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quarta-feira, 7 de setembro de 2011



"A morte e a vida estão no pode da língua" (Pv 18.21)



Amado(a), Deus sempre deu grande importância à palavra. Observe que a Bíblia narra que foi pela palavra que a Terra, os seres que nela habitam e os luminares foram criados. Deus disse e foi feito! Mas não é só no seu sentido criador que Deus valoriza a palavra. É também no seu sentido de verdade. A palavra por ser ato de criação e de perpetuação não pode ser um ato vão. O cristão deve honrar a palavra proferida independente de estar registrada ou ser testemunhada, assim como deve fazer com a Palavra Deus escrita na Bíblia ou anunciada pelos profetas. Não é à toa que o apóstolo ensina que o nosso falar deve ser “sim, sim. Não, não.” O cristão autêntico não jura em vão, não pronuncia palavras hostis, que machuquem ou desonrem o próximo. O verdadeiro cristão não recorta na palavra de Deus apenas aquilo que lhe convém. Ao contrário, se necessário for ele usa a palavra para corrigir, redargüir e exortar, ainda que isto lhe custe uma amizade. Jesus nos deu o exemplo, mesmo diante da provocação de satanás que o levou ao alto do monte para tentá-Lo, Ele não titubeou. Apropriou-se da palavra como quem sabe manejar uma arma e usou-a com pertinência porque a conhecia, mas não se deixou tentar ou ser induzido pelas astúcias do inimigo que também é conhecedor da palavra.

Amado(a), sigamos o exemplo de Jesus, que a palavra por nós proferida seja fonte de vida e revele a verdade e que jamais seja uma pedra de tropeço.

Graça e Paz!

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