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domingo, 26 de outubro de 2014

Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Romanos 13:1



Hoje é dia de eleição para a escolha daquele que vai governar o Brasil e, em alguns Estados, daqueles que irão administrá-los pelos próximos quatro anos. E esse é, bem mais do que afirma a retórica eleitoral ou eleitoreira, um momento de grande responsabilidade, pois trata-se de uma decisão que trará sérias consequências não só para quem vota, mas para toda a sociedade, incluindo os que não votam por não serem eleitores ainda e também aqueles que preferiram se omitir e deixar que outros decidam por eles. O que os cristãos precisam ter em mente é que, independentemente de quem seja eleito, estaremos sujeitos à autoridade daqueles que foram colocados como nossos governantes. O apóstolo Paulo deixa bem claro que a autoridade humana também vem de Deus e por Ele foi estabelecida, ao dar a nós. Vemos que na época de Samuel, quando o povo quis ter sobre si um rei,  Deus concedeu-lhe os direitos de escolha e reivindicação. Mesmo entristecido com o povo que preferiu ter um rei em vez de ser um povo cujo Deus fosse o seu bastante soberano, lemos em Samuel 8 que Deus age democraticamente, deixando o povo escolher um rei. Mas não podemos deixar de observar que Deus explicita as consequências da escolha. E é certo que em nenhum momento estamos livres da responsabilidade de nossas escolhas.  Sem dúvida alguma, as eleições são a nossa grande oportunidade de assumir a nossa responsabilidade diante de Deus e da sociedade. É um dos raros momentos em que podemos reivindicar justiça para o povo e definir a mudança no curso de um sistema ou a sua continuidade. Mas como cristãos nossa responsabilidade é maior porque também precisamos zelar para que nossas escolhas sejam coerentes não só com as propostas que regerão as leis deste mundo, mas também aquelas que contribuirão para que a Palavra de Deus seja pregada com liberdade e responsabilidade. Precisamos eleger assim, pessoas que trabalharão para o bem do país e do povo e pela Obra de Deus.

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