo em nome do aumento do número de membros, assim como não é admissível selecionar a mensagem para agradar aos pecadores em vez de usá-la para convencê-los do pecado. Precisamos ficar atentos e observar se tudo isso ou parte disso está acontecendo em nosso meio o tempo futuro previsto por Paulo já chegou.  

domingo, 12 de outubro de 2014

Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro. (Isaías 45:22)



Apesar de o Brasil ser um Estado laico, há um dia considerado feriado nacional em que se comemora o dia da padroeira do Brasil. Se entrarmos no mérito da questão, vamos observar que isso fere a chamada laicidade de estado, pois os brasileiros não só católicos e nesse sentido ou não se considera feriado nacional em um dia dedicado à uma entidade católica, ou se dedica um dia a cada represente das inúmeras religiões professadas pelo povo brasileiro. Sendo laico, o país deve permitir o culto a toda e qualquer religião, sem interferir nessa liberdade, todavia, isso não significa que os representantes do povo brasileiro, colocados no governo em qualquer instância não tenham direito de professar uma fé ou uma opinião sobre aspectos relacionados à fé. Estar em um governo laico não tira do cidadão o seu direito a professar uma fé. E os cristãos não podem perder o seu direito de reafirmar o que está na Bíblia, o que Deus tem ensinado sempre, mas que algumas religiões têm distorcido. O profetar Isaías chama a atenção para isso, lembrando que qualquer forma de idolatria, ou reverência a uma imagem, mesmo que em intenção de servir a Deus é abominação. A Bíblia deixa claro que não devemos depositar nossa confiança em um ser inanimado, que não nos curvar diante de um pedaço de matéria estática, ou a ela ou fazer procissões. Essa imagem nada pode fazer por nós. E inda que ela seja considerada apenas um símbolo, como defendem seus seguidores, essa atitude afronta a palavra de Deus. O Senhor insiste que devemos olhar para Ele, o único que pode nos abençoar, mas muita gente recebe uma bênção de DEUS e ingratamente reverencia uma imagem, como mostra o profeta Isaías 48:5 “Por isso te anunciei desde então, e te fiz ouvir antes que acontecesse, para que não dissesses: O meu ídolo fez estas coisas, e a minha imagem de escultura, e a minha imagem de fundição as mandou”. Em toda a Bíblia há manifestações contrárias a essa prática adotada por algumas religiões e oficializada pelo Estado que deveria cumprir a Constituição. E isso significa que não deve impedir a livre manifestação de fé, mas também não pode oficializar a fé de um grupo, considerando que isso afronta a vontade de Deus, registrada na Bíblia. Se algumas religiões denominadas cristãs interpretam de outra forma afirmando que a imagem é um sinal de Deus, há outro segmento cristão que não desobedece o que a Palavra de Deus diz literalmente. É interessante observar que a Bíblia católica, além dos mesmos livros contidos na Bíblia evangélica, contém alguns livros históricos que trazem orientações claras para que seus seguidores não se curvem diante de ídolos. O Livro da Sabedoria 14:12-22 reforça o que demais os livros comuns às duas religiões e afirma que: “É pela idealização dos ídolos que começou a apostasia, e sua invenção foi a perda dos humanos. Eles não existiam no princípio e não durarão para sempre; a vaidade dos homens os introduziu no mundo. E, por causa disso, Deus decidiu a sua destruição para breve.” Paulo, em II Corintios 4:3, disse “Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus”. Davi afirmou “ em Salmos 115:5-9 “Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não veem. Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram. Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam. Israel, confia no SENHOR; ele é o seu auxílio e o seu escudo”. Moises exortou em Levítico 19:4 “Não vos virareis para os ídolos nem vos fareis deuses de fundição. Eu sou o SENHOR vosso Deus” e em Levítico 26:1 “NÃO fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o SENHOR vosso Deus”. E Isaías 31:7 confirmou “Porque naquele dia cada um lançará fora os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que vos fabricaram as vossas mãos para pecardes”. E o profeta Habacuque 2:18 nos faz refletir “Que aproveita a imagem de escultura, depois que a esculpiu o seu artífice? Ela é máscara e ensina mentira, para que quem a formou confie na sua obra, fazendo ídolos mudos?” As religiões ensinam enganos e muitos fieis, achando que estão servindo a Deus ou fazendo a sua vontade acabam se perdendo, mas é tempo de refletir sobre o tema e repensar se essas práticas não se incluem naquilo que o apóstolo João coloca como um motivo de condenação em Apocalipse 9:20 “E os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras de suas mãos, para não adorarem os demônios, e os ídolos de ouro, e de prata, e de bronze, e de pedra, e de madeira, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar”. Antes de sair em procissão, ou de se curvar diante de uma imagem feita pelas mãos humanas, é preciso refletir sobre o que a Bíblia explica nos seus livros inspirados e se isso não for suficiente é só ler atentamente as explicações dos livros católicos e se arrepender dessa devoção que contraria a palavra de Deus.

sábado, 11 de outubro de 2014

Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Salmos 51:3




O salmista lembra que foi formado em iniquidade e que nasceu em pecado, mas o fato de reconhecer a sua transgressão e de saber que é um pecador faz com que seja alvo do perdão de Deus. Sabemos que o Espírito Santo capacita os pecadores a reconhecer as suas transgressões, mas aquele que peca e diz que nada fez de errado, aquele que tem a sua consciência cauterizada, longe está de ser perdoado, pois se considera livre do pecado. A Bíblia nos mostra que todos pecaram, mas somos alvos do perdão e da misericórdia de Deus quando reconhecemos o nosso pecado e nos colocamos em posição de humildade.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

E seja o vosso coração inteiro para com o Senhor nosso Deus, para andardes nos seus estatutos, e guardardes os seus mandamentos como hoje. 1 Reis 8:61



Um coração inteiro significa um coração que é entregue a Deus, sem restrições. Um coração que deseja, acima de tudo, servir e agradar a Deus. Quando Ele pede o nosso coração, não pede que sejamos perfeitos, mas totalmente dedicados ao ponto de nos deixarmos ser aperfeiçoados de forma que Ele trabalhe em nós e nos conduza segundo a Sua vontade. Por isso Paulo escreveu que Deus trabalha dentro de nós: “Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.” (Filipenses 2:13). E quando Deus requer nossos corações Ele requer a completa obediência proveniente de nosso desejo de agradá-Lo.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito [Jesus], para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3: 16).


Recebemos a salvação quando reconhecemos que somos pecadores e que Jesus Cristo, em nosso lugar, levou nossos pecados na Cruz e, pelo Seu sangue, derramado em nosso lugar, somos salvos. Assim, precisamos entender que a salvação é uma ação de Deus em nossa vida e é recebida pela fé. Essa afirmativa de Jesus nos faz refletir sobre o engano que é interpretar que fazer o bem é a garantia da salvação. Na verdade, a interpretação correta deve ser: aquele que é salvo faz o bem, pois tendo sido resgatado por Jesus, busca a santidade e a estatura de Cristo e assim faz o que Jesus faria. Se tão somente a caridade fosse a condição para a salvação não haveria necessidade de Jesus verter Seu precioso sangue na Cruz. Se assim fosse, os Evangelhos não registrariam as palavras de Jesus sobre a condição para a salvação. A salvação é recebida pela fé e aquele que crê no Filho de Deus, Jesus Cristo, tem a vida eterna.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito [Jesus], para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3: 16).


Com essa declaração de Jesus, registrada pelo apóstolo João, vemos que a salvação é recebida pela fé e aquele que crê no Filho de Deus, Jesus Cristo, tem a vida eterna,  conforme ensina  Paulo  em carta aos Efésios 2:8-9: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.”  Recebemos a salvação quando reconhecemos que somos pecadores e que Jesus Cristo, em nosso lugar, levou nossos pecados na Cruz e, pelo Seu sangue, derramado em nosso lugar, somos salvos. Assim, precisamos entender que a salvação é uma ação de Deus em nossa vida e é recebida pela fé. Se dependêssemos de fazer o bem para obtermos a salvação Paulo não teria dito que as obras não fazem parte do processo da salvação para que “ninguém se glorie”. Isso significa dizer que as boas obras devem fazer parte da vida do salvo, mas não são o agente da salvação e de igual modo o cumprimento da Lei também não garante a salvação.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

“Porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.” Romanos 8:13-14




Viver pelo Espírito implica viver em obediência ativa à Sua direção, sem nos deixar corromper pelos desejos da carne, por isso Paulo nos exorta a andar no Espírito, fazendo a vontade Daquele que nos criou, a fim de não permitirmos que a carne se sobreponha ao espírito: “Digo, porém: Andai pelo Espírito, e não haveis de cumprir a cobiça da carne. Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis.” (Gálatas 5:16-17) “Andar pelo Espírito” significa seguir permitir que Ele tenha o controle de nossas vidas e por essa razão devemos confiar na promessa de que seremos capacitados em nossa fraqueza e aptos a realizar aquilo que o Senhor coloca para nós como missão. O Espírito fará a obra em nós, se nos santificarmos e permitirmos que Ele aja em nós. Sabendo de nossa fraqueza e de nossa condição de pecadores, devemos deixar que o Espírito Santo mortifique nossa carne e nos capacite a resistir, como filhos de Deus, criados a Sua imagem e semelhança.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

“E irão estes para o tormento eterno, mas os justos, para a vida eterna” Mateus 25:46



Sempre que nos deparamos com situações nas quais verificamos a ascensão do ímpio e ou o aparente decesso do justo, imaginamos que Deus não está cuidando dos Seus, ou que é melhor entrar na perspectiva mundana, pois o mundo é dos espertos. Todavia, não podemos nos esquecer de que Jesus deixou bem claro que passaríamos por provas e que no mundo teríamos aflições, mas o Senhor estaria com os Seus até a consumação dos séculos. Nem sempre ganhar significa vitória e muitas vezes quem ganha perde. Quem vence com as armas do mundo, logrando êxito com mentiras, falsidades e promessas vãs é vitorioso segundo as leis deste século, mas está longe de conquistar a mais desejável vitória. De nada adianta conquistar o mundo e sua glória efêmera e caminhar a passos largos para o tormento eterno. Jesus deixou claro que aqueles que trabalham para conquistar o Seu Reino, ainda que vivam às margens das glórias terrenas receberão o prêmio da Vida Eterna na Glória de Deus. Infelizmente, muitos trocam essa possibilidade por um reino corruptível, por prêmios perecíveis e que nada valem fora dessa vida. Infelizmente muitos não perceberam o quão passageira e frágil é a nossa vida terrena e que nenhum tesouro, nem a maior fortuna ou poder podem nos livrar da morte certa. O que podemos fazer é, assim como nas eleições, decidir de que lado ficar. Em quem confiar, a quem entregar o governo de nossas vidas. Para alguns não resta mais escolhas, mas para aqueles que ainda podem tomar uma decisão, o melhor é confiar em quem já deu provas de que está conosco nas horas boas e nas horas difíceis e que antes de pedir o nosso voto deu a Sua vida por nós.

domingo, 5 de outubro de 2014

Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo ao qual escolheu para sua herança. Salmos 33:12-13





Hoje vamos escolher por meio do voto os nossos futuros governantes e legisladores. Nossos representantes que terão o nosso aval legítimo para falar e escolher em nosso nome. Vimos nesse período de campanha que os candidatos travaram uma verdadeira guerra para conquistar o voto dos eleitores e nessa guerra vale tudo: mentiras, ofensas, intrigas, agressões, falsas promessas... Apesar da origem semântica do nome candidato, que vem de cândido (puro), sabemos que não é assim. Os candidatos sempre se apresentam como defensores da ética, da verdade, da justiça, dos interesses do povo, fazem as mais variadas promessas, mas infelizmente a maioria usa apenas de retórica e fica difícil saber quem está sendo sincero (do latim, sem cera), ou seja, sem máscaras. Mas quando votamos em alguém, estamos depositando a nossa confiança nele, e entregando o nosso aval para que ele decida por nós. Assim estamos acreditando nas suas promessas, e nos comprometendo com ele, por isso devemos pensar bem antes de votar. O voto é coisa muito séria gera uma série de consequências na vida de uma nação. Portanto, se queremos uma nação em que Deus seja glorificado, devemos rejeitar aqueles candidatos que ignoram a Sua Palavra, ou cujos programas subvertem aos Seus princípios.

sábado, 4 de outubro de 2014

“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo.” ( I Tessalonicenses 5:23).



A biologia e a psicologia explicam que é a mente que controla todo o corpo e é responsável pela maneira que agimos. Mas aqueles que creem em Deus sabem que se nossa mente estiver firmada Nele, ela se manterá em paz e aqueles que confiam e esperam no Senhor conseguem manter o equilíbrio necessário para sobreviver neste mundo corrompido sem se afastar do alvo e sem se deixar atrair pelas estratégias do inimigo de nossas almas. O profeta Isaias 26:3 afirmava com segurança: “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti. Assim como o profeta, devemos esperar que Deus nos santifique na paz para que possamos agir de acordo com a Sua santa vontade. Mas antes de agir, sabemos que precisamos fazer escolhas que determinarão os nossos caminhos. Nesse período de eleição, nossas escolhas são fundamentais e devem estar pautadas no equilíbrio e na coerência. Como cristãos não podemos escolher representantes que discordem de nossos princípios. Por isso, devemos pedir ao Pai que nos dê a sabedoria necessária para fazermos escolhas conscientes e para nos mantermos em paz sem nos deixar enganar pelas astúcias do inimigo que também usa desse momento para fazer prevalecer a sua vontade e não a do Senhor.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata; e purificará os filhos de Levi, e os refinará como ouro e como prata; então ao Senhor trarão oferta em justiça. Malaquias 3:3



O profeta Malaquias emprega uma metáfora para nos mostrar o que o Senhor faz conosco para nos purificar e nos separar para Si. Assim como o fundidor que separa as impurezas do precioso metal, Deus nos deixa passar pelo fogo para que aquilo que é impuro seja separado e assim possamos tirar de nosso meio todo mal, toda raiz de pecado, tudo aquilo que nos afasta do Senhor. Para isso, muitas vezes passamos por momentos difíceis que nos levam a amadurecer. É interessante observar que o que conhecemos por ouro mil, de fato tem apenas 1% de impureza, depois de passar pelo fogo sete vezes. O ourives para isso usa o Candinho. Assim também o Senhor faz conosco. O Espírito de Deus nos purifica e nos torna cândido, candidato ao Reino de Deus. Observemos que as palavras candinho, cândido, candidato vêm da mesmo origem e significam puro. Para entrarmos no Reino de Deus, precisamos ser puros, mas antes precisamos pelo fogo para que as nossas impurezas sejam eliminadas.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai. Romanos 8:15


O apóstolo Paulo nos lembra de nossa condição privilegiada de filhos de Deus porque a recebemos pelo maravilhoso plano de salvação propiciado pelo sacrifício do Senhor Jesus na Cruz do Calvário. Não somos filhos por acaso ou por merecimento, mas pela adoção e pela Graça dispensada. Por essa razão não precisamos temer o inimigo, mas agir com temor Daquele que nos resgatou do pecado e da perdição. Se podemos nos dirigir a Deus como Pai é porque Ele nos adotou e nos permite os direitos de filhos. Na vida civil, o filho pela adoção tem os mesmos direitos legais do que outrora era chamado filho legítimo e nossa condição espiritual, diante do Pai, é semelhante: fomos adotados por amor e recebemos do Pai os direitos e as prerrogativas de filhos.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A tua malícia te castigará, e as tuas apostasias te repreenderão; sabe, pois, e vê, que mal e quão amargo é deixares ao SENHOR teu Deus, e não teres em ti o meu temor, diz o Senhor DEUS dos Exércitos. (Jeremias 2:19)




O profeta Jeremias faz um alerta que, nesses tempos de muita informação, parece passar despercebido por aqueles que julgam ser os únicos donos de suas escolhas e que não devem satisfações ao Criador. A forma como o homem tem agido em todas as áreas de sua vida faz com que ele colha as consequências de seus atos. Sua liberdade para agir, sem considerar as orientações de Deus tem sido danosa e a falta de temor de Deus não passam incólume. Quando o homem pensa apenas em seu bem estar, em satisfazer seus prazeres, sem levar em conta o próximo, a natureza, a sociedade em que convive, inevitavelmente chama sobre si as consequências de sua ação egoísta. A ordem de Jesus é amar ao próximo como a si a mesmo e isso pressupõe pensar em todos a nossa volta, se queremos viver bem. Quando deixamos a Deus e não damos importância ao que Ele determina, quando imaginamos que nossas ações são inocentes vemos na sequência que nossa vida perde o sentido. A riqueza, o poder e toda bajulação mundana não são suficientes para satisfazer. Bom é estar debaixo da proteção de Deus!