domingo, 10 de fevereiro de 2013


“Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se uma só carne”. (Gênesis 2:24)


Este texto de Genesis relata a realização do primeiro casamento da história humana. Mais do que isso, relata a instituição da família por Deus. quando Ele diz no versículo 18: “Não é bom que o homem esteja só, far-lhe-ei uma companheira frente a ele”, Deus está afirmando que ela é um projeto Seu e que constitui a base da sociedade, porque foi com a criação da família, com o primeiro casamento que Deus formou a humanidade, para viver em sociedade e não em solidão. O celibato, portanto, pode ser um opção humana, mas não é a vontade de Deus. Por isso,  a Bíblia reitera em vários relatos e até mesmo por meio das metáforas e comparações entre a Relação de Jesus e Sua Igreja. Jesus aparece como o noivo e a Igreja como a noiva. Historicamente, vemos que o  casamento no Judaísmo é considerado uma instituição divina, e como a base toda nossa cultura Cristã vem do Judaísmo, para os cristãos o casamento também é considerado uma instituição divina. No judaísmo a celebração do casamento era um ato sagrado, mas com o tempo o casamento se tornou em muitas sociedades um negócio, um evento, uma especulação, uma reunião de fortunas em vez de ser uma união de corpos e almas como é a vontade original de Deus. Quando Deus afirma que não é bom que o homem esteja só, Ele assevera a importância desta instituição na manutenção de uma sociedade forte, prospera e segura  para que a sociedade se mantenha dentro de um padrão de moralidade, ética, honestidade, porque é por meio da família gerada segundo a vontade de Deus que os valores da sociedade são mantidos e aperfeiçoados.

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