domingo, 10 de janeiro de 2016

Vós bem intentastes mal contra mim; porém Deus o intentou para bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar muita gente com vida. Gênesis 50:20



Esse trecho proferido por José, depois da morte de Jacó, seu pai, e diante da possibilidade de dar o devido troco aos irmãos que o venderam como escravo a uma caravana de ismaelitas, fazendo com passasse anos longe de sua família, mostra-nos que a vingança não faz bem. Ao contrário, torna os corações amargos e torna escravo de seus algozes aquele que planeja vingar-se. O perdão e a benevolência, ao contrário, liberta o coração ofendido e traz bênçãos inesperadas. O apóstolo Paulo no ensina a fazer o bem em vez de mal


Vede que ninguém dê a outrem mal por mal, mas segui sempre o bem, tanto uns para com os outros, como para com todos. 1 Tessalonicenses 5:15

sábado, 9 de janeiro de 2016

O Senhor, porém, estava com José, e estendeu sobre ele a sua benignidade, e deu-lhe graça aos olhos do carcereiro-mor. Gênesis 39:21


A história de José é um grande exemplo de como as pessoas que se mantêm íntegras, firmes em seus princípios e valores morais, sem se descuidar dos preceitos de Deus são colocadas por cabeça e não por cauda ainda que de imediato a benção não seja visível. Aqueles que não transgridem, que não compactuam com as propostas do mundo, representadas pela sedução da mulher de Potifar, que esperam a promessa do Senhor, mesmo vivendo em situação adversa, representada pelo cárcere, certamente receberão a devida honra e serão recompensados onde e quando menos se espera. Quando fazemos a vontade de Deus, Ele usa pessoas, coisas e situações até mesmo as mais inusitadas para nos abençoar e nos engradecer, como nos garante o apóstolo Paulo em Filipenses 2:13


Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade. 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado. Gênesis 28:15


Esse trecho, transcrito da passagem em que o Senhor fala em sonho a Jacó, a caminho de Padã-Arã, aonde ia para se esconder de seu irmão Isaú, faz-nos refletir sobre as promessas de Deus em nossas vidas. Lendo Gênesis 28, vemos que Deus se manifesta muitas vezes de formas inusitadas. Tendo por travesseiro uma pedra, Jacó adormeceu e sonhou e por esse sonho tomou uma importante decisão que mudaria o curso de sua vida. Jacó se comprometeu a ser fiel e a seguir os princípios do Senhor, onde estivesse e erigiu um altar a Deus, reconhecendo a Sua santa presença. Por muitas vezes somos guiados e abençoados por Deus, e em vez de agirmos como Jacó seguimos nossas vidas sem prestar culto a Deus, sem dar-lhes graças pelas bênçãos e livramentos. Se nos detivermos na história de Jacó, veremos que ele passou de enganador e perseguido a um príncipe que estabeleceu as 12 tribos, colunas de Israel.  Mas há que se ressaltar que Jacó foi próspero e fez prosperar os que com ele andavam, mas jamais se esqueceu de quem o abençoou. E nós, que recebemos a herança incorruptível, temos que seguir a orientação do autor de Hebreus 12:28  



Por isso, tendo recebido um reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus agradavelmente, com reverência e piedade; Hebreus 12:28

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo. Gênesis 14:20


Esse trecho transcrito da passagem em que Abraão, depois de haver vencido a batalha contra os povos que sequestraram seu sobrinho Ló, entrega os dízimos a Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, sendo antes abençoado por ele, quando este veio ao seu encontro com vinho e pão, conforme lemos em Gênesis 14. Esse texto nos traz uma lição específica sobre o dízimo, antes de ser uma Lei, instituída para orientação do povo de Deus que ora obedece, ora se perde em seus próprios entendimentos, a entrega do dízimo deve ser feita de coração, como forma de agradecer o que foi recebido, pois só damos do que já temos. E se Deus nos abençoa, daquilo que temos por Sua graça e misericórdia, devemos entregar os dízimos para que na Sua Casa também tenham mantimentos para os órfãos e a viúvas. Pois, conforme nos lembra o autor de Hebreus 7:9: 

E, por assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. Gênesis 12:1


Esse trecho transcrito da passagem em que Deus mostra a Abraão o novo lugar aonde deveria ir para encontrar as bênçãos que já lhes foram prometidas, ensina-nos a obediência em um nível ao qual não estamos acostumados, ou sequer prontos para compreender se não deixarmos que o Espírito de Deus fale em nossos corações. No entanto, vemos que mesmo Abraão obedeceu apenas em parte, pois levou consigo um parente seu, seu sobrinho Ló. E por isso, enquanto estavam juntos, recebeu apenas bênçãos parciais, mas não a totalidade como havia prometido o Senhor. O livro de Gênesis mostra que ao se separarem, Abraão deu a Ló a oportunidade de escolher as terras nas quais  habitaria e cultivaria, dando-lhe honra em vez que escolher primeiro, por ser seu tio e mais velho  “Não haja contenda entre mim e ti... porque somos parentes chegados.” (Gênesis 13.8) E Ló escolheu as campinas do Jordão, as terras mais férteis, mais bonitas. Vemos que Ló olhou para a aparência diante de seus olhos, e não buscou a Deus em sua escolha. Mas Abraão, por ter obedecido a Deus, mesmo ficando com a segunda opção, obteve riquezas e poder. Ló não era tão firme na palavra de Deus e acabou, com sua escolha indo habitar em Sodoma, casando-se com uma mulher que não tinha os princípios de Deus e que se transformou em uma estátua de sal. Essa é uma lição que devemos aprender, pois se não ouvirmos a Deus, mesmo as escolhas que aparentemente nos parecem mais sensatas, com o tempo se mostrarão negativas. Isso vale em tudo o que fazemos: na vida pessoal, profissional, sentimental. A obediência deve ser total e não parcial, para que também nossas bênçãos sejam completas.


Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça. Marcos 7:16

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição; Deuteronômio 11:26




Esse trecho transcrito da passagem em que Deus apresenta a Moisés os dez mandamentos nos faz refletir sobre o fato de que as bênçãos do Senhor já foram proferidas e somos nós quem devemos escolher recebê-las ou não. As nossas atitudes e atos corretos é que irão determinar se receberemos bênçãos, sabendo que nenhuma maldição nos alcançará, pois maldição sem causa é como andorinha sem pouso, se não encontra pouso volta a sua origem. Assim, os filhos de Deus devem sempre abençoar até mesmo os inimigos, pois não encontrando pouso as bênçãos voltarão para quem as proferiu e de igual modo a maldição que é lançada contra quem não a merece, volta para quem a lançou. Não importa o que fizerem contra nós, devemos abençoar, pois se a bênção não encontra pouso, se a pessoa não é digna de ser abençoada, ela voltará a nós. Assim Deus ordenará que as bênçãos persigam e alcancem àqueles que ouvem e obedecem Suas palavras. Mas as bênçãos certamente não encontrarão pouso na vida de traidores, de pecadores, de quem deseja o mal, ou trata com mal o bem que lhe fazem, tampouco dos transgressores da Lei do Senhor. A Bíblia nos ensina a pagar o mal com o bem, por isso devemos nos lembrar sempre do ensina o apóstolo em carta aos  Romanos  12:14:


“Abençoai aos que vos perseguem

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. Gênesis 12:3


Esse trecho transcrito da passagem em que Deus promete a Abraão que  faria multiplicar sua descendência sobre a terra e o faria próspero e respeitado por onde passasse, mostra-nos que o princípio da bênção está assentado sobre a obediência. Em toda a Bíblia esse princípio é enfatizado, assim como nos é revelado que a desobediência é a mãe de todos os males. Foi assim desde a atitude do primeiro casal, cuja consequência foi a expulsão do jardim do Éden e segue até hoje com os inúmeros exemplos de males advindos das atitudes que contrariam a vontade de Deus. E isso vai desde a forma como tratamos a natureza, nossos líderes, nossos pais e nossos semelhantes. Se honramos a Deus e amamos o nosso irmão, somos portadores de bênçãos, porque essa é atitude de obediência à Palavra do Criador. E se andamos em obediência, como Abraão seremos benditos e receberemos de Deus a mesma promessa feita ao patriarca. Mas devemos nos lembrar sempre do ensina o apóstolo em Atos 5:29:



Mais importa obedecer a Deus do que aos homens. 

domingo, 3 de janeiro de 2016

E disse Deus: Este é o sinal da aliança que ponho entre mim e vós, e entre toda a alma vivente, que está convosco, por gerações eternas. Gênesis 9:12


Esse trecho transcrito da passagem que narra o término do dilúvio por Noé, quando Deus estabelece uma aliança com os homens, por meio daquele que, por ser achado íntegro entre os demais habitantes de uma cidade pervertida, foi poupado com sua família da destruição e foi portador de uma promessa de novos tempos. Assim como fez a Noé, Deus ainda busca entre os homens quem faça a Sua vontade e que se disponha a fazer a Sua obra, mesmo que diante do escárnio daqueles que não creem nos sinais dos céus. É com os que confiam e esperam no Senhor que Ele faz uma aliança eterna que, diferentemente, da aliança feita entre homens, não se rompe, não se quebra. Essa aliança de que nos fala o autor de Hebreus 7:22


De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador. Hebreus 7:22

sábado, 2 de janeiro de 2016

Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar. Gênesis 4:7



Esse trecho transcrito do primeiro livro da Bíblia, início do Pentateuco escrito por Moisés para trazer à memória do povo de Deus a história da criação e da dispersão do homem na terra, traz-nos uma reflexão para que possamos seguir nesse ano, consoante a vontade de Deus. Quando Adão e Eva pecaram, porque deram ouvidos à voz do mal e por isso desobedeceram às orientações do Criador abriram espaço para o pecado na sua descendência. Nos filhos desse primeiro casal vemos a diferença de comportamento, vemos a liberdade de escolha, mas também as consequências delas. Caim poderia ter escolhido, assim como seu irmão, honrar a Deus e a fazer o que lhe era agradável, mas optou por negligenciar as coisas do Senhor e a ferir de morte o irmão que agiu bem aos olhos de Deus. Ainda hoje podemos escolher qual caminho seguir, mas ainda temos que pagar o preço dessas escolhas. Se escolhermos o bem seremos aceitos, mas se o mal for a nossa opção, certamente, por ele também seremos escolhidos. A Bíblia nos diz que somos livres em nossos desejos, mas cabe a nós dominá-los, e confirmando o que Deus espera de nós, Jesus nos diz em João 13:15


Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. 

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

No princípio criou Deus o céu e a terra. Gênesis 1:1



Antes de iniciarmos o ano, e de fazermos planos segundo o nosso coração, deveríamos refletir sobre as primeiras palavras de Moisés no primeiro livro registrado nesta espetacular biblioteca que é Bíblia. Devemos nos lembrar de quem é o nosso Criador e de quem deve estar no controle de todos as nossas ações. Quando não firmamos nossos projetos com base na palavra de Deus, e confiamos em nosso próprio conhecimento ou entendimento corremos o risco de vê-los frustrados. O profeta Oséias 4:6 nos diz: “O meu povo foi destruído porque lhe faltou o conhecimento”. Essas palavras nos fazem entender que devemos antes de tudo fazer o que Deus nos diz  para fazer. Isso significa que devemos viver de acordo com a Sua palavra, vivendo em obediência, pois só os obedientes  receberão as  bênçãos  e é com esse entendimento que devemos iniciar nossos projetos. Não há nenhum conhecimento enciclopédico, ou acadêmico e se pautarmos nossas ações neste ano que se inicia, considerando que Deus, nosso Criador sabe o que é melhor para nós. E se formos obedientes à Palavra, com toda certeza terminaremos o ano contabilizando mais bênçãos do que imaginamos, pois nada é maior do que o conhecimento advindo do Senhor.
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Não foi por acaso que Jesus disse em João 15:7


“Se vós estiverdes em mim e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis o que quiserdes e vos será feito”.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

“Mas, os que esperam no Senhor renovarão as suas forças e subirão com asas como águias, correrão e não se cansarão,caminharão e não se fatigarão”. Isaias 40:31




Fim de ano, final de um ciclo, perspectiva de outro, muitos planos frustrados, outros concretizados, todavia, aquele que tem os olhos voltados para Deus em vez de contabilizar perdas, derrotas e aspectos negativos do ano que fina escolhe agradecer e bendizer as vitórias. A atitude do cristão deve ser como a do profeta que sabe quem é Aquele que nos fortalece. Mesmo que a situação seja difícil, aquele que confia no Senhor age com otimismo e gratidão. O Senhor é a força do Seu povo e quem Nele crê deve fazer como  Isaías. Deus não tem interesse em nos castigar com a espera, mas em nos aperfeiçoar e amadurecer. Precisamos entender que há um tempo de espera e outro é o tempo de se cumprir. Davi entendeu essa premissa por isso afirmou “esperei com paciência no Senhor, e ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor”. Salmos 40:1. Quando esperamos com paciência em Deus, sendo gratos, alcançaremos as promessas, porque Deus é fiel. A Bíblia nos garante isso em  Hebreus 10: 36 “Por que necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa” e mesmo que as perspectivas sejam ruins, que os prognósticos sejam negativos, devemos nos posicionar como o profeta e reafirmar


  "Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas." Habacuque 3:17-19.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

"E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" 2 Coríntios 5:17.


Se observarmos a situação do mundo e do nosso país, veremos que  nada é promissor, pois as dificuldades econômicas e o baixo nível moral dos povos, não nos dá motivos para esperar por momentos melhores para a humanidade. Entretanto, a cada ano que termina e na perspectiva de um ano que desponta alimentamos a esperança. Esperança não de esperar de braços cruzados algo que virá, mas esperança no sentido bíblico, de esperançar, de sonhar e buscar o que se espera. Nesse tempo de desesperança é preciso encontrar um caminho que nos permita que olhar além das circunstâncias e, tomando posse da palavra de Paulo aos coríntios deixar para trás as coisas velhas e buscar uma renovação pessoal. Mas isso só virá a se concretizar se abrirmos nossos corações para experimentar uma transformação   nos moldes propostos por Jesus: a partir de um novo nascimento. Isso significa deixar de lado as verdades arraigadas pela sociedade, abrir mão do orgulho e da tradição e assumir a missão de Jesus, como discípulos ávidos por seguir o mestre, reconhecendo-O como único e suficiente Salvador, pela fé. Quem não tem a coragem de agir radicalmente, abandonando o velho  homem, não pode experimentar a verdadeira esperança


E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Romanos 5:5

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

“A mulher de Ló olhou para trás e converteu-se numa estátua de sal”. (Gênesis. 19:26).


A Bíblia conta que a mulher de Ló se transformou em estátua de sal, porque desobedeceu e em vez de seguir em frente e deixar para trás a cidade da qual estava saindo sob orientação de Deus, não conseguiu se desapegar do que deixava. A ordem de Deus foi para que a família toda deixasse aquela cidade que havia se transformando em um antro de perdição, onde as pessoas agiam movidas pelo prazer da carne e seguiam seus próprios desejos e instintos sem considerar os princípios do Criador. Qualquer semelhança com o que vemos na sociedade atual não é mera coincidência. Estamos vivendo o ápice do hedonismo, do culto ao corpo, da defesa dos direitos de agir segundo os próprios desejos e valores. Mais do que liberdade de expressão, a sociedade de hoje requer os direitos de criação de novos valores, segundo o seu entendimento e não segundo o Criador. A criatura chama a si até o direito de  escolher o que quer ser, que sexo ter, dentre outras coisas. E quando Deus nos chama a uma reflexão sobre o que estamos fazendo com nossa liberdade e nos mostra um caminho a seguir, muitos agem como a mulher de Ló, não querem deixar essa vida promíscua, esse excesso de liberdade que na realidade aprisiona. Somos livres para escolher nossos caminhos, e podemos ouvir ou não a voz de Deus por meio de Seus profetas. Neste novo ano que se aproxima Cristo nos faz um alerta:


“Lembrai-vos da mulher de Ló”. (Lucas 17:32).

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; A apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; (Isaías 61:1-2)


Sempre ao  final de ano costumamos fazer um balanço não só de nossa vida secular, mas de nossa vida espiritual. Depois de nos sentirmos renovados com os propósitos natalinos, com o espírito de novo nascimento que deve prevalecer em nossas vidas, é tempo de mexermos em nossas gavetas e de fazermos uma faxina, tanto nos espaços materiais como na alma. Mas não podemos nos esquecer de que a verdadeira e eficaz limpeza é aquela que fazemos em nossos corações. É lá que guardamos nossas emoções, nossas frustrações, nossos sonhos...
É tempo de contabilizar nossas bênçãos, de verificar os motivos de nossas perdas, porque elas também são importantes para que saibamos como agir no próximo ano a fim de mudarmos aquilo que precisa ser mudado e de evitarmos as velhas repetições, para contabilizarmos bênçãos e não derrotas. E que possamos refletir sobre o que nos diz o profeta Isaías 43:37

A todos os que são chamados pelo meu nome, e os que criei para a minha glória: eu os formei, e também eu os fiz. 

domingo, 27 de dezembro de 2015

Em seguida ouvi a voz do Eterno que chamava: “Quem hei de enviar? Quem irá por nós?” Ao que prontamente respondi: “Eis-me aqui, envia-me a mim!” Isaías 6:8


Se observarmos bem, veremos que o Deus da bíblia é um Deus que nos chama para uma missão desde sempre. Ele nos chama porque tem autoridade e porque tem propósitos claros para aqueles que estão disponíveis e até mesmo para aqueles que, assim como o profeta Jonas resistem. A Bíblia nos mostra  exemplos de homens que reagiram com atitudes diferentes em relação ao chamado de Deus e com eles podemos aprender importantes lições. Deus chamou a Jonas com um chamado emergente específico e intransferível, mas Jonas decidiu não ir para onde Deus o enviou e ignorou o sentido de sua chamada, diferentemente de como reagiram Isaias e de Paulo. Deus Enquanto Isaías e Paulo se posicionaram em obediência na direção de Deus, Jonas escolheu o caminho inverso. Mas a Bíblia mostra que quando desobedecemos a jornada será mais longa e mais difícil do que se fizermos o que Deus nos mandou fazer e nos custará muito mais do que  gostaríamos de pagar. Por isso, quando recebermos um chamado de Deus, façamos como Paulo que disse: “ Senhor, que queres que eu faça?”  Para que o Senhor possa nos dizer


Levanta-te, e entra na cidade, e lá te será dito o que te convém fazer. (Atos 9:6)

sábado, 26 de dezembro de 2015

"Mas Deus prova o seu próprio AMOR para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós, sendo nós AINDA PECADORES". (Romanos 5:8)





No livro do profeta Jonas vemos que ele não teve compaixão pela grande cidade de Nínive, pelas almas que se perdiam lá, porque pensava que um povo mau e cruel não merecia a misericórdia de Deus. Assim como Jonas muitas pessoas não se comovem com as almas que estão se perdendo, porque acham que fizeram por merecer o mal que recebem. Se assim julgarmos, também seremos alvos de nossa própria regra, pois também nada merecemos, e o que recebemos é tão somente pela graça de Deus. Nós nos parecemos muito com Jonas, temos tantos preconceitos contra aqueles que não confessam a mesma doutrina, contra os que pensam diferente de nós na política, contra os que têm gostos e valores diferentes dos nossos. Jonas viu uma cidade inteira se converter e ao invés de se alegrar, ele se irritou, ficou deprimido a ponto de desejar morrer. Ao lermos na Bíblia a história desse profeta que desobedeceu a ordem de Deus e agiu com intolerância diante de um povo que precisava de sua ação, ao ponto de sofrer um naufrágio e de ser engolido e vomitado por um grande peixe para retornar ao lugar de partida e para fazer o que lhe foi ordenado, nossa primeira reação é julgá-lo como egoísta. Entretanto, se refletirmos bem, veremos que muitos de nós agimos exatamente como ele. Mas em tempo de fazermos um balanço de nossas vidas, como é praxe ao final do ano, podermos refletir sobre o que fizemos e o que deixamos de fazer em relação ao chamado de Deus para irmos ao encontro daqueles que estão se perdendo e que, obviamente, pensam e agem diferente de nós. Mas, porque nada que Deus faz é sem propósito, a história de Jonas, o profeta desobediente, foi registrada na Bíblia para nos ensinar que Deus é soberano e sempre realiza sua vontade e que é impossível qualquer tentativa para fugir de Deus. Aprendemos também que, se deixamos os preconceitos e não o amor ao próximo falar mais alto em nós, iremos na contramão do caminho indicado por Deus.  E quando estamos em desobediência nos tornamos maldição onde quer que estejamos, quando não desenvolvemos um amor genuíno pelos pecadores, com desejo de sinceros de vê-los libertos do pecado, nossa vida se torna mesquinha e sem alegria. Com Jonas aprendemos que o caminho da desobediência sempre nos coloca em situações de risco. Podemos até resistir e ter um tempo para amadurecer, refletindo sobre o chamado de Deus, mas não podemos rejeitar esse chamado. Quando Deus nos fala, é melhor ouvirmos. Onde quer que Ele nos envie, é melhor irmos, pois só assim alcançaremos a vitória, certos de que nada merecemos, mas porque Deus nos ama incondicionalmente e quer que o pecador abandone o pecado. 

Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador. 1 Timóteo 2:3 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade." (João 1:14)



Hoje, quando as famílias estão reunidas para festejar o Natal é uma grande oportunidade de refletir sobre o fato de que o Próprio Deus fez-se homem e habitou entre nós por amor à humanidade. É tempo de trazer à memória o plano de Deus para nossa salvação. Precisamos refletir sobre o real objetivo pelo qual Deus se fez homem e escolheu habitar entre pecadores, conforme lembra o apóstolo Paulo aos Filipenses 2:7 “Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”.
Jesus, em sua natureza humana, é o nosso “Maravilhoso Conselheiro”, Aquele a quem devemos nos dirigir sempre, pois é nosso exemplo perfeito e mestre excelente. Ele nos mostra como fazer, em que acreditar e como viver, pois nele “estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento”, e “nele habita toda a plenitude da divindade” Colossenses 2:3, 9. Não façamos como o mundo, que tem tornado esse momento apenas uma data para que se dê ênfase ao evento, negligenciando Aquele que deveria ser lembrado, não só nesta data simbólica, mas todos os dias do ano. Como cristãos, devemos nos preocupar com a essência desse momento, com o fato de que concretizou a profecia de Isaias 9:6

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” 

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”. (Atos 4:12).



Na data de hoje, o costume ocidental é o de comemorar no meio cristão o Natal. Ainda que não se tenha nenhuma alusão bíblica ou ordenamento de Deus para que se comemore essa data, não há nenhum obstáculo para que seja comemorada, pois por ser uma festa na qual se enfatizam os valores familiares, o encontro, a reflexão sobre a ética, a fraternidade, não há por que ser desmerecida sob o pretexto de não ter fundamento bíblico. O que não deve acontecer é a mistura, ou a conivência com o culto a outros deuses. Nesse momento, enquanto Papai Noel é lembrado, reverenciado, e colocado como centro da festa, o que importa aos cristãos é continuar adorando a Deus em espírito e em verdade, sem dividir essa adoração com qualquer outra figura, por mais notória que seja. Ainda que muitos façam do Natal apenas um momento comercial, ou mais uma festa mundana, o que importa é que Jesus nasceu e cumpriu a Sua missão de nos salvar, não importa em que data esse nascimento é comemorado. Por isso, ao comemorar essa data, atente para o que nos exorta o apóstolo Paulo em Filipenses 2:5

Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até à minha presença. Jonas 1:2



Nesse versículo, lemos a exortação de Deus a Jonas para fazer a obra missionária. Mas a narrativa bíblica nos mostra que Jonas não entendia como Deus pudesse amar os assírios, um povo cruel e injusto. Ao contrário, ele esperava que Deus se voltasse contra eles e os destruísse. Por isso, quando Deus mandou Jonas pregar na capital, Nínive, ele se recusou a ir, por causa do ódio que sentia pelos assírios. Assim como muitas pessoas hoje que rejeitam o chamado de Deus porque julgam por seus valores os propósitos de Deus, Jonas reagia com preconceito e com resistência ao propósito divino de evangelizar a raça mais cruel do mundo. Assim, compreendemos que a história de Jonas é uma grande lição e um exemplo claro do inexplicável amor de Deus para com aqueles que julgamos não merecer a misericórdia. Vemos que o maior pecado de Jonas não foi a indiferença, não foi a desobediência, mas a falta de compaixão. Jonas, assim como muitas pessoas, mesmo conhecendo a essência de Deus, deixava que seus preconceitos determinassem sua atitude e assim procurava fugir da Missão que Deus lhe havia ordenado. Na atitude de desobediência de Jonas vemos preconceitos de toda ordem: políticos, raciais, religiosos...
Assim como a Jonas, os nossos preconceitos nos impedem de sermos úteis a Deus. Eles tiram nossos olhos do amor e destrói nossa compaixão, encobre nossa visão, e mina a nossa espiritualidade, fazendo com que nos desviemos da missão que Deus nos confiou. Infelizmente, existem pessoas que valorizam mais as coisas do que as pessoas. A lição que recebemos de Jesus aponta-nos o caminho contrário. Nesse Natal, precisamos exercitar o amor e a compaixão, lembrando que pessoas são para serem amadas e coisas para serem usadas, diferente do que tem prevalecido no mundo com a inversão de valores em que pessoas usam pessoas e amam as coisas. Lembremo-nos do que nos disse o apóstolo em 1 João 4:21


E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão. 

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. Lucas 16:21



Nesse trecho vemos parte de uma passagem contada pelo próprio Cristo e dele podemos fazer uma importante reflexão para nossas vidas, principalmente nesse período do ano, quando, em geral, fazemos um balanço de nossas vidas, quando colocamos em pauta nossas prioridades. Importante lembrar que os dois homens desta história tinham coisas em comum, embora um fosse rico e impiedoso e o outro pobre: ambos tiveram a oportunidade de servir a Deus, ir à Igreja ou cuidar de seus negócios. Lazaro apesar de seu estado miserável temia a Deus em vida enquanto o rico desprezou sua palavra. Nesse episódio, vemos que após a morte o pobre encontra-se no seio de Abraão e o rico no inferno. Mas o mais relevante nele é a possibilidade de reflexão que permite aos que ainda podem mudar o curso de sua história enquanto vivem. Vemos que o rico tomou cinco importantes e corretas decisões, porém, tarde demais. Entretanto, precisamos ponderar que tomar a decisão certa na hora errada de nada adianta. A primeira importante decisão foi a de olhar para cima. Dificilmente quem está em pecado olha para cima, mas para tudo aquilo que lhe puxa para baixo. Quando estamos em pecado, ficamos cegos para as coisas do alto e só vemos as coisas de baixo simplesmente porque não olhamos mais para Deus. A segunda foi olhar para o céu e fazer uma oração. O rico passou a sua vida sem nunca falar com Deus e somente se lembrou disso quando já estava no inferno. A terceira atitude foi a de reconhecer a autoridade dos líderes na terra. Os líderes devem ser ouvidos ainda que nos tragam palavras duras. É preciso reconhecer a autoridade que Deus constituiu em nossas vidas para nos aconselhar em tempo. Enquanto estamos nesta terra. Quarta: o rico pede água, mas tarde demais. Quantas vezes Deus nos é oferecida água com fartura e desprezamos, assim como ao rico que desprezou para no Hades desejar sorver as gotas. A quinta decisão: o rico quis fazer a obra missionária, quando já não era mais possível. A história desse rico nos dá uma chance de mudarmos a nossa própria história, enquanto há tempo, atendendo ao nos diz Paulo em Efésios 5:15-16:


Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo; porquanto os dias são maus.

Alimento para o espírito: segurança

Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...