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terça-feira, 4 de julho de 2017

Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:1-2



Sacrifício pode ser entendido no sentido bíblico como "Qualquer coisa consagrada e oferecida a Deus." Nessa perspectiva, o apóstolo Paulo nos leva a refletir sobre como estamos nos comportando e como é que nós nos consagramos e oferecemos a Deus como sacrifício vivo. A Bíblia relata que, sob a Velha Aliança, Deus aceitou o sacrifício de animais como expiação de nossos pecados. Mas essa propiciação, com sacrifício completo e final de Jesus, o Cordeiro perfeito, tornou-se obsoleta e vazia de significado depois da morte de cruz em nosso lugar e em nosso favor. A Cruz revogou os sacrifícios do Antigo Testamento mostrando-nos que esses eram apenas uma sombra prenunciadora que apontavam para o sacrifício do Cordeiro de Deus, o Cristo. Por causa Dele nenhum outro mais têm nenhum efeito ou eficácia. Assim, o apóstolo nos mostra que para nós, os que estamos em Cristo, que recebemos a salvação pela Sua graça, a única adoração aceitável é nos oferecermos ao Senhor, sem nenhuma reserva. E como sacrifício vivo, não como um ritual simbólico não podemos nos conformar com este mundo, por isso devemos viver como diz o salmista

Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. 3 Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.” (Salmos 1:2-3
                    

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