Traduza este blog

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

"Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas." Habacuque 3:17-19


Fim de ano, muitos planos frustrados, outros concretizados, mas o cristão genuíno escolhe agradecer em vez de contabilizar as perdas. A atitude do cristão deve ser como a do profeta. Mesmo que a situação seja difícil, aquele que confia no Senhor age com otimismo e gratidão. O Senhor é a força do Seu povo e quem Nele crê deve fazer como  Habacuque. Deus não tem interesse em nos castigar com a espera, mas em nos aperfeiçoar e amadurecer. Precisamos entender que há um tempo de espera e outro é o tempo de se cumprir. Davi entendeu essa premissa por isso afirmou “esperei com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor”. Salmos 40:1. Quando esperamos com paciência em Deus, sendo gratos, alcançaremos as promessas, porque Deus é fiel. A Bíblia nos garante isso em  Hebreus 10: 36 “Por que necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa” e reitera o que diz o profeta Isaias 40:31 “Mas, os que esperam no Senhor renovarão as suas forças e subirão com asas como águias, correrão e não se cansarão,caminharão e não se fatigarão”.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

E assim, esperando com paciência, alcançou a promessa. Hebreus 6:15


A paciência  é uma das grandes virtudes  do ser humano, mas sabemos que, embora seja uma ação  intrínseca ao homem saber esperar não é algo fácil. Esperar é incômodo e  nos estressa,  e põe a prova nossa paciência. Contudo, desde antes de nosso nascimento o que mais fazemos na vida é esperar. Ninguém, nem o mais rico e poderoso dos homens está livre de esperar por algo ou por alguém. Mas o que precisamos é saber esperar com paciência, assim como ensina a Palavra de Deus. Quem sabe esperar, quem não se precipita colhe os frutos dessa paciência. Muitos personagens bíblicos nos ensinam a lição da paciência. O mais conhecido foi Jó, chamado de pai da paciência, mas ele não foi o único. Simeão nos deu uma grande lição de como esperar com paciência, ao esperar pela oportunidade de conhecer o Messias. Ele recebeu a revelação do Espírito Santo, mas não lhe foi revelado o dia em que isso se daria. No entanto, ele não desanimou, nem deixou de confiar. Como ele sabia que  a promessa de Deus iria se cumprir, mas não sabia em que dia, jamais deixou de estar na casa de Deus. Davi foi outro exemplo de um servo de Deus paciente. A Bíblia narra que ele foi ungido rei de Israel na casa de seu pai Jessé, mas teve que esperar 17 anos para assumir o trono. Durante esse tempo ele não tentou abreviar o reinado de Saul, não buscou atalhos para obter o que lhe fora prometido. Ele simplesmente esperou. E enquanto isso continuou cuidando das ovelhas de seu pai, como pastor zeloso que era. Abraão e Sara  esperaram anos para verem a promessa de Deus se cumprir em suas vidas. Jacó também teve que esperar para ter a sua amada Raquel. Quantas promessas temos recebido, muitas vezes julgamos que fomos enganados, ou nos precipitamos em querer de imediato aquilo que deveria ter o tempo de amadurecimento para vir à luz? Se cremos em Deus e nas Suas promessas, precisamos aprender a esperar com paciência. Se a bênção não chegou nesse ano que agora finda, ela chegará no tempo de Deus.

domingo, 29 de dezembro de 2013

"O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do Senhor." (Provérbios 16:1)


Sempre que o ano está por findar, temos o costume de fazer planos expressando o nosso desejo de alcançar algo no ano que está por começar ou de abandonar certos hábitos ou atitudes nesse novo ano. Todavia nem sempre conseguimos alcançar esses objetivos, muitas vezes porque não deixamos que eles saiam do plano das ideias, por falta de persistência e determinação ou porque  nem sempre consultamos a Deus antes, pedindo a direção do Espírito, deixando que Ele esteja no controle. Nosso coração é enganoso e nossa vontade não sincroniza o tempo de Deus. Assim, é muito difícil para nós entender a verdadeira e correta hora. Entender a perfeita vontade do Senhor. Acima de nossa vontade está a soberania de Deus, por isso, não conseguimos entender o que Ele quer para nossas vidas. Muitas vezes precisamos aceitar o contrário de nossas vontades. Nem sempre conseguimos colocar em prática o que o salmista nos ensina: "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará." (Salmos 37:5). Na maioria das vezes escolhemos confiar em pessoas. Confiamos na promessa de emprego, de promoção, de oportunidades... Confiamos em promessas de amor, de fidelidade, de lealdade... Confiamos que nos pagarão o devido, que estarão conosco no tempo difícil... Mas o certo é que entra ano e finda ano nem todos aprendem a lição: ao invés de confiarmos em pessoas, confiemos em Deus. Somente  Ele nos dá a certeza de que há uma esperança, de que há uma saída. Não temos a garantia de que não teremos problemas. Roupa branca, fita amarela ou vermelha não garantem um ano de paz, dinheiro na conta ou um amor sincero e duradouro.  Nosso coração faz planos e Deus estabelece outros, mas o certo é que, com Ele no controle não nos frustraremos ainda que os problemas venham. 

sábado, 28 de dezembro de 2013

Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, Segundo a tua palavra; Pois já os meus olhos viram a tua salvação, Lucas 2:29-30


Esse versículo é parte do episódio protagonizado por Simeão, um homem de fé que esperava pela promessa de Deus de que não morreria sem antes ver o Messias.  Com esse homem, devemos aprender alguns princípios básicos a partir dos quais conseguiremos renovar nossa esperança, compreendendo a revelação de Deus para nossas vidas, ao celebrarmos, mesmo que no calendário do mundo, o nascimento do Salvador. Jesus já havia nascido em uma manjedoura e seus pais seguiram viagem e, conforme a tradição dos judeus, foram ao Templo para que o sacerdote o consagrasse a Deus. Por ter recebido a revelação do Espírito Santo Simeão estava a espera deste dia há muito tempo  e, certamente, teve a confirmação no momento em que viu Maria carregando aquela criança. Muitos esperavam e ainda esperam pela chegada do Messias, mas nem todos tiveram a percepção ou a atitude de Simeão. Ao lermos essa passagem bíblica em seu contexto, vemos alguns detalhes importantes na atitude de Simeão: ele estava no Templo; ele soube esperar com paciência e determinação; ele confiou na promessa; ele foi sensível à revelação. Quem espera na Casa de Deus e não no mundo conhece o Salvador e não se frustra porque recebe a confirmação da promessa. A oração de Simeão demonstra a sua satisfação e o quanto sua alma estava agradecida e renovada. Aquele homem teve o privilégio de conhecer e de reconhecer o Salvador. Quantos passaram por Jesus e não o reconheceram? Quantos ainda têm o privilégio de ser apresentado ao Salvador e não o reconhecem? Simeão não desperdiçou a oportunidade e se sentiu realizado. O Espírito Santo não lhe  revelou o dia em que ele veria o Messias, Ele confiava que  a promessa de Deus iria se cumprir mas não sabia em que dia.  É  importante observamos que, para contemplarmos a promessa, precisamos, além de confiar,  ter a paciência de esperar. Não sair do lugar da bênção é essencial. 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Se quiserdes, e me ouvirdes, comereis o bem desta terra; Isaías 1:19


Antes de qualquer outra opção, ao fazermos a nossa lista de metas devemos tomar algumas importantes decisões se quisermos que o ano que se inicia seja diferente e se não quisermos contabilizar frustrações ao final dele. Precisamos, antes de tudo, decidir a quem serviremos neste novo ano. É importante lembrar que ninguém pode servir a dois senhores, pois apenas a um se pode dedicar o coração. Os nossos pés nos levam aonde está nossa mente e nosso coração. A nossa primeira decisão nos indicará aonde iremos e de que forma estaremos. Ninguém consegue ser vencedor se não estiver inteiro naquilo que faz. Não há vitória sem integridade, mas é imprescindível protegermos as nossas mentes, pois toda  grande batalha começa na mente e é por isso que ela precisa ser controlada e protegida para não ser sitiada pelo inimigo. A Bíblia nos ensina em Efésios 5 a usar o capacete da salvação e a não nos esquecermos de calçar as sandálias da humildade, pois quem está de pé deve cuidar para que não caia. Nada é mais pernicioso para o homem e concorre tanto para impedir a realização dos sonhos do que o orgulho, somado à ingratidão. Quem não sabe ser grato corre um grande risco de perder o que conquistou. Honrar as autoridades constituídas sobre nossas vidas é sinal de sabedoria não de submissão cega e é isso que faz a diferença nas inúmeras possibilidades de escolhas que temos no decorrer do ano. Quem honra a Deus primeiramente, os pais, os professores, os superiores hierárquicos e as lideranças religiosas sempre dão testemunhos de bênçãos e vitórias.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Buscai antes o reino de Deus, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Lucas 12:31


 Em geral, ao final de um ano e  na proximidade de um novo, as pessoas costumam fazer planos e propostas de mudança  em um ou em vários aspectos de suas vidas. Os votos de  saúde, paz e prosperidade são manifestados e até já se transformaram em um clichê nesta época do ano. É natural que todos queiram receber bênçãos durante o ano e também é natural que as pessoas se proponham a deixar de lado o que julgaram ser ruim e a buscarem coisas melhores. Contudo, nem todos se lembram de uma condição essencial  para alcançarem as desejadas bênçãos: devemos buscar primeiro o reino de Deus e a sua Justiça e as demais coisas nos serão acrescentadas. Precisamos também nos lembrar de que não basta pedir, ou desejar. A lei da semeadura continua vigorando. Aquilo que plantarmos, certamente, colheremos. Precisamos entender que Deus não determina a nossa riqueza ou pobreza, mas apenas recompensa a nossa decisão e postura. São as nossas decisões que determinarão o que teremos ou o colheremos. Por isso o profeta Isaías 1:19  ensinou: “Se quiserdes, e me ouvirdes, comereis o bem desta terra”; Também precisamos ter claro que “ser rico” na perspectiva de Deus não significa apenas ter dinheiro, mas ser portador de um bem que não é apenas material.  Há pessoas ricas, sem dinheiro, como há pessoas paupérrimas tendo um grande poder aquisitivo. Mais importante do que sabermos o que fazer com o dinheiro é sabermos o que o dinheiro pode fazer conosco. Ter dinheiro e ser escravo dele é muito pior do que não ter. Nossas intenções e nossa conduta determinam as bênçãos em nossas vidas, por isso precisamos ter claro que Deus conhece nosso coração e que somos apenas mordomos daquilo que Ele nos concede.  Deus  sempre nos mostra o que fazer com o que Ele nos permite ter. Obedecer ou não à sua voz é o que fará a diferença em nossa vida. É o que faz com que a bênção não se torne maldição.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

“Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice com machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile” (Jeremias 10:3-4).



É fato que, apesar de ser comemorado no meio cristão, o Natal não é uma festa com origem cristã e não há na Bíblia nenhuma alusão ou ordenamento de Deus para que se comemore essa data. Contudo, por ser uma festa na qual se enfatizam os valores familiares, o encontro, a reflexão sobre a ética, a fraternidade, não há por que ser desmerecida por não ter fundamento bíblico. Assim como em outras comemorações da sociedade atual, o cristão pode celebrar a Deus, pode cultuar ao Senhor. O que não deve acontecer é a mistura, ou a  conivência com o culto a outros deuses. Somos ordenados a comemorar a morte de Cristo, sua ressurreição e sua vinda, conforme ensinou Paulo, lembrando a exortação de Jesus em  1 Co 11:25-26. E, enquanto esperamos por Sua volta, devemos fechar as brechas e os acordos com esse mundo. Como ensinou o profeta Jeremias, nenhuma obra feita pela mão humana deve ocupar o lugar de Deus, nem mesmo como símbolo, ou mera lembrança, pois isso é para Deus abominação. No Natal, ou em qualquer festividade, Deus quer ser adorado em "espírito e verdade!” e, com certeza, não quer dividir essa adoração com nenhuma outra figura. Podemos comemorar o Natal, como festa fraterna, podemos celebrar um culto natalino, lembrando o motivo do nascimento de Jesus, podemos trocar presentes como sinal de amizade aos nossos amigos, colegas e familiares, mas jamais devemos nos esquecer de ensinar nossas crianças que o verdadeiro presente nos foi dado por Jesus: o direito à vida eterna na Glória de Deus.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Então Elias disse a todo o povo: Chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele; e restaurou o altar do Senhor, que estava quebrado. (1 Reis 18:30)


O profeta Elias recebeu de Deus a importante missão de restaurar o Seu altar que fora corrompido. Nos dias atuais, vemos que o altar do Senhor está em ruínas, corrompido, contaminado com toda a sorte de impurezas e, assim como no tempo de Elias, precisa ser restaurado,  espiritualmente falando, para que o fogo de Deus se manifeste no meio do povo. Elias era um homem como qualquer um de nós. A Bíblia registra que ele teve medo, sentiu solidão, fugiu, pediu para morrer, ficou deprimido. Mas o que fez de Elias um homem apto a restaurar o altar foi  o fato de que Elias obedecia e aprendeu a viver na presença de Deus. Deus trabalha em nós, antes de trabalhar através de nós e por nosso intermédio que Ele restaura o que se corrompe por nossas atitudes. Mas antes disso precisamos deixar que Deus nos restaure, que Ele nos depure. Quando o fogo de Deus queimar as nossas impurezas estaremos aptos a restaurar também o Altar do Senhor. A Igreja precisa de Elias que coloque pedras no altar e as pedras de base são a Oração e a Palavra de Deus que estruturam a vida espiritual de uma Igreja ou de qualquer cristão. A fé, a esperança e o amor (I Coríntios 13:13) são pedras essenciais para que o altar seja erguido e os frutos do Espírito, o amor a alegria, a paz, a longanimidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão e o domínio próprio (Gálatas 5: 22-23), são as pedras de acabamento para que o Altar da Igreja seja santo e restaurado para que o fogo do Espírito Santo se manifeste sobre o povo de Deus e para que não nos deixemos contaminar com aquilo que é dedicado a outros deuses.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

E veio ter com ele grandes multidões, que traziam coxos, cegos, mudos, aleijados, e outros muitos, e os puseram aos pés de Jesus, e ele os sarou, De tal sorte, que a multidão se maravilhou vendo os mudos a falar, os aleijados sãos, os coxos a andar, e os cegos a ver; e glorificava o Deus de Israel. Mateus 15:30-31


 A mesma multidão que seguiu Jesus, testemunhando que muitas pessoas foram contempladas com os milagres do Nazareno foi a que, pressionou Pilatos a condenar Jesus, motivada não pelo que vivenciaram, pelo que conheciam sobre quem estavam condenando, mas pela influência de alguém, cujo interesse era pessoal. Quantos atualmente se deixam influenciar por interesses vários que sequer são seus, mas são contaminados pela mídia, pela sociedade, por religiões que não têm como princípio glorificar a Deus? Quantos estão repetindo o que dizem as massas, sem atentarem para o que está na Palavra de Deus. Há até quem diga, repetindo o que ouviram sem questionar, que a Bíblia foi escrita por homens, mas não se dão ao trabalho de estudar, de conferir, de cotejar e de sondar as intenções, tradições e história de vida daqueles que dizem algo que contradiz a Bíblia. O que não está nas Escrituras deve ser rejeitado, até mesmo se é dito por um pregador reconhecido. Ninguém está acima da Palavra de Deus. Religiões, seitas e heresias são criadas a partir dela, mas a multidão não pode coro daquilo que (des)conhece. Não pode ir atrás apenas porque entrou na fila. Muitos estão fazendo isso hoje, indo atrás de Papai Noel e  gnomos, condenando Jesus a nascer todos os anos numa manjedoura e a continuar crucificado na cruz, enquanto deveriam reconhecer que Ele já foi entronizado e está na Glória de Deus e que deveria ser lembrado como tal. A multidão que viu e recebeu os milagres, que conheceu o Homem nascido de uma virgem, continua ignorando o Seu Plano de Salvação e segue repetindo o coro orquestrado por aqueles que preferem Barrabás, Papai Noel, Buda, Kardec, Maomé, Marias... E muitos seguem lavando as mãos e deixando a multidão decidir!

domingo, 22 de dezembro de 2013

"Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele". João 14:21

 Até mesmo os seguidores de religiões e seitas não cristãs concordam que Jesus foi o maior mestre que a humanidade já teve. Mas até os cristãos que têm como preceitos os ensinamentos de Jesus têm deixado de atentar para a vida do Mestre como exemplo básico de conduta. Se observarmos o Seu comportamento em todas as áreas de Sua vida, podemos conhecer as estratégias poderosas que Jesus usou para derrotar satanás e assim repararemos uma que se destaca das demais. A estratégia que tornou possível que Jesus derrotasse o nosso inimigo e redimisse a humanidade do pecado, além de fazer com que Ele alcançasse uma posição exaltada sobre todos os nomes: conhecer a vontade de Deus, vivendo em perfeita conformidade com ela. Foi essa estratégia que liberou o poder de Deus sobre a vida de Jesus, capacitando-o a destruir as obras do diabo e a vencer a morte. Se fizermos o que Jesus nos ensinou  seremos capaz de ter o poder de Deus liberado sobre a nossa vida, tendo autoridade sobre o pecado, sobre as doenças e sobre o poder do inimigo.  E assim seremos vitoriosos em todas as circunstâncias. O profeta Oséias 4:6 afirmava  que o povo sofre porque não conhece a verdade, mas ainda hoje, mesmo com tanto acesso à leituras e estudos, o povo de Deus continua enfrentando problemas, porque não conhece, ou não quer fazer a Sua vontade. Muitos cristãos ainda caminham na ignorância Espiritual, enquanto o Mestre deixou claro que conhecer e obedecer a vontade de Deus nos faz vencedores em todas as provações e em todas as dificuldades que enfrentamos.  Só podemos obter vitória definitiva sobre satanás, quando deixarmos de ser vulneráveis.  A dúvida e a ignorância nos tornam vulneráveis.  Por isso precisamos conhecer e aplicar com autoridade a Palavra de Deus, lembrando do Jesus declarou em Mateus 7:21:  "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. "  E em João 2:17 " aquele que faz a vontade do Pai receberá a vida eterna" (João 2:17).  Em vez de esperarmos o nascimento do Jesus-menino, devemos deixar que Ele cresça em nosso coração e que a Sua vontade e Seus ensinamentos sejam a nossa estrela guia, pois Jesus está voltando para aqueles que estão vigilantes, que buscam continuamente fazer a vontade de Deus.

sábado, 21 de dezembro de 2013

“Naquele dia levantarei o tabernáculo caído de Davi, repararei as suas brechas, e, levantando-o das suas ruínas restaurá-lo-ei como fora nos dias da antiguidade”. (Amós 9.11).

Conhecendo a Palavra de Deus, devemos observar que o Senhor orientou o seu povo a comemorar três momentos que, simbolicamente são atualizados para os dias em que vivemos.  Em Deuteronômio 16:16 lemos: "Três vezes no ano todo o homem entre ti aparecerá perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher, na festa dos pães ázimos, e na festa das semanas, e na festa dos tabernáculos; porém não aparecerá vazio perante o Senhor"; No versículo em epígrafe, o profeta Amós está antevendo a vinda do Messias. Mas sabemos que Ele já viveu na terra como homem, preparando o povo para a redenção. Hoje, ainda que seja didático conhecermos e ensinarmos aos nossos filhos a história de Jesus e mesmo que seja sempre bom lembrarmos de sua passagem na terra, do nascimento à morte, para cumprirmos o que   ensina a Bíblia não é necessário  comemorarmos o nascimento de Jesus à moda do mundo. Se observarmos e estudarmos atentamente a Palavra de Deus, veremos que não há nenhuma alusão bíblica ao Natal. A igreja do Senhor está vivendo a época profética da festa dos tabernáculos,  que significa a preparação do caminho do Senhor. Mas se Ele já veio, não há sentido em preparar o caminho para Ele nascer. O tempo agora é de nos prepararmos para a sua volta. O natal de Jesus não tem mais nenhum sentido profético, pois todas as profecias que apontavam para sua primeira vinda à terra já se cumpriram. O que a Igreja precisa fazer é voltar sua atenção para sua segunda vinda. E, imersos nas luzes de Natal, preocupados com os rituais do mundo, que mais se assemelham aos cultos pagãos, a humanidade tem desviado a sua atenção para o verdadeiro sentido dessa preparação. Lembrar o nascimento de Jesus e o motivo de sua vinda ao mundo é nossa obrigação diária, não deve ser reflexão de um período no final de ano. Hoje é tempo de nos perguntarmos: se, em vez de um Menino-Deus, deitado em uma manjedoura, nos visitar Jesus Glorificado com o pleno que lhe foi dado por Deus, depois de ter vencido a morte na cruz e de ter ressuscitado para  a nossa salvação, estaremos preparados para subir com Ele?

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens. Romanos 12:18


Jesus é chamado Príncipe da Paz não é por acaso. É por isso que Paulo nos ensina que se for possível devemos ter paz com todos. Mas ele sabia que não basta desejar a paz, pois ela só se materializará como consequência de um esforço de compreensão, de determinação e de fé. A paz não pode ser a expressão da ausência de conflitos por conta da morte nos relacionamentos. A paz verdadeira é a consciência de que, mesmo no meio de crises o coração se aquieta porque está entregue ao Senhor e a Ele cabe o julgamento das disputas. Quando julgamos ou procuramos resolver as crises por nossa conta a vontade que nos vem é a da vingança, a do confronto, do revide. Precisamos primeiro deixar que o Espírito Santo promova a paz em nós, porque sozinhos é quase impossível viver em paz. Somente em comunhão com Cristo nos capacita a desempenhar a difícil tarefa de viver em paz com as pessoas que nos rodeiam, até mesmo com aqueles que nos incomodam.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Isaías 9:6


O nascimento de Jesus foi previsto e registrado na Bíblia. O profeta Isaias no texto em epígrafe traz a revelação do nascimento do Messias, mas quem lê atentamente as Escrituras pode confirmar que não há nenhuma menção sobre a data do nascimento do Salvador. O Natal não é mencionado nem uma vez na Bíblia. A data comemorada secularmente é uma arbitrariedade e uma convenção dos homens. Ainda que alguns comemorem essa data em uma lembrança ou deferência à memória do nascimento do Salvador, a maioria apenas perpetua um costume, ou entram na onda do jogo de marketing comercial bastante explorado pelos interesses consumistas. O mais contraditório dessa festa, sob pretexto de comemorar o nascimento de Jesus é que as pessoas se lembram de comprar presentes para os amigos, colegas, familiares, mas poucos presenteiam o aniversariante como seria natural, para sermos coerentes com os costumes sociais. Embora se afirmem que é uma festa cristã, os rituais e até mesmo os enfeites estão muito mais próximos das festas pagãs. O símbolo mais exaltado é um ídolo que, assim como os demais, tenta ocupar o lugar de Deus, o nosso único Pai. Papai Noel, figura quase onipresente em todos os espaços visíveis nesta sociedade consumista, foi criado para roubar a cena e para  tirar a nossa visão da centralidade de Cristo. E o alvo principal são as crianças, atacadas em sua ingenuidade e fantasia. Quem se atreve a falar mal de um velhinho simpático e que distribui presentes? É essa a estratégia do inimigo que, segundo a Bíblia, para conseguir seu intento, também se transfigura em anjo de luz. Mas a Bíblia nos orienta a ficarmos atento, conforme Atos 17:11”Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim”.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. 1 Coríntios 13:3


Paulo fala aos irmãos em Corinto, e essa orientação nos é valiosa e atual, pois de nada adianta darmos tudo por uma causa, se não formos motivado pelo amor. Nada que os homens façam ou sofrem, pode ser maquiado pela falta do amor sincero no coração. Sabemos que grandes feitos e sofrimentos podem ocorrer sem que necessariamente sejam regidos pelo amor. A História mostra muitos feitos e sofrimentos que não foram originados pelo amor Cristão, mas por outras motivações. Muitos pagãos que também não se submeteram ao Império Romano foram mortos como mártires, por causa de suas religiões pagãs. Quantos mulçumanos voluntariamente deram suas vidas nas cruzadas, visando um paraíso melhor. O amor do qual Paulo fala nem sempre é reconhecido como amor ao verdadeiro Cristianismo, pois sem o principio de um amor vivo em seu interior, todas as obras externas não passam, aos olhos de Deus, como rituais sem valor. Precisamos ter claro que Deus não está interessado nos grandes feitos ou sofrimento dos homens, mas sim nos motivos, propósitos, e a finalidades de tais sofrimentos. Sem sinceridade de coração, nada é verdadeiramente dedicado a Deus. Ainda que doemos toda a nossa fortuna ou que  passemos pelos mais terríveis sofrimentos. A única coisa que Deus requer de nós é o amor genuíno, sem hipocrisia ou interesse. E ainda que enganemos aos homens, jamais conseguiremos enganar a Deus, por isso em qualquer ação por nós praticada deve ser motivada pela liberdade, não pela imposição. Deve ser feita com total integridade: de corpo, alma e espírito e com pureza de coração. 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

"E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará." (Mateus 24:12).


Uma das profecias de Jesus sobre o fim dos tempos é que o amor de muitos se esfriará em relação a Ele. Vemos que isso não acontece instantaneamente, mas é um processo que vem sendo implantado pelo inimigo gradativa e sutilmente que as pessoas não percebem. Podemos verificar isso na sociedade atual em muitos sentidos. A banalização da violência, o esfriamento do amor ao próximo são características desse processo. Mas há algo que nos parece inocente e que nos mostra que a pessoa de Jesus vem sendo substituída tão naturalmente que até os mais religiosos, devotos ou cristãos convictos não são capazes de perceber.  A quase onipresença de Papai Noel, no período que antecede ao Natal é um sintoma desse momento. Não se ouve falar de Jesus, mas a figura de Papai Noel  é lembrada e reverenciada por crianças e adultos. É a ele que os pedidos são dirigidos. As crianças  são encorajadas a se comportar bem durante o ano, para receberem o agrado de Papei Noel. Jesus deixou de ser a razão do Natal, o aniversariante, para dar espaço à figura exótica que está em todo o lugar e demonstra atributos que visam a copiar os atributos de Jesus.  Ao desviar o foco do verdadeiro Deus, o mundo ensina às crianças a serem materialistas, além de apagar o sentido e a razão de nos reunirmos para comemorar o nascimento Daquele que veio ao mundo para nos salvar. Ele é o verdadeiro presente. O resto é ilusão!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

“Então se verá o Filho do homem vindo Numa nuvem. Com poder e grande glória.” Lucas 21:27


"E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação." Hebreus 9:27-28
É tempo de comemorarmos o nascimento de Jesus, enquanto o mundo está mais preocupado com as festas, com os presentes e se esquece do aniversariamente e, principalmente, do motivo de sua vinda ao mundo. Enquanto muitos se envolvem com as coisas desse mundo e não se lembram do que o próprio Jesus afirmou sobre a sua segunda vinda a Terra. Enquanto as luzes de um natal mundano nos distraem, a Luz de Cristo não é vista pelos homens. Precisamos nos preparar para isso, pois a Sua volta está próxima! Ela é predita e descrita pelos: profetas, pelos apóstolos, pelos anjos e pelo próprio Senhor Jesus. Precisamos ficar atentos, "Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem." (Mateus 24:27).

domingo, 15 de dezembro de 2013

"Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz." 1 Pedro 2:9


Há uma canção bastante conhecida no meio cristão cujo refrão diz: “Eu sou o que a bíblia diz que eu sou, eu tenho o que a bíblia diz que eu tenho, eu vou aonde a bíblia diz que eu vou”. Mais do que cantar essa canção, devemos refletir sobre o que ela diz, pois a  ideia que temos de nós mesmos é o que nos torna quem somos. Nossos  pensamentos governam nosso agir, nossos passos, nossas escolhas e decisões e são refletidos em nossas palavras. O que dizemos sobre nós mesmos se materializa, por isso é muito importante não nos esquecermos de onde viemos e para o que fomos criados. Nós fomos criados à imagem e semelhança do Criador.  É na Bíblia e não nos livros de auto ajuda que devemos buscar a nossa referência. Jesus nos diz em Mateus 5:13-14 que somos sal e luz: "Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens”. "Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte." O profeta Jeremias afirma que fomos escolhidos e  separados por Deus: "Antes de formá-lo no ventre eu o escolhi; antes de você nascer, eu o separei e o designei profeta às nações". (Jeremias 1:5). Mas se a Bíblia diz quem eu sou e o que tenho, ela também nos diz o que fazer, pois como ensinou Tiago 1:23 "Aquele que ouve a palavra, mas não a põe em prática, é semelhante a um homem que olha a sua face num espelho, e, depois de olhar para si mesmo, sai e logo esquece a sua aparência. Mas o homem que observa atentamente a lei perfeita que traz a liberdade, e persevera na prática dessa lei, não esquecendo o que ouviu mas praticando-o, será feliz naquilo que fizer.”  Se afirmamos que somos filhos de Deus e que temos direito à Sua herança incorruptível, devemos agir como tal, lembrando sempre diante das adversidades que nos rondam o que afirma Paulo em Filipenses 4:13,: "Tudo posso naquele que me fortalece." 

sábado, 14 de dezembro de 2013

E farei com eles uma aliança eterna de não me desviar de fazer-lhes o bem; e porei o meu temor nos seus corações, para que nunca se apartem de mim. Jeremias 32:40


Essa palavra do profeta Jeremias nos faz pensar o quanto somos tolos quando não colocamos nossa confiança em Deus e escolhemos confiar em pessoas, na sorte, nos ídolos... Não é por acaso que as pessoas que assim agem vivem vidas de fracasso, mesmo tendo sucesso na vida financeira. Não adianta ter dinheiro, poder, status, sem paz interior, sem tranquilidade para viver bem. A Bíblia nos ensina que quando uma pessoa está no mundo, sem Deus, ela vive debaixo de influência das trevas. E isso, faz com que ela sinta um vazio que nenhum dinheiro ou posição social preenche. Mas basta olhar para Jesus e a coisa muda, pois Ele nos preenche e fortalece, conforme ensinou Moisés em Êxodo 23:25  “E servireis ao SENHOR vosso Deus, e ele abençoará o vosso pão e a vossa água; e eu tirarei do meio de vós as enfermidades.” Uma vida vitoriosa é ter paz e segurança e  a segurança que o Senhor nos dá é eterna, não é passageira. As vitórias conquistadas na presença de Deus duram para sempre, diferentemente das vitórias fugazes que o mundo oferece. Mas precisamos saber que, se quisermos viver uma verdadeira vida de vitória, o caminho é Jesus. 

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A minha alma anseia pelo Senhor, mais do que os guardas pela manhã, mais do que aqueles que guardam pela manhã. Salmos 130:6


Essa declaração do salmista deveria ser também a declaração vinda de nossa alma, em todo o tempo e lugar. Mas o que vemos são pessoas correndo o tempo todo em busca de prazeres mundanos, da sobrevivência diária e, ao final do ano ainda esperam “Papai Noel” em vez de desejarem ardentemente a presença Daquele cujo nascimento se comemora tradicionalmente em 25 de dezembro. Assim como esperamos pelos presentes, pelas festas, ou pelos amigos neste período, deveríamos esperar que Jesus ocupe Seu lugar de destaque. 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. 2 Coríntios 5:17


"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus." (João 1:12-13)

 Há alguns equívocos que ainda permanecem em relação à vida cristã e à salvação em Cristo. Há quem pense que todos somos filhos de Deus, ou que todos os que se identifiquem como tal são cristãos. Todos somos criaturas de Deus, mas só é filho  aquele que nasce de Deus, aquele que entrega a sua vida a Jesus e o recebe como seu Salvador, deixando para trás as coisas velhas. Sendo, portanto, nova criatura. E essa mudança não é exterior. E para nascer de novo é necessário crer que Jesus derramou o seu sangue como pagamento pelos nossos pecados e ressuscitou dos mortos para nossa justificação e, assim, entregar a sua vida a Jesus, e recebê-Lo como Salvador e  Senhor. Mas, infelizmente, muitos que declaram sua fé em Jesus, que frequentam uma igreja e se dizem cristãos ainda se comportam como velhas criaturas, pois não se converteram de fato. Doutrinas e regras religiosas não trazem salvação. Ser cristão não é ser religioso, mas ser separado  no mundo, estando nele, é uma vivência de dentro para fora, não uma aparência. Ninguém é salvo por obras, ou  pelo seu próprio esforço, conforme declara Paulo em Efésios 2:8-9 "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie." Em Efésios 2:8 Paulo diz: "pela Graça sois salvos ..." E graça significa um favor imerecido.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. Lucas 2:7


A Bíblia conta que Maria e José não encontraram hospedagem na longa viagem que fizeram para que José pudesse atender ao chamado do governador para responderem ao recenseamento e não lhes restaram alternativa, diante do cansaço, a não ser repousarem em uma estrebaria encontrada ao longo do caminho. Foi ali que Jesus nasceu! Mas isso não foi por acaso. Segundo a profecia de Isaias, aquele foi o lugar preparado por Deus para o nascimento do rei do universo. Não havia lugar para Jesus na estalagem naquele dia, naquela época, mas a  situação de Jesus desde o dia que nasceu na terra até hoje, ainda é a mesma. Em muitos lares, ou em muitos corações não há vaga para Jesus. Contudo,  Jesus procura vaga para nascer em seu coração, ainda que ele esteja como uma estrebaria. 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção de costume; Provérbios 30:8


 O autor desse provérbio nos faz refletir sobre a importância de termos uma vida equilibrada e de estarmos em comunhão com Deus. Ele tem consciência de que não precisamos mais do que o Senhor nos dá e por isso pede que tenha o suficiente para não tomar o nome de Deus em vão ou não negá-Lo em razão de uma falsa sensação de independência que o dinheiro possa transmitir.  Quando nos colocamos na dependência de Deus, Ele nos dá o suficiente para vivermos com equilíbrio. Quando buscamos em primeiro lugar o Reino de Deus, certamente, todas as coisas nos são acrescentadas.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

“….corramos com perseverança a carreira que nos esta proposta, olhando firmemente para Jesus…”. Hebreus 12:1


Sempre ao findar do ano, o clima de preparação para as festas, a expectativa de um novo ano nos fazem refletir o quanto passou rápido o ano corrente e isso nos leva a fazer um balanço e a projetar mudanças para o próximo ano, as quais nem sempre executamos. Com o passar dos tempos percebemos que estamos envelhecendo, que nossas conquistas já não têm o mesmo sentido de quando esperávamos por alcançá-las e assim alguns ponderam sobre a efemeridade da vida, a inconsistência dos prazeres e dos valores mundanos. Tudo acaba. Essa é a grande certeza. Mas vemos com tristeza que há pessoas que têm apoiado suas vidas em promessas de homens, ou no poder financeiro do dinheiro, ou na sua inteligência e sabedoria e, por conseguinte, acabam se frustrando ano após ano. Contudo, quando fazemos o que nos recomenda o autor de Hebreus, quando colocamos nossa confiança e nossos sonhos no Braço forte do Senhor e na força do seu poder, deixando que o Espírito Santo nos guie, não somos decepcionados. Quando olhamos firmemente para Jesus, mesmo diante da maior tribulação, podemos  fazer um balanço ao final de ano e contabilizar mais bênçãos do que frustrações. E, ainda que essas bênçãos não tenham vindo ao nosso ritmo, sabemos que elas não são passageiras. Quando temos uma direção segura, um alvo, um ideal, podemos  ter a segurança de encontrar um futuro previsível para um novo tempo. Ao fugir do exército de Faraó, tendo à frente o Mar Vermelho, a ordem de Deus para o Seu povo foi: marchem! Mas Deus espera que Seu povo marche olhando para o Grande General. Quando o povo deixa de fazer isso, ele começa a andar em círculos e entra ano e sai ano, a sensação é de que não avançaram. Vemos pela Bíblia que uma viagem que poderia ter sido feita em poucos dias levou 40 anos. Isso porque o povo não olhou firmemente para o alvo. O povo se deixou levar por comandos diversos e se esqueceu de onde saiu e para onde iria. Ninguém chega a lugar nenhum se não marchar na direção de um ideal, pois sem essa direção nos perdemos pelo caminho. No deserto o povo buscou outros deuses, e hoje não é diferente. Há quem se apoie em horóscopos, predições, mapas astrais, videntes, búzios, quiromancia e tantas outras opções que se propõem a responder sobre um futuro incerto, enquanto a única previsão segura está nas páginas da Bíblia.

domingo, 8 de dezembro de 2013

E, se as primícias são santas, também a massa o é; se a raiz é santa, também os ramos o são. Romanos 11:1


O apóstolo Paulo está se referindo a algo que poucas pessoas têm levado em conta nos dias atuais a “Lei das Primícias”. Essa lei diz que quando consagramos a primeira parte de algo ao Senhor, todo o restante é santificado e abençoado por Ele. Eis o segredo das bênçãos no caminho certo. Mas é importante entendermos que as primícias não se referem apenas ao fruto material de nosso trabalho. Ela diz respeito também ao nosso tempo, aos nossos bens, à nossa dedicação e ao nosso serviço. Quando priorizamos o nosso trabalho, os nossos interesses pessoais e deixamos nossa atenção a Deus para o resto de tempo que nos sobra, certamente como consequência dessa semeadura, colhemos fadiga e nosso trabalho não prospera. Vemos o fruto de nosso trabalho se esvair, ao passo que, quando dedicamos o primeiro instante a Deus e consagrando a Ele os primeiros minutos de cada dia temos a certeza de um dia abençoado e tudo o que fazemos neste dia rende. De igual modo, quando dedicamos a Deus as primícias de nossos bens e damos a Ele a primícia de nossa atenção, sem deixar que as coisas vãs deste mundo nos ocupem, e passamos a cuidar das coisas de Deus com dedicação, assim como ensinou Jesus em Mateus 6:3: “Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”. 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados. Romanos 2:13



Neste texto de Paulo aos Romanos o apóstolo deixa bem claro que ritos e dogmas não levam à salvação. Sempre ouvimos dizer que o homem precisa ter uma religião e isso é um fato, porque religião é a tentativa do homem de se religar a Deus, mas também é fato que Deus não criou nenhuma religião. Quando Deus decidiu restaurar o Seu relacionamento com o homem, Ele o fez por meio de Seu Filho, o Cordeiro imolado  para o perdão dos pecados da humanidade. Portanto, mesmo que nos dedicamos a uma religião a fim de termos comunhão e  juntos, sob a orientação de homens ungidos por Deus procurarmos  o crescimento espiritual e a santificação para resistirmos ao pecado e ao domínio do inimigo neste mundo que jaz no maligno, precisamos sobretudo ter a convicção de que há somente uma maneira de o homem se religar a Deus: crer na morte e ressurreição de Jesus Cristo, que é o único mediador entre Deus e os homens (1 Timóteo 2:5-6). Mas engana-se quem pensa que por frequentar uma igreja e ter uma religião garantiu seu lugar na Glória. Paulo em vários momentos deixou bem claro os propósitos de Jesus e advertiu-nos “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se ao homem que contempla num espelho o seu rosto natural, pois a si mesmo se contempla e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência. Mas, aquele que considera atentamente na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar.” (Tiago 1:22-25). Assim, precisamos compreender que não basta ouvir, ou conhecer, temos que praticar o que ouvimos ou o que lemos. Mesmo nas igrejas, aqueles que professam uma fé, que admitem ter uma religião, há dois tipos de cristãos: os que ouvem a Palavra e a praticam; e os que simplesmente a ouvem, mas não a praticam. Contudo, a  ordem é muito clara “sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes...”. Tão somente ouvir a Palavra não tem nenhum valor e nenhuma eficácia, pois não basta apenas ouvir, é necessário obedecer, por isso o Senhor Jesus disse em Mateus 7: 26 “Mas quem ouve estas minhas palavras e não as pratica é como um insensato que construiu a sua casa sobre a areia”.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Que nos consideremos uns aos outros, não atentando para o que é propriamente nosso, mas aquilo que é do outro (Filipenses 2:4), "tendo cuidado uns dos outros" (1ª Coríntios 12:25), "suportando-nos uns aos outros em amor" (Efésios 4:2).

Em três momentos distintos, o apóstolo Paulo nos exorta a seguirmos os ensinamentos do Evangelho fazendo como Cristo nos ensinou. Vivemos em dias tão difíceis quando as pessoas não querem saber de Deus, quando o evangelho é desprezado, e a palavra de Deus é desconsiderada, dando lugar ao mundanismo, às orientações de uma sociedade corruptível e que valoriza o consumismo, a vaidade e ter a qualquer preço. Os cristãos deveriam ser a diferença, atentando para o que Senhor Jesus disse que somos: "o sal da terra" e a "luz do mundo". Infelizmente, muitos cristãos não têm mostrado essa diferença, antes, têm se misturado com o mundo, vivendo nas mesmas práticas que outrora viviam, quando eram ímpios. Na contramão do que Paulo ensinou, percebemos que falta compromisso com o evangelho de Cristo, falta compromisso com a Igreja e com a própria pessoa. Muitos estão seguindo seu próprio entendimento e desconsiderando o Evangelho, ignorando os irmãos e a Igreja e com isso desconsiderando Jesus Cristo. Vemos que poucos estão dispostos a enfrentar as adversidades por causa do evangelho. "Os negócios" dessa vida, têm sido grandes obstáculos para o cristão servir a Cristo. Muitos cristãos não têm tempo de evangelizar, pois o trabalho, os estudos, as diversões e outras coisas legítimas tomam o seu tempo. Precisamos entender que Deus nos capacita e nos dá a força necessária, quando damos a Ele as primícias de nosso tempo, de nosso trabalho, de nossas relações. Um cristão jamais deixa de considerar um irmão, sofrendo com ele nas suas aflições por isso o autor de Hebreus diz: "E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às obras". (Hebreus 10:24). Um cristão deve estar disposto a falar de Cristo com ousadia, pois Ele não nos deu um "espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação" e deve  considerar a Jesus Cristo em primeiro lugar "Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração" (Mateus 6:21).

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, 2 Timóteo 3:14


Ainda que alguns duvidem, a Bíblia é um livro de inspiração divina e é um manual de conduta para todos que desejam estabelecer o Reino de Deus na terra e seguir em busca da Terra Prometida, a vida eterna na Glória de Deus. Por isso o apóstolo Paulo instrui a Timóteo a permanecer naquilo que aprendeu. Mas para permanecer é preciso conhecer e essa tarefa de ensinar a Palavra de Deus de apresentar  a Bíblia aos filhos ou aos jovens e adultos que não tiveram essa oportunidade em família é uma obrigação  cristã.  Com a Bíblia aprendemos princípios básicos que precisamos desenvolver: o caráter; a mordomia; o autogoverno; a semeadura e a colheita;  a união; a individualidade da salvação; e a soberania de Deus. Quem  conhece a Palavra e desenvolve os princípios básicos por ela defendidos encontram a força necessária para permanecer na fé, porque aprende a reconhecer de quem vem a inspiração.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

“Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido.” Josué 1:8


Esse é um dos versículos-chave do livro de Josué é 1:8: , e que deve ser aplicado nos nossos dias com total dedicação por aqueles que entendem a exortação de Jesus em Marcos 16:15-16 “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado”. O Antigo Testamento está repleto de histórias de como as pessoas “esqueceram” de Deus e de Sua Palavra e sofreram terríveis consequências. Nos dias atuais, ainda que a sociedade pregue o contrário, quem se descuida da Palavra de Deus também tem colhido o resultado de sua negligência. Para o Cristão que leva a sério o princípio do versículo em epígrafe  as consequências são visíveis, pois Deus não se esquece de quem Dele se lembra. Mas precisamos entender que o sentido de prosperidade não é o mesmo dado pelo mundo. Ser próspero para Deus é viver a plenitude do Evangelho, caminhando conforme a Sua Palavra. Nada tem a ver com riquezas e benefícios financeiros. Mas é certo que Deus não deixa nada faltar o necessário àquele que busca Seu Reino em primeiro lugar. Quem serve a Deus não espera ser servido por Ele, mas reconhece-O em todo o tempo e lugar. Por isso é  preciso lembrar sempre das palavras de Jesus em Mateus 6:24: "Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará a um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro." Quem serve a Deus colherá as promessas feitas a Josué e está sempre atento ao que Paulo advertiu a Timóteo: "Contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão." (1 Timóteo 6:5; 9-11).  

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Marcos 8:36


Essa pergunta feita por Jesus enquanto estava na Terra em forma de homem parece esquecida por muitos nos dias atuais. Vemos em todas as esferas, e, infelizmente até no meio cristão, que o dinheiro tem exercido muita influência sobre as pessoas, fazendo com que a ganância e a cobiça imperem, quando a Palavra de Deus nos ensina que devemos buscar primeiro o Seu Reino e que todas as outras coisas nos serão acrescentadas. A sociedade atual impõe às pessoas um estilo de vida em que acumular bens e correr atrás da prosperidade material é o que conta.  E muitos têm acreditado que ser próspero é ser rico, ou ter poder, enquanto a prosperidade a qual a Bíblia se refere não se limita à riqueza material. De nada adianta ter dinheiro e ser escravo dele, pouco se aproveita acumular bens se esses apenas servem a fins egoístas. O ensinamento de Jesus é muito simples e claro: ser próspero é também ser solidário, ser abençoador e não apenas  reter bênçãos. Mais cedo ou mais tarde, aqueles que vivem em busca de acumular dinheiro e bens, percebem que estão correndo em vão, atrás de um objetivo vazio, pois o dinheiro, mesmo com a falsa sensação de poder e segurança que ele proporciona, não pode oferecer o que Jesus tem para aqueles que buscam o Abençoador e não apenas as bênçãos. Infelizmente muitos cristãos facilmente se esquecem de que devem buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e viver uma vida cristã autêntica como verdadeiros discípulos de Jesus e assim entendem a prosperidade como obtenção de riquezas, sem que essas riquezas sejam usadas para abençoar a outros e para o crescimento do Reino de Deus. Muitos colocam a busca por dinheiro e prosperidade material como prioridade das suas vidas, tornando irrelevante e infrutífero o seu testemunho cristão. O cristão autêntico é próspero não porque tem dinheiro, mas porque  sabe o que significam as palavras de Paulo aos Filipenses 4:19 “E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades.”

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Dizendo: Pequei, traindo o sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é contigo. Mateus 27:4


Esse versículo mostra parte do diálogo que Judas, o traidor, teve com os religiosos que negociaram com ele a traição de Jesus. Observe que ele reconheceu que havia errado e, arrependido, voltou aos que buscavam matar Jesus para desfazer o negócio. A resposta a isso nos mostra o que ainda continua acontecendo com aqueles que  conhecem Jesus, que tiveram, como Judas, a oportunidade de cear com o Mestre, de ouvir os Seus ensinamentos e ainda assim preferem negociar com o mundo, preferem ouvir os religiosos que não reconhecem Jesus como o Salvador, mas de algum modo procuram silenciá-Lo. A resposta não é diferente. O mundo não quer saber se houve arrependimento, isso é problema de quem aceitou fazer o pacto. O que interessa ao mundo é apenas o poder, mas Jesus vê o pecador arrependido diferentemente. Se Judas O tivesse procurado e confessado o seu arrependimento, certamente não teria dado cabo à sua vida. Contudo, assim como muito fazem, em vez de procurar Aquele que deu a Sua vida por nós, muitos escolhem procurar o consolo entre religiosos que nada podem fazer, ou vão buscar ajuda justamente entre aqueles que o arrastaram para a queda. Os religiosos queriam matar Jesus e usaram Judas e esse, mesmo sabendo que Ele era inocente, mesmo conhecendo a Sua Palavra e tendo partilhado com Ele à mesa, embora reconhecendo o seu erro, não teve fé ou humildade suficiente para se ajoelhar diante Dele e buscar o perdão. Muitos estão cometendo suicídio espiritual, quando agem como Judas: reconhecem o erro, mas não o confessam Àquele que verdadeiramente se importa com o pecador. O mundo sempre vai nos dizer:  “o problema é seu”.  

domingo, 1 de dezembro de 2013

Mas, quando vos entregarem, não vos dê cuidado como, ou o que haveis de falar, porque naquela mesma hora vos será ministrado o que haveis de dizer. Mateus 10:1

Deus está à procura de homens e mulheres dispostos a testemunhar, verdadeiros adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Ele não espera que sejamos perfeitos, não olha para nossas fraquezas, não busca títulos e  posições. A Bíblia está repleta de exemplos de grandes homens e mulheres de Deus tiraram força da fraqueza a fim de anunciarem as boas novas de salvação e para isso foram capacitados por Deus. Homens e Mulheres que estejam dispostos a negar a si próprio, e a sair do Egito, abandonar o mundo sem abandonar aqueles que precisam ouvir uma palavra de fé. Para isso só é preciso dar espaço ao Espírito, porque Ele ministra em nós o que precisa ser dito. O Deus que nos chama é o mesmo que nos capacita, o mesmo que capacitou e transformou Saulo no apóstolo Paulo. Ele nos estimula a prosseguir semeando com esperança. Ainda que nos persigam e nos afrontem, Deus  nos consola  e nos prepara para consolar os desesperançados, os abatidos e os oprimidos.