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quinta-feira, 1 de junho de 2017

E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas, e profetizavam. Atos 19:6


O livro de Atos descreve com riqueza de detalhes a experiência dos cristãos da Igreja Primitiva em relação ao batismo no Espírito Santo. Lucas relata que Paulo encontrou em Éfeso alguns cristãos não sabiam do batismo do Espírito e precisaram ser tocados pelo apóstolo para não só entendessem, mas recebessem o Espírito Santo de Deus pela imposição de mãos. A partir daí, tiveram a experiência pessoal do derramamento do Espírito Santo como no dia de Pentecoste e essa experiência passou a ser bastante comum na vida cristã, porque era algo real para os primeiros cristãos. A promessa do batismo é para todos, mas a busca deve ser pessoal e constante. Jesus anunciou o derramamento do Espírito na noite em que foi traído, e disse que iria para Deus, mas antes deixaria o Consolador, para que estivesse conosco até a consumação dos dias. Esse é o Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, mas está no nosso meio, conforme registrado em João 14. Esse é o que nos convence do pecado, da justiça e do juízo. Jesus, quarenta dias depois de ter ressuscitado, batizou os discípulos com o Espírito Santo. Sabemos que o batismo com o Espirito Santo é uma experiência que se segue ao novo nascimento, embora sejam duas experiências diferentes entre si. Quando se nasce de novo se é purificado dos pecados, e quando se é batizado com o Espírito Santo se recebe poder do alto. Quando recebemos o Espírito Santo somos imbuídos de poder para profetizar e para falar em outra língua. E como dom de Deus, o Espírito Santo é dado pelo Senhor quando e como Ele quer, portanto não se pode ganhar e não é dado por nenhum merecimento. Mas é o Espírito Santo do Senhor que nos faz expressar como o salmista:


A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus? Salmos 42:2


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