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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade; Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, 1 Timóteo 2: 1-3




É importante que os cristãos saibam qual é a vontade de Deus em relação aos seus governantes, pois se temos a liberdade de escolhê-los também temos a obrigação de respeitá-los e de orar para que sejam melhores e que façam um governo justo, zelando pelo bem de todos e não apenas de alguns. Paulo nos ensina a ter uma atitude de submissão às autoridades humanas e é taxativo no que se refere ao fato de que devemos orar por eles. Gostemos ou não da presidente, ou do governador nossa missão é a de orar por eles. Essa é a arma da revolução cristã. É a oração pelos governantes e não a rebelião ou as críticas depreciativas que mudarão o governo sejam eles escolhidos ou não por nós. Antes da eleição temos candidatos e podemos escolher, depois, temos um governo escolhido pela maioria, ainda que não seja a nossa opção. Isso se chama democracia. Pela autoridade instituída por Deus hoje no Brasil devemos orar, certos de que também temos o dever de com ela cooperar. Observe que o apóstolo Paulo reforça que isso é bom e agradável diante de Deus.

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