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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013


“Mas eras tu, homem meu igual, meu guia e meu íntimo amigo. Consultávamos juntos suavemente, e andávamos em companhia na casa de Deus”. (Salmos 55:13-14)

Se o inimigo nos afronta usando pessoas estranhas, com toda certeza isso dói, mas dói  muito mais quanto essa afronta vem daqueles que nos são caros. Quando vem daqueles que a quem depositamos nossa confiança, a quem demos o nosso ombro. Suportar a afronta ou a indiferença de um (des)conhecido é tolerável, mas se isso vem daqueles a quem amamos essa dor se torna lancinante, como uma espada afiada que penetra o mais intimo de nosso ser. Se isso já lhe ocorreu, você deve saber o que significa conviver com a tristeza de ver uma pessoa querida tratando-o como um inimigo, ou com a indiferença de um estranho. Mas o salmista diz “Eu, porém, invocarei a Deus, e o SENHOR me salvará”. O Senhor tomará as nossas dores, quando clamarmos a Ele. Quem afronta aqueles que querem o bem e estão em paz, quem quebra a aliança ou a amizade chama a si a justiça de Deus, porque Ele é o único que pode pleitear por nós essa causa. O salmista desabafa porque se sente entristecido por ser afrontado por alguém que lhe é caro. Quantas vezes isso não aconteceu também conosco? Quantas vezes não é o nosso amigo, nosso irmão, nosso companheiro que nos afronta? Observe que o salmista diz “Pois não era um inimigo que me afrontava; então eu o teria suportado; nem era o que me odiava que se engrandecia contra mim, porque dele me teria escondido.” (Salmos:55:12).”  Se você sofre com essa afronta, ou se tem afrontado seu irmão sem causa, faça como o salmista, confie no Senhor e lance o seu cuidado sobre Ele, pois Ele não permitirá jamais que o justo seja abalado. 

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