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terça-feira, 8 de maio de 2012

Então veio ela, e o fez saber ao homem de Deus; e disse ele: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto. (2 Reis 4:7)

Esse versículo é um trecho da passagem da viúva e o milagre do azeite. Com essa história podemos entender porque Deus nos abençoa. Não é somente porque Ele nos ama e nos quer bem. As bênçãos acontecem em nossa vida porque Deus tem propósitos maiores a serem alcançados por meio de nós. Mas antes precisamos saber que o milagre da multiplicação do azeite só aconteceu porque aquela mulher atendeu a alguns quesitos indispensáveis para a obtenção das bênçãos e por meio daquele milagre outras vidas foram alcançadas. Precisamos ter em mente que Deus não nos abençoa de forma egoísta. Precisamos ser multiplicadores de bênçãos. Precisamos ser vasos para conter a multiplicação. Aquela viúva era submissa ao seu líder espiritual e obedecia às suas orientações, por isso recebeu a bênção. Ela possuía uma reserva de azeite em casa e tinha um bom testemunho onde vivia. Essas são condições importantes para que a bênção nos alcancem. O azeite significa unção e a reserva que ela possuía pode transbordar porque ela soube guardar o que tinha. Vemos nessa história que o azeite transbordou e a viúva que antes estava sendo constrangida e humilhada pelos seus credores pode pagar suas dívidas e andar de cabeça erguida. É isso que Deus quer que aprendamos com a unção que nos reserva. Ele espera que retenhamos a unção para que ela possa ser multiplicada e se transforme em honra. Mas para isso precisamos aprender a obedecer, a seguir as orientações dos nossos líderes a dar bons testemunhos aos nossos vizinhos para que, quando precisarmos que nos emprestem os vasos para que nosso azeite transborde, eles nos trarão com confiança e alegria, porque sabem que somos confiáveis, que devolveremos o que tomamos emprestado. Por isso não nos faltarão vasos, por isso o azeite será cada vez mais abundante. Quem age com responsabilidade, tem credibilidade, enfrenta as crises e sai delas com dignidade. Quem, como a viúva desta passagem, honra seus compromissos terá sempre quem lhe empreste algo e não será escravizado pelas dívidas, nem ridicularizado pelos credores.



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