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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

E rogavam-lhe que ao menos eles pudessem tocar a orla da sua roupa; e todos os que a tocavam ficavam sãos. Mateus 14:36


As pessoas simples e sem acesso aos religiosos da época de Jesus, embora não fossem agraciadas com a misericórdia da Igreja e de seus representantes como deveria ser, considerando que Deus é amor e bondade, conheciam as tradições e as profecias. Todos os judeus sabiam que se Jesus fosse realmente o Messias, se tocassem a orla de suas vestes seriam curados, por isso se aglomeravam em torno Dele, pois as vestes de Jesus eram segundo o costume daquele época. Elas eram confeccionadas com franjas nas suas bordas e nessas franjas haviam cordões azuis com os mandamentos de Deus. Então, toda vez que eles andavam os mandamentos de Deus nos cordões que estavam nas orlas eram vistos. Tocar na orla das vestes de Jesus não era uma simples metáfora. Era alcançar a misericórdia pelo conhecimento da Palavra de Deus. Assim, as pessoas vinham de longe para tocar as franjas de Jesus, pois elas eram sinal de autoridade. Mas precisamos desmitificar essa atitude, lembrando que não é o ritual que nos cura e sim o coração sincero que apresentamos diante de Deus. Jesus curava aqueles que O tocavam não pelo simples e mecânico poder do toque, mas porque sabia da sinceridade do coração enfermo. O povo conhecia a capacidade de fazer grandes milagres, mas nem todos perceberam quem Ele realmente é. Muitos ainda O procuram para conseguir cura, para prolongar a vida terrena, mas são poucos os que procuravam para a vida eterna. Podemos seguir Jesus para encontrarmos alívio, mas perderemos a essência se O procurarmos apenas para que nos ajude nesta vida, e não buscamos o plano eterno que Ele tem para nós.
Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas orlas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria. – Malaquias 4:2

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