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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou, Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. (Romanos 8: 20-21)



Paulo já dizia em seu tempo que a criação foi corrompida pela vaidade herdada da natureza daquele que desde o início tem sujeitado a humanidade ao pecado. Ainda hoje se pode perceber as consequências dessa sujeição ao pecado, por isso o tempo presente na citação do apóstolo continua oportuno. Paulo afirma que “(...) que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora”. E por extensão também nós, feitos filhos por adoção, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos. Mas a diferença exposta por esse homem de Deus que viveu de uma maneira profunda a transformação em sua vida é que, diferentemente das criaturas, os filhos em esperança são salvos. E esperamos com paciência, cientes de que o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis, pois Aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito e intercede pelos santos. Ainda que passemos por circunstâncias adversas, sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. (Romanos 8:28), por isso podemos afirmar como o salmista:

Porque em ti, Senhor, espero; tu, Senhor meu Deus, me ouvirás. Salmos 38:15


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