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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Eu te conheci no deserto, na terra muito seca. Oséias 13:5


Aprendemos muito quando passamos pelos desertos da vida, e somente quando olhamos  para trás é que vemos como foram importantes, apesar de termos consciência de que aqueles momentos são dias tristes e angustiantes, dos quais tentamos nos libertar. São tempos de crises, de dores na alma, são tempos de perda e de profunda depressão. Contudo, é inegável que o deserto é o lugar da restauração, quando nos dispomos a tirar dele uma lição em meio à adversidade. Esse é o momento propício de conhecermos ou de aprofundarmos nosso conhecimento sobre Deus, assim como nos mostra o profeta Oséias. Quando passamos pelo deserto, Deus nos dá a oportunidade de nos aproximar Dele, de amadurecer e de aprender a confiar e a esperar. Todavia, essa é uma escolha pessoal. Assim como o povo que saiu do Egito, nem todos aprendem no deserto, alguns preferem murmurar e seguir outros deuses. Mas aqueles que veem o deserto como um lugar de encontro com Deus e consigo mesmo saem vitoriosos e aptos a receber a terra prometida. Quando estamos no deserto descobrimos quem são os verdadeiros amigos, desmascaramos os falsos e estabelecemos relacionamentos íntegros e sinceros. É no deserto que aprendemos a depender de Deus, a confiar, esperar em Deus para  sermos direcionados por Ele e para Ele. Por essa razão não devemos murmurar ou resistir, pois se estamos passando pelo deserto, com certeza Deus está nos restaurando. Mas a Bíblia nos faz ponderar sobre essa passagem, pois muitas são as pessoas que quando estão no deserto conhecem a revelação de Deus, mas depois que se fartam, que alcançam livramento esquecem-se de Deus. Isso porque não houve um compromisso, uma ligação, um desejo sincero de ter um relacionamento com o Senhor.

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