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terça-feira, 4 de outubro de 2011





"Assim como Jesus amou a igreja , os maridos devem amar suas esposas". (Efésios 5:25)




Amado(a), não é de estranhar tantos desencontros, tantos relacionamentos desfeitos até mesmo entre pessoas que conhecem e dizem viver a palavra de Deus. O que tem ocorrido é que os valores do mundo têm entrado nas igrejas e os que se dizem cristãos têm se comportado como se estivessem no mundo. Os relacionamentos já iniciam precipitadamente e sem que a voz de Deus seja ouvida. Os apelos da carne, a carência afetiva, seguidos de intempestividade fazem com que os casais se formem sem ponderarem sobre a responsabilidade e as conseqüências que isso trará. A idéia de que a separação é remédio para qualquer crise sobrepõem-se à orientação de Deus de que o que Ele uniu não deve se separar. O que é preciso ponderar é que nem sempre é Deus quem une. Ele nem sequer é consultado em muitos casos. Às vezes, quando diz não, nem é ouvido. Contudo, se Ele não estava no controle, se disse não e foi desobedecido, certamente não pode ser responsabilizado pelas conseqüências desastrosas que podem advir. Nesse caso, também não pode ser usado para eximir a responsabilidades de quem não avaliou antes as conseqüências e agiu como se entrar em um relacionamento fosse semelhante a assistir um filme na TV. Se o filme está chato, muda-se o canal, ou desliga-se o aparelho. Relacionamentos nascem de escolhas e escolhas têm preços e conseqüências. Amar não é um sentimento facultativo, é uma ordem. Ou você ama, ou não ama. Não existe meio termo, ou é bem casado, ou mal casado. Não existe "mais ou menos", nem desculpas de incompatibilidade de gênios. O amor nasce da disciplina, depois da opção. Se ele está ausente da relação ou é falta de caráter, ou de disciplina.
Amado(a), temperamento pode ser disciplinado e caráter pode ser curado. Para todos os dois o Senhor tem remédio.
Graça e Paz!

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