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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013



Assim diz o Senhor DEUS, que congrega os dispersos de Israel: Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram. Isaías 56:8-9


 A promessa de Deus é ajuntar os dispersos. E quem são os dispersos hoje? São aqueles que vivem  de igreja em  igreja,  que vivem de euforias e momentos e não aprofundam o  relacionamento com o Pai. São os que se animam em um culto cuja palavra é de estímulo e se desencorajam quando a palavra é de admoestação. São os que querem ser adulados, acariciados com a palavra do pastor, mas se desgastam quando são chamados à atenção, quando entendem que a palavra lhes serviu de carapuça. São os que buscam poder e status na obra, mas não o serviço voluntário, espontâneo e anônimo para a glória do Senhor.   São aqueles que não se firmam nas promessas e não persistem com paciência porque querem resultados imediatos como se igreja fosse “self service” de promessas e os pastores fossem entregadores de bênçãos “a La carte” ou ainda em “delivery”. Mas quando as coisas não acontecem conforme o esperado, quando o vazio permanece e a alegria momentânea  se torna frustração se decepcionam com Deus e com as igrejas. Deus quer chamar à razão os dispersos. Ele não tem culpa, pois quem depositou sua confiança em  homens, obras e coisas passageiras, quem não olha para Jesus, mas para o homem não se satisfaz em lugar algum. É preciso entender antes de tudo que as igrejas não são perfeitas, porque é formada de homens e mulheres imperfeitos. As  pessoas se dispersam porque  têm procurado perfeição  nos lugares errados, nas pessoas erradas, e por isso acumulam  decepções. É preciso reconhecer que não existem igrejas perfeitas, não  existe cristão  perfeito.  O único que é perfeito é Cristo, em quem devemos nos espelhar em busca da perfeição. Ele veio para agregar os dispersos e para acolher com misericórdia aqueles que julgam o irmão, que cobram dos líderes aquilo que nem eles são capazes de fazer e por isso vagam sem criar raízes porque não estão ligados à  Videira. 

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