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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo. Mateus 26:26

A Páscoa era uma importante festa para os judeus e todo seu objetivo era relembrar ao povo de Israel a forma como Deus os libertou do cativeiro no Egito, usando naquela noite de destruição, o sangue do cordeiro nas portas dos filhos de Israel. A casa que recebeu o cordeiro pascal estava a salvo, e quem partilhou da ceia do cordeiro pascal tinha um símbolo de segurança e de libertação. Ao celebrar a Ceia com Seus discípulos na noite em foi traído, Jesus estava afirmando que era Salvador. Ao tempo em que veio salvar os homens de seus pecados e das consequências desses pecados, veio dar aos homens segurança na Terra, e no céu, no tempo e na eternidade. Mas como no tempo da libertação do Egito, Jesus deixou-nos a escolha entre fazer com Ele a aliança ou ignorá-la. Uma aliança é uma relação entre duas pessoas que escolhem livremente entrar em relação mútua. Mas a aliança de sangue a qual Jesus participa é antes de tudo uma aliança entre Deus e o homem. Ou seja, uma nova relação entre Deus e o homem. Foi pela vida e em especial pela morte de Jesus que foi possível estabelecer uma nova relação entre nós, pecadores, e Deus. A Santa Ceia, ou a Última Ceia é um memorial que lembra o rito de passagem entre o homem pecador e o homem que se dispõe a partilhar da mesa do Criador. Lembremo-nos do que nos disse Deus por intermédio do profeta Jeremias 11:3-4

Dize-lhes pois: Assim diz o Senhor Deus de Israel: Maldito o homem que não escutar as palavras desta aliança, Que ordenei a vossos pais no dia em que os tirei da terra do Egito, da fornalha de ferro, dizendo: Dai ouvidos à minha voz, e fazei conforme a tudo quanto vos mando; e vós sereis o meu povo, e eu serei o vosso Deus.

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