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sábado, 1 de outubro de 2011




Porventura não fizeste isto a ti mesmo, deixando o SENHOR teu Deus, no tempo em que ele te guiava pelo caminho? (Jeremias 2:17)



Amado(a), essa pergunta que o profeta faz ao povo de Israel, depois de vê-lo perdido entre o seu ideal de povo eleito e as atitudes insensatas de seguirem os próprios passos. Essa mesma pergunta pode ser feita ao povo de Deus hoje, sobretudo, àquelas pessoas que um dia se viram na escravidão do mundo: presas ao pecado, às enfermidades que as limitam, à prostituição que as tornam indignas, à falta de perdão e às mais diversas associações com o mundo que seduz. Algum dia essas pessoas puderam sair do “Egito”, foram guiadas pelo Senhor, sob a orientação de um profeta de Deus, na comunhão com um povo que se alimentava do mesmo maná e bebia do mesmo manancial. Pessoas que, em um tempo, podiam afirmar que estavam confortavelmente á sombra de um ribeiro, onde poderiam crescer e frutificar como um carvalho que espalha firmemente suas raízes em solo fértil e suas ramas em direção ao céu. Mas, em algum momento, por orgulho, vaidade, teimosia ou saudade dos alhos e cebolas do Egito, o verdadeiro alimento deixou de ter sabor e essas pessoas passaram a buscar na própria insensatez aquilo que jamais encontrariam e se deixaram levar por seus próprios pés, abandonando o seu povo, retirando-se da comunhão, criando as próprias leis em desobediência aos profetas de Deus. A resposta à pergunta do profeta sugere que essas pessoas não tardaram a descobrir o quão enganoso fora seu coração, e o quanto é árduo viver distante do Senhor.
Amado(a), toda rebelião traz consequências, toda escolha tem uma repercussão e ninguém está isento de responder por ela. Mas há tempo para arrependimento e para voltar às primeiras obras. Pense nisto! O profeta está lhe fazendo esta pergunta: por que você deixou o Senhor, no tempo em que Ele lhe guiava pelo caminho?
Graça e Paz!

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