A palavra de Deus a
Moisés é a palavra de exortação àqueles que hoje marcam seu corpo com sinais,
símbolos e mensagens que ignoram a voz do Criador e se comportam artistas que
usam o corpo para imprimir em si mesmos as marcas deste mundo. A tatuagem, por
mais inocente que pareça, nada mais é do que uma laceração na carne com
impressão dos símbolos deste mundo, portanto, não agrada a Deus. Nesse sentido,
antes de fazer o que parece comum e inofensivo, o cristão deve ponderar sobre
as palavras do apóstolo Paulo em 1 Coríntios 3: 16
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marcs. Eu sou o Senhor. Levítico 19:28
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Não vos virareis para os adivinhadores e encantadores; não os busqueis, contaminando-vos com eles. Eu sou o Senhor vosso Deus. Levítico 19:31
Em vários momentos registrados na
Bíblia, por meio de exemplos diversos, Deus deixa claro que não se comunica com
Seus filhos por meio de mortos ou de adivinhadores. Ele escolheu homens para
serem seus interlocutores durante determinado período e morrendo esses eram substituídos
por outros por Ele ungidos. Não há relato bíblico de que Deus tenha se
comunicados ou nos revelado algo por meio de mortos. Ao contrário, Ele deixou
claro que haveríamos de buscar encantadores ou adivinhadores. Ao enviar Jesus,
Deus O colocou como nosso único e suficiente mediador entre Ele e nós e isso
nos mostra que buscar outro caminho é ferir
os princípios de Deus. A Bíblia nos mostra na passagem entre o rico e o mendigo
Lázaro que não há comunicação entre os mortos, pois o único mensageiro humano
do outro lado da morte foi Jesus Cristo. Fora disso, temos como revelação para
os vivos as Escrituras (“Moisés e os profetas” 16:31). Quando Deus põe fim à
vida de cada pessoa quando morre ela deixa de se comunicar com os que aqui
ficaram e podem somente aguardar o juízo, de acordo com o que está escrito em Hebreus
9:27
“E, como aos homens está ordenado morrerem uma
vez, vindo depois disso o juízo.”
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Como um natural entre vós será o estrangeiro que peregrina convosco; amá-lo-ás como a ti mesmo, pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o Senhor vosso Deus. Levítico 19:34
A Palavra de Deus dada a Moisés nos
leva a pensar em dois sentidos para ser estrangeiro. O primeiro diz respeito ao
fato de que devemos conviver harmoniosamente com os estrangeiros, pois o povo
de Deus peregrinou muito tempo em terra estranha. E assim continuamos nesse
mundo, onde como povo de Deus somos estrangeiros no meio de quem não faz parte
do Reino. Somos estrangeiros nesta vida terrestre e como tal não devemos
participar dos pecados carnais. Os cidadãos do reino de Cristo são residentes
temporários deste mundo! Todavia, não devemos criar uma redoma em torno de nós,
mas vivendo no mundo e em contato com pessoas que não compartilham a mesma fé, devemos
nos lembrar sempre de que o tempo nesta vida é curto e que o destino eterno é
celestial. Isso precisa estar bem claro, por isso o apóstolo Pedro nos ensinou
“Amados, exorto-vos, como peregrinos e
forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra
contra a alma, mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para
que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em
vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação” (1 Pedro 2:11-12).
“Mas todos nós, com rosto descoberto,
refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em
glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.”
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Para
que a terra não vos vomite, havendo-a contaminado, como vomitou a nação que
nela estava antes de vós. Levítico 18:28
Se a sociedade muda e se de tempos em tempos busca outras formas de
pensar seu destino e objetivos isso não significa que Deus se acomoda a esse
pensamento. Moisés precisou agir duramente em relação ao povo que obstinava em
pecar e a se desviar do que lhe fora orientado a caminho da terra prometida. De
lá para cá muitos têm se desviado e há sempre uma tendência a se querer adaptar
a Palavra de Deus aos interesses e princípios de uma época ou sociedade. É importante
termos claro que Deus não mudou e que Seus princípios permanecem apesar de nós.
Assim como já ocorreu em outros tempos, Deus elimina da Terra aqueles que a
contaminam. Foi assim com os habitantes de Sodoma e Gomorra, foi assim no tempo
de Noé. E hoje estamos vendo que as palavras de Moisés no texto em epígrafe estão
muito próximas de acontecer, posto que a sociedade tem buscado desculpas para
seus desvios agora com a alegação de que toda forma de amor é válida e que Deus
não nos recrimina por isso. Em Levítico vemos que há uma série de restrições a
condutas que são abomináveis para Deus. Aceitar ou nos adaptar a elas nos
coloca em posição de rebeldia. E o apostolo Paulo nos mostra claramente que e
nos deixarmos contaminar seremos excluídos do Reino de Deus
“Por isso também Deus os entregou
às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos
entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais
a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. 26 Por isso Deus
os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso
natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens,
deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para
com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a
recompensa que convinha ao seu erro.” (Romanos 1:24-27)
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor. Levítico 19:18
A Bíblia deixa claro que devemos deixar
a vingança nas mãos de Deus. Não cabe a
nós cuidarmos daquilo que é do Senhor, por isso Salomão nos diz em Provérbios 20:22 “Não digas: vingar-me-ei do
mal; espera pelo Senhor e ele te livrará.” É natural que o sentimento de ira e
desconforto nos invada, quando nos sentimos injustiçados e assim nos sobrevenha
o desejo de vingança. Mas a Bíblia ensina que devemos resistir à vontade de nos
vingar e conforme nos ensina Jesus com Seu exemplo, no lugar do sentimento de
vingança devemos dar lugar à expressão do amor. Ao nos dar o segundo mandamento, Ele nos
mostra que é preciso trocar a Lei dura e vingativa pelo amor que faz ao outro
aquilo que desejamos para mesmos, conforme está em Mateus 5:38-39 “Ouvistes que
foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não
resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe
também a outra.” A Bíblia também nos exorta a não nos alegrarmos com a dor ou fracasso
de nossos inimigos e nos ensina por meio do apóstolo Paulo em Romanos
12:19
“Não vos vingueis a vós mesmos,
amados, mas dai lugar à ira de Deus, porque está escrito: Minha é a vingança,
eu retribuirei, diz o Senhor.”
domingo, 24 de janeiro de 2016
Não farás injustiça no juízo; não respeitarás o pobre, nem honrarás o poderoso; com justiça julgarás o teu próximo. Levítico 19:15
A orientação de Moisés ao povo de
Israel é um preceito que deve ser observado nos dias de hoje, se quisermos
fazer a vontade de Deus. A questão da justiça é muito enfatizada por Deus, pois
ela é parte de Seu caráter. Deus espera a probidade e o caráter sem mácula de
seus filhos em todas as áreas de suas vidas, por isso requer equidade nas
transações de negócios, nos relacionamentos afetivos, no trato com as pessoas,
quer superiores ou subordinados. Aquele que explora o mais frágil, que não paga
as suas dívidas ou que empresta com usura não é aceito por Deus. Para fazermos
parte do reino de Deus precisamos praticar a justiça. Por isso o apóstolo Paulo
nos exorta em Efésios 6:14
Estai, pois, firmes, tendo cingidos
os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça;
sábado, 23 de janeiro de 2016
Não vos virareis para os ídolos nem vos fareis deuses de fundição. Eu sou o Senhor vosso Deus. Levítico 19:4
Na Bíblia podemos ler claramente a veemência com que Deus afirma que
abomina a idolatria, no entanto a cegueira dos homens os impede de compreender
essa mensagem tão clara. Desde o início Deus se indignou com a atitude do povo
que fazia imagens e se prostrava diante delas para adorá-lo como a um deus. Moisés
foi portador dessa mensagem e mostrou ao povo desobediente a ira de Deus. Ainda
hoje os homens ainda se dobram diante de esculturas, de imagens feitas de
barro, de bronze, de madeira ou de papel e se desculpam como se isso fosse
apenas um ato de trazer à memória a lembrança de um santo ou da divindade. No entanto,
a mensagem de Deus é óbvia, clara e redundante: só há um Deus e só a Ele
devemos adorar em espírito e em verdade. Por essa razão o apóstolo João amorosamente
nos exorta:
Filhinhos guardai-vos dos ídolos. (1
João 5. 21)
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Cada um temerá a sua mãe e a seu pai, e guardará os meus sábados. Eu sou o Senhor vosso Deus. Levítico 19:3
Quando Deus passou a Moisés as Tábuas
da Lei, Ele instituiu princípios de autoridade para que ordenassem a vida de
Seus filhos, e para que a vida em sociedade se organizasse na ótica do Pai
Celeste. Temos, portanto, Deus como autoridade suprema e abaixo dessa autoridade
trina em ordem de autoridade: nossos cônjuges, nossos pais, a Igreja e o Estado
de Direito. De acordo com o versículo em epígrafe, temos nossos pais com
poderes de regência de nossa vida neste mundo. Eles são a segunda dimensão de
autoridade sobre nossas vidas e devem ser respeitados assim como os nossos
cônjuges. O respeito devido aos pais é
condição de bênçãos, segundo a Palavra de Deus. Nossos pais devem receber de
nós um cuidadoso respeito e sentimento de honra e dignidade e por isso devem ser
ouvidos em todas as situações de nossa vida. Assim como
Jesus, na condição de filho sempre ouviu e obedeceu ao Pai, devemos proceder em
relação aos nossos pais terrenos, atendendo ao que nos orienta o apóstolo Paulo
em Colossenses 3:20
“Vós, filhos obedecei em tudo a vossos
pais; porque isto é agradável ao Senhor”.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Fala a toda a congregação dos filhos de Israel, e dize-lhes: Santos sereis, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo. Levítico 19:2
A ordem de Deus a Moisés para que fosse
passada ao povo de Israel não foi revogada. Se nos consideramos herdeiros da
promessa, como filhos de Abraão pela fé, também o somos nas responsabilidades e
obrigações como filhos. Não podemos somente querer os bônus que essa filiação
nos traz, sem assumir o ônus. Se santo quer dizer separado, faz parte da
promessa a contrapartida da santidade e como cristãos não podemos negligenciar
essa condição. É certo que mesmo sendo criados à imagem e semelhança do Criador
jamais somos limitados e não podemos alcançar a excelsa santidade do Pai, mas o
que Ele espera de nós e que sejamos separados das coisas comuns, impuras,
contaminadas, que eliminemos os vícios e a idolatria de nossas vidas. Deus espera
que sejamos diferentes e façamos diferença neste mundo contaminado. Deus desde o
início esperava que as Suas criaturas fossem santas, por isso fomos criados à Sua
imagem e semelhança. Isso significa, entre outras coisas, que fomos feitos para
espelhar e refletir o caráter de Deus. Fomos criados para refletir para o mundo
a santidade de Deus. Por isso essa ordem não foi revogada com a vinda de Jesus,
por isso o apóstolo Pedro a ratificou em 1 Pedro 1:14-16
"Como filhos obedientes, não vos
conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; Mas,
como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa
maneira de viver; Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo".
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Porém vós guardareis os meus estatutos e os meus juízos, e nenhuma destas abominações fareis, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós; Levítico 18:26
A Bíblia é clara quando diz que os mandamentos de Deus ao povo não devem
ser cumpridos apenas pelos judeus, ainda que tenha sido aos israelitas que Moisés entregou as Tábuas da Lei. A Palavra
de Deus permanece mesmo que o povo tenha mudado de lugar ou tenha a sociedade
evoluído. Obviamente, há interpretações diferentes de acordo com a cultura e o
contexto local, mas na essência os Estatutos de Deus permanecem. E a ordem dada
a Moisés para que a transmitisse ao povo prevalece tanto para os judeus como
para os gentios. Assim, mesmo aqueles que não foram ensinados desde o berço a
seguir as leis do Senhor, quando se convertem devem começar cumprindo as regras
básicas e seguirem estudando a Palavra para que, progressivamente, cresçam no
conhecimento e na prática cristã. Atentemos para o fato de que Jesus não alterou os mandamentos, quando na Graça resumiu-os em dois, uma vez que neles estão implícitos todos os demais. Portanto, não há distinção entre judeus e gentios
crentes em Jesus, pois todos somos descendentes de Abrão, segundo a promessa de
Deus lembrada pelo apóstolo Paulo em Gálatas 3:29:
E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros
conforme a promessa.
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Fareis conforme os meus juízos, e os meus estatutos guardareis, para andardes neles. Eu sou o Senhor vosso Deus. Levítico 18:4
Durante a sua travessia, na saída da escravidão
do Egito, o povo precisava de leis que os reunissem em uma só conduta, pois a
vida em sociedade exige restrições. A liberdade e o direito de um não podem
interferir no direito de outros. Por essa razão Moisés precisou direcionar o
povo guiando-os de acordo com os Estatutos de Deus. Mas chegou um tempo em que
a lei mosaica não era suficiente e a pregação legalista segundo a qual obedecer
à lei de Moisés era uma necessidade de organização não bastava. Homens de dura
cerviz se tornaram escravos ou senhor da Lei. E aí, só mesmo o plano redentor
de Deus que nos deu Seu filho Jesus para nos abrir os olhos e o coração para o
verdadeiro sentido de ser livre. Quando Jesus nos diz em João 8:32 “conhecereis
a verdade e a verdade vos libertará”, Ele nos dá o verdadeiro e paradoxal
significado de liberdade. A liberdade que a Verdade e que nos “prende” a Cristo
em submissão a Ele. E assim, com olhos abertos e coração livre podemos ser
capazes de entender o que Deus dizia a Moisés para passar ao povo na grande
travessia. No deserto da ignorância o povo se corrompeu e se rebelou, mas na
liberdade de Cristo pode perceber que somente se se livra da ignorância quem se
submete à disciplina da aprendizagem. Assim, ser servo de Cristo é a garantia
da liberdade para viver vida espiritual saudável. Por isso Paulo disse aos Gálatas
5:13
Porque vós, irmãos, fostes chamados à
liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos
uns aos outros pelo amor.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
É um sábado de descanso para vós, e afligireis as vossas almas; isto é estatuto perpétuo. Levítico 16:31

Se lermos atentamente a Bíblia, veremos que em nenhum ponto há
contradição nos mandamentos e orientações de Deus. Por isso, os versículos não podem
ser lidos de forma descontextualizadas, como uma caixinha de promessas, cujo
conteúdo isolado deve servir para a nossa reflexão diária. A Palavra de Deus é
um todo claro e coerente e não um amontoado de versículos organizados em
capítulos. Assim, entendemos que o mandamento para guardar o sábado, feito aos
israelitas como estatuto perpétuo não foi revogado. Todavia, não pode ser
entendido na sua literalidade. O sentido de sábado, ou sabático, é o sentido
genérico de um dia de descanso e que pode equivaler a qualquer um dos dias de
uma semana de sete dias. Sábado significa o dia de descanso, o sétimo dia, após
seis dias de trabalho, conforme vemos em Gênesis o dia em que o próprio
Criador, tendo trabalhado na criação por seis dias, no sétimo descansou de Seu
trabalho. O sábado é o dia para ser dedicado ao Senhor, para deixarmos de lado
as coisas do trabalho e cuidarmos das coisas espirituais. É isso que Deus
espera de nós. No versículo 29 do capítulo 16 de Levítico, podemos ver a
associação que Deus faz a esse sábado genérico do versículo em epígrafe. E constatamos
isso quando vemos que o próprio Jesus que jamais infringiu mandamento do Pai trabalhou
em um dia de sábado, mas certamente Ele não deixou de guardar naquela semana o sábado do Senhor
Porque o Filho do homem até do sábado
é Senhor. Mateus 12:8
domingo, 17 de janeiro de 2016
"Eu sou o Senhor vosso Deus; portanto vós vos consagrareis, e sereis santos, porque eu sou santo" (Levítico 11:44).
Quando Deus pediu a Moisés que deixasse
claro aos israelitas quais eram as normas que deveriam seguir para agradá-Lo e,
consequentemente, para que Ele os acompanhasse na extensa travessia que fariam
após serem libertos do cativeiro do Egito, Ele impôs uma condição: a busca da
santidade. Ele nos exorta à santidade, como fez aos israelitas. Santidade não é
um atributo de Deus, mas sua natureza essencial, assim devemos compreender que Santidade
se refere a Deus e ou aquilo feito santo por ele e, portanto, nenhuma santidade
existe fora dele. Então, para atendermos ao chamado de Deus precisamos entender
que nossa vida outrora impura pode se tornar santa ao ser dedicadas a Deus e Seu
serviço. E para nos separarmos para Deus devemos nos perguntar sempre: o que
Jesus gostaria que eu fizesse? Quando o Espírito Santo nos indicar o que é
certo, devemos fazê-lo imediatamente, pois conforme diz o autor de Hebreus
Sem santidade ninguém verá sua glória
(Hebreus 12:14)
sábado, 16 de janeiro de 2016
Porquanto a nuvem do Senhor estava de dia sobre o tabernáculo, e o fogo estava de noite sobre ele, perante os olhos de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas. Êxodo 40:38
Vemos no Livro de Êxodo que a Presença
de Deus se manifestava por entre as nuvens de Glória que acompanhavam o povo na
sua travessia. Desse modo o sol não os molestava e o povo seguia tendo suas
necessidades providas pelo Senhor. Isso acontecia enquanto os hebreus andavam
em comunhão íntima com Deus, porém quando pecaram a nuvem se retirava. Quando decidiram
esculpir um bezerro de ouro e adorá-lo como um deus, na ausência de Moisés, deixaram
de contar com a presença santa de um Deus que não compactua com o pecado e por
isso as nuvens se dissiparam. Assim ainda é, na nossa travessia do deserto
desse mundo rumo à terra prometida. Se guardamos os mandamentos de Deus somos fortalecidos
com Sua Presença e a nuvem do Senhor nos acompanha, mas se nos desviamos para
cultuar outros deuses, se nos deixamos corromper com a idolatria desse mundo, a
nuvem se afasta de nós. Mas se ouvirmos atentamente a voz de Deus seguiremos o
que nos ensinou Jesus e a nuvem do Senhor continuará sobre nós.
E desceu uma nuvem que os cobriu com
a sua sombra, e saiu da nuvem uma voz que dizia: Este é o meu filho amado; a
ele ouvi. Marcos 9:7
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Assim, pois, viam os filhos de Israel o rosto de Moisés, e que resplandecia a pele do seu rosto; e tornava Moisés a pôr o véu sobre o seu rosto, até entrar para falar com ele. Êxodo 34:35
Depois de subir ao Monte Sinai para falar com Deus
e de receber do Senhor os dez mandamentos pela segunda vez, o rosto de Moisés resplandeceu
diante do povo. Aquele brilho era o resplendor da presença de Deus se
manifestando na vida dele. E quando ele desceu do monte cheio da glória de Deus,
o brilho de sua face era visível tanto que chegava a ferir a vista dos que olhavam diretamente para ele. Assim acontece com aqueles que têm uma vida santificada e deixam que
Deus comande seus passos. O brilho de Deus é visto por todos. Mesmo que a
pessoa não perceba, como Moisés, o testemunho resplandece e atrai as pessoas
para Jesus. Mas também há quem não
aguente ver o brilho de Deus na vida dos outros e se afastam, como fez o povo
diante de Moisés. Em geral as pessoas querem brilhar na vida pessoal ou
profissional, e nem todos conseguem, porque falta em sua vida receber o brilho
da presença de Deus que nos faz brilhar e isso em todas as áreas de nossa vida.
Quem tem Jesus está na luz e se está na luz brilha. Foi isso que Paulo nos
disse em II Coríntios 3:18
“Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a
glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como
pelo Espírito do Senhor.”
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Então disse o SENHOR a Moisés: Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e eu escreverei nas tábuas as mesmas palavras que estavam nas primeiras tábuas, que tu quebraste. Êxodo 34:1
Moisés recebe de Deus pela segunda vez as Tábuas do
Testemunho, ou Os dez mandamentos como ficou conhecida a Tábua da Lei que Deus
escreveu para estabelecer uma ordem e uma aliança com o povo. Vemos que Deus
reiterou a ordem, depois de o povo ter se corrompido e ter e se rendido à
idolatria enquanto Moisés recebia de Deus as primeiras Tábuas com os
mandamentos. Essas primeiras tábuas escritas por Deus, foram quebradas pela indignação que
tomou conta de Moisés naquele momento. Mas vemos que Deus ouviu a Moisés,
quando ele pediu a Sua presença durante a jornada e vemos que Deus o atendeu, pois conhecia a
retidão de Moisés e falava abertamente com ele. Todavia, somente depois de
imprimir uma nova edição dos mandamentos é que Deus se comprometeu a acompanhar
o povo. Aprendemos com isso que a condição para que Deus nos acompanhe é a
obediência às suas leis. Vemos também que Deus não mudou as leis porque o povo
se rebelou, Ele a ratificou, escrevendo as mesmas palavras. Por isso, ainda que
lutemos contra nossa natureza pecaminosa, devemos afirmar como fez o apóstolo
Paulo em Romanos 7:22
Porque, segundo o homem interior,
tenho prazer na lei de Deus;
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Então lhe disse: Se tu mesmo não fores conosco, não nos faças subir daqui. Êxodo 33:15
Moisés está se dirigindo a Deus em uma declaração
que mostra ao mesmo tempo confiança e rendição. Ele sabia que nada do que
fizesse sem a confirmação e a presença de Deus seria promissor. Ao se
manifestar, declarando a sua total impotência diante do que poderia lhe
sobrevir sem a presença de Deus, Moisés nos dá uma lição estratégica para
seguirmos diante da crise e dos eventuais inimigos. Deus deu a Moisés as tábuas
da Lei pela segunda vez, prometendo-lhe que estaria com ele na condução de um
povo que precisava ser disciplinado. Como líder, Moisés sabia que não teria êxito
se exercesse sua autoridade apoiando-se em seus conhecimentos ou posição, mas que
seria diferente se apoiasse na força e na presença do Senhor que o abençoou e
esteve com ele, por isso, não podemos deixar de obedecer e de fazer a Obra ,
confiando Naquele que nos fortalece.
Portanto, meus amados irmãos, sede
firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso
trabalho não é vão no Senhor. 1 Coríntios 15:58
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
E Arão, vendo isto, edificou um altar diante dele; e apregoou Arão, e disse: Amanhã será festa ao Senhor. Êxodo 32:5
Esse trecho registrado por Moisés, mostra que depois
de ter saído do cativeiro do Egito e de conhecer a grandiosidade de um Deus
soberano que colocou em xeque os deuses egípcios e que aniquilou a soberba de
Faraó, o povo não aprendeu a confiar e a entregar seu caminho ao Senhor. Diante
das crises murmurava, na ausência do líder se rebelava. Foi assim que,
desobedecendo, pediram a Arão que fizesse um bezerro de ouro para que lhes
servisse de deus e para essa abominação edificaram um altar. Assim como o povo
de Israel na travessia, muitos são os que se corrompem diante de deuses criados
pelas próprias mãos e festejam e se prostram cometendo um pecado diante do Criador.
Precisamos compreender o que nos ensina o apóstolo
Sendo nós, pois, geração de Deus, não
havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à
pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens. Atos 17:29
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
O homem que fizer tal como este para cheirar, será extirpado do seu povo. Êxodo 30:38
Esse trecho proferido por Moisés, depois da saída
do povo de Israel do cativeiro do Egito, traz parte do que Deus passou ao Seu
servo para que instruísse o povo em sua travessia. São regras de conduta que
garantiriam a proteção de Deus ao povo que vez por outra insistia em se rebelar
e a seguir a caminhada de acordo com seu próprio entendimento. O que assistimos
hoje, infelizmente, não é algo diverso. O povo, mesmo conhecendo as maravilhas
e os livramentos de Deus, continua errante e se julgando senhor de seus passos.
Muitos continuam indo até o sacerdote apenas quando as consequências de seus
pecados lhe tiram o rumo. E não são poucos os que agem de forma a serem
extirpados do povo. Hoje temos a Palavra de Deus como regra de conduta, temos
os sacerdotes instituídos e ungidos para nos orientar, assim como Moisés que
recebeu de Deus e passou a Arão, temos mais do que o povo na travessia, pois Jesus
nos prometeu antes de subir aos céus
Mas aquele Consolador, o Espírito
Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos
fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. João 14:26
domingo, 10 de janeiro de 2016
Vós bem intentastes mal contra mim; porém Deus o intentou para bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar muita gente com vida. Gênesis 50:20
Esse trecho proferido por José, depois da morte de Jacó,
seu pai, e diante da possibilidade de dar o devido troco aos irmãos que o
venderam como escravo a uma caravana de ismaelitas, fazendo com passasse anos
longe de sua família, mostra-nos que a vingança não faz bem. Ao contrário,
torna os corações amargos e torna escravo de seus algozes aquele que planeja
vingar-se. O perdão e a benevolência, ao contrário, liberta o coração ofendido
e traz bênçãos inesperadas. O apóstolo Paulo no ensina a fazer o bem em vez de
mal
Vede que ninguém dê a outrem mal por
mal, mas segui sempre o bem, tanto uns para com os outros, como para com todos.
1 Tessalonicenses 5:15
sábado, 9 de janeiro de 2016
O Senhor, porém, estava com José, e estendeu sobre ele a sua benignidade, e deu-lhe graça aos olhos do carcereiro-mor. Gênesis 39:21
A história de José é um grande exemplo de como as
pessoas que se mantêm íntegras, firmes em seus princípios e valores morais, sem
se descuidar dos preceitos de Deus são colocadas por cabeça e não por cauda
ainda que de imediato a benção não seja visível. Aqueles que não transgridem,
que não compactuam com as propostas do mundo, representadas pela sedução da mulher
de Potifar, que esperam a promessa do Senhor, mesmo vivendo em situação
adversa, representada pelo cárcere, certamente receberão a devida honra e serão
recompensados onde e quando menos se espera. Quando fazemos a vontade de Deus,
Ele usa pessoas, coisas e situações até mesmo as mais inusitadas para nos abençoar
e nos engradecer, como nos garante o apóstolo Paulo em Filipenses 2:13
Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo
a sua boa vontade.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado. Gênesis 28:15
Esse trecho, transcrito da passagem em que o Senhor
fala em sonho a Jacó, a caminho de Padã-Arã, aonde ia para se esconder de seu
irmão Isaú, faz-nos refletir sobre as promessas de Deus em nossas vidas. Lendo Gênesis
28, vemos que Deus se manifesta muitas vezes de formas inusitadas. Tendo por
travesseiro uma pedra, Jacó adormeceu e sonhou e por esse sonho tomou uma importante
decisão que mudaria o curso de sua vida. Jacó se comprometeu a ser fiel e a
seguir os princípios do Senhor, onde estivesse e erigiu um altar a Deus, reconhecendo
a Sua santa presença. Por muitas vezes somos guiados e abençoados por Deus, e
em vez de agirmos como Jacó seguimos nossas vidas sem prestar culto a Deus, sem
dar-lhes graças pelas bênçãos e livramentos. Se nos detivermos na história de
Jacó, veremos que ele passou de enganador e perseguido a um príncipe que
estabeleceu as 12 tribos, colunas de Israel. Mas há que se ressaltar que Jacó foi próspero
e fez prosperar os que com ele andavam, mas jamais se esqueceu de quem o
abençoou. E nós, que recebemos a herança incorruptível, temos que seguir a
orientação do autor de Hebreus 12:28
Por isso, tendo recebido um reino que
não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus
agradavelmente, com reverência e piedade; Hebreus 12:28
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo. Gênesis 14:20
E, por assim dizer, por meio de
Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. Gênesis 12:1
Se alguém tem ouvidos para ouvir,
ouça. Marcos 7:16
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição; Deuteronômio 11:26
Esse trecho transcrito da passagem em que Deus apresenta
a Moisés os dez mandamentos nos faz refletir sobre o fato de que as bênçãos do
Senhor já foram proferidas e somos nós quem devemos escolher recebê-las ou não. As nossas
atitudes e atos corretos é que irão determinar se receberemos bênçãos, sabendo
que nenhuma maldição nos alcançará, pois maldição sem causa é como andorinha
sem pouso, se não encontra pouso volta a sua origem. Assim, os filhos de Deus
devem sempre abençoar até mesmo os inimigos, pois não encontrando pouso as
bênçãos voltarão para quem as proferiu e de igual modo a maldição que é lançada
contra quem não a merece, volta para quem a lançou. Não importa o que fizerem
contra nós, devemos abençoar, pois se a bênção não encontra pouso, se a pessoa
não é digna de ser abençoada, ela voltará a nós. Assim Deus ordenará que as bênçãos
persigam e alcancem àqueles que ouvem e obedecem Suas palavras. Mas as bênçãos
certamente não encontrarão pouso na vida de traidores, de pecadores, de quem
deseja o mal, ou trata com mal o bem que lhe fazem, tampouco dos transgressores
da Lei do Senhor. A Bíblia nos ensina a pagar o mal com o bem, por isso devemos
nos lembrar sempre do ensina o apóstolo em carta aos Romanos
12:14:
“Abençoai aos que vos perseguem“
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. Gênesis 12:3
Esse trecho transcrito da passagem em que Deus
promete a Abraão que faria multiplicar
sua descendência sobre a terra e o faria próspero e respeitado por onde
passasse, mostra-nos que o princípio da bênção está assentado sobre a obediência.
Em toda a Bíblia esse princípio é enfatizado, assim como nos é revelado que a desobediência
é a mãe de todos os males. Foi assim desde a atitude do primeiro casal, cuja consequência
foi a expulsão do jardim do Éden e segue até hoje com os inúmeros exemplos de males
advindos das atitudes que contrariam a vontade de Deus. E isso vai desde a
forma como tratamos a natureza, nossos líderes, nossos pais e nossos
semelhantes. Se honramos a Deus e amamos o nosso irmão, somos portadores de
bênçãos, porque essa é atitude de obediência à Palavra do Criador. E se andamos
em obediência, como Abraão seremos benditos e receberemos de Deus a mesma
promessa feita ao patriarca. Mas devemos nos lembrar sempre do ensina o
apóstolo em Atos 5:29:
Mais importa obedecer a Deus do que
aos homens.
domingo, 3 de janeiro de 2016
E disse Deus: Este é o sinal da aliança que ponho entre mim e vós, e entre toda a alma vivente, que está convosco, por gerações eternas. Gênesis 9:12
Esse trecho transcrito da passagem que narra o
término do dilúvio por Noé, quando Deus estabelece uma aliança com os homens,
por meio daquele que, por ser achado íntegro entre os demais habitantes de uma
cidade pervertida, foi poupado com sua família da destruição e foi portador de
uma promessa de novos tempos. Assim como fez a Noé, Deus ainda busca entre os
homens quem faça a Sua vontade e que se disponha a fazer a Sua obra, mesmo que
diante do escárnio daqueles que não creem nos sinais dos céus. É com os que
confiam e esperam no Senhor que Ele faz uma aliança eterna que, diferentemente,
da aliança feita entre homens, não se rompe, não se quebra. Essa aliança de que
nos fala o autor de Hebreus 7:22
De tanto melhor aliança Jesus foi
feito fiador. Hebreus 7:22
sábado, 2 de janeiro de 2016
Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar. Gênesis 4:7
Esse trecho transcrito do primeiro livro da Bíblia,
início do Pentateuco escrito por Moisés para trazer à memória do povo de Deus a
história da criação e da dispersão do homem na terra, traz-nos uma reflexão
para que possamos seguir nesse ano, consoante a vontade de Deus. Quando Adão e
Eva pecaram, porque deram ouvidos à voz do mal e por isso desobedeceram às
orientações do Criador abriram espaço para o pecado na sua descendência. Nos filhos
desse primeiro casal vemos a diferença de comportamento, vemos a liberdade de
escolha, mas também as consequências delas. Caim poderia ter escolhido, assim
como seu irmão, honrar a Deus e a fazer o que lhe era agradável, mas optou por
negligenciar as coisas do Senhor e a ferir de morte o irmão que agiu bem aos
olhos de Deus. Ainda hoje podemos escolher qual caminho seguir, mas ainda temos
que pagar o preço dessas escolhas. Se escolhermos o bem seremos aceitos, mas se
o mal for a nossa opção, certamente, por ele também seremos escolhidos. A Bíblia
nos diz que somos livres em nossos desejos, mas cabe a nós dominá-los, e
confirmando o que Deus espera de nós, Jesus nos diz em João 13:15
Porque eu vos dei o exemplo, para
que, como eu vos fiz, façais vós também.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
No princípio criou Deus o céu e a terra. Gênesis 1:1
Antes de iniciarmos o ano, e de fazermos planos
segundo o nosso coração, deveríamos refletir sobre as primeiras palavras de
Moisés no primeiro livro registrado nesta espetacular biblioteca que é Bíblia. Devemos
nos lembrar de quem é o nosso Criador e de quem deve estar no controle de todos
as nossas ações. Quando não firmamos nossos projetos com base na palavra de
Deus, e confiamos em nosso próprio conhecimento ou entendimento corremos o
risco de vê-los frustrados. O profeta Oséias 4:6 nos diz: “O meu povo foi
destruído porque lhe faltou o conhecimento”. Essas palavras nos fazem entender
que devemos antes de tudo fazer o que Deus nos diz para fazer. Isso significa que devemos viver
de acordo com a Sua palavra, vivendo em obediência, pois só os obedientes receberão as
bênçãos e é com esse entendimento
que devemos iniciar nossos projetos. Não há nenhum conhecimento enciclopédico,
ou acadêmico e se pautarmos nossas ações neste ano que se inicia, considerando
que Deus, nosso Criador sabe o que é melhor para nós. E se formos obedientes à
Palavra, com toda certeza terminaremos o ano contabilizando mais bênçãos do que
imaginamos, pois nada é maior do que o conhecimento advindo do Senhor.
.
Não foi por acaso que Jesus disse em João 15:7
“Se vós estiverdes em mim e as minhas palavras estiverem em vós,
pedireis o que quiserdes e vos será feito”.
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