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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. 1 Coríntios 13:3


Paulo fala aos irmãos em Corinto, e essa orientação nos é valiosa e atual, pois de nada adianta darmos tudo por uma causa, se não formos motivado pelo amor. Nada que os homens façam ou sofrem, pode ser maquiado pela falta do amor sincero no coração. Sabemos que grandes feitos e sofrimentos podem ocorrer sem que necessariamente sejam regidos pelo amor. A História mostra muitos feitos e sofrimentos que não foram originados pelo amor Cristão, mas por outras motivações. Muitos pagãos que também não se submeteram ao Império Romano foram mortos como mártires, por causa de suas religiões pagãs. Quantos mulçumanos voluntariamente deram suas vidas nas cruzadas, visando um paraíso melhor. O amor do qual Paulo fala nem sempre é reconhecido como amor ao verdadeiro Cristianismo, pois sem o principio de um amor vivo em seu interior, todas as obras externas não passam, aos olhos de Deus, como rituais sem valor. Precisamos ter claro que Deus não está interessado nos grandes feitos ou sofrimento dos homens, mas sim nos motivos, propósitos, e a finalidades de tais sofrimentos. Sem sinceridade de coração, nada é verdadeiramente dedicado a Deus. Ainda que doemos toda a nossa fortuna ou que  passemos pelos mais terríveis sofrimentos. A única coisa que Deus requer de nós é o amor genuíno, sem hipocrisia ou interesse. E ainda que enganemos aos homens, jamais conseguiremos enganar a Deus, por isso em qualquer ação por nós praticada deve ser motivada pela liberdade, não pela imposição. Deve ser feita com total integridade: de corpo, alma e espírito e com pureza de coração. 

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