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sábado, 18 de outubro de 2014

Amai a teu próximo com a ti mesmo




Vivemos em uma sociedade hedonista em que o prazer pessoal é priorizado a despeito do respeito aos direitos dos outros. O que tem vigorado é o que é bom para o indivíduo e isso de acordo com o momento dele, nem sempre em nome de uma coerência com seus valores proclamados. Não há mais uma preocupação com a sociedade, com o vizinho, com os colegas. Apesar das leis e das regras de convivência abundarem, o que rege a vida social é o extremos individualismo. Por isso presenciamos jovens ocupando lugares dos mais velhos nos ônibus, nos estacionamentos, nos espaços públicos e privados. Por isso somos obrigados a ouvir o som da preferência do vizinho ou do carro que passa por nós em volumes não recomendados por profissionais da saúde e em locais e horários previstos como inadequados por lei. Se está bom para a pessoa, se o que o outro faz atende aos seus interesses, então a civilidade permanece, caso contrário o que vale é o egocentrismo. Mas a Bíblia diz exatamente o contrário. Ela diz que devemos honrar o outro, amar o nosso próximo como a nós mesmos, e isso significa respeitar o direito de ele ser diferente de nós. Quando afirma que tudo é lícito, mas nem tudo convém, significa que podemos ouvir uma música alta, mas não convém se nosso próximo prefere o silêncio. Para satisfazer a ambos basta usar o bom senso e os recursos para a civilidade. Microfones individuais, portas fechadas, moderação em áreas comuns custam bem menos do que a exposição pública de um egoísmo latente e de um desrespeito ao segundo mandamento, que, somado ao primeiro, amar a Deus sobre todas as coisas, se respeitados por todos, bastariam para garantir uma sociedade equilibrada.

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