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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis. Lucas 13:5


A Bíblia nos convida ao arrependimento reiteradas vezes: em mensagens trazidas pelos profetas no Antigo Testamento, e de forma bem enfática pelo profeta do Novo Testamento, João Batista, que precedeu Jesus, o maior proclamador do arrependimento e que nos ensinou que arrepender-se é muito mais que uma confissão de pecado. Arrepender-se significa “lamentar o mal cometido; sofrer pela falta praticada”. Não basta admitir que errou, é preciso demonstrar mudança de atitude em relação ao erro cometido. Na Bíblia, vemos várias declarações de reconhecimento do pecado que não se converteram em mudança de postura, em verdadeiro arrependimento. Faraó admitiu que pecou em Êxodo 9:34 quando Deus enviou granizo e fogo ao Egito, no entanto, tendo visto que cessaram as chuvas, as pedras e os trovões, tornou a pecar e endureceu o coração. Balaão também admitiu que pecou quando a jumenta lhe falou, mas nunca mudou, portanto, não se arrependeu. Também o rei Saul admitiu que pecou ao ser confrontado pelo profeta Samuel, mas não assumiu a responsabilidade por suas ações, fazendo como muitos fazem: colocou a culpa no diabo. Também Judas, no desespero, admitiu que pecou por ter traído sangue inocente, mas teve apenas remorso que não gerou arrependimento, por essa razão tirou a própria vida. Se tivesse se arrependido verdadeiramente, teria sofrido com sua atitude e convertido seu erro como um discípulo de Jesus, pois o arrependimento é uma mudança de coração. O verdadeiro arrependimento muda atitudes do homem e move a mão de Deus em relação às nossas transgressões, como registra o profeta Isaías 44:22

Apaguei as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi.


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