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domingo, 5 de outubro de 2014

Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo ao qual escolheu para sua herança. Salmos 33:12-13





Hoje vamos escolher por meio do voto os nossos futuros governantes e legisladores. Nossos representantes que terão o nosso aval legítimo para falar e escolher em nosso nome. Vimos nesse período de campanha que os candidatos travaram uma verdadeira guerra para conquistar o voto dos eleitores e nessa guerra vale tudo: mentiras, ofensas, intrigas, agressões, falsas promessas... Apesar da origem semântica do nome candidato, que vem de cândido (puro), sabemos que não é assim. Os candidatos sempre se apresentam como defensores da ética, da verdade, da justiça, dos interesses do povo, fazem as mais variadas promessas, mas infelizmente a maioria usa apenas de retórica e fica difícil saber quem está sendo sincero (do latim, sem cera), ou seja, sem máscaras. Mas quando votamos em alguém, estamos depositando a nossa confiança nele, e entregando o nosso aval para que ele decida por nós. Assim estamos acreditando nas suas promessas, e nos comprometendo com ele, por isso devemos pensar bem antes de votar. O voto é coisa muito séria gera uma série de consequências na vida de uma nação. Portanto, se queremos uma nação em que Deus seja glorificado, devemos rejeitar aqueles candidatos que ignoram a Sua Palavra, ou cujos programas subvertem aos Seus princípios.

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