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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Disse-lhe o nobre: Senhor, desce, antes que meu filho morra. João 4:49


O Evangelista Lucas narra a cura do Filho do Oficial do Rei quando Jesus estava pela segunda vez em Caná, onde antes havia realizado o seu primeiro milagre, transformando água em vinho. Havia nessa cidade um alto funcionário, cujo filho estava gravemente enfermo, acometido por uma violenta febre maligna. Esse pai temia que seu filho morresse e soube da notícia da volta de Jesus para Caná, o que lhe trouxe esperança, porque cria Naquele cujo nome e milagres o precediam. Então ele roga a Jesus para descer a Cafarnaum e curar seu filho doente. Jesus, porém, às vezes colocava à prova a fé daqueles que O procuravam, pedindo milagres ou sinais. Muitos precisavam ver antes, para crer depois. E Jesus sabia que muitos tinham um tipo de fé vacilante e superficial. No entanto, queria que as pessoas cressem sem que um milagre visível acontecesse. No episódio da mulher Samaritana, não ocorreu um milagre explícito para que ela cresse. O verdadeiro acontecimento que levou à fé genuína não foi um milagre físico, mas o fato de que aquela mulher entendeu de onde viria a salvação e por intermédio dela as pessoas creram na pregação e no testemunho de Jesus. Vemos que Jesus despertou a fé genuína no coração daquele nobre. Muitos pais, atualmente, precisam de um verdadeiro encontro com Jesus para que seus filhos não morram. Mas para isso é preciso ter fé. Assim como aquele oficial, precisamos crer antes de ver. E assim termos a certeza de que nossos filhos vivem, pela Palavra de Jesus, pois assim como pela Palavra Deus transformou o caos em mundo, pela Palavra somos transformados.

Mas é necessário pedir, clamar, buscar a Deus em orações e súplicas, e confiar na Palavra do Senhor, pedindo-Lhe que Ele nos ensine como agir diante de nossa incredulidade, assim como fez o salmista.
    
Aceita, eu te rogo, as oferendas voluntárias da minha boca, ó Senhor; ensina-me os teus juízos. Salmos 119:108




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